PAUTA
1. Acolhida – apresentação
2. Leitura compartilhada: A canoa
2. Exposição dialógica: Dispositivos legais que
regulamentam a EJA
a) Levantamento dos conhecimentos prévios:
 Em dupla entrevistar o colega com as seguintes
questões:
a) Quem é o aluno da EJA?
b) Por que você acha que ele deixou de estudar?
c) Qual é a visão de mundo do aluno da EJA?
d) Por que o aluno da EJA procura a escola?
3. Sistematização das resposta com exposição dialógica –
Alunas e alunos da EJA
A Canoa
Digitação, formatação e montagem
Luiz Carlos Peralva
Texto
Paulo Freire
Em um largo rio, de difícil travessia, havia
um barqueiro que atravessava as pessoas
de um lado para o outro. Em uma das viagens,
iam um advogado e uma professora. Como quem
gosta de falar muito, o advogado pergunta ao
barqueiro: Companheiro, você entende de leis?
Não, respondeu o barqueiro.
E o advogado compadecido: É pena, você
perdeu metade da vida.
A professora muito social, entra na conversa:
Seu barqueiro, você sabe ler e escrever?
Também não, respondeu o barqueiro.
Que pena! Condói-se a mestra-Você perdeu metade
de sua vida! Nisso chega uma onda bastante forte e
vira o barco. O barqueiro preocupado, pergunta:
Vocês sabem nadar?
NÃO! Responderam eles rapidamente.
Então é uma pena- Conclui o barqueiro. Vocês perderam
toda a vida.
Não há saber maior ou saber menor.
Há saberes diferentes.
PAULO FREIRE
Pense nisso e valorize todas as pessoas com as quais tenha
contato. Cada uma delas tem algo de diferente para ensinar..
Dispositivos legais
que regulamentam a
EJA
Profª Giovanna Marget
Constituição Federal de 1988
 estabelece que "a educação é direito de
todos e dever do Estado e da família..." e
ainda ,ensino fundamental obrigatório e
gratuito, inclusive sua oferta garantida
para todos os que a ele não tiveram
acesso na idade própria.
Constituição Federal - 1/3
(principal função: nortear
interpretação das demais normas)
Princípios da República (art. 1º): cidadania,
dignidade da pessoa humana, democracia,
harmonia entre os Poderes.
Objetivos da República (art. 3º): construir
sociedade livre, justa e solidária, com
erradicação da pobreza e da
marginalização e promoção do bem de
todos, sem discriminação.
Constituição Federal - 2/3
EDUCAÇÃO: direito social (arts. 6º e 205)
direito de todos, dever do Estado e da família.
promoção e incentivo com colaboração da sociedade
objetivo: pleno desenvolvimento da pessoa, seu
preparo para o exercício da cidadania e qualificação
para o trabalho.
EJA tem no art. 208 a primeira menção – garantia de
ensino público fundamental obrigatório, inclusive “para
todos os que a ele não tiveram acesso na idade própria”.
Art. 208, §1º: O acesso ao ensino obrigatório e gratuito é
direito público subjetivo.
§ 2º: O não-oferecimento do ensino obrigatório
pelo Poder Público, ou sua oferta irregular, importa
responsabilidade da autoridade competente.
Pontos Principais
1. “Obrigatoriedade” x Idade/capacidade civil
2. Delineamento do titular do direito à EJA.
3. Responsabilidade x Competências
4. Eficácia da norma constitucional: meramente
programática, ou aplicabilidade imediata?
Constituição Federal – 3/3
LDB (Lei 9.394/96) e EJA
Versão Aprovada
arts. 37 e 38:
• “oportunidades educacionais
apropriadas”, segundo as
características do alunado;
• mero estímulo genérico,
pelo Poder Público, a ações
que mantenham o trabalhador
na escola;
• exames (supletivos e de
aferição de conhecimentos e
habilidades informais).
Substitutivo Jorge Hage
arts. 62 e 63:
• redução de jornada sem
redução salarial para
trabalhadores matriculados;
• intervalos para estudo;
• ações mais concretas do
Poder Público (ações diretas
no sistema de ensino,
estímulos fiscais/creditícios
para empresas que facilitem o
estudo de seus funcionários).
Funções da EJA na Resolução
CNE/CEB n°1 , de 5 de julho de 2000
 Reparadora: ao reconhecer a igualdade humana
de direitos e o acesso aos direitos civis, pela
restauração dos direitos negados;
 Equalizadora : ao propor a igualdadede
oportunidades de acesso e permanênca na
escola;
 Qualificadora : ao viabilizar a atualização
permanente de conhecimentos e aprendizagens
contínuas ( Parecer CEB 11/2000).
Modalidades de EJA
1. Cursos com avaliação no processo, em 02
anos, a exemplo:
 EJA I – Estágio I e 2 ( 1ª a 4ª série);
 EJA II – Estágio I (5ª /6ª) e Estágio II (7ª 8ª);
 EJA III – Estágio I e II – Área de Linguagem e
Expressões / Estágio III Ciências Exatas e
Biológicas
 Exames Supletivos, nas Comissões
Permanentes de Avaliação, onde poderá
realizar as avaliações de todos os
componentes curriculares
Alunos e alunas da EJA
Professora Giovanna Marget
Visão de mundo dos alunos e alunas da
EJA
 A visão de mundo de uma pessoa que
retorna aos estudos depois de adulta é
bastante peculiar;
 As escolas recebem educandos com traços
de vida, origens, idades, vivências
profissionais, históricos escolares, ritmos de
aprendizagem e estruturas de pensamento
variados.
 Os educandos da EJA trazem consigo uma
visão de mundo influênciada por seus traços
culturais de origem e por sua vivência social,
familiar e profissional;
 Uma noção de mundo mais relacionada ao
ver e ao fazer, apoiada numa adesão
espontanêa e imediata às coisas que vê;
 Abertos à aprendizagem, eles vêem para a
sala de aula com um olhar que é, por lado
um olhar receptivo, e, por outro, é um olhar
ativo: curioso,explorador, olhar que investiga,
olhar que pensa.
Os conhecimentos já adqueridos
 Os conhecimentos de uma pessoa que
procura a escola tardiamente, são inúmeros
e adquiridos ao longo de sua história de vida;
 Estes conhecimentos podem ser
classificados em duas espécies : o saber
sensível e o saber cotidiano
Saber sensível
 O saber sensível diz respeito aquele saber do corpo,
originado na relação primeira com o mundo e fundado
na percepção das coisas e do outro.É um saber
sustentado pelos cinco sentidos;
 Os educandos jovens e adultos são plenos deste
saber sensível. A maioria dos educandos é
especialmente receptiva às situações de
aprendizagem: manifestam encantamento com os
procedimentos, com os saberes novos e com as
vivências proprocionadas pela escola;
 Essa atitude de maravilhamento com o
conhecimento é a porta de entrada para
construir um outro tipo de saber : o
conhecimento científico;
 Olhar,escutar, tocar, cheirar e saborear são as
aberturas para nosso mundo interior.
O saber cotidiano
 Se configura como um saber reflexivo, pois é
saber da vida vivida, saber amadurecido,
nascido de valores e princípios éticos, morais
já formados, anteriormente, fora da escola;
 Um saber que possui concretude – criado a
partir do enfrentamento de desafios – modo
de pensar originado no dia-a-dia;
 Esse saber fundado no cotidiano, assentado
no senso comum e diferente do elaborado
conhecimento formal com que a escola lida.
 Os conhecimentos que os educandos da EJA
trazem estão diretamente relacionados às
suas práticas sociais. Essas práticas
norteiam não somente os saberes do dia-a-
dia, como também os saberes aprendido na
escola.
 A aprendizagem escolar, somente se torna
significativa para o educando se fizer uso e
valorizar seus conhecimentos anteriores, se
produzir saberes novos, que façam sentido
fora a da escola.
A procura pela escola
 Ir à escola, para um jovem ou adulto, é antes
de tudo, um desafio, um projeto de vida;
 Os educandos da EJA têm em seu
imaginário um modelo tradicional de escola,
quando encontram uma nova concepção de
escola, que os coloca como sujeito da
prendizagem,estranham,resistem;
 Diminuir a distância entre o que esperam s
educandos e o que a escola lhes oferece é
tarefa que deve ser cumprida pelo educador
da EJA;
 Satisfação pessoal, a conquista de um
direito, a sensação de capacidade e
dignidade.
As marcas da exclusão
 Os educandos da EJA vêm da classe de
baixa renda – geralmente pertencem à
mesma classe social;
 Quase sempre seus pais tiveram ou têm uma
escolaridade inferior à sua;
 Possuem baixa auto-estima, reforçada pelas
situações de fracaso escolar;
 A maioria dos educandos da EJA são
mulheres e negros.
As marcas do trabalho
 Os educandos da EJA, em sua maioria, são
trabalhadores e, muitas vezes, começaram
cedo e tiveram que abandonar os estudos
para garantir a sobrevivência;
 A grande maioria chegam para as aulas após
umdia intenso de trabalho;
 Desenvolvem atividades mal remuneradas e
cansativas – trabalho repetitivo , braçal.
O que a escola representa para os jovens e
adultos
 Espaço de sociabilidade;
 Transformação social – refletir sobe direitos e
deveres, refletir a sua capacidade de
mobilizar na direção de objetivos próprios;
 Espaço de re / construção de conhecimento
Referências
 BRASIL. Ministério da Educação e do
Desporto. Proposta Curricular para a
Educação de Jovens e Adultos – Ensino
Fundamental 2º Segmento. São Paulo/
Brasília, 1997.
 BRASIL. Ministério da Educação e do
Desporto. Caderno temático : Trabalhando
com a Educação de Jovens e Adultos /
Alunas e alunos da EJA.Brasília,2006.

Alunos e alunas_da_eja.1

  • 1.
    PAUTA 1. Acolhida –apresentação 2. Leitura compartilhada: A canoa 2. Exposição dialógica: Dispositivos legais que regulamentam a EJA a) Levantamento dos conhecimentos prévios:  Em dupla entrevistar o colega com as seguintes questões: a) Quem é o aluno da EJA? b) Por que você acha que ele deixou de estudar? c) Qual é a visão de mundo do aluno da EJA? d) Por que o aluno da EJA procura a escola? 3. Sistematização das resposta com exposição dialógica – Alunas e alunos da EJA
  • 2.
    A Canoa Digitação, formataçãoe montagem Luiz Carlos Peralva Texto Paulo Freire
  • 3.
    Em um largorio, de difícil travessia, havia um barqueiro que atravessava as pessoas de um lado para o outro. Em uma das viagens, iam um advogado e uma professora. Como quem gosta de falar muito, o advogado pergunta ao barqueiro: Companheiro, você entende de leis? Não, respondeu o barqueiro. E o advogado compadecido: É pena, você perdeu metade da vida. A professora muito social, entra na conversa: Seu barqueiro, você sabe ler e escrever?
  • 4.
    Também não, respondeuo barqueiro. Que pena! Condói-se a mestra-Você perdeu metade de sua vida! Nisso chega uma onda bastante forte e vira o barco. O barqueiro preocupado, pergunta: Vocês sabem nadar? NÃO! Responderam eles rapidamente. Então é uma pena- Conclui o barqueiro. Vocês perderam toda a vida. Não há saber maior ou saber menor. Há saberes diferentes. PAULO FREIRE Pense nisso e valorize todas as pessoas com as quais tenha contato. Cada uma delas tem algo de diferente para ensinar..
  • 5.
    Dispositivos legais que regulamentama EJA Profª Giovanna Marget
  • 6.
    Constituição Federal de1988  estabelece que "a educação é direito de todos e dever do Estado e da família..." e ainda ,ensino fundamental obrigatório e gratuito, inclusive sua oferta garantida para todos os que a ele não tiveram acesso na idade própria.
  • 7.
    Constituição Federal -1/3 (principal função: nortear interpretação das demais normas) Princípios da República (art. 1º): cidadania, dignidade da pessoa humana, democracia, harmonia entre os Poderes. Objetivos da República (art. 3º): construir sociedade livre, justa e solidária, com erradicação da pobreza e da marginalização e promoção do bem de todos, sem discriminação.
  • 8.
    Constituição Federal -2/3 EDUCAÇÃO: direito social (arts. 6º e 205) direito de todos, dever do Estado e da família. promoção e incentivo com colaboração da sociedade objetivo: pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e qualificação para o trabalho. EJA tem no art. 208 a primeira menção – garantia de ensino público fundamental obrigatório, inclusive “para todos os que a ele não tiveram acesso na idade própria”.
  • 9.
    Art. 208, §1º:O acesso ao ensino obrigatório e gratuito é direito público subjetivo. § 2º: O não-oferecimento do ensino obrigatório pelo Poder Público, ou sua oferta irregular, importa responsabilidade da autoridade competente. Pontos Principais 1. “Obrigatoriedade” x Idade/capacidade civil 2. Delineamento do titular do direito à EJA. 3. Responsabilidade x Competências 4. Eficácia da norma constitucional: meramente programática, ou aplicabilidade imediata? Constituição Federal – 3/3
  • 10.
    LDB (Lei 9.394/96)e EJA Versão Aprovada arts. 37 e 38: • “oportunidades educacionais apropriadas”, segundo as características do alunado; • mero estímulo genérico, pelo Poder Público, a ações que mantenham o trabalhador na escola; • exames (supletivos e de aferição de conhecimentos e habilidades informais). Substitutivo Jorge Hage arts. 62 e 63: • redução de jornada sem redução salarial para trabalhadores matriculados; • intervalos para estudo; • ações mais concretas do Poder Público (ações diretas no sistema de ensino, estímulos fiscais/creditícios para empresas que facilitem o estudo de seus funcionários).
  • 11.
    Funções da EJAna Resolução CNE/CEB n°1 , de 5 de julho de 2000  Reparadora: ao reconhecer a igualdade humana de direitos e o acesso aos direitos civis, pela restauração dos direitos negados;  Equalizadora : ao propor a igualdadede oportunidades de acesso e permanênca na escola;  Qualificadora : ao viabilizar a atualização permanente de conhecimentos e aprendizagens contínuas ( Parecer CEB 11/2000).
  • 12.
    Modalidades de EJA 1.Cursos com avaliação no processo, em 02 anos, a exemplo:  EJA I – Estágio I e 2 ( 1ª a 4ª série);  EJA II – Estágio I (5ª /6ª) e Estágio II (7ª 8ª);  EJA III – Estágio I e II – Área de Linguagem e Expressões / Estágio III Ciências Exatas e Biológicas  Exames Supletivos, nas Comissões Permanentes de Avaliação, onde poderá realizar as avaliações de todos os componentes curriculares
  • 13.
    Alunos e alunasda EJA Professora Giovanna Marget
  • 14.
    Visão de mundodos alunos e alunas da EJA  A visão de mundo de uma pessoa que retorna aos estudos depois de adulta é bastante peculiar;  As escolas recebem educandos com traços de vida, origens, idades, vivências profissionais, históricos escolares, ritmos de aprendizagem e estruturas de pensamento variados.
  • 15.
     Os educandosda EJA trazem consigo uma visão de mundo influênciada por seus traços culturais de origem e por sua vivência social, familiar e profissional;  Uma noção de mundo mais relacionada ao ver e ao fazer, apoiada numa adesão espontanêa e imediata às coisas que vê;
  • 16.
     Abertos àaprendizagem, eles vêem para a sala de aula com um olhar que é, por lado um olhar receptivo, e, por outro, é um olhar ativo: curioso,explorador, olhar que investiga, olhar que pensa.
  • 17.
    Os conhecimentos jáadqueridos  Os conhecimentos de uma pessoa que procura a escola tardiamente, são inúmeros e adquiridos ao longo de sua história de vida;  Estes conhecimentos podem ser classificados em duas espécies : o saber sensível e o saber cotidiano
  • 18.
    Saber sensível  Osaber sensível diz respeito aquele saber do corpo, originado na relação primeira com o mundo e fundado na percepção das coisas e do outro.É um saber sustentado pelos cinco sentidos;  Os educandos jovens e adultos são plenos deste saber sensível. A maioria dos educandos é especialmente receptiva às situações de aprendizagem: manifestam encantamento com os procedimentos, com os saberes novos e com as vivências proprocionadas pela escola;
  • 19.
     Essa atitudede maravilhamento com o conhecimento é a porta de entrada para construir um outro tipo de saber : o conhecimento científico;  Olhar,escutar, tocar, cheirar e saborear são as aberturas para nosso mundo interior.
  • 20.
    O saber cotidiano Se configura como um saber reflexivo, pois é saber da vida vivida, saber amadurecido, nascido de valores e princípios éticos, morais já formados, anteriormente, fora da escola;  Um saber que possui concretude – criado a partir do enfrentamento de desafios – modo de pensar originado no dia-a-dia;
  • 21.
     Esse saberfundado no cotidiano, assentado no senso comum e diferente do elaborado conhecimento formal com que a escola lida.  Os conhecimentos que os educandos da EJA trazem estão diretamente relacionados às suas práticas sociais. Essas práticas norteiam não somente os saberes do dia-a- dia, como também os saberes aprendido na escola.
  • 22.
     A aprendizagemescolar, somente se torna significativa para o educando se fizer uso e valorizar seus conhecimentos anteriores, se produzir saberes novos, que façam sentido fora a da escola.
  • 23.
    A procura pelaescola  Ir à escola, para um jovem ou adulto, é antes de tudo, um desafio, um projeto de vida;  Os educandos da EJA têm em seu imaginário um modelo tradicional de escola, quando encontram uma nova concepção de escola, que os coloca como sujeito da prendizagem,estranham,resistem;
  • 24.
     Diminuir adistância entre o que esperam s educandos e o que a escola lhes oferece é tarefa que deve ser cumprida pelo educador da EJA;  Satisfação pessoal, a conquista de um direito, a sensação de capacidade e dignidade.
  • 25.
    As marcas daexclusão  Os educandos da EJA vêm da classe de baixa renda – geralmente pertencem à mesma classe social;  Quase sempre seus pais tiveram ou têm uma escolaridade inferior à sua;
  • 26.
     Possuem baixaauto-estima, reforçada pelas situações de fracaso escolar;  A maioria dos educandos da EJA são mulheres e negros.
  • 27.
    As marcas dotrabalho  Os educandos da EJA, em sua maioria, são trabalhadores e, muitas vezes, começaram cedo e tiveram que abandonar os estudos para garantir a sobrevivência;  A grande maioria chegam para as aulas após umdia intenso de trabalho;  Desenvolvem atividades mal remuneradas e cansativas – trabalho repetitivo , braçal.
  • 28.
    O que aescola representa para os jovens e adultos  Espaço de sociabilidade;  Transformação social – refletir sobe direitos e deveres, refletir a sua capacidade de mobilizar na direção de objetivos próprios;  Espaço de re / construção de conhecimento
  • 29.
    Referências  BRASIL. Ministérioda Educação e do Desporto. Proposta Curricular para a Educação de Jovens e Adultos – Ensino Fundamental 2º Segmento. São Paulo/ Brasília, 1997.  BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Caderno temático : Trabalhando com a Educação de Jovens e Adultos / Alunas e alunos da EJA.Brasília,2006.