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trabalho de criação de mini-agência | trabalho de criação de mini-agência
Índice
0.0 Prefácio
1.0 Introdução
2.0 A Mini-Agência
2.1 Nome.
2.2 O que faz.
2.3 Missão, Visão e Valores..
2.4 Organograma / Estrutura.
2.5 Principais Diferenciais.
3.0 Análise do Mercado
3.1 O Mercado.
3.2 Análise Macroambiental.
4.0 Análise da Concorrência.
4.1 Concorrentes Primários.
4.2 Concorrentes Secundários.
5.0 Público Alvo.
5.1 Quem São.
5.2 O que Esperam.
5.3 Quem, Dentro do Público Alvo, Deverá Ser Prospectado.
6.0 Definição dos Problemas, Ameaças e Oportunidades
6.1 Objetivos e Metas de Marketing.
6.2 Matriz P.F.O.A.
6.3 Comportamento do Consumidor.
6.4 Diagnóstico Detalhado da Situação.
7.0 Posicionamento - Plano de Comunicação
7.1 Oportunidade de Comunicação.
7.2 Objetivos de Comunicação.
7.3 Públicos a Serem Trabalhados.
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Índice
7.4 Verba Disponível.
8.0 Estratégias de Comunicação
8.1 Definição do Conceito;
8.2 Estratégia - Desenvolvimento da Campanha.
8.3 Mix de Ferramentas.
9.0 Comunicação Integrada - Mídia
9.1 Objetivos de Mídia.
9.2 Defesa de Meios.
9.3 Seleção e Justificativa de Veículos.
9.4 Flow Chart de Mídia.
10.0 Comunicação Dirigida
10.1 Ações de Comunicação Dirigida.
10.2 Flow Chart de Comunicação Dirigida
11.0 Criação
12.0 Mix de Ferramentas
12.1 Cronograma Analítico de Ações da Campanha
13.0 Peças de Comunicação
13.1 Peças da Etapa 0.
13.2 Peças da Etapa 1.
13.3 Peças da Etapa 2.
13.4 Peças da Etapa 3.
14.0 Cronograma Geral de Investimentos
15. Anexos
15.1 Anexo 1 - Dados Extras de Estudo do Mercado da Internet
15.2 Anexo 2 - História em Quadrinhos “E Então Surgiu a Hub”
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0.0 Prefácio | 0.0 Prefácio
02
0.1 Mídias Sociais.
As Mídias Sociais são espaços de interação entre usuários.
São considerados exemplos de mídias sociais: blogs, redes sociais
(Orkut), fóruns, e-groups, instant messengers, wikis, sites de Sharing
(YouTube, Flickr), entre outros.
Nesses canais, as pessoas podem dialogar e compartilhar
informação. O conteúdo de uma Mídia Social tende sempre ao infinito,
uma vez que qualquer membro pode contribuir a qualquer momento.
Esse diálogo entre usuários constitui blocos colaborativos de opinião.
Vivemos recebendo mensagens publicitárias de todos os
gêneros. Segundo dados da consultoria inglesa ID Magasin, somos
impactados por 3.600 por dia, em média. Esta massa de informações
torna o consumidor mais desconfiado e menos suscetível aos méto-
dos tradicionais de propaganda. No contexto das Mídias Sociais, este
discurso poderá ser debatido, criticado e filtrado pela relevância que
ele terá para a comunidade.
Assim, a Estratégia em Mídias Sociais, utilizada pela agência,
é uma imersão neste universo de transparência nas relações entre
empresa e consumidores. Mais do que anunciar, é analisar as
opiniões sobre um tema. Mais do que divulgar, é discutir os aspectos
positivos e negativos de um serviço, a fim de direcionar os esforços de
uma campanha publicitária ao encontro dos anseios de seu target.
1.0 Introdução | 1.0 Introdução
04
Sendo o mercado de tecnologia da informação e comunica-
ção um mercado pouco explorado, percebemos nele a oportunidade
de atuação numa área que está em constante crescimento, tendo
muito a oferecer de forma democrática e inteligente.
A HUB é uma agência digital que atua na área de marketing
em mídias sociais, área esta que cresce cada dia mais com o desen-
volvimento da internet. Temos atendimento personalizado, mobilidade,
estratégias sob medida para cada orçamento e projeção no futuro. É
uma agência que mergulha de cabeça na internet na busca inces-
sante pelo desafio de criar formas de comunicação específicas para
esse novo universo.
Ao invés de limitar-se a termos como Marketing Viral, Móbile
Marketing ou Web 2.0, a HUB assume uma postura de agência de
mídia social, pensando e criando seus serviços de modo a convergir
ferramentas digitais e diferentes mídias disponíveis, construindo uma
comunicação dirigida, inovadora e eficiente com a intenção de
promover interação e fidelização entre nossos clientes e seus consu-
midores, aprimorando este relacionamento.
2.0 A Mini-Agência | 2.0 A Mini-Agência
06
2.1 Nome.
Agência HUB – Comunicação em Mídias Sociais
2.2 O que faz.
- Segmento de atuação: tecnologia da informação e comunica-
ção no meio digital.
- Área de atividade:
“Na era da internet, o meio não é mais a mensagem... agora as
pessoas são a mensagem” – Daniel H. Piink, autor de A Whole New
Mind.
Dentro do meio digital, atuamos na área de Mídia Social,
criando um vínculo entre os clientes e as mídias digitais.
As mídias sociais criam o que poderia ser considerado
conteúdo de marketing e propaganda em nome de pessoas, marcas,
produtos ou organizações. Com freqüência, convidam outros a partici-
parem de seu trabalho de marketing. As pessoas estão munidas da
mais alta tecnologia de comunicação da internet, podendo se tornar
uma ameaça ou uma oportunidade, tudo depende do modo como se
interage com eles.
A HUB, através de diferentes ferramentas de mídias sociais,
viabiliza a contextualização de produtos e serviços na vida das
pessoas provedoras desta tecnologia, proporcionando uma
interatividade com a marca através de intervenções na tenta-
tiva de gerar mídia espontânea, criando formadores de opinião
e o boca a boca.
2.3 Missão, Visão e Valores.
- Missão: “Nossa missão é oferecer ferramentas e soluções
inovadoras que ajudem nossos clientes a conquistar a fideli-
dade de seus consumidores no ambiente online, seguindo
sempre elevados padrões, qualidade e buscando continu-
amente a satisfação de ambos.”
A finalidade dos serviços oferecidos pela Agência HUB
é satisfazer o cliente através de ações dirigidas e personaliza-
das em mídias sociais. Se o serviço prestado não resultar em
claro valor agregado para o cliente, também não irá gerar valor
para nossa agência.
- Visão: " Ser referência no mercado publicitário digital”
O objetivo estratégico da Agência HUB é conquistar a
excelência de modo a consolidar sua posição, oferecendo uma
comunicação diferenciada e dirigida como uma nova forma de
07
agregar valor.”
- Valores: “A agência HUB tem compromisso com a verdade e a ética
no Macro e Micro ambientes. Nosso trabalho é desenvolvido em
parceria, tanto com pessoas físicas quanto jurídicas. Uma agência
responsável, verdadeira, ágil e, acima de tudo, uma agência que se
adequa a cada cliente de modo a facilitar a integração da tecnologia
virtual com a comunicação.”
A Agência HUB possui os seguintes princípios:
a. Relacionamento ético com os clientes e funcionários;
b. Alta qualidade através do trabalho em equipe;
c. Constante busca de excelência;
d. Criatividade e relacionamento fortes;
e. Caráter inovador e interativo de atuação no mercado publici-
tário.
2.4 Organograma / Estrutura.
2.5 Principais Diferenciais.
- Especialização na área de mídias sociais;
- Laços estreitos com as mídias digitais e suas platafor-
mas;
- Atendimento virtual ágil com suporte técnico e con-
ceitual.
3.0 Análise do Mercado | 3.0 Análise do Mercado
09
3.1 O Mercado.
Na terceira edição da Pesquisa sobre o Uso das Tecnologias
da informação e da Comunicação no Brasil – TIC EMPRESAS e TIC
DOMICÍLIOS 2007, realizada pelo Comitê Gestor de Internet no Brasil
(CGI.br), já se apresentava uma expressiva evolução no uso de
internet no país. Naquele ano éramos 45 milhões de usuários na
internet. Esse valor representava 10 milhões a mais do que no ano
passado, demonstrando que as políticas públicas, assim como as
iniciativas do setor privado para impulsionar o uso da infra-estrutura no
desenvolvimento do país, apresentavam efeito.
Em levantamento encomendado ao datafolha pela F/Nazca,
veiculado no Meio&Mensagem datado de 4 de agosto de 2008, foi
indicado que são 59 milhões de usuários brasileiros na internet.
Destes, 65% navegam de locais públicos, e 32% acessam todos os
dias. Dos 59 milhões, 82% conectam-se à internet ao menos uma vez
por semana.
“O acesso público, barato ou gratuito, faz com que as pessoas
busquem informações nesse canal.”
Fernand Alphen – Diretor nacional de planejamento - F/Nazca
Como prova disto, do total de acessos 29% são feitos através
de lan houses, 21% residenciais, 21% a partir da casa de amigos ou
ou parentes, 14% do trabalho, 10% em escolas e 9% de postos
de acessos públicos ou gratuitos (telecentros). Sendo assim,
cerca de 65% dos internautas navegam de locais públicos, com
32% dos entrevistados navegando diariamente, 11% de 4 a 6
vezes por semana, classificando 43% de heavy users. Por fim,
foi percebido que 82% acessam a web ao menos uma vez por
semana.
“Este é um dado excepcional que mostra a freqüência das
navegações e o potencial existente na internet”
Paulo Coelho – Presidente do IAB Brasil e diretor geral do Terra
Esse estudo nos mostra que está havendo uma democ-
ratização do acesso através da quebra da barreira de posse
de um computador e um servidor instalado residencialmente.
A pesquisa também aborda a questão dos conteúdos
colaborativos. Foi detectado que 53% dos entrevistados já
incluíram ou incluem alguma coisa autoral nas páginas virtuais.
“Web 2.0 é um termo cunhado em 2004 pela empresa esta-
dunidense O’Reilly Media[1] para designar uma segunda gera-
ção de comunidades e serviços baseados na plataforma Web,
10
como wikis, aplicações baseadas em folksonomia e redes sociais.
Embora o termo tenha uma conotação de uma nova versão para a
Web, ele não se refere à atualização nas suas especificações técni-
cas, mas a uma mudança na forma como ela é encarada por
usuários e desenvolvedores.”
Wikipédia – www.wikipedia.org
A fonte dessa citação é um bom exemplo para a mesma,
pois o site Wikipédia, que tem como slogan “A enciclopédia livre”, tem
como principal característica as explicações postadas através de
colaboradores, sendo estes quaisquer usuários dispostos a publicar e
a veicular conteúdo, que sempre é verificado e, a partir disso, torna-se
possível a sua edição. Os principais usos da Web 2.0 detectados
foram: o relacionamento com outras pessoas (43%), divulgação de um
trabalho (11%) e contar um fato na internet (8%). Uma estatística que
cresceu de forma impressionante foi a da quantidade de pessoas que
afirmaram postar comentários em sites de notícias, que era de 3% em
2007 e passou a 11% nesse ano. Essa pesquisa foi realizada com
uma base de 2.110 entrevistados entre os dias 26 e 27 de março e
aplicada segundo a proporção da população brasileira por regiões,
estados, capitais/interior, em mais de 150 municípios . A margem de
erro é de dois pontos percentuais para cima ou para baixo.
Segundo a Pesquisa sobre o Uso das Tecnologias da
informação e da Comunicação no Brasil (CGI.br), realizada em
2007, 42% dos homens já tiveram acesso à internet, sendo que
37% acessaram a menos de três meses da realização da pes-
quisa. Já dentro do público feminino, 39% já tiveram acesso à
internet, 32% a menos de três meses. Dentro do total de aces-
sos nos últimos três meses, tanto masculino como feminino,
53% possuíam de 10 a 15 anos, 60% de 15 a 24, 45% de 25
a 34, 24% de 35 a 44, 12% de 45 a 59 e 3%, 60 ou mais anos.
Ainda com acessos neste período de tempo, 89% pertencentes
à classe A, 66% à classe B, 38% a C e 14% das classes DE.
(inserir tabelas página 150 e 151)
Segundo outra pesquisa realizada pelo IAB (Interactive
Advertising Bureau) Brasil, veiculada em um boletim de mídia
datado de maio de 2008, em 2007 foram contabilizados R$
527 milhões em investimentos em mídia online, 12,13% acima
da previsão realizada pelo mesmo instituto para o ano. Até o
final de 2008 é estimado que os investimentos no meio cheg-
uem a cerca de R$ 712 milhões, o que representa um cresci-
mento de 35% em relação ao ano anterior.
11
A internet recebeu 3,2% dos investimentos publicitários no
primeiro trimestre de 2008. O total de investimento online chegou a R$
134 milhões neste período, o que significa que a internet recebeu mais
investimentos que a TV Paga, no decorrer do primeiro trimestre do
ano. A previsão é de 3,5% até o final do ano. No mesmo período, a internet foi a mídia que mais cres-
ceu em relação ao primeiro trimestre do ano passado, tendo
seu faturamento bruto elevado a 36% em relação a 2007.
12
Esse mesmo estudo divulgou uma estimativa de 45 milhões
de pessoas para 2008, valor inferior ao da pesquisa divulgada pelo
Datafolha.
13
3.2 Análise Macroambiental.
- Macro-ambiente
No mundo contemporâneo, a informação adquiriu importância
econômica e a revolução tecnológica é um dos fatores fundamentais
para as transformações sociais, culturais, políticas e econômicas da
atualidade. A sociedade vive os impactos de uma nova ordem
econômica e social, na qual o cerne das transformações refere-se às
tecnologias da informação e comunicação (TIC). Assim, a informação
é recurso de poder, pela vinculação do desenvolvimento com a
capacidade de uma sociedade em gerar e aplicar conhecimentos.
- Fatores Econômicos:
O crescimento econômico permite um maior poder de
consumo. Com uma economia positiva, então, compra-se também
mais tecnologia: celulares, aparelhos de mp3, computadores e
serviços ligados a esses produtos, como a internet, por exemplo. Um
relatório divulgado pelo banco mundial prevê um ritmo moderado da
economia global este ano, 2008, devido à desaceleração da econo-
mia norte-americana e de outros países desenvolvidos. Os países
emergentes não ficarão isentos da crise internacional e a Organização
das Nações Unidas ( ONU ) já revê para baixo o crescimento dessas
economias. A entidade estima que a taxa de crescimento da econo-
mia mundial será bem inferior, sofrendo uma alta de apenas 1,8%,
bem diferente dos 3,4% estimados no final de 2007.
Contudo, apesar dessa perspectiva negativa em rela-
ção à economia mundial, uma publicação feita pelo Ministério
do Desenvolvimento Industria e Comércio Exterior, realizada
pelo IBGE, utilizando a metodologia proposta pela OCDE,
mostra interessantes dados sobre o funcionamento deste setor
no Brasil. Pôde-se observar que nos últimos dois anos os
grupos de alta e média -alta tecnologia foram os que mais
cresceram. Os setores classificados como de média -alta
tecnologia cresceram 16,4% e os setores de alta tecnologia,
10,1%. Esse indicador mostra que a indústria brasileira não está
se especializando em commodities ou em setores de baixa
tecnologia. Esse crescimento tem sido impulsionado pelo
desempenho dos setores automotivos e de máquinas e equipa-
mentos. No caso do grupo de alta tecnologia, pelos setores de
equipamentos de INFORMÁTICA E COMUNICAÇÕES. A
divergência das informações para o meio digital é, sem dúvida,
a nova economia predominante.
- Fatores Sócio - Culturais: A sociedade contemporânea ou
sociedade em rede traz a necessidade de inclusão da popula-
ção mundial na era da informação digital. Quando o indivíduo
utiliza a informática como um meio de acesso à educação, ao
14
trabalho, às relações sociais, à comunicação e até mesmo ao exercí-
cio da cidadania, ele passa a viver de forma democrática as tecnolo-
gias digitais, socializando-se com um novo mecanismo de inserção
neste contexto atual. Pesquisas são realizadas e projetos desenvolvi-
dos, para facilitar o processo de “inclusão social” nos mais diversos
lugares. Um exemplo disso é o estudo desenvolvido para Márcia de
Freitas através do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas
Gerais (CEFET/MG), que trata da importância de se ensinar por esse
novo meio tecnológico e de como devem ser instruídos os professores
e coordenadores neste novo contexto. Os resultados foram surpreen-
dentes: em apenas um ano, a relação dos alunos com os computa-
dores deixou de ser novidade, já que passaram a dominar todos os
conceitos básicos de aplicação dos programas ensinados.
Para contribuir também com o esforço de inclusão digital no
país, a Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ( SLTI ) do
Ministério do Planejamento também desenvolveu o Projeto Computa-
dores para Inclusão. Essa iniciativa está recuperando milhares de
computadores e equipamentos periféricos descartados pelo Governo
e pelo setor privado. O seu destino são iniciativas de inclusão digital,
como telecentros, escolas e bibliotecas. Apesar dos esforços empr-
egados no sentido de universalizar o acesso à Internet, há um grande
contingente da população brasileira que ainda não dispõe de infra-
estrutura de conexão à rede. Um dos dados que mais chamam
a atenção no TIC Domicílios 2007 é o expressivo crescimento
no uso de centros públicos de acesso pago em todas as
regiões do país. O percentual de utilização nesses espaços
subiu de 30% em 2006 para 49% no ano seguinte, passando
à frente do acesso em domicílios, que se manteve estável em
40%. Também é importante ressaltar que os centros públicos
de acesso pago são utilizados especialmente pelas pessoas
com menor nível de escolaridade: 64% são estudantes de nível
fundamental, 53% são de nível médio e 54% daqueles que
completaram até a educação infantil freqüentaram lan-houses
em 2007. Entre os usuários com ensino superior esse percen-
tual cai para 27%. Esses dados permitem concluir que as lan-
houses, o principal mecanismo de acesso à Internet para as
classes E, D e C, suprem as necessidades de conexão para a
população menos favorecida economicamente.
Sem dúvida o mundo mudou. A sociedade vive agora
através de ferramentas tecnológicas, mudando o comporta-
mento do indivíduo em relação a outros, e até mesmo em rela-
ção à velocidade e ao tempo. Essa geração não pensa em
tecnologia digital, simplesmente a vive.
15
- Fatores Político – Legais; A globalização da economia e da socie-
dade exige a globalização também do pensamento jurídico, de modo
a encontrar mecanismos de aplicação de normas que possam
extrapolar os princípios da territorialidade, tocante ao Direito Penal e ao
Direito Comercial. Essa tendência de globalização do próprio Direito
não é nova. O direito Internacional Privado de algum modo já um, por
meio de CONVENÇÕES E TRATADOS INTERNACIONAIS, tentando
estabelecer critérios mais uniformes de análise jurídica. O Direito Digital
consiste em uma evolução do próprio direito, abrangendo todos os
princípios fundamentais vigentes e introduzindo novos institutos e
elementos para o pensamento jurídico em todas as áreas: direito
constitucional, civil, autoral, comercial, contratual, econômico, finan-
ceiro, tributário, penal, internacional e etc. Tomando por base todas
essas referências, o Direito Digital traz a oportunidade de aplicar
dentro de uma lógica jurídica uniforme uma série de princípios e
soluções que já vinham sendo aplicados de modo difuso - princípios e
soluções que estão na base do chamado Direito Costumeiro. Esta
coesão de pensamento possibilita efetivamente alcançar resultados e
preencher lacunas nunca antes resolvidas, tanto no âmbito real
quanto no virtual, uma vez que é a manifestação de vontade humana
em seus diversos formatos que une estes dois mundos no contexto
jurídico. Logo, o Direito Digital estabelece um relacionamento entre o
Direito Codificado e o Direito Costumeiro, aplicando os elemen-
tos que cada um deles tem de melhor para a solução das
questões da Sociedade Digital. No Direito Costumeiro, os
elementos que estão a amparar o Direito Digital são: a generali-
dade, a uniformidade, a continuidade, a durabilidade e a noto-
riedade (ou publicidade ). Para que esses elementos se ajustem
ao Direito Digital, deve-se levar em conta o fator tempo,
elemento de fundamental importância para um mundo em que
transformações tecnológicas cada vez mais aceleradas ditam,
de modo mais intenso, as transformações no próprio funciona-
mento da sociedade, determinando a importância de duas
práticas do Direito Digital: a analogia e a arbitragem.
- Fatores Demográficos: A cada dia que passa, mais e mais
pessoas no mundo inteiro passam a interagir de alguma forma
no espaço virtual. Esse dado é crescente também aqui no
Brasil. Através de uma pesquisa sobre o uso das tecnologias,
da informação e da comunicação no Brasil, TIC Domicílios e TIC
Empresas 2007, obtemos as seguintes informações:
- Na TIC Domicílios, os destaques foram o expressivo aumento
na posse de computadores em domicílios de renda familiar
entre dois e cinco salários mínimos; o crescimento no uso da
16
banda larga, que ultrapassou a conexão discada; e a explosão do
uso de Lanhouses, que se tornaram o principal local de acesso à
internet no país.
- Na TIC Empresas, chamou a atenção o crescimento na
adoção de tecnologias como redes wireless ( Lan sem fio ) e sistemas
de gestão, assim como a automatização de processos por meio do
comércio eletrônico e do governo eletrônico.
- 24% dos domicílios brasileiros possuem computador, um
aumento de quatro pontos percentuais em relação a 2006, e 17% das
residências dispõem também de acesso à internet. Este aumento é
maior nas regiões Centro-Oeste ( de 19% em 2006 para 30%), sul (
de 25% para 31% ) e sudeste ( 24% para 30% ). A proporção de
domicílios com computador é menor nas regiões Norte ( 13% ) e
Nordeste ( 11% ) e o crescimento do indicador nestas regiões também
foi menor, ficando entre 3 e 2 pontos percentuais, respectivamente.
- Um notável crescimento no uso dos centros públicos de
acesso pago (lanhouses e cibercafés ), que se tornaram o local mais
utilizado para o acesso à internet no país, principalmente entre os
jovens e indivíduos de baixa renda.
- A principal barreira para a posse dos equipamentos TIC nos
domicílios continua sendo econômica, o custo elevado do computador
e do acesso à internet. No entanto, o principal motivo declarado que
leva o brasileiro a não usar a internet é a falta de habilidade (
apenas 29% das pessoas que declaram saber usar um com-
putador consideram suas habilidades suficientes para enfrentar
o mercado de trabalho).
- Fatores Tecnológicos:
- O impacto 2.0.
O mundo atual é hoje uma rede de arquipélagos de
comportamento e consumo, nos quais as questões culturais e
locais são altamente resistentes a uma planificação global.
Nesse mundo de multissegmentos e infindáveis nichos, o
mesmo consumidor tem diversos chapéus e deve ser, a partir
de agora, não mais entendido e abordado por clusters socio-
econômicos, mas pelo seu contexto de consumo.
A velocidade da internet e de como as coisas aconte-
cem nela fazem com que tendências e comportamentos
mudem do dia para a noite, tal qual aconteceu com o ICQ,
antiga e poderosa ferramenta de comunicação online que
perdeu lugar para a gigante Microsoft e seu Instant Messenger,
o MSN. Este exemplo mostra claramente o comportamento do
consumidor 2.0, um consumidor que não se importa tanto com
uma marca, um consumidor que tem se tornado impaciente e
17
preguiçoso, mas ao mesmo tempo totalmente aberto a novidades. O
mundo em que vivemos hoje se resume a uma letra: G. O Google,
com o Gmail, Google Earth, Google Applications, Google Desktop, tem
se tornado o grande dono da internet e guru da web 2.0.
Mas, mais que tudo isso, esse novo consumidor lidera hoje
um movimento de contra-governança, ou seja, uma oposição ao que
antes era institucionalmente estabelecido pelas corporações. Diante
dessa nova postura, o que funcionava antes simplesmente não funcio-
nará mais.
- Quem é o consumidor 2.0?
- -Múltiplos chapéus e poderes em um só ator;
- Considera qualidade em produtos e serviços e preço justo
como essenciais para início de relação;
- Munido de diversas ferramentas, que lhe permitem forte poder
de comparabilidade dos elementos racionais de compra;
- Interativo, que exige feedback e gera mídia;
- Aberto à experimentação, potencialmente infiel e simpático ao
conceito de gratuidade intrínseco à web.
- O Impacto 2.5.
Num futuro não muito distante, nós nos conectaremos à rede
por meio de uma gama de aplicativos – e muitos dos aparelhos que
nos cercam (além de computadores e celulares) estarão online.
Com a onipresença da rede, essas conexões não terão
fios e estarão não mais só a um clique de distância. Abrir a
porta da geladeira, dirigir um carro ou mudar de canal na TV
serão ações que nos ligarão à internet.
Porém, entre o hoje e esse futuro próximo precisamos
passar por algumas etapas. A principal delas diz respeito a
evoluir da web 2.0, que experimentamos hoje, para o próximo
passo, já batizado de web 3.0. Significa chegarmos a uma rede
que, em vez de ser informada por nós sobre o que queremos
quando estamos online, terá inteligência para se apresentar a
nós do jeito que a desejarmos.
É aí que entra essa nova era detonada na semana pas-
sada. Os novos navegadores já começam a entender a rede
não como uma série de páginas, mas como um meio formado
por diversos softwares que geram conteúdo, sejam games,
tocadores de mídia, mapas online ou programas de correio
eletrônico, a fase 2.5.
- Fatores Físico – Naturais:
Os fatores naturais pouco influenciam a forma de se
conectar em rede.
4.0 Análise da Concorrência | 4.0 Análise da Concorrência
19
4.1 Concorrentes Primários.
Devido ao nível de especialização de nossa agência não
temos concorrentes diretos. Sendo assim, adotamos como concorr-
entes primários agências de comunicação dirigida (marketing de guer-
rilha) e como secundários, agências com grande participação na
comunicação digital.
Segue abaixo a relação dos maiores concorrentes do
segmento:
a) Riot: a Riot é uma agência recente, mas que aparece
inovando o mercado brasileiro, sendo a primeira agência nacional a
especializar-se em mídias sociais. Busca atingir o target de um produto
ou serviço de maneira focada e eficaz, abrindo canais de relaciona-
mento e diálogo com os formadores de opinião e com os consumi-
dores da marca. Com menos de um ano de existência a Riot já
atende clientes de agências como F/Nazca, McCann, AgênciaClick,
TBWA, Quê, Loducca e Wunderman, ofertando serviços envolvendo
instant messenger, Skype, salas de chat, blogs, fotologs, Flickr e sites
pessoais, com destaque à procura pela produção de blogs corporati-
vos.
b) Pólvora: a Pólvora é uma consultoria em mídias sociais
criada recentemente através da parceria entre a Blog Content e o
Grupo RMA. É especializada em desenvolver ações, planos ou estra-
tégias para empresas interessadas em construir relacionamen-
tos com blogs, comunidades online e quaisquer outras mídias
sociais. Dirigida por Edney Souza (InterNey) e Alexandre
“Japaraguaio” Inagaki, dois expoentes na blogosfera, e o
executivo Mário Soma.
Perfil da Blog Content - fundada por profissionais que
acompanharam o surgimento das mídias sociais, a Blog Con-
tent (www.blogcontent.com.br) ministra consultoria em SEO
(Search Engine Optimization), produção de conteúdo, desenvol-
vimento de estratégias online e orientação a agências de publi-
cidade sobre como se relacionar com blogs e outros canais
sociais.
Perfil do Grupo RMA - fundado em 2001, o Grupo RMA
(www.gruporma.com.br) abrange duas empresas: a RMA
Comunicação, que oferece serviços em Assessoria de
Imprensa e Relações Públicas; e a Positioning, consultoria em
negócios. Reunindo a expertise dos seus sócios a um quadro
de mais de 50 colaboradores com competências multidisciplin-
ares, o Grupo RMA atua sob a premissa de integrar Negócios
e Comunicação para ajudar os clientes na melhor forma de
comunicar ao mercado seu posicionamento estratégico e suas
ofertas.
20
Com expertise ímpar em Serviços, TI e Telecom, o Grupo
RMA conta com mais de 50 clientes e figura atualmente entre as 20
maiores agências de comunicação do Brasil. O Grupo possui ainda
uma rede de parceiros presente nos EUA, México, Argentina, Colôm-
bia e Chile.
c) Espalhe Comunicação Estratégica: a Espalhe é a primeira
agência de marketing de guerrilha brasileira, criada em fevereiro de
2003. Com o objetivo de desenvolver planos de guerrilha que englo-
bam diferentes produtos de acordo com a necessidade do cliente, ela
entra na estratégia da empresa, realiza o reconhecimento e age. Já
realizou ações tanto para agências de publicidade como para empre-
sas. Entre os clientes já atendidos estão: Microsoft, Cyrela, Neutro-
gena, Klabin Segall, JWT, McCann, Tetra Pak, Diageo, Gafisa, Vivo,
Fox Brasil, Warner Channel, Brasil Telecom, Bavária e Coca-cola.
O lema da agência é “fazer um barulho diferente”. Em 2007 a
estratégia revelou-se bem-sucedida, a agência dobrou de tamanho
em comparação ao ano anterior e consolidou-se como uma referên-
cia no mercado, promovendo ações de custo mais baixo que mídias
convencionais como comercial de televisão ou anúncio em revistas,
procurando focar no boca a boca e na mídia espontânea.
4.2 Concorrentes Secundários.
a) Tribal: uma das pioneiras do mercado digital, a Tribal
dedica-se não somente a criar projetos de internet, mas a
utilizar as novas tecnologias, aliadas ao talento humano para
criar um relacionamento pró-ativo e desenvolver soluções
interativas em conjunto com seus clientes. Tem entre seus
clientes grandes marcas como Daimler Chrusler (Mercedez-
Benz, Dodge, Jeep e Chrysler), Philips, Consul, Brastemp e
Accor.
b) Cappuccino: a Cappucino é uma agência de comuni-
cação digital, que tem como pilares principais Planejamento,
Criatividade e Tecnologia. Procura desenvolver soluções
através de site, e-commerce, hotsite, e-mail marketing, cam-
panha com banners, links patrocinados, games, sites institucio-
nais, portais, slideshows, intranets ou extranets, entre outros,
agregrando forte arquitetura de comunicação. Entre seus prin-
cipais clientes estão a UOL, Nestlé, Coca-cola e Sony.
5.0 Público Alvo | 5.0 Público Alvo
22
5.1 Quem São.
- Público Alvo Primário: Agências de Publicidade de todos os
portes;
- Público Alvo Secundário: Profissionais de T.I (Tecnologia da
Informação).
5.2 O Que Esperam.
Esperam encontrar um suporte eficiente que converta correta-
mente a mensagem de uma campanha e/ou produto, socializando a
informação dentro do meio digital, através das mídias sociais.
5.3 Quem, Dentro do Público Alvo, Deverá Ser Prospectado.
Dentro das agências deverão ser prospectados os profission-
ais de: Atendimento, Mídia, Planejamento, Criação e Novas Tendên-
cias.
Dentro de empresas (normais ou de consultoria), deverá ser
prospectado o consultor de T.I (Tecnologia da Informação).
6.0 Definição dos Problemas, Ameaças e Oportunidades |
6.0 Definição dos Problemas, Ameaças e Oportunidades
24
6.1 Objetivos e Metas de Marketing.
- Ganhar Share de Mercado: penetrar no mercado de modo
conciso para que em dois anos a Agência Hub tenha, pelo menos, 25
% do share de mercado de comunicação digital especializada em
mídias sociais;
- Conquistar reputação: tornar a Hub a agência mais reconhe-
cida no segmento de comunicação estratégica digital voltada para
mídias sociais, no período de um ano.
6.2 Matriz P.F.O.A.
a) Matriz de Oportunidades.
Probabilidade de Sucesso
Alta Baixa
b) Matriz de Ameaças.
Probabilidade de Ocorrência
Alta Baixa
c) Forças.
1. Funcionários dedicados.
2. Orientação empreendedora.
3. Eficiência das inovações.
4. Dinamismo no desenvolvimento das ações de comu-
nicação.
5. Estabelecimento de uma comunicação inovadora e
criativa, proporcionando experiências interativas com a marca.
6. Desenvolvimento de ações interligadas, gerando uma
1. Crescimento da rede.
2. Meio de atuação com pouca concorrência.
3. Baixo custo de investimento.
4. Mercado novo, porém eficaz.
5. Dinamismo do mercado, surgimento
constante de novas ferramentas de comuni-
cação, aumentando as possibilidades de
atuação.
6. Meio democrático.
7. Mudanças do comportamento do brasileiro
em relação à internet.
8. Saturação do mercado publicitário conven-
cional, necessidade de outras formas de
comunicação.
1. Entrada de outras empresas concorr-
entes no mercado (mercado atraente).
2. Descrença de pessoas mais conserva-
doras sobre a eficiência da comunicação
neste meio.
3. Risco de profissionais ficarem ultrapas-
sados (surgimento rápido de novas
técnicas).
4. Censura na web.
5. Formação de algumas correntes em
mídias sociais contra ações de publicidade
na internet.
6. Risco de apagão na internet.
Atratividade
BaixaAlta
1 2
3 4
8 5
6 7 Gravidade
BaixaAlta
1 2
3 4
5 6
25
lembrança da marca.
d) Fraquezas.
1. Mídia recente, pouco conhecimento do mercado.
2. Agência de porte pequeno – esforço maior de comunica-
ção para tornar-se conhecida;
3. Margem de lucro reduzida.
6.3 Comportamento do Consumidor.
Os dados da mais recente Pesquisa TIC Domicílios 2007
mostram avanços significativos no acesso ao computador e à Internet
no Brasil, indicando que estão no caminho certo as políticas públicas
desenvolvidas para inserção dos cidadãos brasileiros na sociedade da
informação. Os números revelam o crescimento da banda larga nos
domicílios e do número de internautas, bem como o aumento das
aquisições domiciliares de computadores e a expansão do seu uso.
O papel desempenhado pelos centros públicos de acesso
pago, especialmente nas Regiões Norte e Nordeste do país, por outro
lado, também reflete a ausência de infra-estrutura de banda larga
nessas regiões, onde vive a população de menor poder aquisitivo. O
mapa da disposição da banda larga no Brasil mostra clara-
mente que as Regiões Norte e Nordeste, cobertas pelo serviço
da Oi/Telemar e onde vive a população de mais baixa renda no
país, são também as que dispõem de menor serviço de acesso
à Internet e a menor oferta de acesso de banda larga ADSL.
Então, os centros públicos de acesso pago desempenham um
papel importante ao levar a Internet às pessoas que não têm
renda para adquirir um computador.
Exemplos de serviços e ferramentas como Internet
banking, buscas de produtos, compras, imposto de renda,
correio eletrônico e chats facilitam a vida do cidadão, econo-
mizam tempo e aumentam a capacidade de realizações de
quem usa e sabe usar a rede.
O brasileiro tem feito descobertas incríveis na Internet.
Tem economizado tempo e dinheiro ao pesquisar os melhores
preços na rede. O aumento das consultas de produtos e
serviços via web é expressivo. Segundo a TIC DOMICÍLIOS,
entre os brasileiros que recebem mais de 10 salários mínimos,
o percentual de uso da rede para pesquisa de preços chega a
80%, e na classe A, a 82%, o que sugere que estes consumi-
dores não realizam compras sem antes fazer uma investigação
pela rede. O grau de escolaridade também influencia direta-
26
mente no uso da Internet para a comparação de preços: o percentual
varia de 23% entre indivíduos menos escolarizados para 68% entre
pessoas com ensino superior.
Apesar da pré-compra (busca pela Internet por referências de
preços, especificações e qualidade) ser um fato ainda difícil de medir,
sabemos que o cidadão que de alguma forma possui acesso à
Internet sai às compras mais bem preparado e acaba consumindo
melhor que aquele que não consulta a rede.
O estudo mostra que o crescimento é lento - a proporção de
usuários de comércio eletrônico permaneceu estável entre 2006 e
2007, passando de 11% para os atuais 13%. Entende-se que diversos
fatores têm influenciado para isso: insegurança, falta de regras claras
de defesa do consumidor, justiça lenta demais. De acordo com a
pesquisa, a principal barreira para o comércio eletrônico é a preferên-
cia por comprar pessoalmente e poder ver o produto. Em 2007, esse
foi o motivo alegado por 57% daqueles que já usaram a Internet, mas
ainda não efetuaram uma compra online. Quando o cidadão vai
pessoalmente fazer a compra, tem uma falsa sensação de segu-
rança, pois conhecendo o vendedor ou estando presencialmente na
loja, tem a impressão de que terá menos problemas.
Considerando que 45% dos brasileiros que já usaram a rede
realizaram pesquisa de preços pela Internet, existe um enorme poten-
cial para transformar estes usuários em compradores.
Surpreendentemente, a proporção de pessoas da classe C que
efetua buscas de preços na Internet é de expressivos 39%, o
que reforça a idéia de que esta classe social ainda está sendo
negligenciada pelo mercado.
O uso das novas tecnologias da informação possibilita
a inclusão social sustentada dentro das pequenas e médias
empresas, que ao ampliarem sua competitividade a níveis antes
só alcançados por grandes corporações, podem passar a
investir no treinamento de seus funcionários, já que quem opera
é o ser humano.
Da mesma forma, as empresas que vendem ou querem
vender pela Internet necessitam evoluir. Varejo, indústria, opera-
dores logísticos e distribuidores vêm trabalhando juntos no
sentido de tornar suas estruturas de negócio mais ágeis, mais
confiáveis e mais lucrativas. Ainda falta muito trabalho pela
frente. Só assim o comércio eletrônico surgirá como uma ferra-
menta plenamente capaz de facilitar e multiplicar a relação
global entre consumidores e estabelecimentos, propiciando
maior comodidade às transações e, principalmente, reduzindo
custos. É notório que pequenas e médias empresas ainda não
despertaram para as vantagens trazidas pela rede, seja por
27
desconhecimento, falta de planejamento ou preocupações com segu-
rança. Nesse sentido, entidades de classe têm o dever fundamental
de divulgar e fomentar esse novo modelo de negócio.
Grandes oportunidades de negócios são desperdiçadas por
falta de um trabalho prévio de pesquisa, levantamento de dados de
mercado, conhecimento do produto a ser oferecido e elaboração de
um plano de negócios. E para que o comércio eletrônico cresça e
apareça, atingindo todas as classes sociais, é fundamental que as
empresas se preparem e busquem a evolução constante e, conse-
qüentemente, lucrem com a venda B2C na web.
Muitas companhias não têm conhecimento das vantagens do
comércio eletrônico. Desta forma, é essencial que as entidades de
classe tenham um papel mais atuante e presente como viabilizadoras
e como disseminadoras de conhecimento para os empresários.
mapa da disposição da banda larga no Brasil mostra claramente que
as Regiões Norte e Nordeste, cobertas pelo serviço da Oi/Telemar e
onde vive a população de mais baixa renda no país, são também as
que dispõem de menor serviço de acesso à Internet e a menor oferta
de acesso de banda larga ADSL. Então, os centros públicos de
acesso pago desempenham um papel importante ao levar a Internet
às pessoas que não têm renda para adquirir um computador.
6.4 Diagnóstico Detalhado da Situação.
A principal característica do mercado digital é o seu vertigi-
noso crescimento, tanto pelo número de pessoas em rede, como
também pelo aumento de novos empreendimentos no setor.
Podemos então, analisar a situação de duas formas distintas:
a primeira está ligada à adesão de novos usuários na web que, cada
vez maior, gera um público com comportamento mais diversificado,
além de proporcionar formas mais inovadoras de transmissão de
conteúdo; já a segunda, em contrapartida, está relacionada à dificul-
dade que algumas pessoas encontram em aceitar a internet como um
meio eficaz de promover e gerar informações válidas. Esta última,
porém, consiste em uma minoria que ainda não conseguiu se adaptar
a essa nova era digital. A democratização do público usuário, com
uma representativa adesão das classes mais baixas, gerou também
um grande aumento de casas de uso público, as chamadas
lan-houses. O governo passou a preocupar-se também, com a
inclusão social na web, gerando programas escolares, para que as
crianças aprendam desde cedo a interagirem no mundo virtual. Outra
questão governamental, é o desenvolvimento e adaptação de leis
para que sejam compatíveis com esta nova realidade online.
Outro ponto importante , é a velocidade da evolução
tecnológica, tornando o que é novo ultrapassado rapidamente. As
ferramentas são, portanto, constantemente aprimoradas,
28
gerando cada vez mais áreas especializadas em novas técnicas e
formação de profissionais mais capacitados.
Enfim, este mercado tem muito a oferecer na geração de
novos empreendimentos e também nos hábitos da população mundial
globalizada.
7.0 Posicionamento - Plano de Comunicação |
7.0 Posicionamento - Plano de Comunicação
30
7.1 Oportunidade de Comunicação.
Em um mercado saturado de agências de todos os tipos,
poucas arriscam explorar novos meios para atuar. A Agência Hub
enxerga neste mercado a oportunidade de lançar sua agência, que
chega cheia de vontade para explorar, de modo sábio, o segmento
de comunicação digital, especializando-se nas mídias sociais como
meio principal para inserção de suas mensagens.
A comunicação terá a função de tornar a marca Hub conhe-
cida por todos os atuantes no mercado publicitário, tendo como foco
o posicionamento diferenciado de agência especializada em mídias
sociais.
7.2 Objetivos de Comunicação.
1. Objetivos Primários:
- Lançar a Agência Hub no mercado publicitário,
posicionando-a como uma agência que atua no meio digital com
especialização em mídias sociais;
- Tornar o segmento de comunicação estratégica digital com
foco em mídias sociais conhecido pelo mercado publicitário;
2. Objetivos Secundários:
- Explorar os diferentes meios de comunicação (tanto conven-
cionais quanto alternativos) voltados para o público-alvo, de
modo a atingir este público de forma eficaz e impactante;
- Fazer uma comunicação com uma linguagem comum
para atingir todos os publicitários e outra comunicação, uma
dirigida, com uma linguagem característica e direta para cada
um dos quatro profissionais a serem prospectados dentro de
uma agência (Atendimento, Mídia, Planejamento e Criação).
7.3 Públicos a Serem Trabalhados.
- Profissional de Mídia: Dentro das agências de comuni-
cação, este é o profissional que define e calcula para onde irá
a verba do cliente quando falamos em anunciar no rádio, na
TV, em revistas, outdoors, entre outros. É muito importante que
este profissional, mais que ninguém, conheça bem o novo mer-
cado que está cada vez mais dominando todos os outros
meios e reinventando a forma como nós vemos, lemos e com-
preendemos o que é mídia.
A Mídia, diferente de antigamente, não se limita mais à
TV, a alguns SPOTs de rádio ou mesmo a algumas páginas em
uma revista. A Mídia hoje em dia, na NTIC pode ser um “post”
em um agitado blog, ou um comentário qualquer em um bada-
31
alado fórum. Pode ser um scrap em alguma comunidade do Orkut ou
simplesmente uma foto jogada no Flickr.
Cada uma dessas novas mídias possui um preço, sendo
relativamente muito mais barato que um anúncio na TV e comercial-
mente mais rentável. O cliente não confia mais tanto em uma propa-
ganda, mas confia bastante no que outro amigo fala a respeito de
uma marca.
Cabe ao profissional de mídia conhecer bem esses meios
para uma boa implementação nesse ramo que é a Internet e suas
vastas ferramentas sociais.
- Profissional de Atendimento (Agência): É a ponte de ligação
entre cliente e agência. Talvez seja a tarefa mais difícil dentro de uma
agência. Cabe ao atendimento compreender o problema do cliente e
passar para o resto da agência o problema, além de apresentar
soluções criativas da agência para o cliente.
- Profissional de Atendimento (Empresas): Muitas vezes vemos
empresas investindo em estrutura, tecnologia, research, entre outros,
mas infelizmente se esquecendo do principal: a maneira como seu
cliente está sendo atendido.
Com o surgimento das novas tecnologias da informação e da
comunicação (NTIC) torna-se cada vez mais importante a
forma como uma empresa vai atender seu cliente. Clientes des-
contentes, munidos de blogs e fóruns, são capazes de causar
prejuízos sem precedentes para as empresas.
O novo profissional de atendimento (chamamos de
novo, pois estamos vivendo uma era de re-entendimento do
que é atender no NTIC) deve ser capaz de entender bem o
NTIC e as ferramentas da web 2.0, possuir blog, Orkut, flickr,
twitter e tudo que possa manter uma relação rente entre seus
clientes e sua empresa.
- Profissional de Criação: Mesmo com todos os outros
profissionais dentro da agência já tendo conhecimento e/ou
afinidade dentro do ambiente 2.0, é o profissional da criação
que “inventará” ações, campanhas e/ou qualquer outra coisa
que possa ser inserida dentro deste meio. Também será ele
que irá sugerir ao diretor, atendimento e/ou planejamento sobre
essa “invenção” que acabou de fazer e qual é o melhor meio
2.0 para aplicá-la.
- Profissional de Planejamento: Cabe ao profissional de
planejamento planejar e executar as ações estratégicas e
32
operacionais do cliente e/ou campanha. Deve esse ter conhecimento
sobre a web 2.0 e seu mundo, agregar ao seu planejamento toda
uma estratégia diferenciada dentro das mídias sociais com o objetivo
de dar mais destaque ainda e até mesmo mídia gratuita para seu
cliente e/ou campanha.
- Profissional da Tecnologia da Informação: Em seu início, a
computação era tida como um mecanismo que tornava possível
automatizar determinadas tarefas em grandes empresas e nos meios
governamentais. Com o avanço tecnológico, as "máquinas gigantes"
começaram a perder espaço para equipamentos cada vez menores
e mais poderosos. A evolução das telecomunicações permitiu que,
aos poucos, os computadores passassem a se comunicar. Como
conseqüência, tais máquinas deixaram de simplesmente automatizar
tarefas e passaram a lidar com Informação.
A informação é um patrimônio, é algo de valor. Não se trata
de um monte de bytes aglomerados, mas sim de um conjunto de
dados classificados e organizados de forma que um usuário ou uma
empresa possa tirar proveito. A informação é, inclusive, um fator que
pode determinar a sobrevivência ou a descontinuidade das atividades
de uma empresa. E isso não é difícil de ser entendido.
Apesar de possível, muito dificilmente uma empresa de
grande porte consegue perder suas informações, principal-
mente quando se fala de bancos, casas de câmbio, entre
outros. No entanto, o que ocorre com mais freqüência é o uso
inadequado das informações adquiridas ou, ainda, a subutiliza-
ção destas.
A Tecnologia da Informação (TI) pode ser definida como
um conjunto de todas as atividades e soluções providas de
recursos de computação. Na verdade, as aplicações para TI
são tantas - estão ligadas às mais diversas áreas - que existem
várias definições e nenhuma consegue determiná-la por
completo.
Sendo a informação um bem que agrega valor a uma
empresa ou a um indivíduo, é necessário fazer uso de recursos
de TI de maneira apropriada, ou seja, é preciso utilizar ferra-
mentas, sistemas ou outros meios que façam das informações
um diferencial competitivo. Além disso, é necessário buscar
soluções que tragam bons resultados, mas que tenham o
menor custo possível.
Essa é a difícil missão do profissional / consultor em
Tecnologia da Informação. Um profissional que deve e estará
antenado a todas as novidades do mercado, sejam tecnológi-
cas ou comunicativas, para melhor atender sua empresa.
33
- Profissional de Novas Tecnologias de Informação e Comuni-
cação: Chamam-se Novas Tecnologias de Informação e Comunica-
ção (NTICs) as tecnologias e métodos para comunicar surgidas no
contexto da Revolução Informacional, ou Terceira Revolução Industrial,
desenvolvidas gradativamente desde a segunda metade da década
de 1970 e, principalmente, nos anos 1990. A imensa maioria delas se
caracteriza por agilizar, horizontalizar e tornar menos palpável
(fisicamente manipulável) o conteúdo da comunicação, por meio da
digitalização e da comunicação em redes (mediada ou não por com-
putadores) para a captação, transmissão e distribuição das informa-
ções (texto, imagem estática, vídeo e som). Considera-se que o
advento destas novas tecnologias (e a forma como foram utilizadas
por governos, empresas, indivíduos e setores sociais) possibilitou o
surgimento da "sociedade da informação".
De modo geral, as novas tecnologias estão associadas à
interatividade e ao rompimento com o modelo comunicacional “um-
todos”, em que a informação é transmitida de modo unidirecional,
adotando o modelo “todos-todos”, em que aqueles que integram
redes de conexão operacionalizadas por meio das NTIC fazem parte
do envio e do recebimento das informações. Neste sentido, muitas
tecnologias são questionadas quanto à sua inclusão no conceito de
novas tecnologias da informação e comunicação, ou meramente
novos modelos de antigas tecnologias.
As novas tecnologias, relacionadas a uma revolução
informacional, oferecem uma infra-estrutura comunicacional
que permite a interação em rede de seus integrantes. Numa
rede, no entanto, geralmente são descartados modelos em que
existe uma produção unilateral das informações que serão
somente repassadas aos outros terminais de acesso. Este
modelo é considerado reativo e não interativo e aparece
mesmo na internet, disponibilizado pelos conhecidos portais e
agências midiáticas que colocam suas informações e serviços
pela Internet tão somente.
É difícil prever o impacto delas, embora já seja possível
ver alguns reflexos: maior facilidade e rapidez de acesso à
informação, melhor coordenação de colaboradores dispersos
geograficamente, por exemplo integração e automatização dos
processos de negócio a montante (fornecedores) e a jusante
(clientes), incremento da possibilidade de participação dos
colaboradores nas atividades de gestão dos seus superiores
hierárquicos, etc.
As novas tecnologias parecem favorecer a tendência
para as empresas terem fronteiras cada vez menos demarca-
das em relação ao seu meio ambiente, a trabalharem cada vez
34
mais "em rede”.
Cabe ao profissional de Novas Tecnologias o entendimento e
perspicácia em descobrir e implementar dentro de sua empresa esse
novo modelo comunicacional, seja cliente – empresa, empresa -
fornecedor ou empresa – empresa.
Quantas vezes vemos empresas investindo em estrutura,
tecnologia, research, etc. Mas infelizmente esquecem-se do principal:
Na maneira em que seu cliente está sendo atendido.
Com o surgimento das novas tecnologias da informação e da
comunicação (NTIC) torna-se cada vez mais importante a forma como
uma empresa vai atender seu cliente. Clientes descontentes, munidos
de blogs e fóruns, são capazes de causar prejuízos sem precedentes
para as empresas.
O novo profissional de atendimento (chamamos de novo, pois
estamos vivendo uma era de re-entendimento do que é atender no
NTIC) deve ser capaz de entender bem o NTIC e as ferramentas da
web 2.0, possuir blog, Orkut, flickr, twitter e tudo que possa manter
uma relação rente entre seus clientes e sua empresa.
7.4 Verba Disponível.
A verba disponibilizada pela agência para a publicidade é de
R$ 500.000,00.
8.0 Estratégias de Comunicação | 8.0 Estratégias de Comunicação
36
8.1 Definição do Conceito.
A campanha de lançamento da Agência HUB será baseada
no seguinte conceito (mote):
“A comunicação está nos lugares menos esperados.”
8.2 Estratégia – Desenvolvimento da Campanha.
Adotar-se-á as mídias sociais como principais veículos de
comunicação para o lançamento da agência. Foram selecionadas
algumas comunidades online para concentrar o esforço de comunica-
ção, tais como: Orkut, Youtube, Flickr, entre outros. Porém, estas
mídias não bastam para atingir o público-alvo primário e secundário.
Portanto, foram adotados, também, veículos específicos e dirigidos de
forma a tornar a campanha da agência uma campanha eficaz que
certamente atingirá o público-alvo.
Levando-se em consideração os objetivos da campanha de
lançamento da agência citados no item 7.2, foram criadas estratégias
de comunicação que envolvem a criação de um “personagem digital”,
o qual há de possuir uma vida ativa no meio digital e real. Este
personagem tem o nome de Hubspierre. Para dar vida e “veracidade”
ao personagem, este será inserido nas mídias sociais. Sendo assim,
Hubspierre terá um perfil no orkut (site de relacionamento social e
comunidades), outro no Twitter (ferramenta de mensagens rápidas),
Flickr (site onde são postadas fotografias) e Youtube (site de
veiculação de vídeos). Estas são ferramentas que permitem o
relacionamento social online, tendo como principal caracterís-
tica o conceito de Web 2.0 que visa à geração de conteúdo
pelo usuário. Ainda dentro do meio interativo, serão usadas
outras formas de comunicação disponíveis como ações em
blogs, vinculando a personagem a formadores de opinião do
meio, buscando principalmente a mídia espontânea através de
ações virais e dirigidas.
Além de aparecer em diversos blogs, Hubspierre terá
seu próprio canal de comunicação e expressão através de um
blog, onde ele (e posteriormente, no decorrer da campanha, os
integrantes da agência) adotará a postura de formador de
opinião e divulgador de conteúdo, indicando exposições, dicas
de bares e restaurantes (tudo de forma integrada à nossa ação
de comunicação), assim como artigos sobre mídias sociais,
análise e divulgação de cases tanto internos quanto externos à
casa.
Para convergir todas as ferramentas comunicacionais
utilizadas por Hubspierre, será utilizado o site “Meadiciona”, que
apresenta atalhos para as mídias online utilizadas.
Como ferramentas de apoio à comunicação, serão
37
utilizadas mídias impressas dirigidas ao nosso público alvo primário e
secundário, como por exemplo o jornal Meio & Mensagem e as revis-
tas Meio Digital e Info. Serão utilizados anúncios e informes publici-
tários. Outras ferramentas de apoio serão malas diretas e ações de
guerrilha.
8.3 Mix de Ferramentas.
a) Blogs: Jacaré Banguela, Blue Bus, Sedentário e Hiperativo e
o Blog do Hubspierre.
b) Comunidades: Orkut, Twitter, Flickr e Youtube.
c) Mídias Impressas: jornal Meio & Mensagem, revista Meio
Digital e revista Info.
d) Mídias dirigidas: Malas Diretas, Teasers e Workshops.
9.0 Comunicação Integrada - Mídia | 9.0 Comunicação Integrada - Mídia
39
9.1 Objetivos de Mídia.
a) Segmentação Geográfica: em termos de mídias convencio-
nais (revista, jornal, entre outros) a Agência HUB tem o esforço de
comunicação mais concentrada na Grande São Paulo. Já em termos
de mídia interativa (Internet) é impossível se limitar a regiões geográfi-
cas, uma vez que o meio é “universal” e mutável, podendo ser aces-
sado de qualquer lugar do planeta.
b) Segmentação Demográfica: público-Alvo de 20 a 39 anos de
idade, de classes sociais AB, de ambos os sexos (masculino e
feminino). São, em primeira instância, profissionais que atuam em
qualquer segmento da comunicação e, em segunda instância, profis-
sionais de T.I (Tecnologia da Informação), que estão sempre em dia
com os avanços do mercado publicitário.
c) Período de Veiculação da Campanha: três meses (de Junho
a Agosto de 2009).
d) Metas de Mídia:
- Cobertura: Em se tratando de um nicho de mercado especí-
fico, pretende-se atingir uma alta cobertura, com escala de 70% + de
penetração, com base na campanha de lançamento, da agência, de
curta duração e rápida resposta. Para que a cobertura seja efetiva,
estipulou-se o patamar mínimo de 30% de pessoas do target group a
serem atingidas pela campanha.
- Freqüência: Com base o número de inserções nos veículos
- Continuidade: A campanha terá um veiculação conti-
nua durante, no máximo, 3 meses. A continuidade, portanto,
será concentrada uma vez que é uma campanha de lança-
mento.
9.2 Defesa de Meios.
a) Mídia Impressa (Revista).
A revista é um meio bem visto pelos anunciantes.
Segundo matéria publicada no Mídia Dados de 2008, a expan-
são das marcas das revistas têm feito a diferença para o meio
e, hoje, existe uma série de projetos como prêmios, portais,
sites e eventos que ajudam a ampliar o número de pessoas
atingidas.
Levando-se em consideração que a campanha de
lançamento da Agência HUB estará trabalhando sua imagem
para outras agências (Buisiness To Buisiness), a revista
apresenta-se como uma mídia convencional ideal para a veicu-
lação das peças de comunicação da mesma. A revista é um
meio com bastante alcance e que possui títulos específicos
voltados diretamente para o público-alvo da HUB. Entre eles
estão a revista Meio Digital e a revista Info.
40
b) Mídia Impressa (Jornal).
O jornal é um meio respeitado, tanto entre aqueles que o lêem
quanto entre aqueles que não o consomem. É uma das mídias mais
antigas mas que, com o tempo, só cresceu na opinião do povo. É um
meio bastante informativo que tem como prioridade atualizar,
diariamente, as pessoas quanto aos acontecimentos do mundo,
desde o ponto de vista econômico até o tecnológico. O jornal é um
meio sério e conciso. Cada estado do Brasil possui títulos diferentes de
jornal. A grande maioria destes títulos trata das atualidades do mundo.
Há alguns anos, porém, vem surgindo títulos voltados para públicos-
alvos específicos. Exemplos claros disto são os jornais Meio & Mensa-
gem e Propaganda & Marketing que, ambos, são dirigidos para os
profissionais de publicidade do Brasil. Além de ter a opção de anunciar
em um meio reconhecido e respeitado, a Agência HUB encontra neste
meio uma maneira de atingir especificamente seu target group através
de veículos dirigidos.
c) Mídia Interativa (Internet).
Desde 1999, a Internet vem apresentando um cresci-
mento por volta de 4% ao ano em termos de consumo. Até as mídias
mais tradicionais, tais como o Jornal e a Revista, estão presentes
neste meio, têm seus portais e uma comunicação mais direta com os
seus consumidores.
O meio é bastante eclético e está constantemente em
mudança oferecendo, cada vez mais, opções das mais difer-
entes para os anunciantes explorarem e criarem anúncios
interativos. É um meio que tem muito à oferecer em termos de
formatos e conteúdo. É o meio com o qual a Agencia HUB
trabalha, sendo, portanto, o melhor meio para a veiculação da
campanha de lançamento da agência.
9.3 Seleção e Justificativa de Veículos.
a) Jornal Meio e Mensagem.
O Jornal Meio e Mensagem é publicado pela editora M
& M que, por sua vez, é bastante conhecida e renomada no
mercado publicitário. Seu slogan é “O mais completo jornal do
segmento de Marketing, Comunicação e Propaganda”. Como já
diz o slogan, o Meio e Mensagem é um jornal voltado para
todos os segmentos de comunicação. É um veículo de periodi-
cidade semanal, cuja tiragem chega a 8.000 exemplares vendi-
dos por semana. É um jornal completo para seu público-alvo.
Contém informações e análises da maior equipe de jornalismo
especializada em marketing e comunicação, indicadores dos
41
mais importantes institutos de pesquisa e opinião de profissionais que
contribuem para o crescimento e desenvolvimento do mercado.
A escolha deste veículo não tem como base a divisão do
público-alvo por sexo, idade ou classe social, uma vez que o Jornal
Meio e Mensagem é um veículo de comunicação voltada para os
profissionais de comunicação que, por sua vez, representam o
público-alvo da Agência HUB. É um veículo que aborda desde o
estagiário de uma agência de propaganda ou de uma empresa até a
gerência da mesma.
Com uma tiragem de 8.000 exemplares vendidos por
semana, o Jornal Meio e Mensagem é o veículo especializado de meio
impresso mais lido pelos brasileiros dentre todos os outros, com 82%.
Seu concorrente direto vem em segundo lugar com apenas 43% dos
leitores de veículos especializados. Os principais anunciantes consid-
eram o Meio e Mensagem uma mídia imprescindível para veiculação
de suas mensagens.
Conclui-se que o Jornal Meio e Mensagem é indispensável
para o lançamento da Agência HUB pois, além de atingir a grande
maioria de seu público-alvo, sua mensagem será absorvida com muito
sucesso, uma vez que trata-se de um veículo que aborda e dispõe de
comunicação.
b) Revista Meio Digital.
A Revista Meio Digital é publicada pela editora M & M.
Seu slogan é “À frente de seu tempo e antecipando tendên-
cias”. A Meio Digital é uma revista voltada tanto para os seg-
mentos de comunicação quanto para profissionais de outros
mercados (em menor número). É um veículo de periodicidade
bimestral, cuja tiragem chega a 15.000 exemplares vendidos
por bimestre. A cada edição aborda os avanços tecnológicos e
seus impactos no comportamento das pessoas e nas estraté-
gias de marketing e comunicação das empresas.
A escolha da Meio Digital como veículo foi feita com
base em seu conteúdo. Como dito anteriormente, é uma revista
que trata da tecnologia e de seus avanços. O mercado no qual
trabalha a Agência HUB é um mercado permeado pela tecnolo-
gia. As mídias sociais, apesar de não serem tão novas, ainda
não são utilizadas propriamente para a transmissão de mensa-
gens publicitárias e é para isso que a HUB entrou no mercado,
para explorar o inexplorado. Portanto, mesmo que o público
leitor da revista em questão não seja formado somente pelo
público-alvo da agência, ele poderá ser importante no que diz
respeito à geração de mídia espontânea e na divulgação de
uma agência que oferece serviços para a nova era digital.
42
c) Revista Info.
A Info é uma das principais referências em tecnologia no
Brasil. Ela é voltada para profissionais de T.I (Tecnologia da Informa-
ção), Heavy Users (pessoas que utilizam freqüentemente meios
tecnológicos), empresas e pessoas que usam o computador no
dia-a-dia. A revista traz todos os meses testes de hardware, software
e serviços, dicas, soluções, tendências e oportunidades de carreira e
negócio. É um veículo imprescindível para quem quer se manter à
frente no mundo da tecnologia e faz questão de transformar a com-
putação e a internet em valiosas ferramentas de produtividade
pessoal, tanto no trabalho como em casa.
Levando em consideração a segmentação por faixa etária
do público-alvo secundário da Agência HUB (profissionais de T.I de 20
a 39 anos), foram coletados estudos do Mídia Kit da revista Info de
2008 que mostram que 76% dos leitores do meio revista têm entre 20
e 49 anos. Isto mostra que o veículo é adequado para atingir os objeti-
vos da campanha de lançamento da agência.
Levando em consideração a segmentação por classe social
do público-alvo secundário da Agência HUB (classes A e B), foram
coletados estudos do Mídia Kit da revista Info que mostram que 79%
dos consumidores do meio pertencem às classes AB. 79% é uma
porcentagem representativa que acaba por justificar, mais uma vez, a
escolha da mídia para a veiculação da campanha de lança-
mento da agência.
É interessante frisar que, segundo dados retirados do
portal da revista na internet, 94% dos leitores da Info consid-
eram essencial a assinatura ou compra da mesma. Com um
índice de apenas 9% de dispersão, a Info tem leitores atentos
e interessados. Os dados mostram que 91% dos consumidores
vêem os anúncios veiculados na revista. Conclui-se, com base
no que foi dito anteriormente, que esta revista é o melhor
veículo para atingir o público-alvo secundário da agência.
Veiculado(s) o(s) anúncio(s) de lançamento da HUB na Info,
ter-se-á um retorno imediato e positivo para a agência.
d) Portal M & M online.
Considerado o maior portal de comunicação do País.
Lá, os usuários encontram informações do mercado de comu-
nicação que são atualizadas minuto a minuto. Ele pode se
cadastrar para receber newsletter diariamente, pode ler a
versão digital do jornal Meio e Mensagem aos sábados, pode
consultar todas as edições especiais e acessar os canais de
todos os produtos do Grupo M & M.
A escolha deste veículo como componente do mix de
43
ferramentas da comunicação da agência deu-se pelos mesmos
motivos pelo qual foi escolhido o jornal Meio e Mensagem: é um veículo
voltado para todos os segmentos de comunicação, que contém
informações e análises dos segmentos de marketing e comunicação,
indicadores dos mais importantes institutos de pesquisa e opinião de
profissionais que contribuem para o crescimento e desenvolvimento do
mercado. Além disto, por ser uma mídia digital, as informações são
atualizadas constantemente, mantendo o público-alvo sempre
informado sobre as mudanças e avanços do mercado. Neste caso,
não se leva também em consideração a divisão do público-alvo por
idade, sexo e classe econômica, uma vez que o meio digital é um
meio democrático ao qual grande parte da população, não só do
Brasil como do mundo também, tem acesso. É um meio interativo que
oferece um número maior de ferramentas a seus consumidores em
comparação a outros meios.
Por ser um veículo do meio interativo (internet), facilita ainda
mais a comunicação da agência com o seu público-alvo, uma vez que
a plataforma utilizada pela HUB é a mesma utilizada pelo portal M &
M – a plataforma digital.
e) Portal Blue Bus.
A escolha do Portal Blue Bus como veículo para a divulgação
do lançamento da Agência HUB é justificada pelos dados
retirados de uma pesquisa realizada pelo mesmo, no ano de
2008. Blue Bus é um portal dirigido e exclusivamente digital que
posta, todos os dias, informações sobre o mercado publicitário.
Ele tem 180.000,00 usuários únicos, sendo que 100% deles são
considerados formadores de opinião e tomadores de decisão.
Em termos de segmentação demográfica, sabe-se que 82%
dos usuários do portal têm entre 20 e 39 anos. Estes dados
justificam por si só a escolha deste veículo para o lançamento
da agência. O Blue Bus é um site formador de opinião, o que,
por sua vez, irá contribuir bastante para a imagem da HUB
como uma agência nova no mercado. O público-alvo do portal
corresponde à segmentação do público a ser atingido pela
comunicação da agência. Este portal possibilita uma grande
margem para a criação de peças publicitárias, pois oferece
formatos diferenciados e de custo baixo.
f) Comunidades (Criação de Contas e Perfis).
- Orkut: o Orkut, sem sombra de dúvidas, foi a ferra-
menta que deu o pontapé inicial para as chamadas “Mídias
Sociais”. Criado em meados de 2004 com o princípio de comu-
nidade fechada (somente para convidados) de relacionamento
44
dos estudantes da Universidade de Stanford, EUA, logo se transfor-
mou no maior portal de relacionamentos (e, muitas vezes, voyeur) do
mundo (atualmente divide espaço com o MySpace e o Facebook).
Em meados de 2006, o Orkut deixou a obrigatoriedade de
“convites” para participação. Atualmente, os brasileiros dominam o
Orkut a ponto de que ter um Orkut é tão necessário quanto possuir
um MSN (observando um perfil mais generalizado do nosso público-
alvo).
- Flickr: o Flickr pode ser considerado como a “evolução” dos
chamados fotologs (ou flogs) e a principal comunidade de relaciona-
mento de fotógrafos (tanto amadores quanto profissionais). Recente-
mente foi comprado pelo Yahoo em uma tentativa desesperada de
diminuir a perda de espaço que vem ocorrendo desde meados de
2000 tanto nas mídias quanto na web.
Quando desejamos estabelecer uma sólida comunicação e
respeito no meio fotográfico, devemos recorrer ao Flickr.
- Fotolog: o “pai” de todos os tipos de comunidades fotográfi-
cas. Por um tempo, ter um “flog” e ser “poser” (gíria para quem
costuma tirar muitas fotos de si mesmo fazendo diversas poses) era
algo “cool”. O Fotolog foi a maior comunidade para fotógrafos ama-
dores que já existiu e, atualmente, perdeu muita força (muitos
migraram para o Flickr e outras comunidades que disponibiliza-
vam melhores ferramentas que o Fotolog).
O diferencial do Fotolog era a possibilidade de criar
laços/ligações entre o flog de uma pessoa e o de seu amigo,
além do famoso flog gold (com mais vantagens que o flog
normal). Escolhemos o Fotolog por ser uma comunidade muito
forte ainda, com membros fiéis a este tipo de comunidade.
- Twitter: uma das ferramentas mais recentes das
mídias sociais, o Twitter popularizou os chamados “micro-
blogs”. A possibilidade de postar qualquer coisa que você
esteja fazendo naquele momento, de qualquer lugar e fazer
com que seus amigos vejam seu “scrap” e respondam-no,
criando um efeito bola de neve, foi certamente a maior novi-
dade do último ano (vale notar que quando se trabalha com
internet, um ano equivale a uma década, já que tudo é muito
rápido).
- Youtube: por ora, foi a maior inovação feita no sentido
de web 2.0, no que diz respeito a compartilhamento, no que se
refere a facilitação de distribuição de conteúdo. Criado por três
45
amigos em uma garagem no Vale do Silício, na Califórnia, foi vendido
para o Google por meros 2 bilhões de dólares. Surgiu a partir da
simples idéia de “eu quero compartilhar os vídeos dessa festa que nós
fomos com boa resolução e de forma rápida para nossos amigos”.
A possibilidade de se criar canais e compartilhar vídeos de
maneira quase instantânea fez o mundo abrir os olhos para o Youtube
e para o inovador formato Flash Video (da empresa Adobe).
O Youtube é hoje o principal site de “compartilhamento” de
vídeos e ferramenta proporcionadora de relacionamento. O Youtube
também tem sido muito utilizado em disseminação de vídeos virais.
três alunos de publicidade e propaganda com a proposta de ser um
dos mais abrangentes roteadores de conteúdo da web brasileira.
g) Blogs.
- Sedentário & Hiperativo:
O S&H surgiu há mais de três anos a partir da iniciativa de
três alunos de publicidade e propaganda com a proposta de ser um
dos mais abrangentes roteadores de conteúdo da web brasileira.
Em buscas constantes pela internet, seus moderadores visam
a filtrar e distribuir curiosidades e informações relevantes relacionadas
aos mais variados temas, como: cultura pop, humor, publicidade,
design, tecnologia, games, HQs e cinema. Atualmente o blog se preo-
cupa em também gerar conteúdo próprio.
Com um layout arrojado e atualizações constantes -
diversos posts diários - o S&H tem conseguido prender a aten-
ção e manter a fidelidade dos seus ávidos e exigentes leitores,
que não param de crescer a cada dia.
Ranking Geral Mundial: 1.300 ° lugar (de 86,8 milhões de Blogs
existentes). ...................
Fonte: Technorati
Média de acessos: 35.000/dia
Fonte: Google Analytics
Tempo médio de permanência no site: 4:40 min
Média de retorno no S&H: 3x ao dia
Assinantes de Feed: 5.200
Fonte: Feed Burner
Destes leitores, 23,9% acessam diversas vezes na
semana, 38,1% acessam ao menos uma vez por dia e 25,5%
acessam diversas vezes por dia, dados que mostram a fideli-
46
dade do público. A maior parcela do público, 53,2%, tem entre 18 e
23 anos e 35,1% têm mais de 24 anos.
O site ainda apresenta uma média de retorno de 6 a cada 10
novos acessos. Para constatar o envolvimento do público com os
assuntos abordados basta analisarmos o número de comentários,
que chegam a mais de 2000 por mês.
O público é de maioria masculina, sendo 92,6% dos leitores,
em contraste com apenas 7,4% de leitoras. Do geral, 46,4% são da
Região Sudeste, 23,6% são da Região Sul e 31,7% são do Estado de
São Paulo.
Empresas que já anunciaram no Sedentário & Hiperativo:
Unilever, Smirnoff, Claro, Absolut, Chevrolet, Johnny Walker, L’oreal,
Philips, Tim, Nike, Burger King, etc.
- Jacaré Banguela:
O blog Jacaré Banguela recentemente foi incorporado ao
portal online da Rede Globo, o Globo.com. Também tem o perfil de
roteador de conteúdo, abrangendo temas como jogos, vídeos virais,
quadrinhos, filmes e acontecimentos do cotidiano, sempre com muito
humor.
Debochado e com ares de comunidade virtual, o JB tem
como característica marcante reunir fotos de internautas fazendo o
símbolo do site em diversos lugares do mundo.
É desenvolvido por Rodrigo, publicitário, Marcus, desen-
volvedor de web e Valdisney, que provavelmente é um
personagem virtual.
47
9.4 Flow Chart de Mídia.
1-7 8-14 15-21 22-28 29-5 6-12 13-19 20-26 27-2 3-9 10-16 17-23 24-30
Pág. Inteira 1 1 R$27.920,00 2 R$55.840,00
2/5 Pág.
(Coluna)
1 1 1 1 1 1 1 1 1 R$15.600,00 9 R$140.400,00
Info Pág. Inteira 1 1 R$51.120,00 2 R$102.240,00
Meio Digital Pág. Inteira 1 1 R$22.000,00 2 R$44.000,00
- - -
1 1 - - -
1 2 - - -
Release 1 1 - - -
Banner 5 7 R$180,00 13 R$2.340,00
M & M Online Floating Ad 1 1 R$5.760,00 2 R$11.520,00
- - -
- - -
- - -
- - -
- - -
FLOW CHART - Cronograma / Controle Sintético de Ações de Mídia
Verba Para Investimento (Total): R$ 390.000,00 / Período: 3 meses / Praça: SP
Blog
Mídia Impressa
Jornal
Sedentário e Hiperativo
Jacaré Banguela
Custo Total
TOTAL DE VERBA UTILIZADA: R$ 386.660,00
_ As ferramentas marcadas nesta cor serão atualizadas diariamente e não têm custo algum de comunicação.
Nº de
Inserções
Meio &
Mensagem
Internet
Comunidade
(Criação de
Perfil)
Fotolog
Twitter
Youtube
Flickr
Blue Bus
Blog do Hubspierre / da Agência HUB
Portal
2009
Orkut
Revista
Custo Unitário
JUNHO JULHO AGOSTO
10.0 Comunicação Dirigida | 10.0 Comunicação Dirigida
49
10.1 Ações de Comunicação Dirigida.
1) Ação 1: “Navegar é preciso”.
a) Objetivo: gerar mídia espontânea.
b) Estratégia: tem-se a intenção de representar a chegada da
personagem à cidade, assim como o conceito "navegando por todos
os lugares".
c) Tática: veleiro com uma estrutura de carro alegórico que
rodará pelas principais avenidas de São Paulo durante a primeira
sexta-feira e sábado do mês de Junho. Este evento também será
filmado e os vídeos serão veiculados no Youtube e em todas as outras
comunidades em que Hubspierre está presente. Haverá também um
informe publicitário no site Blue Bus, divulgando a ação e o viral. Quem
quiser poderá, também, consultar o Google Earth, onde haverá o
mapa de passagem de Hubspierre por São Paulo com rotas e
trajetórias.
d) Meio: ação não-convencional, que ocorrerá nas ruas de
São Paulo.
2) Ação 2: “Tire uma Foto”.
a) Objetivo: falar diretamente com o público de interesse
primário da agência.
b) Estratégia: fazer com que os publicitários acessem o portal
Meadiciona.com, de modo a entrar em contato com todos os perfis
online de nosso personagem.
c) Tática: será contratado um ator, que represente o
personagem Hubspierre (que, na verdade, é um personagem
fictício) e que estará na porta das principais agências paulista-
nas fazendo mímica e abordando as pessoas que entram e
saem do local para tirarem uma foto com ele. Será entregue
também um cartão de visitas com o link do Pierre no portal
Meadiciona.com, a todas as pessoas fotografadas.
d) Meio: ação não-convencional, que ocorrerá em frente
às agências.
3) Ação 3: “O cachecol preto de listras verdes”.
a) Objetivo: mostrar e evidenciar a existência de uma
nova agência de comunicação voltada para mídias sociais.
b) Estratégia: o envio de cachecóis às principais agên-
cias de publicidade da Grande São Paulo está ligado ao
período da campanha, uma vez que a ação ocorrerá no mês
de Julho, inverno. Essa é uma ação ousada, porém é muito
focada. Por não se tratar de uma simples mala direta, mas sim
de uma caixa contendo um item, esta ação irá chamar a aten-
ção do público-alvo da agência HUB. A caixa, aberta, terá
escritas as informações sobre o lançamento da agência junta-
50
mente com um convite para a participação no coquetel de lançamento
da agência. Será um item que as pessoas irão guardar e mostrar
umas para as outras.
c) Tática: serão enviados cachecóis em caixas especiais para
os diretores de Criação, Planejamento, Atendimento, Mídia e Novas
Tecnologias das grandes agências. Essas caixas especiais possuem
um "efeito surpresa", ou seja, ao retirar a tampa, a caixa se abre auto-
maticamente, revelando em seu interior o cachecol com uma etiqueta,
indicando que aquele item pertence ao Hubspierre (com o endereço
do blog) e contendo também uma mensagem dirigida para cada um
dos setores publicitários escolhidos, no interior da caixa.
d) Meio: caixas enviadas às agências, direcionadas aos
diretores de cada área: Mídia, Planejamento, Criação, Atendimento e
Novas Tecnologias.
51
10.2 Flow Chart de Comunicação Dirigida.
1-7 8-14 15-21 22-28 29-5 6-12 13-19 20-26 27-2 3-9 10-16 17-23 24-30
R$10.000,00
R$1.050,00
R$700,00
Verba Para Investimento (Total): R$ 110.000,00 / Período: 3 meses / Praça: SP
TOTAL DE VERBA UTILIZADA: R$ 1.1750,00
2009 Custo Total
JUNHO JULHO AGOSTO
FLOW CHART - Cronograma / Controle Sintético de Ações de Comunicação Dirigida
Ação
Comunicação Dirigida
" Tire uma foto"
" O cachecol preto de listras
verdes"
"Navegar é preciso"
11.0 Criação | 11.0 Criação
53
a) O Personagem.
Primeiramente foi pensado em um nome que vinculasse a
personagem à agência HUB, mas que também ficasse cheio de men-
sagens subentendidas. Sendo assim, chegou-se ao nome Hubspierre.
O nome francês remete à figura de um mímico que, através
de sua própria dramatização, consegue interpretar o comportamento
dos usuários de mídias sociais, podendo atingi-los de forma mais
eficaz. Outro ponto é a forma alternativa com que um mímico se utiliza
para dialogar com o mundo externo, sem emitir qualquer tipo som. Já
no caso de Hubspierre, o personagem substitui os gestos por conver-
sas online, teclando com seus amigos virtuais e expandindo suas
redes de contato. Além disso, o nome também busca uma maior
amplitude em relação ao conteúdo e à informação, ao mostrar grande
semelhança com o nome de um filósofo de também origem francesa,
chamado Robespierre. Para a construção física e psicológica da
personagem, foram utilizadas as seguintes referências: Marcel
Marceau (famoso mímico francês), Charles Chaplin (grande artista do
cinema mudo), Tintin (famoso repórter investigativo das histórias em
quadrinhos de Herge), Wally (do livro “Onde está Wally?”, do ilustrador
britânico Martin Handford), os Irmãos Metralha (das histórias do tio
Patinhas) e V (o personagem da grafic novel "V de Vingança", de Alan
Moore). Ficou definido então que essa personagem deveria ser
carismática, curiosa, investigativa (que sempre fosse atrás de
novidades), misteriosa, engraçada, apressado, engajado,
dinâmico e ativo.
b) Sua História.
Primeiramente foi pensado em um nome que vinculasse
a personagem à agência HUB, mas que Pierre passou anos de
sua vida viajando pelo mundo em busca de algo que o fizesse
entender um sentimento que desde pequeno lhe deixava inqui-
eto, quase como uma grande imensidão que lhe enchia o peito.
Por onde passava, Hubspierre descobria algo novo e fazia
novos amigos. Contudo, aquele seu sentimento continuava sem
explicação e cada dia mais intenso. Seu único momento de
alívio era quando se conectava online e interagia com todas as
pessoas e todos os lugares do mundo, ao mesmo tempo. Certo
dia, enquanto conversava com seus amigos aqui do Brasil,
Pierre teve um insight: entendeu o porquê de sua inquietude e
como aquela angústia só passava quando navegava online.
Começou, então, a desenvolver um projeto e a planejar seu
regresso ao Brasil. Surge a agência HUB!
c) Seu Dia-a-Dia.
54
Através de ferramentas online e de alguns encontros offline,
Hubspierre, começará uma nova etapa de sua vida. Seus desejos e
vontades serão expressos através de um cotidiano corrido, cheio de
encontros e desencontros. Com a ajuda das mídias sociais e de
alguns parceiros reais, ou como ele mesmo diria "pessoal gente fina",
Pierre dará início ao seu novo projeto, que poderá ser acompanhado
por todos, bastando fazer parte ou conhecer um de seus perfis online.
Neles serão divulgados todos os passos e ações do então projeto
Hub.
12.0 Mix de Ferramentas | 12.0 Mix de Ferramentas
56
11.1 Cronograma Analítico de Ações da Campanha.
- Etapa 0 (Maio/2009) - Pré-produção (Inserção da persona-
gem no meio interativo / Internet)
a) Criação de perfis da personagem Hubspierre nas principais
mídias sociais (Orkut, Flickr, entre outros) e criar contas nos blogs e
portais (Blue Bus, Twitter, Youtube, etc), dando vida e atribuindo uma
rotina a ele;
b) Montagem do blog da personagem Hubspierre, iniciado
sua movimentação e interação no meio digital.
* Serão realizadas atualizações diárias nas ferramentas online acima
citadas.
- Etapa 1 (Junho/2009) – Quem é este Hubspierre?
- Semana 1 (01 a 07/06).
* Serão feitas atualizações diárias das ferramentas online (perfis nas
mídias sociais, postagem no blog, etc) de modo a conectar todas elas
entre si.
1) Ação 1: inserção de teasers em veículos dirigidos aos
públicos-alvos primário e secundário.
- Um anúncio teaser no jornal Meio e Mensagem (Página
Inteira - 28 cm de largura por 41,5 cm de altura);
- Um anúncio teaser na revista Meio Digital (Página Inteira -
22,9 cm de largura por 27,4 cm de altura);
- Um anúncio teaser na revista Info (Página Simples - Sem
Margem - 20,2 cm de largura por 26,6 cm de altura).
O anúncio será igual para todos os veículos. Estará em forma
de uma carta manuscrita e assinada por um homem chamado
Hubspierre que, nela, conta sua experiência de ter navegado os oito
mares (os sete mares mais o 8º mar - a internet) e anuncia a sua volta
para São Paulo (capital) no dia 05/06 (sexta-feira).
a) Conceito da Ação: primeiramente, a ação fará uma relação
clara e cômica entre o navegar no mar e o navegar na internet. Ela
chamará a atenção do leitor para um anúncio all type muito bem
escrito que, no final, causará curiosidade e, conseqüentemente, mídia
espontânea para o “homem misterioso” que escreveu a carta.
b) Objetivo: incitar curiosidade nos leitores para que estes
busquem saber do que se trata o anúncio.
2) Ação 2: Ação em cadeia: postagem da notícia da chegada
do Hubspierre em São Paulo nas seguintes mídias:
- Twitter;
- Blog do Hubspierre.
57
a) Objetivo: incitar curiosidade nos usuários da internet (mais
especificamente dos usuários do Twitter) para que estes busquem
saber quem é Hubspierre e o que irá ocorrer com sua chegada a São
Paulo.
3) Ação 3: envio de uma garrafa de vidro para as principais
agências de publicidade e para as principais empresas de consultoria
de T.I (Tecnologia da Informação). Nesta garrafa estará um poema
retratando a chegada de Hubspierre a São Paulo após sua viagem
pelos oito mares.
4) Ação 4: acontecerá nos dias 05, 06 e 07/06. Será uma
ação de comunicação dirigida onde, no primeiro dia (05/06), o
“homem misterioso” que havia escrito a carta chega a São Paulo
ainda em seu barco à vela. O barco estará em cima de seu suporte,
em forma de carro alegórico, sendo carregado por um caminhão. Nos
segundo e terceiro dias (06 e 07/06), o homem ainda estará em seu
barco que, por sua vez, estará ancorado no lago do Ibirapuera.
a) Conceito da Ação: a ação mostrará a chegada do “homem
misterioso” a São Paulo, em seu barco que leva o nome de “Hubspi-
erre – navegando por todos os lugares”. O homem passeará pela
cidade, passando por pontos estratégicos (Av. Paulista, Av. Faria
Lima, entre outros). Essa pessoa estará sempre acenando para
aqueles que estiverem o observando, mas nunca falará com
elas nem descerá de seu barco. No dia 07/06, Hubspierre terá
ancorado seu barco, comicamente, na grama do lago do Ibira-
puera, onde estará presente acenando para todos que estiv-
erem presentes.
a) Objetivo: tornar a “personagem” Hubspierre conhe-
cida e deixar as pessoas curiosas sobre quem é a pessoa em
cima do barco.
- Semana 2 (08 a 14/06).
* Serão feitas atualizações diárias das ferramentas online
(perfis nas mídias sociais, postagem no blog, etc), de modo a
conectar todas elas entre si.
1) Ação 1: divulgação de vídeos da “chegada do Hubspi-
erre a São Paulo”, que serão veiculados no Youtube, e de
fotos da Ação 3 no Flickr.
2) Ação 2: postagem do Hubspierre em seu blog anun-
ciando sua mudança para a casa de um amigo publicitário, na
qual seu barco está estacionado na garagem.
58
3) Ação 3: atualização do perfil do Hubspierre no
Meadiciona.com que, então, terá um número de telefone para entrar
em contato com ele. Assim que as pessoas ligam para este número,
cai na caixa postal, cuja mensagem é de uma pessoa que diz que o
Hubspierre não pode falar naquele momento e pede para a pessoa
deixar um recado, pois ele entraria em contato em breve.
4) Ação 4: envio de release para os portais Blue Bus e Jacaré
Banguela a respeito da chegada de Hubspierre em São Paulo - “Ação
em São Paulo, barco navega pelas ruas da cidade”.
- Semana 3 (15 a 21/06).
* Serão feitas atualizações diárias das ferramentas online (perfis nas
mídias sociais, postagem no blog, etc), de modo a conectar todas elas
entre si.
1) Ação 1: “Tour por São Paulo” – Em seu blog, Hubspierre
passa a compartilhar suas experiências sobre lugares que tem
visitado na cidade de São Paulo. Estes lugares são museus, cinemas,
bares, restaurantes, entre outros.
a) Objetivo: humanizar e atribuir cultura ao personagem
Hubspierre e criar uma aproximação dos visitantes do blog com o
mesmo.
2) Ação 2: ação simultânea à ação anteriormente
citada: postagem de fotos do “Tour por São Paulo” no Flickr, no
Orkut e em seu blog.
3) Ação 3: continuam as postagens sobre o “Tour por
São Paulo” no blog. Porém, desta vez Hubspierre posta uma
mensagem onde expõe sua vontade de fazer algo diferente,
revolucionário, acabando por revelar a existência de um grande
projeto secreto no qual está trabalhando.
a) Objetivo: incitar curiosidade nos usuários do blog e
começar a construir a ligação do Hubspierre com a criação da
agência.
- Semana 4 (22 a 28/06).
* Serão feitas atualizações diárias das ferramentas online
(perfis nas mídias sociais, postagem no blog, etc), de modo a
conectar todas elas entre si.
1) Ação 1: ação integrada e contínua.
- Inserção de artigo (em forma de informe publicitário)
59
no caderno Digital do jornal Meio e Mensagem. Neste segundo artigo,
Hubspierre relatará novamente, de forma educativa e descontraída,
outra experiência que teve na última semana em alguma mídia social,
fornecendo, ao mesmo tempo, informações e curiosidades sobre
estes meios de comunicação.
- Postagem de “curiosidades”, dados e experiência do
Hubspierre envolvendo mídias sociais em seu blog. Através dos posts,
Hubspierre mostrará seu interesse sobre o mercado das mídias
sociais.
- Semana 2 (06 a 12/07).
* Serão feitas atualizações diárias das ferramentas online (perfis nas
mídias sociais, postagem no blog, etc), de modo a conectar todas elas
entre si.
1) Ação 1: ação integrada e contínua.
- Inserção de artigo (em forma de informe publicitário) no
caderno Digital do jornal Meio e Mensagem. Neste segundo artigo,
Hubspierre relatará novamente, de forma educativa e descontraída,
outra experiência que teve na última semana em alguma mídia social,
fornecendo, ao mesmo tempo, informações e curiosidades sobre
estes meios de comunicação.
- Postagem de “curiosidades”, dados e experiência do
Hubspierre envolvendo mídias sociais em seu blog. Através dos posts,
Hubspierre mostrará seu interesse sobre o mercado das mídias
sociais.
2) Ação 2: inserção de banner no blog Blues Bus, em que
Hubspierre estará dentro de um ônibus azul, acenando pela janela
com o endereço de seu blog logo abaixo. Esta ação terá a duração
de cinco dias.
3) Ação 3: postagem de Hubspierre em seu blog contando
que encontrou-se com sua grande amiga Luisa na exposição de
Marcel Duchamp no MAM (Museu de Arte Moderna). Hubspierre
comentará sobre a exposição e, juntamente a isso, revelará que ele,
Luisa e mais dois outros amigos estão fechando aquele projeto que
ele já havia comentado.
- Semana 3 (13 a 19/07).
* Serão feitas atualizações diárias das ferramentas online (perfis nas
mídias sociais, postagem no blog, etc), de modo a conectar todas elas
entre si.
60
1) Ação 1: ação integrada e contínua.
- Inserção de artigo (em forma de informe publicitário) no
caderno Digital do jornal Meio e Mensagem. Neste segundo artigo,
Hubspierre relatará novamente, de forma educativa e descontraída,
outra experiência que teve na última semana em alguma mídia social,
fornecendo, ao mesmo tempo, informações e curiosidades sobre
estes meios de comunicação.
- Postagem de “curiosidades”, dados e experiência do
Hubspierre envolvendo mídias sociais em seu blog. Através dos posts,
Hubspierre mostrará seu interesse sobre o mercado das mídias
sociais.
2) Ação 2: postagem de fotos do Hubspierre na seção de
“fotos da semana” do blog Sedentário e Hiperativo. Nesta semana,
Hubspierre estará presente em todas as fotos.
3) Ação 3: ação de comunicação dirigida – “Tire uma foto”.
- Hubspierre será incorporado novamente e estará na frente
de diversas agências de comunicação de São Paulo. Ele estará
pedindo para os publicitários tirarem fotos com ele através de gestos.
- Logo após a foto, Hubspierre entregará seu cartão de visita,
onde tem o endereço de seu blog para que as pessoas o acessem
para poderem ver a foto que foi tirada delas.
4) Ação 4: veiculação dos vídeos mais cômicos da ação “Tire
uma foto” no Youtube.
5) Ação 5: postagem no blog com o nome de “Pierre visitou
as agências”.
- Semana 4 (20 a 26/07).
* Serão feitas atualizações diárias das ferramentas online (perfis nas
mídias sociais, postagem no blog, etc), de modo a conectar todas elas
entre si.
1) Ação 1: está no ar o blog da agência HUB. Neste blog há
notícias e curiosidades sobre as mídias sócias, o Hubspierre está
sempre postando suas experiências, a agência explica o que faz e
quem faz. Há uma mensagem de boas vindas a todos aqueles que
estão acessando para conhecer a agência e para todos aqueles que
já conheciam o Hubspierre, que agora é analista de novas tendências
da agência HUB de comunicação em mídias sociais.
2) Ação 2: publicação de artigo no jornal Meio e Mensagem.
61
Hubspierre finalmente revela seu projeto e explica um pouco sobre a
criação da agência e o que ela chegou para fazer no mercado.
3) Ação 3: ação de comunicação dirigida: “O cachecol preto
de listras verdes”.
- Serão enviados cachecóis pretos de listras verdes para os
diretores de criação, planejamento, atendimento e mídias e para os
profissionais de novas tecnologias das principais agências através de
mala direta. Estes cachecóis estarão dentro de caixas pequenas que,
ao serem abertas, mostram um pequeno poema que acaba
revelando-se como um convite para o coquetel de lançamento da
agência HUB. Este poema muda de acordo com a área de atuação
dos profissionais e terá uma linguagem que seja comum a seu dia-a-
dia de trabalho. O cachecol remeterá ao personagem Hubspierre, pois
ele usa um igualzinho àquele. Na caixa estará escrito também o
endereço do blog. O coquetel de lançamento da agência ocorrerá na
quinta-feira (30/07), na própria agência. Terá inicio às 20:00h, com
comes e bebes por conta da agência. No evento, Hubspierre não
estará presente, mas sua sócia, Luisa, fará um brinde em seu nome.
Objetivo: dirigir a comunicação ao público-alvo primário da agência
que irá surgir.
- Semana 5 (27/07 a 02/08).
* Serão feitas atualizações diárias das ferramentas online (perfis nas
mídias sociais, postagem no blog, etc), de modo a conectar todas elas
entre si.
1) Ação 1: publicação de artigo no jornal Meio e Mensagem.
Hubspierre conta sobre o coquetel de lançamento da HUB para os
leitores. Aproveita para compartilhar algumas coisas engraçadas que
ocorreram durante o evento. Ao final do artigo, ele se despede dos
leitores alegando que irá viajar para a África a trabalho, onde estará
tirando fotos para a National Geographic. Ele se despede, porém frisa
que estará sempre postando no blog da agência notícias sobre sua
viagem.
2) Ação 2: postagem de Hubspierre no blog com comentário
de Giuliana, Luisa e Daniel – todos comentam sobre o coquetel de
lançamento da agência e aproveitam para compartilhar os altos e
baixos do evento. Eles comentam sobre a viagem de seu amigo e
colega de trabalho.
3) Ação 3: divulgação de fotos e vídeos do coquetel nas
mídias sociais (Flickr, Orkut, Youtube, entre outros).
62
- Etapa 3 (Agosto/2009) – A agência HUB.
- Semana 1 (03 a 09/08).
* Serão feitas atualizações diárias das ferramentas online (perfis nas
mídias sociais, postagem no blog, etc), de modo a conectar todas elas
entre si.
1) Ação 1: inserção de peças publicitárias dirigidas aos
públicos-alvos primário e secundário com a intenção de promover a
agência HUB.
- Um artigo no caderno “Agência” sobre a HUB, seguido de
um anúncio no jornal Meio e Mensagem;
- Um anúncio na revista Meio Digital;
- Um artigo seguido de anúncio na revista Info;
- Um Floating Ad no portal Meio e Mensagem online;
- Um banner no blog Blue Bus;
- Semana 2 (10 a 16/08).
* Serão feitas atualizações diárias das ferramentas online (perfis nas
mídias sociais, postagem no blog, etc), de modo a conectar todas elas
entre si.
1) Ação 1: inserção de peças publicitárias dirigidas aos
públicos-alvos primário e secundário com a intenção de
promover a agência HUB.
- Um anúncio no jornal Meio e Mensagem;
- Um Floating Ad no portal Meio e Mensagem online.
13.0 Peças de Comunicação | 13.0 Peças de Comunicação
64
13.1 Peças da Etapa 0.
a) Cartão de Visitas Online.
65
b) Conta / Perfil na Mídia Social Twitter.
66
d) Blog do Hubspierre.
- Layout do Blog.
67
- Posts do Blog (Segundo Cronograma Analí-
tico de Ações da Campanha). 08/06/09
Voltei! Estou aqui, na minha São Paulo!! Cidade maravilhosa, cheia de
vida e pessoas amigas. Cheguei nesta sexta, bem como havia previsto - os
ventos, sempre à meu favor. Saudades que não cabem no peito, só passando
por essas grandiosas avenidas, me dei conta disso. Paulista, Berrini..., Av. Brasil,
umas cheias de charmosos casarões, outras com enormes edifícios , todas
dignas de uma verdadeira metrópole.
Apesar de toda essa euforia, havia ainda um pequeno problema: onde
eu iria ficar e ancorar meu Hub. Pensei, pensei... e enquanto navegava por essas
ruas, lembrei-me de um lugar muito especial, perfeito para uma rápida "ancorada",
e que me receberia de braços abertos: o famosíssimo, Parque do Ibirapuera.
Então foi lá que passei meu primeiro domingo na cidade, parado, ou melhor,
ancorado às margens daquele magnífico lago. E só hoje, nessa segundona
chuvosa, consegui falar com meu amigão de longa data Daniel, companheiro de
aventuras e agora, de moradia, rs. Ele me arranjou um lugar hiper-bacana para
morar, e ainda, uma garagem fenomenal para o Hub! Desculpa o incômodo Dani,
mas temos muito o que conversar...
Até mais ver,
Hubspierre
68
21/06/09
Domingo, muita fadiga de não fazer nada (rs), o tempo passando... Daí,
eu e o Rafa decidimos pegar um cineminha e comer uma deliciosa pipoca
quentinha. Vimos “Thundercats”, um grande sucesso da década de 80, mas que
só ganhou adaptação para as telonas este ano, com atores reais e tudo mais.
Depois de estrear em 1983, a série animada virou linha de brinquedos e revista
em quadrinho, e agora filme. O roteiro do estreante Paul Sopocy foi adquirido pela
Warner Bros, produzido por Paula Weinstein (“Diamante de sangue”) e supervi-
sionado por Dan Lin (“Os infiltrados”). A história é centrada em um grupo de super-
heróis felinos que fogem de seu planeta depois que ele é destruído e passa a lutar
contra os vilões de seu universo. A trama mostra a origem do personagem Lion,
que se torna líder dos Thundercats.
Gostamos bastante, mas como todo verdadeiro fã vimos alguns peque-
nos defeitos, que podem ser apenas coisa da nossa cabeça, o importante é você
ir conferir e tirar suas próprias conclusões.
Ah, quase me esqueço de contar, conhecemos uma garota "gente
finíssima" , chamada Aline...falando nisso vou procurar ela por aqui, na web!
Circulando por aqui, e por ali...
Hubspierre
15/06/09
Neste sábado, dei uma rápida passadinha na File, Festival Internacional
de Linguagem Eletrônica. Ela acontece este ano em SP no Centro Cultural Fiesp,
durante todo o mês de junho, de terça a sábado das 10h às 20h, segunda das
11h às 20h e domingo das 10h às 19h. A programação ocupa a Galeria de Arte,
o Teatro e o Mezanino do Centro Cultural, que recebem a exposição, perfor-
mances e palestras. O FILE, maior festival de arte e tecnologia do Brasil e da
América Latina, bem como mundialmente um dos maiores acontecimentos nesta
área, há nove anos vem inserindo o país no contexto mundial da arte e tecnologia
ou da mídia arte. Tá muito bom, de verdade! E não fui só eu que adorei, o Rafa e
a Giu também gostaram muito, além de me dar algumas idéias geniais para
aquele meu projeto... já te falei dele ? Não? Hummmm, aguardem...
Até mais ver,
Hubspierre
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  • 1. trabalho de criação de mini-agência | trabalho de criação de mini-agência
  • 2. Índice 0.0 Prefácio 1.0 Introdução 2.0 A Mini-Agência 2.1 Nome. 2.2 O que faz. 2.3 Missão, Visão e Valores.. 2.4 Organograma / Estrutura. 2.5 Principais Diferenciais. 3.0 Análise do Mercado 3.1 O Mercado. 3.2 Análise Macroambiental. 4.0 Análise da Concorrência. 4.1 Concorrentes Primários. 4.2 Concorrentes Secundários. 5.0 Público Alvo. 5.1 Quem São. 5.2 O que Esperam. 5.3 Quem, Dentro do Público Alvo, Deverá Ser Prospectado. 6.0 Definição dos Problemas, Ameaças e Oportunidades 6.1 Objetivos e Metas de Marketing. 6.2 Matriz P.F.O.A. 6.3 Comportamento do Consumidor. 6.4 Diagnóstico Detalhado da Situação. 7.0 Posicionamento - Plano de Comunicação 7.1 Oportunidade de Comunicação. 7.2 Objetivos de Comunicação. 7.3 Públicos a Serem Trabalhados. 01 03 05 06 06 06 07 07 08 09 13 18 19 20 21 22 22 22 23 24 24 25 27 29 29 29 29
  • 3. Índice 7.4 Verba Disponível. 8.0 Estratégias de Comunicação 8.1 Definição do Conceito; 8.2 Estratégia - Desenvolvimento da Campanha. 8.3 Mix de Ferramentas. 9.0 Comunicação Integrada - Mídia 9.1 Objetivos de Mídia. 9.2 Defesa de Meios. 9.3 Seleção e Justificativa de Veículos. 9.4 Flow Chart de Mídia. 10.0 Comunicação Dirigida 10.1 Ações de Comunicação Dirigida. 10.2 Flow Chart de Comunicação Dirigida 11.0 Criação 12.0 Mix de Ferramentas 12.1 Cronograma Analítico de Ações da Campanha 13.0 Peças de Comunicação 13.1 Peças da Etapa 0. 13.2 Peças da Etapa 1. 13.3 Peças da Etapa 2. 13.4 Peças da Etapa 3. 14.0 Cronograma Geral de Investimentos 15. Anexos 15.1 Anexo 1 - Dados Extras de Estudo do Mercado da Internet 15.2 Anexo 2 - História em Quadrinhos “E Então Surgiu a Hub” 34 35 36 36 37 38 39 39 47 48 49 51 52 55 56 63 64 72 78 79 81 83 84 86
  • 4. 0.0 Prefácio | 0.0 Prefácio
  • 5. 02 0.1 Mídias Sociais. As Mídias Sociais são espaços de interação entre usuários. São considerados exemplos de mídias sociais: blogs, redes sociais (Orkut), fóruns, e-groups, instant messengers, wikis, sites de Sharing (YouTube, Flickr), entre outros. Nesses canais, as pessoas podem dialogar e compartilhar informação. O conteúdo de uma Mídia Social tende sempre ao infinito, uma vez que qualquer membro pode contribuir a qualquer momento. Esse diálogo entre usuários constitui blocos colaborativos de opinião. Vivemos recebendo mensagens publicitárias de todos os gêneros. Segundo dados da consultoria inglesa ID Magasin, somos impactados por 3.600 por dia, em média. Esta massa de informações torna o consumidor mais desconfiado e menos suscetível aos méto- dos tradicionais de propaganda. No contexto das Mídias Sociais, este discurso poderá ser debatido, criticado e filtrado pela relevância que ele terá para a comunidade. Assim, a Estratégia em Mídias Sociais, utilizada pela agência, é uma imersão neste universo de transparência nas relações entre empresa e consumidores. Mais do que anunciar, é analisar as opiniões sobre um tema. Mais do que divulgar, é discutir os aspectos positivos e negativos de um serviço, a fim de direcionar os esforços de uma campanha publicitária ao encontro dos anseios de seu target.
  • 6. 1.0 Introdução | 1.0 Introdução
  • 7. 04 Sendo o mercado de tecnologia da informação e comunica- ção um mercado pouco explorado, percebemos nele a oportunidade de atuação numa área que está em constante crescimento, tendo muito a oferecer de forma democrática e inteligente. A HUB é uma agência digital que atua na área de marketing em mídias sociais, área esta que cresce cada dia mais com o desen- volvimento da internet. Temos atendimento personalizado, mobilidade, estratégias sob medida para cada orçamento e projeção no futuro. É uma agência que mergulha de cabeça na internet na busca inces- sante pelo desafio de criar formas de comunicação específicas para esse novo universo. Ao invés de limitar-se a termos como Marketing Viral, Móbile Marketing ou Web 2.0, a HUB assume uma postura de agência de mídia social, pensando e criando seus serviços de modo a convergir ferramentas digitais e diferentes mídias disponíveis, construindo uma comunicação dirigida, inovadora e eficiente com a intenção de promover interação e fidelização entre nossos clientes e seus consu- midores, aprimorando este relacionamento.
  • 8. 2.0 A Mini-Agência | 2.0 A Mini-Agência
  • 9. 06 2.1 Nome. Agência HUB – Comunicação em Mídias Sociais 2.2 O que faz. - Segmento de atuação: tecnologia da informação e comunica- ção no meio digital. - Área de atividade: “Na era da internet, o meio não é mais a mensagem... agora as pessoas são a mensagem” – Daniel H. Piink, autor de A Whole New Mind. Dentro do meio digital, atuamos na área de Mídia Social, criando um vínculo entre os clientes e as mídias digitais. As mídias sociais criam o que poderia ser considerado conteúdo de marketing e propaganda em nome de pessoas, marcas, produtos ou organizações. Com freqüência, convidam outros a partici- parem de seu trabalho de marketing. As pessoas estão munidas da mais alta tecnologia de comunicação da internet, podendo se tornar uma ameaça ou uma oportunidade, tudo depende do modo como se interage com eles. A HUB, através de diferentes ferramentas de mídias sociais, viabiliza a contextualização de produtos e serviços na vida das pessoas provedoras desta tecnologia, proporcionando uma interatividade com a marca através de intervenções na tenta- tiva de gerar mídia espontânea, criando formadores de opinião e o boca a boca. 2.3 Missão, Visão e Valores. - Missão: “Nossa missão é oferecer ferramentas e soluções inovadoras que ajudem nossos clientes a conquistar a fideli- dade de seus consumidores no ambiente online, seguindo sempre elevados padrões, qualidade e buscando continu- amente a satisfação de ambos.” A finalidade dos serviços oferecidos pela Agência HUB é satisfazer o cliente através de ações dirigidas e personaliza- das em mídias sociais. Se o serviço prestado não resultar em claro valor agregado para o cliente, também não irá gerar valor para nossa agência. - Visão: " Ser referência no mercado publicitário digital” O objetivo estratégico da Agência HUB é conquistar a excelência de modo a consolidar sua posição, oferecendo uma comunicação diferenciada e dirigida como uma nova forma de
  • 10. 07 agregar valor.” - Valores: “A agência HUB tem compromisso com a verdade e a ética no Macro e Micro ambientes. Nosso trabalho é desenvolvido em parceria, tanto com pessoas físicas quanto jurídicas. Uma agência responsável, verdadeira, ágil e, acima de tudo, uma agência que se adequa a cada cliente de modo a facilitar a integração da tecnologia virtual com a comunicação.” A Agência HUB possui os seguintes princípios: a. Relacionamento ético com os clientes e funcionários; b. Alta qualidade através do trabalho em equipe; c. Constante busca de excelência; d. Criatividade e relacionamento fortes; e. Caráter inovador e interativo de atuação no mercado publici- tário. 2.4 Organograma / Estrutura. 2.5 Principais Diferenciais. - Especialização na área de mídias sociais; - Laços estreitos com as mídias digitais e suas platafor- mas; - Atendimento virtual ágil com suporte técnico e con- ceitual.
  • 11. 3.0 Análise do Mercado | 3.0 Análise do Mercado
  • 12. 09 3.1 O Mercado. Na terceira edição da Pesquisa sobre o Uso das Tecnologias da informação e da Comunicação no Brasil – TIC EMPRESAS e TIC DOMICÍLIOS 2007, realizada pelo Comitê Gestor de Internet no Brasil (CGI.br), já se apresentava uma expressiva evolução no uso de internet no país. Naquele ano éramos 45 milhões de usuários na internet. Esse valor representava 10 milhões a mais do que no ano passado, demonstrando que as políticas públicas, assim como as iniciativas do setor privado para impulsionar o uso da infra-estrutura no desenvolvimento do país, apresentavam efeito. Em levantamento encomendado ao datafolha pela F/Nazca, veiculado no Meio&Mensagem datado de 4 de agosto de 2008, foi indicado que são 59 milhões de usuários brasileiros na internet. Destes, 65% navegam de locais públicos, e 32% acessam todos os dias. Dos 59 milhões, 82% conectam-se à internet ao menos uma vez por semana. “O acesso público, barato ou gratuito, faz com que as pessoas busquem informações nesse canal.” Fernand Alphen – Diretor nacional de planejamento - F/Nazca Como prova disto, do total de acessos 29% são feitos através de lan houses, 21% residenciais, 21% a partir da casa de amigos ou ou parentes, 14% do trabalho, 10% em escolas e 9% de postos de acessos públicos ou gratuitos (telecentros). Sendo assim, cerca de 65% dos internautas navegam de locais públicos, com 32% dos entrevistados navegando diariamente, 11% de 4 a 6 vezes por semana, classificando 43% de heavy users. Por fim, foi percebido que 82% acessam a web ao menos uma vez por semana. “Este é um dado excepcional que mostra a freqüência das navegações e o potencial existente na internet” Paulo Coelho – Presidente do IAB Brasil e diretor geral do Terra Esse estudo nos mostra que está havendo uma democ- ratização do acesso através da quebra da barreira de posse de um computador e um servidor instalado residencialmente. A pesquisa também aborda a questão dos conteúdos colaborativos. Foi detectado que 53% dos entrevistados já incluíram ou incluem alguma coisa autoral nas páginas virtuais. “Web 2.0 é um termo cunhado em 2004 pela empresa esta- dunidense O’Reilly Media[1] para designar uma segunda gera- ção de comunidades e serviços baseados na plataforma Web,
  • 13. 10 como wikis, aplicações baseadas em folksonomia e redes sociais. Embora o termo tenha uma conotação de uma nova versão para a Web, ele não se refere à atualização nas suas especificações técni- cas, mas a uma mudança na forma como ela é encarada por usuários e desenvolvedores.” Wikipédia – www.wikipedia.org A fonte dessa citação é um bom exemplo para a mesma, pois o site Wikipédia, que tem como slogan “A enciclopédia livre”, tem como principal característica as explicações postadas através de colaboradores, sendo estes quaisquer usuários dispostos a publicar e a veicular conteúdo, que sempre é verificado e, a partir disso, torna-se possível a sua edição. Os principais usos da Web 2.0 detectados foram: o relacionamento com outras pessoas (43%), divulgação de um trabalho (11%) e contar um fato na internet (8%). Uma estatística que cresceu de forma impressionante foi a da quantidade de pessoas que afirmaram postar comentários em sites de notícias, que era de 3% em 2007 e passou a 11% nesse ano. Essa pesquisa foi realizada com uma base de 2.110 entrevistados entre os dias 26 e 27 de março e aplicada segundo a proporção da população brasileira por regiões, estados, capitais/interior, em mais de 150 municípios . A margem de erro é de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. Segundo a Pesquisa sobre o Uso das Tecnologias da informação e da Comunicação no Brasil (CGI.br), realizada em 2007, 42% dos homens já tiveram acesso à internet, sendo que 37% acessaram a menos de três meses da realização da pes- quisa. Já dentro do público feminino, 39% já tiveram acesso à internet, 32% a menos de três meses. Dentro do total de aces- sos nos últimos três meses, tanto masculino como feminino, 53% possuíam de 10 a 15 anos, 60% de 15 a 24, 45% de 25 a 34, 24% de 35 a 44, 12% de 45 a 59 e 3%, 60 ou mais anos. Ainda com acessos neste período de tempo, 89% pertencentes à classe A, 66% à classe B, 38% a C e 14% das classes DE. (inserir tabelas página 150 e 151) Segundo outra pesquisa realizada pelo IAB (Interactive Advertising Bureau) Brasil, veiculada em um boletim de mídia datado de maio de 2008, em 2007 foram contabilizados R$ 527 milhões em investimentos em mídia online, 12,13% acima da previsão realizada pelo mesmo instituto para o ano. Até o final de 2008 é estimado que os investimentos no meio cheg- uem a cerca de R$ 712 milhões, o que representa um cresci- mento de 35% em relação ao ano anterior.
  • 14. 11 A internet recebeu 3,2% dos investimentos publicitários no primeiro trimestre de 2008. O total de investimento online chegou a R$ 134 milhões neste período, o que significa que a internet recebeu mais investimentos que a TV Paga, no decorrer do primeiro trimestre do ano. A previsão é de 3,5% até o final do ano. No mesmo período, a internet foi a mídia que mais cres- ceu em relação ao primeiro trimestre do ano passado, tendo seu faturamento bruto elevado a 36% em relação a 2007.
  • 15. 12 Esse mesmo estudo divulgou uma estimativa de 45 milhões de pessoas para 2008, valor inferior ao da pesquisa divulgada pelo Datafolha.
  • 16. 13 3.2 Análise Macroambiental. - Macro-ambiente No mundo contemporâneo, a informação adquiriu importância econômica e a revolução tecnológica é um dos fatores fundamentais para as transformações sociais, culturais, políticas e econômicas da atualidade. A sociedade vive os impactos de uma nova ordem econômica e social, na qual o cerne das transformações refere-se às tecnologias da informação e comunicação (TIC). Assim, a informação é recurso de poder, pela vinculação do desenvolvimento com a capacidade de uma sociedade em gerar e aplicar conhecimentos. - Fatores Econômicos: O crescimento econômico permite um maior poder de consumo. Com uma economia positiva, então, compra-se também mais tecnologia: celulares, aparelhos de mp3, computadores e serviços ligados a esses produtos, como a internet, por exemplo. Um relatório divulgado pelo banco mundial prevê um ritmo moderado da economia global este ano, 2008, devido à desaceleração da econo- mia norte-americana e de outros países desenvolvidos. Os países emergentes não ficarão isentos da crise internacional e a Organização das Nações Unidas ( ONU ) já revê para baixo o crescimento dessas economias. A entidade estima que a taxa de crescimento da econo- mia mundial será bem inferior, sofrendo uma alta de apenas 1,8%, bem diferente dos 3,4% estimados no final de 2007. Contudo, apesar dessa perspectiva negativa em rela- ção à economia mundial, uma publicação feita pelo Ministério do Desenvolvimento Industria e Comércio Exterior, realizada pelo IBGE, utilizando a metodologia proposta pela OCDE, mostra interessantes dados sobre o funcionamento deste setor no Brasil. Pôde-se observar que nos últimos dois anos os grupos de alta e média -alta tecnologia foram os que mais cresceram. Os setores classificados como de média -alta tecnologia cresceram 16,4% e os setores de alta tecnologia, 10,1%. Esse indicador mostra que a indústria brasileira não está se especializando em commodities ou em setores de baixa tecnologia. Esse crescimento tem sido impulsionado pelo desempenho dos setores automotivos e de máquinas e equipa- mentos. No caso do grupo de alta tecnologia, pelos setores de equipamentos de INFORMÁTICA E COMUNICAÇÕES. A divergência das informações para o meio digital é, sem dúvida, a nova economia predominante. - Fatores Sócio - Culturais: A sociedade contemporânea ou sociedade em rede traz a necessidade de inclusão da popula- ção mundial na era da informação digital. Quando o indivíduo utiliza a informática como um meio de acesso à educação, ao
  • 17. 14 trabalho, às relações sociais, à comunicação e até mesmo ao exercí- cio da cidadania, ele passa a viver de forma democrática as tecnolo- gias digitais, socializando-se com um novo mecanismo de inserção neste contexto atual. Pesquisas são realizadas e projetos desenvolvi- dos, para facilitar o processo de “inclusão social” nos mais diversos lugares. Um exemplo disso é o estudo desenvolvido para Márcia de Freitas através do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (CEFET/MG), que trata da importância de se ensinar por esse novo meio tecnológico e de como devem ser instruídos os professores e coordenadores neste novo contexto. Os resultados foram surpreen- dentes: em apenas um ano, a relação dos alunos com os computa- dores deixou de ser novidade, já que passaram a dominar todos os conceitos básicos de aplicação dos programas ensinados. Para contribuir também com o esforço de inclusão digital no país, a Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ( SLTI ) do Ministério do Planejamento também desenvolveu o Projeto Computa- dores para Inclusão. Essa iniciativa está recuperando milhares de computadores e equipamentos periféricos descartados pelo Governo e pelo setor privado. O seu destino são iniciativas de inclusão digital, como telecentros, escolas e bibliotecas. Apesar dos esforços empr- egados no sentido de universalizar o acesso à Internet, há um grande contingente da população brasileira que ainda não dispõe de infra- estrutura de conexão à rede. Um dos dados que mais chamam a atenção no TIC Domicílios 2007 é o expressivo crescimento no uso de centros públicos de acesso pago em todas as regiões do país. O percentual de utilização nesses espaços subiu de 30% em 2006 para 49% no ano seguinte, passando à frente do acesso em domicílios, que se manteve estável em 40%. Também é importante ressaltar que os centros públicos de acesso pago são utilizados especialmente pelas pessoas com menor nível de escolaridade: 64% são estudantes de nível fundamental, 53% são de nível médio e 54% daqueles que completaram até a educação infantil freqüentaram lan-houses em 2007. Entre os usuários com ensino superior esse percen- tual cai para 27%. Esses dados permitem concluir que as lan- houses, o principal mecanismo de acesso à Internet para as classes E, D e C, suprem as necessidades de conexão para a população menos favorecida economicamente. Sem dúvida o mundo mudou. A sociedade vive agora através de ferramentas tecnológicas, mudando o comporta- mento do indivíduo em relação a outros, e até mesmo em rela- ção à velocidade e ao tempo. Essa geração não pensa em tecnologia digital, simplesmente a vive.
  • 18. 15 - Fatores Político – Legais; A globalização da economia e da socie- dade exige a globalização também do pensamento jurídico, de modo a encontrar mecanismos de aplicação de normas que possam extrapolar os princípios da territorialidade, tocante ao Direito Penal e ao Direito Comercial. Essa tendência de globalização do próprio Direito não é nova. O direito Internacional Privado de algum modo já um, por meio de CONVENÇÕES E TRATADOS INTERNACIONAIS, tentando estabelecer critérios mais uniformes de análise jurídica. O Direito Digital consiste em uma evolução do próprio direito, abrangendo todos os princípios fundamentais vigentes e introduzindo novos institutos e elementos para o pensamento jurídico em todas as áreas: direito constitucional, civil, autoral, comercial, contratual, econômico, finan- ceiro, tributário, penal, internacional e etc. Tomando por base todas essas referências, o Direito Digital traz a oportunidade de aplicar dentro de uma lógica jurídica uniforme uma série de princípios e soluções que já vinham sendo aplicados de modo difuso - princípios e soluções que estão na base do chamado Direito Costumeiro. Esta coesão de pensamento possibilita efetivamente alcançar resultados e preencher lacunas nunca antes resolvidas, tanto no âmbito real quanto no virtual, uma vez que é a manifestação de vontade humana em seus diversos formatos que une estes dois mundos no contexto jurídico. Logo, o Direito Digital estabelece um relacionamento entre o Direito Codificado e o Direito Costumeiro, aplicando os elemen- tos que cada um deles tem de melhor para a solução das questões da Sociedade Digital. No Direito Costumeiro, os elementos que estão a amparar o Direito Digital são: a generali- dade, a uniformidade, a continuidade, a durabilidade e a noto- riedade (ou publicidade ). Para que esses elementos se ajustem ao Direito Digital, deve-se levar em conta o fator tempo, elemento de fundamental importância para um mundo em que transformações tecnológicas cada vez mais aceleradas ditam, de modo mais intenso, as transformações no próprio funciona- mento da sociedade, determinando a importância de duas práticas do Direito Digital: a analogia e a arbitragem. - Fatores Demográficos: A cada dia que passa, mais e mais pessoas no mundo inteiro passam a interagir de alguma forma no espaço virtual. Esse dado é crescente também aqui no Brasil. Através de uma pesquisa sobre o uso das tecnologias, da informação e da comunicação no Brasil, TIC Domicílios e TIC Empresas 2007, obtemos as seguintes informações: - Na TIC Domicílios, os destaques foram o expressivo aumento na posse de computadores em domicílios de renda familiar entre dois e cinco salários mínimos; o crescimento no uso da
  • 19. 16 banda larga, que ultrapassou a conexão discada; e a explosão do uso de Lanhouses, que se tornaram o principal local de acesso à internet no país. - Na TIC Empresas, chamou a atenção o crescimento na adoção de tecnologias como redes wireless ( Lan sem fio ) e sistemas de gestão, assim como a automatização de processos por meio do comércio eletrônico e do governo eletrônico. - 24% dos domicílios brasileiros possuem computador, um aumento de quatro pontos percentuais em relação a 2006, e 17% das residências dispõem também de acesso à internet. Este aumento é maior nas regiões Centro-Oeste ( de 19% em 2006 para 30%), sul ( de 25% para 31% ) e sudeste ( 24% para 30% ). A proporção de domicílios com computador é menor nas regiões Norte ( 13% ) e Nordeste ( 11% ) e o crescimento do indicador nestas regiões também foi menor, ficando entre 3 e 2 pontos percentuais, respectivamente. - Um notável crescimento no uso dos centros públicos de acesso pago (lanhouses e cibercafés ), que se tornaram o local mais utilizado para o acesso à internet no país, principalmente entre os jovens e indivíduos de baixa renda. - A principal barreira para a posse dos equipamentos TIC nos domicílios continua sendo econômica, o custo elevado do computador e do acesso à internet. No entanto, o principal motivo declarado que leva o brasileiro a não usar a internet é a falta de habilidade ( apenas 29% das pessoas que declaram saber usar um com- putador consideram suas habilidades suficientes para enfrentar o mercado de trabalho). - Fatores Tecnológicos: - O impacto 2.0. O mundo atual é hoje uma rede de arquipélagos de comportamento e consumo, nos quais as questões culturais e locais são altamente resistentes a uma planificação global. Nesse mundo de multissegmentos e infindáveis nichos, o mesmo consumidor tem diversos chapéus e deve ser, a partir de agora, não mais entendido e abordado por clusters socio- econômicos, mas pelo seu contexto de consumo. A velocidade da internet e de como as coisas aconte- cem nela fazem com que tendências e comportamentos mudem do dia para a noite, tal qual aconteceu com o ICQ, antiga e poderosa ferramenta de comunicação online que perdeu lugar para a gigante Microsoft e seu Instant Messenger, o MSN. Este exemplo mostra claramente o comportamento do consumidor 2.0, um consumidor que não se importa tanto com uma marca, um consumidor que tem se tornado impaciente e
  • 20. 17 preguiçoso, mas ao mesmo tempo totalmente aberto a novidades. O mundo em que vivemos hoje se resume a uma letra: G. O Google, com o Gmail, Google Earth, Google Applications, Google Desktop, tem se tornado o grande dono da internet e guru da web 2.0. Mas, mais que tudo isso, esse novo consumidor lidera hoje um movimento de contra-governança, ou seja, uma oposição ao que antes era institucionalmente estabelecido pelas corporações. Diante dessa nova postura, o que funcionava antes simplesmente não funcio- nará mais. - Quem é o consumidor 2.0? - -Múltiplos chapéus e poderes em um só ator; - Considera qualidade em produtos e serviços e preço justo como essenciais para início de relação; - Munido de diversas ferramentas, que lhe permitem forte poder de comparabilidade dos elementos racionais de compra; - Interativo, que exige feedback e gera mídia; - Aberto à experimentação, potencialmente infiel e simpático ao conceito de gratuidade intrínseco à web. - O Impacto 2.5. Num futuro não muito distante, nós nos conectaremos à rede por meio de uma gama de aplicativos – e muitos dos aparelhos que nos cercam (além de computadores e celulares) estarão online. Com a onipresença da rede, essas conexões não terão fios e estarão não mais só a um clique de distância. Abrir a porta da geladeira, dirigir um carro ou mudar de canal na TV serão ações que nos ligarão à internet. Porém, entre o hoje e esse futuro próximo precisamos passar por algumas etapas. A principal delas diz respeito a evoluir da web 2.0, que experimentamos hoje, para o próximo passo, já batizado de web 3.0. Significa chegarmos a uma rede que, em vez de ser informada por nós sobre o que queremos quando estamos online, terá inteligência para se apresentar a nós do jeito que a desejarmos. É aí que entra essa nova era detonada na semana pas- sada. Os novos navegadores já começam a entender a rede não como uma série de páginas, mas como um meio formado por diversos softwares que geram conteúdo, sejam games, tocadores de mídia, mapas online ou programas de correio eletrônico, a fase 2.5. - Fatores Físico – Naturais: Os fatores naturais pouco influenciam a forma de se conectar em rede.
  • 21. 4.0 Análise da Concorrência | 4.0 Análise da Concorrência
  • 22. 19 4.1 Concorrentes Primários. Devido ao nível de especialização de nossa agência não temos concorrentes diretos. Sendo assim, adotamos como concorr- entes primários agências de comunicação dirigida (marketing de guer- rilha) e como secundários, agências com grande participação na comunicação digital. Segue abaixo a relação dos maiores concorrentes do segmento: a) Riot: a Riot é uma agência recente, mas que aparece inovando o mercado brasileiro, sendo a primeira agência nacional a especializar-se em mídias sociais. Busca atingir o target de um produto ou serviço de maneira focada e eficaz, abrindo canais de relaciona- mento e diálogo com os formadores de opinião e com os consumi- dores da marca. Com menos de um ano de existência a Riot já atende clientes de agências como F/Nazca, McCann, AgênciaClick, TBWA, Quê, Loducca e Wunderman, ofertando serviços envolvendo instant messenger, Skype, salas de chat, blogs, fotologs, Flickr e sites pessoais, com destaque à procura pela produção de blogs corporati- vos. b) Pólvora: a Pólvora é uma consultoria em mídias sociais criada recentemente através da parceria entre a Blog Content e o Grupo RMA. É especializada em desenvolver ações, planos ou estra- tégias para empresas interessadas em construir relacionamen- tos com blogs, comunidades online e quaisquer outras mídias sociais. Dirigida por Edney Souza (InterNey) e Alexandre “Japaraguaio” Inagaki, dois expoentes na blogosfera, e o executivo Mário Soma. Perfil da Blog Content - fundada por profissionais que acompanharam o surgimento das mídias sociais, a Blog Con- tent (www.blogcontent.com.br) ministra consultoria em SEO (Search Engine Optimization), produção de conteúdo, desenvol- vimento de estratégias online e orientação a agências de publi- cidade sobre como se relacionar com blogs e outros canais sociais. Perfil do Grupo RMA - fundado em 2001, o Grupo RMA (www.gruporma.com.br) abrange duas empresas: a RMA Comunicação, que oferece serviços em Assessoria de Imprensa e Relações Públicas; e a Positioning, consultoria em negócios. Reunindo a expertise dos seus sócios a um quadro de mais de 50 colaboradores com competências multidisciplin- ares, o Grupo RMA atua sob a premissa de integrar Negócios e Comunicação para ajudar os clientes na melhor forma de comunicar ao mercado seu posicionamento estratégico e suas ofertas.
  • 23. 20 Com expertise ímpar em Serviços, TI e Telecom, o Grupo RMA conta com mais de 50 clientes e figura atualmente entre as 20 maiores agências de comunicação do Brasil. O Grupo possui ainda uma rede de parceiros presente nos EUA, México, Argentina, Colôm- bia e Chile. c) Espalhe Comunicação Estratégica: a Espalhe é a primeira agência de marketing de guerrilha brasileira, criada em fevereiro de 2003. Com o objetivo de desenvolver planos de guerrilha que englo- bam diferentes produtos de acordo com a necessidade do cliente, ela entra na estratégia da empresa, realiza o reconhecimento e age. Já realizou ações tanto para agências de publicidade como para empre- sas. Entre os clientes já atendidos estão: Microsoft, Cyrela, Neutro- gena, Klabin Segall, JWT, McCann, Tetra Pak, Diageo, Gafisa, Vivo, Fox Brasil, Warner Channel, Brasil Telecom, Bavária e Coca-cola. O lema da agência é “fazer um barulho diferente”. Em 2007 a estratégia revelou-se bem-sucedida, a agência dobrou de tamanho em comparação ao ano anterior e consolidou-se como uma referên- cia no mercado, promovendo ações de custo mais baixo que mídias convencionais como comercial de televisão ou anúncio em revistas, procurando focar no boca a boca e na mídia espontânea. 4.2 Concorrentes Secundários. a) Tribal: uma das pioneiras do mercado digital, a Tribal dedica-se não somente a criar projetos de internet, mas a utilizar as novas tecnologias, aliadas ao talento humano para criar um relacionamento pró-ativo e desenvolver soluções interativas em conjunto com seus clientes. Tem entre seus clientes grandes marcas como Daimler Chrusler (Mercedez- Benz, Dodge, Jeep e Chrysler), Philips, Consul, Brastemp e Accor. b) Cappuccino: a Cappucino é uma agência de comuni- cação digital, que tem como pilares principais Planejamento, Criatividade e Tecnologia. Procura desenvolver soluções através de site, e-commerce, hotsite, e-mail marketing, cam- panha com banners, links patrocinados, games, sites institucio- nais, portais, slideshows, intranets ou extranets, entre outros, agregrando forte arquitetura de comunicação. Entre seus prin- cipais clientes estão a UOL, Nestlé, Coca-cola e Sony.
  • 24. 5.0 Público Alvo | 5.0 Público Alvo
  • 25. 22 5.1 Quem São. - Público Alvo Primário: Agências de Publicidade de todos os portes; - Público Alvo Secundário: Profissionais de T.I (Tecnologia da Informação). 5.2 O Que Esperam. Esperam encontrar um suporte eficiente que converta correta- mente a mensagem de uma campanha e/ou produto, socializando a informação dentro do meio digital, através das mídias sociais. 5.3 Quem, Dentro do Público Alvo, Deverá Ser Prospectado. Dentro das agências deverão ser prospectados os profission- ais de: Atendimento, Mídia, Planejamento, Criação e Novas Tendên- cias. Dentro de empresas (normais ou de consultoria), deverá ser prospectado o consultor de T.I (Tecnologia da Informação).
  • 26. 6.0 Definição dos Problemas, Ameaças e Oportunidades | 6.0 Definição dos Problemas, Ameaças e Oportunidades
  • 27. 24 6.1 Objetivos e Metas de Marketing. - Ganhar Share de Mercado: penetrar no mercado de modo conciso para que em dois anos a Agência Hub tenha, pelo menos, 25 % do share de mercado de comunicação digital especializada em mídias sociais; - Conquistar reputação: tornar a Hub a agência mais reconhe- cida no segmento de comunicação estratégica digital voltada para mídias sociais, no período de um ano. 6.2 Matriz P.F.O.A. a) Matriz de Oportunidades. Probabilidade de Sucesso Alta Baixa b) Matriz de Ameaças. Probabilidade de Ocorrência Alta Baixa c) Forças. 1. Funcionários dedicados. 2. Orientação empreendedora. 3. Eficiência das inovações. 4. Dinamismo no desenvolvimento das ações de comu- nicação. 5. Estabelecimento de uma comunicação inovadora e criativa, proporcionando experiências interativas com a marca. 6. Desenvolvimento de ações interligadas, gerando uma 1. Crescimento da rede. 2. Meio de atuação com pouca concorrência. 3. Baixo custo de investimento. 4. Mercado novo, porém eficaz. 5. Dinamismo do mercado, surgimento constante de novas ferramentas de comuni- cação, aumentando as possibilidades de atuação. 6. Meio democrático. 7. Mudanças do comportamento do brasileiro em relação à internet. 8. Saturação do mercado publicitário conven- cional, necessidade de outras formas de comunicação. 1. Entrada de outras empresas concorr- entes no mercado (mercado atraente). 2. Descrença de pessoas mais conserva- doras sobre a eficiência da comunicação neste meio. 3. Risco de profissionais ficarem ultrapas- sados (surgimento rápido de novas técnicas). 4. Censura na web. 5. Formação de algumas correntes em mídias sociais contra ações de publicidade na internet. 6. Risco de apagão na internet. Atratividade BaixaAlta 1 2 3 4 8 5 6 7 Gravidade BaixaAlta 1 2 3 4 5 6
  • 28. 25 lembrança da marca. d) Fraquezas. 1. Mídia recente, pouco conhecimento do mercado. 2. Agência de porte pequeno – esforço maior de comunica- ção para tornar-se conhecida; 3. Margem de lucro reduzida. 6.3 Comportamento do Consumidor. Os dados da mais recente Pesquisa TIC Domicílios 2007 mostram avanços significativos no acesso ao computador e à Internet no Brasil, indicando que estão no caminho certo as políticas públicas desenvolvidas para inserção dos cidadãos brasileiros na sociedade da informação. Os números revelam o crescimento da banda larga nos domicílios e do número de internautas, bem como o aumento das aquisições domiciliares de computadores e a expansão do seu uso. O papel desempenhado pelos centros públicos de acesso pago, especialmente nas Regiões Norte e Nordeste do país, por outro lado, também reflete a ausência de infra-estrutura de banda larga nessas regiões, onde vive a população de menor poder aquisitivo. O mapa da disposição da banda larga no Brasil mostra clara- mente que as Regiões Norte e Nordeste, cobertas pelo serviço da Oi/Telemar e onde vive a população de mais baixa renda no país, são também as que dispõem de menor serviço de acesso à Internet e a menor oferta de acesso de banda larga ADSL. Então, os centros públicos de acesso pago desempenham um papel importante ao levar a Internet às pessoas que não têm renda para adquirir um computador. Exemplos de serviços e ferramentas como Internet banking, buscas de produtos, compras, imposto de renda, correio eletrônico e chats facilitam a vida do cidadão, econo- mizam tempo e aumentam a capacidade de realizações de quem usa e sabe usar a rede. O brasileiro tem feito descobertas incríveis na Internet. Tem economizado tempo e dinheiro ao pesquisar os melhores preços na rede. O aumento das consultas de produtos e serviços via web é expressivo. Segundo a TIC DOMICÍLIOS, entre os brasileiros que recebem mais de 10 salários mínimos, o percentual de uso da rede para pesquisa de preços chega a 80%, e na classe A, a 82%, o que sugere que estes consumi- dores não realizam compras sem antes fazer uma investigação pela rede. O grau de escolaridade também influencia direta-
  • 29. 26 mente no uso da Internet para a comparação de preços: o percentual varia de 23% entre indivíduos menos escolarizados para 68% entre pessoas com ensino superior. Apesar da pré-compra (busca pela Internet por referências de preços, especificações e qualidade) ser um fato ainda difícil de medir, sabemos que o cidadão que de alguma forma possui acesso à Internet sai às compras mais bem preparado e acaba consumindo melhor que aquele que não consulta a rede. O estudo mostra que o crescimento é lento - a proporção de usuários de comércio eletrônico permaneceu estável entre 2006 e 2007, passando de 11% para os atuais 13%. Entende-se que diversos fatores têm influenciado para isso: insegurança, falta de regras claras de defesa do consumidor, justiça lenta demais. De acordo com a pesquisa, a principal barreira para o comércio eletrônico é a preferên- cia por comprar pessoalmente e poder ver o produto. Em 2007, esse foi o motivo alegado por 57% daqueles que já usaram a Internet, mas ainda não efetuaram uma compra online. Quando o cidadão vai pessoalmente fazer a compra, tem uma falsa sensação de segu- rança, pois conhecendo o vendedor ou estando presencialmente na loja, tem a impressão de que terá menos problemas. Considerando que 45% dos brasileiros que já usaram a rede realizaram pesquisa de preços pela Internet, existe um enorme poten- cial para transformar estes usuários em compradores. Surpreendentemente, a proporção de pessoas da classe C que efetua buscas de preços na Internet é de expressivos 39%, o que reforça a idéia de que esta classe social ainda está sendo negligenciada pelo mercado. O uso das novas tecnologias da informação possibilita a inclusão social sustentada dentro das pequenas e médias empresas, que ao ampliarem sua competitividade a níveis antes só alcançados por grandes corporações, podem passar a investir no treinamento de seus funcionários, já que quem opera é o ser humano. Da mesma forma, as empresas que vendem ou querem vender pela Internet necessitam evoluir. Varejo, indústria, opera- dores logísticos e distribuidores vêm trabalhando juntos no sentido de tornar suas estruturas de negócio mais ágeis, mais confiáveis e mais lucrativas. Ainda falta muito trabalho pela frente. Só assim o comércio eletrônico surgirá como uma ferra- menta plenamente capaz de facilitar e multiplicar a relação global entre consumidores e estabelecimentos, propiciando maior comodidade às transações e, principalmente, reduzindo custos. É notório que pequenas e médias empresas ainda não despertaram para as vantagens trazidas pela rede, seja por
  • 30. 27 desconhecimento, falta de planejamento ou preocupações com segu- rança. Nesse sentido, entidades de classe têm o dever fundamental de divulgar e fomentar esse novo modelo de negócio. Grandes oportunidades de negócios são desperdiçadas por falta de um trabalho prévio de pesquisa, levantamento de dados de mercado, conhecimento do produto a ser oferecido e elaboração de um plano de negócios. E para que o comércio eletrônico cresça e apareça, atingindo todas as classes sociais, é fundamental que as empresas se preparem e busquem a evolução constante e, conse- qüentemente, lucrem com a venda B2C na web. Muitas companhias não têm conhecimento das vantagens do comércio eletrônico. Desta forma, é essencial que as entidades de classe tenham um papel mais atuante e presente como viabilizadoras e como disseminadoras de conhecimento para os empresários. mapa da disposição da banda larga no Brasil mostra claramente que as Regiões Norte e Nordeste, cobertas pelo serviço da Oi/Telemar e onde vive a população de mais baixa renda no país, são também as que dispõem de menor serviço de acesso à Internet e a menor oferta de acesso de banda larga ADSL. Então, os centros públicos de acesso pago desempenham um papel importante ao levar a Internet às pessoas que não têm renda para adquirir um computador. 6.4 Diagnóstico Detalhado da Situação. A principal característica do mercado digital é o seu vertigi- noso crescimento, tanto pelo número de pessoas em rede, como também pelo aumento de novos empreendimentos no setor. Podemos então, analisar a situação de duas formas distintas: a primeira está ligada à adesão de novos usuários na web que, cada vez maior, gera um público com comportamento mais diversificado, além de proporcionar formas mais inovadoras de transmissão de conteúdo; já a segunda, em contrapartida, está relacionada à dificul- dade que algumas pessoas encontram em aceitar a internet como um meio eficaz de promover e gerar informações válidas. Esta última, porém, consiste em uma minoria que ainda não conseguiu se adaptar a essa nova era digital. A democratização do público usuário, com uma representativa adesão das classes mais baixas, gerou também um grande aumento de casas de uso público, as chamadas lan-houses. O governo passou a preocupar-se também, com a inclusão social na web, gerando programas escolares, para que as crianças aprendam desde cedo a interagirem no mundo virtual. Outra questão governamental, é o desenvolvimento e adaptação de leis para que sejam compatíveis com esta nova realidade online. Outro ponto importante , é a velocidade da evolução tecnológica, tornando o que é novo ultrapassado rapidamente. As ferramentas são, portanto, constantemente aprimoradas,
  • 31. 28 gerando cada vez mais áreas especializadas em novas técnicas e formação de profissionais mais capacitados. Enfim, este mercado tem muito a oferecer na geração de novos empreendimentos e também nos hábitos da população mundial globalizada.
  • 32. 7.0 Posicionamento - Plano de Comunicação | 7.0 Posicionamento - Plano de Comunicação
  • 33. 30 7.1 Oportunidade de Comunicação. Em um mercado saturado de agências de todos os tipos, poucas arriscam explorar novos meios para atuar. A Agência Hub enxerga neste mercado a oportunidade de lançar sua agência, que chega cheia de vontade para explorar, de modo sábio, o segmento de comunicação digital, especializando-se nas mídias sociais como meio principal para inserção de suas mensagens. A comunicação terá a função de tornar a marca Hub conhe- cida por todos os atuantes no mercado publicitário, tendo como foco o posicionamento diferenciado de agência especializada em mídias sociais. 7.2 Objetivos de Comunicação. 1. Objetivos Primários: - Lançar a Agência Hub no mercado publicitário, posicionando-a como uma agência que atua no meio digital com especialização em mídias sociais; - Tornar o segmento de comunicação estratégica digital com foco em mídias sociais conhecido pelo mercado publicitário; 2. Objetivos Secundários: - Explorar os diferentes meios de comunicação (tanto conven- cionais quanto alternativos) voltados para o público-alvo, de modo a atingir este público de forma eficaz e impactante; - Fazer uma comunicação com uma linguagem comum para atingir todos os publicitários e outra comunicação, uma dirigida, com uma linguagem característica e direta para cada um dos quatro profissionais a serem prospectados dentro de uma agência (Atendimento, Mídia, Planejamento e Criação). 7.3 Públicos a Serem Trabalhados. - Profissional de Mídia: Dentro das agências de comuni- cação, este é o profissional que define e calcula para onde irá a verba do cliente quando falamos em anunciar no rádio, na TV, em revistas, outdoors, entre outros. É muito importante que este profissional, mais que ninguém, conheça bem o novo mer- cado que está cada vez mais dominando todos os outros meios e reinventando a forma como nós vemos, lemos e com- preendemos o que é mídia. A Mídia, diferente de antigamente, não se limita mais à TV, a alguns SPOTs de rádio ou mesmo a algumas páginas em uma revista. A Mídia hoje em dia, na NTIC pode ser um “post” em um agitado blog, ou um comentário qualquer em um bada-
  • 34. 31 alado fórum. Pode ser um scrap em alguma comunidade do Orkut ou simplesmente uma foto jogada no Flickr. Cada uma dessas novas mídias possui um preço, sendo relativamente muito mais barato que um anúncio na TV e comercial- mente mais rentável. O cliente não confia mais tanto em uma propa- ganda, mas confia bastante no que outro amigo fala a respeito de uma marca. Cabe ao profissional de mídia conhecer bem esses meios para uma boa implementação nesse ramo que é a Internet e suas vastas ferramentas sociais. - Profissional de Atendimento (Agência): É a ponte de ligação entre cliente e agência. Talvez seja a tarefa mais difícil dentro de uma agência. Cabe ao atendimento compreender o problema do cliente e passar para o resto da agência o problema, além de apresentar soluções criativas da agência para o cliente. - Profissional de Atendimento (Empresas): Muitas vezes vemos empresas investindo em estrutura, tecnologia, research, entre outros, mas infelizmente se esquecendo do principal: a maneira como seu cliente está sendo atendido. Com o surgimento das novas tecnologias da informação e da comunicação (NTIC) torna-se cada vez mais importante a forma como uma empresa vai atender seu cliente. Clientes des- contentes, munidos de blogs e fóruns, são capazes de causar prejuízos sem precedentes para as empresas. O novo profissional de atendimento (chamamos de novo, pois estamos vivendo uma era de re-entendimento do que é atender no NTIC) deve ser capaz de entender bem o NTIC e as ferramentas da web 2.0, possuir blog, Orkut, flickr, twitter e tudo que possa manter uma relação rente entre seus clientes e sua empresa. - Profissional de Criação: Mesmo com todos os outros profissionais dentro da agência já tendo conhecimento e/ou afinidade dentro do ambiente 2.0, é o profissional da criação que “inventará” ações, campanhas e/ou qualquer outra coisa que possa ser inserida dentro deste meio. Também será ele que irá sugerir ao diretor, atendimento e/ou planejamento sobre essa “invenção” que acabou de fazer e qual é o melhor meio 2.0 para aplicá-la. - Profissional de Planejamento: Cabe ao profissional de planejamento planejar e executar as ações estratégicas e
  • 35. 32 operacionais do cliente e/ou campanha. Deve esse ter conhecimento sobre a web 2.0 e seu mundo, agregar ao seu planejamento toda uma estratégia diferenciada dentro das mídias sociais com o objetivo de dar mais destaque ainda e até mesmo mídia gratuita para seu cliente e/ou campanha. - Profissional da Tecnologia da Informação: Em seu início, a computação era tida como um mecanismo que tornava possível automatizar determinadas tarefas em grandes empresas e nos meios governamentais. Com o avanço tecnológico, as "máquinas gigantes" começaram a perder espaço para equipamentos cada vez menores e mais poderosos. A evolução das telecomunicações permitiu que, aos poucos, os computadores passassem a se comunicar. Como conseqüência, tais máquinas deixaram de simplesmente automatizar tarefas e passaram a lidar com Informação. A informação é um patrimônio, é algo de valor. Não se trata de um monte de bytes aglomerados, mas sim de um conjunto de dados classificados e organizados de forma que um usuário ou uma empresa possa tirar proveito. A informação é, inclusive, um fator que pode determinar a sobrevivência ou a descontinuidade das atividades de uma empresa. E isso não é difícil de ser entendido. Apesar de possível, muito dificilmente uma empresa de grande porte consegue perder suas informações, principal- mente quando se fala de bancos, casas de câmbio, entre outros. No entanto, o que ocorre com mais freqüência é o uso inadequado das informações adquiridas ou, ainda, a subutiliza- ção destas. A Tecnologia da Informação (TI) pode ser definida como um conjunto de todas as atividades e soluções providas de recursos de computação. Na verdade, as aplicações para TI são tantas - estão ligadas às mais diversas áreas - que existem várias definições e nenhuma consegue determiná-la por completo. Sendo a informação um bem que agrega valor a uma empresa ou a um indivíduo, é necessário fazer uso de recursos de TI de maneira apropriada, ou seja, é preciso utilizar ferra- mentas, sistemas ou outros meios que façam das informações um diferencial competitivo. Além disso, é necessário buscar soluções que tragam bons resultados, mas que tenham o menor custo possível. Essa é a difícil missão do profissional / consultor em Tecnologia da Informação. Um profissional que deve e estará antenado a todas as novidades do mercado, sejam tecnológi- cas ou comunicativas, para melhor atender sua empresa.
  • 36. 33 - Profissional de Novas Tecnologias de Informação e Comuni- cação: Chamam-se Novas Tecnologias de Informação e Comunica- ção (NTICs) as tecnologias e métodos para comunicar surgidas no contexto da Revolução Informacional, ou Terceira Revolução Industrial, desenvolvidas gradativamente desde a segunda metade da década de 1970 e, principalmente, nos anos 1990. A imensa maioria delas se caracteriza por agilizar, horizontalizar e tornar menos palpável (fisicamente manipulável) o conteúdo da comunicação, por meio da digitalização e da comunicação em redes (mediada ou não por com- putadores) para a captação, transmissão e distribuição das informa- ções (texto, imagem estática, vídeo e som). Considera-se que o advento destas novas tecnologias (e a forma como foram utilizadas por governos, empresas, indivíduos e setores sociais) possibilitou o surgimento da "sociedade da informação". De modo geral, as novas tecnologias estão associadas à interatividade e ao rompimento com o modelo comunicacional “um- todos”, em que a informação é transmitida de modo unidirecional, adotando o modelo “todos-todos”, em que aqueles que integram redes de conexão operacionalizadas por meio das NTIC fazem parte do envio e do recebimento das informações. Neste sentido, muitas tecnologias são questionadas quanto à sua inclusão no conceito de novas tecnologias da informação e comunicação, ou meramente novos modelos de antigas tecnologias. As novas tecnologias, relacionadas a uma revolução informacional, oferecem uma infra-estrutura comunicacional que permite a interação em rede de seus integrantes. Numa rede, no entanto, geralmente são descartados modelos em que existe uma produção unilateral das informações que serão somente repassadas aos outros terminais de acesso. Este modelo é considerado reativo e não interativo e aparece mesmo na internet, disponibilizado pelos conhecidos portais e agências midiáticas que colocam suas informações e serviços pela Internet tão somente. É difícil prever o impacto delas, embora já seja possível ver alguns reflexos: maior facilidade e rapidez de acesso à informação, melhor coordenação de colaboradores dispersos geograficamente, por exemplo integração e automatização dos processos de negócio a montante (fornecedores) e a jusante (clientes), incremento da possibilidade de participação dos colaboradores nas atividades de gestão dos seus superiores hierárquicos, etc. As novas tecnologias parecem favorecer a tendência para as empresas terem fronteiras cada vez menos demarca- das em relação ao seu meio ambiente, a trabalharem cada vez
  • 37. 34 mais "em rede”. Cabe ao profissional de Novas Tecnologias o entendimento e perspicácia em descobrir e implementar dentro de sua empresa esse novo modelo comunicacional, seja cliente – empresa, empresa - fornecedor ou empresa – empresa. Quantas vezes vemos empresas investindo em estrutura, tecnologia, research, etc. Mas infelizmente esquecem-se do principal: Na maneira em que seu cliente está sendo atendido. Com o surgimento das novas tecnologias da informação e da comunicação (NTIC) torna-se cada vez mais importante a forma como uma empresa vai atender seu cliente. Clientes descontentes, munidos de blogs e fóruns, são capazes de causar prejuízos sem precedentes para as empresas. O novo profissional de atendimento (chamamos de novo, pois estamos vivendo uma era de re-entendimento do que é atender no NTIC) deve ser capaz de entender bem o NTIC e as ferramentas da web 2.0, possuir blog, Orkut, flickr, twitter e tudo que possa manter uma relação rente entre seus clientes e sua empresa. 7.4 Verba Disponível. A verba disponibilizada pela agência para a publicidade é de R$ 500.000,00.
  • 38. 8.0 Estratégias de Comunicação | 8.0 Estratégias de Comunicação
  • 39. 36 8.1 Definição do Conceito. A campanha de lançamento da Agência HUB será baseada no seguinte conceito (mote): “A comunicação está nos lugares menos esperados.” 8.2 Estratégia – Desenvolvimento da Campanha. Adotar-se-á as mídias sociais como principais veículos de comunicação para o lançamento da agência. Foram selecionadas algumas comunidades online para concentrar o esforço de comunica- ção, tais como: Orkut, Youtube, Flickr, entre outros. Porém, estas mídias não bastam para atingir o público-alvo primário e secundário. Portanto, foram adotados, também, veículos específicos e dirigidos de forma a tornar a campanha da agência uma campanha eficaz que certamente atingirá o público-alvo. Levando-se em consideração os objetivos da campanha de lançamento da agência citados no item 7.2, foram criadas estratégias de comunicação que envolvem a criação de um “personagem digital”, o qual há de possuir uma vida ativa no meio digital e real. Este personagem tem o nome de Hubspierre. Para dar vida e “veracidade” ao personagem, este será inserido nas mídias sociais. Sendo assim, Hubspierre terá um perfil no orkut (site de relacionamento social e comunidades), outro no Twitter (ferramenta de mensagens rápidas), Flickr (site onde são postadas fotografias) e Youtube (site de veiculação de vídeos). Estas são ferramentas que permitem o relacionamento social online, tendo como principal caracterís- tica o conceito de Web 2.0 que visa à geração de conteúdo pelo usuário. Ainda dentro do meio interativo, serão usadas outras formas de comunicação disponíveis como ações em blogs, vinculando a personagem a formadores de opinião do meio, buscando principalmente a mídia espontânea através de ações virais e dirigidas. Além de aparecer em diversos blogs, Hubspierre terá seu próprio canal de comunicação e expressão através de um blog, onde ele (e posteriormente, no decorrer da campanha, os integrantes da agência) adotará a postura de formador de opinião e divulgador de conteúdo, indicando exposições, dicas de bares e restaurantes (tudo de forma integrada à nossa ação de comunicação), assim como artigos sobre mídias sociais, análise e divulgação de cases tanto internos quanto externos à casa. Para convergir todas as ferramentas comunicacionais utilizadas por Hubspierre, será utilizado o site “Meadiciona”, que apresenta atalhos para as mídias online utilizadas. Como ferramentas de apoio à comunicação, serão
  • 40. 37 utilizadas mídias impressas dirigidas ao nosso público alvo primário e secundário, como por exemplo o jornal Meio & Mensagem e as revis- tas Meio Digital e Info. Serão utilizados anúncios e informes publici- tários. Outras ferramentas de apoio serão malas diretas e ações de guerrilha. 8.3 Mix de Ferramentas. a) Blogs: Jacaré Banguela, Blue Bus, Sedentário e Hiperativo e o Blog do Hubspierre. b) Comunidades: Orkut, Twitter, Flickr e Youtube. c) Mídias Impressas: jornal Meio & Mensagem, revista Meio Digital e revista Info. d) Mídias dirigidas: Malas Diretas, Teasers e Workshops.
  • 41. 9.0 Comunicação Integrada - Mídia | 9.0 Comunicação Integrada - Mídia
  • 42. 39 9.1 Objetivos de Mídia. a) Segmentação Geográfica: em termos de mídias convencio- nais (revista, jornal, entre outros) a Agência HUB tem o esforço de comunicação mais concentrada na Grande São Paulo. Já em termos de mídia interativa (Internet) é impossível se limitar a regiões geográfi- cas, uma vez que o meio é “universal” e mutável, podendo ser aces- sado de qualquer lugar do planeta. b) Segmentação Demográfica: público-Alvo de 20 a 39 anos de idade, de classes sociais AB, de ambos os sexos (masculino e feminino). São, em primeira instância, profissionais que atuam em qualquer segmento da comunicação e, em segunda instância, profis- sionais de T.I (Tecnologia da Informação), que estão sempre em dia com os avanços do mercado publicitário. c) Período de Veiculação da Campanha: três meses (de Junho a Agosto de 2009). d) Metas de Mídia: - Cobertura: Em se tratando de um nicho de mercado especí- fico, pretende-se atingir uma alta cobertura, com escala de 70% + de penetração, com base na campanha de lançamento, da agência, de curta duração e rápida resposta. Para que a cobertura seja efetiva, estipulou-se o patamar mínimo de 30% de pessoas do target group a serem atingidas pela campanha. - Freqüência: Com base o número de inserções nos veículos - Continuidade: A campanha terá um veiculação conti- nua durante, no máximo, 3 meses. A continuidade, portanto, será concentrada uma vez que é uma campanha de lança- mento. 9.2 Defesa de Meios. a) Mídia Impressa (Revista). A revista é um meio bem visto pelos anunciantes. Segundo matéria publicada no Mídia Dados de 2008, a expan- são das marcas das revistas têm feito a diferença para o meio e, hoje, existe uma série de projetos como prêmios, portais, sites e eventos que ajudam a ampliar o número de pessoas atingidas. Levando-se em consideração que a campanha de lançamento da Agência HUB estará trabalhando sua imagem para outras agências (Buisiness To Buisiness), a revista apresenta-se como uma mídia convencional ideal para a veicu- lação das peças de comunicação da mesma. A revista é um meio com bastante alcance e que possui títulos específicos voltados diretamente para o público-alvo da HUB. Entre eles estão a revista Meio Digital e a revista Info.
  • 43. 40 b) Mídia Impressa (Jornal). O jornal é um meio respeitado, tanto entre aqueles que o lêem quanto entre aqueles que não o consomem. É uma das mídias mais antigas mas que, com o tempo, só cresceu na opinião do povo. É um meio bastante informativo que tem como prioridade atualizar, diariamente, as pessoas quanto aos acontecimentos do mundo, desde o ponto de vista econômico até o tecnológico. O jornal é um meio sério e conciso. Cada estado do Brasil possui títulos diferentes de jornal. A grande maioria destes títulos trata das atualidades do mundo. Há alguns anos, porém, vem surgindo títulos voltados para públicos- alvos específicos. Exemplos claros disto são os jornais Meio & Mensa- gem e Propaganda & Marketing que, ambos, são dirigidos para os profissionais de publicidade do Brasil. Além de ter a opção de anunciar em um meio reconhecido e respeitado, a Agência HUB encontra neste meio uma maneira de atingir especificamente seu target group através de veículos dirigidos. c) Mídia Interativa (Internet). Desde 1999, a Internet vem apresentando um cresci- mento por volta de 4% ao ano em termos de consumo. Até as mídias mais tradicionais, tais como o Jornal e a Revista, estão presentes neste meio, têm seus portais e uma comunicação mais direta com os seus consumidores. O meio é bastante eclético e está constantemente em mudança oferecendo, cada vez mais, opções das mais difer- entes para os anunciantes explorarem e criarem anúncios interativos. É um meio que tem muito à oferecer em termos de formatos e conteúdo. É o meio com o qual a Agencia HUB trabalha, sendo, portanto, o melhor meio para a veiculação da campanha de lançamento da agência. 9.3 Seleção e Justificativa de Veículos. a) Jornal Meio e Mensagem. O Jornal Meio e Mensagem é publicado pela editora M & M que, por sua vez, é bastante conhecida e renomada no mercado publicitário. Seu slogan é “O mais completo jornal do segmento de Marketing, Comunicação e Propaganda”. Como já diz o slogan, o Meio e Mensagem é um jornal voltado para todos os segmentos de comunicação. É um veículo de periodi- cidade semanal, cuja tiragem chega a 8.000 exemplares vendi- dos por semana. É um jornal completo para seu público-alvo. Contém informações e análises da maior equipe de jornalismo especializada em marketing e comunicação, indicadores dos
  • 44. 41 mais importantes institutos de pesquisa e opinião de profissionais que contribuem para o crescimento e desenvolvimento do mercado. A escolha deste veículo não tem como base a divisão do público-alvo por sexo, idade ou classe social, uma vez que o Jornal Meio e Mensagem é um veículo de comunicação voltada para os profissionais de comunicação que, por sua vez, representam o público-alvo da Agência HUB. É um veículo que aborda desde o estagiário de uma agência de propaganda ou de uma empresa até a gerência da mesma. Com uma tiragem de 8.000 exemplares vendidos por semana, o Jornal Meio e Mensagem é o veículo especializado de meio impresso mais lido pelos brasileiros dentre todos os outros, com 82%. Seu concorrente direto vem em segundo lugar com apenas 43% dos leitores de veículos especializados. Os principais anunciantes consid- eram o Meio e Mensagem uma mídia imprescindível para veiculação de suas mensagens. Conclui-se que o Jornal Meio e Mensagem é indispensável para o lançamento da Agência HUB pois, além de atingir a grande maioria de seu público-alvo, sua mensagem será absorvida com muito sucesso, uma vez que trata-se de um veículo que aborda e dispõe de comunicação. b) Revista Meio Digital. A Revista Meio Digital é publicada pela editora M & M. Seu slogan é “À frente de seu tempo e antecipando tendên- cias”. A Meio Digital é uma revista voltada tanto para os seg- mentos de comunicação quanto para profissionais de outros mercados (em menor número). É um veículo de periodicidade bimestral, cuja tiragem chega a 15.000 exemplares vendidos por bimestre. A cada edição aborda os avanços tecnológicos e seus impactos no comportamento das pessoas e nas estraté- gias de marketing e comunicação das empresas. A escolha da Meio Digital como veículo foi feita com base em seu conteúdo. Como dito anteriormente, é uma revista que trata da tecnologia e de seus avanços. O mercado no qual trabalha a Agência HUB é um mercado permeado pela tecnolo- gia. As mídias sociais, apesar de não serem tão novas, ainda não são utilizadas propriamente para a transmissão de mensa- gens publicitárias e é para isso que a HUB entrou no mercado, para explorar o inexplorado. Portanto, mesmo que o público leitor da revista em questão não seja formado somente pelo público-alvo da agência, ele poderá ser importante no que diz respeito à geração de mídia espontânea e na divulgação de uma agência que oferece serviços para a nova era digital.
  • 45. 42 c) Revista Info. A Info é uma das principais referências em tecnologia no Brasil. Ela é voltada para profissionais de T.I (Tecnologia da Informa- ção), Heavy Users (pessoas que utilizam freqüentemente meios tecnológicos), empresas e pessoas que usam o computador no dia-a-dia. A revista traz todos os meses testes de hardware, software e serviços, dicas, soluções, tendências e oportunidades de carreira e negócio. É um veículo imprescindível para quem quer se manter à frente no mundo da tecnologia e faz questão de transformar a com- putação e a internet em valiosas ferramentas de produtividade pessoal, tanto no trabalho como em casa. Levando em consideração a segmentação por faixa etária do público-alvo secundário da Agência HUB (profissionais de T.I de 20 a 39 anos), foram coletados estudos do Mídia Kit da revista Info de 2008 que mostram que 76% dos leitores do meio revista têm entre 20 e 49 anos. Isto mostra que o veículo é adequado para atingir os objeti- vos da campanha de lançamento da agência. Levando em consideração a segmentação por classe social do público-alvo secundário da Agência HUB (classes A e B), foram coletados estudos do Mídia Kit da revista Info que mostram que 79% dos consumidores do meio pertencem às classes AB. 79% é uma porcentagem representativa que acaba por justificar, mais uma vez, a escolha da mídia para a veiculação da campanha de lança- mento da agência. É interessante frisar que, segundo dados retirados do portal da revista na internet, 94% dos leitores da Info consid- eram essencial a assinatura ou compra da mesma. Com um índice de apenas 9% de dispersão, a Info tem leitores atentos e interessados. Os dados mostram que 91% dos consumidores vêem os anúncios veiculados na revista. Conclui-se, com base no que foi dito anteriormente, que esta revista é o melhor veículo para atingir o público-alvo secundário da agência. Veiculado(s) o(s) anúncio(s) de lançamento da HUB na Info, ter-se-á um retorno imediato e positivo para a agência. d) Portal M & M online. Considerado o maior portal de comunicação do País. Lá, os usuários encontram informações do mercado de comu- nicação que são atualizadas minuto a minuto. Ele pode se cadastrar para receber newsletter diariamente, pode ler a versão digital do jornal Meio e Mensagem aos sábados, pode consultar todas as edições especiais e acessar os canais de todos os produtos do Grupo M & M. A escolha deste veículo como componente do mix de
  • 46. 43 ferramentas da comunicação da agência deu-se pelos mesmos motivos pelo qual foi escolhido o jornal Meio e Mensagem: é um veículo voltado para todos os segmentos de comunicação, que contém informações e análises dos segmentos de marketing e comunicação, indicadores dos mais importantes institutos de pesquisa e opinião de profissionais que contribuem para o crescimento e desenvolvimento do mercado. Além disto, por ser uma mídia digital, as informações são atualizadas constantemente, mantendo o público-alvo sempre informado sobre as mudanças e avanços do mercado. Neste caso, não se leva também em consideração a divisão do público-alvo por idade, sexo e classe econômica, uma vez que o meio digital é um meio democrático ao qual grande parte da população, não só do Brasil como do mundo também, tem acesso. É um meio interativo que oferece um número maior de ferramentas a seus consumidores em comparação a outros meios. Por ser um veículo do meio interativo (internet), facilita ainda mais a comunicação da agência com o seu público-alvo, uma vez que a plataforma utilizada pela HUB é a mesma utilizada pelo portal M & M – a plataforma digital. e) Portal Blue Bus. A escolha do Portal Blue Bus como veículo para a divulgação do lançamento da Agência HUB é justificada pelos dados retirados de uma pesquisa realizada pelo mesmo, no ano de 2008. Blue Bus é um portal dirigido e exclusivamente digital que posta, todos os dias, informações sobre o mercado publicitário. Ele tem 180.000,00 usuários únicos, sendo que 100% deles são considerados formadores de opinião e tomadores de decisão. Em termos de segmentação demográfica, sabe-se que 82% dos usuários do portal têm entre 20 e 39 anos. Estes dados justificam por si só a escolha deste veículo para o lançamento da agência. O Blue Bus é um site formador de opinião, o que, por sua vez, irá contribuir bastante para a imagem da HUB como uma agência nova no mercado. O público-alvo do portal corresponde à segmentação do público a ser atingido pela comunicação da agência. Este portal possibilita uma grande margem para a criação de peças publicitárias, pois oferece formatos diferenciados e de custo baixo. f) Comunidades (Criação de Contas e Perfis). - Orkut: o Orkut, sem sombra de dúvidas, foi a ferra- menta que deu o pontapé inicial para as chamadas “Mídias Sociais”. Criado em meados de 2004 com o princípio de comu- nidade fechada (somente para convidados) de relacionamento
  • 47. 44 dos estudantes da Universidade de Stanford, EUA, logo se transfor- mou no maior portal de relacionamentos (e, muitas vezes, voyeur) do mundo (atualmente divide espaço com o MySpace e o Facebook). Em meados de 2006, o Orkut deixou a obrigatoriedade de “convites” para participação. Atualmente, os brasileiros dominam o Orkut a ponto de que ter um Orkut é tão necessário quanto possuir um MSN (observando um perfil mais generalizado do nosso público- alvo). - Flickr: o Flickr pode ser considerado como a “evolução” dos chamados fotologs (ou flogs) e a principal comunidade de relaciona- mento de fotógrafos (tanto amadores quanto profissionais). Recente- mente foi comprado pelo Yahoo em uma tentativa desesperada de diminuir a perda de espaço que vem ocorrendo desde meados de 2000 tanto nas mídias quanto na web. Quando desejamos estabelecer uma sólida comunicação e respeito no meio fotográfico, devemos recorrer ao Flickr. - Fotolog: o “pai” de todos os tipos de comunidades fotográfi- cas. Por um tempo, ter um “flog” e ser “poser” (gíria para quem costuma tirar muitas fotos de si mesmo fazendo diversas poses) era algo “cool”. O Fotolog foi a maior comunidade para fotógrafos ama- dores que já existiu e, atualmente, perdeu muita força (muitos migraram para o Flickr e outras comunidades que disponibiliza- vam melhores ferramentas que o Fotolog). O diferencial do Fotolog era a possibilidade de criar laços/ligações entre o flog de uma pessoa e o de seu amigo, além do famoso flog gold (com mais vantagens que o flog normal). Escolhemos o Fotolog por ser uma comunidade muito forte ainda, com membros fiéis a este tipo de comunidade. - Twitter: uma das ferramentas mais recentes das mídias sociais, o Twitter popularizou os chamados “micro- blogs”. A possibilidade de postar qualquer coisa que você esteja fazendo naquele momento, de qualquer lugar e fazer com que seus amigos vejam seu “scrap” e respondam-no, criando um efeito bola de neve, foi certamente a maior novi- dade do último ano (vale notar que quando se trabalha com internet, um ano equivale a uma década, já que tudo é muito rápido). - Youtube: por ora, foi a maior inovação feita no sentido de web 2.0, no que diz respeito a compartilhamento, no que se refere a facilitação de distribuição de conteúdo. Criado por três
  • 48. 45 amigos em uma garagem no Vale do Silício, na Califórnia, foi vendido para o Google por meros 2 bilhões de dólares. Surgiu a partir da simples idéia de “eu quero compartilhar os vídeos dessa festa que nós fomos com boa resolução e de forma rápida para nossos amigos”. A possibilidade de se criar canais e compartilhar vídeos de maneira quase instantânea fez o mundo abrir os olhos para o Youtube e para o inovador formato Flash Video (da empresa Adobe). O Youtube é hoje o principal site de “compartilhamento” de vídeos e ferramenta proporcionadora de relacionamento. O Youtube também tem sido muito utilizado em disseminação de vídeos virais. três alunos de publicidade e propaganda com a proposta de ser um dos mais abrangentes roteadores de conteúdo da web brasileira. g) Blogs. - Sedentário & Hiperativo: O S&H surgiu há mais de três anos a partir da iniciativa de três alunos de publicidade e propaganda com a proposta de ser um dos mais abrangentes roteadores de conteúdo da web brasileira. Em buscas constantes pela internet, seus moderadores visam a filtrar e distribuir curiosidades e informações relevantes relacionadas aos mais variados temas, como: cultura pop, humor, publicidade, design, tecnologia, games, HQs e cinema. Atualmente o blog se preo- cupa em também gerar conteúdo próprio. Com um layout arrojado e atualizações constantes - diversos posts diários - o S&H tem conseguido prender a aten- ção e manter a fidelidade dos seus ávidos e exigentes leitores, que não param de crescer a cada dia. Ranking Geral Mundial: 1.300 ° lugar (de 86,8 milhões de Blogs existentes). ................... Fonte: Technorati Média de acessos: 35.000/dia Fonte: Google Analytics Tempo médio de permanência no site: 4:40 min Média de retorno no S&H: 3x ao dia Assinantes de Feed: 5.200 Fonte: Feed Burner Destes leitores, 23,9% acessam diversas vezes na semana, 38,1% acessam ao menos uma vez por dia e 25,5% acessam diversas vezes por dia, dados que mostram a fideli-
  • 49. 46 dade do público. A maior parcela do público, 53,2%, tem entre 18 e 23 anos e 35,1% têm mais de 24 anos. O site ainda apresenta uma média de retorno de 6 a cada 10 novos acessos. Para constatar o envolvimento do público com os assuntos abordados basta analisarmos o número de comentários, que chegam a mais de 2000 por mês. O público é de maioria masculina, sendo 92,6% dos leitores, em contraste com apenas 7,4% de leitoras. Do geral, 46,4% são da Região Sudeste, 23,6% são da Região Sul e 31,7% são do Estado de São Paulo. Empresas que já anunciaram no Sedentário & Hiperativo: Unilever, Smirnoff, Claro, Absolut, Chevrolet, Johnny Walker, L’oreal, Philips, Tim, Nike, Burger King, etc. - Jacaré Banguela: O blog Jacaré Banguela recentemente foi incorporado ao portal online da Rede Globo, o Globo.com. Também tem o perfil de roteador de conteúdo, abrangendo temas como jogos, vídeos virais, quadrinhos, filmes e acontecimentos do cotidiano, sempre com muito humor. Debochado e com ares de comunidade virtual, o JB tem como característica marcante reunir fotos de internautas fazendo o símbolo do site em diversos lugares do mundo. É desenvolvido por Rodrigo, publicitário, Marcus, desen- volvedor de web e Valdisney, que provavelmente é um personagem virtual.
  • 50. 47 9.4 Flow Chart de Mídia. 1-7 8-14 15-21 22-28 29-5 6-12 13-19 20-26 27-2 3-9 10-16 17-23 24-30 Pág. Inteira 1 1 R$27.920,00 2 R$55.840,00 2/5 Pág. (Coluna) 1 1 1 1 1 1 1 1 1 R$15.600,00 9 R$140.400,00 Info Pág. Inteira 1 1 R$51.120,00 2 R$102.240,00 Meio Digital Pág. Inteira 1 1 R$22.000,00 2 R$44.000,00 - - - 1 1 - - - 1 2 - - - Release 1 1 - - - Banner 5 7 R$180,00 13 R$2.340,00 M & M Online Floating Ad 1 1 R$5.760,00 2 R$11.520,00 - - - - - - - - - - - - - - - FLOW CHART - Cronograma / Controle Sintético de Ações de Mídia Verba Para Investimento (Total): R$ 390.000,00 / Período: 3 meses / Praça: SP Blog Mídia Impressa Jornal Sedentário e Hiperativo Jacaré Banguela Custo Total TOTAL DE VERBA UTILIZADA: R$ 386.660,00 _ As ferramentas marcadas nesta cor serão atualizadas diariamente e não têm custo algum de comunicação. Nº de Inserções Meio & Mensagem Internet Comunidade (Criação de Perfil) Fotolog Twitter Youtube Flickr Blue Bus Blog do Hubspierre / da Agência HUB Portal 2009 Orkut Revista Custo Unitário JUNHO JULHO AGOSTO
  • 51. 10.0 Comunicação Dirigida | 10.0 Comunicação Dirigida
  • 52. 49 10.1 Ações de Comunicação Dirigida. 1) Ação 1: “Navegar é preciso”. a) Objetivo: gerar mídia espontânea. b) Estratégia: tem-se a intenção de representar a chegada da personagem à cidade, assim como o conceito "navegando por todos os lugares". c) Tática: veleiro com uma estrutura de carro alegórico que rodará pelas principais avenidas de São Paulo durante a primeira sexta-feira e sábado do mês de Junho. Este evento também será filmado e os vídeos serão veiculados no Youtube e em todas as outras comunidades em que Hubspierre está presente. Haverá também um informe publicitário no site Blue Bus, divulgando a ação e o viral. Quem quiser poderá, também, consultar o Google Earth, onde haverá o mapa de passagem de Hubspierre por São Paulo com rotas e trajetórias. d) Meio: ação não-convencional, que ocorrerá nas ruas de São Paulo. 2) Ação 2: “Tire uma Foto”. a) Objetivo: falar diretamente com o público de interesse primário da agência. b) Estratégia: fazer com que os publicitários acessem o portal Meadiciona.com, de modo a entrar em contato com todos os perfis online de nosso personagem. c) Tática: será contratado um ator, que represente o personagem Hubspierre (que, na verdade, é um personagem fictício) e que estará na porta das principais agências paulista- nas fazendo mímica e abordando as pessoas que entram e saem do local para tirarem uma foto com ele. Será entregue também um cartão de visitas com o link do Pierre no portal Meadiciona.com, a todas as pessoas fotografadas. d) Meio: ação não-convencional, que ocorrerá em frente às agências. 3) Ação 3: “O cachecol preto de listras verdes”. a) Objetivo: mostrar e evidenciar a existência de uma nova agência de comunicação voltada para mídias sociais. b) Estratégia: o envio de cachecóis às principais agên- cias de publicidade da Grande São Paulo está ligado ao período da campanha, uma vez que a ação ocorrerá no mês de Julho, inverno. Essa é uma ação ousada, porém é muito focada. Por não se tratar de uma simples mala direta, mas sim de uma caixa contendo um item, esta ação irá chamar a aten- ção do público-alvo da agência HUB. A caixa, aberta, terá escritas as informações sobre o lançamento da agência junta-
  • 53. 50 mente com um convite para a participação no coquetel de lançamento da agência. Será um item que as pessoas irão guardar e mostrar umas para as outras. c) Tática: serão enviados cachecóis em caixas especiais para os diretores de Criação, Planejamento, Atendimento, Mídia e Novas Tecnologias das grandes agências. Essas caixas especiais possuem um "efeito surpresa", ou seja, ao retirar a tampa, a caixa se abre auto- maticamente, revelando em seu interior o cachecol com uma etiqueta, indicando que aquele item pertence ao Hubspierre (com o endereço do blog) e contendo também uma mensagem dirigida para cada um dos setores publicitários escolhidos, no interior da caixa. d) Meio: caixas enviadas às agências, direcionadas aos diretores de cada área: Mídia, Planejamento, Criação, Atendimento e Novas Tecnologias.
  • 54. 51 10.2 Flow Chart de Comunicação Dirigida. 1-7 8-14 15-21 22-28 29-5 6-12 13-19 20-26 27-2 3-9 10-16 17-23 24-30 R$10.000,00 R$1.050,00 R$700,00 Verba Para Investimento (Total): R$ 110.000,00 / Período: 3 meses / Praça: SP TOTAL DE VERBA UTILIZADA: R$ 1.1750,00 2009 Custo Total JUNHO JULHO AGOSTO FLOW CHART - Cronograma / Controle Sintético de Ações de Comunicação Dirigida Ação Comunicação Dirigida " Tire uma foto" " O cachecol preto de listras verdes" "Navegar é preciso"
  • 55. 11.0 Criação | 11.0 Criação
  • 56. 53 a) O Personagem. Primeiramente foi pensado em um nome que vinculasse a personagem à agência HUB, mas que também ficasse cheio de men- sagens subentendidas. Sendo assim, chegou-se ao nome Hubspierre. O nome francês remete à figura de um mímico que, através de sua própria dramatização, consegue interpretar o comportamento dos usuários de mídias sociais, podendo atingi-los de forma mais eficaz. Outro ponto é a forma alternativa com que um mímico se utiliza para dialogar com o mundo externo, sem emitir qualquer tipo som. Já no caso de Hubspierre, o personagem substitui os gestos por conver- sas online, teclando com seus amigos virtuais e expandindo suas redes de contato. Além disso, o nome também busca uma maior amplitude em relação ao conteúdo e à informação, ao mostrar grande semelhança com o nome de um filósofo de também origem francesa, chamado Robespierre. Para a construção física e psicológica da personagem, foram utilizadas as seguintes referências: Marcel Marceau (famoso mímico francês), Charles Chaplin (grande artista do cinema mudo), Tintin (famoso repórter investigativo das histórias em quadrinhos de Herge), Wally (do livro “Onde está Wally?”, do ilustrador britânico Martin Handford), os Irmãos Metralha (das histórias do tio Patinhas) e V (o personagem da grafic novel "V de Vingança", de Alan Moore). Ficou definido então que essa personagem deveria ser carismática, curiosa, investigativa (que sempre fosse atrás de novidades), misteriosa, engraçada, apressado, engajado, dinâmico e ativo. b) Sua História. Primeiramente foi pensado em um nome que vinculasse a personagem à agência HUB, mas que Pierre passou anos de sua vida viajando pelo mundo em busca de algo que o fizesse entender um sentimento que desde pequeno lhe deixava inqui- eto, quase como uma grande imensidão que lhe enchia o peito. Por onde passava, Hubspierre descobria algo novo e fazia novos amigos. Contudo, aquele seu sentimento continuava sem explicação e cada dia mais intenso. Seu único momento de alívio era quando se conectava online e interagia com todas as pessoas e todos os lugares do mundo, ao mesmo tempo. Certo dia, enquanto conversava com seus amigos aqui do Brasil, Pierre teve um insight: entendeu o porquê de sua inquietude e como aquela angústia só passava quando navegava online. Começou, então, a desenvolver um projeto e a planejar seu regresso ao Brasil. Surge a agência HUB! c) Seu Dia-a-Dia.
  • 57. 54 Através de ferramentas online e de alguns encontros offline, Hubspierre, começará uma nova etapa de sua vida. Seus desejos e vontades serão expressos através de um cotidiano corrido, cheio de encontros e desencontros. Com a ajuda das mídias sociais e de alguns parceiros reais, ou como ele mesmo diria "pessoal gente fina", Pierre dará início ao seu novo projeto, que poderá ser acompanhado por todos, bastando fazer parte ou conhecer um de seus perfis online. Neles serão divulgados todos os passos e ações do então projeto Hub.
  • 58. 12.0 Mix de Ferramentas | 12.0 Mix de Ferramentas
  • 59. 56 11.1 Cronograma Analítico de Ações da Campanha. - Etapa 0 (Maio/2009) - Pré-produção (Inserção da persona- gem no meio interativo / Internet) a) Criação de perfis da personagem Hubspierre nas principais mídias sociais (Orkut, Flickr, entre outros) e criar contas nos blogs e portais (Blue Bus, Twitter, Youtube, etc), dando vida e atribuindo uma rotina a ele; b) Montagem do blog da personagem Hubspierre, iniciado sua movimentação e interação no meio digital. * Serão realizadas atualizações diárias nas ferramentas online acima citadas. - Etapa 1 (Junho/2009) – Quem é este Hubspierre? - Semana 1 (01 a 07/06). * Serão feitas atualizações diárias das ferramentas online (perfis nas mídias sociais, postagem no blog, etc) de modo a conectar todas elas entre si. 1) Ação 1: inserção de teasers em veículos dirigidos aos públicos-alvos primário e secundário. - Um anúncio teaser no jornal Meio e Mensagem (Página Inteira - 28 cm de largura por 41,5 cm de altura); - Um anúncio teaser na revista Meio Digital (Página Inteira - 22,9 cm de largura por 27,4 cm de altura); - Um anúncio teaser na revista Info (Página Simples - Sem Margem - 20,2 cm de largura por 26,6 cm de altura). O anúncio será igual para todos os veículos. Estará em forma de uma carta manuscrita e assinada por um homem chamado Hubspierre que, nela, conta sua experiência de ter navegado os oito mares (os sete mares mais o 8º mar - a internet) e anuncia a sua volta para São Paulo (capital) no dia 05/06 (sexta-feira). a) Conceito da Ação: primeiramente, a ação fará uma relação clara e cômica entre o navegar no mar e o navegar na internet. Ela chamará a atenção do leitor para um anúncio all type muito bem escrito que, no final, causará curiosidade e, conseqüentemente, mídia espontânea para o “homem misterioso” que escreveu a carta. b) Objetivo: incitar curiosidade nos leitores para que estes busquem saber do que se trata o anúncio. 2) Ação 2: Ação em cadeia: postagem da notícia da chegada do Hubspierre em São Paulo nas seguintes mídias: - Twitter; - Blog do Hubspierre.
  • 60. 57 a) Objetivo: incitar curiosidade nos usuários da internet (mais especificamente dos usuários do Twitter) para que estes busquem saber quem é Hubspierre e o que irá ocorrer com sua chegada a São Paulo. 3) Ação 3: envio de uma garrafa de vidro para as principais agências de publicidade e para as principais empresas de consultoria de T.I (Tecnologia da Informação). Nesta garrafa estará um poema retratando a chegada de Hubspierre a São Paulo após sua viagem pelos oito mares. 4) Ação 4: acontecerá nos dias 05, 06 e 07/06. Será uma ação de comunicação dirigida onde, no primeiro dia (05/06), o “homem misterioso” que havia escrito a carta chega a São Paulo ainda em seu barco à vela. O barco estará em cima de seu suporte, em forma de carro alegórico, sendo carregado por um caminhão. Nos segundo e terceiro dias (06 e 07/06), o homem ainda estará em seu barco que, por sua vez, estará ancorado no lago do Ibirapuera. a) Conceito da Ação: a ação mostrará a chegada do “homem misterioso” a São Paulo, em seu barco que leva o nome de “Hubspi- erre – navegando por todos os lugares”. O homem passeará pela cidade, passando por pontos estratégicos (Av. Paulista, Av. Faria Lima, entre outros). Essa pessoa estará sempre acenando para aqueles que estiverem o observando, mas nunca falará com elas nem descerá de seu barco. No dia 07/06, Hubspierre terá ancorado seu barco, comicamente, na grama do lago do Ibira- puera, onde estará presente acenando para todos que estiv- erem presentes. a) Objetivo: tornar a “personagem” Hubspierre conhe- cida e deixar as pessoas curiosas sobre quem é a pessoa em cima do barco. - Semana 2 (08 a 14/06). * Serão feitas atualizações diárias das ferramentas online (perfis nas mídias sociais, postagem no blog, etc), de modo a conectar todas elas entre si. 1) Ação 1: divulgação de vídeos da “chegada do Hubspi- erre a São Paulo”, que serão veiculados no Youtube, e de fotos da Ação 3 no Flickr. 2) Ação 2: postagem do Hubspierre em seu blog anun- ciando sua mudança para a casa de um amigo publicitário, na qual seu barco está estacionado na garagem.
  • 61. 58 3) Ação 3: atualização do perfil do Hubspierre no Meadiciona.com que, então, terá um número de telefone para entrar em contato com ele. Assim que as pessoas ligam para este número, cai na caixa postal, cuja mensagem é de uma pessoa que diz que o Hubspierre não pode falar naquele momento e pede para a pessoa deixar um recado, pois ele entraria em contato em breve. 4) Ação 4: envio de release para os portais Blue Bus e Jacaré Banguela a respeito da chegada de Hubspierre em São Paulo - “Ação em São Paulo, barco navega pelas ruas da cidade”. - Semana 3 (15 a 21/06). * Serão feitas atualizações diárias das ferramentas online (perfis nas mídias sociais, postagem no blog, etc), de modo a conectar todas elas entre si. 1) Ação 1: “Tour por São Paulo” – Em seu blog, Hubspierre passa a compartilhar suas experiências sobre lugares que tem visitado na cidade de São Paulo. Estes lugares são museus, cinemas, bares, restaurantes, entre outros. a) Objetivo: humanizar e atribuir cultura ao personagem Hubspierre e criar uma aproximação dos visitantes do blog com o mesmo. 2) Ação 2: ação simultânea à ação anteriormente citada: postagem de fotos do “Tour por São Paulo” no Flickr, no Orkut e em seu blog. 3) Ação 3: continuam as postagens sobre o “Tour por São Paulo” no blog. Porém, desta vez Hubspierre posta uma mensagem onde expõe sua vontade de fazer algo diferente, revolucionário, acabando por revelar a existência de um grande projeto secreto no qual está trabalhando. a) Objetivo: incitar curiosidade nos usuários do blog e começar a construir a ligação do Hubspierre com a criação da agência. - Semana 4 (22 a 28/06). * Serão feitas atualizações diárias das ferramentas online (perfis nas mídias sociais, postagem no blog, etc), de modo a conectar todas elas entre si. 1) Ação 1: ação integrada e contínua. - Inserção de artigo (em forma de informe publicitário)
  • 62. 59 no caderno Digital do jornal Meio e Mensagem. Neste segundo artigo, Hubspierre relatará novamente, de forma educativa e descontraída, outra experiência que teve na última semana em alguma mídia social, fornecendo, ao mesmo tempo, informações e curiosidades sobre estes meios de comunicação. - Postagem de “curiosidades”, dados e experiência do Hubspierre envolvendo mídias sociais em seu blog. Através dos posts, Hubspierre mostrará seu interesse sobre o mercado das mídias sociais. - Semana 2 (06 a 12/07). * Serão feitas atualizações diárias das ferramentas online (perfis nas mídias sociais, postagem no blog, etc), de modo a conectar todas elas entre si. 1) Ação 1: ação integrada e contínua. - Inserção de artigo (em forma de informe publicitário) no caderno Digital do jornal Meio e Mensagem. Neste segundo artigo, Hubspierre relatará novamente, de forma educativa e descontraída, outra experiência que teve na última semana em alguma mídia social, fornecendo, ao mesmo tempo, informações e curiosidades sobre estes meios de comunicação. - Postagem de “curiosidades”, dados e experiência do Hubspierre envolvendo mídias sociais em seu blog. Através dos posts, Hubspierre mostrará seu interesse sobre o mercado das mídias sociais. 2) Ação 2: inserção de banner no blog Blues Bus, em que Hubspierre estará dentro de um ônibus azul, acenando pela janela com o endereço de seu blog logo abaixo. Esta ação terá a duração de cinco dias. 3) Ação 3: postagem de Hubspierre em seu blog contando que encontrou-se com sua grande amiga Luisa na exposição de Marcel Duchamp no MAM (Museu de Arte Moderna). Hubspierre comentará sobre a exposição e, juntamente a isso, revelará que ele, Luisa e mais dois outros amigos estão fechando aquele projeto que ele já havia comentado. - Semana 3 (13 a 19/07). * Serão feitas atualizações diárias das ferramentas online (perfis nas mídias sociais, postagem no blog, etc), de modo a conectar todas elas entre si.
  • 63. 60 1) Ação 1: ação integrada e contínua. - Inserção de artigo (em forma de informe publicitário) no caderno Digital do jornal Meio e Mensagem. Neste segundo artigo, Hubspierre relatará novamente, de forma educativa e descontraída, outra experiência que teve na última semana em alguma mídia social, fornecendo, ao mesmo tempo, informações e curiosidades sobre estes meios de comunicação. - Postagem de “curiosidades”, dados e experiência do Hubspierre envolvendo mídias sociais em seu blog. Através dos posts, Hubspierre mostrará seu interesse sobre o mercado das mídias sociais. 2) Ação 2: postagem de fotos do Hubspierre na seção de “fotos da semana” do blog Sedentário e Hiperativo. Nesta semana, Hubspierre estará presente em todas as fotos. 3) Ação 3: ação de comunicação dirigida – “Tire uma foto”. - Hubspierre será incorporado novamente e estará na frente de diversas agências de comunicação de São Paulo. Ele estará pedindo para os publicitários tirarem fotos com ele através de gestos. - Logo após a foto, Hubspierre entregará seu cartão de visita, onde tem o endereço de seu blog para que as pessoas o acessem para poderem ver a foto que foi tirada delas. 4) Ação 4: veiculação dos vídeos mais cômicos da ação “Tire uma foto” no Youtube. 5) Ação 5: postagem no blog com o nome de “Pierre visitou as agências”. - Semana 4 (20 a 26/07). * Serão feitas atualizações diárias das ferramentas online (perfis nas mídias sociais, postagem no blog, etc), de modo a conectar todas elas entre si. 1) Ação 1: está no ar o blog da agência HUB. Neste blog há notícias e curiosidades sobre as mídias sócias, o Hubspierre está sempre postando suas experiências, a agência explica o que faz e quem faz. Há uma mensagem de boas vindas a todos aqueles que estão acessando para conhecer a agência e para todos aqueles que já conheciam o Hubspierre, que agora é analista de novas tendências da agência HUB de comunicação em mídias sociais. 2) Ação 2: publicação de artigo no jornal Meio e Mensagem.
  • 64. 61 Hubspierre finalmente revela seu projeto e explica um pouco sobre a criação da agência e o que ela chegou para fazer no mercado. 3) Ação 3: ação de comunicação dirigida: “O cachecol preto de listras verdes”. - Serão enviados cachecóis pretos de listras verdes para os diretores de criação, planejamento, atendimento e mídias e para os profissionais de novas tecnologias das principais agências através de mala direta. Estes cachecóis estarão dentro de caixas pequenas que, ao serem abertas, mostram um pequeno poema que acaba revelando-se como um convite para o coquetel de lançamento da agência HUB. Este poema muda de acordo com a área de atuação dos profissionais e terá uma linguagem que seja comum a seu dia-a- dia de trabalho. O cachecol remeterá ao personagem Hubspierre, pois ele usa um igualzinho àquele. Na caixa estará escrito também o endereço do blog. O coquetel de lançamento da agência ocorrerá na quinta-feira (30/07), na própria agência. Terá inicio às 20:00h, com comes e bebes por conta da agência. No evento, Hubspierre não estará presente, mas sua sócia, Luisa, fará um brinde em seu nome. Objetivo: dirigir a comunicação ao público-alvo primário da agência que irá surgir. - Semana 5 (27/07 a 02/08). * Serão feitas atualizações diárias das ferramentas online (perfis nas mídias sociais, postagem no blog, etc), de modo a conectar todas elas entre si. 1) Ação 1: publicação de artigo no jornal Meio e Mensagem. Hubspierre conta sobre o coquetel de lançamento da HUB para os leitores. Aproveita para compartilhar algumas coisas engraçadas que ocorreram durante o evento. Ao final do artigo, ele se despede dos leitores alegando que irá viajar para a África a trabalho, onde estará tirando fotos para a National Geographic. Ele se despede, porém frisa que estará sempre postando no blog da agência notícias sobre sua viagem. 2) Ação 2: postagem de Hubspierre no blog com comentário de Giuliana, Luisa e Daniel – todos comentam sobre o coquetel de lançamento da agência e aproveitam para compartilhar os altos e baixos do evento. Eles comentam sobre a viagem de seu amigo e colega de trabalho. 3) Ação 3: divulgação de fotos e vídeos do coquetel nas mídias sociais (Flickr, Orkut, Youtube, entre outros).
  • 65. 62 - Etapa 3 (Agosto/2009) – A agência HUB. - Semana 1 (03 a 09/08). * Serão feitas atualizações diárias das ferramentas online (perfis nas mídias sociais, postagem no blog, etc), de modo a conectar todas elas entre si. 1) Ação 1: inserção de peças publicitárias dirigidas aos públicos-alvos primário e secundário com a intenção de promover a agência HUB. - Um artigo no caderno “Agência” sobre a HUB, seguido de um anúncio no jornal Meio e Mensagem; - Um anúncio na revista Meio Digital; - Um artigo seguido de anúncio na revista Info; - Um Floating Ad no portal Meio e Mensagem online; - Um banner no blog Blue Bus; - Semana 2 (10 a 16/08). * Serão feitas atualizações diárias das ferramentas online (perfis nas mídias sociais, postagem no blog, etc), de modo a conectar todas elas entre si. 1) Ação 1: inserção de peças publicitárias dirigidas aos públicos-alvos primário e secundário com a intenção de promover a agência HUB. - Um anúncio no jornal Meio e Mensagem; - Um Floating Ad no portal Meio e Mensagem online.
  • 66. 13.0 Peças de Comunicação | 13.0 Peças de Comunicação
  • 67. 64 13.1 Peças da Etapa 0. a) Cartão de Visitas Online.
  • 68. 65 b) Conta / Perfil na Mídia Social Twitter.
  • 69. 66 d) Blog do Hubspierre. - Layout do Blog.
  • 70. 67 - Posts do Blog (Segundo Cronograma Analí- tico de Ações da Campanha). 08/06/09 Voltei! Estou aqui, na minha São Paulo!! Cidade maravilhosa, cheia de vida e pessoas amigas. Cheguei nesta sexta, bem como havia previsto - os ventos, sempre à meu favor. Saudades que não cabem no peito, só passando por essas grandiosas avenidas, me dei conta disso. Paulista, Berrini..., Av. Brasil, umas cheias de charmosos casarões, outras com enormes edifícios , todas dignas de uma verdadeira metrópole. Apesar de toda essa euforia, havia ainda um pequeno problema: onde eu iria ficar e ancorar meu Hub. Pensei, pensei... e enquanto navegava por essas ruas, lembrei-me de um lugar muito especial, perfeito para uma rápida "ancorada", e que me receberia de braços abertos: o famosíssimo, Parque do Ibirapuera. Então foi lá que passei meu primeiro domingo na cidade, parado, ou melhor, ancorado às margens daquele magnífico lago. E só hoje, nessa segundona chuvosa, consegui falar com meu amigão de longa data Daniel, companheiro de aventuras e agora, de moradia, rs. Ele me arranjou um lugar hiper-bacana para morar, e ainda, uma garagem fenomenal para o Hub! Desculpa o incômodo Dani, mas temos muito o que conversar... Até mais ver, Hubspierre
  • 71. 68 21/06/09 Domingo, muita fadiga de não fazer nada (rs), o tempo passando... Daí, eu e o Rafa decidimos pegar um cineminha e comer uma deliciosa pipoca quentinha. Vimos “Thundercats”, um grande sucesso da década de 80, mas que só ganhou adaptação para as telonas este ano, com atores reais e tudo mais. Depois de estrear em 1983, a série animada virou linha de brinquedos e revista em quadrinho, e agora filme. O roteiro do estreante Paul Sopocy foi adquirido pela Warner Bros, produzido por Paula Weinstein (“Diamante de sangue”) e supervi- sionado por Dan Lin (“Os infiltrados”). A história é centrada em um grupo de super- heróis felinos que fogem de seu planeta depois que ele é destruído e passa a lutar contra os vilões de seu universo. A trama mostra a origem do personagem Lion, que se torna líder dos Thundercats. Gostamos bastante, mas como todo verdadeiro fã vimos alguns peque- nos defeitos, que podem ser apenas coisa da nossa cabeça, o importante é você ir conferir e tirar suas próprias conclusões. Ah, quase me esqueço de contar, conhecemos uma garota "gente finíssima" , chamada Aline...falando nisso vou procurar ela por aqui, na web! Circulando por aqui, e por ali... Hubspierre 15/06/09 Neste sábado, dei uma rápida passadinha na File, Festival Internacional de Linguagem Eletrônica. Ela acontece este ano em SP no Centro Cultural Fiesp, durante todo o mês de junho, de terça a sábado das 10h às 20h, segunda das 11h às 20h e domingo das 10h às 19h. A programação ocupa a Galeria de Arte, o Teatro e o Mezanino do Centro Cultural, que recebem a exposição, perfor- mances e palestras. O FILE, maior festival de arte e tecnologia do Brasil e da América Latina, bem como mundialmente um dos maiores acontecimentos nesta área, há nove anos vem inserindo o país no contexto mundial da arte e tecnologia ou da mídia arte. Tá muito bom, de verdade! E não fui só eu que adorei, o Rafa e a Giu também gostaram muito, além de me dar algumas idéias geniais para aquele meu projeto... já te falei dele ? Não? Hummmm, aguardem... Até mais ver, Hubspierre