O documento discute o conceito de agroterrorismo como um subgrupo do bioterrorismo, caracterizado pela introdução deliberada de doenças em animais ou plantas para gerar medo e causar prejuízos econômicos. Apresenta casos históricos de ataques agroterroristas e enfatiza o papel da inteligência brasileira na prevenção e monitoramento de tais ameaças. Também menciona a necessidade de um modelo estratégico de contraterrorismo e vigilância em saúde específica para o setor agrícola.