O documento discute a proposta de reforma trabalhista do governo, que altera cerca de 100 pontos da CLT. A proposta permite que acordos coletivos negociados entre empresas e trabalhadores prevaleçam sobre a lei em vários aspectos, e também traz mudanças como jornada de 12 horas e rescisão contratual fora de sindicatos. Há divergências entre especialistas, com sindicatos contrários e empresários a favor da proposta.