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REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 
1 
Volume 15 - Número 2 - 2º Semestre 2015 
SCREENING FITOQUÍMICO E AVALIAÇÃO DA ATIVIDADE TÓXICA SOBRE Artemia 
salina DAS FOLHAS DE Vismia guianensis (AUBL.) PERS. HIPERIACACEAE. 
Suelen da Silva Santos1; Sheylla Susan Moreira da Silva de Almeida2 
RESUMO 
Esta pesquisa objetivou realizar a caracterização fitoquímica preliminar e avaliação da atividade citotóxica em 
Artemia salina Leach. (Artemiidae) das folhas da espécie Vismia guianensis (Aubl.), conhecida como lacre, 
utilizada na medicinal tradicional para o tratamento, em especial, de dermatoses. A triagem fitoquímica foi 
realizada através de reações químicas de caráter qualitativo, os testes foram realizados para ácidos orgânicos, 
fenóis, taninos, alcalóides, depsídeos, depsidonas, flavonóides, esteróides, triterpenoides, resinas, 
antraquinonas, polissacarídeos, açúcares redutores e saponinas espumídicas. A avaliação da atividade de 
citotoxicidade em A. salina L. foi realizada pelo método tradicional descrito pela literatura, com algumas 
modificações, usando concentrações de 50, 100, 250, 500, 750 e 1000 μg.mL-1. O resultado da triagem 
fitoquímica demonstrou positividade para ácidos orgânicos, fenóis, taninos, depsídeos, depsidona e saponinas 
espumídicas. Na avaliação da análise de toxicidade em A. salina L. foi possível verificar que o extrato 
apresenta um moderado grau de toxicidade, possuindo CL50=266 μg.mL-1, podendo esta atividade estar 
relacionada à presença de saponinas. Os resultados demonstram a atuação do extrato como agente tóxico, 
sendo o uso popular justificado, parcialmente, pela presença de fenóis, taninos, depsídeos e depsidonas. Assim, 
novos estudos devem ser realizados no intuito de isolar as substâncias bioativas e elucidação da atividade 
biológica. 
Palavras-chave: Lacre, Vismia guianensis, Artemia salina L., triagem fitoquímica. 
PHYTOCHEMICAL SCREENING AND EVALUATION OF THE TOXIC ACTIVITY 
AGAINST Artemia salina LEAVES Vismia guianensis (AUBL.) PERS. HIPERIACACEAE. 
ABSTRACT 
This study aimed to perform the preliminary phytochemical characterization and evaluate the cytotoxic activity 
in Artemia salina Leach. (Artemiidae) of the leaves of the species Vismia guianensis (Aubl.), known as “lacre” 
and used in traditional medicine for treatment in particular of dermatoses. Phytochemical screening was 
performed by chemical qualitative, tests conducted to organic acids, phenols, tannins, alkaloids, depsides, 
depsidonas, flavonoids, steroids, triterpenoides, resins, anthraquinones, polysaccharides, sugars and foaming 
saponins. The evaluation of cytotoxic activity in A. salina L. was made by the traditional method described in 
the literature with some modifications, using concentrations of 50, 100, 250, 500, 750 and 1000 μg.mL-1. The 
result of the phytochemical screening showed positivity for organic acids, phenols, tannins, depsides, 
depsidones and foaming saponins. In evaluating the cytotoxicity in A. salina L. we found that the extract had 
a moderate degree of toxicity, having LC50=266 μg.mL-1, which may be related to the presence of saponins. 
The results demonstrate the performance of the extract as a toxic agent, with the popular use justified, in part, 
by the presence of phenols, tannins, depsides and depsidones. Thus, further studies should be undertaken in 
order to isolate the bioactive substances and elucidate the biological activity. 
Keywords: “Lacre”, Vismia guianensis, Artemia salina L., phytochemical screening.
2 
INTRODUÇÃO 
Desde os primórdios, o homem buscou na 
natureza os recursos necessários para a sua 
sobrevivência, utilizando as plantas na proteção 
contra pragas, alimentação e na cura de 
enfermidades (OLIVEIRA, 2009; PEREIRA; 
CARDOSO, 2012). Assim, o uso terapêutico das 
plantas medicinais na saúde humana difundiu-se 
ao longo dos tempos envolvendo cultura e saúde, 
uma vez que esses aspectos não ocorrem de 
maneira isolada, mas inseridos em um contexto 
histórico previamente determinado (ALVIM et 
al., 2006; OTTOBELLI et al., 2011), passando 
este conhecimento às gerações, não se 
dissociando dos mitos e rituais que são parte 
integrante deste processo (AGUIAR; BARROS, 
2012). 
As espécies da família Hyperiacaceae, 
também conhecida como Clusiaceae (Lindl.) são 
amplamente difundidas devido à capacidade de 
biossíntese de compostos polifenóis, o que 
contribui para que grande parte de suas espécies 
apresente atividade antifúngica, antimalárica, 
citotóxica e propriedades antioxidantes 
(LAVAUD et al., 2012), compreendendo 
aproximadamente 1370 espécies, distribuídas em 
45 gêneros (OLIVEIRA, 2009) com ocorrência 
em especial nas regiões tropicais do globo 
(OLIVEIRA, 2009; LAVAUD et al., 2012), em 
que se destaca o interesse econômico pela 
produção de frutos comestíveis, madeiras, 
derivados químicos de interesse farmacêutico, 
tintas, gomas, pigmentos, óleos essenciais e 
resina (OLIVEIRA, 2009; CAMELO, 2010). 
O gênero Vismia compreende 52 
espécies, sendo as antraquinonas os metabólitos 
típicos, apresentando propriedades laxativas e 
também consideradas corantes naturais 
(MULLER et al., 2013). Muitas espécies têm 
sido utilizadas na medicina tradicional para o 
tratamento de algumas doenças, em particular o 
uso do látex de coloração avermelhada, utilizado 
para tratar feridas infectadas e úlceras, doenças 
fúngicas da pele, herpes nos lábios, como 
purgante e febrífugo, entre outros (ÁLVAREZ et 
al., 2008; CAMELO, 2010). 
Destaca-se no gênero a espécie Vismia 
guianensis A., conhecida popularmente como 
lacre, árvore da febre, goma-lacre, pau-de-lacre 
(MOURÃO; BELTRATE, 2001; OLIVEIRA, 
2008; CAMELO, 2010), utilizada 
principalmente no tratamento de dermatoses, em 
especial impinges e micoses (FENNER et al., 
2006), apresentando-se como um potente 
laxativo (OLIVEIRA, 2009; CAMELO, 2010), 
além de suas folhas serem empregadas como 
tônico (SEO et al., 2000), possuem propriedades 
antipiréticas e anti-reumáticas (MONACELLI et 
al., 1999; OLIVEIRA, 2009; CAMELO, 2010). 
Estudos fitoquímicos evidenciam a presença de 
açúcares redutores, catequinas, esteroides e 
tritepernoides, alcaloides, depsídeos e 
depsidonas (CAMELO, 2010), saponinas 
espumídicas, taninos (OLIVEIRA, 2009; 
CAMELO, 2010) antraquinonas e flavonoides 
(OLIVEIRA, 2009). 
Deste modo, o objetivo deste estudo foi 
de realizar a prospecção fitoquímica preliminar 
das folhas de V. guianensis A., com a finalidade 
de identificar de forma qualitativa as classes de 
metabólitos secundários presente na espécie 
responsáveis pela atividade alegada pela 
população, bem como avaliar a atividade 
citotóxica em modelo experimental utilizado 
Artemia Salina L., sendo que este método 
demostra-se eficaz na determinação da 
concentração letal (CL50). 
MATERIAL E MÉTODO 
Coleta e identificação do Material vegetal 
A coleta do material vegetal foi realizada 
em área de mata fechada localizada no bairro 
Brasil Novo, BR 156, zona norte do município de 
Macapá-AP. A identificação botânica foi 
efetuada pela Curadora do Herbário da 
Universidade Federal do Amapá Profa. Dra. 
Wegliane Campelo da Silva Aparício e uma 
exsicata depositada sobre registro de número 
447. 
Preparo, secagem do material vegetal e 
obtenção do extrato etanólico 
O material vegetal foi separado obtendo-se 
apenas as folhas da espécie que passaram por 
um processo de lavagem em água corrente para a 
retirada de resíduos, posteriormente foi seco em 
bancada e em estufa à 45°C por 3 dias. O material 
seco foi triturado obtendo o pó das folhas da 
espécie V. guianensis A., estes que foram
3 
utilizados para a obtenção do extrato, através de 
extração à quente sob-refluxo em sistema 
fechado utilizando com solvente etanol. O 
extrato etanólico foi filtrado e concentrado em 
evaporador rotativo, obtendo-se o extrato bruto 
etanólico da espécie que foi seco em capela de 
exaustão. 
Análise fitoquímica preliminar 
A triagem fitoquímica foi realizada com 
o extrato bruto etanólico seco, utilizando as 
metodologias descritas por Barbosa et al. (2004), 
por métodos de reações químicas, identificando a 
presença do metabólico por meio do 
aparecimento de precipitados e/ou mudança de 
coloração. A identificação qualitativa foi 
realizada para os seguintes grupos de metabólitos 
secundários: ácidos orgânicos, fenóis, taninos, 
alcaloides, depsídeos, depsidonas, flavonóides, 
esteroides, triterpernoides, resinas, 
antraquinonas, polissacarídeos, açúcares 
redutores e saponinas espumídicas. 
Toxicidade em Artemia salina L. 
A análise de toxicidade em A. salina L. 
foi realizado através das metodologias descritas 
na literatura (LHULLIER et al., 2006; COSTA et 
al., 2009; ARAÚJO et al., 2010; FREITAS et al., 
2011; AMARANTE et al., 2011) com algumas 
adaptações, utilizando concentrações de 50, 100, 
250, 500, 750 e 1000 μg.mL-1, sendo o 
experimento realizado em triplicada. Os ovos de 
A. salina L. foram incubados em solução salina 
por um período de 24 horas sobre iluminação 
artificial, para a obtenção de larvas no estágio 
larval de náuplios (FREITAS et al., 2011). Em 
cada tubo de ensaio foram colocados 10 náuplios 
e testados as diferentes concentrações, após 24 
horas foi feita a contagem de larvas mortas e 
vivas, sendo possível calcular a CL50, 
considerando como altamente tóxico os valores 
de CL50 inferior a 100 μg.mL-1, moderadamente 
tóxico com os valores de CL50 entre 100 μg.mL- 
1 e 500 μg.mL-1, e considerado não tóxicos 
aqueles com valores de CL50 acima de 1000 
μg.mL-1 (FERRAZ FILHA et al., 2012). 
RESULTADOS E DISCUSSÕES 
Os metabólicos secundários são 
substâncias biologicamente ativas presentes nas 
plantas responsáveis pelas atividades 
terapêuticas alegada pela população e 
representam uma fonte rica em pesquisa para o 
desenvolvimento de novos fármacos, sendo 
produzidas a partir de rotas biosintéticas 
diversas, tento como precursores os metabólicos 
primários, estes que são essenciais para as 
funções vitais da planta (POSER; MENTZ, 
2007). Através da triagem fitoquímico, foi 
possível detectar algumas classes de metabólitos 
secundários responsáveis pelas atividades 
terapêuticas alegadas pela população, 
evidenciando reação positiva para a presença de 
saponinas espumídicas, depsídeos e depsidonas, 
fenóis, taninos e ácidos orgânicos. 
As saponinas são glicosídeos de 
esteróides ou terpenos policíclicos, amplamente 
distribuídos na maioria das espécies vegetais e 
constituem um grupo de substâncias 
caracterizada pelas propriedades anfifílicas, 
parte da estrutura com características lipofílica e 
outra hidrofílica (SCHENKEL et al., 2007), 
possuindo grande destaque na indústria, sendo 
utilizada como adjuvante farmacêutico na 
preparação de medicamento, cosméticos e 
reagentes. Nas espécies vegetais as saponinas 
agem protegendo contra os ataques de patógenos, 
tais como fungos, bactérias e vírus, o que 
justifica a alta concentração com que são 
encontradas em diferentes espécies de plantas 
(GUTERRES, 2005). 
A função terapêutica e tóxica das 
saponinas está diretamente ligada a capacidade 
de complexar com esteroides de membrana 
favorecendo assim a destruição, tal ação pode 
estar relacionada a atividade antifúngica da 
espécie, constantemente relatada pela população. 
Além disto, as saponinas apresentam outras 
atividades terapêuticas que incluem: 
expectorante (relacionda a cacapacidade de 
causar irritação da mucosa), antiinflamatória, 
antiviral, hipocolesrolemicca, sedativa, 
aleopatica e inseticida (OLIVEIRA, 2009; 
SCHENKEL et al., 2003; RODRIGUES et al., 
2010). 
Os fenóis são metabólitos secundários 
pertencentes a classe dos compostos fenólicos, 
caracterizada pela presença do anel benzênico e 
por apresentar uma vasta diversidade de 
estruturas, podendo ser formados partir de duas 
rotas biogenéticas distintas, a via do ácido
4 
chiquímico ou do acetato-polimalato. Os 
compostos fenólicos estão amplamente 
distribuídos no reino vegetal e nos 
microrganismos, além disso, fazem parte do 
metabolismo animal (CARVALHO et al., 2007). 
No caso dos animais, os compostos fenólicos são 
adquiridos por meio da alimentação, uma vez que 
não são, a princípio, capazes de sintetiza-los, por 
essa razão a ingestão de insuficiente deste 
composto esta diretamente relacionada a doenças 
crônicas não transmissíveis, pois intervém em 
alvos fisiológicos, atuando principalmente na 
defesa antioxidante, processos inflamatórios e 
mutagênicos (OLIVEIRA; BASTOS, 2011). 
A ação antioxidante relacionada aos 
compostos fenólicos é baseada na capacidade 
que estas substâncias possuem de oxido-redução, 
desempenhando função importante na absorção e 
neutralização de radicais livres, por atuarem 
quelando o oxigênio triplete e singlete ou 
decompondo peróxidos, produzindo uma ação 
protetora sobre os processos oxidativos que 
constantemente ocorrem no organismo e que 
estão relacionadas à uma série de doenças dentre 
as quais destaca-se o câncer, doenças do coração, 
aterosclerose e ao próprio envelhecimento 
(DEGÁSPARI; WASZCZYNSKYJ, 2004). 
Cabe destaque, a atividade 
antimicrobiana frequentemente relatada dos 
compostos fenólicos, no entanto, o mecanismo 
de ação ainda não está totalmente elucidado, 
havendo um consenso de que pode estar 
relacionado a atuação dos compostos fenólicos 
na membrana citoplasmática, o que proporciona 
a mudança da estrutura e função, alterando o 
transporte ativo e coagulando o conteúdo celular 
(ALMEIDA, 2007). 
A reação positiva para a presença de 
taninos na espécie V. guianensis, contribuir 
significante para com a atividade antifúngica 
referido pela população. Os taninos são 
compostos polifenóis com distribuição em 
plantas, alimentos e bebidas, solúveis em água e 
solventes orgânicos polares, tendo como função 
principal a capacidade de precipitar proteínas, 
característica esta responsável pelo sabor 
adstringente de algumas plantas e frutos, sendo a 
base de algumas das propriedades biológicas. 
São empregadas na medicina tradicional contra 
diversas moléstias, tais como diarreia, 
hipertensão arterial, reumatismo, hemorragias, 
feridas, queimaduras, problemas estomacais, 
(azia, náusea, gastrite e úlceras), problemas 
renais, processos inflamatórios em geral, além de 
apresentar ação antifúngica, bactericida, 
antiviral, moluscicida e sequestrador de radicais 
livres (SANTOS; MELLO, 2007). 
Os taninos são comumente descritos 
devido a atividade antimicrobiana, atuando com 
inibidor do crescimento de fungos e bactérias, 
através da inibição de enzimas e/ou complexão 
dos substratos das enzimas, modificação do 
metabolismo celular pela atuação nas membranas 
e complexão dos taninos com íons metálicos, o 
que resulta na diminuição da sua disponibilidade 
para o metabolismo dos microorganismos. A 
capacidade dos taninos de complexarem com 
proteínas e poliscarideos, contribuem ainda para 
com a cura de feridas e queimaduras através da 
formação uma película de polifenóis associados 
a proteínas ou a polissacarídeos sob a qual ocorre 
o processo natural de cura (SANTOS; MELLO, 
2007). 
Os depsídeos e depsidonas fazem parte do 
grupo de compostos fenólicos, e são obtidos a 
partir do acetil-CoA, sendo que essa via é 
responsável por produzir o ácido 
hidroxibenzóico, que dará origem aos depsídeos 
que posteriormente será utilizado na síntese de 
depsidonas (GOMES, 2009). Esses metabólicos 
são conhecidos por possuírem atividade 
antioxidante, antiviral, antitumoral, analgésico e 
antipirético (MACEDO et al., 2007). A atividade 
antiviral demostrada por esses compostos pode 
esta relacionada a capacidade de inibição das 
enzinas dos vírus, responsáveis pela manutenção 
do ciclo viral (NEAMATI et al., 1997). 
Os Ácidos orgânicos são sustâncias com 
grande utilização na indústria de alimentos e 
cosméticos. Nos alimentos são utilizados como 
aditivos atuando na regulação do pH e como 
conservantes devido as suas propriedades 
antioxidante e antimicrobiana. Na indústria de 
cosmético é usado como constituinte de 
composições de cremes de rejuvenescimento 
facial, agindo como esfoliante da pele, 
promovendo sua escamação superficial e 
consequentemente, ativando mecanismos 
biológicos que estimulam a renovação e o 
crescimento celular (FIORUCCI et al., 2002). 
Além disto, aos ácidos orgânicos também 
promovem a inibição do desenvolvimento de
5 
fungos nas matérias-primas e rações e diminuem 
a proliferação de enterobactérias no intestino 
(FARIA et al., 2009). 
Muito embora não se tenha evidenciado a 
presença de flavonóides, alcalóides, 
antraquinonas, esteróides e triterpernóides, 
pesquisas realizadas por Oliveira (2009) e 
Camelo (2010), apontam a presença destas 
substâncias destacando as suas funções e 
contribuição para a ação da espécie na 
terapêutica popular. As diferenças na presença de 
metabólicos podem ser justificadas devido aos 
diversos fatores que influenciam no conteúdo, 
tais como: sazonalidade, ritmo circadiano, 
desenvolvimento, temperatura, disponibilidade 
hídrica, entre outros (GOBBO-NETO; LOPES, 
2007), evidenciando que estes metabólicos 
podem estar presentes na espécie, porém em 
quantidade reduzida, interferindo a identificação 
através do método utilizado. 
Na análise da atividade de toxicidade em 
A. salina L., observou-se que o extrato bruto de 
V. guianensis A. apresenta moderada toxidade 
apresentando CL50=266 μg.mL-1 (FERRAZ 
FILHA et al., 2012). A atividade citotóxica da 
espécie, pode está relacionada em particular, a 
presença de saponinas espumídicas, isto porque 
este metabólico secundário possui característica 
anfipática e assim a capacidade de forma 
complexo com esteróides, proteínas e 
fosfolipídios de membranas, destacando a ação 
sobre as células, alterando a sua permeabilidade, 
ou causando sua destruição (SCHENKEL et al., 
2007). Relacionado com essa ação estão às 
atividades hemolíticas, ictiotóxica e 
molusquicida, frequentemente observadas e 
relatadas (SCHENKEL et al., 2007). Tal relação 
com a atividade tóxica pode ser evidenciada em 
alguns estudos que relatam a ação espermicida 
das saponinas, e que sugere como mecanismo a 
ruptura da membrana plasmática da célula do 
espermatozoide (SCHENKEL et al., 2007). 
Evidências da citotóxicidade foram 
descritas por Salas et al. (2007), relatando que a 
atividade é frequente nas espécies pertencentes 
ao gênero Vismia e que este potencial tem sido 
amplamente estudado contra células 
cancerígenas, obtendo resultados favoráveis no 
diz respeito ao efeito antiproliferativo. De acordo 
com a literatura os resultados obtidos sugerem 
que a espécie Vismia guianensis A. possa 
apresentar atividade antitumoral, 
tripanossomicida, antibacteriano e antifúngico, 
uma vez que extratos com toxicidade para A. 
salina L. apresentam potencial para essas 
atividades (COSTA et al., 2009; LEITE et al., 
2009). 
Esses resultados demonstram o potencial 
da espécie V. guianensis A. como agente tóxico, 
necessitando de estudos mais delineados para 
estabelecimento de tal atividade. Além disto, 
permitir sugerir que a espécie apresente atuação 
sobre dermatoses, ação antirreumático e 
antipirético, pela presença de fenóis, taninos, 
depsídeos e depsidonas, corroborando e 
justificando, parcialmente, o uso popular 
havendo a necessidade de estudos para o 
isolamento de substâncias bioativas e elucidação 
das atividades biológicas. 
AGRADECIMENTOS 
Ao Programa de Educação Tutorial (PET), 
Universidade Federal do Amapá (UNIFAP), 
Ministério da Educação (MEC). 
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Phytochemistry, v. 55, n. 1, p. 35-42, 2000. 
______________________________________ 
1-Graduanda do Curso de Ciências 
Farmacêuticas. Laboratório de Farmacognosia e 
Fitoquímica – Universidade Federal do Amapá – 
Rodovia Juscelino Kubitschek, KM-02. Jardim 
Marco Zero – 68.902-280 – Macapá-AP, Brasil. 
2-Doutora em Química e Produtos Naturais. 
Laboratório de Farmacognosia e Fitoquímica do 
Curso de Ciências Farmacêuticas – Universidade 
Federal do Amapá – Rodovia Juscelino 
Kubitschek, KM-02. Jardim Marco Zero – 
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  • 1. REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 1 Volume 15 - Número 2 - 2º Semestre 2015 SCREENING FITOQUÍMICO E AVALIAÇÃO DA ATIVIDADE TÓXICA SOBRE Artemia salina DAS FOLHAS DE Vismia guianensis (AUBL.) PERS. HIPERIACACEAE. Suelen da Silva Santos1; Sheylla Susan Moreira da Silva de Almeida2 RESUMO Esta pesquisa objetivou realizar a caracterização fitoquímica preliminar e avaliação da atividade citotóxica em Artemia salina Leach. (Artemiidae) das folhas da espécie Vismia guianensis (Aubl.), conhecida como lacre, utilizada na medicinal tradicional para o tratamento, em especial, de dermatoses. A triagem fitoquímica foi realizada através de reações químicas de caráter qualitativo, os testes foram realizados para ácidos orgânicos, fenóis, taninos, alcalóides, depsídeos, depsidonas, flavonóides, esteróides, triterpenoides, resinas, antraquinonas, polissacarídeos, açúcares redutores e saponinas espumídicas. A avaliação da atividade de citotoxicidade em A. salina L. foi realizada pelo método tradicional descrito pela literatura, com algumas modificações, usando concentrações de 50, 100, 250, 500, 750 e 1000 μg.mL-1. O resultado da triagem fitoquímica demonstrou positividade para ácidos orgânicos, fenóis, taninos, depsídeos, depsidona e saponinas espumídicas. Na avaliação da análise de toxicidade em A. salina L. foi possível verificar que o extrato apresenta um moderado grau de toxicidade, possuindo CL50=266 μg.mL-1, podendo esta atividade estar relacionada à presença de saponinas. Os resultados demonstram a atuação do extrato como agente tóxico, sendo o uso popular justificado, parcialmente, pela presença de fenóis, taninos, depsídeos e depsidonas. Assim, novos estudos devem ser realizados no intuito de isolar as substâncias bioativas e elucidação da atividade biológica. Palavras-chave: Lacre, Vismia guianensis, Artemia salina L., triagem fitoquímica. PHYTOCHEMICAL SCREENING AND EVALUATION OF THE TOXIC ACTIVITY AGAINST Artemia salina LEAVES Vismia guianensis (AUBL.) PERS. HIPERIACACEAE. ABSTRACT This study aimed to perform the preliminary phytochemical characterization and evaluate the cytotoxic activity in Artemia salina Leach. (Artemiidae) of the leaves of the species Vismia guianensis (Aubl.), known as “lacre” and used in traditional medicine for treatment in particular of dermatoses. Phytochemical screening was performed by chemical qualitative, tests conducted to organic acids, phenols, tannins, alkaloids, depsides, depsidonas, flavonoids, steroids, triterpenoides, resins, anthraquinones, polysaccharides, sugars and foaming saponins. The evaluation of cytotoxic activity in A. salina L. was made by the traditional method described in the literature with some modifications, using concentrations of 50, 100, 250, 500, 750 and 1000 μg.mL-1. The result of the phytochemical screening showed positivity for organic acids, phenols, tannins, depsides, depsidones and foaming saponins. In evaluating the cytotoxicity in A. salina L. we found that the extract had a moderate degree of toxicity, having LC50=266 μg.mL-1, which may be related to the presence of saponins. The results demonstrate the performance of the extract as a toxic agent, with the popular use justified, in part, by the presence of phenols, tannins, depsides and depsidones. Thus, further studies should be undertaken in order to isolate the bioactive substances and elucidate the biological activity. Keywords: “Lacre”, Vismia guianensis, Artemia salina L., phytochemical screening.
  • 2. 2 INTRODUÇÃO Desde os primórdios, o homem buscou na natureza os recursos necessários para a sua sobrevivência, utilizando as plantas na proteção contra pragas, alimentação e na cura de enfermidades (OLIVEIRA, 2009; PEREIRA; CARDOSO, 2012). Assim, o uso terapêutico das plantas medicinais na saúde humana difundiu-se ao longo dos tempos envolvendo cultura e saúde, uma vez que esses aspectos não ocorrem de maneira isolada, mas inseridos em um contexto histórico previamente determinado (ALVIM et al., 2006; OTTOBELLI et al., 2011), passando este conhecimento às gerações, não se dissociando dos mitos e rituais que são parte integrante deste processo (AGUIAR; BARROS, 2012). As espécies da família Hyperiacaceae, também conhecida como Clusiaceae (Lindl.) são amplamente difundidas devido à capacidade de biossíntese de compostos polifenóis, o que contribui para que grande parte de suas espécies apresente atividade antifúngica, antimalárica, citotóxica e propriedades antioxidantes (LAVAUD et al., 2012), compreendendo aproximadamente 1370 espécies, distribuídas em 45 gêneros (OLIVEIRA, 2009) com ocorrência em especial nas regiões tropicais do globo (OLIVEIRA, 2009; LAVAUD et al., 2012), em que se destaca o interesse econômico pela produção de frutos comestíveis, madeiras, derivados químicos de interesse farmacêutico, tintas, gomas, pigmentos, óleos essenciais e resina (OLIVEIRA, 2009; CAMELO, 2010). O gênero Vismia compreende 52 espécies, sendo as antraquinonas os metabólitos típicos, apresentando propriedades laxativas e também consideradas corantes naturais (MULLER et al., 2013). Muitas espécies têm sido utilizadas na medicina tradicional para o tratamento de algumas doenças, em particular o uso do látex de coloração avermelhada, utilizado para tratar feridas infectadas e úlceras, doenças fúngicas da pele, herpes nos lábios, como purgante e febrífugo, entre outros (ÁLVAREZ et al., 2008; CAMELO, 2010). Destaca-se no gênero a espécie Vismia guianensis A., conhecida popularmente como lacre, árvore da febre, goma-lacre, pau-de-lacre (MOURÃO; BELTRATE, 2001; OLIVEIRA, 2008; CAMELO, 2010), utilizada principalmente no tratamento de dermatoses, em especial impinges e micoses (FENNER et al., 2006), apresentando-se como um potente laxativo (OLIVEIRA, 2009; CAMELO, 2010), além de suas folhas serem empregadas como tônico (SEO et al., 2000), possuem propriedades antipiréticas e anti-reumáticas (MONACELLI et al., 1999; OLIVEIRA, 2009; CAMELO, 2010). Estudos fitoquímicos evidenciam a presença de açúcares redutores, catequinas, esteroides e tritepernoides, alcaloides, depsídeos e depsidonas (CAMELO, 2010), saponinas espumídicas, taninos (OLIVEIRA, 2009; CAMELO, 2010) antraquinonas e flavonoides (OLIVEIRA, 2009). Deste modo, o objetivo deste estudo foi de realizar a prospecção fitoquímica preliminar das folhas de V. guianensis A., com a finalidade de identificar de forma qualitativa as classes de metabólitos secundários presente na espécie responsáveis pela atividade alegada pela população, bem como avaliar a atividade citotóxica em modelo experimental utilizado Artemia Salina L., sendo que este método demostra-se eficaz na determinação da concentração letal (CL50). MATERIAL E MÉTODO Coleta e identificação do Material vegetal A coleta do material vegetal foi realizada em área de mata fechada localizada no bairro Brasil Novo, BR 156, zona norte do município de Macapá-AP. A identificação botânica foi efetuada pela Curadora do Herbário da Universidade Federal do Amapá Profa. Dra. Wegliane Campelo da Silva Aparício e uma exsicata depositada sobre registro de número 447. Preparo, secagem do material vegetal e obtenção do extrato etanólico O material vegetal foi separado obtendo-se apenas as folhas da espécie que passaram por um processo de lavagem em água corrente para a retirada de resíduos, posteriormente foi seco em bancada e em estufa à 45°C por 3 dias. O material seco foi triturado obtendo o pó das folhas da espécie V. guianensis A., estes que foram
  • 3. 3 utilizados para a obtenção do extrato, através de extração à quente sob-refluxo em sistema fechado utilizando com solvente etanol. O extrato etanólico foi filtrado e concentrado em evaporador rotativo, obtendo-se o extrato bruto etanólico da espécie que foi seco em capela de exaustão. Análise fitoquímica preliminar A triagem fitoquímica foi realizada com o extrato bruto etanólico seco, utilizando as metodologias descritas por Barbosa et al. (2004), por métodos de reações químicas, identificando a presença do metabólico por meio do aparecimento de precipitados e/ou mudança de coloração. A identificação qualitativa foi realizada para os seguintes grupos de metabólitos secundários: ácidos orgânicos, fenóis, taninos, alcaloides, depsídeos, depsidonas, flavonóides, esteroides, triterpernoides, resinas, antraquinonas, polissacarídeos, açúcares redutores e saponinas espumídicas. Toxicidade em Artemia salina L. A análise de toxicidade em A. salina L. foi realizado através das metodologias descritas na literatura (LHULLIER et al., 2006; COSTA et al., 2009; ARAÚJO et al., 2010; FREITAS et al., 2011; AMARANTE et al., 2011) com algumas adaptações, utilizando concentrações de 50, 100, 250, 500, 750 e 1000 μg.mL-1, sendo o experimento realizado em triplicada. Os ovos de A. salina L. foram incubados em solução salina por um período de 24 horas sobre iluminação artificial, para a obtenção de larvas no estágio larval de náuplios (FREITAS et al., 2011). Em cada tubo de ensaio foram colocados 10 náuplios e testados as diferentes concentrações, após 24 horas foi feita a contagem de larvas mortas e vivas, sendo possível calcular a CL50, considerando como altamente tóxico os valores de CL50 inferior a 100 μg.mL-1, moderadamente tóxico com os valores de CL50 entre 100 μg.mL- 1 e 500 μg.mL-1, e considerado não tóxicos aqueles com valores de CL50 acima de 1000 μg.mL-1 (FERRAZ FILHA et al., 2012). RESULTADOS E DISCUSSÕES Os metabólicos secundários são substâncias biologicamente ativas presentes nas plantas responsáveis pelas atividades terapêuticas alegada pela população e representam uma fonte rica em pesquisa para o desenvolvimento de novos fármacos, sendo produzidas a partir de rotas biosintéticas diversas, tento como precursores os metabólicos primários, estes que são essenciais para as funções vitais da planta (POSER; MENTZ, 2007). Através da triagem fitoquímico, foi possível detectar algumas classes de metabólitos secundários responsáveis pelas atividades terapêuticas alegadas pela população, evidenciando reação positiva para a presença de saponinas espumídicas, depsídeos e depsidonas, fenóis, taninos e ácidos orgânicos. As saponinas são glicosídeos de esteróides ou terpenos policíclicos, amplamente distribuídos na maioria das espécies vegetais e constituem um grupo de substâncias caracterizada pelas propriedades anfifílicas, parte da estrutura com características lipofílica e outra hidrofílica (SCHENKEL et al., 2007), possuindo grande destaque na indústria, sendo utilizada como adjuvante farmacêutico na preparação de medicamento, cosméticos e reagentes. Nas espécies vegetais as saponinas agem protegendo contra os ataques de patógenos, tais como fungos, bactérias e vírus, o que justifica a alta concentração com que são encontradas em diferentes espécies de plantas (GUTERRES, 2005). A função terapêutica e tóxica das saponinas está diretamente ligada a capacidade de complexar com esteroides de membrana favorecendo assim a destruição, tal ação pode estar relacionada a atividade antifúngica da espécie, constantemente relatada pela população. Além disto, as saponinas apresentam outras atividades terapêuticas que incluem: expectorante (relacionda a cacapacidade de causar irritação da mucosa), antiinflamatória, antiviral, hipocolesrolemicca, sedativa, aleopatica e inseticida (OLIVEIRA, 2009; SCHENKEL et al., 2003; RODRIGUES et al., 2010). Os fenóis são metabólitos secundários pertencentes a classe dos compostos fenólicos, caracterizada pela presença do anel benzênico e por apresentar uma vasta diversidade de estruturas, podendo ser formados partir de duas rotas biogenéticas distintas, a via do ácido
  • 4. 4 chiquímico ou do acetato-polimalato. Os compostos fenólicos estão amplamente distribuídos no reino vegetal e nos microrganismos, além disso, fazem parte do metabolismo animal (CARVALHO et al., 2007). No caso dos animais, os compostos fenólicos são adquiridos por meio da alimentação, uma vez que não são, a princípio, capazes de sintetiza-los, por essa razão a ingestão de insuficiente deste composto esta diretamente relacionada a doenças crônicas não transmissíveis, pois intervém em alvos fisiológicos, atuando principalmente na defesa antioxidante, processos inflamatórios e mutagênicos (OLIVEIRA; BASTOS, 2011). A ação antioxidante relacionada aos compostos fenólicos é baseada na capacidade que estas substâncias possuem de oxido-redução, desempenhando função importante na absorção e neutralização de radicais livres, por atuarem quelando o oxigênio triplete e singlete ou decompondo peróxidos, produzindo uma ação protetora sobre os processos oxidativos que constantemente ocorrem no organismo e que estão relacionadas à uma série de doenças dentre as quais destaca-se o câncer, doenças do coração, aterosclerose e ao próprio envelhecimento (DEGÁSPARI; WASZCZYNSKYJ, 2004). Cabe destaque, a atividade antimicrobiana frequentemente relatada dos compostos fenólicos, no entanto, o mecanismo de ação ainda não está totalmente elucidado, havendo um consenso de que pode estar relacionado a atuação dos compostos fenólicos na membrana citoplasmática, o que proporciona a mudança da estrutura e função, alterando o transporte ativo e coagulando o conteúdo celular (ALMEIDA, 2007). A reação positiva para a presença de taninos na espécie V. guianensis, contribuir significante para com a atividade antifúngica referido pela população. Os taninos são compostos polifenóis com distribuição em plantas, alimentos e bebidas, solúveis em água e solventes orgânicos polares, tendo como função principal a capacidade de precipitar proteínas, característica esta responsável pelo sabor adstringente de algumas plantas e frutos, sendo a base de algumas das propriedades biológicas. São empregadas na medicina tradicional contra diversas moléstias, tais como diarreia, hipertensão arterial, reumatismo, hemorragias, feridas, queimaduras, problemas estomacais, (azia, náusea, gastrite e úlceras), problemas renais, processos inflamatórios em geral, além de apresentar ação antifúngica, bactericida, antiviral, moluscicida e sequestrador de radicais livres (SANTOS; MELLO, 2007). Os taninos são comumente descritos devido a atividade antimicrobiana, atuando com inibidor do crescimento de fungos e bactérias, através da inibição de enzimas e/ou complexão dos substratos das enzimas, modificação do metabolismo celular pela atuação nas membranas e complexão dos taninos com íons metálicos, o que resulta na diminuição da sua disponibilidade para o metabolismo dos microorganismos. A capacidade dos taninos de complexarem com proteínas e poliscarideos, contribuem ainda para com a cura de feridas e queimaduras através da formação uma película de polifenóis associados a proteínas ou a polissacarídeos sob a qual ocorre o processo natural de cura (SANTOS; MELLO, 2007). Os depsídeos e depsidonas fazem parte do grupo de compostos fenólicos, e são obtidos a partir do acetil-CoA, sendo que essa via é responsável por produzir o ácido hidroxibenzóico, que dará origem aos depsídeos que posteriormente será utilizado na síntese de depsidonas (GOMES, 2009). Esses metabólicos são conhecidos por possuírem atividade antioxidante, antiviral, antitumoral, analgésico e antipirético (MACEDO et al., 2007). A atividade antiviral demostrada por esses compostos pode esta relacionada a capacidade de inibição das enzinas dos vírus, responsáveis pela manutenção do ciclo viral (NEAMATI et al., 1997). Os Ácidos orgânicos são sustâncias com grande utilização na indústria de alimentos e cosméticos. Nos alimentos são utilizados como aditivos atuando na regulação do pH e como conservantes devido as suas propriedades antioxidante e antimicrobiana. Na indústria de cosmético é usado como constituinte de composições de cremes de rejuvenescimento facial, agindo como esfoliante da pele, promovendo sua escamação superficial e consequentemente, ativando mecanismos biológicos que estimulam a renovação e o crescimento celular (FIORUCCI et al., 2002). Além disto, aos ácidos orgânicos também promovem a inibição do desenvolvimento de
  • 5. 5 fungos nas matérias-primas e rações e diminuem a proliferação de enterobactérias no intestino (FARIA et al., 2009). Muito embora não se tenha evidenciado a presença de flavonóides, alcalóides, antraquinonas, esteróides e triterpernóides, pesquisas realizadas por Oliveira (2009) e Camelo (2010), apontam a presença destas substâncias destacando as suas funções e contribuição para a ação da espécie na terapêutica popular. As diferenças na presença de metabólicos podem ser justificadas devido aos diversos fatores que influenciam no conteúdo, tais como: sazonalidade, ritmo circadiano, desenvolvimento, temperatura, disponibilidade hídrica, entre outros (GOBBO-NETO; LOPES, 2007), evidenciando que estes metabólicos podem estar presentes na espécie, porém em quantidade reduzida, interferindo a identificação através do método utilizado. Na análise da atividade de toxicidade em A. salina L., observou-se que o extrato bruto de V. guianensis A. apresenta moderada toxidade apresentando CL50=266 μg.mL-1 (FERRAZ FILHA et al., 2012). A atividade citotóxica da espécie, pode está relacionada em particular, a presença de saponinas espumídicas, isto porque este metabólico secundário possui característica anfipática e assim a capacidade de forma complexo com esteróides, proteínas e fosfolipídios de membranas, destacando a ação sobre as células, alterando a sua permeabilidade, ou causando sua destruição (SCHENKEL et al., 2007). Relacionado com essa ação estão às atividades hemolíticas, ictiotóxica e molusquicida, frequentemente observadas e relatadas (SCHENKEL et al., 2007). Tal relação com a atividade tóxica pode ser evidenciada em alguns estudos que relatam a ação espermicida das saponinas, e que sugere como mecanismo a ruptura da membrana plasmática da célula do espermatozoide (SCHENKEL et al., 2007). Evidências da citotóxicidade foram descritas por Salas et al. (2007), relatando que a atividade é frequente nas espécies pertencentes ao gênero Vismia e que este potencial tem sido amplamente estudado contra células cancerígenas, obtendo resultados favoráveis no diz respeito ao efeito antiproliferativo. De acordo com a literatura os resultados obtidos sugerem que a espécie Vismia guianensis A. possa apresentar atividade antitumoral, tripanossomicida, antibacteriano e antifúngico, uma vez que extratos com toxicidade para A. salina L. apresentam potencial para essas atividades (COSTA et al., 2009; LEITE et al., 2009). Esses resultados demonstram o potencial da espécie V. guianensis A. como agente tóxico, necessitando de estudos mais delineados para estabelecimento de tal atividade. Além disto, permitir sugerir que a espécie apresente atuação sobre dermatoses, ação antirreumático e antipirético, pela presença de fenóis, taninos, depsídeos e depsidonas, corroborando e justificando, parcialmente, o uso popular havendo a necessidade de estudos para o isolamento de substâncias bioativas e elucidação das atividades biológicas. AGRADECIMENTOS Ao Programa de Educação Tutorial (PET), Universidade Federal do Amapá (UNIFAP), Ministério da Educação (MEC). REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS AGUIAR, L. C. G. G.; BARROS, R. F. M. Plantas medicinais cultivadas em quintais de comunidades rurais no domínio do cerrado piauiense (Município de Demerval Lobão, Piauí, Brasil). Revista Brasileira de Plantas Medicinais, v. 14, n. 3, p. 419-434, 2012. ALMEIDA, A. A. P. Atividade antimicrobiana de extratos e compostos fenólicos e nitrogenados do café: avaliação in vitro e em modelo alimentar. 2007. 135p. Tese (Doutorado - Ciências de Alimentos) - Programa de Pós- Graduação em Ciências de Alimentos da Faculdade de Farmácia, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, Minas Gerais. ÁLVAREZ, R. E.; et al. Actividad antioxidante y contenido fenólico de los extractos provenientes de las bayas de dos especies del género Vismia (Guttiferae). Vitae, Revista de la Facultad de Química Farmacêutica, v. 15, n. 1, p. 165-172, 2008.
  • 6. 6 ALVIM, N.A.T.; et al. O uso de plantas medicinais como recurso terapêutico: das influências da formação profissional às implicações éticas e legais de sua aplicabilidade como extensão da prática de cuidar realizada pela enfermeira. Revista Latino-americana Enfermagem, v. 14, n. 3, p. 316-323, 2006. AMARANTE, C. B.; et al. Estudo fitoquímico biomonitorado pelos ensaios de toxicidade frente à Artemia salina e de atividade antiplasmódica do caule de aninga (Montrichardia linifera). Acta Amazônica, v. 41, n. 3, p. 431-434, 2011. ARAÚJO, M. G. F.; CUNHA, W. R.; VENEZIANI, R.C.S. Estudo fitoquímico preliminar e bioensaio toxicológico frente a larvas de Artemia salina Leach. de extrato obtido de frutos de Solanum lycocarpum A. St.-Hill (Solanaceae). Revista Ciências Farmacêuticas Básica e Aplicada, v. 31, n. 2, p. 205-209, 2010. BARBOSA, W.L.R.; at al. Manual para análise fitoquímica e cromatográfica de extratos vegetais. Revista Científica da UFPA, v.4, p.1- 19, 2004. CAMELO, S. R. P. Estudos de pré-formulação e formulação de Vismia guianensis (Aubl.) Choisy. 2010. 163p. Dissertação (Mestrado - Área de concentração: Fármacos e Medicamentos) - Instituto de Ciências da Saúde, Universidade Federal do Pará, Belém, Pará. CARVALHO, J. C. T.; GOSMANN, G.; SCHENKEL, E. P. Compostos fenólicos e heterosídicos. In: SIMÕES, C.M.O.; et al. Farmacognosia da planta ao medicamento. 5.(Ed.). Porto Alegre / Florianópolis: Editora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul / Universidade Federal de Santa Catarina, 2007. p.519-535. COSTA, D.A.; et al. First secondary metabolites from Herissantia crispa L (Brizicky) and the toxicity activity against Artemia salina Leach. Química Nova, v.32, n.1, p.48-50, 2009. COSTA, E. S. S.; et al. Estudos farmacognósticos, fitoquímicos, atividade antiplasmódica e toxicidade em Artemia salina de extrato etanólico de folhas de Montrichardia linifera (Arruda) Schott, Araceae. Revista Brasileira de Farmacognosia, v. 19, n. 4, p. 834- 838, 2009. DEGÁSPARI, C.H; WASZCZYNSKYJ, N. Propriedades antioxidantes de compostos fenólicos. Visão Acadêmica, v. 5, n. 1, p. 33-40, 2004. FARIA, D.E.; et al. Alternativas ao uso de antibióticos como promotores de crescimento para frangos de corte: 2. Ácidos Orgânicos e Probióticos. Ciência Animal Brasileira, v. 10, n. 1, p. 29-39, 2009. FENNER, R.; et al. Plantas utilizadas na medicina popular brasileira com potencial atividade antifúngica. Revista Brasileira de Ciências farmacêuticas, v. 42, n. 3, p. 369-394, 2006. FERRAZ-FILHA, Z. S.; et al. Brine shrimp (Artemia salina Leach) bioassay of extracts from Lychnophoriopsis candelabrum and different Lychnophora species. Revista Brasileira de Plantas Medicinais, v. 14, n. 2, p. 358-361, 2012. FREITAS, M. C. R.; et al. Synthesis and structural characterization of a zinc (II) complex of the mycobactericidal drug isoniazid – Toxicity against Artemia salina. Polyhedron, v. 30, n. 11, p. 1922-1926, 2011. FIORUCCI, A. R.; SOARES, M. H. F. B.; CAVALHEIRO, É. T. G. Ácidos Orgânicos: dos Primórdios da Química Experimental à sua Presença em Nosso Cotidiano. Química Nova na Escola, n. 15, p. 6-10, 2002. GOBBO-NETO, L.; LOPES, N. P. Plantas medicinais: fatores de influência no conteúdo de metabólitos secundários. Química Nova, v. 30, n. 2, p. 374-381, 2007. GOMES, T. D. U. H. Prospecção fitoquímica e avaliação dos efeitos biológicos do extrato etanólico das partes aéreas de Pilea microphylla (l.) Liebm. (urticaceae): aspectos tóxico, mutagênico, antimutagênico e antioxidante.
  • 7. 7 2009.70p. Dissertação (Mestrado - Biologia Vegetal) - Programa de Pós-Graduação em Biologia Vegetal, Universidade Federal do Espírito Santo, Vitoria, Espirito Santo. GUTERRES, S. B. Estudo dos extratos dos frutos de Sapindus saponária enriquecidos em saponinas e outros glicosídeos e sua aplicação em eletroforese capilar. 2005. 90p. Dissertação (Mestrado – Ciências: Química Analítica) - Instituto de Química de São Carlos, Universidade de São Paulo, São Carlos, São Paulo. LAVAUD, A.; et al. Paradoxical effects of polyphenolic compounds from Clusiaceae on angiogenesis. Biochemical Pharmacology, v. 83, n. 4, p. 514-523, 2012. LEITE, J. J. G.; et al. Chemical composition, toxicity and larvicidal and antifungal activities of Persea americana (avocado) seed extracts. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, v. 42, n. 2, p. 110-113, 2009. LHULLIER, C.; HORTA, P.A.; FALKENBERG, M. Avaliação de extratos de macroalgas bênticas da litoral catarinense utilizando o teste de letalidade para Artemia salina. Revista Brasileira de Farmacognosia, v. 16, n. 2, p. 158-163, 2006. MACEDO, F. M.; at al. Triagem Fitoquímica do Barbatimão [Stryphnodendron adstringens (Mart) Coville]. Revista Brasileira de Biociências, v. 5, n. 2, p. 1166-1168, 2007. NEAMATI, N.; et al. Depsides and Depsidones as Inhibitors of HIV-1 Integrase: Discovery of Novel Inhibitors through 3D Database Searching. J. Med. Chem., v. 40, n. 6, p. 942-951, 1997. MONACELLI, B.; et al. In vitro plant regeneration of Vismia guianensis through organogenesis. Plant Cell, Tissue and Organ Culture, v. 58, n. 2, p. 81-85, 1999. MOURÃO, K. S. M.; BELTRATI, C. M. Morphology and anatomy of developing fruits and seeds of Vismia guianensis (Aubl.) Choisy (Clusiaceae). Revista Brasileira de Biologia, v. 61, n. 1, p. 147-158, 2001. MULLER, N. G.; et al. Potencialidades fitoquímicas do melão (Cucumis melo L.) na região Noroeste do Rio Grande do Sul – Brasil. Revista Brasileira de Plantas Medicinais, v.15, n.2, p.194-198, 2013. OLIVEIRA, A. H. Atividade antimicrobiana e imunológica in Vitro dos extratos de Senna reticulata (Willd.) Irwin & Barneby (mata-pasto) e Vismia guianensis (Aubl.) (lacre). 2009. 126p. Dissertação (Mestrado - Área de Pesquisa e Desenvolvimento de Fármacos e Medicamentos) - Faculdade de Ciências Farmacêuticas, Universidade Estadual Paulista, Araraquara, São Paulo. OLIVEIRA, D. M.; BASTOS, D. H. M. Biodisponibilidade de ácidos fenólicos. Química Nova, v. 34, n. 6, p. 1051-1056, 2011 OTTOBELLI, I.; et al. Estudo químico de duas plantas medicinais da Amazônia: Philodendron scabrum k. Krause (araceae) e Vatairea guianensis Aubl. (fabaceae). Acta Amazônica, v. 41, n. 3, p. 393-400, 2011. PEREIRA, R. J.; CARDOSO, M. G. Metabólitos secundários vegetais e benefícios antioxidante. Journal of Biotechology and Biodiversity, v. 3, n. 4, p. 146-152, 2012. POSER, G. L.; METNZ, L. A. Diversidade biológica e sistemas de classificação. In: SIMÕES, C.M.O.; et al. Farmacognosia da planta ao medicamento. 5 (Ed.). Porto Alegre / Florianópolis: Editora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul / Universidade Federal de Santa Catarina, 2007. p. 75-90. RODRIGUES, K. A. F.; et al. Prospecção fitoquímica e atividade moluscicida de folhas de Momordica charantia L. Caderno de Pesquisa, v. 17, n. 2, p. 69-76, 2010. SALAS, F.; et al. Toxicidad aguda y actividad analgésica del esxtrato acuoso de hojas de Vismia bacífera L. var. dealbata (Guttiferae) em
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