O documento discute os conceitos de senso comum e poder simbólico. Em especial, define senso comum como um conjunto de opiniões comumente aceitas e transmitidas através das gerações, que tende a rotular indivíduos. Já o poder simbólico é exercido de forma invisível através da concordância das pessoas com a ordem social estabelecida. Sistemas simbólicos como a língua e a cultura funcionam como instrumentos de dominação e imposição da classe dominante através da violência simbólica