O Triple Bottom Line como alternativa para
o desenvolvimento do Estado do Pará
AUGUSTO CESAR SILVA DA ANUNCIAÇÃO FILHO
MÁRIO MIGUEL AMIN GARCIA HERREROS
CLAYSE CARDOSO FIDALGO
Problema
02
O Estado do Pará apresenta crescente fluxo de investimentos em diversos setores da economia,
porém o Estado continua a apresentar indicadores de desenvolvimento social, entre os piores
do Brasil (IBGE, 2017). Diante dessa realidade, qual o modelo econômico viável para o
desenvolvimento do Estado do Pará?
Objetivos
03
Objetivo Geral:
Demonstrar o Triple Bottom Line como uma alternativa viável para o desenvolvimento do Estado
do Pará.
Objetivos Específicos:
- Apresentar o atual panorama de investimentos previstos para o Estado do Pará;
- Analisar os impactos dos projetos de investimentos para o Estado do Pará;
- Evidenciar o Triple Bottom Line como alternativa viável para o desenvolvimento do Estado do
Pará.
Metodologia
04
Para este estudo realizou-se uma revisão sistemática da literatura e uma análise documental,
por meio de uma abordagem qualitativa dos assuntos, levantando os principais autores e
documentos relevantes que abordam o assunto. Na pesquisa foi observado que o “triple bottom
line” conceito criado por John Elkington na década de 1990 e que tem como base o
desenvolvimento econômico, social e ambiental, é um modelo de desenvolvimento viável para
o Estado do Pará.
Introdução
05
 Contexto de crescimento da economia mundial (3,2%) em 2017 (CEPAL, 2018);
 Investimentos diretos no Brasil, em especial na Amazônia em diversos setores, destaca-se:
agronegócio, logística, energia, mineração. Estima-se mais de R$ 178 bilhões de
investimentos até 2020 no Pará (REDES, FIEPA, 2018);
 Apesar desse fluxo de negócios, os Estados da Amazônia apresentam os piores índices de
pobreza do país (IBGE, 2017);
 O Triple Bottom Line é alternativa de desenvolvimento viável para o Estado do Pará, alinhado
a agenda de desenvolvimento sustentável pactuado entre os países membros das nações
unidas em 2015.
PERSPECTIVAS DE INVESTIMENTOS –
ESTADO DO PARÁ
06
07
AMÉRICA DO SUL
SOUTH AMERICA
BRASIL
BRAZIL
PARÁ
 Área: 1.247.955,38 km²
(14.6% do território brasileiro);
 População: 8.36 milhões;
 PIB: R$ 130.883.426
 PIB/Per capita: R$ 15.948
 PIB: 3,00% (previsão 2018)
 Exportação US$: 14.484.463.701
 Importação US$: 965.934.631
 Superávit na BC: US$: 13.518.529.070
(2° maior superávit do Brasil);
 Crescimento da Indústria: 10,5% (2017);
PARÁ: ECONOMIC HIGHLIGHTS
Fonte: REDES / FIEPA 2018
Investimentos Previstos por Região
(2015 - 2020)
08
Fonte: REDES / FIEPA 2018
Investimentos por Segmentos
Econômicos (2015 - 2020)
09
IRON
2nd largest Brazilian reserve (18 %)
2nd Brazilian producer (32%)
COPPER
Largest Brazilian reserves (85%)
1st Brazilian producer (46%)
NICKEL
2nd largest Brazilian reserve (35%)
3º Brazilian producer
MANGANESE
Largest Brazilian
reserve(46%)
1º Brazilian producer
(82%)
BAUXITE/ALUMINIUM
Largest Brazilian reserve (77 %)
1st Brazilian producer (80%)
KAOLIN
2nd largest Brazilian reserve (9 %)
1ª Brazilian producer (69%)
GOLD
Production of 17,167,000 tons (2016)
Projetos minerais previstos
10
Exportações, Importações e Balança
Comercial – Estado do Pará
Fonte: MDIC 2018
11
Exportações e Importações – Países
parceiros / Estado do Pará
Fonte: MDIC 2018
12
- China;
- Japão;
- Malásia;
- Alemanha.
Exportações Brasileiras por Fator
Agregado – Estado do Pará
Fonte: MDIC 2018
- Operações
Especiais;
- Produtos
Manufaturados;
- Produtos
Semifaturados;
- Produtos Básicos.
13
Importações Brasileiras por Fator
Agregado – Estado do Pará
Fonte: MDIC 2018
- Produtos
Manufaturados;
- Produtos
Semifaturados;
- Produtos Básicos.
14
Estado do Pará: Exportação,
Importação e Saldo por município
Fonte: MDIC 2018
15
IMPACTOS DOS INVESTIMENTOS NO PARÁ
16
Impactos dos Investimentos
 Ausência de concertação: Empresas, governos, sociedade civil organizada;
 Ausência de Planejamento para o desenvolvimento local;
 Utilização correta dos recursos públicos;
17
Fonte: G1, 2018 Fonte: G1, 2018Fonte: Roscoche; Vallerius , 2014
Proporção da população residente em domicílios sem banheiro ou
sanitário de uso exclusivo dos moradores, segundo as Unidades da
Federação
Fonte: Síntese de Indicadores Sociais – IBGE 2017
18
Saneamento Básico
Fonte: Síntese de Indicadores
Sociais – IBGE 2017
19
TRIPLE BOTTOM LINE COMO ALTERNATIVA
PARA O DESENVOLVIMENTO
20
Triple Bottom Line como alternativa:
 Conceito criado por John Elkington na década de 1990 e que tem como base
o desenvolvimento econômico, social e ambiental, o que chamamos de
sustentabilidade;
 Projetos levando em conta a utilização dos recursos pensando nas futuras
gerações;
 O grande desafio está em conciliar os aspectos do triple bottom line nos
projetos;
 Concertação: Empresas, governos, sociedade civil organizada;
 Desafios para gestão pública: Municipal, Estadual, Federal;
 Ausência de planejamento de longo prazo;
 Projetos de Estado e não de governo;
21
Modelo Triple Bottom Line
Fonte: COTRIM; GOUVEIA; LIMA, 2006
- Variáveis Sociais que lidam com a comunidade;
- Variáveis ambientais que lidam com o meio ambiente;
- Variáveis econômicas que lidam com o lucro das
organizações;
22
Objetivos de Desenvolvimento
Sustentável do Milênio
Fonte: ODS, 2018
- Agenda pactuado entre os países membros da ONU;
- Conjunto de 17 objetivos a serem alcançados até 2030.
23
A integração de suas políticas ambientais, por sua vez, implica um
processo contínuo. Para que o meio ambiente seja levado em
conta em todos os âmbitos da ação normativa, são necessárias
mudanças nas atividades políticas, organizacionais e
procedimentais, para que a incorporação das questões
ambientais se produza o quanto antes possível (MATA DIZ;
CALDAS, 2016, p.256).
Modelo Triple Bottom Line
Sabe-se que o problema central que dá origem à preocupação ambiental é o
desenvolvimento. Por isso uma política que tenha como fundamento a proteção
ao meio ambiente não pode dissociar-se da dinâmica do desenvolvimento. A
ideia de desenvolvimento sustentável está embasada no que dispõe o princípio 3
da declaração do Rio: “O direito ao desenvolvimento deve exercer-se de forma
tal, que responda equitativamente as necessidades de desenvolvimento
ambientais das gerações presentes e futuras” (MACEDO, 2002, p.191).
24
“Países podem criar instituições, políticas e leis necessárias para assegurar que os recursos
beneficiem todos os cidadãos” Joseph E. Stiglitz
Prêmio Nobel de Economia e professor da Universidade de Colúmbia
Como será o mundo em 2030?
Fonte: Departamento de Economia
e Competitividade - Fiesp
25
Conclusão
26
O Estado do Pará apresenta crescente fluxo de investimentos em diversos setores da economia,
porém o Estado continua a apresentar indicadores de desenvolvimento social, entre os piores
do Brasil (IBGE, 2017). Esses investimentos e a ausência de planejamento tem impactos
negativos na realidade local. Torna-se fundamental a implementação de um novo modelo de
desenvolvimento. O Triple Bottom Line é alternativa de desenvolvimento viável para o Estado do
Pará, pois leva em consideração as variáveis econômicas, sociais e ambientais; além disso,
está alinhado a agenda de desenvolvimento sustentável pactuado entre os países membros
das nações unidas em 2015, com 17 objetivos a serem alcançadas até 2030.
27
MATA DIZ, Jamile Bergamaschine; CALDAS, Roberto Correia da Silva Gomes. Contratos administrativos à luz de novas formas
de gestão e da sustentabilidade: por uma concretização do desenvolvimento sustentável no Brasil. A&C – Revista de Direito
Administrativo & Constitucional/ Belo Horizonte, ano 16, n.65, p. 249-275, jul./set. 2016. DOI: 10.21056/aec.v16i65.267.
MATTOS, Carlos de Meira. Uma geopolítica pan-amazônica. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 1980.
Ministério de Indústria, Comércio Exterior e Serviços. Disponível em: <http://www.mdic.gov.br/comercio-exterior/estatisticas-
de-comercio-exterior/comex-vis/frame-uf-produto?uf=pa> Acesso em: 02 fev. 2018.
O Investimento Estrangeiro Direto na América Latina e no Caribe. CEPAL. Disponível em:
<https://repositorio.cepal.org/bitstream/handle/11362/43691/4/S1800413_pt.pdf> Acesso em: 31 jan. 2018.
Os impactos da usina hidrelétrica de Belo Monte bos atrativos turísticos da região do Xingu (Amazônia – Pará – Brasil). REAT.
Disponível em: <file:///D:/Downloads/2905-13614-1-PB.pdf> Acesso em: 31 jan. 2018.
PARÁ INVESTIMENTOS 2015-2020. REDES,FIEPA, 2018.
RAFFESTIN, Claude. Por uma nova geografia do Poder. São Paulo: Ed. Ática, 1993.
RIBEIRO, Nelson de Figueiredo. A questão geopolítica da Amazônia: da soberania difusa à soberania restrita. Belém: EDUFPA,
2006.
SANTOS, Breno Augusto dos. Amazônia: Potencial mineral e perspectivas de desenvolvimento. São Paulo: T.A. Queiroz, Editor,
1983.
SÍNTESE de indicadores sociais 2017: uma análise das condições de vida da população brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2017.
138 p. (Estudos e pesquisas. Informação demográfica e socioeconômica, n. 36). Disponível em: . Acesso em: 30 nov. 2018.
Transformando nosso mundo: A agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável. Nações Unidas. Disponível em:
<https://nacoesunidas.org/wp-content/uploads/2015/10/agenda2030-pt-br.pdf> Acesso em: 31 jan. 2018.
Referências
28
Dúvidas
Muito Obrigado!
Contatos:
 Linkedin, Twitter: Augusto Cesar Anunciação
 Email: augusto.cesarinvest@hotmail.com
29

Augusto Cesar Anunciação

  • 1.
    O Triple BottomLine como alternativa para o desenvolvimento do Estado do Pará AUGUSTO CESAR SILVA DA ANUNCIAÇÃO FILHO MÁRIO MIGUEL AMIN GARCIA HERREROS CLAYSE CARDOSO FIDALGO
  • 2.
    Problema 02 O Estado doPará apresenta crescente fluxo de investimentos em diversos setores da economia, porém o Estado continua a apresentar indicadores de desenvolvimento social, entre os piores do Brasil (IBGE, 2017). Diante dessa realidade, qual o modelo econômico viável para o desenvolvimento do Estado do Pará?
  • 3.
    Objetivos 03 Objetivo Geral: Demonstrar oTriple Bottom Line como uma alternativa viável para o desenvolvimento do Estado do Pará. Objetivos Específicos: - Apresentar o atual panorama de investimentos previstos para o Estado do Pará; - Analisar os impactos dos projetos de investimentos para o Estado do Pará; - Evidenciar o Triple Bottom Line como alternativa viável para o desenvolvimento do Estado do Pará.
  • 4.
    Metodologia 04 Para este estudorealizou-se uma revisão sistemática da literatura e uma análise documental, por meio de uma abordagem qualitativa dos assuntos, levantando os principais autores e documentos relevantes que abordam o assunto. Na pesquisa foi observado que o “triple bottom line” conceito criado por John Elkington na década de 1990 e que tem como base o desenvolvimento econômico, social e ambiental, é um modelo de desenvolvimento viável para o Estado do Pará.
  • 5.
    Introdução 05  Contexto decrescimento da economia mundial (3,2%) em 2017 (CEPAL, 2018);  Investimentos diretos no Brasil, em especial na Amazônia em diversos setores, destaca-se: agronegócio, logística, energia, mineração. Estima-se mais de R$ 178 bilhões de investimentos até 2020 no Pará (REDES, FIEPA, 2018);  Apesar desse fluxo de negócios, os Estados da Amazônia apresentam os piores índices de pobreza do país (IBGE, 2017);  O Triple Bottom Line é alternativa de desenvolvimento viável para o Estado do Pará, alinhado a agenda de desenvolvimento sustentável pactuado entre os países membros das nações unidas em 2015.
  • 6.
    PERSPECTIVAS DE INVESTIMENTOS– ESTADO DO PARÁ 06
  • 7.
    07 AMÉRICA DO SUL SOUTHAMERICA BRASIL BRAZIL PARÁ  Área: 1.247.955,38 km² (14.6% do território brasileiro);  População: 8.36 milhões;  PIB: R$ 130.883.426  PIB/Per capita: R$ 15.948  PIB: 3,00% (previsão 2018)  Exportação US$: 14.484.463.701  Importação US$: 965.934.631  Superávit na BC: US$: 13.518.529.070 (2° maior superávit do Brasil);  Crescimento da Indústria: 10,5% (2017); PARÁ: ECONOMIC HIGHLIGHTS
  • 8.
    Fonte: REDES /FIEPA 2018 Investimentos Previstos por Região (2015 - 2020) 08
  • 9.
    Fonte: REDES /FIEPA 2018 Investimentos por Segmentos Econômicos (2015 - 2020) 09
  • 10.
    IRON 2nd largest Brazilianreserve (18 %) 2nd Brazilian producer (32%) COPPER Largest Brazilian reserves (85%) 1st Brazilian producer (46%) NICKEL 2nd largest Brazilian reserve (35%) 3º Brazilian producer MANGANESE Largest Brazilian reserve(46%) 1º Brazilian producer (82%) BAUXITE/ALUMINIUM Largest Brazilian reserve (77 %) 1st Brazilian producer (80%) KAOLIN 2nd largest Brazilian reserve (9 %) 1ª Brazilian producer (69%) GOLD Production of 17,167,000 tons (2016) Projetos minerais previstos 10
  • 11.
    Exportações, Importações eBalança Comercial – Estado do Pará Fonte: MDIC 2018 11
  • 12.
    Exportações e Importações– Países parceiros / Estado do Pará Fonte: MDIC 2018 12 - China; - Japão; - Malásia; - Alemanha.
  • 13.
    Exportações Brasileiras porFator Agregado – Estado do Pará Fonte: MDIC 2018 - Operações Especiais; - Produtos Manufaturados; - Produtos Semifaturados; - Produtos Básicos. 13
  • 14.
    Importações Brasileiras porFator Agregado – Estado do Pará Fonte: MDIC 2018 - Produtos Manufaturados; - Produtos Semifaturados; - Produtos Básicos. 14
  • 15.
    Estado do Pará:Exportação, Importação e Saldo por município Fonte: MDIC 2018 15
  • 16.
  • 17.
    Impactos dos Investimentos Ausência de concertação: Empresas, governos, sociedade civil organizada;  Ausência de Planejamento para o desenvolvimento local;  Utilização correta dos recursos públicos; 17 Fonte: G1, 2018 Fonte: G1, 2018Fonte: Roscoche; Vallerius , 2014
  • 18.
    Proporção da populaçãoresidente em domicílios sem banheiro ou sanitário de uso exclusivo dos moradores, segundo as Unidades da Federação Fonte: Síntese de Indicadores Sociais – IBGE 2017 18
  • 19.
    Saneamento Básico Fonte: Síntesede Indicadores Sociais – IBGE 2017 19
  • 20.
    TRIPLE BOTTOM LINECOMO ALTERNATIVA PARA O DESENVOLVIMENTO 20
  • 21.
    Triple Bottom Linecomo alternativa:  Conceito criado por John Elkington na década de 1990 e que tem como base o desenvolvimento econômico, social e ambiental, o que chamamos de sustentabilidade;  Projetos levando em conta a utilização dos recursos pensando nas futuras gerações;  O grande desafio está em conciliar os aspectos do triple bottom line nos projetos;  Concertação: Empresas, governos, sociedade civil organizada;  Desafios para gestão pública: Municipal, Estadual, Federal;  Ausência de planejamento de longo prazo;  Projetos de Estado e não de governo; 21
  • 22.
    Modelo Triple BottomLine Fonte: COTRIM; GOUVEIA; LIMA, 2006 - Variáveis Sociais que lidam com a comunidade; - Variáveis ambientais que lidam com o meio ambiente; - Variáveis econômicas que lidam com o lucro das organizações; 22
  • 23.
    Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveldo Milênio Fonte: ODS, 2018 - Agenda pactuado entre os países membros da ONU; - Conjunto de 17 objetivos a serem alcançados até 2030. 23 A integração de suas políticas ambientais, por sua vez, implica um processo contínuo. Para que o meio ambiente seja levado em conta em todos os âmbitos da ação normativa, são necessárias mudanças nas atividades políticas, organizacionais e procedimentais, para que a incorporação das questões ambientais se produza o quanto antes possível (MATA DIZ; CALDAS, 2016, p.256).
  • 24.
    Modelo Triple BottomLine Sabe-se que o problema central que dá origem à preocupação ambiental é o desenvolvimento. Por isso uma política que tenha como fundamento a proteção ao meio ambiente não pode dissociar-se da dinâmica do desenvolvimento. A ideia de desenvolvimento sustentável está embasada no que dispõe o princípio 3 da declaração do Rio: “O direito ao desenvolvimento deve exercer-se de forma tal, que responda equitativamente as necessidades de desenvolvimento ambientais das gerações presentes e futuras” (MACEDO, 2002, p.191). 24 “Países podem criar instituições, políticas e leis necessárias para assegurar que os recursos beneficiem todos os cidadãos” Joseph E. Stiglitz Prêmio Nobel de Economia e professor da Universidade de Colúmbia
  • 25.
    Como será omundo em 2030? Fonte: Departamento de Economia e Competitividade - Fiesp 25
  • 26.
    Conclusão 26 O Estado doPará apresenta crescente fluxo de investimentos em diversos setores da economia, porém o Estado continua a apresentar indicadores de desenvolvimento social, entre os piores do Brasil (IBGE, 2017). Esses investimentos e a ausência de planejamento tem impactos negativos na realidade local. Torna-se fundamental a implementação de um novo modelo de desenvolvimento. O Triple Bottom Line é alternativa de desenvolvimento viável para o Estado do Pará, pois leva em consideração as variáveis econômicas, sociais e ambientais; além disso, está alinhado a agenda de desenvolvimento sustentável pactuado entre os países membros das nações unidas em 2015, com 17 objetivos a serem alcançadas até 2030.
  • 27.
    27 MATA DIZ, JamileBergamaschine; CALDAS, Roberto Correia da Silva Gomes. Contratos administrativos à luz de novas formas de gestão e da sustentabilidade: por uma concretização do desenvolvimento sustentável no Brasil. A&C – Revista de Direito Administrativo & Constitucional/ Belo Horizonte, ano 16, n.65, p. 249-275, jul./set. 2016. DOI: 10.21056/aec.v16i65.267. MATTOS, Carlos de Meira. Uma geopolítica pan-amazônica. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 1980. Ministério de Indústria, Comércio Exterior e Serviços. Disponível em: <http://www.mdic.gov.br/comercio-exterior/estatisticas- de-comercio-exterior/comex-vis/frame-uf-produto?uf=pa> Acesso em: 02 fev. 2018. O Investimento Estrangeiro Direto na América Latina e no Caribe. CEPAL. Disponível em: <https://repositorio.cepal.org/bitstream/handle/11362/43691/4/S1800413_pt.pdf> Acesso em: 31 jan. 2018. Os impactos da usina hidrelétrica de Belo Monte bos atrativos turísticos da região do Xingu (Amazônia – Pará – Brasil). REAT. Disponível em: <file:///D:/Downloads/2905-13614-1-PB.pdf> Acesso em: 31 jan. 2018. PARÁ INVESTIMENTOS 2015-2020. REDES,FIEPA, 2018. RAFFESTIN, Claude. Por uma nova geografia do Poder. São Paulo: Ed. Ática, 1993. RIBEIRO, Nelson de Figueiredo. A questão geopolítica da Amazônia: da soberania difusa à soberania restrita. Belém: EDUFPA, 2006. SANTOS, Breno Augusto dos. Amazônia: Potencial mineral e perspectivas de desenvolvimento. São Paulo: T.A. Queiroz, Editor, 1983. SÍNTESE de indicadores sociais 2017: uma análise das condições de vida da população brasileira. Rio de Janeiro: IBGE, 2017. 138 p. (Estudos e pesquisas. Informação demográfica e socioeconômica, n. 36). Disponível em: . Acesso em: 30 nov. 2018. Transformando nosso mundo: A agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável. Nações Unidas. Disponível em: <https://nacoesunidas.org/wp-content/uploads/2015/10/agenda2030-pt-br.pdf> Acesso em: 31 jan. 2018. Referências
  • 28.
  • 29.
    Muito Obrigado! Contatos:  Linkedin,Twitter: Augusto Cesar Anunciação  Email: augusto.cesarinvest@hotmail.com 29