Este poema analisa a jornada dos descobrimentos portugueses. A primeira estrofe contrasta o "mar anterior" desconhecido com os novos territórios revelados, simbolizando a passagem das trevas para o conhecimento. A segunda estrofe descreve a aproximação à terra estranha que se transforma em florestas. A última estrofe equaciona o sonho com a visão do desconhecido e a busca da verdade através da coragem portuguesa.