O documento descreve como funcionava um engenho de açúcar no Brasil colonial, incluindo o processo de produção do açúcar a partir da cana-de-açúcar e o trabalho realizado pelos escravos nas lavouras e na casa grande. Também contrasta a vida dos senhores proprietários com a dura realidade dos escravos, e como a exploração excessiva da terra no Nordeste levou à pobreza atual na região.