EMENTA
Auditoria Externa
PROFESSOR MARCOSVINÍCIUS
Conceitos, objetivos e Evolução
Histórica da Auditoria
Tipos de Auditoria
Auditoria Externa
Normas Profissionais e Técnicas
Procedimentos e Princípios de
Auditoria Externa
Órgãos reguladores
3.
EMENTA
Auditoria Externa
PROFESSOR MARCOSVINÍCIUS
Planejamento e Programa
Controle Interno
Papéis de trabalho
Auditoria dos ativos, passivo,
patrimônio líquido e contas de
resultado
Eventos Subsequentes
Parecer e relatórios de auditoria
4.
INTRODUÇÃO
Auditoria Externa
PROFESSOR MARCOSVINÍCIUS
As entidades necessitam de
créditos para financiar suas
operações,
logo se tem
a necessidade
de apresentar
demonstrativos contábeis.
5.
INTRODUÇÃO
Auditoria Externa
PROFESSOR MARCOSVINÍCIUS
Segundo Almeida (2003), esses
demonstrativos devem
corresponder a posição patrimonial
e financeira, de forma que reflitam
com fidedignidade a sua real
posição perante o mercado. E ai,
surge a necessidade da Auditoria.
6.
CONCEITOS, OBJETIVOS EEVOLUÇÃO
HISTÓRICA DA AUDITORIA
Auditoria Externa
A Auditoria Contábil constitui-se em
uma das técnicas desenvolvidas
pela ciência contábil, que tem
como objetivo examinar a
veracidade e correção das
informações apresentadas na
escrituração e nas demonstrações
contábeis das entidades.
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
1ª
Auditoria Contábil I
ESCRITURAÇÃO
Constitui-sena técnica contábil por
meio da qual são efetuados os
registros dos fatos contábeis. Tais
registros são efetuados por meio do
método das partidas dobradas ou
sistema de débito e crédito.
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
CONCEITOS, OBJETIVOS E EVOLUÇÃO
HISTÓRICA DA AUDITORIA
9.
2ª
Auditoria Contábil I
DEMONSTRAÇÕESCONTÁBEIS
São elaboradas no final de cada
período contábil, com base na
escrituração efetuada, para
verificar a situação econômica,
financeira e patrimonial das
entidades no período.
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
CONCEITOS, OBJETIVOS E EVOLUÇÃO
HISTÓRICA DA AUDITORIA
10.
3ª
Auditoria Contábil I
ANÁLISEDAS DEMONSTRAÇÕES
É a aplicação de análises e índices
que visam, mensurar a liquidez, o
endividamento, os prazos médios
de pagamento, recebimento e de
renovação de estoques e a
rentabilidade das entidades.
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
CONCEITOS, OBJETIVOS E EVOLUÇÃO
HISTÓRICA DA AUDITORIA
11.
4ª
Auditoria Contábil I
AUDITORIACONTÁBIL
É a verificação da veracidade e
correção dos registros efetuados na
escrituração e nas demonstrações
contábeis das entidades, através
da aplicação das técnicas e
procedimentos de auditoria.
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
CONCEITOS, OBJETIVOS E EVOLUÇÃO
HISTÓRICA DA AUDITORIA
12.
CONCEITOS, OBJETIVOS EEVOLUÇÃO
HISTÓRICA DA AUDITORIA
Auditoria Externa
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
Para Willian Attie (1998, p.25)
A Auditoria é uma especialização
contábil voltado a testar a
eficiência e eficácia do controle
patrimonial implantado com o
objetivo de expressar uma opinião
sobre determinado dado.
13.
CONCEITOS, OBJETIVOS EEVOLUÇÃO
HISTÓRICA DA AUDITORIA
Auditoria Externa
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
Para Franco e Marra (2000, p.26)
A auditoria é a técnica contábil
que através de procedimentos
específicos, aplicados no exame
de registros e documentos,
relacionados com o controle de
uma entidade.
14.
CONCEITOS, OBJETIVOS EEVOLUÇÃO
HISTÓRICA DA AUDITORIA
Auditoria Externa
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
Para Cavalcanti (2007, p. 25)
A auditoria é uma especialização
contábil voltada a testar a
eficiência e eficácia do controle
patrimonial implantado com o
objetivo de expressar uma opinião
sobre determinado dado.
15.
CONCEITOS, OBJETIVOS EEVOLUÇÃO
HISTÓRICA DA AUDITORIA
Auditoria Externa
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
Para Crepaldi (2010, p.03)
A auditoria constitui o conjunto de
procedimentos técnicos que tem
por objetivo a emissão de parecer
sobre sua adequação, consoante
os Princípios de Contabilidade e
pertinente à legislação específica.
16.
CONCEITOS, OBJETIVOS EEVOLUÇÃO
HISTÓRICA DA AUDITORIA
Auditoria Externa
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
É o ato de confrontar a condição –
situação encontrada – com o
critério – situação que deve ser
CONDIÇÃO CRITÉRIO
AUDITORIA
17.
CONCEITOS, OBJETIVOS EEVOLUÇÃO
HISTÓRICA DA AUDITORIA
Auditoria Externa
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
D
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PROPRIETÁRIO
AUDITOR
ADMINISTRADOR
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INFORMAÇÕES E SUGESTÕES
RELATÓRIO
PRESTAÇÃO DE CONTAS
ACCOUNTABILITY
18.
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
Objetivos
Obtersegurança razoável
de que as demonstrações
contábeis como um todo estão
livres de distorção relevante,
independentemente se causadas
por fraude ou erro.
CONCEITOS, OBJETIVOS E EVOLUÇÃO
HISTÓRICA DA AUDITORIA
Auditoria Externa
19.
Auditoria Externa
PROFESSOR MARCOSVINÍCIUS
Objetivos
Aumentar o grau
de confiança nas
demonstrações
contábeis por
parte dos
usuários.
CONCEITOS, OBJETIVOS E EVOLUÇÃO
HISTÓRICA DA AUDITORIA
20.
Auditoria Externa
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Objetivos
Apresentar relatório sobre as
demonstrações contábeis e
comunicar-se como exigido pelas
NBC TA’s, em conformidade com
as constatações do auditor.
CONCEITOS, OBJETIVOS E EVOLUÇÃO
HISTÓRICA DA AUDITORIA
21.
Auditoria Externa
PROFESSOR MARCOSVINÍCIUS
Evolução Histórica
A evolução da auditoria, se deu
pelo desenvolvimento econômico
dos países, o crescimento das
empresas e a expansão das
atividades produtoras, gerando
complexidade na administração.
CONCEITOS, OBJETIVOS E EVOLUÇÃO
HISTÓRICA DA AUDITORIA
22.
Auditoria Externa
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Evolução Histórica
A veracidade das informações, o
correto cumprimento das metas, a
aplicação do capital investido de
forma lícita e o retorno do
investimento, foram algumas das
preocupações.
CONCEITOS, OBJETIVOS E EVOLUÇÃO
HISTÓRICA DA AUDITORIA
23.
Auditoria Externa
PROFESSOR MARCOSVINÍCIUS
Evolução Histórica
E isso exigiu a opinião de alguém
não ligado aos negócios para
confirmar, de forma independente,
a qualidade e precisão das
informações prestadas, surgindo
desta forma, a pessoa do Auditor.
CONCEITOS, OBJETIVOS E EVOLUÇÃO
HISTÓRICA DA AUDITORIA
24.
Auditoria Externa
PROFESSOR MARCOSVINÍCIUS
Evolução Histórica
Embora haja indícios da existência
da profissão do auditor desde o
século XIV, esta é, em verdade,
uma função nova e que vem
experimentando excepcional
desenvolvimento.
CONCEITOS, OBJETIVOS E EVOLUÇÃO
HISTÓRICA DA AUDITORIA
1.
Auditoria Externa
Auditoria Independente(externa)
Constitui-se no conjunto de
procedimentos técnicos, postos em
execução por Contador Auditor
sem vínculo empregatício ou por
Empresa de Auditoria, com vistas à
emissão de um Parecer/Relatório.
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
TIPOS DE AUDITORIA
28.
2.
Auditoria Contábil I
AuditoriaInterna
Executa procedimentos que visam
a verificação da veracidade das
informações contábeis (auditoria
contábil), como também a análise
dos aspectos administrativos
(auditoria operacional).
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
TIPOS DE AUDITORIA
29.
3.
Auditoria Externa
Auditoria Fiscal
Verificase os contribuintes, pessoas
físicas ou jurídicas, estão efetuando
o recolhimento dos tributos e
cumprindo as obrigações
acessórias, conforme determinam
as legislações fiscais.
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
TIPOS DE AUDITORIA
30.
4.
Auditoria Externa
Auditoria Governamental
Constitui-seno conjunto de
técnicas e procedimentos
desenvolvidos com vistas a avaliar
a aplicação e gestão dos recursos
públicos por parte das entidades
públicas e privadas.
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
TIPOS DE AUDITORIA
31.
Auditoria Externa
PROFESSOR MARCOSVINÍCIUS
AUDITORIA EXTERNA (INDEPENDENTE)
É a atividade de avaliação
independente, sem ligação com o
quadro funcional da empresa. Sua
atuação é regulada por contrato.
Também conhecida por Auditoria
Independente.
Definição
32.
Auditoria Externa
PROFESSOR MARCOSVINÍCIUS
AUDITORIA EXTERNA (INDEPENDENTE)
“aumentar o grau de confiança
nas demonstrações contábeis por
parte dos usuários. Mediante uma
opinião de que as mesmas estão
conforme estrutura de relatório
financeiro aplicável”(NBC TA 200).
Finalidade
33.
Auditoria Contábil I
PROFESSORMARCOS VINÍCIUS
Obrigatoriedade
Para as Companhias Abertas
(Lei 6.404/76, Art. 177, Par. 3º)
Art. 177- Par. 3º. As demonstrações financeiras
das companhias abertas observarão, ainda,
as normas expedidas pela Comissão de
Valores Mobiliários, e serão obrigatoriamente auditadas
por auditores independentes registrados na mesma
comissão.
AUDITORIA EXTERNA (INDEPENDENTE)
34.
Auditoria Contábil I
PROFESSORMARCOS VINÍCIUS
AUDITORIA EXTERNA (INDEPENDENTE)
Relatório: Expressão de uma
opinião pelo auditor sobre se as
DC’s foram elaboradas, em todos
os aspectos relevantes, conforme
estrutura de relatório financeiro
aplicável (NBC TA 200).
Produto Final
35.
Auditoria Contábil I
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AUDITORIA EXTERNA (INDEPENDENTE)
Produto Final
Relatório Financeiro
Aplicável
Natureza da
entidade e
objetivo das
DC’s
Lei ou
Regulamento
Auditoria Contábil I
PROFESSORMARCOS VINÍCIUS
Órgãos Reguladores
ÓRGÃO REGULADORES
É o órgão responsável
pela edição das Resoluções que
aprovam as NBC, que
regulamentam as atividades de
Auditoria Independente das DC’s.
38.
Auditoria Contábil I
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Órgãos Reguladores
ÓRGÃO REGULADORES
É o órgão responsável
pela edição das Normas e
Procedimentos de Auditoria – NPA. É
a entidade autorizada a traduzir o
Livro Normas Internacionais de
Relatório Financeiro (IFRS).
39.
Auditoria Contábil I
PROFESSORMARCOS VINÍCIUS
Órgãos Reguladores
ÓRGÃO REGULADORES
É a autarquia que
regulamenta e fiscaliza as atividades
das Companhias Abertas, por meio
de Instruções, Deliberações,
Pareceres e Notas Explicativas.
40.
Auditoria Contábil I
PROFESSORMARCOS VINÍCIUS
NBC’s PA e TA
As Normas Brasileiras de Contabilidade:
NORMAS PROFISSIONAIS E TÉCNICAS
NBC PA - Profissionais estabelecem
regras de exercício profissional.
NBC TA - Técnicas estabelecem
conceitos doutrinários, regras e
procedimentos contábeis.
41.
Auditoria Contábil I
PROFESSORMARCOS VINÍCIUS
As principais NBC’s PA
NORMAS PROFISSIONAIS E TÉCNICAS
NBC CFC Norma
NBC PA 01 1.201/09 Controle de Qualidade para
Firmas (Pessoas Jurídicas e
Físicas) de Auditores
Independentes
NBC PA
290 (R1)
DOU
28/05/14
Independência – Trabalhos
de Auditoria e Revisão
NBC P1 821/97 Normas Profissionais de
Auditor Independente
42.
Auditoria Contábil I
PROFESSORMARCOS VINÍCIUS
As principais NBC’s TA
NORMAS PROFISSIONAIS E TÉCNICAS
A partir de 2009, o CFC considerando o
processo de convergência das Normas
Brasileiras de Contabilidade aos
padrões internacionais editou várias
resoluções aprovando novas normas
de Auditoria Independente de
Informação Contábil Histórica.
43.
Auditoria Contábil I
PROFESSORMARCOS VINÍCIUS
As principais NBC’s TA
NORMAS PROFISSIONAIS E TÉCNICAS
NBC CFC Norma
ESTRUTURA
CONCEITUAL
DOU
25/11/15
Estrutura Conceitual para
Trabalhos de Asseguração
NBC TA
200
1.203/09 Objetivos Gerais do Auditor
Independente
NBC TA
230
1.211/09 Documentação de Auditoria
NBC TA
300
1.211/09 Planejamento da Auditoria
44.
Auditoria Contábil I
PROFESSORMARCOS VINÍCIUS
As principais NBC’s TA
NORMAS PROFISSIONAIS E TÉCNICAS
NBC CFC Norma
NBC TA
520
1.221/09 Procedimentos Analíticos
NBC TA
560
1.225/09 Eventos Subsequentes
NBC TA
705
1.232/09 Modificações na Opinião do
Auditor Independente
45.
Auditoria Contábil I
PROFESSORMARCOS VINÍCIUS
Procedimentos de Auditoria
PROCEDIMENTOS E PRINCÍPIOS DE
AUDITORIA EXTERNA
São técnicas que permitem ao auditor
obter evidências ou provas suficientes
e adequadas para a consecução de
seu objetivo. São ferramentas que o
auditor dispõe para cumprir os testes
de auditoria. Consideram a relevância
e os riscos de auditoria.
46.
Auditoria Contábil I
PROFESSORMARCOS VINÍCIUS
Testes de Auditoria
PROCEDIMENTOS E PRINCÍPIOS DE
AUDITORIA EXTERNA
Constituem exames e investigações
que possibilitam ao auditor
independente obter subsídios
suficientes para fundamentar seu
relatório.
São as ferramentas a serem utilizadas
para a aplicação dos procedimentos
47.
Auditoria Contábil I
PROFESSORMARCOS VINÍCIUS
Testes de Auditoria
PROCEDIMENTOS E PRINCÍPIOS DE
AUDITORIA EXTERNA
Exemplo:
Se o objetivo da ação é determinar a
existência de um bem (procedimento),
o caminho a seguir é inspecioná-lo
fisicamente (teste), buscando uma
prova material satisfatória.
48.
Auditoria Contábil I
PROFESSORMARCOS VINÍCIUS
Testes de Auditoria
PROCEDIMENTOS E PRINCÍPIOS DE
AUDITORIA EXTERNA
NBC TA 500
Os procedimentos de auditoria para
obter evidência podem incluir:
• inspeção
• observação
• confirmação
• recálculo
• reexecução
• procedimentos
analíticos
• indagação
49.
Auditoria Contábil I
PROFESSORMARCOS VINÍCIUS
Testes de Auditoria
PROCEDIMENTOS E PRINCÍPIOS DE
AUDITORIA EXTERNA
Os procedimentos de auditoria para
obter evidência podem incluir:
• inspeção
• observação
• confirmação
• recálculo
Auditoria Contábil I
PROFESSORMARCOS VINÍCIUS
NBC TA 705
PARECER E RELATÓRIOS DE AUDITORIA
O “Parecer dos Auditores
Independentes”, é o documento
mediante o qual o auditor expressa sua
opinião, de forma clara e objetiva,
sobre as demonstrações contábeis nele
indicadas.
53.
Auditoria Contábil I
PROFESSORMARCOS VINÍCIUS
PARECER E RELATÓRIOS DE AUDITORIA
Deve identificar as demonstrações
contábeis sobre as quais o auditor está
expressando sua opinião, indicando,
outrossim, o nome da entidade, as
datas e os períodos a que
correspondem;
Características
54.
Auditoria Contábil I
PROFESSORMARCOS VINÍCIUS
PARECER E RELATÓRIOS DE AUDITORIA
Ser datado e assinado pelo contador
responsável pelos trabalhos, e conter
seu número de registro no Conselho
Regional de Contabilidade.
Características
55.
Auditoria Contábil I
PROFESSORMARCOS VINÍCIUS
PARECER E RELATÓRIOS DE AUDITORIA
Caso o trabalho tenha sido realizado
por empresa de auditoria, o nome e o
número no CRC também devem
constar do parecer.
A data do parecer deve corresponder
ao dia do encerramento dos trabalhos
de auditoria na entidade.
Características
56.
Auditoria Contábil I
PROFESSORMARCOS VINÍCIUS
PARECER E RELATÓRIOS DE AUDITORIA
O parecer deve expressar, clara e
objetivamente, se as demonstrações
contábeis auditadas, em todos os
aspectos relevantes, na opinião do
auditor, representam, adequadamente
ou não, de acordo com as prática
contábeis adotadas no Brasil:
Características
57.
Auditoria Contábil I
PROFESSORMARCOS VINÍCIUS
PARECER E RELATÓRIOS DE AUDITORIA
a) a posição patrimonial e financeira;
b) o resultado das operações ;
c) as mutações do patrimônio líquido;
d) os fluxos de caixa.
Características
58.
Auditoria Contábil I
PROFESSORMARCOS VINÍCIUS
PARECER E RELATÓRIOS DE AUDITORIA
O parecer classifica-se, segundo a
natureza da opinião que contém, em:
1- parecer sem ressalva;
2- parecer com ressalva;
3- parecer adverso; e
4- parecer com abstenção de opinião
Classificação
Auditoria Contábil I
PROFESSORMARCOS VINÍCIUS
Parecer
Deverá revelar se as Demonstrações
Contábeis estão de acordo com:
1. Os Princípios Fundamentais de Contabilidade;
2. As Normas Brasileiras de Contabilidade;
3. As Legislações Específicas;
4. A Real situação Financeira, Econômica e
Patrimonial das Entidades, em todos os aspectos
Relevantes;
PARECER E RELATÓRIOS DE AUDITORIA
61.
Auditoria Contábil I
PROFESSORMARCOS VINÍCIUS
Princípios Fundamentais de
Contabilidade:
1. Entidade;
2. Continuidade;
3. Oportunidade;
4. Registro pelo Valor Original;
5. Atualização Monetária;
6. Competência;
7. Prudência.
PARECER E RELATÓRIOS DE AUDITORIA
62.
Auditoria Contábil I
PROFESSORMARCOS VINÍCIUS
Princípios Fundamentais de
Contabilidade:
A Resolução CFC nº 953/2003, alterou o
modelo de parecer do item 11.3.2.3 da
NBC T 11, substituindo a expressão:
"com os Princípios Fundamentais de
Contabilidade"
por "práticas contábeis adotadas no Brasil"
PARECER E RELATÓRIOS DE AUDITORIA
QUESTÕES COMENTADAS
Auditoria ContábilI
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
01. (ESAF - AFRF 2001) A republicação das demonstrações contábeis não
será necessária, conforme a NBC-T-6 - Da Divulgação das Demonstrações
Contábeis quando
a) forem elaboradas em desacordo com os princípios fundamentais de
contabilidade.
b) forem elaboradas apenas com infringência de normas de organismos
reguladores.
c) não forem divulgadas informações relevantes para o correto
entendimento das demonstrações contábeis.
d) as informações constantes nas demonstrações contábeis forem
consideradas insuficientes para o seu correto entendimento.
e) a assembleia de sócios acionistas alterar a destinação de resultado
proposto pela administração da entidade.
65.
QUESTÕES COMENTADAS
Auditoria ContábilI
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
Um Parecer deverá revelar se as Demonstrações
Contábeis estão de acordo com:
1. Os Princípios Fundamentais de Contabilidade;
2. As Normas Brasileiras de Contabilidade;
3. As Legislações Específicas;
4. A Real situação Financeira, Econômica e
Patrimonial das
Entidades, em todos os aspectos Relevantes.
66.
QUESTÕES COMENTADAS
Auditoria ContábilI
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
01. (ESAF - AFRF 2001) A republicação das demonstrações contábeis não
será necessária, conforme a NBC-T-6 - Da Divulgação das Demonstrações
Contábeis quando
a) forem elaboradas em desacordo com os princípios fundamentais de
contabilidade.
b) forem elaboradas apenas com infringência de normas de organismos
reguladores.
c) não forem divulgadas informações relevantes para o correto
entendimento das demonstrações contábeis.
d) as informações constantes nas demonstrações contábeis forem
consideradas insuficientes para o seu correto entendimento.
e) a assembleia de sócios acionistas alterar a destinação de resultado
proposto pela administração da entidade.
67.
QUESTÕES COMENTADAS
Auditoria ContábilI
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
NBC T 6 - 6.3.2 – FUNDAMENTOS E
PROCEDIMENTOS PARA REPUBLICAÇÃO
[...]
6.3.2.3 – Não é necessária a republicação
de demonstrações contábeis, quando a
assembleia de sócios ou acionistas alterar
apenas a destinação de resultados
proposta pela administração da Entidade.
68.
QUESTÕES COMENTADAS
Auditoria ContábilI
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
01. (ESAF - AFRF 2001) A republicação das demonstrações contábeis não
será necessária, conforme a NBC-T-6 - Da Divulgação das Demonstrações
Contábeis quando
a) forem elaboradas em desacordo com os princípios fundamentais de
contabilidade.
b) forem elaboradas apenas com infringência de normas de organismos
reguladores.
c) não forem divulgadas informações relevantes para o correto
entendimento das demonstrações contábeis.
d) as informações constantes nas demonstrações contábeis forem
consideradas insuficientes para o seu correto entendimento.
e) a assembleia de sócios acionistas alterar a destinação de resultado
proposto pela administração da entidade.
69.
QUESTÕES COMENTADAS
Auditoria ContábilI
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
02. (ESAF - AFRF 2003) A expressão a ser utilizada na elaboração do
parágrafo de opinião do parecer sem ressalva, emitido pelos auditores
independentes, sobre as demonstrações contábeis, para identificar que as
demonstrações contábeis foram avaliadas e nelas foram aplicadas as
Normas Brasileiras de Contabilidade, a legislação pertinente e os
Princípios Fundamentais de Contabilidade previstos pelo CFC é, de acordo
com:
a) os princípios fundamentais de contabilidade.
b) as normas brasileiras de contabilidade.
c) os princípios contábeis geralmente aceitos.
d) as práticas contábeis adotadas no Brasil.
e) as normas contábeis nacionais e internacionais aceitas.
70.
QUESTÕES COMENTADAS
Auditoria ContábilI
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
A Resolução CFC nº 953/2003 alterou o
modelo de parecer referido no item 11.3.2.3
da NBC T 11, substituindo o termo "Princípios
Fundamentais de Contabilidade" pela
expressão "práticas contábeis adotadas no
Brasil", nos parágrafos de opinião dos
Pareceres e Relatórios emitidos pelos
Auditores Independentes.
71.
QUESTÕES COMENTADAS
Auditoria ContábilI
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
02. (ESAF - AFRF 2003) A expressão a ser utilizada na elaboração do
parágrafo de opinião do parecer sem ressalva, emitido pelos auditores
independentes, sobre as demonstrações contábeis, para identificar que as
demonstrações contábeis foram avaliadas e nelas foram aplicadas as
Normas Brasileiras de Contabilidade, a legislação pertinente e os
Princípios Fundamentais de Contabilidade previstos pelo CFC é, de acordo
com:
a) os princípios fundamentais de contabilidade.
b) as normas brasileiras de contabilidade.
c) os princípios contábeis geralmente aceitos.
d) as práticas contábeis adotadas no Brasil.
e) as normas contábeis nacionais e internacionais aceitas.
72.
1 AUDITORIA INDEPENDENTE– ASPECTOS
GERAIS
Auditoria Contábil I
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
1.1 CONDIÇÕES PARA O EXERCÍCIO
Condições para o Exercício da Atividade de Auditor Independente
- Contador registrado no Conselho Regional de Contabilidade
(CRC)
Condições para o Exercício de Auditoria Independente em
Companhias Abertas
- Contador registrado na Comissão de Valores Mobiliários
(CVM)
Condições para o Exercício de Auditoria Independente em
Instituições Financeiras
- Contador registrado no Banco Central do Brasil (BACEN)
73.
1 AUDITORIA INDEPENDENTE– ASPECTOS
GERAIS
Auditoria Contábil I
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
1.2 PLANEJAMENTO DA AUDITORIA
1. Conhecimento das Práticas Contábeis adotadas pela
entidade e alterações em relação ao período anterior;
2. Conhecimento do Sistema Contábil e de Controles
Internos (SCCI) da Entidade e seu grau de
confiabilidade;
3. A Natureza, Oportunidade e Extensão dos
procedimentos de auditoria a serem realizados.
4. Avaliação dos Riscos de Auditoria em função do
volume e complexidade das transações realizadas;
74.
1 AUDITORIA INDEPENDENTE– ASPECTOS
GERAIS
Auditoria Contábil I
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
1.2 PLANEJAMENTO DA AUDITORIA
5. A existência de entidades associadas, filiais e partes
relacionadas;
6. O uso de trabalhos de outros auditores
independentes, especialistas e auditores internos;
7. Pareceres, relatórios e outros informes a serem
entregues à entidade;
8. Atenção aos prazos estabelecidos por entidades
reguladoras ou fiscalizadoras e para informações aos
demais usuários.
75.
1 AUDITORIA INDEPENDENTE– ASPECTOS
GERAIS
Auditoria Contábil I
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
1.2.1 Práticas Contábeis
Um dos pressupostos essenciais é o da
manutenção da uniformidade das
práticas contábeis adotadas pela
entidade.
Caso haja alteração em suas práticas,
deverá tal fato estar evidenciado em
Notas Explicativas.
76.
1 AUDITORIA INDEPENDENTE– ASPECTOS
GERAIS
Auditoria Contábil I
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
1.2.1 Práticas Contábeis
Exemplo:
Mudança na avaliação de estoques
do método PEPS para o da MPM.
Evidenciar nas Notas Explicativas os
efeitos nas demonstrações contábeis.
PEPS - Primeiro que entra e sai.
MPM - Média Ponderada Móvel.
77.
1 AUDITORIA INDEPENDENTE– ASPECTOS
GERAIS
Auditoria Contábil I
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
1.2.1 Práticas Contábeis
Fatos relevantes
Dependendo do volume de operações
efetuadas pela entidade, na prática,
torna-se impossível para o auditor
examinar todos os fatos ocorridos.
O Auditor irá considerar os fatos
contábeis relevantes.
78.
1 AUDITORIA INDEPENDENTE– ASPECTOS
GERAIS
Auditoria Contábil I
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
1.2.2 Sistema Contábil e CI’s (SCCI)
É o conjunto de mecanismos e
rotinas desenvolvidos pelas
entidades com vistas à proteção de
seus patrimônios e a garantia da
integridade e tempestividade de
seus registros contábeis.
79.
1 AUDITORIA INDEPENDENTE– ASPECTOS
GERAIS
Auditoria Contábil I
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
1.2.2 Sistema Contábil e CI’s (SCCI)
É inerente a um eficaz Sistema Contábil
e de Controles Internos:
Segregação de funções
Delimitação de
responsabilidades
Exemplo: Escrituração e Tesouraria
80.
1 AUDITORIA INDEPENDENTE– ASPECTOS
GERAIS
Auditoria Contábil I
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
1.2.2 Sistema Contábil e CI’s (SCCI)
Registre-se que a responsabilidade
pela elaboração e execução do SCCI
é da entidade.
Cabe ao Auditor a avaliação da
eficácia deste sistema, a ser efetuada,
essencialmente no planejamento.
81.
1 AUDITORIA INDEPENDENTE– ASPECTOS
GERAIS
Auditoria Contábil I
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
1.2.2 Sistema Contábil e CI’s (SCCI)
A análise do SCCI possui três fases:
1.
2.
3.
Verificação da existência do
programa ou manual de AI;
Verificação da execução do
SCCI conforme as definições;
Verificação da eficácia.
82.
1 AUDITORIA INDEPENDENTE– ASPECTOS
GERAIS
Auditoria Contábil I
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
1.2.2 Sistema Contábil e CI’s (SCCI)
Após a análise do SCCI, o Auditor terá
condições de direcionar seu trabalho:
A natureza
A oportunidade
A extensão
Procedimentos
de
Auditoria
83.
1 AUDITORIA INDEPENDENTE– ASPECTOS
GERAIS
Auditoria Contábil I
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
1.2.3 A Natureza, Oportunidade e
Extensão
No planejamento deve-se determinar
toda a natureza, oportunidade e
extensão de aplicação, objetivando
comprovar que todos os pontos da
entidade considerados relevantes
foram cobertos.
84.
1 AUDITORIA INDEPENDENTE– ASPECTOS
GERAIS
Auditoria Contábil I
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
1.2.3 A Natureza, Oportunidade e
Extensão
Natureza
Oportunidade
Extensão
Tipo de procedimento
Momento ocorrido
Área de aplicação
85.
QUESTÕES COMENTADAS
Auditoria ContábilI
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
03. (ESAF- AFTN-96) Na auditoria das demonstrações contábeis, o auditor
deve efetuar o estudo e avaliação do sistema contábil e de controles
internos da entidade, com a finalidade principal de:
a) Determinar a natureza, oportunidade e extensão dos procedimentos de
auditoria.
b) Verificar se os sistemas funcionam da forma como estão previstos.
c) Proporcionar a emissão de relatório de recomendação de melhorias
requeridas.
d) Constatar pontos fracos e ineficientes que possam gerar fraudes e erros.
e) Proporcionar conhecimentos básicos sobre a empresa e sua
organização.
86.
QUESTÕES COMENTADAS
Auditoria ContábilI
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
Todas as alternativas falam de finalidades.
No entanto, o enunciado refere-se à
principal finalidade do auditor ao efetuar o
estudo e avaliação do sistema contábil e de
controles internos da entidade.
Conceitualmente, a principal finalidade do
auditor nesta fase é a de determinar a
natureza (tipo), oportunidade (momento) e a
extensão dos procedimentos de auditoria.
87.
QUESTÕES COMENTADAS
Auditoria ContábilI
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
03. (ESAF- AFTN-96) Na auditoria das demonstrações contábeis, o auditor
deve efetuar o estudo e avaliação do sistema contábil e de controles
internos da entidade, com a finalidade principal de:
a) Determinar a natureza, oportunidade e extensão dos procedimentos de
auditoria.
b) Verificar se os sistemas funcionam da forma como estão previstos.
c) Proporcionar a emissão de relatório de recomendação de melhorias
requeridas.
d) Constatar pontos fracos e ineficientes que possam gerar fraudes e erros.
e) Proporcionar conhecimentos básicos sobre a empresa e sua
organização.
3 PAPÉIS DETRABALHO
Auditoria Contábil I
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
São o conjunto de documentos com
informações e provas coletadas
pelo Auditor, preparados de forma
manual, por meios eletrônicos ou
outros meios, que constituem a
evidência do trabalho executado e
o fundamento de sua opinião.
96.
3 PAPÉIS DETRABALHO
Auditoria Contábil I
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
Observações
Os Papéis de
Trabalho são de
propriedade
exclusiva do
Auditor, o qual é
responsável por sua
guarda e sigilo.
97.
3 PAPÉIS DETRABALHO
Auditoria Contábil I
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
Observações
Entre os papéis de trabalho
padronizados, encontram-se, além de
outros: listas de verificação de
procedimentos, cartas de confirmação
de saldos, termos de inspeções físicas
de caixa, de estoques e de outros
ativos.
98.
3 PAPÉIS DETRABALHO
Auditoria Contábil I
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
Observações
O auditor deve manter
a custódia dos papéis
de trabalho pelo prazo
de cinco anos, a partir
da data de emissão do
seu parecer.
99.
4 FRAUDES EERROS
Auditoria Contábil I
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
a) Fraude – ato intencional de omissão
ou manipulação de transações,
adulteração de documentos, registros
e demonstrações contábeis;
b) Erro – ato não intencional resultante
de omissão, desatenção ou má
interpretação de fatos na elaboração
de registros e demonstrações contábeis.
100.
4 FRAUDES EERROS
Auditoria Contábil I
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
Observações
A responsabilidade primária na
prevenção e identificação de fraude e
erro é da administração da entidade,
através da implementação e
manutenção de adequado sistema
contábil e de controle interno.
101.
4 FRAUDES EERROS
Auditoria Contábil I
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
a) ERROS E FRAUDES
ERROS – Não Intencionais
FRAUDES – Intencionais
b) RESPONSABILIDADE
Responsabilidade da Entidade
c) PREVENÇÃO DE ERROS E FRAUDES
Responsabilidade do Auditor
102.
5 PLANEJAMENTO DEAUDITORIA
Auditoria Contábil I
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
Uma auditoria, pela primeira vez, deve
contemplar, os procedimentos de:
1. obtenção de evidências suficientes
de que os saldos de abertura do
exercício não contenham
representações errôneas ou
inconsistentes que, de alguma maneira,
distorçam as DC’s do exercício atual;
103.
5 PLANEJAMENTO DEAUDITORIA
Auditoria Contábil I
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
2. exame da adequação dos saldos
de encerramento do exercício anterior
com os saldos de abertura do
exercício atual;
3. verificação se as práticas contábeis
adotadas no atual exercício são
uniformes com as adotadas no
exercício anterior;
104.
5 PLANEJAMENTO DEAUDITORIA
Auditoria Contábil I
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
4. identificação de fatos relevantes
que possam afetar as atividades da
entidade e sua situação patrimonial e
financeira; e
5. identificação de relevantes eventos
subsequentes ao exercício anterior,
revelados ou não-revelados.
105.
6 RISCO DEAUDITORIA
Auditoria Contábil I
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
O item 11.2.3.2 da NBC T 11 estabelece
a) Risco de Auditoria em Nível Geral:
1. as DC’s tomadas no seu conjunto;
2. as atividades e a qualidade da
administração;
3. a avaliação do sistema contábil;
4.controles internos e situação
econômica e financeira da entidade.
106.
6 RISCO DEAUDITORIA
Auditoria Contábil I
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
O item 11.2.3.2 da NBC T 11 estabelece
b) Risco de Auditoria em Nível
Específico:
1. saldo das contas;
2. natureza e volume das transações.
107.
6 RISCO DEAUDITORIA
Auditoria Contábil I
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
6.1 Risco inerente, risco de controle e
risco de detecção
Risco inerente
É o risco de erros relevantes nos Saldos
das Contas ou nas Classes de
Transações não serem detectados em
função da inexistência ou
inadequação dos controles internos.
108.
6 RISCO DEAUDITORIA
Auditoria Contábil I
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
Risco Inerente
i) 1. Bens numerários são mais sujeitos a furto
que bens do permanente.
j) 2. Bens comercializados pela sociedade
que sofrem grande variação de preços
estão mais sujeitos a erros do que os que
possuem preços estáveis.
k) 3. Cálculos por estimativa envolvem
maior probabilidade de erro (Provisões).
109.
6 RISCO DEAUDITORIA
Auditoria Contábil I
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
Risco de controle
É o risco de erros relevantes nos Saldos
das Contas ou nas Classes de
Transações não serem detectados ou
evitados pelo Sistema de Controles
Internos da entidade.
110.
6 RISCO DEAUDITORIA
Auditoria Contábil I
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
Risco de detecção
Representa o risco de erros relevantes
nos Saldos das Contas ou nas Classes
de Transações não serem detectados
por falhas do Auditor na aplicação dos
Procedimentos de Auditoria.
111.
7 SUPERVISÃO ECONTROLE DE
QUALIDADE
Auditoria Contábil I
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
Verificação, entre outros aspectos, do
cumprimento:
• do planejamento e do programa de trabalho,
• da observância quanto à aplicação dos
Princípios Fundamentais de Contabilidade,
• da adequação dos procedimentos postos em
prática,
• da organização e documentação dos
trabalhos desenvolvidos.
112.
7 SUPERVISÃO ECONTROLE DE
QUALIDADE
Auditoria Contábil I
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
Da mesma forma, o auditor deverá
instituir um programa de controle de
qualidade visando avaliar,
periodicamente, se os serviços
executados são efetuados de acordo
com as Normas Profissionais de Auditor
Independente e outras normas
pertinentes.
113.
8 ESTUDO EAVALIAÇÃO DO SISTEMA
CONTÁBIL E DE CONTROLES INTERNOS
Auditoria Contábil I
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
114.
8 ESTUDO EAVALIAÇÃO DO SISTEMA
CONTÁBIL E DE CONTROLES INTERNOS
Auditoria Contábil I
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
115.
8 ESTUDO EAVALIAÇÃO DO SISTEMA
CONTÁBIL E DE CONTROLES INTERNOS
Auditoria Contábil I
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
No item 11.2.5.4 da NBC T 11, o Auditor
deve considerar, ainda, os seguintes
aspectos:
a) o ambiente de controle existente na
entidade;
b) os procedimentos de controle
adotados pela administração da
entidade;
116.
8 ESTUDO EAVALIAÇÃO DO SISTEMA
CONTÁBIL E DE CONTROLES INTERNOS
Auditoria Contábil I
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
No item 11.2.5.5, a norma determina
que a avaliação do ambiente de
controle existente deve considerar:
a) a definição de funções de toda a
administração;
b) o processo decisório adotado pela
entidade;
117.
8 ESTUDO EAVALIAÇÃO DO SISTEMA
CONTÁBIL E DE CONTROLES INTERNOS
Auditoria Contábil I
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
No item 11.2.5.5, a norma determina
que a avaliação do ambiente de
controle existente deve considerar:
c) a estrutura organizacional da
entidade e os métodos de delegação
de autoridade e responsabilidade;
d) as políticas de pessoal e
segregação de funções; e
118.
8 ESTUDO EAVALIAÇÃO DO SISTEMA
CONTÁBIL E DE CONTROLES INTERNOS
Auditoria Contábil I
PROFESSOR MARCOS VINÍCIUS
No item 11.2.5.5, a norma determina
que a avaliação do ambiente de
controle existente deve considerar:
e) o sistema de controle da
administração, incluindo as atribuições
da auditoria interna, se existente.