SlideShare uma empresa Scribd logo
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM AGRONOMIA “PRODUÇÃO VEGETAL”
Acadêmico: CRISTIAN BERNARDO
Professor: Dr. JOÃO CORREIA
Rio Largo/AL, quarta-feira, 3 de agosto de 2022
PRODUÇÃO E ANÁLISE DE
SEMENTES
COMPOSIÇÃO QUÍMICA
DA SEMENTE
H2O
C
N
P
K+
QUAL É A FUNÇÃO DA SEMENTE?
divisões
diferenciação
COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA SEMENTE
Durante o desenvolvimento do embrião...
NÚCLEOS POLARES
ENDOSPERMA
(ALBÚMEN)
Acompanhadas ou não pela formação de
paredes celulares, formando uma massa
celular que pode preencher todo o
espaço não ocupado pelo embrião
Função:
Fornecer proteção e suporte nutritivo para o
desenvolvimento do embrião ou para a germinação;
Garantir a sobrevivência da própria semente e da
futura planta no processo de germinação.
Inclui a deposição de reservas
provenientes da transferência de MS
da planta-mãe para a semente em
desenvolvimento
COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA SEMENTE
Quanto ao tecido de reserva:
1. Sementes Endospérmicas ou Albuminosas:
Em sementes maduras, as reservas armazenadas durante a maturação
destinam-se à nutrição do embrião durante a germinação.
Ex.: Gramíneas, mamona, seringueira, tomate, café, beterraba, cebola.
TECIDO DE RESERVA GERMINAÇÃO
COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA SEMENTE
Quanto ao tecido de reserva:
2. Sementes Exalbuminosas ou Sem Endosperma:
Endosperma consumido durante a formação do embrião.
A reserva é armazenada nos cotilédones.
Ex.: Maioria das Eudicotiledôneas → Leguminosas.
TECIDO DE RESERVA DESENVOLVIMENTO DO EMBRIÃO
PARTES CONSTITUINTES DA SEMENTE
Algumas reservas podem ser encontradas
em diferentes tecidos da semente.
endosperma
embrião
embrião
endosperma
perisperma
cotilédone
Mamona
Beterraba Feijão
Diferentes reservas coexistem num
mesmo tecido.
Pimenta do Reino
A habilidade de armazenar substâncias
nutritivas torna a semente valiosa
para a humanidade como alimento.
Estudo de desenvolvimento das
sementes, reunindo conhecimentos para
aprimorar a Tecnologia de Sementes.
ESTUDO DA COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA SEMENTE
Carboidratos
Proteínas
Lipídeos
Sais
Os componentes químicos da semente não
diferem qualitativamente dos constituintes
encontrados em outras partes da planta,
entretanto a diferença é quantitativa para alguns.
Vitaminas
COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA SEMENTE
BIO
NOVAS PESQUISAS
A indústria tem dado
atenção a composição
química devido as novas
possibilidades.
VARIAÇÕES DA COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA SEMENTE
A composição química das sementes varia entre espécies e dentro de espécies (cultivares)
e até dentro da mesma cultivar (posição em relação ao fruto ou inflorescência)
• É controlada geneticamente
– Melhoramento genético;
• Influenciada pelo ambiente
– Condições climáticas;
– Nutrição mineral;
– Disponibilidade hídrica.
Manejo
EFEITOS DO AMBIENTE
• Fertilidade do solo
“Principio da Compensação”
– Tamanho, peso e quantidade de sementes.
• Disponibilidade de água
˅ Durante o florescimento e enchimento a
semente diminui de tamanho;
Desenvolvimento inicial da planta > Diminui
o número de sementes.
˄ Reduz o teor de proteínas e N (cereais);
Pode haver elevação dos teores de P, Ca e
Mg (menos solúveis em água)
• Temperatura
– Altas temperaturas durante o enchimento
da semente tende a reduzir o tamanho e a
germinação.
• Luz
– Geralmente redução de luz resulta em
sementes menores.
• Posição na semente
– Relacionados ao efeito de fonte de
afundamento e à concorrência para limitar a
fotossíntese.
EFEITOS DO AMBIENTE
• Manejo
“Principio da Compensação”
– Época de semeadura, espaçamento,
população por unidade. Competição pode
influenciar nas reservas das sementes.
• Umidade Relativa
“Ponto de Equilíbrio Higroscópico”
˅ Lipídios > Grau de umidade inferior.
˄ Lipídios > Grau de umidade superior.
• Idade
“Deterioração”
– Mudança gradativa, em intensidade
variável à medida que progride a
deterioração.
• Estádio de Maturação
“Acumulo de Reservas”
– Época de colheita adequada pode
possibilitar sementes mais vigorosas, com
elevado potencial de conservação.
POSIÇÃO DA SEMENTE EM RELAÇÃO À INFLORESCÊNCIA OU AO FRUTO
Maiores teores
de óleo e
proteínas
Menores
teores de óleo
e proteínas
(má formação)
O descarregamento do floema ocorre através da testa e os
solutos são então transportados através do apoplasto.
O floema termina na casca, onde ocorre o descarregamento
dos solutos (p.ex. sacarose). Os solutos então se movem
através do apoplasto até o saco embrionário e são
reabsorvidos pelas células do endosperma.
RELAÇÃO FONTE-DRENO
COMPOSIÇÃO DE DIFERENTES RESERVAS
Reserva Semente Endosperma Embrião Pericarpo-Testa
Amido 74% 87,8% 9,0% 7,0%
Açúcares 1,8% 0,8% 10,4% 0,5%
Lipídeos 3,9% 0,8% 31,1% 1,2%
Proteínas 8,2% 7,2% 18,9% 3,8%
Cinzas 1,5% 0,5% 11,3% 1,0%
Semente de milho
COMPOSIÇÃO DE DIFERENTES SEMENTES POR ESPÉCIE
Espécie Proteínas Lipídeos Carboidratos Estrutura
Algodão 39% 33% 15% Embrião
Amendoim 31% 48% 12% Embrião
Arroz 8% 2% 65% Endosperma
Cevada 12% 3% 76% Endosperma
Dendê 9% 49% 28% Endosperma
Feijão 23% 1% 56% Embrião
Girassol 17% 46% 19% Embrião
Mamona 18% 64% <1% Endosperma
Milho 10% 5% 80% Endosperma
Soja 37% 17% 26% Embrião
CLASSIFICAÇÃO (RESERVA)
Amiláceas
A principal reserva é o amido
Trigo
Arroz
Aveia
Cevada
CLASSIFICAÇÃO (RESERVA)
Oleaginosas
Girassol
Linhaça
Mamona
Gergelim
Predominam lipídeos
CLASSIFICAÇÃO (RESERVA)
Aleuro-amilácea
Feijão
Ervilha
Amendoim
Leguminosas/ Fabaceae
Acumulam amido e proteína
CLASSIFICAÇÃO (RESERVA)
Aleuro-oleaginosa
Algodão
Soja
Armazenam lipídeos e proteínas
Poucos são os casos de sementes que apresentam
proteínas como principal componente
CLASSIFICAÇÃO (RESERVA)
Córneas
Café Tremoço
Reservas celulósicas
CARBOIDRATOS/ HIDRATOS DE CARBONO / GLUCÍDIOS
(CH20)n
Carboidratos
Monossacarídeos Oligossacarídeos Polissacarídeos
Sacarose
Glicose
Frutose
Galactose
Lactose
Maltose
Estaquiose
Rafinose
Amido
Celulose
Hemicelulose
ERO
Proteínas LEA
Mais comuns e mais
importante - Usados na
construção de RNA e DNA
2-10 C
Milho doce e
certos cvs. de
ervilhas
AMIDO
Metabolicamente inativo
Endosperma vítreo e farináceo
Semente de milho
Semente de pau-Brasil
Amiloplasto
20-25% amilose e
50-75%
amilopectina
Hidrolisadas pela α & β amilase
Alteração no formato
indica deterioração
ANABOLISMO DO AMIDO
0,2-1k Un. de glicose
20-25 Un. de glicose
CELULOSE
Polímero da glicose/ Fibra Bruta
A maior % de fibra em
uma semente encontra-se
no tegumento.
Embrião e endosperma são
pobres em fibras.
Principal constituinte da
parede celular (Tegumento)
HEMICELULOSE
Segunda forma mais importante de polissacarídeo
Encontra-se na reserva da
parede celular;
Sua presença torna duro o
endosperma de algumas espécies
(Palmeira Jarina, Tamareira...)
Mananos Xiloglucanos Galactanos
Classificação
MANANOS
Conferem resistência mecânica
Restrição para a protrusão
da raiz primária;
Redução da velocidade de
germinação;
Atuam como reserva.
Café
Tremoço
Gergelim Tomate Aipo
Alface
LIPÍDEOS/ TRIGLICERÍDEOS
Ésteres de ácidos graxos e glicerol
• Glicerídeo: Se H3C-OH for o glicerol:
- Triaciglicerídeo: Óleos e Gorduras
• Cerídeo: Outro H3C-OH de cadeia aberta:
- Ceras
• Esteróide: H3C-OH de cadeia fechada:
- Hormônios
• Simples: Por hidrolise dão origem somente
ao glicerol e ao ácido graxo: Óleos e ceras.
• Compostos: Contém grupos químicos
adicionais: Fosfolipídios
• Derivados: Originado de simples ou
compostos: Colesterol
Principais tipos de lipídeos Classificação baseado na composição
LIPÍDEOS/ TRIGLICERÍDEOS
Ésteres de ácidos graxos e glicerol
• Glicerídeo: Se H3C-OH for o glicerol:
- Triaciglicerídeo: Óleos (Reserva)
• Cerídeo: Outro H3C-OH de cadeia aberta:
- Ceras (Controla a desidratação)
• Esteróide: H3C-OH de cadeia fechada:
- Hormônios (Regulador)
Fosfolipídios
Constituintes essenciais
do sistema de membranas
celulares
Afeta a germinação, dormência, vigor, tolerância
a dessecação e condicionamento fisiológico
ANABOLISMO DOS LIPÍDEOS
Ácido Graxo
Glicerol
Triglicerídeo
Fonte de Energia
Hidrolisados por Lipases
Semente de Colza
FORMAÇÃO DE UM CORPO LIPÍDICO
esferossomos
Cospúsculo
de óleo
COMPOSIÇÃO DE ÁCÍDOS GRAXOS MAJORITÁRIOS EM SEMENTES
Espécie Palmítico Esteárico Oleico Linoleico Linolenico
Girassol 6% 4% 26% 64% <1%
Milho 12% 2% 24% 61% <1%
Soja 11% 3% 22% 54% 8%
Canola 5% 2% 55% 25% 12%
Algodão 27% 3% 17% 52% <1%
Amendoim 12% 2% 50% 31% <1%
Girassol 49% 4% 36% 10% <1%
Dendê - - - 77% 17%
Linho 29% 13% 43% 10% 0,5%
Teor de óleo da semente de soja durante os
períodos de enchimento da vagem (temperatura
noturna foi de ~18oC em todos os casos).
Híbridos Época Óleo (%)
Contisol
Verão 34,1
Outono 38,2
C-33
Verão 37,3
Outono 44,8
DK 170
Verão 38,2
Outono 43,4
DK 180
Verão 42,2
Outono 40,7
Teor de óleo de alguns híbridos de
girassol em duas estações de cultivo.
ALTERAÇÕES NO CONTEÚDO DE ÓLEO EM RELAÇÃO A TEMPERATURA
Aminoácido
Alanina [ala]
Primária
LINEAR
Secundária
HELICOIDAL
Terciária
TRIDIMENCIONAL
PROTEÍNAS
Polipeptídios de cadeia longa
NH2
R
H – C – COOH
–
– Estrutura das proteínas
Função estrutural,
enzimática, nutritiva,
transporte, reguladora e
de defesa.
CH3
Grupo amina Ácido
carboxílico
Radical
Ligação
peptídica
Depois da água, é a mais
importante para a vida.
PROTEÍNAS
Metabolicamente inativas
Espécie Albuminas Globulinas Glutelinas Prolaminas
Arroz 5% 10% 80% 5%
Aveia 11% 9% 24% 56%
Cevada 13% 12% 23% 52%
Milho 4% 2% 39% 55%
Sorgo 6% 10% 38% 46%
Trigo 9% 5% 46% 40%
Utilizados para a formação de novos tecidos nos pontos
de crescimento do embrião (grãos de aleurona)
PROTEÍNAS
Metabolicamente ativas
Nucleoproteínas (Ácidos nucléicos)
Enzima
Substratos
Enzima-substrato Enzima
Produtos
Biocatalizadores (Enzimas hidrolíticas e desmolíticas)
DNA
Proteína
mRNA
Transcrição
Tradução
Sítio ativo
PROTEÍNAS
Metabolicamente ativas
Proteínas LEA (Late Abundante Embryogenesis)
• São hidrofílicas e termoestáveis podendo
atuar como sequestradora de íons.
• Resistente a desnaturação em altas
temperaturas.
• Mantém a conformação das proteínas e/ou
estabilidade das membranas durante a
desidratação.
Conteúdo de Água
ÁCIDO FÍTICO/ FITINA
Fonte de fosfato e íons minerais
• Ácido orgânico que contem fósforo,
presente nos vegetais, principalmente em
sementes e fibras
• 50 – 80 % de todo o P na semente está na
forma de fitato.
• Associado com corpos proteicos da camada
aleurona nos cereais.
ÁCIDO FÍTICO/ FITINA
Fonte de fosfato e íons minerais
• Composto reserva para fosfato, K, Mg, Ca,
Fe, Mn.
• Controla o balanço fisiológico do P no
desenvolvimento da semente e no
estabelecimento de plântulas.
• Importante para adaptação da planta ao
meio ambiente.
OUTROS COMPONENTES
• Reguladores de crescimento
- Produzidos pela própria planta e translocada até a semente. Promovem, inibem ou
modificam processos fisiológicos e auxilia na germinação e desenvolvimento.
• Vitaminas
- Todas as vitaminas e precursores são sintetizados pela planta e suas funções ainda são
bastantes desconhecidas.
• Compostos fenólicos, Taninos & Alcaloides
Atuam na manutenção do estado de dormência; Protege a semente contra a luz e
atrasa a decomposição de sementes no solo; Defende a semente dos ataques do
predador, tornando-os menos digeríveis e restringe a germinação limitando o fluxo de
gás;
O conhecimento sobre a composição química da semente é essencial por diversas razões:
[A] As sementes são fonte básica de alimento para o Homem e outros animais;
[B] São uma importante fonte de substâncias terapêuticas;
[C] Possuem inúmeros metabolitos que afetam a nutrição humana e animal;
[D] E elas contêm reservas nutritivas e de crescimento que influenciam a germinação da
semente e o vigor da plântula, armazenamento da semente e longevidade;
[E] Assim como diversos usos na indústria e na agricultura.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
[F] Para garantir a boa formação da semente é necessário o acúmulo de quantidade
suficiente de reserva;
[G] De modo geral, sementes bem formadas são mais vigorosas e tem maior potencial de
armazenamento;
[H] Condições adversas durante a formação de sementes podem comprometer a
qualidade do lote.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Principais referências consultadas:
[1] Júlio Marcos Filho. Fisiologia de Sementes de Plantas Cultivadas – Piracicaba.
Fealq. v. 12, 495 p., 2005;
[2] Nelson Moreira de Carvalho & João Nakagawa. Sementes: Ciência, Tecnologia
e Produção – Jaboticabal. Funep. 4 ed., 588 p., 2000;
[3] Larry O. Copeland & Miller B. McDonald. Principles of Seed Science &
Technology – New York. Springer Sci. + Bss. media, LLC. 3rd ed., 1999.
REFERÊNCIAS
P
N
OBRIGADO!! K
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM AGRONOMIA “PRODUÇÃO VEGETAL”
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM AGRONOMIA “PRODUÇÃO VEGETAL”

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Producao e comercializacao de frutas
Producao e comercializacao de frutasProducao e comercializacao de frutas
Producao e comercializacao de frutas
gustavo_ruffeil
 
Normas de Produção de Sementes
Normas de Produção de SementesNormas de Produção de Sementes
Normas de Produção de Sementes
Az. O.
 
Unidade 04 germinação das sementes
Unidade 04 germinação das sementesUnidade 04 germinação das sementes
Unidade 04 germinação das sementes
Bruno Rodrigues
 
Desenvolvimento das plantas
Desenvolvimento das plantasDesenvolvimento das plantas
Desenvolvimento das plantas
Joseanny Pereira
 
Aula 7 olericultura
Aula 7 olericulturaAula 7 olericultura
Aula 7 olericultura
Jadson Belem de Moura
 
Fenologia e fisiologia da cultura do milho
Fenologia e fisiologia da cultura do milhoFenologia e fisiologia da cultura do milho
Fenologia e fisiologia da cultura do milho
Geagra UFG
 
GERMINAÇÃO E DORMÊNCIA DE SEMENTES
GERMINAÇÃO E DORMÊNCIA DE SEMENTESGERMINAÇÃO E DORMÊNCIA DE SEMENTES
GERMINAÇÃO E DORMÊNCIA DE SEMENTES
carlinhosmatos
 
Cultura da Cenoura
Cultura da CenouraCultura da Cenoura
Cultura da Cenoura
Sabrina Nascimento
 
Cultura do Amendoim
Cultura do AmendoimCultura do Amendoim
Cultura do Amendoim
Killer Max
 
Forragicultura aula1
Forragicultura aula1Forragicultura aula1
Forragicultura aula1
Natália A Koritiaki
 
Apostila forragicultura.
Apostila forragicultura.Apostila forragicultura.
Apostila forragicultura.
Denysson Amorim
 
Manejo de plantas daninhas
Manejo de plantas daninhasManejo de plantas daninhas
Manejo de plantas daninhas
CETEP, FTC, FASA..
 
Técnicas de Propagação Vegetativa
Técnicas de Propagação Vegetativa Técnicas de Propagação Vegetativa
Técnicas de Propagação Vegetativa
Leandro A. Machado de Moura
 
Como a Planta de Arroz de Desenvolve
Como a Planta de Arroz de DesenvolveComo a Planta de Arroz de Desenvolve
Como a Planta de Arroz de Desenvolve
Geagra UFG
 
Apostila fruticultura
Apostila fruticulturaApostila fruticultura
Apostila fruticultura
Rogger Wins
 
Semente – Anatomia E Morfologia
Semente – Anatomia E MorfologiaSemente – Anatomia E Morfologia
Semente – Anatomia E Morfologia
profatatiana
 
Fenologia e Fisiologia do Girassol
Fenologia e Fisiologia do GirassolFenologia e Fisiologia do Girassol
Fenologia e Fisiologia do Girassol
Geagra UFG
 
Semente e germinação
Semente e germinaçãoSemente e germinação
Semente e germinação
Marcos Albuquerque
 
MORFOLOGIA E FISIOLOGIA DO ALGODOEIRO
MORFOLOGIA E FISIOLOGIA DO ALGODOEIROMORFOLOGIA E FISIOLOGIA DO ALGODOEIRO
MORFOLOGIA E FISIOLOGIA DO ALGODOEIRO
Geagra UFG
 
Controle do amadurecimento e senescência dos frutos
Controle do amadurecimento e senescência dos frutosControle do amadurecimento e senescência dos frutos
Controle do amadurecimento e senescência dos frutos
UERGS
 

Mais procurados (20)

Producao e comercializacao de frutas
Producao e comercializacao de frutasProducao e comercializacao de frutas
Producao e comercializacao de frutas
 
Normas de Produção de Sementes
Normas de Produção de SementesNormas de Produção de Sementes
Normas de Produção de Sementes
 
Unidade 04 germinação das sementes
Unidade 04 germinação das sementesUnidade 04 germinação das sementes
Unidade 04 germinação das sementes
 
Desenvolvimento das plantas
Desenvolvimento das plantasDesenvolvimento das plantas
Desenvolvimento das plantas
 
Aula 7 olericultura
Aula 7 olericulturaAula 7 olericultura
Aula 7 olericultura
 
Fenologia e fisiologia da cultura do milho
Fenologia e fisiologia da cultura do milhoFenologia e fisiologia da cultura do milho
Fenologia e fisiologia da cultura do milho
 
GERMINAÇÃO E DORMÊNCIA DE SEMENTES
GERMINAÇÃO E DORMÊNCIA DE SEMENTESGERMINAÇÃO E DORMÊNCIA DE SEMENTES
GERMINAÇÃO E DORMÊNCIA DE SEMENTES
 
Cultura da Cenoura
Cultura da CenouraCultura da Cenoura
Cultura da Cenoura
 
Cultura do Amendoim
Cultura do AmendoimCultura do Amendoim
Cultura do Amendoim
 
Forragicultura aula1
Forragicultura aula1Forragicultura aula1
Forragicultura aula1
 
Apostila forragicultura.
Apostila forragicultura.Apostila forragicultura.
Apostila forragicultura.
 
Manejo de plantas daninhas
Manejo de plantas daninhasManejo de plantas daninhas
Manejo de plantas daninhas
 
Técnicas de Propagação Vegetativa
Técnicas de Propagação Vegetativa Técnicas de Propagação Vegetativa
Técnicas de Propagação Vegetativa
 
Como a Planta de Arroz de Desenvolve
Como a Planta de Arroz de DesenvolveComo a Planta de Arroz de Desenvolve
Como a Planta de Arroz de Desenvolve
 
Apostila fruticultura
Apostila fruticulturaApostila fruticultura
Apostila fruticultura
 
Semente – Anatomia E Morfologia
Semente – Anatomia E MorfologiaSemente – Anatomia E Morfologia
Semente – Anatomia E Morfologia
 
Fenologia e Fisiologia do Girassol
Fenologia e Fisiologia do GirassolFenologia e Fisiologia do Girassol
Fenologia e Fisiologia do Girassol
 
Semente e germinação
Semente e germinaçãoSemente e germinação
Semente e germinação
 
MORFOLOGIA E FISIOLOGIA DO ALGODOEIRO
MORFOLOGIA E FISIOLOGIA DO ALGODOEIROMORFOLOGIA E FISIOLOGIA DO ALGODOEIRO
MORFOLOGIA E FISIOLOGIA DO ALGODOEIRO
 
Controle do amadurecimento e senescência dos frutos
Controle do amadurecimento e senescência dos frutosControle do amadurecimento e senescência dos frutos
Controle do amadurecimento e senescência dos frutos
 

Semelhante a COMPOSICAO QUIMICA DA SEMENTE

718059042-Aula-Composicao-quimica-de-sementes.pdf
718059042-Aula-Composicao-quimica-de-sementes.pdf718059042-Aula-Composicao-quimica-de-sementes.pdf
718059042-Aula-Composicao-quimica-de-sementes.pdf
InamaraCaires
 
Aula 5 - Estratégias para a produção de alimentos e planejamento alimentar
Aula 5 - Estratégias para a produção de alimentos e planejamento alimentarAula 5 - Estratégias para a produção de alimentos e planejamento alimentar
Aula 5 - Estratégias para a produção de alimentos e planejamento alimentar
Portal Canal Rural
 
AULA DE DETERIORACÃO DE SEMENTES
AULA DE DETERIORACÃO DE SEMENTESAULA DE DETERIORACÃO DE SEMENTES
Uvas
UvasUvas
Aula 3.pptx
Aula 3.pptxAula 3.pptx
Aula 3.pptx
JuniorBlisard1
 
Giberelinasabaeetileno
GiberelinasabaeetilenoGiberelinasabaeetileno
Giberelinasabaeetileno
Diego Lopes
 
1- Importância das sementes.pptx
1- Importância das sementes.pptx1- Importância das sementes.pptx
1- Importância das sementes.pptx
VitorOliveiraRodrigu
 
064 v5n5p638 647_set2008_
064 v5n5p638 647_set2008_064 v5n5p638 647_set2008_
064 v5n5p638 647_set2008_
Igor Bulhões
 
5 morfologia vegetal_sementes
5 morfologia vegetal_sementes5 morfologia vegetal_sementes
5 morfologia vegetal_sementes
rrodrigues57
 
Mesa 2 conservação renato jundiaí2012
Mesa 2   conservação renato jundiaí2012Mesa 2   conservação renato jundiaí2012
Mesa 2 conservação renato jundiaí2012
Renato Ferraz de Arruda Veiga
 
Mesa 2 conservação renato jundiaí2012
Mesa 2   conservação renato jundiaí2012Mesa 2   conservação renato jundiaí2012
Mesa 2 conservação renato jundiaí2012
Renato Ferraz de Arruda Veiga
 
Apresentação pós colheita
Apresentação pós colheitaApresentação pós colheita
Apresentação pós colheita
Ítalo Arrais
 
Palestra emerson borghi sit 2015
Palestra emerson borghi sit 2015Palestra emerson borghi sit 2015
Palestra emerson borghi sit 2015
Embrapa Milho e Sorgo
 
Palestra Emerson Borghi
Palestra Emerson BorghiPalestra Emerson Borghi
Palestra Emerson Borghi
Diego de Oliveira Carvalho
 
Simp esalq 2011 proc grãos bc
Simp esalq 2011   proc grãos bcSimp esalq 2011   proc grãos bc
Simp esalq 2011 proc grãos bc
Universidade de São Paulo
 
aulapropagacao de plantas frutíferas.pdf
aulapropagacao de plantas frutíferas.pdfaulapropagacao de plantas frutíferas.pdf
aulapropagacao de plantas frutíferas.pdf
GilsonRibeiroNachtig
 
Curso piscicultura ornamental - CONBEP 2015
Curso piscicultura ornamental  - CONBEP 2015Curso piscicultura ornamental  - CONBEP 2015
Curso piscicultura ornamental - CONBEP 2015
AquaA3.com.br - Aquarismo Alagoano
 
Percevejo marrom (euschistus heros) na cultura da soja
Percevejo marrom (euschistus heros) na  cultura da sojaPercevejo marrom (euschistus heros) na  cultura da soja
Percevejo marrom (euschistus heros) na cultura da soja
Adrielly Freitas da Silva
 
5 botânica e morfologia da cana
5 botânica e morfologia da cana5 botânica e morfologia da cana
5 botânica e morfologia da cana
Cristóvão Lopes
 
Percevejo marrom (euschistus heros) na cultura da soja
Percevejo marrom (euschistus heros) na  cultura da sojaPercevejo marrom (euschistus heros) na  cultura da soja
Percevejo marrom (euschistus heros) na cultura da soja
Adrielly Freitas da Silva
 

Semelhante a COMPOSICAO QUIMICA DA SEMENTE (20)

718059042-Aula-Composicao-quimica-de-sementes.pdf
718059042-Aula-Composicao-quimica-de-sementes.pdf718059042-Aula-Composicao-quimica-de-sementes.pdf
718059042-Aula-Composicao-quimica-de-sementes.pdf
 
Aula 5 - Estratégias para a produção de alimentos e planejamento alimentar
Aula 5 - Estratégias para a produção de alimentos e planejamento alimentarAula 5 - Estratégias para a produção de alimentos e planejamento alimentar
Aula 5 - Estratégias para a produção de alimentos e planejamento alimentar
 
AULA DE DETERIORACÃO DE SEMENTES
AULA DE DETERIORACÃO DE SEMENTESAULA DE DETERIORACÃO DE SEMENTES
AULA DE DETERIORACÃO DE SEMENTES
 
Uvas
UvasUvas
Uvas
 
Aula 3.pptx
Aula 3.pptxAula 3.pptx
Aula 3.pptx
 
Giberelinasabaeetileno
GiberelinasabaeetilenoGiberelinasabaeetileno
Giberelinasabaeetileno
 
1- Importância das sementes.pptx
1- Importância das sementes.pptx1- Importância das sementes.pptx
1- Importância das sementes.pptx
 
064 v5n5p638 647_set2008_
064 v5n5p638 647_set2008_064 v5n5p638 647_set2008_
064 v5n5p638 647_set2008_
 
5 morfologia vegetal_sementes
5 morfologia vegetal_sementes5 morfologia vegetal_sementes
5 morfologia vegetal_sementes
 
Mesa 2 conservação renato jundiaí2012
Mesa 2   conservação renato jundiaí2012Mesa 2   conservação renato jundiaí2012
Mesa 2 conservação renato jundiaí2012
 
Mesa 2 conservação renato jundiaí2012
Mesa 2   conservação renato jundiaí2012Mesa 2   conservação renato jundiaí2012
Mesa 2 conservação renato jundiaí2012
 
Apresentação pós colheita
Apresentação pós colheitaApresentação pós colheita
Apresentação pós colheita
 
Palestra emerson borghi sit 2015
Palestra emerson borghi sit 2015Palestra emerson borghi sit 2015
Palestra emerson borghi sit 2015
 
Palestra Emerson Borghi
Palestra Emerson BorghiPalestra Emerson Borghi
Palestra Emerson Borghi
 
Simp esalq 2011 proc grãos bc
Simp esalq 2011   proc grãos bcSimp esalq 2011   proc grãos bc
Simp esalq 2011 proc grãos bc
 
aulapropagacao de plantas frutíferas.pdf
aulapropagacao de plantas frutíferas.pdfaulapropagacao de plantas frutíferas.pdf
aulapropagacao de plantas frutíferas.pdf
 
Curso piscicultura ornamental - CONBEP 2015
Curso piscicultura ornamental  - CONBEP 2015Curso piscicultura ornamental  - CONBEP 2015
Curso piscicultura ornamental - CONBEP 2015
 
Percevejo marrom (euschistus heros) na cultura da soja
Percevejo marrom (euschistus heros) na  cultura da sojaPercevejo marrom (euschistus heros) na  cultura da soja
Percevejo marrom (euschistus heros) na cultura da soja
 
5 botânica e morfologia da cana
5 botânica e morfologia da cana5 botânica e morfologia da cana
5 botânica e morfologia da cana
 
Percevejo marrom (euschistus heros) na cultura da soja
Percevejo marrom (euschistus heros) na  cultura da sojaPercevejo marrom (euschistus heros) na  cultura da soja
Percevejo marrom (euschistus heros) na cultura da soja
 

Mais de Centro de Ciências Agrárias - CECA / Universidade Federal de Alagoas - UFAL

BIOLOGIA E COMPORTAMENTO DO Rhynchophorus palmarum 
BIOLOGIA E COMPORTAMENTO DO Rhynchophorus palmarum BIOLOGIA E COMPORTAMENTO DO Rhynchophorus palmarum 
BIOLOGIA E COMPORTAMENTO DO Rhynchophorus palmarum 
Centro de Ciências Agrárias - CECA / Universidade Federal de Alagoas - UFAL
 
ESTRESSE POR CHOQUE TÉRMICO
ESTRESSE POR  CHOQUE TÉRMICOESTRESSE POR  CHOQUE TÉRMICO
ACLIMATIZACÃO DE MICROPLANTAS
ACLIMATIZACÃO DE MICROPLANTASACLIMATIZACÃO DE MICROPLANTAS
PROJETO DE PESQUISA DE MESTRADO
PROJETO DE PESQUISA DE MESTRADOPROJETO DE PESQUISA DE MESTRADO
TIPOS DE ÓVULOS E MORFOLOGIA DA SEMENTE
TIPOS DE ÓVULOS E MORFOLOGIA DA SEMENTETIPOS DE ÓVULOS E MORFOLOGIA DA SEMENTE
Viabilidade de sementes de Libidibia ferrea (Mart. ex Tul.) L.P. Queiroz var....
Viabilidade de sementes de Libidibia ferrea (Mart. ex Tul.) L.P. Queiroz var....Viabilidade de sementes de Libidibia ferrea (Mart. ex Tul.) L.P. Queiroz var....
Viabilidade de sementes de Libidibia ferrea (Mart. ex Tul.) L.P. Queiroz var....
Centro de Ciências Agrárias - CECA / Universidade Federal de Alagoas - UFAL
 
Estresse Térmico
Estresse TérmicoEstresse Térmico
Fitohormônios - Estrigolactonas
Fitohormônios - EstrigolactonasFitohormônios - Estrigolactonas
Análise sensorial de chocolate teste triangular simples
Análise sensorial de chocolate   teste triangular simplesAnálise sensorial de chocolate   teste triangular simples
Análise sensorial de chocolate teste triangular simples
Centro de Ciências Agrárias - CECA / Universidade Federal de Alagoas - UFAL
 
Uma análise sobre o ciclo pdca como um método para solução de problemas da qu...
Uma análise sobre o ciclo pdca como um método para solução de problemas da qu...Uma análise sobre o ciclo pdca como um método para solução de problemas da qu...
Uma análise sobre o ciclo pdca como um método para solução de problemas da qu...
Centro de Ciências Agrárias - CECA / Universidade Federal de Alagoas - UFAL
 
Laranja beterraba - cajá, da matéria-prima ao produto final
Laranja   beterraba - cajá, da matéria-prima ao produto finalLaranja   beterraba - cajá, da matéria-prima ao produto final
Laranja beterraba - cajá, da matéria-prima ao produto final
Centro de Ciências Agrárias - CECA / Universidade Federal de Alagoas - UFAL
 
Higiene e Sanitização na Industria de Alimentos
Higiene e Sanitização na Industria de AlimentosHigiene e Sanitização na Industria de Alimentos
Descarte de resíduos
Descarte de resíduosDescarte de resíduos
Composição química e contração muscular da carne
Composição química e contração muscular da carneComposição química e contração muscular da carne
Composição química e contração muscular da carne
Centro de Ciências Agrárias - CECA / Universidade Federal de Alagoas - UFAL
 
Sistemas anaeróbios
Sistemas anaeróbiosSistemas anaeróbios
Tratamento de resíduos farmacêuticos
Tratamento de resíduos farmacêuticosTratamento de resíduos farmacêuticos
Umidade e sólidos totais
Umidade e sólidos totaisUmidade e sólidos totais
Propriedades coligativas; tonoscopia - físico-química
Propriedades coligativas; tonoscopia - físico-químicaPropriedades coligativas; tonoscopia - físico-química
Propriedades coligativas; tonoscopia - físico-química
Centro de Ciências Agrárias - CECA / Universidade Federal de Alagoas - UFAL
 
Reação de produção de ácido acético a partir do etanol - Química Orgânica I
Reação de produção de ácido acético a partir do etanol - Química Orgânica IReação de produção de ácido acético a partir do etanol - Química Orgânica I
Reação de produção de ácido acético a partir do etanol - Química Orgânica I
Centro de Ciências Agrárias - CECA / Universidade Federal de Alagoas - UFAL
 
Processamento e secagem do leite - Físico-química
Processamento e secagem do leite - Físico-químicaProcessamento e secagem do leite - Físico-química
Processamento e secagem do leite - Físico-química
Centro de Ciências Agrárias - CECA / Universidade Federal de Alagoas - UFAL
 

Mais de Centro de Ciências Agrárias - CECA / Universidade Federal de Alagoas - UFAL (20)

BIOLOGIA E COMPORTAMENTO DO Rhynchophorus palmarum 
BIOLOGIA E COMPORTAMENTO DO Rhynchophorus palmarum BIOLOGIA E COMPORTAMENTO DO Rhynchophorus palmarum 
BIOLOGIA E COMPORTAMENTO DO Rhynchophorus palmarum 
 
ESTRESSE POR CHOQUE TÉRMICO
ESTRESSE POR  CHOQUE TÉRMICOESTRESSE POR  CHOQUE TÉRMICO
ESTRESSE POR CHOQUE TÉRMICO
 
ACLIMATIZACÃO DE MICROPLANTAS
ACLIMATIZACÃO DE MICROPLANTASACLIMATIZACÃO DE MICROPLANTAS
ACLIMATIZACÃO DE MICROPLANTAS
 
PROJETO DE PESQUISA DE MESTRADO
PROJETO DE PESQUISA DE MESTRADOPROJETO DE PESQUISA DE MESTRADO
PROJETO DE PESQUISA DE MESTRADO
 
TIPOS DE ÓVULOS E MORFOLOGIA DA SEMENTE
TIPOS DE ÓVULOS E MORFOLOGIA DA SEMENTETIPOS DE ÓVULOS E MORFOLOGIA DA SEMENTE
TIPOS DE ÓVULOS E MORFOLOGIA DA SEMENTE
 
Viabilidade de sementes de Libidibia ferrea (Mart. ex Tul.) L.P. Queiroz var....
Viabilidade de sementes de Libidibia ferrea (Mart. ex Tul.) L.P. Queiroz var....Viabilidade de sementes de Libidibia ferrea (Mart. ex Tul.) L.P. Queiroz var....
Viabilidade de sementes de Libidibia ferrea (Mart. ex Tul.) L.P. Queiroz var....
 
Estresse Térmico
Estresse TérmicoEstresse Térmico
Estresse Térmico
 
Fitohormônios - Estrigolactonas
Fitohormônios - EstrigolactonasFitohormônios - Estrigolactonas
Fitohormônios - Estrigolactonas
 
Análise sensorial de chocolate teste triangular simples
Análise sensorial de chocolate   teste triangular simplesAnálise sensorial de chocolate   teste triangular simples
Análise sensorial de chocolate teste triangular simples
 
Uma análise sobre o ciclo pdca como um método para solução de problemas da qu...
Uma análise sobre o ciclo pdca como um método para solução de problemas da qu...Uma análise sobre o ciclo pdca como um método para solução de problemas da qu...
Uma análise sobre o ciclo pdca como um método para solução de problemas da qu...
 
Laranja beterraba - cajá, da matéria-prima ao produto final
Laranja   beterraba - cajá, da matéria-prima ao produto finalLaranja   beterraba - cajá, da matéria-prima ao produto final
Laranja beterraba - cajá, da matéria-prima ao produto final
 
Higiene e Sanitização na Industria de Alimentos
Higiene e Sanitização na Industria de AlimentosHigiene e Sanitização na Industria de Alimentos
Higiene e Sanitização na Industria de Alimentos
 
Descarte de resíduos
Descarte de resíduosDescarte de resíduos
Descarte de resíduos
 
Composição química e contração muscular da carne
Composição química e contração muscular da carneComposição química e contração muscular da carne
Composição química e contração muscular da carne
 
Sistemas anaeróbios
Sistemas anaeróbiosSistemas anaeróbios
Sistemas anaeróbios
 
Tratamento de resíduos farmacêuticos
Tratamento de resíduos farmacêuticosTratamento de resíduos farmacêuticos
Tratamento de resíduos farmacêuticos
 
Umidade e sólidos totais
Umidade e sólidos totaisUmidade e sólidos totais
Umidade e sólidos totais
 
Propriedades coligativas; tonoscopia - físico-química
Propriedades coligativas; tonoscopia - físico-químicaPropriedades coligativas; tonoscopia - físico-química
Propriedades coligativas; tonoscopia - físico-química
 
Reação de produção de ácido acético a partir do etanol - Química Orgânica I
Reação de produção de ácido acético a partir do etanol - Química Orgânica IReação de produção de ácido acético a partir do etanol - Química Orgânica I
Reação de produção de ácido acético a partir do etanol - Química Orgânica I
 
Processamento e secagem do leite - Físico-química
Processamento e secagem do leite - Físico-químicaProcessamento e secagem do leite - Físico-química
Processamento e secagem do leite - Físico-química
 

COMPOSICAO QUIMICA DA SEMENTE

  • 1. UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM AGRONOMIA “PRODUÇÃO VEGETAL”
  • 2. Acadêmico: CRISTIAN BERNARDO Professor: Dr. JOÃO CORREIA Rio Largo/AL, quarta-feira, 3 de agosto de 2022 PRODUÇÃO E ANÁLISE DE SEMENTES COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA SEMENTE H2O C N P K+
  • 3. QUAL É A FUNÇÃO DA SEMENTE?
  • 4. divisões diferenciação COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA SEMENTE Durante o desenvolvimento do embrião... NÚCLEOS POLARES ENDOSPERMA (ALBÚMEN) Acompanhadas ou não pela formação de paredes celulares, formando uma massa celular que pode preencher todo o espaço não ocupado pelo embrião Função: Fornecer proteção e suporte nutritivo para o desenvolvimento do embrião ou para a germinação; Garantir a sobrevivência da própria semente e da futura planta no processo de germinação. Inclui a deposição de reservas provenientes da transferência de MS da planta-mãe para a semente em desenvolvimento
  • 5. COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA SEMENTE Quanto ao tecido de reserva: 1. Sementes Endospérmicas ou Albuminosas: Em sementes maduras, as reservas armazenadas durante a maturação destinam-se à nutrição do embrião durante a germinação. Ex.: Gramíneas, mamona, seringueira, tomate, café, beterraba, cebola. TECIDO DE RESERVA GERMINAÇÃO
  • 6. COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA SEMENTE Quanto ao tecido de reserva: 2. Sementes Exalbuminosas ou Sem Endosperma: Endosperma consumido durante a formação do embrião. A reserva é armazenada nos cotilédones. Ex.: Maioria das Eudicotiledôneas → Leguminosas. TECIDO DE RESERVA DESENVOLVIMENTO DO EMBRIÃO
  • 7. PARTES CONSTITUINTES DA SEMENTE Algumas reservas podem ser encontradas em diferentes tecidos da semente. endosperma embrião embrião endosperma perisperma cotilédone Mamona Beterraba Feijão Diferentes reservas coexistem num mesmo tecido. Pimenta do Reino
  • 8. A habilidade de armazenar substâncias nutritivas torna a semente valiosa para a humanidade como alimento. Estudo de desenvolvimento das sementes, reunindo conhecimentos para aprimorar a Tecnologia de Sementes. ESTUDO DA COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA SEMENTE
  • 9. Carboidratos Proteínas Lipídeos Sais Os componentes químicos da semente não diferem qualitativamente dos constituintes encontrados em outras partes da planta, entretanto a diferença é quantitativa para alguns. Vitaminas COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA SEMENTE BIO NOVAS PESQUISAS A indústria tem dado atenção a composição química devido as novas possibilidades.
  • 10. VARIAÇÕES DA COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA SEMENTE A composição química das sementes varia entre espécies e dentro de espécies (cultivares) e até dentro da mesma cultivar (posição em relação ao fruto ou inflorescência) • É controlada geneticamente – Melhoramento genético; • Influenciada pelo ambiente – Condições climáticas; – Nutrição mineral; – Disponibilidade hídrica. Manejo
  • 11. EFEITOS DO AMBIENTE • Fertilidade do solo “Principio da Compensação” – Tamanho, peso e quantidade de sementes. • Disponibilidade de água ˅ Durante o florescimento e enchimento a semente diminui de tamanho; Desenvolvimento inicial da planta > Diminui o número de sementes. ˄ Reduz o teor de proteínas e N (cereais); Pode haver elevação dos teores de P, Ca e Mg (menos solúveis em água) • Temperatura – Altas temperaturas durante o enchimento da semente tende a reduzir o tamanho e a germinação. • Luz – Geralmente redução de luz resulta em sementes menores. • Posição na semente – Relacionados ao efeito de fonte de afundamento e à concorrência para limitar a fotossíntese.
  • 12. EFEITOS DO AMBIENTE • Manejo “Principio da Compensação” – Época de semeadura, espaçamento, população por unidade. Competição pode influenciar nas reservas das sementes. • Umidade Relativa “Ponto de Equilíbrio Higroscópico” ˅ Lipídios > Grau de umidade inferior. ˄ Lipídios > Grau de umidade superior. • Idade “Deterioração” – Mudança gradativa, em intensidade variável à medida que progride a deterioração. • Estádio de Maturação “Acumulo de Reservas” – Época de colheita adequada pode possibilitar sementes mais vigorosas, com elevado potencial de conservação.
  • 13. POSIÇÃO DA SEMENTE EM RELAÇÃO À INFLORESCÊNCIA OU AO FRUTO Maiores teores de óleo e proteínas Menores teores de óleo e proteínas (má formação)
  • 14. O descarregamento do floema ocorre através da testa e os solutos são então transportados através do apoplasto. O floema termina na casca, onde ocorre o descarregamento dos solutos (p.ex. sacarose). Os solutos então se movem através do apoplasto até o saco embrionário e são reabsorvidos pelas células do endosperma. RELAÇÃO FONTE-DRENO
  • 15. COMPOSIÇÃO DE DIFERENTES RESERVAS Reserva Semente Endosperma Embrião Pericarpo-Testa Amido 74% 87,8% 9,0% 7,0% Açúcares 1,8% 0,8% 10,4% 0,5% Lipídeos 3,9% 0,8% 31,1% 1,2% Proteínas 8,2% 7,2% 18,9% 3,8% Cinzas 1,5% 0,5% 11,3% 1,0% Semente de milho
  • 16. COMPOSIÇÃO DE DIFERENTES SEMENTES POR ESPÉCIE Espécie Proteínas Lipídeos Carboidratos Estrutura Algodão 39% 33% 15% Embrião Amendoim 31% 48% 12% Embrião Arroz 8% 2% 65% Endosperma Cevada 12% 3% 76% Endosperma Dendê 9% 49% 28% Endosperma Feijão 23% 1% 56% Embrião Girassol 17% 46% 19% Embrião Mamona 18% 64% <1% Endosperma Milho 10% 5% 80% Endosperma Soja 37% 17% 26% Embrião
  • 17. CLASSIFICAÇÃO (RESERVA) Amiláceas A principal reserva é o amido Trigo Arroz Aveia Cevada
  • 20. CLASSIFICAÇÃO (RESERVA) Aleuro-oleaginosa Algodão Soja Armazenam lipídeos e proteínas Poucos são os casos de sementes que apresentam proteínas como principal componente
  • 22. CARBOIDRATOS/ HIDRATOS DE CARBONO / GLUCÍDIOS (CH20)n Carboidratos Monossacarídeos Oligossacarídeos Polissacarídeos Sacarose Glicose Frutose Galactose Lactose Maltose Estaquiose Rafinose Amido Celulose Hemicelulose ERO Proteínas LEA Mais comuns e mais importante - Usados na construção de RNA e DNA 2-10 C Milho doce e certos cvs. de ervilhas
  • 23. AMIDO Metabolicamente inativo Endosperma vítreo e farináceo Semente de milho Semente de pau-Brasil Amiloplasto 20-25% amilose e 50-75% amilopectina Hidrolisadas pela α & β amilase Alteração no formato indica deterioração
  • 24. ANABOLISMO DO AMIDO 0,2-1k Un. de glicose 20-25 Un. de glicose
  • 25. CELULOSE Polímero da glicose/ Fibra Bruta A maior % de fibra em uma semente encontra-se no tegumento. Embrião e endosperma são pobres em fibras. Principal constituinte da parede celular (Tegumento)
  • 26. HEMICELULOSE Segunda forma mais importante de polissacarídeo Encontra-se na reserva da parede celular; Sua presença torna duro o endosperma de algumas espécies (Palmeira Jarina, Tamareira...) Mananos Xiloglucanos Galactanos Classificação
  • 27. MANANOS Conferem resistência mecânica Restrição para a protrusão da raiz primária; Redução da velocidade de germinação; Atuam como reserva. Café Tremoço Gergelim Tomate Aipo Alface
  • 28. LIPÍDEOS/ TRIGLICERÍDEOS Ésteres de ácidos graxos e glicerol • Glicerídeo: Se H3C-OH for o glicerol: - Triaciglicerídeo: Óleos e Gorduras • Cerídeo: Outro H3C-OH de cadeia aberta: - Ceras • Esteróide: H3C-OH de cadeia fechada: - Hormônios • Simples: Por hidrolise dão origem somente ao glicerol e ao ácido graxo: Óleos e ceras. • Compostos: Contém grupos químicos adicionais: Fosfolipídios • Derivados: Originado de simples ou compostos: Colesterol Principais tipos de lipídeos Classificação baseado na composição
  • 29. LIPÍDEOS/ TRIGLICERÍDEOS Ésteres de ácidos graxos e glicerol • Glicerídeo: Se H3C-OH for o glicerol: - Triaciglicerídeo: Óleos (Reserva) • Cerídeo: Outro H3C-OH de cadeia aberta: - Ceras (Controla a desidratação) • Esteróide: H3C-OH de cadeia fechada: - Hormônios (Regulador) Fosfolipídios Constituintes essenciais do sistema de membranas celulares Afeta a germinação, dormência, vigor, tolerância a dessecação e condicionamento fisiológico
  • 30. ANABOLISMO DOS LIPÍDEOS Ácido Graxo Glicerol Triglicerídeo Fonte de Energia Hidrolisados por Lipases
  • 31. Semente de Colza FORMAÇÃO DE UM CORPO LIPÍDICO esferossomos Cospúsculo de óleo
  • 32. COMPOSIÇÃO DE ÁCÍDOS GRAXOS MAJORITÁRIOS EM SEMENTES Espécie Palmítico Esteárico Oleico Linoleico Linolenico Girassol 6% 4% 26% 64% <1% Milho 12% 2% 24% 61% <1% Soja 11% 3% 22% 54% 8% Canola 5% 2% 55% 25% 12% Algodão 27% 3% 17% 52% <1% Amendoim 12% 2% 50% 31% <1% Girassol 49% 4% 36% 10% <1% Dendê - - - 77% 17% Linho 29% 13% 43% 10% 0,5%
  • 33. Teor de óleo da semente de soja durante os períodos de enchimento da vagem (temperatura noturna foi de ~18oC em todos os casos). Híbridos Época Óleo (%) Contisol Verão 34,1 Outono 38,2 C-33 Verão 37,3 Outono 44,8 DK 170 Verão 38,2 Outono 43,4 DK 180 Verão 42,2 Outono 40,7 Teor de óleo de alguns híbridos de girassol em duas estações de cultivo. ALTERAÇÕES NO CONTEÚDO DE ÓLEO EM RELAÇÃO A TEMPERATURA
  • 34. Aminoácido Alanina [ala] Primária LINEAR Secundária HELICOIDAL Terciária TRIDIMENCIONAL PROTEÍNAS Polipeptídios de cadeia longa NH2 R H – C – COOH – – Estrutura das proteínas Função estrutural, enzimática, nutritiva, transporte, reguladora e de defesa. CH3 Grupo amina Ácido carboxílico Radical Ligação peptídica Depois da água, é a mais importante para a vida.
  • 35. PROTEÍNAS Metabolicamente inativas Espécie Albuminas Globulinas Glutelinas Prolaminas Arroz 5% 10% 80% 5% Aveia 11% 9% 24% 56% Cevada 13% 12% 23% 52% Milho 4% 2% 39% 55% Sorgo 6% 10% 38% 46% Trigo 9% 5% 46% 40% Utilizados para a formação de novos tecidos nos pontos de crescimento do embrião (grãos de aleurona)
  • 36. PROTEÍNAS Metabolicamente ativas Nucleoproteínas (Ácidos nucléicos) Enzima Substratos Enzima-substrato Enzima Produtos Biocatalizadores (Enzimas hidrolíticas e desmolíticas) DNA Proteína mRNA Transcrição Tradução Sítio ativo
  • 37. PROTEÍNAS Metabolicamente ativas Proteínas LEA (Late Abundante Embryogenesis) • São hidrofílicas e termoestáveis podendo atuar como sequestradora de íons. • Resistente a desnaturação em altas temperaturas. • Mantém a conformação das proteínas e/ou estabilidade das membranas durante a desidratação. Conteúdo de Água
  • 38. ÁCIDO FÍTICO/ FITINA Fonte de fosfato e íons minerais • Ácido orgânico que contem fósforo, presente nos vegetais, principalmente em sementes e fibras • 50 – 80 % de todo o P na semente está na forma de fitato. • Associado com corpos proteicos da camada aleurona nos cereais.
  • 39. ÁCIDO FÍTICO/ FITINA Fonte de fosfato e íons minerais • Composto reserva para fosfato, K, Mg, Ca, Fe, Mn. • Controla o balanço fisiológico do P no desenvolvimento da semente e no estabelecimento de plântulas. • Importante para adaptação da planta ao meio ambiente.
  • 40. OUTROS COMPONENTES • Reguladores de crescimento - Produzidos pela própria planta e translocada até a semente. Promovem, inibem ou modificam processos fisiológicos e auxilia na germinação e desenvolvimento. • Vitaminas - Todas as vitaminas e precursores são sintetizados pela planta e suas funções ainda são bastantes desconhecidas. • Compostos fenólicos, Taninos & Alcaloides Atuam na manutenção do estado de dormência; Protege a semente contra a luz e atrasa a decomposição de sementes no solo; Defende a semente dos ataques do predador, tornando-os menos digeríveis e restringe a germinação limitando o fluxo de gás;
  • 41. O conhecimento sobre a composição química da semente é essencial por diversas razões: [A] As sementes são fonte básica de alimento para o Homem e outros animais; [B] São uma importante fonte de substâncias terapêuticas; [C] Possuem inúmeros metabolitos que afetam a nutrição humana e animal; [D] E elas contêm reservas nutritivas e de crescimento que influenciam a germinação da semente e o vigor da plântula, armazenamento da semente e longevidade; [E] Assim como diversos usos na indústria e na agricultura. CONSIDERAÇÕES FINAIS
  • 42. [F] Para garantir a boa formação da semente é necessário o acúmulo de quantidade suficiente de reserva; [G] De modo geral, sementes bem formadas são mais vigorosas e tem maior potencial de armazenamento; [H] Condições adversas durante a formação de sementes podem comprometer a qualidade do lote. CONSIDERAÇÕES FINAIS
  • 43. Principais referências consultadas: [1] Júlio Marcos Filho. Fisiologia de Sementes de Plantas Cultivadas – Piracicaba. Fealq. v. 12, 495 p., 2005; [2] Nelson Moreira de Carvalho & João Nakagawa. Sementes: Ciência, Tecnologia e Produção – Jaboticabal. Funep. 4 ed., 588 p., 2000; [3] Larry O. Copeland & Miller B. McDonald. Principles of Seed Science & Technology – New York. Springer Sci. + Bss. media, LLC. 3rd ed., 1999. REFERÊNCIAS
  • 44. P N OBRIGADO!! K UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM AGRONOMIA “PRODUÇÃO VEGETAL”
  • 45. UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM AGRONOMIA “PRODUÇÃO VEGETAL”