O artigo analisa a educação durante o período colonial em África, destacando como as escolas foram utilizadas para sustentar projetos de dominação e segregação, ao mesmo tempo em que serviram de base para movimentos anticoloniais. A formação educacional visava transformar os indígenas em 'assimilados', promovendo a cultura e o trabalho europeus, mas também se tornou uma ferramenta para a construção de identidades nacionais pós-independência. Exemplos de Angola e Moçambique ilustram a dualidade da educação como instrumento tanto de opressão quanto de resistência.