Ações de KM da ST.C para 2011 – Apresentação no DTL.C




Superintendência de Empreendimentos de Transmissão – ST.C       Apresentação: Engº Fernando de Goldman
                                                                                     Divisão L. Apoio e
Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C          1   Em 08.08.2011        Controle de Qualidade
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              Você vê KM* como a resposta?




         *KM – Knowledge Management
                                                                               Fonte: Sveiby
Superintendência de Empreendimentos de Transmissão – ST.C       Apresentação: Engº Fernando de Goldman
                                                                                     Divisão L. Apoio e
Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C          2   Em 08.08.2011        Controle de Qualidade
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                     Se você vê KM como a resposta?



                          Então, qual é a sua pergunta?




                                                                               Fonte: Sveiby
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                                                                                     Divisão L. Apoio e
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                     Em um workshop, Sveiby fez esta
                       pergunta a vinte executivos.

        O traço comum das perguntas que atormentavam
           dezenove dos vinte gerentes na sala era a
        preocupação da gestão tradicional de encontrar
          meios para aumentar a eficiência e reduzir o
                    desperdício. Em suma:
    “Eficiência Alocativa”, ou seja, “Eficiência
                   Operacional”
      utilizar melhor o conhecimento existente e/ou medir
                         o desempenho”.
                                                                               Fonte: Sveiby
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                                                                                     Divisão L. Apoio e
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              Só uma das vinte pessoas na sala, disse:

                 Eu vim aqui para aprender a fazer o meu
                     departamento ser mais inovador.

         Sua preocupação era como criar conhecimento.

                              “Eficiência Adaptativa*”
         *North, D.C. 1993. Economic Performance through Time
         . Discurso na entrega do Prêmio Nobel, Disponível em:
         http://nobelprize.org/economics/laureates/1993/north-lecture.html.                  Fonte: Sveiby
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                                                                                                   Divisão L. Apoio e
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                    Sete Mitos e Realidades sobre KM

            1 - KM é a mesma coisa que aprendizagem.


                Não, a aprendizagem é apenas um meio
                operacional para atingir fins estratégicos

           KM deve ter um foco em como fazer negócios

                                                                               Fonte: Sveiby
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                                                                                     Divisão L. Apoio e
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               Sete Mitos e Realidades sobre KM
          2 - KM é uma série de procedimentos a serem
                        implementados.

          Não, KM é uma mudança fundamental de
      pensamento estratégico, que passa a ser baseado
                    no conhecimento.

    É específica de cada empresa ou grupo que compõe
                        a empresa
                                                                               Fonte: Sveiby
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                                                                                     Divisão L. Apoio e
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                    Sete Mitos e Realidades sobre KM
          3 - KM é capturar o conhecimento mantido nas
                     cabeças das pessoas.

         Não, KM foca em como criar ambientes para as
        pessoas criarem, alavancarem e compartilharem
                        conhecimento



                                                                               Fonte: Sveiby
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                                                                                     Divisão L. Apoio e
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                    Sete Mitos e Realidades sobre KM
      4 - KM é uma questão de garantir que a informação
                   é enviada para todos.

       Não, empurrar centralmente a informação tende a
       falhar. Atender a demanda é muito mais eficaz.




                                                                               Fonte: Sveiby
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                                                                                     Divisão L. Apoio e
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                    Sete Mitos e Realidades sobre KM
             5 - KM é um simples “plus” para “business as
                              usual”.

        Não, KM requer mudança de comportamentos
      profundamente enraizados e mudança estratégica.




                                                                                Fonte: Sveiby
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                                                                                      Divisão L. Apoio e
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                    Sete Mitos e Realidades sobre KM

        6 - KM é uma função a ser delegada ao RH ou TI.

      Não, KM requer o envolvimento da alta gerência, é
         uma mudança fundamental na perspectiva
                        estratégica.




                                                                                Fonte: Sveiby
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                                                                                      Divisão L. Apoio e
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                    Sete Mitos e Realidades sobre KM

          7 - KM é apenas uma questão de investir em TI.

      Não, TI é uma importante ferramenta para troca de
    informações, mas nunca poderá conduzir a mudança




                                                                                Fonte: Sveiby
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                                                                                      Divisão L. Apoio e
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              Se você como gerente acredita que o
     conhecimento é mais ou menos a mesma coisa que
      informação, então você também tende a acreditar
        que, investindo em TI terá a KM implementada




                                                                                Fonte: Sveiby
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                                                                                      Divisão L. Apoio e
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                                Este é um caminho fácil.

          Infelizmente, é também a maneira mais fácil de
                          perder dinheiro.




                                                                                Fonte: Sveiby
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                                                                                      Divisão L. Apoio e
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           A relutância em lidar com essa questão tem
         provocado desperdícios na ordem de bilhões de
                        dólares no mundo.

    A Ernst & Young, por exemplo, a primeira das cinco
    grandes a fazer pesados ​investimentos relacionados
    com KM, prontamente admitiu que os seus cerca de
    US$ 100 milhões em investimentos em sistemas de
             TI para KM foram desperdiçados.

                                                                                Fonte: Sveiby
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                                                                                      Divisão L. Apoio e
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      Se, por outro lado, você está convencido de que
        conhecimento é um processo (ou seja, uma
     faculdade humana) e que a chave para o sucesso
     em KM está nas pessoas, você se encontra em um
                           dilema:

                                     Por onde começar?



                                                                                Fonte: Sveiby
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                                                                                      Divisão L. Apoio e
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                    Você precisa ter uma teoria robusta.

          “Não há melhor prática do que uma boa teoria”

             Na Teoria da Criação do Conhecimento
          Organizacional , os gerentes médios têm papel
                           fundamental.

     Os gerentes médios fazem o link de conhecimento
      entre os processos estratégicos e os processos
                       operacionais

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                                                                                      Divisão L. Apoio e
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            Três Gerações de KM - Informação X Conhecimento
                              Centrado em
                Antes de 1995             Tecnomíope
                               Tecnologia
                                          Valoriza em
                 A partir de Centrado em    excesso
                    1995        Pessoas    o conteúdo

                                               Combina                     Equilibra
                    A partir de                 ênfase                    conteúdo /
                      2002                   em pessoas e                 contexto /
                                              tecnologia                  narrativas
                                                                                         Fonte:Snowden,2002

           Em qual sua empresa está?
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                                                                                      Divisão L. Apoio e
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         O conhecimento é inerentemente paradoxal: é
         uma construção individual, fruto de um produto
         social (produto da comunidade) e não é passível
         de ser gerenciado no sentido usual da palavra;




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                                                                                      Divisão L. Apoio e
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     a KM como área multidisciplinar:

       as disciplinas tradicionais (engenharias, administração,
       economia etc.) se consolidaram no uso dos fatores
       clássicos de produção;


       Cada vez mais, a sociedade moderna percebe a
       atual revolução em torno do uso do conhecimento e
       vem buscando formas de lidar com esta nova
       realidade.

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                                                                                      Divisão L. Apoio e
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      Os Fatores Tradicionais de Produção:
        Terra – indica não só as terras cultiváveis e urbanas,
       mas também os recursos naturais;

        Capital – compreende, além do capital propriamente
      dito, as instalações físicas, o maquinário e os
      equipamentos em geral;

         Trabalho – refere-se às faculdades físicas e
       intelectuais dos seres humanos, que intervêm no
       processo produtivo.

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                                                                                      Divisão L. Apoio e
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                          Um pouco de história econômica:

              Alfred Marshall, no início do século XX, propôs
               um novo Fator de Produção: a organização;




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                                                                                      Divisão L. Apoio e
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                          Um pouco de história econômica:

            Mais recentemente, após os velozes anos 1970,
             diversos autores vem propondo esse novo
                   Fator de Produção como sendo o
                            Conhecimento;



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                                                                                      Divisão L. Apoio e
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                                              Pergunta-se:

          o Trabalho, como FP, já não se refere às
          faculdades intelectuais dos seres humanos que
          intervêm no processo produtivo?

          isto já não incluiria o conhecimento?

          Afinal, de que conhecimento estamos falando?
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                                                                                      Divisão L. Apoio e
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           O Conhecimento Organizacional não é a
           simples soma dos conhecimentos dos que
           trabalham na empresa, mas sim um todo
           emergente, que deveria ser maior do que a
           soma de suas partes.

           Envolve a capacitação de coordenar a
           especialização (criação) e a integração (uso) de
           diferentes conhecimentos.
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                                                                                      Divisão L. Apoio e
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            O Conhecimento Organizacional é um ativo
            ( um recurso) de uma empresa ou de um
            grupo que a compõe. Ele é:
                intangível,
                específico,
                dinâmico e
                emergente.

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                                                                                      Divisão L. Apoio e
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          Educação Corporativa                                        Gestão do
                                                                 Conhecimento e da
                                                                   Informação(IC)
                          FP
                       Trabalho
                                                                       FP
                                                                   Conhecimento
                 Faculdades
               intelectuais dos                                   Conhecimento
                  indivíduos                                      Organizacional


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                                                                                        Divisão L. Apoio e
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              O Conhecimento Organizacional para se
              caracterizar como recurso da organização capaz
              de lhe dar vantagem competitiva sustentável
              deve atender ao modelo de análise estratégica
              VRIO - “valor”, “raridade”, “imitabilidade” e
              “organização”.


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                                                                                      Divisão L. Apoio e
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                                   Fim da 1ª parte



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                                                                                      Divisão L. Apoio e
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              Definição de KM adotada pelo GT:

              Gestão do Conhecimento de um arranjo
              organizacional - ou simplesmente Gestão do
              Conhecimento Organizacional - é um
              metaprocesso, que, explícita e sistematicamente,
              define ações e práticas de apoio para melhorar as
              políticas, programas e processos do arranjo
              organizacional, os quais influenciam a qualidade da
              dinâmica de seu Conhecimento Organizacional
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                                                                                      Divisão L. Apoio e
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              Vista desta forma, a Gestão do Conhecimento
              Organizacional é precursora da Inovação, tanto
              a incremental como também, e principalmente,
              a radical.


              Para a Teoria da Criação do Conhecimento
              Organizacional, base teórica do trabalho do KM
              na ST.C, a inovação é fruto da criação de
              conhecimento organizacional.
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                                                                                      Divisão L. Apoio e
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                                             Metaprocesso de Gestão do
                                            Conhecimento Organizacional
                                                       (KM)

                                          Processos de Conhecimento da ST.C
                                           (Processos, políticas e programas)


                                              Processos Operacionais da ST.C


                                             Resultados de Conhecimento
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                                                                                      Divisão L. Apoio e
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            Implicações da definição de KM adotada pelo GT
              1 – KM é vista como um metaprocesso.

              Uma reflexão crítica sobre as políticas, os
              programas e os processos do conhecimento
              organizacional.

              Evita o erro grosseiro de se pensar que KM lida
              diretamente com o conhecimento.

              Quem lida diretamente com o conhecimento são os
              conhecedores.
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                                                                                      Divisão L. Apoio e
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            Implicações da definição de KM adotada pelo GT



              2 – O objeto da KM é a qualidade da dinâmica do
              Conhecimento Organizacional, não o conhecimento
              em si, que só é acessível aos conhecedores.




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                                                                                      Divisão L. Apoio e
Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C          34   Em 08.08.2011        Controle de Qualidade
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            Implicações da definição de KM adotada pelo GT
              3 – O foco em um conhecimento crítico ou
              estratégico é totalmente equivocado para a KM, pois
              é uma visão estática. O que deve importar é a
              dinâmica do conhecimento organizacional. Um
              conhecimento crítico ou estratégico sempre deixará
              de sê-lo e se a empresa não tiver uma boa dinâmica
              do conhecimento organizacional não conseguirá se
              adaptar criando Conhecimento Organizacional
              adequado.
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                                                                                      Divisão L. Apoio e
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            Implicações da definição de KM adotada pelo GT
              4 - KM não pode focar apenas resultados
              econômicos (de curto prazo). Precisa focar
              resultados de conhecimento, que envolvem longo
              prazo. Se é verdade que as empresas longevas
              lidam bem com o conhecimento, é válido afirmar
              que empresas que lidam bem com o conhecimento
              terão maior chance de alcançar a longevidade.
              Trata-se de um fator necessário, porém não
              suficiente.
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                                                                                      Divisão L. Apoio e
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            Implicações da definição de KM adotada pelo GT

              5 - Uma definição de KM envolve resumir diversos
              conceitos em um parágrafo estabelecendo um
              caminho a ser seguido. É muito perigoso partir de
              uma definição errada ou que induza a erros. O
              tempo para avaliar ações de KM é muito longo, não
              se devendo deixar de fazer um monitoramento.
              Começar com uma definição mais fácil e
              operacional poderia ser fatal.
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                                                                                      Divisão L. Apoio e
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          Gestão do Conhecimento Organizacional na
                           ST.C

                                                      implementação de forma
                                                      sustentável demandará a
                                                      criação e revisão periódica do



          Plano Diretor de Gestão do
          Conhecimento Organizacional (PDGCO)
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                                                                                      Divisão L. Apoio e
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                                  Para que serve o PDGCO?

                         Explicíta o processo de Gestão do
                           Conhecimento Organizacional
                                (KM) da ST.C e permite
                          sistematicamente o diagnóstico e a
                                reflexão sobre 5 pontos:


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                                Ponto 1 - Como a ST.C...


                  ...lida com seus ativos intangíveis de
                      conhecimento;




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                                                                                      Divisão L. Apoio e
Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C          40   Em 08.08.2011        Controle de Qualidade
Ações de KM da ST.C para 2011 – Apresentação no DTL.C




                                Ponto 2 - Como a ST.C...

      ...usa a KM como elemento de sua
           Inteligência Empresarial;




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                                                                                      Divisão L. Apoio e
Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C          41   Em 08.08.2011        Controle de Qualidade
Ações de KM da ST.C para 2011 – Apresentação no DTL.C


                                Ponto 3 - Como a ST.C...

        ...usa a análise de seus resultados, nas
            diferentes dimensões e variáveis, para
            realimentar seus processos de negócios,
            seus processos de formação de
            conhecimento e realimenta os processos de
            conhecimento de Eletrobras Furnas;
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                                                                                      Divisão L. Apoio e
Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C          42   Em 08.08.2011        Controle de Qualidade
Ações de KM da ST.C para 2011 – Apresentação no DTL.C




                                Ponto 4 - Como a ST.C...

                          ...busca a eficiência adaptativa;




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                                                                                      Divisão L. Apoio e
Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C          43   Em 08.08.2011        Controle de Qualidade
Ações de KM da ST.C para 2011 – Apresentação no DTL.C




                                Ponto 5 - Como a ST.C...

                     ...busca as inovações tecnológicas
                         de base técnica e , em especial, as
                         de mudanças organizacionais.



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                                                                                      Divisão L. Apoio e
Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C          44   Em 08.08.2011        Controle de Qualidade
Ações de KM da ST.C para 2011 – Apresentação no DTL.C




         Grupo de Trabalho de KM analisará os
         processos de criação do
         Conhecimento Organizacional na
         ST.C;



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                                                                                      Divisão L. Apoio e
Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C          45   Em 08.08.2011        Controle de Qualidade
Ações de KM da ST.C para 2011 – Apresentação no DTL.C


         O PDGCO proporá as definições, os
         modelos, as políticas e as estratégias
         de enfrentamento para KM na ST.C.

          A partir do PDGCO os gerentes
          médios desdobrarão ações de KM, no
          nível dos grupos que compõe a ST.C
          e da ST.C como um todo, alinhadas,
          tanto quanto possível, como as ações
          da Eletrobras e da Eletrobras Furnas.
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                                                                                      Divisão L. Apoio e
Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C          46   Em 08.08.2011        Controle de Qualidade
Ações de KM da ST.C para 2011 – Apresentação no DTL.C




                                              Slides Restritos




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                                                                                      Divisão L. Apoio e
Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C          47   Em 08.08.2011        Controle de Qualidade
Ações de KM da ST.C para 2011 – Apresentação no DTL.C




                              Dúvidas?
                         FIM DA APRESENTAÇÃO




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                                                                                      Divisão L. Apoio e
Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C          48   Em 08.08.2011        Controle de Qualidade

Ações de km da ST.C para 2011

  • 1.
    Ações de KMda ST.C para 2011 – Apresentação no DTL.C Superintendência de Empreendimentos de Transmissão – ST.C Apresentação: Engº Fernando de Goldman Divisão L. Apoio e Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C 1 Em 08.08.2011 Controle de Qualidade
  • 2.
    Ações de KMda ST.C para 2011 – Apresentação no DTL.C Você vê KM* como a resposta? *KM – Knowledge Management Fonte: Sveiby Superintendência de Empreendimentos de Transmissão – ST.C Apresentação: Engº Fernando de Goldman Divisão L. Apoio e Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C 2 Em 08.08.2011 Controle de Qualidade
  • 3.
    Ações de KMda ST.C para 2011 – Apresentação no DTL.C Se você vê KM como a resposta? Então, qual é a sua pergunta? Fonte: Sveiby Superintendência de Empreendimentos de Transmissão – ST.C Apresentação: Engº Fernando de Goldman Divisão L. Apoio e Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C 3 Em 08.08.2011 Controle de Qualidade
  • 4.
    Ações de KMda ST.C para 2011 – Apresentação no DTL.C Em um workshop, Sveiby fez esta pergunta a vinte executivos. O traço comum das perguntas que atormentavam dezenove dos vinte gerentes na sala era a preocupação da gestão tradicional de encontrar meios para aumentar a eficiência e reduzir o desperdício. Em suma: “Eficiência Alocativa”, ou seja, “Eficiência Operacional” utilizar melhor o conhecimento existente e/ou medir o desempenho”. Fonte: Sveiby Superintendência de Empreendimentos de Transmissão – ST.C Apresentação: Engº Fernando de Goldman Divisão L. Apoio e Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C 4 Em 08.08.2011 Controle de Qualidade
  • 5.
    Ações de KMda ST.C para 2011 – Apresentação no DTL.C Só uma das vinte pessoas na sala, disse: Eu vim aqui para aprender a fazer o meu departamento ser mais inovador. Sua preocupação era como criar conhecimento. “Eficiência Adaptativa*” *North, D.C. 1993. Economic Performance through Time . Discurso na entrega do Prêmio Nobel, Disponível em: http://nobelprize.org/economics/laureates/1993/north-lecture.html. Fonte: Sveiby Superintendência de Empreendimentos de Transmissão – ST.C Apresentação: Engº Fernando de Goldman Divisão L. Apoio e Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C 5 Em 08.08.2011 Controle de Qualidade
  • 6.
    Ações de KMda ST.C para 2011 – Apresentação no DTL.C Sete Mitos e Realidades sobre KM 1 - KM é a mesma coisa que aprendizagem. Não, a aprendizagem é apenas um meio operacional para atingir fins estratégicos KM deve ter um foco em como fazer negócios Fonte: Sveiby Superintendência de Empreendimentos de Transmissão – ST.C Apresentação: Engº Fernando de Goldman Divisão L. Apoio e Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C 6 Em 08.08.2011 Controle de Qualidade
  • 7.
    Ações de KMda ST.C para 2011 – Apresentação no DTL.C Sete Mitos e Realidades sobre KM 2 - KM é uma série de procedimentos a serem implementados. Não, KM é uma mudança fundamental de pensamento estratégico, que passa a ser baseado no conhecimento. É específica de cada empresa ou grupo que compõe a empresa Fonte: Sveiby Superintendência de Empreendimentos de Transmissão – ST.C Apresentação: Engº Fernando de Goldman Divisão L. Apoio e Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C 7 Em 08.08.2011 Controle de Qualidade
  • 8.
    Ações de KMda ST.C para 2011 – Apresentação no DTL.C Sete Mitos e Realidades sobre KM 3 - KM é capturar o conhecimento mantido nas cabeças das pessoas. Não, KM foca em como criar ambientes para as pessoas criarem, alavancarem e compartilharem conhecimento Fonte: Sveiby Superintendência de Empreendimentos de Transmissão – ST.C Apresentação: Engº Fernando de Goldman Divisão L. Apoio e Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C 8 Em 08.08.2011 Controle de Qualidade
  • 9.
    Ações de KMda ST.C para 2011 – Apresentação no DTL.C Sete Mitos e Realidades sobre KM 4 - KM é uma questão de garantir que a informação é enviada para todos. Não, empurrar centralmente a informação tende a falhar. Atender a demanda é muito mais eficaz. Fonte: Sveiby Superintendência de Empreendimentos de Transmissão – ST.C Apresentação: Engº Fernando de Goldman Divisão L. Apoio e Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C 9 Em 08.08.2011 Controle de Qualidade
  • 10.
    Ações de KMda ST.C para 2011 – Apresentação no DTL.C Sete Mitos e Realidades sobre KM 5 - KM é um simples “plus” para “business as usual”. Não, KM requer mudança de comportamentos profundamente enraizados e mudança estratégica. Fonte: Sveiby Superintendência de Empreendimentos de Transmissão – ST.C Apresentação: Engº Fernando de Goldman Divisão L. Apoio e Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C 10 Em 08.08.2011 Controle de Qualidade
  • 11.
    Ações de KMda ST.C para 2011 – Apresentação no DTL.C Sete Mitos e Realidades sobre KM 6 - KM é uma função a ser delegada ao RH ou TI. Não, KM requer o envolvimento da alta gerência, é uma mudança fundamental na perspectiva estratégica. Fonte: Sveiby Superintendência de Empreendimentos de Transmissão – ST.C Apresentação: Engº Fernando de Goldman Divisão L. Apoio e Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C 11 Em 08.08.2011 Controle de Qualidade
  • 12.
    Ações de KMda ST.C para 2011 – Apresentação no DTL.C Sete Mitos e Realidades sobre KM 7 - KM é apenas uma questão de investir em TI. Não, TI é uma importante ferramenta para troca de informações, mas nunca poderá conduzir a mudança Fonte: Sveiby Superintendência de Empreendimentos de Transmissão – ST.C Apresentação: Engº Fernando de Goldman Divisão L. Apoio e Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C 12 Em 08.08.2011 Controle de Qualidade
  • 13.
    Ações de KMda ST.C para 2011 – Apresentação no DTL.C Se você como gerente acredita que o conhecimento é mais ou menos a mesma coisa que informação, então você também tende a acreditar que, investindo em TI terá a KM implementada Fonte: Sveiby Superintendência de Empreendimentos de Transmissão – ST.C Apresentação: Engº Fernando de Goldman Divisão L. Apoio e Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C 13 Em 08.08.2011 Controle de Qualidade
  • 14.
    Ações de KMda ST.C para 2011 – Apresentação no DTL.C Este é um caminho fácil. Infelizmente, é também a maneira mais fácil de perder dinheiro. Fonte: Sveiby Superintendência de Empreendimentos de Transmissão – ST.C Apresentação: Engº Fernando de Goldman Divisão L. Apoio e Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C 14 Em 08.08.2011 Controle de Qualidade
  • 15.
    Ações de KMda ST.C para 2011 – Apresentação no DTL.C A relutância em lidar com essa questão tem provocado desperdícios na ordem de bilhões de dólares no mundo. A Ernst & Young, por exemplo, a primeira das cinco grandes a fazer pesados ​investimentos relacionados com KM, prontamente admitiu que os seus cerca de US$ 100 milhões em investimentos em sistemas de TI para KM foram desperdiçados. Fonte: Sveiby Superintendência de Empreendimentos de Transmissão – ST.C Apresentação: Engº Fernando de Goldman Divisão L. Apoio e Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C 15 Em 08.08.2011 Controle de Qualidade
  • 16.
    Ações de KMda ST.C para 2011 – Apresentação no DTL.C Se, por outro lado, você está convencido de que conhecimento é um processo (ou seja, uma faculdade humana) e que a chave para o sucesso em KM está nas pessoas, você se encontra em um dilema: Por onde começar? Fonte: Sveiby Superintendência de Empreendimentos de Transmissão – ST.C Apresentação: Engº Fernando de Goldman Divisão L. Apoio e Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C 16 Em 08.08.2011 Controle de Qualidade
  • 17.
    Ações de KMda ST.C para 2011 – Apresentação no DTL.C Você precisa ter uma teoria robusta. “Não há melhor prática do que uma boa teoria” Na Teoria da Criação do Conhecimento Organizacional , os gerentes médios têm papel fundamental. Os gerentes médios fazem o link de conhecimento entre os processos estratégicos e os processos operacionais Superintendência de Empreendimentos de Transmissão – ST.C Apresentação: Engº Fernando de Goldman Divisão L. Apoio e Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C 17 Em 08.08.2011 Controle de Qualidade
  • 18.
    Ações de KMda ST.C para 2011 – Apresentação no DTL.C Três Gerações de KM - Informação X Conhecimento Centrado em Antes de 1995 Tecnomíope Tecnologia Valoriza em A partir de Centrado em excesso 1995 Pessoas o conteúdo Combina Equilibra A partir de ênfase conteúdo / 2002 em pessoas e contexto / tecnologia narrativas Fonte:Snowden,2002 Em qual sua empresa está? Superintendência de Empreendimentos de Transmissão – ST.C Apresentação: Engº Fernando de Goldman Divisão L. Apoio e Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C 18 Em 08.08.2011 Controle de Qualidade
  • 19.
    Ações de KMda ST.C para 2011 – Apresentação no DTL.C O conhecimento é inerentemente paradoxal: é uma construção individual, fruto de um produto social (produto da comunidade) e não é passível de ser gerenciado no sentido usual da palavra; Superintendência de Empreendimentos de Transmissão – ST.C Apresentação: Engº Fernando de Goldman Divisão L. Apoio e Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C 19 Em 08.08.2011 Controle de Qualidade
  • 20.
    Ações de KMda ST.C para 2011 – Apresentação no DTL.C a KM como área multidisciplinar: as disciplinas tradicionais (engenharias, administração, economia etc.) se consolidaram no uso dos fatores clássicos de produção; Cada vez mais, a sociedade moderna percebe a atual revolução em torno do uso do conhecimento e vem buscando formas de lidar com esta nova realidade. Superintendência de Empreendimentos de Transmissão – ST.C Apresentação: Engº Fernando de Goldman Divisão L. Apoio e Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C 20 Em 08.08.2011 Controle de Qualidade
  • 21.
    Ações de KMda ST.C para 2011 – Apresentação no DTL.C Os Fatores Tradicionais de Produção: Terra – indica não só as terras cultiváveis e urbanas, mas também os recursos naturais; Capital – compreende, além do capital propriamente dito, as instalações físicas, o maquinário e os equipamentos em geral; Trabalho – refere-se às faculdades físicas e intelectuais dos seres humanos, que intervêm no processo produtivo. Superintendência de Empreendimentos de Transmissão – ST.C Apresentação: Engº Fernando de Goldman Divisão L. Apoio e Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C 21 Em 08.08.2011 Controle de Qualidade
  • 22.
    Ações de KMda ST.C para 2011 – Apresentação no DTL.C Um pouco de história econômica: Alfred Marshall, no início do século XX, propôs um novo Fator de Produção: a organização; Superintendência de Empreendimentos de Transmissão – ST.C Apresentação: Engº Fernando de Goldman Divisão L. Apoio e Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C 22 Em 08.08.2011 Controle de Qualidade
  • 23.
    Ações de KMda ST.C para 2011 – Apresentação no DTL.C Um pouco de história econômica: Mais recentemente, após os velozes anos 1970, diversos autores vem propondo esse novo Fator de Produção como sendo o Conhecimento; Superintendência de Empreendimentos de Transmissão – ST.C Apresentação: Engº Fernando de Goldman Divisão L. Apoio e Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C 23 Em 08.08.2011 Controle de Qualidade
  • 24.
    Ações de KMda ST.C para 2011 – Apresentação no DTL.C Pergunta-se: o Trabalho, como FP, já não se refere às faculdades intelectuais dos seres humanos que intervêm no processo produtivo? isto já não incluiria o conhecimento? Afinal, de que conhecimento estamos falando? Superintendência de Empreendimentos de Transmissão – ST.C Apresentação: Engº Fernando de Goldman Divisão L. Apoio e Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C 24 Em 08.08.2011 Controle de Qualidade
  • 25.
    Ações de KMda ST.C para 2011 – Apresentação no DTL.C O Conhecimento Organizacional não é a simples soma dos conhecimentos dos que trabalham na empresa, mas sim um todo emergente, que deveria ser maior do que a soma de suas partes. Envolve a capacitação de coordenar a especialização (criação) e a integração (uso) de diferentes conhecimentos. Superintendência de Empreendimentos de Transmissão – ST.C Apresentação: Engº Fernando de Goldman Divisão L. Apoio e Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C 25 Em 08.08.2011 Controle de Qualidade
  • 26.
    Ações de KMda ST.C para 2011 – Apresentação no DTL.C O Conhecimento Organizacional é um ativo ( um recurso) de uma empresa ou de um grupo que a compõe. Ele é: intangível, específico, dinâmico e emergente. Superintendência de Empreendimentos de Transmissão – ST.C Apresentação: Engº Fernando de Goldman Divisão L. Apoio e Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C 26 Em 08.08.2011 Controle de Qualidade
  • 27.
    Ações de KMda ST.C para 2011 – Apresentação no DTL.C Educação Corporativa Gestão do Conhecimento e da Informação(IC) FP Trabalho FP Conhecimento Faculdades intelectuais dos Conhecimento indivíduos Organizacional Superintendência de Empreendimentos de Transmissão – ST.C Apresentação: Engº Fernando de Goldman Divisão L. Apoio e Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C 27 Em 08.08.2011 Controle de Qualidade
  • 28.
    Ações de KMda ST.C para 2011 – Apresentação no DTL.C O Conhecimento Organizacional para se caracterizar como recurso da organização capaz de lhe dar vantagem competitiva sustentável deve atender ao modelo de análise estratégica VRIO - “valor”, “raridade”, “imitabilidade” e “organização”. Superintendência de Empreendimentos de Transmissão – ST.C Apresentação: Engº Fernando de Goldman Divisão L. Apoio e Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C 28 Em 08.08.2011 Controle de Qualidade
  • 29.
    Ações de KMda ST.C para 2011 – Apresentação no DTL.C Fim da 1ª parte Superintendência de Empreendimentos de Transmissão – ST.C Apresentação: Engº Fernando de Goldman Divisão L. Apoio e Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C 29 Em 08.08.2011 Controle de Qualidade
  • 30.
    Ações de KMda ST.C para 2011 – Apresentação no DTL.C Definição de KM adotada pelo GT: Gestão do Conhecimento de um arranjo organizacional - ou simplesmente Gestão do Conhecimento Organizacional - é um metaprocesso, que, explícita e sistematicamente, define ações e práticas de apoio para melhorar as políticas, programas e processos do arranjo organizacional, os quais influenciam a qualidade da dinâmica de seu Conhecimento Organizacional Superintendência de Empreendimentos de Transmissão – ST.C Apresentação: Engº Fernando de Goldman Divisão L. Apoio e Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C 30 Em 08.08.2011 Controle de Qualidade
  • 31.
    Ações de KMda ST.C para 2011 – Apresentação no DTL.C Vista desta forma, a Gestão do Conhecimento Organizacional é precursora da Inovação, tanto a incremental como também, e principalmente, a radical. Para a Teoria da Criação do Conhecimento Organizacional, base teórica do trabalho do KM na ST.C, a inovação é fruto da criação de conhecimento organizacional. Superintendência de Empreendimentos de Transmissão – ST.C Apresentação: Engº Fernando de Goldman Divisão L. Apoio e Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C 31 Em 08.08.2011 Controle de Qualidade
  • 32.
    Ações de KMda ST.C para 2011 – Apresentação no DTL.C Metaprocesso de Gestão do Conhecimento Organizacional (KM) Processos de Conhecimento da ST.C (Processos, políticas e programas) Processos Operacionais da ST.C Resultados de Conhecimento Superintendência de Empreendimentos de Transmissão – ST.C Apresentação: Engº Fernando de Goldman Divisão L. Apoio e Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C 32 Em 08.08.2011 Controle de Qualidade
  • 33.
    Ações de KMda ST.C para 2011 – Apresentação no DTL.C Implicações da definição de KM adotada pelo GT 1 – KM é vista como um metaprocesso. Uma reflexão crítica sobre as políticas, os programas e os processos do conhecimento organizacional. Evita o erro grosseiro de se pensar que KM lida diretamente com o conhecimento. Quem lida diretamente com o conhecimento são os conhecedores. Superintendência de Empreendimentos de Transmissão – ST.C Apresentação: Engº Fernando de Goldman Divisão L. Apoio e Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C 33 Em 08.08.2011 Controle de Qualidade
  • 34.
    Ações de KMda ST.C para 2011 – Apresentação no DTL.C Implicações da definição de KM adotada pelo GT 2 – O objeto da KM é a qualidade da dinâmica do Conhecimento Organizacional, não o conhecimento em si, que só é acessível aos conhecedores. Superintendência de Empreendimentos de Transmissão – ST.C Apresentação: Engº Fernando de Goldman Divisão L. Apoio e Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C 34 Em 08.08.2011 Controle de Qualidade
  • 35.
    Ações de KMda ST.C para 2011 – Apresentação no DTL.C Implicações da definição de KM adotada pelo GT 3 – O foco em um conhecimento crítico ou estratégico é totalmente equivocado para a KM, pois é uma visão estática. O que deve importar é a dinâmica do conhecimento organizacional. Um conhecimento crítico ou estratégico sempre deixará de sê-lo e se a empresa não tiver uma boa dinâmica do conhecimento organizacional não conseguirá se adaptar criando Conhecimento Organizacional adequado. Superintendência de Empreendimentos de Transmissão – ST.C Apresentação: Engº Fernando de Goldman Divisão L. Apoio e Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C 35 Em 08.08.2011 Controle de Qualidade
  • 36.
    Ações de KMda ST.C para 2011 – Apresentação no DTL.C Implicações da definição de KM adotada pelo GT 4 - KM não pode focar apenas resultados econômicos (de curto prazo). Precisa focar resultados de conhecimento, que envolvem longo prazo. Se é verdade que as empresas longevas lidam bem com o conhecimento, é válido afirmar que empresas que lidam bem com o conhecimento terão maior chance de alcançar a longevidade. Trata-se de um fator necessário, porém não suficiente. Superintendência de Empreendimentos de Transmissão – ST.C Apresentação: Engº Fernando de Goldman Divisão L. Apoio e Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C 36 Em 08.08.2011 Controle de Qualidade
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    Ações de KMda ST.C para 2011 – Apresentação no DTL.C Implicações da definição de KM adotada pelo GT 5 - Uma definição de KM envolve resumir diversos conceitos em um parágrafo estabelecendo um caminho a ser seguido. É muito perigoso partir de uma definição errada ou que induza a erros. O tempo para avaliar ações de KM é muito longo, não se devendo deixar de fazer um monitoramento. Começar com uma definição mais fácil e operacional poderia ser fatal. Superintendência de Empreendimentos de Transmissão – ST.C Apresentação: Engº Fernando de Goldman Divisão L. Apoio e Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C 37 Em 08.08.2011 Controle de Qualidade
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    Ações de KMda ST.C para 2011 – Apresentação no DTL.C Gestão do Conhecimento Organizacional na ST.C implementação de forma sustentável demandará a criação e revisão periódica do Plano Diretor de Gestão do Conhecimento Organizacional (PDGCO) Superintendência de Empreendimentos de Transmissão – ST.C Apresentação: Engº Fernando de Goldman Divisão L. Apoio e Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C 38 Em 08.08.2011 Controle de Qualidade
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    Ações de KMda ST.C para 2011 – Apresentação no DTL.C Para que serve o PDGCO? Explicíta o processo de Gestão do Conhecimento Organizacional (KM) da ST.C e permite sistematicamente o diagnóstico e a reflexão sobre 5 pontos: Superintendência de Empreendimentos de Transmissão – ST.C Apresentação: Engº Fernando de Goldman Divisão L. Apoio e Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C 39 Em 08.08.2011 Controle de Qualidade
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    Ações de KMda ST.C para 2011 – Apresentação no DTL.C Ponto 1 - Como a ST.C... ...lida com seus ativos intangíveis de conhecimento; Superintendência de Empreendimentos de Transmissão – ST.C Apresentação: Engº Fernando de Goldman Divisão L. Apoio e Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C 40 Em 08.08.2011 Controle de Qualidade
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    Ações de KMda ST.C para 2011 – Apresentação no DTL.C Ponto 2 - Como a ST.C... ...usa a KM como elemento de sua Inteligência Empresarial; Superintendência de Empreendimentos de Transmissão – ST.C Apresentação: Engº Fernando de Goldman Divisão L. Apoio e Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C 41 Em 08.08.2011 Controle de Qualidade
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    Ações de KMda ST.C para 2011 – Apresentação no DTL.C Ponto 3 - Como a ST.C... ...usa a análise de seus resultados, nas diferentes dimensões e variáveis, para realimentar seus processos de negócios, seus processos de formação de conhecimento e realimenta os processos de conhecimento de Eletrobras Furnas; Superintendência de Empreendimentos de Transmissão – ST.C Apresentação: Engº Fernando de Goldman Divisão L. Apoio e Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C 42 Em 08.08.2011 Controle de Qualidade
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    Ações de KMda ST.C para 2011 – Apresentação no DTL.C Ponto 4 - Como a ST.C... ...busca a eficiência adaptativa; Superintendência de Empreendimentos de Transmissão – ST.C Apresentação: Engº Fernando de Goldman Divisão L. Apoio e Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C 43 Em 08.08.2011 Controle de Qualidade
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    Ações de KMda ST.C para 2011 – Apresentação no DTL.C Ponto 5 - Como a ST.C... ...busca as inovações tecnológicas de base técnica e , em especial, as de mudanças organizacionais. Superintendência de Empreendimentos de Transmissão – ST.C Apresentação: Engº Fernando de Goldman Divisão L. Apoio e Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C 44 Em 08.08.2011 Controle de Qualidade
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    Ações de KMda ST.C para 2011 – Apresentação no DTL.C Grupo de Trabalho de KM analisará os processos de criação do Conhecimento Organizacional na ST.C; Superintendência de Empreendimentos de Transmissão – ST.C Apresentação: Engº Fernando de Goldman Divisão L. Apoio e Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C 45 Em 08.08.2011 Controle de Qualidade
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    Ações de KMda ST.C para 2011 – Apresentação no DTL.C O PDGCO proporá as definições, os modelos, as políticas e as estratégias de enfrentamento para KM na ST.C. A partir do PDGCO os gerentes médios desdobrarão ações de KM, no nível dos grupos que compõe a ST.C e da ST.C como um todo, alinhadas, tanto quanto possível, como as ações da Eletrobras e da Eletrobras Furnas. Superintendência de Empreendimentos de Transmissão – ST.C Apresentação: Engº Fernando de Goldman Divisão L. Apoio e Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C 46 Em 08.08.2011 Controle de Qualidade
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    Ações de KMda ST.C para 2011 – Apresentação no DTL.C Slides Restritos Superintendência de Empreendimentos de Transmissão – ST.C Apresentação: Engº Fernando de Goldman Divisão L. Apoio e Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C 47 Em 08.08.2011 Controle de Qualidade
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    Ações de KMda ST.C para 2011 – Apresentação no DTL.C Dúvidas? FIM DA APRESENTAÇÃO Superintendência de Empreendimentos de Transmissão – ST.C Apresentação: Engº Fernando de Goldman Divisão L. Apoio e Divisão de Apoio de Controle de Qualidade – DACQ.C 48 Em 08.08.2011 Controle de Qualidade