O documento discute experiências de ensino de matemática para deficientes visuais no Brasil, apresentando alternativas de materiais acessíveis como o sorobã, material dourado e geoplano. Relata que desde 1854 o Imperial Instituto dos Meninos Cegos oferecia ensino de aritmética e geometria, mas foi necessária a criação de materiais tridimensionais para tornar o conteúdo acessível após a década de 1960.