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CHICO XAVIER
ESPIRÍTA APOSTÓLICO ROMANO
“É contra esses impostores que devemos estar em guarda correndo a
todo homem honesto o dever de os desmascarar.”
(Allan Kardec, em “O Evangelho segundo o Espiritismo”, cap. XXI, nº 9)
O espiritismodeverdade.blogspot.com.br 1
Devoção à Maria
• “O rapaz, (Chico Xavier) era esquisito
mesmo. Comungava, confessava, ia à
missa, acompanhava procissões (...) Em 7
de maio de 1927 (ao iniciar seu
mediunato com 17 anos), voltou à igreja
para se despedir do padre Scarzello,
ajoelhou-se, beijou-lhe a mão, pediu-lhe
a bênção e saiu, seguido pelo olhar do
sacerdote, seu confessor, que pedia para
ele a bênção da Mãe Santíssima, (a
Virgem Maria)”. (“As Vidas de Chico
Xavier”, págs. 30 e 3l).
• “Em julho, eles, Chico e dona
Carmem, rezavam, quando apareceu
Emmanuel, amigo espiritual de Chico,
com ar imponente, vestes sacerdotais e
aura brilhante”.
oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 2
Uma vez Católico...
• “Nunca atacaria o
Catolicismo (...) Pelo
contrário. Faria questão
de defender a Igreja
Católica como
fundamental ao país. Por
mais de quatrocentos
anos, nós fomos e somos
tutelados por ela, na
formação do nosso
caráter cristão.( op.cit)
oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 3
E Roustaingsta
• “Chico confidenciaria a um
amigo qual era sua estratégia: - A
Igreja Católica precisa
sobreviver...” (op.cit pág.
112) (Grifos nossos) E, por certo,
sobreviverá, como afirmou
Roustaing, pois “debaixo da
influência e da direção do
Regenerador, caminhará seu
chefe, fazendo com que ela se
torne católica na legítima
acepção deste termo, tornando-
se universal, como sendo a
Igreja do Cristo.” (Roustaing, op.
cit. vol. 3, pág. 66 da 5a. Edição –
FEB – 1971)
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Explicação
• Em que pese a admiração que muitos nutrem por
Chico Xavier, meu trabalho enquanto estudioso e
propagador da Doutrina Espírita, não me permite
calar frente à idolatria que presencio ao médium
mineiro.
• Sua obra se comparada a Codificação “não para em
pé”.
• Se comparada a história antiga, não se sustenta;
• Se comparada a história do Brasil, se dilui.
• É inacreditável que, supostamente ditada por
ESPIRÍTOS EVOLUÍDOS, contenha tantos erros.
• Como pode?
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• Nessa HOMENAGEM, analisaremos dois
livros: o de estreia, Parnaso de Além Túmulo,
uma coletânea de poesias e Brasil Coração do
Mundo Pátria do Evangelho, atribuído ao
espírito Humberto de Campos que depois de
um processo teve o nome mudado para
Irmão X, numa clara alusão ao pseudônimo
utilizado pelo próprio Humberto enquanto
encarnado, Conselheiro XX.
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• Durante o Estudo sempre que me referir ao autor da obra
usarei o nome Humberto de Campos, saliento porém que
NÃO ACREDITO que seja o Espírito do jornalista
maranhense quem tenha ditado tal livro.
• Mantenho a atribuição tão somente por conta de ter sido
dele que Chico recebeu as psicografias.
• Reitero que Humberto de Campos, enquanto encarnado,
sempre foi cioso de sua pena e jamais cometeria
leviandades que as teria cometido depois de morto.
• Por isso não CREDITO a ele tal obra e essa é a única
opinião pessoal minha neste estudo. Todo o resto são
informações do próprio livro ou informações históricas.
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PARNASO
Essa antologia de diversos
poetas psicografada por Chico
Xavier, observa-se uma série
de controvérsias, muitas delas
bem graves, que eliminam de
vez a hipótese de considerar o
livro tanto como uma
confiável publicação de
mensagens benfeitoras como
um documento mediúnico das
obras espirituais de diversos
escritores.
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Alterações
• A começar pelas diversas
alterações editoriais que
chamam muito a atenção
no livro (que se
pretendia) obra sublime
das poesias espirituais.
Foi reparado e
emendado e, não
bastando isso, por mais
de 20 anos e ainda por
cima diante de situações
bastante problemáticas.
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• Isso pode ser
comprovado na
correspondência
trocada entre Chico
e seu mentor na
FEB, Antônio
Wantuil de Freitas
datada de
03/05/1947 acerca
de uma nova edição
do livro em questão.
• “Grato pelos teus apontamentos alusivos
ao “Parnaso” para a próxima edição.
Faltam-me competência e possibilidade
para cooperar numa revisão meticulosa,
motivo pelo qual o teu propósito de fazer
esse trabalho com a colaboração do
nosso estimado Dr. Porto Carreiro é uma
iniciativa feliz. Na ocasião em que o
serviço estiver pronto, se puderes me
proporcionar a “vista ligeira” de
um volume corrigido, ficarei muito
contente, pois isso dará oportunidade de
ouvir os
Amigos Espirituais, em algum ponto de
maior ou menor dúvida. Há uma
poesia, sobre a qual sempre pedi socorro,
mas continua imperfeita desde a
primeira edição. É aquela “Aves e Anjos”
(...). Ela termina assim: “Sorrindo...
Cantando...” e não “Sorrindo...
Sorrindo...”, como vem sendo impresso.”
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Brasil coração do mundo pátria do
evangelho
Nota-se aqui sua
narrativa risível.
Parecendo um conto de
fadas, o livro mostra um
Jesus infantilizado e meio
pateta, que, orientado
pelo "anjo" Helil - tido
como "superior" a Jesus -
a conhecer o Brasil,
suposta pátria matriz de
uma "nova civilização".
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Berço do Evangelho
• O livro Brasil, Coração do Mundo,
Pátria do Evangelho teria sido, na
verdade, uma reformulação de um
texto originalmente escrito pelo
palestrante Leopoldo Machado,
intitulado Brasil, Berço da
Humanidade, Pátria dos
Evangelhos, para uma conferência
da FEB registrada na revista
Reformador, periódico oficial da FEB,
edições de 03.10.1934, página 519 e
01.11.1934, página 575.
• Veja integra:
http://obraspsicografadas.org/2012/
brasil-corao-do-mundo-de-chico-
xavier-1938-e-a-conferncia-de-
leopoldo-machado-1934/
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Análise: Introdução
• Jesus transplantou da
Palestina para a região
do Cruzeiro a árvore
magnânima do seu
Evangelho, a fim de que
os seus rebentos
delicados florescessem
de novo, frutificando
em obras de amor para
todas as criaturas.
• Estudos relatam que
haviam entre 30 e 80
milhões de nativos nas
Américas quando de seu
descobrimento pelos
Europeus, 300 anos
depois o quadro era
outro: nativos perto de 5
milhões, milhões de
escravos trazidos da
africa.
Obras de amor para todas
as criaturas? Onde?
oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 13
Página 47
• “D. João III teve a infelicidade de introduzir em
Portugal o organismo sinistro da Inquisição. Com o
tribunal da penitência, vieram os Jesuítas. Não
constitui objeto do nosso trabalho o exame dos erros
profundos da condenável instituição, que fez da
Igreja, por muitos séculos, um centro de perversidade
e de sombras compactas, em todas as nações
europeias, que a abrigaram à sombra da máquina do
Estado. O que nos importa é a exaltação daqueles
missionários de Deus, que afrontavam a noite das
selvas para aclarar as consciências com a lição suave
do Mártir do Calvário. Esses homens abnegados
eram, de fato, ‘o sal da terra’.”
oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 14
• Neste trecho, são citados os jesuítas e an
passant a Inquisição, isso porque Emmanuel (e
o próprio Chico) teriam sido jesuítas e para não
desagradar a Igreja Católica, sempre uma
constante preocupação na obra de Chico . Em
seguida, ratificando esta afirmação, há a
exaltação dos “missionários de Deus”, posto
aqui, como heróis, que tinham o objetivo
de aclarar as consciências, isto é, levar aos
indígenas o cristianismo. Clara demonstração de
preconceito e menosprezo pela cultura “do
outro”.
oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 15
Página 50/51
• [Ismael, um dos mensageiros e trabalhadores de Jesus, diz a ele:]
“A civilização, que ali se inicia sob os imperativos da vossa
vontade compassiva e misericordiosa, acaba de ser contaminada
por lamentáveis acontecimentos. Os donatários dos imensos
latifúndios de Santa Cruz fizeram-se à vela, escravizando os
negros indefesos da Luanda, da Guiné e de Angola. Infelizmente,
os pobres cativos, miseráveis e desditosos, chegam à pátria do
vosso Evangelho como se fossem animais bravios e selvagens, sem
coração e sem consciência.” [Então, Jesus lhe responde:] – Ismael,
asserena teu mundo íntimo no cumprimento dos sagrados deveres
que te foram confiados. Bem sabes que os homens têm a sua
responsabilidade pessoal nos feitos que realizam em suas
existências isoladas e coletivas. Mas, se não podemos tolher-lhes
aí a liberdade, também não podemos esquecer que existe o
instituto imortal da justiça divina, onde cada qual receberá de
conformidade com os seus atos.”
oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 16
• Infelizmente os negros que foram arrancados de
suas casas, escravizados, separados de suas
famílias, chegavam como animais bravios,
selvagens, sem coração e sem consciência à
Pátria do Evangelho!
• Isso é realmente um absurdo!
• E a resposta de Jesus, dizendo que essa revolta,
essa não aceitação (dos negros) pela nova
condição será submetida ao Instituto Imortal da
Justiça Divina, onde cada um receberá segundo
seus atos seria para rir não fosse o tema tão
sério .
• Seria Jesus capaz de dizer tamanha estultice?
oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 17
Página 75
• “Os portugueses prosseguiram, incessantemente, na faina ingrata
de ‘descer os índios’. Regressando ao Além, os primeiros
missionários da caravana luminosa de Ismael pedem a sua
colaboração misericordiosa, para que semelhante situação se
modifique. Mas, o grande apóstolo de Jesus explica: – Irmãos, não
podemos tolher a liberdade dos nossos semelhantes. Não sou
indiferente a esses movimentos hediondos, nos quais os índios,
simples e bons, são capturados para os duros trabalhos do
cativeiro. Esperemos no Senhor, cujo coração misericordioso e
augusto agasalhará todos aqueles que se encontram famintos de
justiça. Contudo, poderemos, com os nossos esforços, auxiliar os
encarnados na compreensão das leis fraternas, avisando-lhes o
coração de modo indireto, quanto aos seus divinos deveres.
Infelizmente, não encontramos, na atualidade do planeta, outro
povo que substitua os portugueses na grande obra de edificação
da Pátria do Evangelho.”
oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 18
• Esse ponto do livro poderia ter sido ditado
por Maquiavel, que com sua máxima “ os fins
justificam os meios” viria bem a calhar. Pátria
do Evangelho”? Então para atingir esse
objetivo, Jesus não tem misericórdia de
milhões de vidas humanas (os indígenas que
aqui habitavam) e no bem semelhante ao
Deus do Antigo Testamento, não exita em
dizimar os inimigos para atingir seus
propósitos.
oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 19
Página 90
• O mensageiro divino as reuniu em grandes círculos, de onde lhe
ouviam a palavra amiga e esclarecedora. – Meus irmãos – disse
ele – regressareis dentro de breves dias aos núcleos de trabalho
estabelecidos no planalto piratiningano. Prosseguireis atuando no
mesmo campo de labor e liberdade com que caracterizastes as
primeiras iniciativas aí desenvolvidas. Agora, levareis mais longe
a vossa coragem e o vosso heroísmo. Penetrareis o coração da
terra do Cruzeiro, rasgando as sombras de suas florestas
imensuráveis. Com a vossa dedicação, novas atividades serão
descobertas e novas possibilidades hão de felicitar a existência
dos colonizadores do país, onde nos desvelaremos pela
conservação da bandeira de Jesus, desfraldada lá sobre todas as
frontes e sobre todos os corações.”
oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 20
• Em que pese a importância do trabalho executado
pelos bandeirantes na ampliação do território
brasileiro para além do “tratado de Tordesilhas” esse
trabalho não foi dos mais dignos em termos de
postura cristã. Homens brutos, frutos do meio em
que viviam, não exitavam em castigar ou eliminar
seus oponentes. Milhares de indigenas pereceram ao
cruzarem os caminhos das Bandeiras e não se
submeterem a elas.
• Difícil crer que essa postura tenha sido patrocinada
por Jesus e conduzida por Espíritos da mais alta
hierarquia.
oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 21
Páginas 121/122
• O mártir da inconfidência, depois de haver
apreciado, angustiadamente, a defecção dos
companheiros, reveste-se de supremo heroísmo.
Seu coração sente uma alegria sincera pela
expiação cruel que somente a ele fora
reservada, já que seus irmãos de ideal
continuariam na posse do sagrado tesouro da
vida. As falanges de Ismael lhe cercam a alma
leal e forte, inundando-a de santas consolações.
Tiradentes entrega o espírito a Deus, (…)
oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 22
• A informação do heroísmo de Tiradentes e, novamente, uma
justificativa para que ele fosse o único dos conjurados condenado
à morte (expiação pelos erros do passado), estudiosos afirmam
que Tiradentes foi à forca extremamente contrariado, aos gritos, o
que é algo absolutamente normal, convenhamos! Mas aí, não há
nada de semelhante à narração do livro, que faz de Tiradentes um
“herói” até na hora de sua morte. Terceiro, Tiradentes
praticamente ficou esquecido na História do Brasil, por longas
décadas. Com a Proclamação da República, um golpe civil-militar,
em 15 de novembro de 1889, os republicanos, resgataram
forçosamente a história de Tiradentes, porque eles queriam criar
um herói nacional. A República precisava de um mártir. Inclusive,
há diversas imagens de Tiradentes, quadros em que ele está com a
corda no pescoço, na forca, em que ele aparece cabeludo e
barbudo. Esta imagem é forjada, no sentido de lembrar Jesus
Cristo. Os estudiosos afirmam que, normalmente, as pessoas que
eram enforcadas pelas autoridades portuguesas, tinham a cabeça
raspada e a barba feita
oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 23
Página 158
• O nosso irmão, martirizado há alguns anos pela
grande causa, acompanhará D. Pedro em seu
regresso ao Rio e, ainda na terra generosa de São
Paulo, auxiliará o seu coração no grito supremo
da liberdade. (…) Tiradentes acompanhou o
príncipe nos seus dias faustosos, de volta ao Rio
de Janeiro. Um correio providencial leva ao
conhecimento de D. Pedro as novas imposições
das Cortes de Lisboa e ali mesmo, nas margens
do Ipiranga, quando ninguém contava com essa
última declaração sua, ele deixa escapar o grito
de ‘Independência ou Morte!’.”
oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 24
• As informações mostram um Tiradentes “fazendo
turismo” no além, mas aí, ele é convocado a auxiliar
D. Pedro na declaração de Independência do Brasil.
• Erros históricos graves para um livro que se pretende
da mais ampla verdade, vamos ser sincero! A
independência do Brasil fez parte de um processo,
envolvendo interesses e conchavos, terminando,
inclusive, com o Brasil pagando uma indenização a
Portugal – praticamente, compramos nossa
emancipação política.
oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 25
• I – Novas evidências históricas consideram que
o “grito às margens do Ipiranga”, nunca ocorreu.
Trata-se de um mito histórico. Existe uma
versão, inclusive, de que D. Pedro declarou a
independência, não às margens, mas no alto de
uma colina do Ipiranga, onde estava se livrando
de uma diarréia. Esta história, ainda que cômica,
parece se aproximar muito mais da verdade, do
que a que foi exaustivamente contada nos livros
didáticos.
oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 26
• II – “Independência ou Morte”, é outro mito.
Não há qualquer evidência de que D. Pedro
tenha soltado este “grito”, no dia 7 de setembro.
Alguns estudiosos apontam que foi a partir de
uma carta escrita por D. Pedro, no dia 8 de
setembro, onde ele afirma: “Prezados paulistas,
independência ou morte é o nosso lema, mas
estamos longe de conquistá-lo. Espero vosso
apoio e vossa lealdade”, que surgiu esta história
do “Grito do Ipiranga”.
oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 27
Pedro Américo
oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 28
• III – O quadro de Pedro Américo, “símbolo”
da Proclamação da Independência brasileira,
apresenta uma série de equívocos. O terreno
acidentado do território não permitiria
viagens em cavalos “puro sangue”, as mulas
eram as montarias utilizadas naquelas longas
viagens. Ou seja, muito do que se escreveu e
se escreve sobre este acontecimento
histórico, é pura fantasia.
oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 29
• Um livro ditado com a visão dos Espíritos
deveria corrigir esses erros e não reforçá-
los.
• Alguns companheiros poderão argumentar
que os Espíritos (e o médium) não são
infalíveis, portanto, estão sujeitos a erros e
uma vez oriundos desse meio, reproduziram
os erros que aprenderam quando
encarnados. Concordo. Humberto de
Campos não era um Espírito superior logo
poderia cometer tais equívocos. Porém aqui
entra a maior falha de todo o processo
mediunico de Chico Xavier: a falta do
C.U.E.E. o Controle Universal dos Ensinos
dos Espíritos.
• Esse método criado por Kardec e
longamente explicado em O Evangelho
Segundo o Espiritismo, mostra como um
médium deve se portar diante as
comunicações que recebe. Se Chico tivesse
seguido as orientações de kardec isso teria
sido evitado.
oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 30
Páginas 175/177
• “O século XIX, que surgira com as últimas agitações provocadas
no mundo pela Revolução Francesa, estava destinado a presenciar
extraordinários acontecimentos. (…) Foi assim que Allan Kardec, a
3 de outubro de 1804, via a luz da atmosfera terrestre, na cidade
de Lião. Segundo os planos de trabalho do mundo invisível, o
grande missionário, no seu maravilhoso esforço de síntese,
contaria com a cooperação de uma plêiade de auxiliares da sua
obra, designados particularmente para coadjuvá-lo, nas
individualidades de João-Batista Roustaing, que organizaria o
trabalho da fé; de Léon Denis, que efetuaria o desdobramento
filosófico; de Gabriel Delanne, que apresentaria a estrada
científica e de Camille Flammarion, que abriria a cortina dos
mundos, cooperando assim na codificação kardeciana no Velho
Mundo e dilatando-a com os necessários complementos.”
oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 31
• Esta passagem do livro, mostra que Chico foi
responsável direto por divulgar João-Batista
Roustaing no Brasil, corroborando a tese da
FEB (da qual Wantuil era entusiasta).
• Se o livro fosse ditado por ALTAS ESFERAS DA
ESPIRITUALIDADE isso jamais seria publicado,
pois, sabidamente é a teoria do advogado
francês foi combatida por Kardec ainda em
vida.
oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 32
• O caráter católico de Chico no entanto abraçou a tese
de Roustaing por fazer jus a virgindade de Maria que
lhe era tão cara (não só a ele, a Bezerra e outros
também, façamos justiça) e irresponsavelmente o
médium serviu de instrumento para propagar tais
ideias no ainda incipiente movimento espirita
brasileiro.
• Sem submeter seus escritos ao C.U.E.E. Chico cria
uma série de teorias que contradizem a Codificação
(em várias obras) buscando a absolvição atrás de uma
imagem de humildade construída com
assistencialismo.
oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 33
Página 199
• “A realidade, entretanto, é que o Brasil
retirou desse patrimônio de experiências os
mais altos benefícios para a sua política
externa e para a sua vida organizada, sem
exigir um vintém dos proventos de suas
vitórias.”
oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 34
• O texto se refere a Guerra do Paraguai. Brasil, Argentina e
Uruguai se uniram contra o Paraguai. Estudiosos ainda
não chegaram a uma conclusão sobre a causa do Brasil ter
entrado no conflito. Fato é que a guerra foi extremamente
cara ao Império Brasileiro que teve de tomar
empréstimos vultuosos para custeá-la junto à Inglaterra.
Contradizendo o texto, a história mostra que
economicamente a guerra foi um desastre para a nação,
além é claro do número de mortes. Estima-se que mais da
metade da população masculina paraguaia tenha morrido
no conflito e milhares de brasileiros também pereceram.
O livro também traz uma visão ufanista e etnocêntrica
onde o Brasil é o mocinho e o Paraguai o bandido.
oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 35
• A narrativa também mostra um D. Pedro II
como herói dos combatentes o que não
corresponde a verdade. O conflito serviu para
diminuir sua popularidade junto a opinião
pública, sua força política e junto aos
militares que no pós guerra passaram a fazer
reivindicações que o imperador não teve
habilidade para conduzir, acelerando assim a
motivação para sua deposição menos de 20
anos depois.
oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 36
Páginas 202/203 e 206
“D. Pedro [II] se reconfortava com essas doutrinações das massas, no seu liberalismo
e na sua bondade de filósofo. Desejaria antecipar-se ao movimento ideológico,
decretando a liberdade plena de todos os escravos; mas, os terríveis exemplos da
guerra civil que ensangüentara os Estados Unidos da América do Norte durante
longos anos, na campanha abolicionista, faziam-no recear a luta das multidões
apaixonadas e delinqüentes. Foi, pois, com especial agrado, que acompanhou a
deliberação de sua filha, de sancionar, a 28 de setembro de 1871, a Lei do Ventre
Livre que garantia no Brasil a extinção gradual do cativeiro, mediante processos
pacíficos. (…) Os abolicionistas compreendem que lhes chegara a possibilidade
maravilhosa e a 13 de maio de 1888 é apresentada à regente a proposta de lei para
imediata extinção do cativeiro, lei que D. Isabel, cercada de entidades angélicas e
misericordiosas, sanciona sem hesitar, com a nobre serenidade do seu coração de
mulher. (…) Os negros e os mestiços do Brasil sentiram no coração o prodigioso
potencial de energias da sub-raça, com que realizariam gloriosos feitos de trabalho e
de heroísmo, na formação de todos os patrimônios da Pátria do Evangelho, olhando
o caminho infinito do futuro.”
oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 37
• O medo de poderia ocorrer no Brasil o que ocorrera nos
EUA (Guerra da SECESSÃO 1861/65) não se justifica.
Humberto de Campos jamais escreveria tal baboseira.
Primeiro há que se considerar as diferenças entre os dois
estados: formas de colonização e desenvolvimento
econômico naquele momento. O contexto brasileiro era
outro. Nos Estados Unidos, havia uma grande diferença
entre os Estados do Norte e os do Sul, no que se refere ao
desenvolvimento industrial e à estrutura socioeconômica.
Isto ocorreu, porque os Estados do Norte, de clima mais
frio, foram colonizados no “estilo” colônias de
povoamento; enquanto que os Estados do Sul, foram
colonizados no “estilo” colônias de exploração, como
ocorreu com as colônias espanholas e o próprio Brasil.
oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 38
• O Brasil não apresentava diferenças tão
significativas em termos regionais, além
disso, na época do movimento abolicionista,
o Sudeste já havia se transformado na região
mais próspera, em razão, primeiramente, da
economia mineradora, seguida, então, pela
economia cafeeira. Muitos cafeicultores já
haviam percebido que a mão-de-obra escrava
rendia pouco.
oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 39
• Outro ponto importante é sobre a questão das leis citadas: Lei do
Ventre Livre e a Lei dos Sexagenários (Lei Saraiva-Cotejipe de
1885), foram duas leis que não resolviam o problema da
escravidão e davam tempo para os escravocratas se adaptarem
aos novos tempos. Ao libertarem os escravos com mais de 65 anos
(raros por sinal) os proprietários se livravam dos custos de ter de
alimentar alguém que já não produzia e quanto às crianças que
nasceriam livres essas só começavam a trabalhar efetivamente
com 9 ou 10 anos, ou seja, até essa idade eram também um
“custo” para o Senhor. Libertando-os o dono ficou com a mão de
obra producente e se livrou do ônus.
• Também estava começando o ciclo da cultura cafeeira e os
fazendeiros perceberam que ficava mais barato contratar os
imigrantes que estavam chegando (ainda não haviam direitos
trabalhistas no Brasil) que manter escravos.
• A heroína Princesa Isabel só existe no livro de Chico/ Humberto.
oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 40
• Há que se dizer ainda que a bondosa Princesa
Isabel e o Magnânimo D. Pedro II do livro,
libertaram os escravos de seus feitores por força
de lei e que esses simplesmente lançaram as
ruas os ex-cativos.
• Corações excelsos, pai e filha não criaram uma
política de assistência a esses recém libertos e o
reflexo disso, vemos ainda hoje na desigualdade
social imensa da Patria do Evangelho chiquista.
oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 41
• Talvez isso se explique porque Humberto de
Campos se refere aos negros e mestiços
como SUB-RAÇA, algo lamentável,
claramente se referindo aos negros e
mestiços como seres inferiores.
• Pensamento claramente preconceituoso e
racista.
oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 42

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Chico Xavier Espirita Apostólico Romano

  • 1. CHICO XAVIER ESPIRÍTA APOSTÓLICO ROMANO “É contra esses impostores que devemos estar em guarda correndo a todo homem honesto o dever de os desmascarar.” (Allan Kardec, em “O Evangelho segundo o Espiritismo”, cap. XXI, nº 9) O espiritismodeverdade.blogspot.com.br 1
  • 2. Devoção à Maria • “O rapaz, (Chico Xavier) era esquisito mesmo. Comungava, confessava, ia à missa, acompanhava procissões (...) Em 7 de maio de 1927 (ao iniciar seu mediunato com 17 anos), voltou à igreja para se despedir do padre Scarzello, ajoelhou-se, beijou-lhe a mão, pediu-lhe a bênção e saiu, seguido pelo olhar do sacerdote, seu confessor, que pedia para ele a bênção da Mãe Santíssima, (a Virgem Maria)”. (“As Vidas de Chico Xavier”, págs. 30 e 3l). • “Em julho, eles, Chico e dona Carmem, rezavam, quando apareceu Emmanuel, amigo espiritual de Chico, com ar imponente, vestes sacerdotais e aura brilhante”. oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 2
  • 3. Uma vez Católico... • “Nunca atacaria o Catolicismo (...) Pelo contrário. Faria questão de defender a Igreja Católica como fundamental ao país. Por mais de quatrocentos anos, nós fomos e somos tutelados por ela, na formação do nosso caráter cristão.( op.cit) oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 3
  • 4. E Roustaingsta • “Chico confidenciaria a um amigo qual era sua estratégia: - A Igreja Católica precisa sobreviver...” (op.cit pág. 112) (Grifos nossos) E, por certo, sobreviverá, como afirmou Roustaing, pois “debaixo da influência e da direção do Regenerador, caminhará seu chefe, fazendo com que ela se torne católica na legítima acepção deste termo, tornando- se universal, como sendo a Igreja do Cristo.” (Roustaing, op. cit. vol. 3, pág. 66 da 5a. Edição – FEB – 1971) oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 4
  • 5. Explicação • Em que pese a admiração que muitos nutrem por Chico Xavier, meu trabalho enquanto estudioso e propagador da Doutrina Espírita, não me permite calar frente à idolatria que presencio ao médium mineiro. • Sua obra se comparada a Codificação “não para em pé”. • Se comparada a história antiga, não se sustenta; • Se comparada a história do Brasil, se dilui. • É inacreditável que, supostamente ditada por ESPIRÍTOS EVOLUÍDOS, contenha tantos erros. • Como pode? oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 5
  • 6. • Nessa HOMENAGEM, analisaremos dois livros: o de estreia, Parnaso de Além Túmulo, uma coletânea de poesias e Brasil Coração do Mundo Pátria do Evangelho, atribuído ao espírito Humberto de Campos que depois de um processo teve o nome mudado para Irmão X, numa clara alusão ao pseudônimo utilizado pelo próprio Humberto enquanto encarnado, Conselheiro XX. oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 6
  • 7. • Durante o Estudo sempre que me referir ao autor da obra usarei o nome Humberto de Campos, saliento porém que NÃO ACREDITO que seja o Espírito do jornalista maranhense quem tenha ditado tal livro. • Mantenho a atribuição tão somente por conta de ter sido dele que Chico recebeu as psicografias. • Reitero que Humberto de Campos, enquanto encarnado, sempre foi cioso de sua pena e jamais cometeria leviandades que as teria cometido depois de morto. • Por isso não CREDITO a ele tal obra e essa é a única opinião pessoal minha neste estudo. Todo o resto são informações do próprio livro ou informações históricas. oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 7
  • 8. PARNASO Essa antologia de diversos poetas psicografada por Chico Xavier, observa-se uma série de controvérsias, muitas delas bem graves, que eliminam de vez a hipótese de considerar o livro tanto como uma confiável publicação de mensagens benfeitoras como um documento mediúnico das obras espirituais de diversos escritores. oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 8
  • 9. Alterações • A começar pelas diversas alterações editoriais que chamam muito a atenção no livro (que se pretendia) obra sublime das poesias espirituais. Foi reparado e emendado e, não bastando isso, por mais de 20 anos e ainda por cima diante de situações bastante problemáticas. oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 9
  • 10. • Isso pode ser comprovado na correspondência trocada entre Chico e seu mentor na FEB, Antônio Wantuil de Freitas datada de 03/05/1947 acerca de uma nova edição do livro em questão. • “Grato pelos teus apontamentos alusivos ao “Parnaso” para a próxima edição. Faltam-me competência e possibilidade para cooperar numa revisão meticulosa, motivo pelo qual o teu propósito de fazer esse trabalho com a colaboração do nosso estimado Dr. Porto Carreiro é uma iniciativa feliz. Na ocasião em que o serviço estiver pronto, se puderes me proporcionar a “vista ligeira” de um volume corrigido, ficarei muito contente, pois isso dará oportunidade de ouvir os Amigos Espirituais, em algum ponto de maior ou menor dúvida. Há uma poesia, sobre a qual sempre pedi socorro, mas continua imperfeita desde a primeira edição. É aquela “Aves e Anjos” (...). Ela termina assim: “Sorrindo... Cantando...” e não “Sorrindo... Sorrindo...”, como vem sendo impresso.” oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 10
  • 11. Brasil coração do mundo pátria do evangelho Nota-se aqui sua narrativa risível. Parecendo um conto de fadas, o livro mostra um Jesus infantilizado e meio pateta, que, orientado pelo "anjo" Helil - tido como "superior" a Jesus - a conhecer o Brasil, suposta pátria matriz de uma "nova civilização". oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 11
  • 12. Berço do Evangelho • O livro Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho teria sido, na verdade, uma reformulação de um texto originalmente escrito pelo palestrante Leopoldo Machado, intitulado Brasil, Berço da Humanidade, Pátria dos Evangelhos, para uma conferência da FEB registrada na revista Reformador, periódico oficial da FEB, edições de 03.10.1934, página 519 e 01.11.1934, página 575. • Veja integra: http://obraspsicografadas.org/2012/ brasil-corao-do-mundo-de-chico- xavier-1938-e-a-conferncia-de- leopoldo-machado-1934/ oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 12
  • 13. Análise: Introdução • Jesus transplantou da Palestina para a região do Cruzeiro a árvore magnânima do seu Evangelho, a fim de que os seus rebentos delicados florescessem de novo, frutificando em obras de amor para todas as criaturas. • Estudos relatam que haviam entre 30 e 80 milhões de nativos nas Américas quando de seu descobrimento pelos Europeus, 300 anos depois o quadro era outro: nativos perto de 5 milhões, milhões de escravos trazidos da africa. Obras de amor para todas as criaturas? Onde? oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 13
  • 14. Página 47 • “D. João III teve a infelicidade de introduzir em Portugal o organismo sinistro da Inquisição. Com o tribunal da penitência, vieram os Jesuítas. Não constitui objeto do nosso trabalho o exame dos erros profundos da condenável instituição, que fez da Igreja, por muitos séculos, um centro de perversidade e de sombras compactas, em todas as nações europeias, que a abrigaram à sombra da máquina do Estado. O que nos importa é a exaltação daqueles missionários de Deus, que afrontavam a noite das selvas para aclarar as consciências com a lição suave do Mártir do Calvário. Esses homens abnegados eram, de fato, ‘o sal da terra’.” oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 14
  • 15. • Neste trecho, são citados os jesuítas e an passant a Inquisição, isso porque Emmanuel (e o próprio Chico) teriam sido jesuítas e para não desagradar a Igreja Católica, sempre uma constante preocupação na obra de Chico . Em seguida, ratificando esta afirmação, há a exaltação dos “missionários de Deus”, posto aqui, como heróis, que tinham o objetivo de aclarar as consciências, isto é, levar aos indígenas o cristianismo. Clara demonstração de preconceito e menosprezo pela cultura “do outro”. oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 15
  • 16. Página 50/51 • [Ismael, um dos mensageiros e trabalhadores de Jesus, diz a ele:] “A civilização, que ali se inicia sob os imperativos da vossa vontade compassiva e misericordiosa, acaba de ser contaminada por lamentáveis acontecimentos. Os donatários dos imensos latifúndios de Santa Cruz fizeram-se à vela, escravizando os negros indefesos da Luanda, da Guiné e de Angola. Infelizmente, os pobres cativos, miseráveis e desditosos, chegam à pátria do vosso Evangelho como se fossem animais bravios e selvagens, sem coração e sem consciência.” [Então, Jesus lhe responde:] – Ismael, asserena teu mundo íntimo no cumprimento dos sagrados deveres que te foram confiados. Bem sabes que os homens têm a sua responsabilidade pessoal nos feitos que realizam em suas existências isoladas e coletivas. Mas, se não podemos tolher-lhes aí a liberdade, também não podemos esquecer que existe o instituto imortal da justiça divina, onde cada qual receberá de conformidade com os seus atos.” oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 16
  • 17. • Infelizmente os negros que foram arrancados de suas casas, escravizados, separados de suas famílias, chegavam como animais bravios, selvagens, sem coração e sem consciência à Pátria do Evangelho! • Isso é realmente um absurdo! • E a resposta de Jesus, dizendo que essa revolta, essa não aceitação (dos negros) pela nova condição será submetida ao Instituto Imortal da Justiça Divina, onde cada um receberá segundo seus atos seria para rir não fosse o tema tão sério . • Seria Jesus capaz de dizer tamanha estultice? oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 17
  • 18. Página 75 • “Os portugueses prosseguiram, incessantemente, na faina ingrata de ‘descer os índios’. Regressando ao Além, os primeiros missionários da caravana luminosa de Ismael pedem a sua colaboração misericordiosa, para que semelhante situação se modifique. Mas, o grande apóstolo de Jesus explica: – Irmãos, não podemos tolher a liberdade dos nossos semelhantes. Não sou indiferente a esses movimentos hediondos, nos quais os índios, simples e bons, são capturados para os duros trabalhos do cativeiro. Esperemos no Senhor, cujo coração misericordioso e augusto agasalhará todos aqueles que se encontram famintos de justiça. Contudo, poderemos, com os nossos esforços, auxiliar os encarnados na compreensão das leis fraternas, avisando-lhes o coração de modo indireto, quanto aos seus divinos deveres. Infelizmente, não encontramos, na atualidade do planeta, outro povo que substitua os portugueses na grande obra de edificação da Pátria do Evangelho.” oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 18
  • 19. • Esse ponto do livro poderia ter sido ditado por Maquiavel, que com sua máxima “ os fins justificam os meios” viria bem a calhar. Pátria do Evangelho”? Então para atingir esse objetivo, Jesus não tem misericórdia de milhões de vidas humanas (os indígenas que aqui habitavam) e no bem semelhante ao Deus do Antigo Testamento, não exita em dizimar os inimigos para atingir seus propósitos. oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 19
  • 20. Página 90 • O mensageiro divino as reuniu em grandes círculos, de onde lhe ouviam a palavra amiga e esclarecedora. – Meus irmãos – disse ele – regressareis dentro de breves dias aos núcleos de trabalho estabelecidos no planalto piratiningano. Prosseguireis atuando no mesmo campo de labor e liberdade com que caracterizastes as primeiras iniciativas aí desenvolvidas. Agora, levareis mais longe a vossa coragem e o vosso heroísmo. Penetrareis o coração da terra do Cruzeiro, rasgando as sombras de suas florestas imensuráveis. Com a vossa dedicação, novas atividades serão descobertas e novas possibilidades hão de felicitar a existência dos colonizadores do país, onde nos desvelaremos pela conservação da bandeira de Jesus, desfraldada lá sobre todas as frontes e sobre todos os corações.” oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 20
  • 21. • Em que pese a importância do trabalho executado pelos bandeirantes na ampliação do território brasileiro para além do “tratado de Tordesilhas” esse trabalho não foi dos mais dignos em termos de postura cristã. Homens brutos, frutos do meio em que viviam, não exitavam em castigar ou eliminar seus oponentes. Milhares de indigenas pereceram ao cruzarem os caminhos das Bandeiras e não se submeterem a elas. • Difícil crer que essa postura tenha sido patrocinada por Jesus e conduzida por Espíritos da mais alta hierarquia. oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 21
  • 22. Páginas 121/122 • O mártir da inconfidência, depois de haver apreciado, angustiadamente, a defecção dos companheiros, reveste-se de supremo heroísmo. Seu coração sente uma alegria sincera pela expiação cruel que somente a ele fora reservada, já que seus irmãos de ideal continuariam na posse do sagrado tesouro da vida. As falanges de Ismael lhe cercam a alma leal e forte, inundando-a de santas consolações. Tiradentes entrega o espírito a Deus, (…) oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 22
  • 23. • A informação do heroísmo de Tiradentes e, novamente, uma justificativa para que ele fosse o único dos conjurados condenado à morte (expiação pelos erros do passado), estudiosos afirmam que Tiradentes foi à forca extremamente contrariado, aos gritos, o que é algo absolutamente normal, convenhamos! Mas aí, não há nada de semelhante à narração do livro, que faz de Tiradentes um “herói” até na hora de sua morte. Terceiro, Tiradentes praticamente ficou esquecido na História do Brasil, por longas décadas. Com a Proclamação da República, um golpe civil-militar, em 15 de novembro de 1889, os republicanos, resgataram forçosamente a história de Tiradentes, porque eles queriam criar um herói nacional. A República precisava de um mártir. Inclusive, há diversas imagens de Tiradentes, quadros em que ele está com a corda no pescoço, na forca, em que ele aparece cabeludo e barbudo. Esta imagem é forjada, no sentido de lembrar Jesus Cristo. Os estudiosos afirmam que, normalmente, as pessoas que eram enforcadas pelas autoridades portuguesas, tinham a cabeça raspada e a barba feita oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 23
  • 24. Página 158 • O nosso irmão, martirizado há alguns anos pela grande causa, acompanhará D. Pedro em seu regresso ao Rio e, ainda na terra generosa de São Paulo, auxiliará o seu coração no grito supremo da liberdade. (…) Tiradentes acompanhou o príncipe nos seus dias faustosos, de volta ao Rio de Janeiro. Um correio providencial leva ao conhecimento de D. Pedro as novas imposições das Cortes de Lisboa e ali mesmo, nas margens do Ipiranga, quando ninguém contava com essa última declaração sua, ele deixa escapar o grito de ‘Independência ou Morte!’.” oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 24
  • 25. • As informações mostram um Tiradentes “fazendo turismo” no além, mas aí, ele é convocado a auxiliar D. Pedro na declaração de Independência do Brasil. • Erros históricos graves para um livro que se pretende da mais ampla verdade, vamos ser sincero! A independência do Brasil fez parte de um processo, envolvendo interesses e conchavos, terminando, inclusive, com o Brasil pagando uma indenização a Portugal – praticamente, compramos nossa emancipação política. oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 25
  • 26. • I – Novas evidências históricas consideram que o “grito às margens do Ipiranga”, nunca ocorreu. Trata-se de um mito histórico. Existe uma versão, inclusive, de que D. Pedro declarou a independência, não às margens, mas no alto de uma colina do Ipiranga, onde estava se livrando de uma diarréia. Esta história, ainda que cômica, parece se aproximar muito mais da verdade, do que a que foi exaustivamente contada nos livros didáticos. oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 26
  • 27. • II – “Independência ou Morte”, é outro mito. Não há qualquer evidência de que D. Pedro tenha soltado este “grito”, no dia 7 de setembro. Alguns estudiosos apontam que foi a partir de uma carta escrita por D. Pedro, no dia 8 de setembro, onde ele afirma: “Prezados paulistas, independência ou morte é o nosso lema, mas estamos longe de conquistá-lo. Espero vosso apoio e vossa lealdade”, que surgiu esta história do “Grito do Ipiranga”. oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 27
  • 29. • III – O quadro de Pedro Américo, “símbolo” da Proclamação da Independência brasileira, apresenta uma série de equívocos. O terreno acidentado do território não permitiria viagens em cavalos “puro sangue”, as mulas eram as montarias utilizadas naquelas longas viagens. Ou seja, muito do que se escreveu e se escreve sobre este acontecimento histórico, é pura fantasia. oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 29
  • 30. • Um livro ditado com a visão dos Espíritos deveria corrigir esses erros e não reforçá- los. • Alguns companheiros poderão argumentar que os Espíritos (e o médium) não são infalíveis, portanto, estão sujeitos a erros e uma vez oriundos desse meio, reproduziram os erros que aprenderam quando encarnados. Concordo. Humberto de Campos não era um Espírito superior logo poderia cometer tais equívocos. Porém aqui entra a maior falha de todo o processo mediunico de Chico Xavier: a falta do C.U.E.E. o Controle Universal dos Ensinos dos Espíritos. • Esse método criado por Kardec e longamente explicado em O Evangelho Segundo o Espiritismo, mostra como um médium deve se portar diante as comunicações que recebe. Se Chico tivesse seguido as orientações de kardec isso teria sido evitado. oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 30
  • 31. Páginas 175/177 • “O século XIX, que surgira com as últimas agitações provocadas no mundo pela Revolução Francesa, estava destinado a presenciar extraordinários acontecimentos. (…) Foi assim que Allan Kardec, a 3 de outubro de 1804, via a luz da atmosfera terrestre, na cidade de Lião. Segundo os planos de trabalho do mundo invisível, o grande missionário, no seu maravilhoso esforço de síntese, contaria com a cooperação de uma plêiade de auxiliares da sua obra, designados particularmente para coadjuvá-lo, nas individualidades de João-Batista Roustaing, que organizaria o trabalho da fé; de Léon Denis, que efetuaria o desdobramento filosófico; de Gabriel Delanne, que apresentaria a estrada científica e de Camille Flammarion, que abriria a cortina dos mundos, cooperando assim na codificação kardeciana no Velho Mundo e dilatando-a com os necessários complementos.” oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 31
  • 32. • Esta passagem do livro, mostra que Chico foi responsável direto por divulgar João-Batista Roustaing no Brasil, corroborando a tese da FEB (da qual Wantuil era entusiasta). • Se o livro fosse ditado por ALTAS ESFERAS DA ESPIRITUALIDADE isso jamais seria publicado, pois, sabidamente é a teoria do advogado francês foi combatida por Kardec ainda em vida. oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 32
  • 33. • O caráter católico de Chico no entanto abraçou a tese de Roustaing por fazer jus a virgindade de Maria que lhe era tão cara (não só a ele, a Bezerra e outros também, façamos justiça) e irresponsavelmente o médium serviu de instrumento para propagar tais ideias no ainda incipiente movimento espirita brasileiro. • Sem submeter seus escritos ao C.U.E.E. Chico cria uma série de teorias que contradizem a Codificação (em várias obras) buscando a absolvição atrás de uma imagem de humildade construída com assistencialismo. oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 33
  • 34. Página 199 • “A realidade, entretanto, é que o Brasil retirou desse patrimônio de experiências os mais altos benefícios para a sua política externa e para a sua vida organizada, sem exigir um vintém dos proventos de suas vitórias.” oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 34
  • 35. • O texto se refere a Guerra do Paraguai. Brasil, Argentina e Uruguai se uniram contra o Paraguai. Estudiosos ainda não chegaram a uma conclusão sobre a causa do Brasil ter entrado no conflito. Fato é que a guerra foi extremamente cara ao Império Brasileiro que teve de tomar empréstimos vultuosos para custeá-la junto à Inglaterra. Contradizendo o texto, a história mostra que economicamente a guerra foi um desastre para a nação, além é claro do número de mortes. Estima-se que mais da metade da população masculina paraguaia tenha morrido no conflito e milhares de brasileiros também pereceram. O livro também traz uma visão ufanista e etnocêntrica onde o Brasil é o mocinho e o Paraguai o bandido. oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 35
  • 36. • A narrativa também mostra um D. Pedro II como herói dos combatentes o que não corresponde a verdade. O conflito serviu para diminuir sua popularidade junto a opinião pública, sua força política e junto aos militares que no pós guerra passaram a fazer reivindicações que o imperador não teve habilidade para conduzir, acelerando assim a motivação para sua deposição menos de 20 anos depois. oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 36
  • 37. Páginas 202/203 e 206 “D. Pedro [II] se reconfortava com essas doutrinações das massas, no seu liberalismo e na sua bondade de filósofo. Desejaria antecipar-se ao movimento ideológico, decretando a liberdade plena de todos os escravos; mas, os terríveis exemplos da guerra civil que ensangüentara os Estados Unidos da América do Norte durante longos anos, na campanha abolicionista, faziam-no recear a luta das multidões apaixonadas e delinqüentes. Foi, pois, com especial agrado, que acompanhou a deliberação de sua filha, de sancionar, a 28 de setembro de 1871, a Lei do Ventre Livre que garantia no Brasil a extinção gradual do cativeiro, mediante processos pacíficos. (…) Os abolicionistas compreendem que lhes chegara a possibilidade maravilhosa e a 13 de maio de 1888 é apresentada à regente a proposta de lei para imediata extinção do cativeiro, lei que D. Isabel, cercada de entidades angélicas e misericordiosas, sanciona sem hesitar, com a nobre serenidade do seu coração de mulher. (…) Os negros e os mestiços do Brasil sentiram no coração o prodigioso potencial de energias da sub-raça, com que realizariam gloriosos feitos de trabalho e de heroísmo, na formação de todos os patrimônios da Pátria do Evangelho, olhando o caminho infinito do futuro.” oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 37
  • 38. • O medo de poderia ocorrer no Brasil o que ocorrera nos EUA (Guerra da SECESSÃO 1861/65) não se justifica. Humberto de Campos jamais escreveria tal baboseira. Primeiro há que se considerar as diferenças entre os dois estados: formas de colonização e desenvolvimento econômico naquele momento. O contexto brasileiro era outro. Nos Estados Unidos, havia uma grande diferença entre os Estados do Norte e os do Sul, no que se refere ao desenvolvimento industrial e à estrutura socioeconômica. Isto ocorreu, porque os Estados do Norte, de clima mais frio, foram colonizados no “estilo” colônias de povoamento; enquanto que os Estados do Sul, foram colonizados no “estilo” colônias de exploração, como ocorreu com as colônias espanholas e o próprio Brasil. oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 38
  • 39. • O Brasil não apresentava diferenças tão significativas em termos regionais, além disso, na época do movimento abolicionista, o Sudeste já havia se transformado na região mais próspera, em razão, primeiramente, da economia mineradora, seguida, então, pela economia cafeeira. Muitos cafeicultores já haviam percebido que a mão-de-obra escrava rendia pouco. oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 39
  • 40. • Outro ponto importante é sobre a questão das leis citadas: Lei do Ventre Livre e a Lei dos Sexagenários (Lei Saraiva-Cotejipe de 1885), foram duas leis que não resolviam o problema da escravidão e davam tempo para os escravocratas se adaptarem aos novos tempos. Ao libertarem os escravos com mais de 65 anos (raros por sinal) os proprietários se livravam dos custos de ter de alimentar alguém que já não produzia e quanto às crianças que nasceriam livres essas só começavam a trabalhar efetivamente com 9 ou 10 anos, ou seja, até essa idade eram também um “custo” para o Senhor. Libertando-os o dono ficou com a mão de obra producente e se livrou do ônus. • Também estava começando o ciclo da cultura cafeeira e os fazendeiros perceberam que ficava mais barato contratar os imigrantes que estavam chegando (ainda não haviam direitos trabalhistas no Brasil) que manter escravos. • A heroína Princesa Isabel só existe no livro de Chico/ Humberto. oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 40
  • 41. • Há que se dizer ainda que a bondosa Princesa Isabel e o Magnânimo D. Pedro II do livro, libertaram os escravos de seus feitores por força de lei e que esses simplesmente lançaram as ruas os ex-cativos. • Corações excelsos, pai e filha não criaram uma política de assistência a esses recém libertos e o reflexo disso, vemos ainda hoje na desigualdade social imensa da Patria do Evangelho chiquista. oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 41
  • 42. • Talvez isso se explique porque Humberto de Campos se refere aos negros e mestiços como SUB-RAÇA, algo lamentável, claramente se referindo aos negros e mestiços como seres inferiores. • Pensamento claramente preconceituoso e racista. oespiritismodeverdade.blogspot.com.br 42