A sociedade da aprendizagem e o
 desafio de converter informação
        em conhecimento


            Juan Ignácio Pozo
O autor inicia o texto com uma
citação. “Vivemos em uma sociedade
de aprendizagem, na qual aprender
constitui   uma    exigência    social
crescente que conduz a um paradoxo:
cada vez mais se aprende mais e
cada vez mais se fracassa na
tentativa     de      aprender.”
Esse início nos fomenta a pensar
sobre como estamos conduzindo
nossas crianças ao conhecimento.
Vive-se em uma era de informação,
mas ao mesmo tempo, existe um
fracasso de aprendizagem nas
estatísticas educacionais. O que
acontece de errado então? O autor
argumenta que é necessária uma
nova cultura da aprendizagem.
Aprendizagem esta que deve ser gerada e
concebida de outra maneira. Estamos
lidando com muita informação, com diversas
tecnologias, porém é visível que crianças e
adultos não conseguem interpretá-las.
Historicamente a imprensa proporcionou ao
homem novas formas de ler, que mudaram a
cultura   da      aprendizagem.   Hoje      as
tecnologias estão distribuindo todo esse
saber, porém são imprescindíveis, novas
maneiras de alfabetização (literária, gráfica,
informática, etc.)
O acesso às informações está muito rápido,
qualquer pessoa hoje consegue ter uma
página na internet ou acessar a de outras
pessoas, sem a necessidade de publicação.
Mas com tanta informação, é preciso uma
competência cognitiva, termo que o autor
ressalta, em que as pessoas precisam
adquirir para ter um olhar crítico, sobre tudo
que é possível achar e ler, principalmente
navegando na internet
A escola precisa formar um aluno que
saiba dar sentido a tanta informação, e
que eles adquiram capacidade de uma
aprendizagem a uma assimilação crítica
dessa informação. A aprendizagem deve
ser internalizada, mas não por repetição.
O aluno hoje que decora, não interessa
mais ao mercado de trabalho. Hoje, o
mercado de trabalho busca um ser
pensante, crítico... E isso só se constrói
com muita leitura interpretativa. Como ele
mesmo diz um conhecimento verdadeiro,
um saber ordenado.
Para que isso aconteça de maneira
concreta, sugere o ensino das novas
competências para a gestão do
conhecimento. São elas: Competências
para a aquisição de informação;
Competências para a interpretação da
informação; Competências para a
análise da informação; Competências
para a compreensão da informação;
Competências para a comunicação da
informação.
Essa nova cultura de aprendizagem irá
ocorrer, quando o perfil de aluno e do
professor      mudar       completamente.
Principalmente no que diz respeito ao
currículo escolar, exigindo novas funções
dos docentes e discentes, com profunda
mudança de mentalidade no processo de
ensino aprendizagem, criando então, essa
nova cultura. Esse será o novo desafio a
ser enfrentados por nossos sistemas
educacionais. Dessa maneira tanto saber,
não fracassará mais ao se tentar aprender.

Apresentação

  • 1.
    A sociedade daaprendizagem e o desafio de converter informação em conhecimento Juan Ignácio Pozo
  • 2.
    O autor iniciao texto com uma citação. “Vivemos em uma sociedade de aprendizagem, na qual aprender constitui uma exigência social crescente que conduz a um paradoxo: cada vez mais se aprende mais e cada vez mais se fracassa na tentativa de aprender.” Esse início nos fomenta a pensar sobre como estamos conduzindo nossas crianças ao conhecimento.
  • 3.
    Vive-se em umaera de informação, mas ao mesmo tempo, existe um fracasso de aprendizagem nas estatísticas educacionais. O que acontece de errado então? O autor argumenta que é necessária uma nova cultura da aprendizagem.
  • 4.
    Aprendizagem esta quedeve ser gerada e concebida de outra maneira. Estamos lidando com muita informação, com diversas tecnologias, porém é visível que crianças e adultos não conseguem interpretá-las. Historicamente a imprensa proporcionou ao homem novas formas de ler, que mudaram a cultura da aprendizagem. Hoje as tecnologias estão distribuindo todo esse saber, porém são imprescindíveis, novas maneiras de alfabetização (literária, gráfica, informática, etc.)
  • 5.
    O acesso àsinformações está muito rápido, qualquer pessoa hoje consegue ter uma página na internet ou acessar a de outras pessoas, sem a necessidade de publicação. Mas com tanta informação, é preciso uma competência cognitiva, termo que o autor ressalta, em que as pessoas precisam adquirir para ter um olhar crítico, sobre tudo que é possível achar e ler, principalmente navegando na internet
  • 6.
    A escola precisaformar um aluno que saiba dar sentido a tanta informação, e que eles adquiram capacidade de uma aprendizagem a uma assimilação crítica dessa informação. A aprendizagem deve ser internalizada, mas não por repetição. O aluno hoje que decora, não interessa mais ao mercado de trabalho. Hoje, o mercado de trabalho busca um ser pensante, crítico... E isso só se constrói com muita leitura interpretativa. Como ele mesmo diz um conhecimento verdadeiro, um saber ordenado.
  • 7.
    Para que issoaconteça de maneira concreta, sugere o ensino das novas competências para a gestão do conhecimento. São elas: Competências para a aquisição de informação; Competências para a interpretação da informação; Competências para a análise da informação; Competências para a compreensão da informação; Competências para a comunicação da informação.
  • 8.
    Essa nova culturade aprendizagem irá ocorrer, quando o perfil de aluno e do professor mudar completamente. Principalmente no que diz respeito ao currículo escolar, exigindo novas funções dos docentes e discentes, com profunda mudança de mentalidade no processo de ensino aprendizagem, criando então, essa nova cultura. Esse será o novo desafio a ser enfrentados por nossos sistemas educacionais. Dessa maneira tanto saber, não fracassará mais ao se tentar aprender.