AS GIBERELINAS
Equipe: Ana Paula , Aline Martins , Késia Fernanda
OCORRÊNCIA DE GIBERELINAS EM PLANTAS
 As Giberelinas (GA) são amplamente distribuídas no
reino vegetal.
 Elas estão presentes em toda a planta, podendo ser
detectadas em folhas, caules, sementes, embriões e
grãos de pólen.
 As Giberelinas formam uma grande família de ácidos
diterpênicos tetracíclicos e são sintetizadas por um
ramo da via dos terpenóides.
 Durante a germinação, a absorção de água pela
semente, induz o embrião a sintetizar e liberar
Giberelinas que irão agir diretamente nas células que
revestem o endosperma, proporcionando a quebra de
polissacarídeos (amido) em carboidratos menores,
monossacarídeos (glicose).
 Este hormônio, quando aplicado sobre o ovário de certas
plantas, induzem o desenvolvimento de frutos
partenocárpicos, ou seja, sem semente.
DESCOBERTA DAS GIBERELINAS
 A história inicial das Giberelinas foi um produto exclusivo
dos cientistas japoneses.
 Em 1926, E. Kurosawa estudava uma doença de arroz
(Oryza sativa) denominada de doença das "plantinhas
loucas", na qual a planta crescia rapidamente, era alta, com
coloração pálida e adoentada, com tendência a cair.
 Kurosawa descobriu que a causa de tal doença era uma
substância produzida por uma espécie de fungo, Gibberella
fujikuroi, o qual parasitava as plantas .
 A Giberelina foi assim denominada e isolada em 1934.
 Mais de 78 Giberelinas já foram isoladas e
identificadas quimicamente. O grupo mais bem
estudado e o GA3 (conhecido por acido giberélico),
que é também produzido pelo fungo Gibberella
fujikuroi.
FUNÇÕES DAS GIBERELINAS
 São fabricadas nos meristemas, folhas novas e frutos das
plantas.
 A função destes hormônios é estimular o alongamento e
divisão da célula vegetal. Agem também na produção de
flores, desenvolvimento das folhas e germinação das
sementes.
 Juntamente com as auxinas, as Giberelinas atuam no
desenvolvimento dos frutos. Misturas desses dois
hormônios têm sido utilizadas na produção de frutos sem
sementes, conhecidos como frutos paternocárpicos.
 A absorção de água pelas sementes (embebição) faz com
que o embrião nelas contido libere giberelina. Com isso a
semente sai do estado de dormência e inicia o
desenvolvimento.
Iniciação floral
 A GA pode substituir estímulos ambientais, tais como dias
longos e baixa temperatura, necessários para a indução do
florescimento em algumas espécies.
Determinação do sexo
 É o processo pelo qual flores unissexuais são formadas em
plantas monóicas (pepino e milho) e dióicas (espinafre e
Cannabis sativa).
 A determinação do sexo é geneticamente regulada, podendo
sofrer influência de fatores ambientais (fotoperíodo,
temperatura e estado nutricional) e estes efeitos ambientais
podem ser mediados pela GA:
 Em milho, GA inibe o desenvolvimento dos estames,
formando flores pistiladas
 Em dicotiledôneas, como pepino, cânhamo e espinafre, as
giberelinas tem efeito oposto,promovem a formação de flores
estaminadas.
Estabelecimento do fruto
Aplicação de GA pode favorecer o estabelecimento e o
crescimento de alguns frutos, nos casos em que a auxina
parece não atuar.
Germinação de sementes
A germinação de sementes pode requerer GA nas seguintes
etapas:
• Quebra de dormência (algumas espécies);
• Hidrólise e mobilização de reservas do endosperma;
• Ativação do crescimento do embrião
Uso comercial de Giberelinas e de inibidores de sua
síntese
Produção de Frutos
 UVA – Aumentar o comprimento da haste do cacho;
 MAÇÃ – Provocar o alongamento do fruto
 (Delicious), melhorando sua forma;
 CITRUS – Provocar o retardamento da senescência.
Produção de cerveja e Uísque
 Durante a produção do malte, a partir de sementes de
cevada, giberelinas são usadas para acelerar adegradação
do amido.
AUMENTAR A PRODUÇÃO DE CANA-DE-AÇÚCAR
 Giberelinas aumentam o tamanho dos entrenós em
consequência ocorre aumento na produção de sacarose.
Alguns resultados mostram que aplicação de GA induz um
aumento de 20 ton/hectare na produção bruta de colmo e de
2 ton/hectare na produção de açúcar.
APLICAÇÃO NO MELHORAMENTO
Para encurtar a fase juvenil de coníferas – Pode-se obter um
maior número de gerações em um menor espaço de tempo,
reduzindo-se o tempo de produção de sementes, com
a formação de cones em plantas muito jovens;
Para estimular a floração de espinafre, beterraba, repolho
(plantas do tipo “roseta”) e, portanto, acelerar a produção de
Semente .
AUMENTAR A PRODUÇÃO DE CANA-DE-AÇÚCAR
Giberelinas aumentam o tamanho dos entrenós em
consequência ocorre aumento na produção de sacarose.
Alguns resultados mostram que aplicação de GA induz um
aumento de 20 ton/hectare na produção bruta de colmo e de
2 ton/hectare na produção de açúcar.
APLICAÇÃO NO MELHORAMENTO
 Para encurtar a fase juvenil de coníferas – Pode-se obter
um maior número de gerações em um menor espaço de
tempo, reduzindo-se o tempo de produção de sementes,
com a formação de cones em plantas muito jovens; Para
estimular a floração de espinafre, beterraba, repolho
(plantas do tipo
REFERÊNCIAS
 RIBEIRO, Krukemberghe Divino Kirk Da Fonseca.
"Giberelinas"; Brasil Escola. Disponível em
<http://brasilescola.uol.com.br/biologia/giberelinas.
htm>. Acesso em 19 de maio de 2016.
As giberelinas slide

As giberelinas slide

  • 1.
    AS GIBERELINAS Equipe: AnaPaula , Aline Martins , Késia Fernanda
  • 2.
    OCORRÊNCIA DE GIBERELINASEM PLANTAS  As Giberelinas (GA) são amplamente distribuídas no reino vegetal.  Elas estão presentes em toda a planta, podendo ser detectadas em folhas, caules, sementes, embriões e grãos de pólen.  As Giberelinas formam uma grande família de ácidos diterpênicos tetracíclicos e são sintetizadas por um ramo da via dos terpenóides.  Durante a germinação, a absorção de água pela semente, induz o embrião a sintetizar e liberar Giberelinas que irão agir diretamente nas células que revestem o endosperma, proporcionando a quebra de polissacarídeos (amido) em carboidratos menores, monossacarídeos (glicose).
  • 3.
     Este hormônio,quando aplicado sobre o ovário de certas plantas, induzem o desenvolvimento de frutos partenocárpicos, ou seja, sem semente.
  • 4.
    DESCOBERTA DAS GIBERELINAS A história inicial das Giberelinas foi um produto exclusivo dos cientistas japoneses.  Em 1926, E. Kurosawa estudava uma doença de arroz (Oryza sativa) denominada de doença das "plantinhas loucas", na qual a planta crescia rapidamente, era alta, com coloração pálida e adoentada, com tendência a cair.  Kurosawa descobriu que a causa de tal doença era uma substância produzida por uma espécie de fungo, Gibberella fujikuroi, o qual parasitava as plantas .  A Giberelina foi assim denominada e isolada em 1934.
  • 5.
     Mais de78 Giberelinas já foram isoladas e identificadas quimicamente. O grupo mais bem estudado e o GA3 (conhecido por acido giberélico), que é também produzido pelo fungo Gibberella fujikuroi.
  • 6.
    FUNÇÕES DAS GIBERELINAS São fabricadas nos meristemas, folhas novas e frutos das plantas.  A função destes hormônios é estimular o alongamento e divisão da célula vegetal. Agem também na produção de flores, desenvolvimento das folhas e germinação das sementes.  Juntamente com as auxinas, as Giberelinas atuam no desenvolvimento dos frutos. Misturas desses dois hormônios têm sido utilizadas na produção de frutos sem sementes, conhecidos como frutos paternocárpicos.  A absorção de água pelas sementes (embebição) faz com que o embrião nelas contido libere giberelina. Com isso a semente sai do estado de dormência e inicia o desenvolvimento.
  • 7.
    Iniciação floral  AGA pode substituir estímulos ambientais, tais como dias longos e baixa temperatura, necessários para a indução do florescimento em algumas espécies. Determinação do sexo  É o processo pelo qual flores unissexuais são formadas em plantas monóicas (pepino e milho) e dióicas (espinafre e Cannabis sativa).  A determinação do sexo é geneticamente regulada, podendo sofrer influência de fatores ambientais (fotoperíodo, temperatura e estado nutricional) e estes efeitos ambientais podem ser mediados pela GA:  Em milho, GA inibe o desenvolvimento dos estames, formando flores pistiladas  Em dicotiledôneas, como pepino, cânhamo e espinafre, as giberelinas tem efeito oposto,promovem a formação de flores estaminadas.
  • 8.
    Estabelecimento do fruto Aplicaçãode GA pode favorecer o estabelecimento e o crescimento de alguns frutos, nos casos em que a auxina parece não atuar. Germinação de sementes A germinação de sementes pode requerer GA nas seguintes etapas: • Quebra de dormência (algumas espécies); • Hidrólise e mobilização de reservas do endosperma; • Ativação do crescimento do embrião
  • 9.
    Uso comercial deGiberelinas e de inibidores de sua síntese Produção de Frutos  UVA – Aumentar o comprimento da haste do cacho;  MAÇÃ – Provocar o alongamento do fruto  (Delicious), melhorando sua forma;  CITRUS – Provocar o retardamento da senescência. Produção de cerveja e Uísque  Durante a produção do malte, a partir de sementes de cevada, giberelinas são usadas para acelerar adegradação do amido.
  • 10.
    AUMENTAR A PRODUÇÃODE CANA-DE-AÇÚCAR  Giberelinas aumentam o tamanho dos entrenós em consequência ocorre aumento na produção de sacarose. Alguns resultados mostram que aplicação de GA induz um aumento de 20 ton/hectare na produção bruta de colmo e de 2 ton/hectare na produção de açúcar. APLICAÇÃO NO MELHORAMENTO Para encurtar a fase juvenil de coníferas – Pode-se obter um maior número de gerações em um menor espaço de tempo, reduzindo-se o tempo de produção de sementes, com a formação de cones em plantas muito jovens; Para estimular a floração de espinafre, beterraba, repolho (plantas do tipo “roseta”) e, portanto, acelerar a produção de Semente .
  • 11.
    AUMENTAR A PRODUÇÃODE CANA-DE-AÇÚCAR Giberelinas aumentam o tamanho dos entrenós em consequência ocorre aumento na produção de sacarose. Alguns resultados mostram que aplicação de GA induz um aumento de 20 ton/hectare na produção bruta de colmo e de 2 ton/hectare na produção de açúcar. APLICAÇÃO NO MELHORAMENTO  Para encurtar a fase juvenil de coníferas – Pode-se obter um maior número de gerações em um menor espaço de tempo, reduzindo-se o tempo de produção de sementes, com a formação de cones em plantas muito jovens; Para estimular a floração de espinafre, beterraba, repolho (plantas do tipo
  • 12.
    REFERÊNCIAS  RIBEIRO, KrukembergheDivino Kirk Da Fonseca. "Giberelinas"; Brasil Escola. Disponível em <http://brasilescola.uol.com.br/biologia/giberelinas. htm>. Acesso em 19 de maio de 2016.