Este documento descreve a existência provável de uma tradição épica oral em Portugal sobre Afonso Henriques, similar à tradição épica castelhana. Discute como os relatos dos jograis eram tidos como fontes históricas pelos cronistas medievais. Argumenta que estas narrativas preservavam a memória dos acontecimentos de forma mais fiel do que a simples conversa, através da fixação em verso e canto.