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PROTEÇÃO E COMBATE A
INCÊNDIOS
Influência histórica
O fogo tem fascinado a humanidade durante milhares de anos. Ao seu
redor, e graças ao seu calor. Tem vivido centenas de gerações. Foi a maior
conquista do homem pré-histórico. A partir desta conquista o homem
aprendeu a utilizar a força do fogo em seu proveito, extraindo a energia dos
materiais da natureza ou moldando a natureza em seu benefício.
Entre muitos fatores, o fogo foi um dos maiores responsáveis pelo grau de
desenvolvimento que a humanidade atingiu, apesar de que , durante muitos
períodos da história, foi utilizado como força destrutiva para a produção de
armas.
Definições e Conceitos
Bens de patrimônio: Conjunto dos recursos operacionais, abrangendo o
capital, reservas, lucros, maquinários instalações e edificações.
Emergência: Termo que indica uma condição em que há necessidade de
intervenção imediata para atender vítima: é aqui e agora, “já”. Pode também
descrever um desvio do planejado ou projetado, ou uma mudança súbita no
curso de eventos que coloca em perigo ou afeta adversamente as pessoas,
propriedades ou o meio ambiente.
Socorrista: Pessoa profissionalmente habilitada a prestar socorros ou
atendimento em casos de acidentes ou de mal súbito.
Definições e Conceitos
Tempo de resposta: O tempo entre a chamada de emergência e a chegada
dos recursos adequados ao local da ocorrência, sejam de combate a
incêndio ou de operações especiais de resgate.
Vítima: É a pessoa que sofre os resultados infelizes dos próprios atos, dos
de outrem ou do acaso. Pessoa ferida ou assassinada, ou que morre por
trauma, mal súbito, epidemia, catástrofe, guerra...
Fogo é um processo químico de transformação. Podemos também defini-lo
como o resultado de uma reação química que desprende luz e calor devido
a combustão de materiais diversos.
DINÂMICA DO FOGO
Para compreender a dinâmica do fogo será necessário, em primeiro lugar,
entender quais as condições básicas que devem estar presentes para que o
fogo possa ocorrer, ou seja, para que ocorra a combustão.
A combustão (ou oxidação rápida) pode ocorrer de duas formas básicas:
lenta (ou incompleta) e rápida (ou completa). O exemplo mais comum de
combustão lenta é a churrasqueira: a queima do carvão produz pouca chama
ou chama invisível, ou fumaça. Combustão rápida (contínua) produz uma
chama visível e uma quantidade variável de fumaça.
Então, para que o fogo possa ocorrer, serão necessários quatro componentes
básicos:
Quando esses quatro componentes essenciais se unem então teremos a
condição de combustão que se define como tetraedro do fogo.
 Combustível
 Comburente (oxigênio)
 Calor
 Reação em cadeia
FAIXA DE COMBUSTÃO - OXIGÊNIO
É todo material que queima.
São sólidos, líquidos e gasosos, sendo
que os sólidos e os líquidos se
transformam primeiramente em gás pelo
calor e depois inflamam.
Sólidos
Madeira, papel, tecido, algodão, etc.
Líquidos
Voláteis – São os que desprendem gases
inflamáveis à temperatura ambiente.
Ex.:álcool, éter, benzina, etc.
Não Voláteis – São os que desprendem
gases inflamáveis à temperaturas
maiores do que a do ambiente.
Ex.: óleo, graxa, etc.
O combustível gasoso pode ser o mais perigoso, uma vez que já se
encontra no estado natural propício para ignição.
Além disso, os gases se movem com mais liberdade com as correntes de
ar, tornando muito mais difícil o controle e o confinamento.
Exemplo de combustíveis gasoso: Butano, propano, etano, etc.
Gasosos
O AR
21%
78%
1%
OXIGENIO NITROGENIO OUTROS GASES
É o elemento ativador do fogo, que se combina com os vapores inflamáveis
dos combustíveis, dando vida às chamas e possibilitando a expansão do
fogo.
Compõe o ar atmosférico na porcentagem de 21%, sendo que o mínimo
exigível para sustentar a combustão é de 16%.
É uma forma de energia. É o elemento que dá início ao fogo, é ele que faz o
fogo se propagar.
Pode ser uma faísca, uma chama ou até um super aquecimento em
máquinas e aparelhos energizados.
Os combustíveis, após iniciarem a combustão, geram mais calor. Esse calor
provocará o desprendimento de mais gases ou vapores combustíveis,
desenvolvendo uma transformação em cadeia ou reação em cadeia, que, em
resumo, é o produto de uma transformação gerando outra transformação.
O fogo pode se propagar
 Pelo contato da chama em outros combustíveis;
 Através do deslocamento de partículas incandescentes;
 Pela ação do calor.
O calor é uma forma de energia produzida pela combustão ou originada do
atrito dos corpos. Ele se propaga por três processos de transmissão:
É a forma pela qual se transmite o calor através do próprio material, de
molécula a molécula ou de corpo a corpo.
É quando o calor se transmite através de uma
massa de ar aquecida, que se desloca do local
em chamas, levando para outros locais
quantidade de calor suficiente para que os
materiais combustíveis aí existentes atinjam
seu ponto de combustão, originando outro
foco de fogo.
Sol
É quando o calor se transmite por ondas
caloríficas através do espaço, sem
utilizar qualquer meio material.
PONTO DE FULGOR
É a temperatura (uma para cada combustível), na qual um combustível
desprende vapores suficientes para serem inflamados por uma fonte externa
de calor, mas não em quantidade suficiente para manter a combustão.
É a temperatura do combustível acima da qual ele desprende gases e
vapores em quantidade suficiente para serem inflamados por uma fonte
extrema de calor, e continuarem queimando, mesmo quando retirada esta
fonte de calor.
Principais pontos e temperaturas de alguns
combustíveis ou inflamáveis
Combustíveis
Inflamáveis
Ponto de Fulgor
Temperatura
de Ignição
Álcool etílico
Gasolina
Querosene
Parafina
12,6°C
-42,0°C
38,0°C a 73,5°C
199,0°C
371,0°C
257,0°C
254,0°C
245,0°C
TEMPERATURA DE IGNIÇÃO
É aquela em que os gases desprendidos dos combustíveis entram em
combustão apenas pelo contato com o oxigênio do ar, independente de
qualquer fonte de calor.
PROCEDIMENTOS EM CASO DE INCÊNDIO
Para combater de imediato o fogo o que devemos fazer?
 Transmita o alarme de incêndio;
 Desligar a energia elétrica;
 Acionar os bombeiros;
 Saber avaliar o incêndio.
FONTES MAIS COMUNS CAUSADORAS DE INCÊNDIO
Química
Eletricidade
Acidente
D - ELEMENTOS PIROFÓRICOS COMO MAGNÉSIO
Os incêndios são classificados de acordo com as características dos seus
combustíveis.
Somente com o conhecimento da natureza do material que está se
queimando, pode-se descobrir o melhor método para uma extinção rápida e
segura.
A - MADEIRA, PAPEL E ALGODÃO
B - LÍQUIDOS INFLAMÁVEIS
C - EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS ENERGIZADOS
Classe A
 Caracteriza-se por fogo em materiais
sólidos;
 Queimam em superfície e profundidade;
 Após a queima deixam resíduos, brasas e
cinzas;
 Esse tipo de incêndio é extinto
principalmente pelo método de
resfriamento, e as vezes por abafamento
através de jato pulverizado.
Classe B
 Caracteriza-se por fogo em
combustíveis líquidos inflamáveis;
 Queimam em superfície;
 Após a queima, não deixam
resíduos;
 Esse tipo de incêndio é extinto pelo
método de abafamento.
CLASSES DE INCÊNDIO
Classe C
 É a classe de incêndio em
equipamentos elétricos energizados;
 A extinção só pode ser realizada com
agente extintor não-condutor de
eletricidade, nunca com extintores de
água ou espuma;
 O primeiro passo num incêndio de
classe C, é desligar o quadro de força
e checar a energia zero, pois assim ele
se tornará um incêndio de classe A ou
B.
CLASSES DE INCÊNDIO
Classe D
 Caracteriza-se por fogo em metais
pirofóricos (alumínio, antimônio,
magnésio, etc);
 São difíceis de serem apagados;
 Esse tipo de incêndio é extinto pelo
método de abafamento;
 Nunca utilizar extintores de água ou
espuma para extinção do fogo.
CLASSES DE INCÊNDIO
Classe K
 Classificação do fogo em óleo e gordura em cozinhas;
 Os agentes extintores da classe K controlam rapidamente o fogo,
formando uma camada protetora na superfície em chamas;
Possuem efeito de resfriamento
CLASSES DE INCÊNDIO
Partindo do princípio de que, para haver fogo, são necessários o
combustível, comburente e o calor, formando o triângulo do fogo ou, mais
modernamente, o quadrado ou tetraedro do fogo, quando já se admite a
ocorrência de uma reação em cadeia, para nós extinguirmos o fogo, basta
retirar um desses elementos.
Com a retirada de um dos elementos do fogo, temos os seguintes métodos
de extinção: extinção por retirada do material, por abafamento, por
resfriamento.
Os métodos de extinção do incêndio visam eliminar um ou mais
componentes do triângulo ou tetraedro do fogo.
Na ausência de qualquer um desses três componentes, o fogo se extinguirá.
MÉTODOS DE EXTINÇÃO DO FOGO
Separando o combustível dos demais componentes do fogo, isolando-o,
como na abertura de uma trilha na mata, por exemplo, o fogo não passa,
impedindo que se forme o triângulo ou tetraedro.
ISOLAMENTO
combustível
EXTINÇÃO POR RETIRADA DO MATERIAL ( ISOLAMENTO)
Esse método consiste em duas técnicas:
 Retirada do material que está queimando;
 Retirada do material que está próximo ao fogo.
ABAFAMENTO
Quando abafamos o fogo, impedimos que o oxigênio participe da reação.
combustível
Extinção por retirada do comburente (Abafamento)
Este método consiste na diminuição ou impedimento do contato de oxigênio
com o combustível.
RESFRIAMENTO
Este método consiste em jogarmos água no local em chamas provocando seu
resfriamento e consequentemente eliminando o componente “calor” do
triângulo ou tetraedro do fogo.
combustível
Extinção por retirada do calor (Resfriamento).
Este método consiste na diminuição da temperatura e eliminação do calor,
até que o combustível não gere mais gases ou vapores e se apague.
Extinção Química
Ocorre quando interrompemos a reação em cadeia.
Este método consiste no seguinte: o combustível, sob ação do calor, gera
gases ou vapores que, ao se combinarem com o comburente, formam uma
mistura inflamável. Quando lançamos determinados agentes extintores ao
fogo, suas moléculas se dissociam pela ação do calor e se combinam com
a mistura inflamável (gás ou vapor mais comburente), formando outra
mistura não-inflamável.
Destinam-se ao combate imediato e rápido de pequenos focos de incêndios,
não devendo ser considerados como substitutos aos sistemas de extinção
mais complexos, mas sim como equipamentos adicionais.
Recomendações:
 Instalar o extintor em local visível e sinalizado;
 O extintor não deverá ser instalado em escadas,
portas e rotas de fuga;
 Os locais onde estão instalados os extintores, não
devem ser obstruídos;
 O extintor deverá ser instalado na parede ou
colocado em suportes de piso;
 O lacre não poderá estar rompido.
*Pressurizado
Água Pressurizada
 É o agente extintor indicado para incêndios de
classe A;
 Age por resfriamento e/ou abafamento;
 Podem ser aplicado na forma de jato compacto,
chuveiro e neblina. Para os dois primeiros
casos, a ação é por resfriamento. Na forma de
neblina, sua ação é de resfriamento e
abafamento.
 Tem grande poder de infiltração;
 Ataca o fogo dirigindo o jato para sua base.
ATENÇÃO!
 Nunca use água em fogo das classes C e D.
 Nunca use jato direto na classe B.
Gás Carbônico
Também chamado de (CO2)
 É o agente extintor indicado para incêndios
de classe B e C;
 Forma de gelo seco que queima;
 Age por abafamento e por resfriamento, em
ação secundária;
 É um gás sem cheiro, sem cor e não conduz
eletricidade;
 É asfixiante e por isso deve-se evitar e seu
uso em ambientes pequenos.
AGENTES EXTINTORES
*Pressurizado
Pó Químico
 Há várias composições de pós que, quando
aplicadas sobre o fogo, extinguem-no,
principalmente por quebra da reação em cadeia.
 É o agente extintor indicado para combater
incêndios da classe B;
 Age por abafamento, podendo ser também
utilizados nas classes A e C, podendo nesta
última danificar o equipamento.
 Não se utiliza na base do fogo, usar formando
nuvem por cima das chamas.
AGENTES EXTINTORES
*Pressurizado
Espuma
 É um agente extintor indicado para
incêndios das classe A e B.
 Age por abafamento e secundariamente
por resfriamento.
 Por ter água na sua composição, não se
pode utilizá-lo em incêndio de classe C,
pois conduz corrente elétrica.
AGENTES EXTINTORES
Compostos Halogenados
 Compostos químicos formados por um destes quatro elementos
halogenados: bromo, cloro, flúor e iodo.
 Provocam a quebra da reação em cadeia, mas também agem por
abafamento.
 Não danificam equipamentos
eletrônicos sensíveis.
 Atualmente, para proteger a
camada de ozônio, os compostos
halogenados mais utilizados são os
chamados HCFCs.
AGENTES EXTINTORES
Classe K
Classificação do fogo em óleo e gordura em
cozinhas. Os agentes extintores da classe K
controlam rapidamente o fogo, formando uma
camada protetora na superfície em chamas.
Possuem efeito de resfriamento por vapor
d'água e de inertização resultante da formação
do vapor.
Extinguem o fogo interrompendo a reação
química de combustão através de seu composto
acetato de potássio.
AGENTES EXTINTORES
Agentes extintores portáteis.
De fácil manuseio, geralmente possuem capacidade de carga até 12 Kg ou
10 litros de agente extintor.
Indicados para combater princípios de incêndio, estão disponíveis com os
diversos agentes extintores.
AGENTES EXTINTORES
Com capacidade para até 150 litros, estes equipamentos são maiores e por
isso montados sobre as rodas.
Normalmente são pesados para transportar e utilizam mangueira longa para
descarga do agente extintor.
AGENTES EXTINTORES
LAMMPADA
L – LACRE
A – ALÇA
M – MANGOTE
M – MANÔMETRO
P – PINO
A – ASPECTO
D – DEFORMIDADES
A – AUTORIZAÇÕES
Selo Novo Selo de Manutenção
INSTALAÇÃO DOS EXTINTORES:
 Locais de fácil acesso;
 Bem sinalizados;
 Desobstruídos.
O Corpo de Bombeiro aplica poucas exigências às pequenas edificações.
Dentre elas, obriga a presença de extintores de incêndio com a finalidade de
conter os incêndios em seu início. Para que isso possa ocorrer, eles
necessitam:
 Estar com sua carga de agente extintor e pressurização em ordem;
 Estar bem instalados e bem distribuídos;
 Ser adequados ao risco cujo incêndio pretende conter e,
 Ser, obviamente, operados adequadamente quando o incêndio se iniciar.
EXTINTORES
Os extintores de incêndio, em seu rótulo, possuem indicação sobre as classes
de incêndio para as quais são adequados.
Exemplo de rótulo de extintor
adequado às classes de incêndio
“B” e “C”.
Em alguns casos o rótulo informa também as
classes de incêndio para as quais o extintor não se
presta, conforme exemplo abaixo:
EXTINTORES
Hidrantes Sprinklers
Trata-se de certas substâncias
químicas sólidas, líquidas ou
gasosas que são utilizadas na
extinção de um incêndio,
dispostas conjuntos
hidráulicos (hidrantes e
dispositivos especiais
(sprinklers e sistemas fixos de
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SISTEMAS DE EXTINÇÃO MAIS COMPLEXOS
QUADRO RESUMO DE EXTINTORES
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Apresentação13

  • 1. PROTEÇÃO E COMBATE A INCÊNDIOS
  • 2. Influência histórica O fogo tem fascinado a humanidade durante milhares de anos. Ao seu redor, e graças ao seu calor. Tem vivido centenas de gerações. Foi a maior conquista do homem pré-histórico. A partir desta conquista o homem aprendeu a utilizar a força do fogo em seu proveito, extraindo a energia dos materiais da natureza ou moldando a natureza em seu benefício. Entre muitos fatores, o fogo foi um dos maiores responsáveis pelo grau de desenvolvimento que a humanidade atingiu, apesar de que , durante muitos períodos da história, foi utilizado como força destrutiva para a produção de armas.
  • 3. Definições e Conceitos Bens de patrimônio: Conjunto dos recursos operacionais, abrangendo o capital, reservas, lucros, maquinários instalações e edificações. Emergência: Termo que indica uma condição em que há necessidade de intervenção imediata para atender vítima: é aqui e agora, “já”. Pode também descrever um desvio do planejado ou projetado, ou uma mudança súbita no curso de eventos que coloca em perigo ou afeta adversamente as pessoas, propriedades ou o meio ambiente. Socorrista: Pessoa profissionalmente habilitada a prestar socorros ou atendimento em casos de acidentes ou de mal súbito.
  • 4. Definições e Conceitos Tempo de resposta: O tempo entre a chamada de emergência e a chegada dos recursos adequados ao local da ocorrência, sejam de combate a incêndio ou de operações especiais de resgate. Vítima: É a pessoa que sofre os resultados infelizes dos próprios atos, dos de outrem ou do acaso. Pessoa ferida ou assassinada, ou que morre por trauma, mal súbito, epidemia, catástrofe, guerra...
  • 5. Fogo é um processo químico de transformação. Podemos também defini-lo como o resultado de uma reação química que desprende luz e calor devido a combustão de materiais diversos.
  • 6. DINÂMICA DO FOGO Para compreender a dinâmica do fogo será necessário, em primeiro lugar, entender quais as condições básicas que devem estar presentes para que o fogo possa ocorrer, ou seja, para que ocorra a combustão. A combustão (ou oxidação rápida) pode ocorrer de duas formas básicas: lenta (ou incompleta) e rápida (ou completa). O exemplo mais comum de combustão lenta é a churrasqueira: a queima do carvão produz pouca chama ou chama invisível, ou fumaça. Combustão rápida (contínua) produz uma chama visível e uma quantidade variável de fumaça.
  • 7. Então, para que o fogo possa ocorrer, serão necessários quatro componentes básicos: Quando esses quatro componentes essenciais se unem então teremos a condição de combustão que se define como tetraedro do fogo.  Combustível  Comburente (oxigênio)  Calor  Reação em cadeia
  • 8. FAIXA DE COMBUSTÃO - OXIGÊNIO
  • 9. É todo material que queima. São sólidos, líquidos e gasosos, sendo que os sólidos e os líquidos se transformam primeiramente em gás pelo calor e depois inflamam. Sólidos Madeira, papel, tecido, algodão, etc.
  • 10. Líquidos Voláteis – São os que desprendem gases inflamáveis à temperatura ambiente. Ex.:álcool, éter, benzina, etc. Não Voláteis – São os que desprendem gases inflamáveis à temperaturas maiores do que a do ambiente. Ex.: óleo, graxa, etc.
  • 11. O combustível gasoso pode ser o mais perigoso, uma vez que já se encontra no estado natural propício para ignição. Além disso, os gases se movem com mais liberdade com as correntes de ar, tornando muito mais difícil o controle e o confinamento. Exemplo de combustíveis gasoso: Butano, propano, etano, etc. Gasosos
  • 12. O AR 21% 78% 1% OXIGENIO NITROGENIO OUTROS GASES É o elemento ativador do fogo, que se combina com os vapores inflamáveis dos combustíveis, dando vida às chamas e possibilitando a expansão do fogo. Compõe o ar atmosférico na porcentagem de 21%, sendo que o mínimo exigível para sustentar a combustão é de 16%.
  • 13. É uma forma de energia. É o elemento que dá início ao fogo, é ele que faz o fogo se propagar. Pode ser uma faísca, uma chama ou até um super aquecimento em máquinas e aparelhos energizados.
  • 14. Os combustíveis, após iniciarem a combustão, geram mais calor. Esse calor provocará o desprendimento de mais gases ou vapores combustíveis, desenvolvendo uma transformação em cadeia ou reação em cadeia, que, em resumo, é o produto de uma transformação gerando outra transformação.
  • 15. O fogo pode se propagar  Pelo contato da chama em outros combustíveis;  Através do deslocamento de partículas incandescentes;  Pela ação do calor. O calor é uma forma de energia produzida pela combustão ou originada do atrito dos corpos. Ele se propaga por três processos de transmissão:
  • 16. É a forma pela qual se transmite o calor através do próprio material, de molécula a molécula ou de corpo a corpo.
  • 17. É quando o calor se transmite através de uma massa de ar aquecida, que se desloca do local em chamas, levando para outros locais quantidade de calor suficiente para que os materiais combustíveis aí existentes atinjam seu ponto de combustão, originando outro foco de fogo.
  • 18. Sol É quando o calor se transmite por ondas caloríficas através do espaço, sem utilizar qualquer meio material.
  • 19. PONTO DE FULGOR É a temperatura (uma para cada combustível), na qual um combustível desprende vapores suficientes para serem inflamados por uma fonte externa de calor, mas não em quantidade suficiente para manter a combustão. É a temperatura do combustível acima da qual ele desprende gases e vapores em quantidade suficiente para serem inflamados por uma fonte extrema de calor, e continuarem queimando, mesmo quando retirada esta fonte de calor.
  • 20. Principais pontos e temperaturas de alguns combustíveis ou inflamáveis Combustíveis Inflamáveis Ponto de Fulgor Temperatura de Ignição Álcool etílico Gasolina Querosene Parafina 12,6°C -42,0°C 38,0°C a 73,5°C 199,0°C 371,0°C 257,0°C 254,0°C 245,0°C TEMPERATURA DE IGNIÇÃO É aquela em que os gases desprendidos dos combustíveis entram em combustão apenas pelo contato com o oxigênio do ar, independente de qualquer fonte de calor.
  • 21. PROCEDIMENTOS EM CASO DE INCÊNDIO Para combater de imediato o fogo o que devemos fazer?  Transmita o alarme de incêndio;  Desligar a energia elétrica;  Acionar os bombeiros;  Saber avaliar o incêndio.
  • 22. FONTES MAIS COMUNS CAUSADORAS DE INCÊNDIO Química Eletricidade Acidente
  • 23. D - ELEMENTOS PIROFÓRICOS COMO MAGNÉSIO Os incêndios são classificados de acordo com as características dos seus combustíveis. Somente com o conhecimento da natureza do material que está se queimando, pode-se descobrir o melhor método para uma extinção rápida e segura. A - MADEIRA, PAPEL E ALGODÃO B - LÍQUIDOS INFLAMÁVEIS C - EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS ENERGIZADOS
  • 24. Classe A  Caracteriza-se por fogo em materiais sólidos;  Queimam em superfície e profundidade;  Após a queima deixam resíduos, brasas e cinzas;  Esse tipo de incêndio é extinto principalmente pelo método de resfriamento, e as vezes por abafamento através de jato pulverizado.
  • 25. Classe B  Caracteriza-se por fogo em combustíveis líquidos inflamáveis;  Queimam em superfície;  Após a queima, não deixam resíduos;  Esse tipo de incêndio é extinto pelo método de abafamento. CLASSES DE INCÊNDIO
  • 26. Classe C  É a classe de incêndio em equipamentos elétricos energizados;  A extinção só pode ser realizada com agente extintor não-condutor de eletricidade, nunca com extintores de água ou espuma;  O primeiro passo num incêndio de classe C, é desligar o quadro de força e checar a energia zero, pois assim ele se tornará um incêndio de classe A ou B. CLASSES DE INCÊNDIO
  • 27. Classe D  Caracteriza-se por fogo em metais pirofóricos (alumínio, antimônio, magnésio, etc);  São difíceis de serem apagados;  Esse tipo de incêndio é extinto pelo método de abafamento;  Nunca utilizar extintores de água ou espuma para extinção do fogo. CLASSES DE INCÊNDIO
  • 28. Classe K  Classificação do fogo em óleo e gordura em cozinhas;  Os agentes extintores da classe K controlam rapidamente o fogo, formando uma camada protetora na superfície em chamas; Possuem efeito de resfriamento CLASSES DE INCÊNDIO
  • 29. Partindo do princípio de que, para haver fogo, são necessários o combustível, comburente e o calor, formando o triângulo do fogo ou, mais modernamente, o quadrado ou tetraedro do fogo, quando já se admite a ocorrência de uma reação em cadeia, para nós extinguirmos o fogo, basta retirar um desses elementos. Com a retirada de um dos elementos do fogo, temos os seguintes métodos de extinção: extinção por retirada do material, por abafamento, por resfriamento.
  • 30. Os métodos de extinção do incêndio visam eliminar um ou mais componentes do triângulo ou tetraedro do fogo. Na ausência de qualquer um desses três componentes, o fogo se extinguirá. MÉTODOS DE EXTINÇÃO DO FOGO
  • 31. Separando o combustível dos demais componentes do fogo, isolando-o, como na abertura de uma trilha na mata, por exemplo, o fogo não passa, impedindo que se forme o triângulo ou tetraedro. ISOLAMENTO
  • 32. combustível EXTINÇÃO POR RETIRADA DO MATERIAL ( ISOLAMENTO) Esse método consiste em duas técnicas:  Retirada do material que está queimando;  Retirada do material que está próximo ao fogo.
  • 33. ABAFAMENTO Quando abafamos o fogo, impedimos que o oxigênio participe da reação.
  • 34. combustível Extinção por retirada do comburente (Abafamento) Este método consiste na diminuição ou impedimento do contato de oxigênio com o combustível.
  • 35. RESFRIAMENTO Este método consiste em jogarmos água no local em chamas provocando seu resfriamento e consequentemente eliminando o componente “calor” do triângulo ou tetraedro do fogo.
  • 36. combustível Extinção por retirada do calor (Resfriamento). Este método consiste na diminuição da temperatura e eliminação do calor, até que o combustível não gere mais gases ou vapores e se apague.
  • 37. Extinção Química Ocorre quando interrompemos a reação em cadeia. Este método consiste no seguinte: o combustível, sob ação do calor, gera gases ou vapores que, ao se combinarem com o comburente, formam uma mistura inflamável. Quando lançamos determinados agentes extintores ao fogo, suas moléculas se dissociam pela ação do calor e se combinam com a mistura inflamável (gás ou vapor mais comburente), formando outra mistura não-inflamável.
  • 38. Destinam-se ao combate imediato e rápido de pequenos focos de incêndios, não devendo ser considerados como substitutos aos sistemas de extinção mais complexos, mas sim como equipamentos adicionais. Recomendações:  Instalar o extintor em local visível e sinalizado;  O extintor não deverá ser instalado em escadas, portas e rotas de fuga;  Os locais onde estão instalados os extintores, não devem ser obstruídos;  O extintor deverá ser instalado na parede ou colocado em suportes de piso;  O lacre não poderá estar rompido.
  • 39. *Pressurizado Água Pressurizada  É o agente extintor indicado para incêndios de classe A;  Age por resfriamento e/ou abafamento;  Podem ser aplicado na forma de jato compacto, chuveiro e neblina. Para os dois primeiros casos, a ação é por resfriamento. Na forma de neblina, sua ação é de resfriamento e abafamento.  Tem grande poder de infiltração;  Ataca o fogo dirigindo o jato para sua base.
  • 40. ATENÇÃO!  Nunca use água em fogo das classes C e D.  Nunca use jato direto na classe B.
  • 41. Gás Carbônico Também chamado de (CO2)  É o agente extintor indicado para incêndios de classe B e C;  Forma de gelo seco que queima;  Age por abafamento e por resfriamento, em ação secundária;  É um gás sem cheiro, sem cor e não conduz eletricidade;  É asfixiante e por isso deve-se evitar e seu uso em ambientes pequenos. AGENTES EXTINTORES *Pressurizado
  • 42. Pó Químico  Há várias composições de pós que, quando aplicadas sobre o fogo, extinguem-no, principalmente por quebra da reação em cadeia.  É o agente extintor indicado para combater incêndios da classe B;  Age por abafamento, podendo ser também utilizados nas classes A e C, podendo nesta última danificar o equipamento.  Não se utiliza na base do fogo, usar formando nuvem por cima das chamas. AGENTES EXTINTORES *Pressurizado
  • 43. Espuma  É um agente extintor indicado para incêndios das classe A e B.  Age por abafamento e secundariamente por resfriamento.  Por ter água na sua composição, não se pode utilizá-lo em incêndio de classe C, pois conduz corrente elétrica. AGENTES EXTINTORES
  • 44. Compostos Halogenados  Compostos químicos formados por um destes quatro elementos halogenados: bromo, cloro, flúor e iodo.  Provocam a quebra da reação em cadeia, mas também agem por abafamento.  Não danificam equipamentos eletrônicos sensíveis.  Atualmente, para proteger a camada de ozônio, os compostos halogenados mais utilizados são os chamados HCFCs. AGENTES EXTINTORES
  • 45. Classe K Classificação do fogo em óleo e gordura em cozinhas. Os agentes extintores da classe K controlam rapidamente o fogo, formando uma camada protetora na superfície em chamas. Possuem efeito de resfriamento por vapor d'água e de inertização resultante da formação do vapor. Extinguem o fogo interrompendo a reação química de combustão através de seu composto acetato de potássio. AGENTES EXTINTORES
  • 46. Agentes extintores portáteis. De fácil manuseio, geralmente possuem capacidade de carga até 12 Kg ou 10 litros de agente extintor. Indicados para combater princípios de incêndio, estão disponíveis com os diversos agentes extintores. AGENTES EXTINTORES
  • 47. Com capacidade para até 150 litros, estes equipamentos são maiores e por isso montados sobre as rodas. Normalmente são pesados para transportar e utilizam mangueira longa para descarga do agente extintor. AGENTES EXTINTORES
  • 48. LAMMPADA L – LACRE A – ALÇA M – MANGOTE M – MANÔMETRO P – PINO A – ASPECTO D – DEFORMIDADES A – AUTORIZAÇÕES
  • 49. Selo Novo Selo de Manutenção
  • 50. INSTALAÇÃO DOS EXTINTORES:  Locais de fácil acesso;  Bem sinalizados;  Desobstruídos.
  • 51. O Corpo de Bombeiro aplica poucas exigências às pequenas edificações. Dentre elas, obriga a presença de extintores de incêndio com a finalidade de conter os incêndios em seu início. Para que isso possa ocorrer, eles necessitam:  Estar com sua carga de agente extintor e pressurização em ordem;  Estar bem instalados e bem distribuídos;  Ser adequados ao risco cujo incêndio pretende conter e,  Ser, obviamente, operados adequadamente quando o incêndio se iniciar. EXTINTORES
  • 52. Os extintores de incêndio, em seu rótulo, possuem indicação sobre as classes de incêndio para as quais são adequados. Exemplo de rótulo de extintor adequado às classes de incêndio “B” e “C”. Em alguns casos o rótulo informa também as classes de incêndio para as quais o extintor não se presta, conforme exemplo abaixo: EXTINTORES
  • 53. Hidrantes Sprinklers Trata-se de certas substâncias químicas sólidas, líquidas ou gasosas que são utilizadas na extinção de um incêndio, dispostas conjuntos hidráulicos (hidrantes e dispositivos especiais (sprinklers e sistemas fixos de CO2). SISTEMAS DE EXTINÇÃO MAIS COMPLEXOS
  • 54. QUADRO RESUMO DE EXTINTORES
  • 55. TELEFONE DO CORPO DE BOMBEIROS NO BRASIL: 193

Notas do Editor

  1. INCLUIR : HISTÓRICO DO FOGO.