18º CONGRESSO BRASILEIRO DE TRANSPORTE E TRÂNSITO
                     Rio de Janeiro - 2011



    PÓLOS GERADORES DE TRÁFEGO:
      APLICAÇÃO E IMPACTOS NOS
   EMPREENDIMENTOS RESIDENCIAIS
            EM SÃO PAULO
                Arquiteta Ada Castro
          Professora Mestre em Arquitetura e Urbanismo e
                       Gestora de Trânsito
DO QUE SE TRATA ESTE TRABALHO!?!


      Entender a relação entre as políticas urbanas
e a mobilidade quando a cidade de São Paulo,
sociedade e os órgãos públicos e gestores, analisa
um novo empreendimento imobiliário, os pólos
geradores de tráfego, se pensando no coletivo ou
como uma situação pontual.
PARA ENTENDER O PROBLEMA


• Primeiro: foi determinante entender o que é o Pólo
  Gerador de Tráfego

      Os PGTs podem ser definidos como edificações
permanentes ou espaços temporários que, pelo seu
porte ou características, atraem uma grande quantidade
de viagens, independente do modo, mas em geral
motorizadas, a um determinado ponto, ou pólo, da
cidade.
PARA ENTENDER O PROBLEMA

• Segundo: conhecer as legislações que regulamentam
  os PGTs.

 Leis Federais      Código de Trânsito Brasileiro
                    Estatuto da Cidade


 Leis Ambientais    Resoluções CONAMA



 Leis Municipais    Código de Obras
 (caso São Paulo)   Legislação de Uso e Ocupação do Solo
                    Legislação Específica
PARA ENTENDER O PROBLEMA

• Terceiro: entender como são analisados os
  empreendimentos de vocação residencial.
Os principais fatores negativos de impacto
causados pelos PGTs são:

• Aumento dos congestionamentos, promovendo um
  acréscimo indesejável de tempo no deslocamento e
  dos custos (desgastes de peças, consumo de
  combustível, utilização de mais passagens do que as
  necessário etc)

• Degradação ambiental na área de influência,
  proporcionando um aumento dos níveis de poluição
  e do número de acidentes além do desconforto nos
  deslocamentos.
Fonte: 500 anos de trânsito, p. 17.
Como observado por Campos, ao se permitir que
ocorra a instalação de um novo empreendimento, se
faz necessário a verificação da capacidade de
escoamento e circulação na região para que se consiga
a sua implantação com o menor impacto possível na
região quanto à deseconomias sociais, ambientais e
congestionamentos (CAMPOS; 2003, p. 26).

“a organização do trânsito de uma cidade será sempre
uma atividade complexa, que não tem possibilidade de
atender a todos os interesses ao mesmo tempo”
(VASCONCELLOS; 1998, p.26)
Pólos Geradores de Tráfego

Pólos Geradores de Tráfego

  • 1.
    18º CONGRESSO BRASILEIRODE TRANSPORTE E TRÂNSITO Rio de Janeiro - 2011 PÓLOS GERADORES DE TRÁFEGO: APLICAÇÃO E IMPACTOS NOS EMPREENDIMENTOS RESIDENCIAIS EM SÃO PAULO Arquiteta Ada Castro Professora Mestre em Arquitetura e Urbanismo e Gestora de Trânsito
  • 2.
    DO QUE SETRATA ESTE TRABALHO!?! Entender a relação entre as políticas urbanas e a mobilidade quando a cidade de São Paulo, sociedade e os órgãos públicos e gestores, analisa um novo empreendimento imobiliário, os pólos geradores de tráfego, se pensando no coletivo ou como uma situação pontual.
  • 3.
    PARA ENTENDER OPROBLEMA • Primeiro: foi determinante entender o que é o Pólo Gerador de Tráfego Os PGTs podem ser definidos como edificações permanentes ou espaços temporários que, pelo seu porte ou características, atraem uma grande quantidade de viagens, independente do modo, mas em geral motorizadas, a um determinado ponto, ou pólo, da cidade.
  • 5.
    PARA ENTENDER OPROBLEMA • Segundo: conhecer as legislações que regulamentam os PGTs. Leis Federais Código de Trânsito Brasileiro Estatuto da Cidade Leis Ambientais Resoluções CONAMA Leis Municipais Código de Obras (caso São Paulo) Legislação de Uso e Ocupação do Solo Legislação Específica
  • 6.
    PARA ENTENDER OPROBLEMA • Terceiro: entender como são analisados os empreendimentos de vocação residencial.
  • 7.
    Os principais fatoresnegativos de impacto causados pelos PGTs são: • Aumento dos congestionamentos, promovendo um acréscimo indesejável de tempo no deslocamento e dos custos (desgastes de peças, consumo de combustível, utilização de mais passagens do que as necessário etc) • Degradação ambiental na área de influência, proporcionando um aumento dos níveis de poluição e do número de acidentes além do desconforto nos deslocamentos.
  • 8.
    Fonte: 500 anosde trânsito, p. 17.
  • 9.
    Como observado porCampos, ao se permitir que ocorra a instalação de um novo empreendimento, se faz necessário a verificação da capacidade de escoamento e circulação na região para que se consiga a sua implantação com o menor impacto possível na região quanto à deseconomias sociais, ambientais e congestionamentos (CAMPOS; 2003, p. 26). “a organização do trânsito de uma cidade será sempre uma atividade complexa, que não tem possibilidade de atender a todos os interesses ao mesmo tempo” (VASCONCELLOS; 1998, p.26)