 Origem elétrica;
 Queda;
 Transporte e com equipamentos;
 Ataques de insetos;
 Riscos Ocupacionais;
 Riscos Ergonômicos;
 Ataque de animais peçonhentos/domésticos.
Riscos de origem elétrica
 Choque elétrico;
 Campo elétrico (estático);
 Campo eletromagnético (dinâmico).
Riscos de queda
As quedas por consequência de choques elétricos, utilização
inadequada de equipamentos de elevação (escadas, cestas,
plataformas), falta ou uso inadequado de EPI, treinamento
dos trabalhadores insuficiente, ausência de delimitação e
sinalização no canteiro de serviço e ataque de insetos.
Riscos no transporte e com equipamentos
Veículos a caminho dos locais de trabalho em campo,
o deslocamento diário dos trabalhadores até os
efetivos pontos de prestação de serviços.
Esses deslocamentos expõem os trabalhadores aos riscos
característicos das vias de transporte.
Riscos de ataques de insetos, animais peçonhentos/domésticos
Na execução de serviços em torres, postes, subestações, usinas,
leitura de medidores, serviços de poda de árvores e outros podem
ocorrer ataques de insetos, tais como abelhas e formigas.
Riscos ocupacionais
Consideram-se riscos ocupacionais, os agentes existentes nos ambientes de
trabalho, capazes de causar danos à saúde do empregado.
Riscos ergonômicos
 Biomecânicos: posturas inadequadas de trabalho, levando a
intensa solicitação muscular, levantamento e transporte de
carga, etc.
 Organizacionais: “pressão psicológica” para atendimento a
emergências ou a situações com períodos de tempo
rigidamente estabelecidos, pressões da população com falta
do fornecimento de energia elétrica.
 Psicossociais: elevada exigência cognitiva necessária ao
exercício das atividades.
 Ambientais: risco ambiental compreende os físicos, químicos
e biológicos; esta terminologia fica inadequada, devem-se
separar os riscos provenientes de causas naturais (raios,
chuva, terremotos, ciclones, ventanias, inundações, etc.)
Risco: capacidade de uma grandeza com potencial para
causar lesões ou danos à saúde das pessoas. Os riscos
podem ser eliminados ou controlados.
Perigo: situação ou condição de risco com iminente
probabilidade de causar lesão física ou dano à saúde das
pessoas por ausência de medidas de controle.
Causa de acidente é a qualificação da ação, frente a um
risco/perigo, que contribuiu para um dano seja pessoal ou
impessoal.
Ex.: A avenida com grande movimento não constitui uma causa
do acidente, porém o ato de atravessá-lá com pressa, pode ser
considerado como uma das causas.
Controle é uma ação que visa eliminar/controlar o risco ou
quando isso não for possível, reduzir a níveis aceitáveis o risco na
execução de uma determinada etapa do trabalho, seja através da
adoção de materiais, ferramentas, equipamentos ou metodologia
apropriada.
Definições
 Alto Risco, risco presente.
 Controle do risco;
 Risco ainda presente.
 Eliminação / controle do
risco,“Risco isolado”.
Risco / Perigo
Controle do Risco
Eliminação do Risco / Perigo
Antes da fase de execução, serão analisados os riscos
potenciais. Este trabalho é realizado através da
Análise Preliminar de Risco – APR, no mínimo, as
seguintes informações:
 Descrição detalhada das etapas dentro de um serviço,
operação ou atividade;
 Identificação dos riscos existentes em cada etapa;
 Medidas de segurança para a realização de todas as etapas
dos serviços, no sentido de reduzir e/ou eliminar riscos
existentes (técnicas de execução, equipamentos a serem
utilizados, EPC, EPI, etc);
 Número de profissionais necessários para a execução dos
serviços com segurança.
 Trata-se de uma técnica de análise prévia de riscos.
 Análise Preliminar de Riscos é uma visão do trabalho a ser
executado, que permite a identificação dos riscos envolvidos
em cada passo da tarefa, ainda propicia condição para evitá-los
ou conviver com eles em segurança.
 Por se tratar de uma técnica aplicável a todas as atividades, a
técnica de Análise Preliminar de Riscos é o fato de promover e
estimular o trabalho em equipe e a responsabilidade solidária.
O objetivo é verificar os itens de segurança antes de iniciar as
atividades, auxiliando na prevenção dos acidentes e no
planejamento das tarefas, enfocando os aspectos de
segurança.
Será preenchido de acordo com as regras de Segurança do
Trabalho. “A Equipe somente iniciará a atividade, após
realizar a identificação de todos os riscos, medidas de
controle e após concluir o respectivo planejamento da
atividade”.
Procedimentos de Trabalho
 Os serviços em instalações elétricas devem ser planejados e realizados
em conformidade com procedimentos de trabalho específicos,
padronizados, com descrição detalhada de cada tarefa, passo a passo,
assinados por profissional que atenda ao que estabelece a NR 10.
 Os serviços em instalações elétricas devem ser precedidos de ordens de
serviço especificas, aprovadas por trabalhador autorizado, contendo, no
mínimo, o tipo, a data, o local e as referências aos procedimentos de
trabalho a serem adotados.
Recomenda-se que todos os trabalhos envolvendo inspeção e
manutenção de equipamentos energizados ou que possuam risco de
serem acionados inadvertidamente devem ser precedidos de análise de
risco antes da emissão da ordem de serviço específica.
É necessário:
Elaborar e implantar procedimentos operacionais (Sequência de
operações a serem desenvolvidas para realização de um determinado
trabalho) contendo passo a passo as instruções e orientações de
segurança no trabalho.
Todos os serviços em instalações elétricas devem ser planejados,
programados e realizados em conformidade com procedimentos de
trabalho específicos e adequados.
Os procedimentos devem ser divulgados, conhecidos, entendidos e
cumpridos por todos os trabalhadores.
Os procedimentos de trabalho devem conter no mínimo:
 Objetivo;
 Campo de aplicação;
 Base técnica;
 Competências e responsabilidades;
 Disposições gerais;
 Medidas de controle; e
 Orientações finais.
É o documento que expressa o planejamento do trabalho repetitivo que
deve ser executado para o alcance das metas.
Contem: lista dos equipamentos; peças e materiais utilizados na tarefa,
instrumentos de medida; padrões da qualidade; descrição das etapas da
tarefa por atividades críticas; condições de fabricação, de operação e
pontos proibidos de cada tarefa; pontos de controle (itens de controle e
características da qualidade) e os métodos de controle; relação de
anomalias passíveis de ação; roteiro de inspeção periódicas dos
equipamentos de produção.
Os procedimentos de trabalho, o treinamento de segurança e saúde e a
autorização devem ter a participação em todo processo de
desenvolvimento do Serviço Especializado de Engenharia de Segurança
e Medicina do Trabalho – SESMT..
A autorização deve estar em conformidade com o treinamento
ministrado.
Descrever de forma detalhada e padronizada todas as operações
necessárias para a realização de uma atividade.
O procedimento deve ser aplicado inclusive numa empresa cujos
colaboradores trabalham em três turnos, pois não há necessidade que os
trabalhadores de um determinado turno extrapolem seu horário para dar
proceguimentos às atividades, basta discriminar em qual etapa a tarefa se
encontra.
A maioria das empresas que empregam este tipo de formulário possuem
um Manual de Procedimentos que é originado a partir do fluxograma da
organização.
Como e quem deve fazer um procedimento
Transcrever as etapas das tarefas rotineiras que todos fazemos para uma
folha de papel, nem sempre é uma tarefa fácil, talvez seja um pouco
cansativo, mas devemos tomar alguns cuidados.
 Nunca copie procedimentos de livros ou de outras organizações,
existem peculiaridades que cada estabelecimento possui, além de fácil
percepção por parte do responsável ou ainda por ação de auditores.
 A pessoa que executa a tarefa é quem mais deve colaborar para o
desenvolvimento do procedimento, ele é o dono do processo. Existe
ainda um caráter psicológico, salientando o funcionário como parte
integrante do Sistema da Qualidade, e as diretrizes desse sistema não
sejam uma imposição apenas da alta administração.
 O funcionário tem que ser treinado, habilitado, qualificado, capacitado
e autorizado para a execução de sua tarefa. Lembre-se: “escreva o que
você faz e faça o que está escrito”.
 Faça constantes análises críticas (pelo menos duas vezes por ano) sobre
a aplicabilidade de seus procedimentos e se os mesmos ainda estão
sendo seguidos.
 A linguagem utilizada no Procedimento deverá estar em consonância
com o grau de instrução das pessoas envolvidas nas tarefas, dê
preferência para uma linguagem simples e objetiva. Nunca esquecer da
especificidade para que não surjam dúvidas.
O conteúdo do procedimento, assim como sua aplicação, deverá ter o
completo entendimento por parte dos funcionários que participem direta
e/ou indireta na qualidade da tarefa.
Pode ocorrer a ingerência de supervisores, coordenadores e diretores.
Neste ponto apresenta-se uma das causas de ineficiência na implantação
de um Sistema da Qualidade, cabendo aos mesmos as responsabilidades
pela revisão e aprovação do procedimento.
Qual a finalidade do procedimento?
Um procedimento tem o objetivo de padronizar e minimizar a ocorrência
de desvios na execução de tarefas fundamentais, para o funcionamento
correto do processo.
A coerência nas atividades permite aos usuários garantir a qualidade,
seja de um turno para outro ou de um dia para outro. Aumentando a
previsibilidade de seus resultados, minimizando as variações de imperícia
e adaptações aleatórias. Independente de falta, ausência parcial ou férias
de um funcionário.

Apresentação4

  • 2.
     Origem elétrica; Queda;  Transporte e com equipamentos;  Ataques de insetos;  Riscos Ocupacionais;  Riscos Ergonômicos;  Ataque de animais peçonhentos/domésticos.
  • 3.
    Riscos de origemelétrica  Choque elétrico;  Campo elétrico (estático);  Campo eletromagnético (dinâmico). Riscos de queda As quedas por consequência de choques elétricos, utilização inadequada de equipamentos de elevação (escadas, cestas, plataformas), falta ou uso inadequado de EPI, treinamento dos trabalhadores insuficiente, ausência de delimitação e sinalização no canteiro de serviço e ataque de insetos.
  • 4.
    Riscos no transportee com equipamentos Veículos a caminho dos locais de trabalho em campo, o deslocamento diário dos trabalhadores até os efetivos pontos de prestação de serviços. Esses deslocamentos expõem os trabalhadores aos riscos característicos das vias de transporte.
  • 5.
    Riscos de ataquesde insetos, animais peçonhentos/domésticos Na execução de serviços em torres, postes, subestações, usinas, leitura de medidores, serviços de poda de árvores e outros podem ocorrer ataques de insetos, tais como abelhas e formigas.
  • 6.
    Riscos ocupacionais Consideram-se riscosocupacionais, os agentes existentes nos ambientes de trabalho, capazes de causar danos à saúde do empregado.
  • 7.
    Riscos ergonômicos  Biomecânicos:posturas inadequadas de trabalho, levando a intensa solicitação muscular, levantamento e transporte de carga, etc.  Organizacionais: “pressão psicológica” para atendimento a emergências ou a situações com períodos de tempo rigidamente estabelecidos, pressões da população com falta do fornecimento de energia elétrica.  Psicossociais: elevada exigência cognitiva necessária ao exercício das atividades.  Ambientais: risco ambiental compreende os físicos, químicos e biológicos; esta terminologia fica inadequada, devem-se separar os riscos provenientes de causas naturais (raios, chuva, terremotos, ciclones, ventanias, inundações, etc.)
  • 8.
    Risco: capacidade deuma grandeza com potencial para causar lesões ou danos à saúde das pessoas. Os riscos podem ser eliminados ou controlados. Perigo: situação ou condição de risco com iminente probabilidade de causar lesão física ou dano à saúde das pessoas por ausência de medidas de controle.
  • 9.
    Causa de acidenteé a qualificação da ação, frente a um risco/perigo, que contribuiu para um dano seja pessoal ou impessoal. Ex.: A avenida com grande movimento não constitui uma causa do acidente, porém o ato de atravessá-lá com pressa, pode ser considerado como uma das causas. Controle é uma ação que visa eliminar/controlar o risco ou quando isso não for possível, reduzir a níveis aceitáveis o risco na execução de uma determinada etapa do trabalho, seja através da adoção de materiais, ferramentas, equipamentos ou metodologia apropriada. Definições
  • 10.
     Alto Risco,risco presente.  Controle do risco;  Risco ainda presente.  Eliminação / controle do risco,“Risco isolado”. Risco / Perigo Controle do Risco Eliminação do Risco / Perigo
  • 11.
    Antes da fasede execução, serão analisados os riscos potenciais. Este trabalho é realizado através da Análise Preliminar de Risco – APR, no mínimo, as seguintes informações:  Descrição detalhada das etapas dentro de um serviço, operação ou atividade;  Identificação dos riscos existentes em cada etapa;  Medidas de segurança para a realização de todas as etapas dos serviços, no sentido de reduzir e/ou eliminar riscos existentes (técnicas de execução, equipamentos a serem utilizados, EPC, EPI, etc);  Número de profissionais necessários para a execução dos serviços com segurança.
  • 12.
     Trata-se deuma técnica de análise prévia de riscos.  Análise Preliminar de Riscos é uma visão do trabalho a ser executado, que permite a identificação dos riscos envolvidos em cada passo da tarefa, ainda propicia condição para evitá-los ou conviver com eles em segurança.  Por se tratar de uma técnica aplicável a todas as atividades, a técnica de Análise Preliminar de Riscos é o fato de promover e estimular o trabalho em equipe e a responsabilidade solidária.
  • 14.
    O objetivo éverificar os itens de segurança antes de iniciar as atividades, auxiliando na prevenção dos acidentes e no planejamento das tarefas, enfocando os aspectos de segurança. Será preenchido de acordo com as regras de Segurança do Trabalho. “A Equipe somente iniciará a atividade, após realizar a identificação de todos os riscos, medidas de controle e após concluir o respectivo planejamento da atividade”.
  • 17.
    Procedimentos de Trabalho Os serviços em instalações elétricas devem ser planejados e realizados em conformidade com procedimentos de trabalho específicos, padronizados, com descrição detalhada de cada tarefa, passo a passo, assinados por profissional que atenda ao que estabelece a NR 10.  Os serviços em instalações elétricas devem ser precedidos de ordens de serviço especificas, aprovadas por trabalhador autorizado, contendo, no mínimo, o tipo, a data, o local e as referências aos procedimentos de trabalho a serem adotados. Recomenda-se que todos os trabalhos envolvendo inspeção e manutenção de equipamentos energizados ou que possuam risco de serem acionados inadvertidamente devem ser precedidos de análise de risco antes da emissão da ordem de serviço específica.
  • 18.
    É necessário: Elaborar eimplantar procedimentos operacionais (Sequência de operações a serem desenvolvidas para realização de um determinado trabalho) contendo passo a passo as instruções e orientações de segurança no trabalho. Todos os serviços em instalações elétricas devem ser planejados, programados e realizados em conformidade com procedimentos de trabalho específicos e adequados. Os procedimentos devem ser divulgados, conhecidos, entendidos e cumpridos por todos os trabalhadores.
  • 19.
    Os procedimentos detrabalho devem conter no mínimo:  Objetivo;  Campo de aplicação;  Base técnica;  Competências e responsabilidades;  Disposições gerais;  Medidas de controle; e  Orientações finais.
  • 20.
    É o documentoque expressa o planejamento do trabalho repetitivo que deve ser executado para o alcance das metas. Contem: lista dos equipamentos; peças e materiais utilizados na tarefa, instrumentos de medida; padrões da qualidade; descrição das etapas da tarefa por atividades críticas; condições de fabricação, de operação e pontos proibidos de cada tarefa; pontos de controle (itens de controle e características da qualidade) e os métodos de controle; relação de anomalias passíveis de ação; roteiro de inspeção periódicas dos equipamentos de produção.
  • 21.
    Os procedimentos detrabalho, o treinamento de segurança e saúde e a autorização devem ter a participação em todo processo de desenvolvimento do Serviço Especializado de Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho – SESMT.. A autorização deve estar em conformidade com o treinamento ministrado.
  • 22.
    Descrever de formadetalhada e padronizada todas as operações necessárias para a realização de uma atividade. O procedimento deve ser aplicado inclusive numa empresa cujos colaboradores trabalham em três turnos, pois não há necessidade que os trabalhadores de um determinado turno extrapolem seu horário para dar proceguimentos às atividades, basta discriminar em qual etapa a tarefa se encontra. A maioria das empresas que empregam este tipo de formulário possuem um Manual de Procedimentos que é originado a partir do fluxograma da organização.
  • 23.
    Como e quemdeve fazer um procedimento Transcrever as etapas das tarefas rotineiras que todos fazemos para uma folha de papel, nem sempre é uma tarefa fácil, talvez seja um pouco cansativo, mas devemos tomar alguns cuidados.  Nunca copie procedimentos de livros ou de outras organizações, existem peculiaridades que cada estabelecimento possui, além de fácil percepção por parte do responsável ou ainda por ação de auditores.  A pessoa que executa a tarefa é quem mais deve colaborar para o desenvolvimento do procedimento, ele é o dono do processo. Existe ainda um caráter psicológico, salientando o funcionário como parte integrante do Sistema da Qualidade, e as diretrizes desse sistema não sejam uma imposição apenas da alta administração.
  • 24.
     O funcionáriotem que ser treinado, habilitado, qualificado, capacitado e autorizado para a execução de sua tarefa. Lembre-se: “escreva o que você faz e faça o que está escrito”.  Faça constantes análises críticas (pelo menos duas vezes por ano) sobre a aplicabilidade de seus procedimentos e se os mesmos ainda estão sendo seguidos.
  • 25.
     A linguagemutilizada no Procedimento deverá estar em consonância com o grau de instrução das pessoas envolvidas nas tarefas, dê preferência para uma linguagem simples e objetiva. Nunca esquecer da especificidade para que não surjam dúvidas. O conteúdo do procedimento, assim como sua aplicação, deverá ter o completo entendimento por parte dos funcionários que participem direta e/ou indireta na qualidade da tarefa. Pode ocorrer a ingerência de supervisores, coordenadores e diretores. Neste ponto apresenta-se uma das causas de ineficiência na implantação de um Sistema da Qualidade, cabendo aos mesmos as responsabilidades pela revisão e aprovação do procedimento.
  • 26.
    Qual a finalidadedo procedimento? Um procedimento tem o objetivo de padronizar e minimizar a ocorrência de desvios na execução de tarefas fundamentais, para o funcionamento correto do processo. A coerência nas atividades permite aos usuários garantir a qualidade, seja de um turno para outro ou de um dia para outro. Aumentando a previsibilidade de seus resultados, minimizando as variações de imperícia e adaptações aleatórias. Independente de falta, ausência parcial ou férias de um funcionário.