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Andr é V idal | Débor ah Z apat a | L eandro St ok
L ean Change Managem ent e Ges t ão de HR
Índice
22
Agile Think® Business Agility Series
3Introdução
4Trilha Business Agility
5Gestão, Integração e Métricas
8Change Management e HR
11Kaizen: o caminho da qualidade
16Fim da Linha! Agora é com você!
15Sobre o conteúdo
9Modelo ETOS e suas integrações
10Design, Roadmap e Planejamento
13Inovar: Essa é a nossa vibe!
12Aprender, medir e automatizar
17Quem somos?
Introdução
O e-book Agile Think® Business Agility Series é o resultado do trabalho de consultoria
feito pela equipe Agile Think em diversos clientes, os quais também estão sendo
aplicados na própria empresa. Quando falamos em Transformação Digital, Lean e Ágil,
entendemos que estamos num universo interligado, tal como uma malha de metrô.
Sobre a AgileThink
Agile Think® nasceu em 2015 com um grupo de profissionais de tecnologia da
informação e gestão do conhecimento. Adeptos da filosofia Lean, o corpo técnico
e de negócios da empresa é composto por Agile Coaches, Gestores de Projetos e
Scrum Masters que atuam há anos no mercado financeiro, securitário e público.
Os consultores Agile Think atuam no acompanhamento e transferência do
conhecimento nas práticas Ágeis e Lean em diversos clientes, executando
treinamentos, workshops e apoiando times na colaboração e compartilhamento
desses conhecimentos.
CLIENTES ATIVOS
27 Atualmente
COLABORADORES
23 (AC, SM, QA e GP)
PRINCIPAIS PRODUTOS
MVP 30 DIAS, Transformação
Lean, Workshops
3
Agile Think® Business Agility Series
Fig.1 - Agile Think Transformation Map
AT Transformation Map
A ideia é mostrar um Roadmap aonde seja possível entender as
diversas dimensões e a visão da jornada do trabalho de Trans-
formação Digital e Ágil por diferentes trilhas de conhecimento, as
quais se integrem e demonstrem como podemos nos organizar para
atuar no contexto Lean.
01
Business Agility
→ Automation
Trilha voltada à implantação do modelo ETOS de trabalho
orientado à resultados. Tendo como base a gestão de pessoas,
é feita a criação de uma identidade com entregas de resultados
relevantes para o negócio, demonstrando a capacidade de
produção, automação do ciclo de vida e obtenção de métricas
de desempenho com foco em Kaizen.
4
Agile Think® Business Agility Series
02
Enterprise →
Singularity
Trilha voltada à implantação de controles essenciais para a
Gestão de Demandas e processos de valor internos da
organização. Fornece base para a medição enxuta, pautada por
modelos de gestão ágil e à vista de projetos, na preparação de
profissionais e na formação de modelos de trabalho sustentáveis
de alto valor agregado ao indivíduo de forma singular.
03
BMO →
Innovation
Trilha voltada à implantação de práticas de gestão orientada a
resultados. Esse modelo traça um caminho que permite
controlar a cadeia de valor e aspectos que dão visibilidade ao
processo e permitem que a inovação aconteça. Organiza-
cionalmente as ações de cada pessoa devem contribuir para
modelar ambientes produtivos e com propósitos bem definidos.
04
Lean Gov
→ Product
Trilha voltada ao desenvolvimento de produtos sustentáveis.
Esse modelo inicia com a integração dos modelos Lean Enter-
prise e Design Thinking, de forma a definir produtos que agre-
guem a quantidade de informações necessárias para equipes
de desenvolvimento e que esses consigam ter uma participação
efetiva na criação de produtos robustos e antifrágeis.
5
Agile Think® Business Agility Series
geram as integrações necessárias para a
realização na prática dos modelos de
transformação pretendidos pela organi-
zação. Para exemplificar, a figura ao
lado nos mostra uma parte da aplicação
desse modelo, onde todas as trilhas se
integram. Podemos dizer que, quando
temos integrada essa figura em sua
totalidade, a empresa já tem a base
suficiente para executar a Transfor-
mação Ágil.
A seguir vamos entrar em cada trilha e
passar por suas estações. Venha
conosco nessa jornada que se inicia!
consultoria e definir quais os resultados desejados pela companhia durante o
processo de Transformação Digital, Lean ou Ágil. Essas informações são refeitas
durante todo o processo de transformação, com periodicidade definida. É dessa
forma controlada, que é possível ver como as diversas trilhas ao se encontrarem,
Gestão, Integração e Métricas
O Agile Think Transformation Map é
um modelo que foi concebido para que
desde o início saibamos a situação atual
da transformação digital e Lean, por
meio da aplicação de controles que
permitam uma melhor compreensão do
cenário atual da empresa.
O Assessment consiste na aplicação de
um questionário cujo objetivo é obter
uma fotografia inicial dos times de
projeto que serão envolvidos no
processo de transformação. A partir
desse entendimento são traçados planos
de ação que vão orientar as ações da
Fig.3 - Agile Think Transformation Map
Fig.2 – Resultado da Visão Geral de Assessment
Business Agility → Automation
Preparando o ecossistema para gerir
nossos talentos de forma singular!
Formando redes de trabalho colaborativo
A adoção de práticas do Lean e Agile dentro das organizações criou uma nova forma de lidar
com o desenvolvimento de pessoas e geração de valor para as empresas. A Gestão de
Talentos hoje em dia, padece do mesmo mal em muitas empresas. Convive-se com a
escassez de recursos por um lado e a falta do sentimento de pertencimento do outro. Não
há engajamento e podemos considerar isso um grande elefante branco em nossas
organizações. Embora atingir a perfeição seja um grande desafio, como disse Tiago Matos,
fundador da Perestroika, “Um elefante branco é ruim. Mas uma manada de vinte deles é
muito pior”. É isso que fazemos nessa trilha! Caçar nossos elefantes brancos para que eles
não se proliferem!
6
Agile Think® Business Agility Series
Business Agility→Automation
Indiscutivelmente, firmar-se no mundo digital é uma necessidade de todos.
Com foco em explicar a experiência aos nossos clientes e como essa jornada
torna-se possível, começaremos pela trilha Business Agility, a qual culmina na
automação de todo o processo de geração de valor da empresa. Entre nessa
estação e vamos descobrir juntos como as coisas acontecem na vida real?
A vida real é bem mais legal que aquela que a-
prendemos nos livros. O início da Trilha Business
Agility é uma jornada em que a empresa define a
integração entre aspectos relacionados a sua pro-
dutividade, processos internos e capital humano.
Nossa jornada geralmente tem seu início a partir de
algum tipo de integração com outras trilhas, sendo
mais comum começar com o caminho Lean Gov →
Product. E porque isso acontece? Muitas vezes
começamos de forma prática, trazendo aos times
envolvidos na transformação digital ou Lean um
conjunto de informações que permitam iniciarem o
trabalho de forma mais experimental do que teórica. E
isso tem um motivo: As pessoas tendem a internalizar
melhor aquilo que estão aprendendo / praticando e
não apenas lendo ou tendo treinamentos.
O fato é que o início dessa trilha, partindo da Estação
LATCE é um acrônimo para o que chamamos de Lean
Agile Think Center of Excelence. Essa estação é
construída bem mais adiante, quando a maior parte
das práticas Lean e Ágeis já estão enraizadas no dia a
dia dos times e o modelo encontra-se maduro o
suficiente para ser propagado de forma exponencial
dentro da organização.
Logo, a Estação LATCE é o que podemos chamar de
“guardião” das boas práticas instituídas na
organização durante o processo de transformação.
Nessa estação o time já conhece e consegue identificar
modelos de trabalho mais eficientes e que realmente
fazem sentido para a empresa. Ou seja, é um ponto de
referência que possibilita a empresa saber como
melhorar seus processos internos e propagá-los por to-
Agile Think® Business Agility Series
77
Fig.4 – Trilha Business Agility
ChangeManagementeHR
da a organização. Mas isso só foi possível porque a
organização passou pela Estação Change
Management. O Change Management faz parte do
caminho de toda empresa em transformação, pois
ele demanda que a organização consiga
demonstrar sua capacidade de imprimir uma
identidade própria após esse processo. Como
estamos falando de uma abordagem Lean, entregar
valor em forma de resultados relevantes e com
propósitos bem definidos é mandatório. Mas quem
acaba capitaneando essas ações dentro da
corporação? Assim chegamos à Estação Lean HR.
Durante o trabalho de mudança para práticas do
Lean e Agile, é comum que os valores da empresa
e das pessoas também sejam transformados
irreversivelmente para melhor. Aspectos
relacionados à colaboração e formação de
propósitos para os times tendem a mexer com as
estruturas das equipes de Gestão de Talentos e HR.
Afinal, a fórmula usada antes para captar,
desenvolver as pessoas, gerar engajamento e
acima de tudo, analisar o desempenho para
planejar a sucessão e permitir o crescimento hoje
já não é mais como antes.
8
Agile Think® Business Agility Series
Fig.5 – Change Management e HR
ModeloETOS e suasintegrações
É preciso dar uma estrutura para isso tudo, assim chegamos à nossa próxima parada, a Estação ETOS.
ETOS é o nome dado pela Agile Think para o modelo de trabalho verticalizado, o qual cuida da integração da
Estratégia ao Tático, Operacional e Sustentação. A organização do que chamamos de “espinha dorsal” da empresa é
mantida em compliance com as formas conhecidas da gestão tradicional, porém a abrangência desse modelo não
cuida apenas da estruturação vertical, mas também
das atividades das pessoas, as quais ocorrem nos
times e departamentos da empresa.
As pessoas que compõem o capital humano da
empresa querem mais liberdade para trabalhar,
mas ao mesmo tempo, as principais mudanças vêm
da transitoriedade de suas atividades e funções, as
quais nem sempre condizem com o job description
para o qual foram contratadas. E como integrar isso
ao dia a dia da empresa? É aí que vem a nossa
primeira integração, que é feita com a trilha de
Lean Gov → Product. Perceba que o ponto que
une esses dois caminhos é a adoção de práticas da
Estação Design Thinking. Mas porquê isso?
A utilização do Design Thinking, como ferramenta
de integração, oferece aos times da empresa ações
que permitem exercitar a colaboração entre as
equipes de forma organizada, com foco na
definição de novos processos de trabalho.
Segundo Diane Gherson, Diretora de HR da IBM,
“As pessoas têm probabilidade muito menor de
resistir à mudanças quando ajudam à moldá-la”.
Agile Think® Business Agility Series
Fig.6 – Modelo ETOS e Integrações
9
Dessa forma, quando aplicamos técnicas de design
ao dia a dia de times de Gestão de Talentos, por
exemplo, estamos fazendo com que eles
descubram aquilo que é crítico dentro da
organização e consigam gerar um entendimento
comum, por meio da empatia e a apresentação de
gaps que afligem e impactam na produtividade de
todos. Chegamos à nossa próxima parada, a
Estação Visão.
É a partir de uma visão consentida e única sobre os
problemas encontrados, que os times conseguem
criar suas próprias hipóteses de solução e são
encorajados a auto organizarem-se para que
consigam planejar-se minimamente e, por isso tudo
10
Elen Kiss – O que é Design Thinking, Como inovar em grandes empresas? Assista
ao vídeo com Ellen Kiss, superintendente de inovação do Itaú Unibanco, comparti-
lhando dicas e falando sobre os desafios enfrentados por quem muda estruturas,
produtos e serviços.
https://youtu.be/RlhIXPbtBT8
Design,RoadmapePlanejamento
que foi trabalhado durante as sessões de design em
execução. Perceba que ao por as ações definidas
durante as sessões “para andar”, entramos no
modelo de gestão ágil de projetos. Ou seja, é
preciso estabelecer um escopo mínimo das
entregas a serem realizadas pelos membros da
equipe e é preciso que avancem à próxima parada,
a Estação Roadmap. A visibilidade fornecida pelo
Roadmap possibilita ao time
ter uma ideia não apenas das entregas a serem
realizadas, mas também planejar as datas em que
os produtos gerados irão para produção. Nesse
momento adentramos a Estação Planejamento. No
planejamento os times estabelecem o que será
entregue e os requisitos mínimos de qualidade.
Agile Think® Business Agility Series
Fig.8 – Release Planning
Fig.7 – Design Thinking
Não há um método específico para a transferência
de conhecimentos em Agile ou Lean. Esse é um
processo dinâmico por natureza e que evolui com
base no feedback dos clientes, pondo à prova a
capacidade dos times de atingirem suas metas e
transformar o ambiente à sua volta com práticas
mais enxutas e sustentáveis. É aí que nasce mais
uma integração do modelo, que é feita com a trilha
de BMO → Innovation.
O ponto que une esses dois caminhos é a prática
da Estação Kaizen. Sabe o que significa estarem
ligadas por esse ponto? A qualidade do processo e
tudo aquilo que faz parte das ações disparadas pela
linha de Business Agility, que tem como alvo gerar
práticas enxutas por toda a organização e
benefícios tangíveis, viáveis financeiramente
falando. Caso contrário, a inovação não decola.
Na maior parte dos times de desenvolvimento de
processos, existe uma desconexão entre as
demandas dos processos e aquilo que é implantado
na realidade.
Kaizen:ocaminhodaqualidade
Essa desconexão é tratada na próxima estação, de
DevOps. Mais do que apenas um modelo de
automação de processos, principalmente os que
tratam de integração continua das entregas, muitos
times padecem por falta de conhecimento de todo
o seu processo de trabalho.
As práticas de DevOps visam principalmente
integrar de forma fluida os dois primeiros passos do
modelo ETOS: Operação e Sustentação. Dessa
forma, para que seja possível estabelecer conexão
entre os times de desenvolvimento e produção, o
que une esses processos é chamado por ALM
(Application Lifecycle Management), nossa próxima
estação. A Estação ALM tem por objetivo gerar a
integração dos processos produtivos da organi-
zação numa visão end-to-end. Somente desta for-
ma é que podemos ter um feedback apurado se os
Agile Think® Business Agility Series
Fig.10 – Ciclo de Vida
Fig.9 – Kaizen
11
Aprender,medire automatizar
caminho para que chegue à singularidade passa
pelo esforço coletivo, o que envolve tanto
dependências de processos, como dos produtos
gerados.
Assim, como diria Edward Deming, autor do modelo
PDCA, “Medir é importante: o que não é medido
não é gerenciado”. Chegamos então em nossa
próxima estação: A Medição. Nessa etapa, é feita a
coleta de indicadores e entendido, na forma
quantificada, se os objetivos traçados inicialmente
estão trazendo os resultados esperados.
Mas quais métricas utilizar? Pois bem, as melhores
são aquelas que reproduzem de forma unívoca em
números o que você deseja que aconteça na
realidade do dia a dia de seu time. Desta maneira,
como estamos falando de processos, aquilo que
podemos coletar de informações relativo à
utilização das práticas institucionalizadas, ferra-
mentas e modelos de ensino a distância são os
mais indicados nesse momento. E assim chegamos
ao final de nossa trilha, passando pelas duas
últimas estações: Moodle e JIRA.
Em ambas o objetivo maior é certificar que os
processos institucionalizados estão sendo utilizados
pela organização. O Moodle dá a visão do consumo
de informações e das instruções necessárias para
que as pessoas produzam com maior assertividade
e qualidade. O JIRA é uma ferramenta multi-
facetada, que pode ser utilizada para diversos fins.
Mas no final de tudo, o que importa mesmo é o
resultado e, para aferir o JIRA é uma boa pedida.
esforços realizados e os processos estão, de fato,
gerando os benefícios esperados pela organização.
Um ponto a ser ressaltado é o que chamamos de
double check, onde a qualidade não é um termo
opcional dentro do processo, mas sim uma
obrigação de todos. E é nesse ponto que ocorre a
quarta e última integração. Ela cruza com a linha
Enterprise → Singularity na Estação PDCA.
Uma boa prática que utilizamos no trabalho de
aculturamento dos times em processos enxutos e
agile é não utilizar a automação desde o início. A
única coisa que sabemos é que vamos errar num
determinado momento e, antes de digitalizar o
processo de trabalho é mais conveniente treiná-lo
no modelo tradicional, ou melhor analógico. Não
sabe o que é analógico? Post it!
Esse é a melhor forma de se treinar pessoas em
novos processos! Errou? Refaça e tente outra vez!
Estabilizou? Pode automatizar agora!
Porém, perceba que mais uma vez os processos
são checados, desta vez do ponto de vista de ges-
tão. O modelo Enterprise analisa se as boas
práticas de gestão estão sendo seguidas e o
12
Agile Think® Business Agility Series
Fig.11 – Ciclo PDCA
E agora? O que queremos?
Como pôde perceber, a jornada de inovação proposta pela Agile Think® se renova a cada dia!
Estamos iniciando um novo modelo de trabalho e por um motivo nobre: Queremos juntar forças
e mudar conceito e “pré-conceitos” de conteúdos digitais. Mais: queremos com isso reinventar a
forma em que apresentamos nosso trabalho, tornando-o acessível a todos os públicos, não
somente os que consomem Agile, Lean e Gestão. Nossa aventura no universo digital está só
começando!
Inovar:
Essa é a
nossa vibe!
13
Agile Think® Business Agility Series
14
Sobreesseconteúdo...
O mundo atual exige que modelos
de negócio sejam dinâmicos e
que produtos promovam uma visão
continuada baseada na criação de
experiências. Nos modelos
tradicionais isso já não ocorre. A
curto prazo tende a gerar prejuízos
mais rápidos do que lucros
duradouros. E você sabe porquê?
Existe uma nova mentalidade, dita
moderna, personificada pela
geração millenials, a qual está
muito mais conectada e
consumindo conteúdos cada vez
mais curtos, privilegiando muito
mais experimentos traçados por
uma jornada continuada, do que
precisar se aprofundar sobre um
determinado tema específico.
O consumo dessa informação, na
maior parte das vezes, está
pulverizado em diversos meios ou
plataformas, as quais permitem
diferentes formas de interação e
ao mesmo tempo criam
realidades paralelas sobre um
mesmo domínio de
conhecimento. Ao mesmo
tempo, tudo isso se integra e
pode ser compartilhado por
pessoas, grupos ou outras
plataformas compatíveis,
aumentando sua abrangência.
Isso é possível porque os
conteúdos atuais se baseiam no
conceito dos 5Ds: Digital,
Disruptivo, Desmonetizado,
Desmaterializado e Democrático.
Por exemplo, as redes sociais
cumprem esse papel e permitem
a integração de conteúdos de
forma unificada, como se fosse
tudo parte de uma única jornada.
Esse é o mundo da Agile Think!
Conteúdo
Digital
Alcance
Global
Socialmente
Engajado
Vísualmente
Interativo
Agile Think® Business Agility Series
ta de busca por profissionais de áreas relacionadas à
abordagens enxutas e ágeis. Para isso estamos
realizando um teste, o que servirá para treinar nossa
inteligência de busca por profissionais deste tipo.
Se trata de um teste com 10 perguntas e um
tempo de 120 minutos para responder.
Como retribuição ao seu tempo e a ajuda,
enviaremos nosso laudo individual, com ações que
proporcionem uma visão do que pode melhorar nas
práticas Lean e Ágeis. Podemos contar contigo?
Envie seu nome completo e e-mail para:
RH@agilethink.com.br
Assunto: Eu Quero HR Lean Experience
FimdaLinha!Agoraécomvocê!
Bom, chegamos ao final deste e-book e esperamos que tenha
gostado daquilo que viu. Pois bem, caso aceite, temos uma
novidade e um pedido para fazer a você!
Esse é só início do trabalho e é a primeira
etapa de uma longa jornada que estamos
trilhando! Como pôde perceber, a Agile Think
não é apenas uma consultoria que chega nos
seus clientes dizendo o que eles devem fazer.
Pelo contrário, fazemos junto e muitas vezes
“provamos do nosso próprio veneno” antes
mesmo de por alguma ação em curso. Esse
trabalho, por exemplo, faz parte do nosso pro-
jeto HR Lean Experience.
Você sabia que pode nos ajudar a dar o
próximo passo nesse projeto?
É bem simples! Estamos te convidando para nos
ajudar no desenvolvimento de uma nova ferramen-
1515
Agile Think® Business Agility Series
André Vidal
Quemsomos?
Leandro Stok
Deborah Zapata
Agile Think® Business Agility Series
Sócio-Diretor da Agile Think® . Especialista em Agile, Lean e
Design Thinking, possui mais de 20 anos de experiência em
gestão de projetos e na definição de processos de negócio
voltados à inovação e ao desenvolvimento de novas
tecnologias. Atua na implantação de frameworks orientados à
criação e sustentação de produtos digitais para áreas de TI,
P&D, Recursos Humanos, Marketing, Vendas e no mentoring
corporativo. Palestrante, professor e autor de livros, tais
como os best-sellers Agile Think Canvas e Gestão Ágil de
Produtos com Agile Think® Business Framework, ambos
lançados pela Editora Brasport.
Agile Enterprise Manager da Agile Think®. . Especialista em
Agile, Lean e Design Thinking, possui mais de 26 anos de
experiência em gestão de projetos de desenvolvimento de
novas tecnologias. Atua na implantação de frameworks
orientados à criação e sustentação de produtos digitais para
áreas de TI, P&D, Recursos Humanos, Marketing, Vendas e no
mentoring corporativo. Palestrante, professora e
responsável pela área de Treinamentos In-Company e
ministrados pela Agile Think®.
Fundador e Sócio Diretor das empresas Agile Think® e da
escola GoThinkers.School®, com mais de duas décadas de
experiência nas área de Tecnologia da Informação e
Telecomunicações, tem atualmente como sua principal
responsabilidade os departamentos Comerciais das empresas,
além de atuar como instrutor, atuou como professor de
matemática e física em escola estadual e como professor
universitário por mais de 13 anos.
16
LivrosLançados
O livro Agile Think® Canvas foi lançado em 2017 pela Brasport e em menos de dois anos, se
tornou um best-seller. Junto com o livro, foi criada uma comunidade de prática, a qual
começou a aplicar e reproduzir seu conteúdo próprio a partir das práticas propostas. E
ganhou vida própria desde então!
Agile Think® Canvas - The Cookbook Series
Primeiro Livro lançado pelos fun-
dadores da AGILE THINK®,
mostrando a aplicação de técnicas de
Design Thinking com metodologias e
Frameworks Ágeis. Lançado na
Livraria cultura da Paulista, próximo
ao metrô Consolação em Março de
2017, com uma fila para autógrafo dos
autores de mais de 1:30hrs.
Segundo livro lançado por André Vidal
em parceria, retrata as práticas
aplicadas em diversos clientes, nos
quais é possível fazer criação e gestão
de novos produtos e serviços além de
novas funcionalidades, direcionando
as ações dentro de todo o ciclo de vida
e cadeia de valor de um produto ou
serviço.
17
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Agile Think Business Agility Series

  • 1. AgileThink® BusinessAgilitySeries Nossos Parceiros E - B O O K © 2019 – COPYRIGHT AGILE THINK® - TODOS OS DIREITOS RESERVADOS Andr é V idal | Débor ah Z apat a | L eandro St ok L ean Change Managem ent e Ges t ão de HR
  • 2. Índice 22 Agile Think® Business Agility Series 3Introdução 4Trilha Business Agility 5Gestão, Integração e Métricas 8Change Management e HR 11Kaizen: o caminho da qualidade 16Fim da Linha! Agora é com você! 15Sobre o conteúdo 9Modelo ETOS e suas integrações 10Design, Roadmap e Planejamento 13Inovar: Essa é a nossa vibe! 12Aprender, medir e automatizar 17Quem somos?
  • 3. Introdução O e-book Agile Think® Business Agility Series é o resultado do trabalho de consultoria feito pela equipe Agile Think em diversos clientes, os quais também estão sendo aplicados na própria empresa. Quando falamos em Transformação Digital, Lean e Ágil, entendemos que estamos num universo interligado, tal como uma malha de metrô. Sobre a AgileThink Agile Think® nasceu em 2015 com um grupo de profissionais de tecnologia da informação e gestão do conhecimento. Adeptos da filosofia Lean, o corpo técnico e de negócios da empresa é composto por Agile Coaches, Gestores de Projetos e Scrum Masters que atuam há anos no mercado financeiro, securitário e público. Os consultores Agile Think atuam no acompanhamento e transferência do conhecimento nas práticas Ágeis e Lean em diversos clientes, executando treinamentos, workshops e apoiando times na colaboração e compartilhamento desses conhecimentos. CLIENTES ATIVOS 27 Atualmente COLABORADORES 23 (AC, SM, QA e GP) PRINCIPAIS PRODUTOS MVP 30 DIAS, Transformação Lean, Workshops 3 Agile Think® Business Agility Series Fig.1 - Agile Think Transformation Map
  • 4. AT Transformation Map A ideia é mostrar um Roadmap aonde seja possível entender as diversas dimensões e a visão da jornada do trabalho de Trans- formação Digital e Ágil por diferentes trilhas de conhecimento, as quais se integrem e demonstrem como podemos nos organizar para atuar no contexto Lean. 01 Business Agility → Automation Trilha voltada à implantação do modelo ETOS de trabalho orientado à resultados. Tendo como base a gestão de pessoas, é feita a criação de uma identidade com entregas de resultados relevantes para o negócio, demonstrando a capacidade de produção, automação do ciclo de vida e obtenção de métricas de desempenho com foco em Kaizen. 4 Agile Think® Business Agility Series 02 Enterprise → Singularity Trilha voltada à implantação de controles essenciais para a Gestão de Demandas e processos de valor internos da organização. Fornece base para a medição enxuta, pautada por modelos de gestão ágil e à vista de projetos, na preparação de profissionais e na formação de modelos de trabalho sustentáveis de alto valor agregado ao indivíduo de forma singular. 03 BMO → Innovation Trilha voltada à implantação de práticas de gestão orientada a resultados. Esse modelo traça um caminho que permite controlar a cadeia de valor e aspectos que dão visibilidade ao processo e permitem que a inovação aconteça. Organiza- cionalmente as ações de cada pessoa devem contribuir para modelar ambientes produtivos e com propósitos bem definidos. 04 Lean Gov → Product Trilha voltada ao desenvolvimento de produtos sustentáveis. Esse modelo inicia com a integração dos modelos Lean Enter- prise e Design Thinking, de forma a definir produtos que agre- guem a quantidade de informações necessárias para equipes de desenvolvimento e que esses consigam ter uma participação efetiva na criação de produtos robustos e antifrágeis.
  • 5. 5 Agile Think® Business Agility Series geram as integrações necessárias para a realização na prática dos modelos de transformação pretendidos pela organi- zação. Para exemplificar, a figura ao lado nos mostra uma parte da aplicação desse modelo, onde todas as trilhas se integram. Podemos dizer que, quando temos integrada essa figura em sua totalidade, a empresa já tem a base suficiente para executar a Transfor- mação Ágil. A seguir vamos entrar em cada trilha e passar por suas estações. Venha conosco nessa jornada que se inicia! consultoria e definir quais os resultados desejados pela companhia durante o processo de Transformação Digital, Lean ou Ágil. Essas informações são refeitas durante todo o processo de transformação, com periodicidade definida. É dessa forma controlada, que é possível ver como as diversas trilhas ao se encontrarem, Gestão, Integração e Métricas O Agile Think Transformation Map é um modelo que foi concebido para que desde o início saibamos a situação atual da transformação digital e Lean, por meio da aplicação de controles que permitam uma melhor compreensão do cenário atual da empresa. O Assessment consiste na aplicação de um questionário cujo objetivo é obter uma fotografia inicial dos times de projeto que serão envolvidos no processo de transformação. A partir desse entendimento são traçados planos de ação que vão orientar as ações da Fig.3 - Agile Think Transformation Map Fig.2 – Resultado da Visão Geral de Assessment
  • 6. Business Agility → Automation Preparando o ecossistema para gerir nossos talentos de forma singular! Formando redes de trabalho colaborativo A adoção de práticas do Lean e Agile dentro das organizações criou uma nova forma de lidar com o desenvolvimento de pessoas e geração de valor para as empresas. A Gestão de Talentos hoje em dia, padece do mesmo mal em muitas empresas. Convive-se com a escassez de recursos por um lado e a falta do sentimento de pertencimento do outro. Não há engajamento e podemos considerar isso um grande elefante branco em nossas organizações. Embora atingir a perfeição seja um grande desafio, como disse Tiago Matos, fundador da Perestroika, “Um elefante branco é ruim. Mas uma manada de vinte deles é muito pior”. É isso que fazemos nessa trilha! Caçar nossos elefantes brancos para que eles não se proliferem! 6 Agile Think® Business Agility Series
  • 7. Business Agility→Automation Indiscutivelmente, firmar-se no mundo digital é uma necessidade de todos. Com foco em explicar a experiência aos nossos clientes e como essa jornada torna-se possível, começaremos pela trilha Business Agility, a qual culmina na automação de todo o processo de geração de valor da empresa. Entre nessa estação e vamos descobrir juntos como as coisas acontecem na vida real? A vida real é bem mais legal que aquela que a- prendemos nos livros. O início da Trilha Business Agility é uma jornada em que a empresa define a integração entre aspectos relacionados a sua pro- dutividade, processos internos e capital humano. Nossa jornada geralmente tem seu início a partir de algum tipo de integração com outras trilhas, sendo mais comum começar com o caminho Lean Gov → Product. E porque isso acontece? Muitas vezes começamos de forma prática, trazendo aos times envolvidos na transformação digital ou Lean um conjunto de informações que permitam iniciarem o trabalho de forma mais experimental do que teórica. E isso tem um motivo: As pessoas tendem a internalizar melhor aquilo que estão aprendendo / praticando e não apenas lendo ou tendo treinamentos. O fato é que o início dessa trilha, partindo da Estação LATCE é um acrônimo para o que chamamos de Lean Agile Think Center of Excelence. Essa estação é construída bem mais adiante, quando a maior parte das práticas Lean e Ágeis já estão enraizadas no dia a dia dos times e o modelo encontra-se maduro o suficiente para ser propagado de forma exponencial dentro da organização. Logo, a Estação LATCE é o que podemos chamar de “guardião” das boas práticas instituídas na organização durante o processo de transformação. Nessa estação o time já conhece e consegue identificar modelos de trabalho mais eficientes e que realmente fazem sentido para a empresa. Ou seja, é um ponto de referência que possibilita a empresa saber como melhorar seus processos internos e propagá-los por to- Agile Think® Business Agility Series 77 Fig.4 – Trilha Business Agility
  • 8. ChangeManagementeHR da a organização. Mas isso só foi possível porque a organização passou pela Estação Change Management. O Change Management faz parte do caminho de toda empresa em transformação, pois ele demanda que a organização consiga demonstrar sua capacidade de imprimir uma identidade própria após esse processo. Como estamos falando de uma abordagem Lean, entregar valor em forma de resultados relevantes e com propósitos bem definidos é mandatório. Mas quem acaba capitaneando essas ações dentro da corporação? Assim chegamos à Estação Lean HR. Durante o trabalho de mudança para práticas do Lean e Agile, é comum que os valores da empresa e das pessoas também sejam transformados irreversivelmente para melhor. Aspectos relacionados à colaboração e formação de propósitos para os times tendem a mexer com as estruturas das equipes de Gestão de Talentos e HR. Afinal, a fórmula usada antes para captar, desenvolver as pessoas, gerar engajamento e acima de tudo, analisar o desempenho para planejar a sucessão e permitir o crescimento hoje já não é mais como antes. 8 Agile Think® Business Agility Series Fig.5 – Change Management e HR
  • 9. ModeloETOS e suasintegrações É preciso dar uma estrutura para isso tudo, assim chegamos à nossa próxima parada, a Estação ETOS. ETOS é o nome dado pela Agile Think para o modelo de trabalho verticalizado, o qual cuida da integração da Estratégia ao Tático, Operacional e Sustentação. A organização do que chamamos de “espinha dorsal” da empresa é mantida em compliance com as formas conhecidas da gestão tradicional, porém a abrangência desse modelo não cuida apenas da estruturação vertical, mas também das atividades das pessoas, as quais ocorrem nos times e departamentos da empresa. As pessoas que compõem o capital humano da empresa querem mais liberdade para trabalhar, mas ao mesmo tempo, as principais mudanças vêm da transitoriedade de suas atividades e funções, as quais nem sempre condizem com o job description para o qual foram contratadas. E como integrar isso ao dia a dia da empresa? É aí que vem a nossa primeira integração, que é feita com a trilha de Lean Gov → Product. Perceba que o ponto que une esses dois caminhos é a adoção de práticas da Estação Design Thinking. Mas porquê isso? A utilização do Design Thinking, como ferramenta de integração, oferece aos times da empresa ações que permitem exercitar a colaboração entre as equipes de forma organizada, com foco na definição de novos processos de trabalho. Segundo Diane Gherson, Diretora de HR da IBM, “As pessoas têm probabilidade muito menor de resistir à mudanças quando ajudam à moldá-la”. Agile Think® Business Agility Series Fig.6 – Modelo ETOS e Integrações 9
  • 10. Dessa forma, quando aplicamos técnicas de design ao dia a dia de times de Gestão de Talentos, por exemplo, estamos fazendo com que eles descubram aquilo que é crítico dentro da organização e consigam gerar um entendimento comum, por meio da empatia e a apresentação de gaps que afligem e impactam na produtividade de todos. Chegamos à nossa próxima parada, a Estação Visão. É a partir de uma visão consentida e única sobre os problemas encontrados, que os times conseguem criar suas próprias hipóteses de solução e são encorajados a auto organizarem-se para que consigam planejar-se minimamente e, por isso tudo 10 Elen Kiss – O que é Design Thinking, Como inovar em grandes empresas? Assista ao vídeo com Ellen Kiss, superintendente de inovação do Itaú Unibanco, comparti- lhando dicas e falando sobre os desafios enfrentados por quem muda estruturas, produtos e serviços. https://youtu.be/RlhIXPbtBT8 Design,RoadmapePlanejamento que foi trabalhado durante as sessões de design em execução. Perceba que ao por as ações definidas durante as sessões “para andar”, entramos no modelo de gestão ágil de projetos. Ou seja, é preciso estabelecer um escopo mínimo das entregas a serem realizadas pelos membros da equipe e é preciso que avancem à próxima parada, a Estação Roadmap. A visibilidade fornecida pelo Roadmap possibilita ao time ter uma ideia não apenas das entregas a serem realizadas, mas também planejar as datas em que os produtos gerados irão para produção. Nesse momento adentramos a Estação Planejamento. No planejamento os times estabelecem o que será entregue e os requisitos mínimos de qualidade. Agile Think® Business Agility Series Fig.8 – Release Planning Fig.7 – Design Thinking
  • 11. Não há um método específico para a transferência de conhecimentos em Agile ou Lean. Esse é um processo dinâmico por natureza e que evolui com base no feedback dos clientes, pondo à prova a capacidade dos times de atingirem suas metas e transformar o ambiente à sua volta com práticas mais enxutas e sustentáveis. É aí que nasce mais uma integração do modelo, que é feita com a trilha de BMO → Innovation. O ponto que une esses dois caminhos é a prática da Estação Kaizen. Sabe o que significa estarem ligadas por esse ponto? A qualidade do processo e tudo aquilo que faz parte das ações disparadas pela linha de Business Agility, que tem como alvo gerar práticas enxutas por toda a organização e benefícios tangíveis, viáveis financeiramente falando. Caso contrário, a inovação não decola. Na maior parte dos times de desenvolvimento de processos, existe uma desconexão entre as demandas dos processos e aquilo que é implantado na realidade. Kaizen:ocaminhodaqualidade Essa desconexão é tratada na próxima estação, de DevOps. Mais do que apenas um modelo de automação de processos, principalmente os que tratam de integração continua das entregas, muitos times padecem por falta de conhecimento de todo o seu processo de trabalho. As práticas de DevOps visam principalmente integrar de forma fluida os dois primeiros passos do modelo ETOS: Operação e Sustentação. Dessa forma, para que seja possível estabelecer conexão entre os times de desenvolvimento e produção, o que une esses processos é chamado por ALM (Application Lifecycle Management), nossa próxima estação. A Estação ALM tem por objetivo gerar a integração dos processos produtivos da organi- zação numa visão end-to-end. Somente desta for- ma é que podemos ter um feedback apurado se os Agile Think® Business Agility Series Fig.10 – Ciclo de Vida Fig.9 – Kaizen 11
  • 12. Aprender,medire automatizar caminho para que chegue à singularidade passa pelo esforço coletivo, o que envolve tanto dependências de processos, como dos produtos gerados. Assim, como diria Edward Deming, autor do modelo PDCA, “Medir é importante: o que não é medido não é gerenciado”. Chegamos então em nossa próxima estação: A Medição. Nessa etapa, é feita a coleta de indicadores e entendido, na forma quantificada, se os objetivos traçados inicialmente estão trazendo os resultados esperados. Mas quais métricas utilizar? Pois bem, as melhores são aquelas que reproduzem de forma unívoca em números o que você deseja que aconteça na realidade do dia a dia de seu time. Desta maneira, como estamos falando de processos, aquilo que podemos coletar de informações relativo à utilização das práticas institucionalizadas, ferra- mentas e modelos de ensino a distância são os mais indicados nesse momento. E assim chegamos ao final de nossa trilha, passando pelas duas últimas estações: Moodle e JIRA. Em ambas o objetivo maior é certificar que os processos institucionalizados estão sendo utilizados pela organização. O Moodle dá a visão do consumo de informações e das instruções necessárias para que as pessoas produzam com maior assertividade e qualidade. O JIRA é uma ferramenta multi- facetada, que pode ser utilizada para diversos fins. Mas no final de tudo, o que importa mesmo é o resultado e, para aferir o JIRA é uma boa pedida. esforços realizados e os processos estão, de fato, gerando os benefícios esperados pela organização. Um ponto a ser ressaltado é o que chamamos de double check, onde a qualidade não é um termo opcional dentro do processo, mas sim uma obrigação de todos. E é nesse ponto que ocorre a quarta e última integração. Ela cruza com a linha Enterprise → Singularity na Estação PDCA. Uma boa prática que utilizamos no trabalho de aculturamento dos times em processos enxutos e agile é não utilizar a automação desde o início. A única coisa que sabemos é que vamos errar num determinado momento e, antes de digitalizar o processo de trabalho é mais conveniente treiná-lo no modelo tradicional, ou melhor analógico. Não sabe o que é analógico? Post it! Esse é a melhor forma de se treinar pessoas em novos processos! Errou? Refaça e tente outra vez! Estabilizou? Pode automatizar agora! Porém, perceba que mais uma vez os processos são checados, desta vez do ponto de vista de ges- tão. O modelo Enterprise analisa se as boas práticas de gestão estão sendo seguidas e o 12 Agile Think® Business Agility Series Fig.11 – Ciclo PDCA
  • 13. E agora? O que queremos? Como pôde perceber, a jornada de inovação proposta pela Agile Think® se renova a cada dia! Estamos iniciando um novo modelo de trabalho e por um motivo nobre: Queremos juntar forças e mudar conceito e “pré-conceitos” de conteúdos digitais. Mais: queremos com isso reinventar a forma em que apresentamos nosso trabalho, tornando-o acessível a todos os públicos, não somente os que consomem Agile, Lean e Gestão. Nossa aventura no universo digital está só começando! Inovar: Essa é a nossa vibe! 13 Agile Think® Business Agility Series
  • 14. 14 Sobreesseconteúdo... O mundo atual exige que modelos de negócio sejam dinâmicos e que produtos promovam uma visão continuada baseada na criação de experiências. Nos modelos tradicionais isso já não ocorre. A curto prazo tende a gerar prejuízos mais rápidos do que lucros duradouros. E você sabe porquê? Existe uma nova mentalidade, dita moderna, personificada pela geração millenials, a qual está muito mais conectada e consumindo conteúdos cada vez mais curtos, privilegiando muito mais experimentos traçados por uma jornada continuada, do que precisar se aprofundar sobre um determinado tema específico. O consumo dessa informação, na maior parte das vezes, está pulverizado em diversos meios ou plataformas, as quais permitem diferentes formas de interação e ao mesmo tempo criam realidades paralelas sobre um mesmo domínio de conhecimento. Ao mesmo tempo, tudo isso se integra e pode ser compartilhado por pessoas, grupos ou outras plataformas compatíveis, aumentando sua abrangência. Isso é possível porque os conteúdos atuais se baseiam no conceito dos 5Ds: Digital, Disruptivo, Desmonetizado, Desmaterializado e Democrático. Por exemplo, as redes sociais cumprem esse papel e permitem a integração de conteúdos de forma unificada, como se fosse tudo parte de uma única jornada. Esse é o mundo da Agile Think! Conteúdo Digital Alcance Global Socialmente Engajado Vísualmente Interativo Agile Think® Business Agility Series
  • 15. ta de busca por profissionais de áreas relacionadas à abordagens enxutas e ágeis. Para isso estamos realizando um teste, o que servirá para treinar nossa inteligência de busca por profissionais deste tipo. Se trata de um teste com 10 perguntas e um tempo de 120 minutos para responder. Como retribuição ao seu tempo e a ajuda, enviaremos nosso laudo individual, com ações que proporcionem uma visão do que pode melhorar nas práticas Lean e Ágeis. Podemos contar contigo? Envie seu nome completo e e-mail para: RH@agilethink.com.br Assunto: Eu Quero HR Lean Experience FimdaLinha!Agoraécomvocê! Bom, chegamos ao final deste e-book e esperamos que tenha gostado daquilo que viu. Pois bem, caso aceite, temos uma novidade e um pedido para fazer a você! Esse é só início do trabalho e é a primeira etapa de uma longa jornada que estamos trilhando! Como pôde perceber, a Agile Think não é apenas uma consultoria que chega nos seus clientes dizendo o que eles devem fazer. Pelo contrário, fazemos junto e muitas vezes “provamos do nosso próprio veneno” antes mesmo de por alguma ação em curso. Esse trabalho, por exemplo, faz parte do nosso pro- jeto HR Lean Experience. Você sabia que pode nos ajudar a dar o próximo passo nesse projeto? É bem simples! Estamos te convidando para nos ajudar no desenvolvimento de uma nova ferramen- 1515 Agile Think® Business Agility Series
  • 16. André Vidal Quemsomos? Leandro Stok Deborah Zapata Agile Think® Business Agility Series Sócio-Diretor da Agile Think® . Especialista em Agile, Lean e Design Thinking, possui mais de 20 anos de experiência em gestão de projetos e na definição de processos de negócio voltados à inovação e ao desenvolvimento de novas tecnologias. Atua na implantação de frameworks orientados à criação e sustentação de produtos digitais para áreas de TI, P&D, Recursos Humanos, Marketing, Vendas e no mentoring corporativo. Palestrante, professor e autor de livros, tais como os best-sellers Agile Think Canvas e Gestão Ágil de Produtos com Agile Think® Business Framework, ambos lançados pela Editora Brasport. Agile Enterprise Manager da Agile Think®. . Especialista em Agile, Lean e Design Thinking, possui mais de 26 anos de experiência em gestão de projetos de desenvolvimento de novas tecnologias. Atua na implantação de frameworks orientados à criação e sustentação de produtos digitais para áreas de TI, P&D, Recursos Humanos, Marketing, Vendas e no mentoring corporativo. Palestrante, professora e responsável pela área de Treinamentos In-Company e ministrados pela Agile Think®. Fundador e Sócio Diretor das empresas Agile Think® e da escola GoThinkers.School®, com mais de duas décadas de experiência nas área de Tecnologia da Informação e Telecomunicações, tem atualmente como sua principal responsabilidade os departamentos Comerciais das empresas, além de atuar como instrutor, atuou como professor de matemática e física em escola estadual e como professor universitário por mais de 13 anos. 16
  • 17. LivrosLançados O livro Agile Think® Canvas foi lançado em 2017 pela Brasport e em menos de dois anos, se tornou um best-seller. Junto com o livro, foi criada uma comunidade de prática, a qual começou a aplicar e reproduzir seu conteúdo próprio a partir das práticas propostas. E ganhou vida própria desde então! Agile Think® Canvas - The Cookbook Series Primeiro Livro lançado pelos fun- dadores da AGILE THINK®, mostrando a aplicação de técnicas de Design Thinking com metodologias e Frameworks Ágeis. Lançado na Livraria cultura da Paulista, próximo ao metrô Consolação em Março de 2017, com uma fila para autógrafo dos autores de mais de 1:30hrs. Segundo livro lançado por André Vidal em parceria, retrata as práticas aplicadas em diversos clientes, nos quais é possível fazer criação e gestão de novos produtos e serviços além de novas funcionalidades, direcionando as ações dentro de todo o ciclo de vida e cadeia de valor de um produto ou serviço. 17
  • 18. © 2019 – COPYRIGHT AGILE THINK® - TODOS OS DIREITOS RESERVADOS