Independência Financeira
Profa. Zandra Marina –
zmarina.hm@gmail.com
Finanças Pessoais
Bitencourt (2004): a ciência finanças estuda a forma de
como as pessoas, individualmente ou agrupadas,
alocam seus recursos ao longo do tempo.
O conceito de finanças pessoais engloba todos os
fatores relacionados à gestão do próprio dinheiro.
Segundo Cherobim (2009), finanças pessoais abrangem
o estudo e a aplicação de conceitos financeiros nas
decisões de âmbito financeiro de uma pessoa,
considerando, sempre, a fase da vida em que se
encontra o indivíduo a fim de que o planejamento seja
mais eficiente.
Kotler e Keller (2006) afirmam que as decisões
financeiras são influenciadas por
características pessoais, como idade e estágio
no ciclo de vida, ocupação, circunstâncias
econômicas, personalidade, autoimagem,
estilo de vida e valores.
Os conhecimentos básicos de finanças
pessoais não devem ficar restritos aos
especialistas da área financeira. Qualquer
pessoa, independentemente de sua atividade
profissional, deve conhecer os princípios
básicos necessários à administração de sua vida
financeira. É extremamente importante que se
saiba como poupar, escolher os investimentos
que geram a melhor rentabilidade, administrar
os riscos envolvidos nessas operações, além de
se enquadrar no perfil de investidor que
melhor se adapte aos seus objetivos de curto e
longo prazo.
Mesmo as pessoas que não têm afinidade
com matemática podem obter sucesso na
gestão de suas finanças.
Em sua essência, as técnicas de gestão
financeira pessoal não são diferentes das
técnicas de gestão financeira empresarial.
Guardadas as devidas proporções, as técnicas
e métodos aplicados a empresas também a
famílias e indivíduos.
Agentes econômicos
• São indivíduos ou conjuntos de indivíduos
(família, governo, instituições etc.) que,
através de suas decisões e ações, influenciam
na economia.
• A posição orçamentária de cada um desses
agentes pode assumir:
– Situação de equilíbrio
– Situação superavitária
– Situação deficitária
• Receita: renda; é a importância recebida, geralmente
de maneira periódica, como remuneração do trabalho.
• Despesas são gastos que se perdem “para sempre”;
não podem ser vendidos ou convertidos em dinheiro,
mas são necessários para sobrevivência.
• Gasto: sacrifício financeiro para obtenção de produto
ou serviço.
• Dispêndio: é a soma dos gastos em consumo e
investimentos.
• Poupança: é a diferença entre a renda e o consumo.
• Patrimônio: o que se tem.
• Investimento: patrimônio que gera renda; pode ser
convertido em dinheiro.
Agentes econômicos com orçamento
equilibrado
• Têm seus gastos correntes com consumo e
investimento iguais a suas rendas correntes
recebidas.
• Portanto, sendo a renda igual ao dispêndio.
Agentes econômicos com orçamento
deficitário
• Têm suas rendas correntes inferiores aos
gastos correntes com consumo e
investimentos.
• Agente deficitário
Agentes econômicos com orçamento
superavitário
• Têm suas rendas correntes superiores aos seus
dispêndios.
• Agente superavitário
Disciplina Financeira
• A situação financeira atual (boa ou má) de um
indivíduo é consequência de planejamento
(ou da falta dele) e decisões tomadas ao longo
da vida.
• Não existe uma fórmula geral que sirva
indistintamente para todos. Cada um
pode/deve adaptar as técnicas de gestão
financeira e instrumentos financeiros
existentes às suas condições peculiares.
O que fazer?
• Relacione todos os gastos
• Analise as despesas
• Elimine ou substitua as despesas
• Estabeleça metas
• Renegocie dívidas
• Controle os gastos
• Procure um investimento com seu perfil

Aula 10

  • 1.
    Independência Financeira Profa. ZandraMarina – zmarina.hm@gmail.com
  • 2.
    Finanças Pessoais Bitencourt (2004):a ciência finanças estuda a forma de como as pessoas, individualmente ou agrupadas, alocam seus recursos ao longo do tempo. O conceito de finanças pessoais engloba todos os fatores relacionados à gestão do próprio dinheiro. Segundo Cherobim (2009), finanças pessoais abrangem o estudo e a aplicação de conceitos financeiros nas decisões de âmbito financeiro de uma pessoa, considerando, sempre, a fase da vida em que se encontra o indivíduo a fim de que o planejamento seja mais eficiente.
  • 3.
    Kotler e Keller(2006) afirmam que as decisões financeiras são influenciadas por características pessoais, como idade e estágio no ciclo de vida, ocupação, circunstâncias econômicas, personalidade, autoimagem, estilo de vida e valores.
  • 4.
    Os conhecimentos básicosde finanças pessoais não devem ficar restritos aos especialistas da área financeira. Qualquer pessoa, independentemente de sua atividade profissional, deve conhecer os princípios básicos necessários à administração de sua vida financeira. É extremamente importante que se saiba como poupar, escolher os investimentos que geram a melhor rentabilidade, administrar os riscos envolvidos nessas operações, além de se enquadrar no perfil de investidor que melhor se adapte aos seus objetivos de curto e longo prazo.
  • 5.
    Mesmo as pessoasque não têm afinidade com matemática podem obter sucesso na gestão de suas finanças. Em sua essência, as técnicas de gestão financeira pessoal não são diferentes das técnicas de gestão financeira empresarial. Guardadas as devidas proporções, as técnicas e métodos aplicados a empresas também a famílias e indivíduos.
  • 6.
    Agentes econômicos • Sãoindivíduos ou conjuntos de indivíduos (família, governo, instituições etc.) que, através de suas decisões e ações, influenciam na economia. • A posição orçamentária de cada um desses agentes pode assumir: – Situação de equilíbrio – Situação superavitária – Situação deficitária
  • 7.
    • Receita: renda;é a importância recebida, geralmente de maneira periódica, como remuneração do trabalho. • Despesas são gastos que se perdem “para sempre”; não podem ser vendidos ou convertidos em dinheiro, mas são necessários para sobrevivência. • Gasto: sacrifício financeiro para obtenção de produto ou serviço. • Dispêndio: é a soma dos gastos em consumo e investimentos. • Poupança: é a diferença entre a renda e o consumo. • Patrimônio: o que se tem. • Investimento: patrimônio que gera renda; pode ser convertido em dinheiro.
  • 8.
    Agentes econômicos comorçamento equilibrado • Têm seus gastos correntes com consumo e investimento iguais a suas rendas correntes recebidas. • Portanto, sendo a renda igual ao dispêndio.
  • 9.
    Agentes econômicos comorçamento deficitário • Têm suas rendas correntes inferiores aos gastos correntes com consumo e investimentos. • Agente deficitário
  • 10.
    Agentes econômicos comorçamento superavitário • Têm suas rendas correntes superiores aos seus dispêndios. • Agente superavitário
  • 11.
    Disciplina Financeira • Asituação financeira atual (boa ou má) de um indivíduo é consequência de planejamento (ou da falta dele) e decisões tomadas ao longo da vida. • Não existe uma fórmula geral que sirva indistintamente para todos. Cada um pode/deve adaptar as técnicas de gestão financeira e instrumentos financeiros existentes às suas condições peculiares.
  • 12.
    O que fazer? •Relacione todos os gastos • Analise as despesas • Elimine ou substitua as despesas • Estabeleça metas • Renegocie dívidas • Controle os gastos • Procure um investimento com seu perfil