Prof. Me. Tailor Raniere Waiandt
ELETRÔNICA APLICADA
AULA 05
OBJETIVOS
• Ao final, você será capaz de:
▫ Definir as características dos filtros.
▫ Descrever as respostas em amplitude dos filtros passa-
baixa, passa-alta e passa-faixa.
▫ Determinar a aplicação dos filtros.
INTRODUÇÃO
• Filtros eletrônicos são circuitos eletrônicos que executam
funções de processamento de sinal, especificamente para
atenuar características indesejadas de uma frequência a partir
de um sinal de entrada, ressaltar elementos desejados dessa
frequência ou ambos.
• Variam com relação ao número de elementos reativos em seus
circuitos.
MODOS DE CONTROLE
• Uma unidade de controle pode reagir a um sinal de erro e
gerar uma saída para os elementos de correção. Veja,
resumidamente, algumas formas de
MODOS DE CONTROLE: ON/OFF
• ativada pelo sinal de erro e
fornece apenas um sinal de
correção do tipo on/off. No
modo de controle on/off; a ação
de controle é descontínua, o que
ocasiona oscilações na variável
controlada em torno da
condição desejada
MODOS DE CONTROLE: MODO PROPORCIONAL (P)
• produz uma ação de controle
que é proporcional ao erro. Ou
seja, quanto maior for o erro,
maior será o sinal de correção. À
medida que o erro reduz, a
intensidade da correção também
reduz e o processo de correção
vai diminuindo.
MODOS DE CONTROLE: MODO DERIVATIVO (D)
• produz uma ação de controle
que é proporcional à taxa em
que o erro varia. Se um erro
grande que estiver para chegar,
ele é antecipado, e uma
correção é aplicada antes de sua
chegada.
MODOS DE CONTROLE: MODO INTEGRAL (I)
• produz uma ação de controle
proporcional à integral do erro
com o tempo. Portanto, um sinal
de erro constante produz um
sinal de correção crescente. Se o
sinal de erro persistir, a correção
continuará aumentando.
MODOS DE CONTROLE: COMBINAÇÕES DE MODOS
• são os modos proporcional mais derivativo(PD), proporcional
mais integral (PI) e proporcional mais integral mais derivativo
(PID). O termo controlador de três termos é usado para o
controle PID.
• Um controlador pode realizar esses modos de controle por
meio de circuitos pneumáticos, circuitos de eletrônica
analógica que envolvem amplificadores operacionais ou por
meio da programação de um microprocessador ou um
computador.
AÇÃO PID
• seguidas as seguintes regras gerais para que uma indicação
aproximada da aplicação de controladores PID seja feita em
diferentes tipos de malhas:
• o controle de pressão utiliza ação proporcional e
integral e geralmente não é necessária a ação
derivativa,
AÇÃO PID
• o controle de temperatura exige ações proporcional,
integral e derivativa normalmente com um arranjo
integral para longos períodos de tempo;
• o controle de nível requer a ação proporcional e,
algumas vezes, a integral, sendo a ação derivativa
normalmente desnecessária;
• o controle de vazão utiliza ação proporcional e integral;
é, com frequência, desnecessária a ação derivativa.
AÇÃO PID
• essas regras são gerais e cada aplicação possui suas próprias
especificadas.
• há outros tipos de malhas de controle utilizadas em controle
de processos, como cascata, razão e feedforward.
• Para controle podem ser utilizados dispositivos pneumáticos,
eletrônicos analógicos ou digitais.
• Os primeiros controladores de processo foram pneumáticos,
porém, logo foram substituídos por sistemas eletrônicos.
CONTROLADOR PNEUMÁTICO COM AÇÃO PID
• Algumas plantas de processamento mais antigas ainda utilizam
controladores PID pneumáticos
• ao longo dos anos, desenvolveram muitas configurações,
atendendo adequadamente a propósitos variados.
• com o surgimento do processamento moderno e o
desenvolvimento de controladores eletrônicos, esses
controladores estão entrando em desuso.
CIRCUITOS DE CONTROLE COM AÇÃO PID
• O controle no modo PID pode
ser feito por meio de circuitos
eletrônicos analógicos ou
digitais.
• O circuito mostrado é utilizado
para comparar o sinal obtido a
partir da variável medida, e a
referência para gerar o sinal de
erro.
CIRCUITOS DE CONTROLE COM AÇÃO PID
• À ação proporcional é obtida amplificando o sinal de erro
de entrada (V)
CIRCUITOS DE CONTROLE COM AÇÃO PID
• O ganho do estágio corresponde à relação 𝑅2
𝑅1
, podendo
ser ajustado pelo potenciômetro𝑅2 Assim, a saída é
invertida.
CIRCUITOS DE CONTROLE COM AÇÃO PID
• Para ajustar o tempo da derivação,
o resistor de realimentação pode
ser substituído por um
potenciômetro.
• O sinal de saída é invertido, mas,
se necessário, um estágio
amplificador inversor pode
converter para a forma não
invertida.
CIRCUITOS DE CONTROLE COM AÇÃO PID
• À ação proporcional e a derivativa podem ser combinadas
como no circuito
CONTROLADOR ELETRÔNICO PID
• Atualmente, processadores CLPs estão sendo utilizados para
substituir os circuitos analógicos na realização das funções PID
por meio de técnicas digitais.
CARACTERÍSTICAS DOS FILTROS
• é um sistema que seleciona
características específicas e
desejadas de um sinal.
Existem quatro tipos de
filtros analógicos,
CARACTERÍSTICAS DOS FILTROS
• Filtro passa-baixa (FPB):
passa baixas frequências e
atenua o sinal em
frequências altas após uma
frequência denominada
corte.
CARACTERÍSTICAS DOS FILTROS
• Filtro passa-alta (FPA): passa
altas frequências e atenua ou
corta sinais de baixas
frequências a partir da
frequência de corte desejada
CARACTERÍSTICAS DOS FILTROS
• Filtro passa-faixa (FPF): passa
faixas de frequências e
corresponde a um
sintonizador de determinada
banda de frequência, com
determinado desvio de
frequência ∆𝑓 em Hertz que
determina sua seletividade.
CARACTERÍSTICAS DOS FILTROS
• rejeita-faixa (FRF), menos utilizado, que atenua apenas
determinada faixa ou frequência do sinal.
• existem os filtros de tempo discretos denominados FIR (Finite
Impulse Response) e IIR (Infinite Impulse Response)
CARACTERÍSTICAS DOS FILTROS
• É muito importante você
reconhecer a diferença
entre um filtro de
primeira ordem passivo e
outro ativo.
CARACTERÍSTICAS DOS FILTROS
• É muito importante você
reconhecer a diferença
entre um filtro de
primeira ordem passivo e
outro ativo.
RESPOSTA EM AMPLITUDE
• As respostas em amplitude
dos filtros serão analisadas
com respeito aos seus polos
e aos zeros de suas funções
de transferências, dando
um tratamento matemático
ao assunto, sem
necessidade de análise de
circuitos elétricos.
RESPOSTA EM AMPLITUDE
• A análise dos polos e zeros
das funções determina a
qualidade de seletividade
dos circuitos de filtros. Os
polos contribuem com a
diminuição do ganho,
enquanto os zeros
contribuem com o aumento
do ganho,
RESPOSTA EM AMPLITUDE
• Dada a função de transferência de primeira ordem F(s) a
seguir, você tem:
• Onde: T = RC = L/R, parâmetro importante denominado de
constante de tempo.
• Conforme a definição de polo, s será
DIAGRAMA DE BODE
• Podemos escrever a
função F(s) como:
• Onde:
DIAGRAMA DE BODE
• Para segunda ordem em
denominador com polos
múltiplos, você tem esta
função de transferência:
• O polo será:
DIAGRAMA DE BODE
• passa-alta ativo de primeira ordem, considere esta função
de transferência:
• Pela definição de polos e zeros, o polo da função é
• o zero da função é
• Onde: K é o fator de ganho e T a constante de tempo RC
DIAGRAMA DE BODE
DIAGRAMA DE BODE
• função de transferência
típica de filtro ativo passa-
faixa de segunda ordem:
• Simulador
APLICAÇÃO
• Na prática, podemos trabalhar com regiões de corte e
passagem de filtragem para alcançar desempenhos
razoáveis de sistemas de filtragem.
• Associações em cascata são utilizadas.
• Elas são compostas por estágios de primeira e segunda
ordens cujas funções de transferências típicas já são
conhecidas.
APLICAÇÃO
APLICAÇÃO
APLICAÇÃO
• Na prática, podemos trabalhar com regiões de corte e
passagem de filtragem para alcançar desempenhos
razoáveis de sistemas de filtragem.
• Associações em cascata são utilizadas.
• Elas são compostas por estágios de primeira e segunda
ordens cujas funções de transferências típicas já são
conhecidas.
APLICAÇÃO
• grau dois em numerador e denominador. Veja como obter
o diagrama de Bode real e aproximado pelas assíntotas:
• Definindo os polos e zeros.
• Os polos são: -2 e -20;
• Os zeros são: 0 e -100.
APLICAÇÃO
• Executando a plotagem em
Excel defina a frequência
complexa s, incluindo polos
e zeros em escala
logarítmica.
• Defina mais duas colunas:
numerador e denominador,
macros
APLICAÇÃO
• Executando a plotagem em
Excel defina a frequência
complexa s, incluindo polos
e zeros em escala
logarítmica.
• Defina mais duas colunas:
numerador e denominador,
macros
Obrigado pela atenção!

Aula 05.pptx

  • 1.
    Prof. Me. TailorRaniere Waiandt ELETRÔNICA APLICADA AULA 05
  • 2.
    OBJETIVOS • Ao final,você será capaz de: ▫ Definir as características dos filtros. ▫ Descrever as respostas em amplitude dos filtros passa- baixa, passa-alta e passa-faixa. ▫ Determinar a aplicação dos filtros.
  • 3.
    INTRODUÇÃO • Filtros eletrônicossão circuitos eletrônicos que executam funções de processamento de sinal, especificamente para atenuar características indesejadas de uma frequência a partir de um sinal de entrada, ressaltar elementos desejados dessa frequência ou ambos. • Variam com relação ao número de elementos reativos em seus circuitos.
  • 4.
    MODOS DE CONTROLE •Uma unidade de controle pode reagir a um sinal de erro e gerar uma saída para os elementos de correção. Veja, resumidamente, algumas formas de
  • 5.
    MODOS DE CONTROLE:ON/OFF • ativada pelo sinal de erro e fornece apenas um sinal de correção do tipo on/off. No modo de controle on/off; a ação de controle é descontínua, o que ocasiona oscilações na variável controlada em torno da condição desejada
  • 6.
    MODOS DE CONTROLE:MODO PROPORCIONAL (P) • produz uma ação de controle que é proporcional ao erro. Ou seja, quanto maior for o erro, maior será o sinal de correção. À medida que o erro reduz, a intensidade da correção também reduz e o processo de correção vai diminuindo.
  • 7.
    MODOS DE CONTROLE:MODO DERIVATIVO (D) • produz uma ação de controle que é proporcional à taxa em que o erro varia. Se um erro grande que estiver para chegar, ele é antecipado, e uma correção é aplicada antes de sua chegada.
  • 8.
    MODOS DE CONTROLE:MODO INTEGRAL (I) • produz uma ação de controle proporcional à integral do erro com o tempo. Portanto, um sinal de erro constante produz um sinal de correção crescente. Se o sinal de erro persistir, a correção continuará aumentando.
  • 9.
    MODOS DE CONTROLE:COMBINAÇÕES DE MODOS • são os modos proporcional mais derivativo(PD), proporcional mais integral (PI) e proporcional mais integral mais derivativo (PID). O termo controlador de três termos é usado para o controle PID. • Um controlador pode realizar esses modos de controle por meio de circuitos pneumáticos, circuitos de eletrônica analógica que envolvem amplificadores operacionais ou por meio da programação de um microprocessador ou um computador.
  • 10.
    AÇÃO PID • seguidasas seguintes regras gerais para que uma indicação aproximada da aplicação de controladores PID seja feita em diferentes tipos de malhas: • o controle de pressão utiliza ação proporcional e integral e geralmente não é necessária a ação derivativa,
  • 11.
    AÇÃO PID • ocontrole de temperatura exige ações proporcional, integral e derivativa normalmente com um arranjo integral para longos períodos de tempo; • o controle de nível requer a ação proporcional e, algumas vezes, a integral, sendo a ação derivativa normalmente desnecessária; • o controle de vazão utiliza ação proporcional e integral; é, com frequência, desnecessária a ação derivativa.
  • 12.
    AÇÃO PID • essasregras são gerais e cada aplicação possui suas próprias especificadas. • há outros tipos de malhas de controle utilizadas em controle de processos, como cascata, razão e feedforward. • Para controle podem ser utilizados dispositivos pneumáticos, eletrônicos analógicos ou digitais. • Os primeiros controladores de processo foram pneumáticos, porém, logo foram substituídos por sistemas eletrônicos.
  • 13.
    CONTROLADOR PNEUMÁTICO COMAÇÃO PID • Algumas plantas de processamento mais antigas ainda utilizam controladores PID pneumáticos • ao longo dos anos, desenvolveram muitas configurações, atendendo adequadamente a propósitos variados. • com o surgimento do processamento moderno e o desenvolvimento de controladores eletrônicos, esses controladores estão entrando em desuso.
  • 14.
    CIRCUITOS DE CONTROLECOM AÇÃO PID • O controle no modo PID pode ser feito por meio de circuitos eletrônicos analógicos ou digitais. • O circuito mostrado é utilizado para comparar o sinal obtido a partir da variável medida, e a referência para gerar o sinal de erro.
  • 15.
    CIRCUITOS DE CONTROLECOM AÇÃO PID • À ação proporcional é obtida amplificando o sinal de erro de entrada (V)
  • 16.
    CIRCUITOS DE CONTROLECOM AÇÃO PID • O ganho do estágio corresponde à relação 𝑅2 𝑅1 , podendo ser ajustado pelo potenciômetro𝑅2 Assim, a saída é invertida.
  • 17.
    CIRCUITOS DE CONTROLECOM AÇÃO PID • Para ajustar o tempo da derivação, o resistor de realimentação pode ser substituído por um potenciômetro. • O sinal de saída é invertido, mas, se necessário, um estágio amplificador inversor pode converter para a forma não invertida.
  • 18.
    CIRCUITOS DE CONTROLECOM AÇÃO PID • À ação proporcional e a derivativa podem ser combinadas como no circuito
  • 19.
    CONTROLADOR ELETRÔNICO PID •Atualmente, processadores CLPs estão sendo utilizados para substituir os circuitos analógicos na realização das funções PID por meio de técnicas digitais.
  • 20.
    CARACTERÍSTICAS DOS FILTROS •é um sistema que seleciona características específicas e desejadas de um sinal. Existem quatro tipos de filtros analógicos,
  • 21.
    CARACTERÍSTICAS DOS FILTROS •Filtro passa-baixa (FPB): passa baixas frequências e atenua o sinal em frequências altas após uma frequência denominada corte.
  • 22.
    CARACTERÍSTICAS DOS FILTROS •Filtro passa-alta (FPA): passa altas frequências e atenua ou corta sinais de baixas frequências a partir da frequência de corte desejada
  • 23.
    CARACTERÍSTICAS DOS FILTROS •Filtro passa-faixa (FPF): passa faixas de frequências e corresponde a um sintonizador de determinada banda de frequência, com determinado desvio de frequência ∆𝑓 em Hertz que determina sua seletividade.
  • 24.
    CARACTERÍSTICAS DOS FILTROS •rejeita-faixa (FRF), menos utilizado, que atenua apenas determinada faixa ou frequência do sinal. • existem os filtros de tempo discretos denominados FIR (Finite Impulse Response) e IIR (Infinite Impulse Response)
  • 25.
    CARACTERÍSTICAS DOS FILTROS •É muito importante você reconhecer a diferença entre um filtro de primeira ordem passivo e outro ativo.
  • 26.
    CARACTERÍSTICAS DOS FILTROS •É muito importante você reconhecer a diferença entre um filtro de primeira ordem passivo e outro ativo.
  • 27.
    RESPOSTA EM AMPLITUDE •As respostas em amplitude dos filtros serão analisadas com respeito aos seus polos e aos zeros de suas funções de transferências, dando um tratamento matemático ao assunto, sem necessidade de análise de circuitos elétricos.
  • 28.
    RESPOSTA EM AMPLITUDE •A análise dos polos e zeros das funções determina a qualidade de seletividade dos circuitos de filtros. Os polos contribuem com a diminuição do ganho, enquanto os zeros contribuem com o aumento do ganho,
  • 29.
    RESPOSTA EM AMPLITUDE •Dada a função de transferência de primeira ordem F(s) a seguir, você tem: • Onde: T = RC = L/R, parâmetro importante denominado de constante de tempo. • Conforme a definição de polo, s será
  • 30.
    DIAGRAMA DE BODE •Podemos escrever a função F(s) como: • Onde:
  • 31.
    DIAGRAMA DE BODE •Para segunda ordem em denominador com polos múltiplos, você tem esta função de transferência: • O polo será:
  • 32.
    DIAGRAMA DE BODE •passa-alta ativo de primeira ordem, considere esta função de transferência: • Pela definição de polos e zeros, o polo da função é • o zero da função é • Onde: K é o fator de ganho e T a constante de tempo RC
  • 33.
  • 34.
    DIAGRAMA DE BODE •função de transferência típica de filtro ativo passa- faixa de segunda ordem: • Simulador
  • 35.
    APLICAÇÃO • Na prática,podemos trabalhar com regiões de corte e passagem de filtragem para alcançar desempenhos razoáveis de sistemas de filtragem. • Associações em cascata são utilizadas. • Elas são compostas por estágios de primeira e segunda ordens cujas funções de transferências típicas já são conhecidas.
  • 36.
  • 37.
  • 38.
    APLICAÇÃO • Na prática,podemos trabalhar com regiões de corte e passagem de filtragem para alcançar desempenhos razoáveis de sistemas de filtragem. • Associações em cascata são utilizadas. • Elas são compostas por estágios de primeira e segunda ordens cujas funções de transferências típicas já são conhecidas.
  • 39.
    APLICAÇÃO • grau doisem numerador e denominador. Veja como obter o diagrama de Bode real e aproximado pelas assíntotas: • Definindo os polos e zeros. • Os polos são: -2 e -20; • Os zeros são: 0 e -100.
  • 40.
    APLICAÇÃO • Executando aplotagem em Excel defina a frequência complexa s, incluindo polos e zeros em escala logarítmica. • Defina mais duas colunas: numerador e denominador, macros
  • 41.
    APLICAÇÃO • Executando aplotagem em Excel defina a frequência complexa s, incluindo polos e zeros em escala logarítmica. • Defina mais duas colunas: numerador e denominador, macros
  • 42.