UM MUNDO UNIPOLAR
• Os Estados Unidos, após o fim da Guerra Fria, assumem-se como uma
potência hegemónica, ocupando no mundo um importante lugar na
política e defesa internacionais.
• Após a Guerra Fria, assumem-se como a
única superpotência militar.
• Possuem um numeroso e sofisticado
exército.
• Ocupam a linha da frente na resolução de
conflitos internacionais, assumindo-se
como os “polícias do mundo”.
• A sua ação procura “propagar a
democracia” e “assegurar uma ordem
mundial mais estável e segura”.
• Após a anexação do Kuwait pelo Iraque, os Estados Unidos lideraram uma
coligação militar para repor a soberania do Kuwait.
• Esta operação militar ficou conhecida como “Tempestade no Deserto”.
• A vitória militar na Guerra do Golfo (1990-1991) reforçou a supremacia
militar americana.
• A hegemonia militar apoia-se também em alianças militares e no seu
alargamento a novos países, contribuindo para reforçar o seu papel militar.
A intervenção militar dos EUA:
• Ações militares em (pretensa) defesa de causas humanitárias (Somália,
1992; Jugoslávia, 1999); dos valores da democracia e de combate ao
terrorismo (Afeganistão e Sudão; Iraque – segunda guerra do Golfo;
Líbia).
• Fortalecimento da ação dos EUA devido aos reforço do papel da NATO e
ao seu alargamento aos países do Leste europeu.
• Reforço da influência dos EUA no Conselho de Segurança da ONU.
• Aplicação de sanções económicas aos países que violam os princípios da
democracia, da liberdade, dos direitos humanos, da paz e da segurança.
• A política algo agressiva dos EUA conduziu, entre outros, à guerra do
Iraque que, em conjunto com a proteção a Israel, levaram a atos
terroristas contra a potência americana (o 11 de Setembro de 2001, por
exemplo).
A GLOBALIZAÇÃO
A economia mundializou-se. As sociedades atuais decidem um processo
crescente e rápido de mundialização das técnicas e da economia.
Verifica-se uma verdadeira globalização do mercado, assente em três
eixos fundamentais: Japão, EUA e a UE.
Esta globalização da economia possui dois traços fundamentais:
• A deslocação da produção mundial para o continente asiático
(consolidando-se esta região como uma das grandes áreas do
sistema mundial, principalmente a nível da produção de
indústrias ligeiras - transístores, televisões…);
• Primazia total das empresas multinacionais, enquanto agentes
do mercado global, uma vez que desenvolvem os investimentos
no exterior.
• No plano económico, a livre
abertura dos mercados que a
globalização proporciona, agrava a
situação de dependência dos mais
pobres face à atual tríade económica.
• Os centros de decisão económica mundial
localizam-se em três áreas fundamentais: os
EUA, a UE e a zona da Ásia-Pacífico (Japão).
• São estas zonas que detém o poder
financeiro, o controle das trocas comerciais
e o domínio das inovações técnicas. Assim,
podemos apelidar estas zonas da Tríade
económica.
• Com o rápido crescimento verificado do Japão, outros países da Ásia
tiveram oportunidade de se afirmarem economicamente, pois
sentiram-se incentivados pelo sucesso japonês.
• Neste contexto, destacaram-se, em primeiro lugar, os “Dragões
Asiáticos”, ou seja, Coreia, Hong Kong, Singapura e Taiwan, que
conseguiram desenvolver-se economicamente através da exportação
excessiva.
Coreia do Sul
Taiwan
Hong
Kong
Singapura
Índia
China
Japão
Mongólia
• Porém, os dragões asiáticos e
o Japão depararam-se a
dependência em relação às
economias estrangeiras e com
a quebra de lucros.
• Neste contexto, verifica-se o
desenvolvimento de outros
países asiáticos, os “Tigres
Asiáticos”, ou seja, Tailândia,
Indonésia, Filipinas e Malásia.
Coreia do Sul
Taiwan
Filipinas
China
Mongólia
Tailândia
Malásia
Indonésia
Singapura
Hong Kong
Também a dependência cultural é uma realidade. Atualmente, a cultura
americana domina o mundo, tal como a economia o faz.
Este domínio é possibilitado por:
• Um crescimento efetivo no número de pessoas que falam a língua
inglesa (língua oficial mundial);
• Um desenvolvimento no setor das comunicações em massa: todos têm
televisões, rádios, vão ao cinema, leem jornais…
• O aparecimento e progresso de
meios adicionais para a
comunicação, sem os quais hoje
já não permanecemos: a Internet.

Apos a guerra fria

  • 1.
  • 2.
    • Os EstadosUnidos, após o fim da Guerra Fria, assumem-se como uma potência hegemónica, ocupando no mundo um importante lugar na política e defesa internacionais. • Após a Guerra Fria, assumem-se como a única superpotência militar. • Possuem um numeroso e sofisticado exército. • Ocupam a linha da frente na resolução de conflitos internacionais, assumindo-se como os “polícias do mundo”. • A sua ação procura “propagar a democracia” e “assegurar uma ordem mundial mais estável e segura”.
  • 3.
    • Após aanexação do Kuwait pelo Iraque, os Estados Unidos lideraram uma coligação militar para repor a soberania do Kuwait. • Esta operação militar ficou conhecida como “Tempestade no Deserto”. • A vitória militar na Guerra do Golfo (1990-1991) reforçou a supremacia militar americana. • A hegemonia militar apoia-se também em alianças militares e no seu alargamento a novos países, contribuindo para reforçar o seu papel militar.
  • 4.
    A intervenção militardos EUA: • Ações militares em (pretensa) defesa de causas humanitárias (Somália, 1992; Jugoslávia, 1999); dos valores da democracia e de combate ao terrorismo (Afeganistão e Sudão; Iraque – segunda guerra do Golfo; Líbia). • Fortalecimento da ação dos EUA devido aos reforço do papel da NATO e ao seu alargamento aos países do Leste europeu. • Reforço da influência dos EUA no Conselho de Segurança da ONU. • Aplicação de sanções económicas aos países que violam os princípios da democracia, da liberdade, dos direitos humanos, da paz e da segurança. • A política algo agressiva dos EUA conduziu, entre outros, à guerra do Iraque que, em conjunto com a proteção a Israel, levaram a atos terroristas contra a potência americana (o 11 de Setembro de 2001, por exemplo).
  • 5.
  • 6.
    A economia mundializou-se.As sociedades atuais decidem um processo crescente e rápido de mundialização das técnicas e da economia. Verifica-se uma verdadeira globalização do mercado, assente em três eixos fundamentais: Japão, EUA e a UE. Esta globalização da economia possui dois traços fundamentais: • A deslocação da produção mundial para o continente asiático (consolidando-se esta região como uma das grandes áreas do sistema mundial, principalmente a nível da produção de indústrias ligeiras - transístores, televisões…); • Primazia total das empresas multinacionais, enquanto agentes do mercado global, uma vez que desenvolvem os investimentos no exterior.
  • 7.
    • No planoeconómico, a livre abertura dos mercados que a globalização proporciona, agrava a situação de dependência dos mais pobres face à atual tríade económica. • Os centros de decisão económica mundial localizam-se em três áreas fundamentais: os EUA, a UE e a zona da Ásia-Pacífico (Japão). • São estas zonas que detém o poder financeiro, o controle das trocas comerciais e o domínio das inovações técnicas. Assim, podemos apelidar estas zonas da Tríade económica.
  • 8.
    • Com orápido crescimento verificado do Japão, outros países da Ásia tiveram oportunidade de se afirmarem economicamente, pois sentiram-se incentivados pelo sucesso japonês. • Neste contexto, destacaram-se, em primeiro lugar, os “Dragões Asiáticos”, ou seja, Coreia, Hong Kong, Singapura e Taiwan, que conseguiram desenvolver-se economicamente através da exportação excessiva. Coreia do Sul Taiwan Hong Kong Singapura Índia China Japão Mongólia
  • 9.
    • Porém, osdragões asiáticos e o Japão depararam-se a dependência em relação às economias estrangeiras e com a quebra de lucros. • Neste contexto, verifica-se o desenvolvimento de outros países asiáticos, os “Tigres Asiáticos”, ou seja, Tailândia, Indonésia, Filipinas e Malásia. Coreia do Sul Taiwan Filipinas China Mongólia Tailândia Malásia Indonésia Singapura Hong Kong
  • 10.
    Também a dependênciacultural é uma realidade. Atualmente, a cultura americana domina o mundo, tal como a economia o faz. Este domínio é possibilitado por: • Um crescimento efetivo no número de pessoas que falam a língua inglesa (língua oficial mundial); • Um desenvolvimento no setor das comunicações em massa: todos têm televisões, rádios, vão ao cinema, leem jornais… • O aparecimento e progresso de meios adicionais para a comunicação, sem os quais hoje já não permanecemos: a Internet.

Notas do Editor

  • #2 Este modelo pode ser utilizado como ficheiro de iniciação de um álbum de fotografias.