O documento descreve um processo judicial movido pelo Ministério Público Federal contra a ACS Incorporação S/A e a CETESB devido a irregularidades no licenciamento ambiental para extração mineral em Paulínia. O MPF alega que a área licenciada foi irregularmente fracionada em três processos para burlar a exigência de estudos de impacto ambiental. Também questiona a dispensa indevida desses estudos e a concessão das licenças.