O documento discute a importância dos sistemas educacionais públicos, destacando a eficácia do modelo finlandês e os riscos associados à crescente privatização e testocracia nas escolas. Enfatiza a necessidade de envolvimento democrático dos alunos na administração escolar e critica as abordagens que priorizam avaliações padronizadas. O autor apela à proteção das escolas democráticas e à resistência contra a implementação de práticas baseadas em testes numéricos em sistemas educacionais públicos.