Princípios reguladores da interação discursiva (princípios da cooperação e da cortesia)   (p. 323 do manual + folhas nossas) Formas de tratamento   (pp. 323-234 + folhas nossas) Tipos, ou protótipos, textuais   (330-332 + folhas nossas)
Pontuação (particularmente: uso da vírgula, nos casos de modificadores, modificador apositivo, vocativo, orações coordenadas assindéticas, orações relativas explicativas, elisão de verbos, ...)   ( Caderno de Actividades , pp. 4-6 e, em parte, Manual, pp. 308-313 [só em relance: vocativo; modificadores de frase, de verbo e apositivo de nome; orações assindéticas; oração explicativa; orações subordinadas adverbais]   + folhas nossas)
[Classes de palavras] Preposições (e locuções prepositivas). Contrações. Funções sintáticas mais comuns com certas preposições. Noção de regência   (p. 305 + folhas nossas)  Verbos: flexão; conjugações; tempos primitivos e derivados; verbos regulares e irregulares; defetivos, impessoais, unipessoais, abundantes   (folhas nossas)
[Narratologia] Narrador homodiegético, autodiegético, analepse, tempo da história, tempo do discurso   (pp. 282-283 do manual + folhas nossas) Características dos textos autobiográficos, memorialísticos, diarísticos   (manual, ao longo da secção 3 + folhas nossas)
 
1.  vida; livro; infância; idade adulta; existência; registado; biografia; acontecimento histórico; fotografias; cartas; depoimentos;
1 (p. 111): bio ('vida') —  vida, infância, idade adulta, existência grafia ('escrita')  — livro, registado
2.  Uma biografia constitui um discurso escrito, muitas vezes registado em livro, do percurso ou de momentos de uma vida (de uma existência).
 
Medida Alfaiate Agulha Beatriz Costa Franja Franjinhas Realejo Sem Família Canais Veneza
Ao contrário dos textos que temos visto nesta secção 3 do manual, «Biografias por medida» não é um texto de carácter  autobiográfico . Pertence aliás ao conjunto dos textos dos  media  (de  que , afinal, já vimos também crónicas e um artigo de divulgação científica): é uma notícia, quase reportagem, prevalecendo nela o tipo textual  narrativo .
Textos dos media [ de tipo narrativo: ]  notícia reportagem  crónica [ de tipo argumentativo: ] artigo de opinião  crítica (de cinema, música, etc.)
[ de tipo expositivo: ] artigo científico e técnico [ de tipo conversacional: ] entrevista
 
TPC  — Em  Gaveta de Nuvens , toma conhecimento das  Instruções sobre microfilme , trabalho a entregar lá para fins de novembro. Mais no imediato, revê assuntos gramaticais dados até agora. Passada esta fase, porei também informação sobre como organizaremos as leituras de livros.
Durante as próximas semanas, evitarei passar tepecês. Por um lado, devem aproveitar para, no imediato,  rever conteúdos de gramática  estudados (proximamente, faremos algum trabalho sobre essas matérias). Por outro lado, estas semanas sem tepecê também se justificam porque lhes quero pedir uma  tarefa mais longa , fundamentalmente de expressão oral, a entregar daqui a um mês (essa tarefa está explicada aqui:  Instruções para microfilmes ).  Finalmente, um pouco mais à frente, e sem um prazo definido (a poder começar em breve mas a aproveitar também as férias de Natal e a continuar depois), combinarei convosco a chamada «leitura contratual» (não gosto desta designação; no fundo será: ‘ leitura de livros , mais ou menos ao gosto de cada um, ainda que com mínimo controlo pelo professor’).
Finalmente, um pouco mais à frente, e sem um prazo definido (a poder começar em breve mas a aproveitar também as férias de Natal e a continuar depois), combinarei convosco a chamada «leitura contratual» (não gosto desta designação; no fundo será: ‘ leitura de livros , mais ou menos ao gosto de cada um, ainda que com mínimo controlo pelo professor’).
 
O objecto final pretendido é um  microfilme  (ou, como alternativa aceitável, uma  gravação áudio  também em WMP) de, no máximo,  três minutos . Terá de ser um  relato de vivências, experiências ou reflexões, verdadeiras ou fictícias, na 1.ª pessoa .
Haverá  um texto — «em off» ou «em directo» —, criado e dito pelo autor do microfilme (ou do registo áudio) . Esse texto oral —  autobiográfico, memorialístico, diarístico ou de auto-retrato  — deve percorrer todo o filme, ou muito perto disso, e ser preparado (não se aceita um comentário improvisado). Pode haver montagem ou não.
Não é obrigatório que o microfilme tenha personagens visíveis e, portanto, actores. Se tiver algum actor, pode este nem ser o autor. Mas também pode o autor ser o próprio actor do seu microfilme (é certo que assim seria mais difícil manejar a câmara, o que implicaria que fosse um outro elemento a fazer a filmagem — note-se, porém, que o que define a autoria do filme é a criação do texto que se ouvirá e as decisões sobre a filmagem).
Os filmes serão colocados numa secção de  Gaveta de Nuvens , onde ficará também um comentário meu, que fundamentará a avaliação, e devem ser entregues em  ficheiro WMP . Como já disse, terão a  duração máxima de 3 minutos , não podendo exceder o limite de armazenamento de  100 MB .
Regressando a indicações que já ficaram em cima: Texto é o fundamental (trabalho é para treinar expressão oral formal; texto deve ser lido ou de um oral preparado, ensaiado).  Não são demasiado importantes aspectos técnicos (prefere-se o filme propriamente dito, mas não se rejeita um conjunto de imagens fixas nem o simples registo áudio).  Dificuldades instrumentais vê-las-emos caso a caso e encontraremos uma solução.
Cada aluno deve ser autor, e leitor, de um texto (mas pode colaborar em quaisquer aspectos de realização, representação, etc. de outro, que não seja o seu).  Para quem gosta de trabalhar em dupla a minha sugestão é que façam dois microfilmes (cada um deles com o seu autor-de-texto específico, podendo a realização ser de uma equipa).
Há  exemplos de microfilmes autobiográficos  feitos por alunos do décimo de há quatro anos  aqui  (e pela página inicial do blogue é fácil chegar a muitos outros filmes feitos depois, já não sobre o mesmo tema, mas, em geral, com superior acabamento; pelos comentários que escrevi então podem aperceber-se de falhas a evitar, de méritos mais valorizados, etc. ).  É claro que há outras maneiras de tratar o tema, e decerto terão vocês agora ideias novas não menos inteligentes do que as destes colegas.
Prazo : ao longo de todo, ou quase todo, o novembro; definirei depois uma data limite, mas a mim até me convém que os trabalhos me vão sendo entregues logo que fiquem acabados.

Apresentação para décimo ano de 2011 2, aula 13

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    Princípios reguladores dainteração discursiva (princípios da cooperação e da cortesia) (p. 323 do manual + folhas nossas) Formas de tratamento (pp. 323-234 + folhas nossas) Tipos, ou protótipos, textuais (330-332 + folhas nossas)
  • 3.
    Pontuação (particularmente: usoda vírgula, nos casos de modificadores, modificador apositivo, vocativo, orações coordenadas assindéticas, orações relativas explicativas, elisão de verbos, ...) ( Caderno de Actividades , pp. 4-6 e, em parte, Manual, pp. 308-313 [só em relance: vocativo; modificadores de frase, de verbo e apositivo de nome; orações assindéticas; oração explicativa; orações subordinadas adverbais] + folhas nossas)
  • 4.
    [Classes de palavras]Preposições (e locuções prepositivas). Contrações. Funções sintáticas mais comuns com certas preposições. Noção de regência (p. 305 + folhas nossas) Verbos: flexão; conjugações; tempos primitivos e derivados; verbos regulares e irregulares; defetivos, impessoais, unipessoais, abundantes (folhas nossas)
  • 5.
    [Narratologia] Narrador homodiegético,autodiegético, analepse, tempo da história, tempo do discurso (pp. 282-283 do manual + folhas nossas) Características dos textos autobiográficos, memorialísticos, diarísticos (manual, ao longo da secção 3 + folhas nossas)
  • 6.
  • 7.
    1. vida;livro; infância; idade adulta; existência; registado; biografia; acontecimento histórico; fotografias; cartas; depoimentos;
  • 8.
    1 (p. 111):bio ('vida') — vida, infância, idade adulta, existência grafia ('escrita') — livro, registado
  • 9.
    2. Umabiografia constitui um discurso escrito, muitas vezes registado em livro, do percurso ou de momentos de uma vida (de uma existência).
  • 10.
  • 11.
    Medida Alfaiate AgulhaBeatriz Costa Franja Franjinhas Realejo Sem Família Canais Veneza
  • 12.
    Ao contrário dostextos que temos visto nesta secção 3 do manual, «Biografias por medida» não é um texto de carácter autobiográfico . Pertence aliás ao conjunto dos textos dos media (de que , afinal, já vimos também crónicas e um artigo de divulgação científica): é uma notícia, quase reportagem, prevalecendo nela o tipo textual narrativo .
  • 13.
    Textos dos media[ de tipo narrativo: ] notícia reportagem crónica [ de tipo argumentativo: ] artigo de opinião crítica (de cinema, música, etc.)
  • 14.
    [ de tipoexpositivo: ] artigo científico e técnico [ de tipo conversacional: ] entrevista
  • 15.
  • 16.
    TPC —Em Gaveta de Nuvens , toma conhecimento das Instruções sobre microfilme , trabalho a entregar lá para fins de novembro. Mais no imediato, revê assuntos gramaticais dados até agora. Passada esta fase, porei também informação sobre como organizaremos as leituras de livros.
  • 17.
    Durante as próximassemanas, evitarei passar tepecês. Por um lado, devem aproveitar para, no imediato, rever conteúdos de gramática estudados (proximamente, faremos algum trabalho sobre essas matérias). Por outro lado, estas semanas sem tepecê também se justificam porque lhes quero pedir uma tarefa mais longa , fundamentalmente de expressão oral, a entregar daqui a um mês (essa tarefa está explicada aqui: Instruções para microfilmes ). Finalmente, um pouco mais à frente, e sem um prazo definido (a poder começar em breve mas a aproveitar também as férias de Natal e a continuar depois), combinarei convosco a chamada «leitura contratual» (não gosto desta designação; no fundo será: ‘ leitura de livros , mais ou menos ao gosto de cada um, ainda que com mínimo controlo pelo professor’).
  • 18.
    Finalmente, um poucomais à frente, e sem um prazo definido (a poder começar em breve mas a aproveitar também as férias de Natal e a continuar depois), combinarei convosco a chamada «leitura contratual» (não gosto desta designação; no fundo será: ‘ leitura de livros , mais ou menos ao gosto de cada um, ainda que com mínimo controlo pelo professor’).
  • 19.
  • 20.
    O objecto finalpretendido é um microfilme (ou, como alternativa aceitável, uma gravação áudio também em WMP) de, no máximo, três minutos . Terá de ser um relato de vivências, experiências ou reflexões, verdadeiras ou fictícias, na 1.ª pessoa .
  • 21.
    Haverá umtexto — «em off» ou «em directo» —, criado e dito pelo autor do microfilme (ou do registo áudio) . Esse texto oral — autobiográfico, memorialístico, diarístico ou de auto-retrato — deve percorrer todo o filme, ou muito perto disso, e ser preparado (não se aceita um comentário improvisado). Pode haver montagem ou não.
  • 22.
    Não é obrigatórioque o microfilme tenha personagens visíveis e, portanto, actores. Se tiver algum actor, pode este nem ser o autor. Mas também pode o autor ser o próprio actor do seu microfilme (é certo que assim seria mais difícil manejar a câmara, o que implicaria que fosse um outro elemento a fazer a filmagem — note-se, porém, que o que define a autoria do filme é a criação do texto que se ouvirá e as decisões sobre a filmagem).
  • 23.
    Os filmes serãocolocados numa secção de Gaveta de Nuvens , onde ficará também um comentário meu, que fundamentará a avaliação, e devem ser entregues em ficheiro WMP . Como já disse, terão a duração máxima de 3 minutos , não podendo exceder o limite de armazenamento de 100 MB .
  • 24.
    Regressando a indicaçõesque já ficaram em cima: Texto é o fundamental (trabalho é para treinar expressão oral formal; texto deve ser lido ou de um oral preparado, ensaiado). Não são demasiado importantes aspectos técnicos (prefere-se o filme propriamente dito, mas não se rejeita um conjunto de imagens fixas nem o simples registo áudio). Dificuldades instrumentais vê-las-emos caso a caso e encontraremos uma solução.
  • 25.
    Cada aluno deveser autor, e leitor, de um texto (mas pode colaborar em quaisquer aspectos de realização, representação, etc. de outro, que não seja o seu). Para quem gosta de trabalhar em dupla a minha sugestão é que façam dois microfilmes (cada um deles com o seu autor-de-texto específico, podendo a realização ser de uma equipa).
  • 26.
    Há exemplosde microfilmes autobiográficos feitos por alunos do décimo de há quatro anos aqui (e pela página inicial do blogue é fácil chegar a muitos outros filmes feitos depois, já não sobre o mesmo tema, mas, em geral, com superior acabamento; pelos comentários que escrevi então podem aperceber-se de falhas a evitar, de méritos mais valorizados, etc. ). É claro que há outras maneiras de tratar o tema, e decerto terão vocês agora ideias novas não menos inteligentes do que as destes colegas.
  • 27.
    Prazo : aolongo de todo, ou quase todo, o novembro; definirei depois uma data limite, mas a mim até me convém que os trabalhos me vão sendo entregues logo que fiquem acabados.