As versões da origem de Roma
OrigemLendáriaConta a lenda que Roma foi fundada em 753 a.C. por Rômulo e Remo, os gêmeos, filhos do deus Marte, que foram abandonados às margens do Tibre logo após o nascimento e, milagrosamente, sobreviveram amamentados por uma loba. Sabe-se que os irmãos foram recolhidos por um pastor, Fáustulo, sendo criados por uma mulher AccaLaurentia e, quando crescidos, disputaram o trono da nova cidade.  Os relatos apontam que Remo, para insultar o irmão, saltara as muralhas da cidade erguida por Rômulo; este lançou-se sobre Remo e matou-o dizendo: "Assim há de morrer aquele que transpuser minhas muralhas." Desta forma Rômulo ficou sendo o único chefe, e a nova cidade recebeu o nome de seu fundador.
Origemhistórica – I versãoRoma foi por muito tempo uma pequena aldeia de pastores e agricultores, próxima ao rio Tibre.Essa aldeia tornou ponto de passagem para os mercadores e pastores que migravam com seus rebanhos.A região próxima ao Tibre era riquíssima em sal, o produto era transportado para Roma depois escoado para península itálica e outras regiões.Assim Roma tornou um centro comercial de mercadorias agrícolas, gado e sal.
Origemhistórica – I I versãoA história, porém, atesta que Roma provavelmente surgiu como uma fortificação militar por volta do século VIII a.C. -para defender-se dos povos etruscos.A economia no período era baseada na agricultura e no pastoreio.
Classes sociais
A terra em RomaQuanto mais terras a pessoa possuía, mais prestígio social teria.Essas terras, porém, podiam ser públicas ou privadas: As terras privadas eram ocupadas por famílias romanas desde os primeiros tempos,
As terras públicas, por sua vez, geralmente eram as conquistadas de outros povos durante a expansão romana.Períodos de Roma    Monarquia (753 a.C. a 509 a.C.)     República(509 a.C. a 29 a.C.)            Império(29 a.C. a 476 d.C.)
Monarquia A documentação do período monárquico de Roma é muito precária, o que torna este período menos conhecido que os períodos posteriores.Várias dessas anotações registram a sucessão de sete reis, começando com Rômulo em 753 a.C., como representado nas obras de Virgílio (Eneida) e Tito Lívio (História de Roma).A região do Lácio foi habitada por vários povos. Além dos latinos, os etruscos tiveram um papel importante na história da Monarquia de Roma, já que vários dos reis tinham origem etrusca.
Durante a monarquia, o rei  acumulava os poderes: executivo, judicial e religiosoO monarca era ainda auxiliado por dois instrumentos :Senado:(Conselho de Anciãos) formado por patrícios que detinham o poder legislativo e de veto. Assembléia: formado por todos os cidadãos em idade militar, função de aprovar o Rei escolhido pelo senado e declarar a guerra e a paz.O fim da monarquiaTarquínio, o Soberbo, foi o último rei de Roma, tendo-na governado de 534 a 509 a.C, Foi deposto por uma revolta patrícia em virtude de seu despotismoEle desejava reduzir a importância do Senado, Os patrícios passaram a concentrar o poder através do Senado, instaurando a Republica inicia um novo período de Roma.
Republica romanaNeste período Roma deixa de ser uma aldeia e ganha fisionomia de uma cidade.Nobres
Comerciantes
Artesãos
ArtistasO governo da Republica romanaO senadoOs magistradosAs assembléiasTribunos da Plebe
O senadoDurante o período republicano, o Senado romano ganhou grande poder.As atividades executivas eram exercidas pelos cônsulesOs senadores,(sempre de origem patrícia), cuidavam:das finanças públicas,
 da administração
 e da política externa.Magistrados (funcionários ordinários)OS CÔNSULES. Eram considerados senadores de maior hierarquia do que os demais,
Eleitos para um mandato de um ano,
Os debates seguiam tal hierarquia e senioridade.
Como detentores do poder militar, indicava o alto comando do exército romano.
convocavam o senado e as assembléias popularesPretoresComo magistratura eminentemente judicialOs pretores eram as altas autoridades para o procedimento judicialCensoresTambém chamados sanctissimusmagistratus. Segundo o costume, os censores eram eleitos entre os ex cônsules.Funções: o exame da lista dos senadores (lectiosenatus),
a atualização das listas de cidadãos (census),
a vigilância sobre os costumes (cura morum)
 a direção dos bens do Estado e das obras públicas.EDISEstes magistrados eram eleitos de quatro em quatro anos.
Era uma magistratura de polícia,
 Vigiavam a ordem pública em Roma e nos seus arrabaldes,
Fiscalizavam os edifícios e as construções, a limpeza das ruas e praças, as condições de higiene nas termas, etc.
Supervisionavam o abastecimento de víveres à cidade, agindo contra a especulação nos artigos de primeira necessidade,
 vigiavam pela qualidade dos produtos no mercado, controlando os pesos e as medidas.
Também tinham a seu cargo a organização dos jogos públicos,QUESTORESFunções de tesoureiros do Estado.Administravam o Tesouro do Estado, guardado no templo de Saturno. Tinham a custódia dos arquivos do Estado Patrícios XPlebeus
Tribunos da PlebeA criação dos tribunos da plebe está ligada às lutas dos plebeus por uma maior participação política e melhores condições de vida.Em 367 a.C, foi aprovada a Lei Licínia, que garantia a participação dos plebeus no Consulado (dois cônsules eram eleitos: um patrício e um plebeu).Esta lei também acabou com a escravidão por dívidas (válida somente para cidadãos romanos).Reforma agrária  - Tibério e Caio(IRMÃOS GRACO)Na tentativa de atender os interesses populares, os Graco pretenderam fazer reformas com o objetivo de diminuir o êxodo rural e oferecer trabalho e melhores condições à aquela numerosa população que estava vivendo na cidade. Por trás dessas reformas o objetivo maior era diminuir as tensões entre patrícios e plebeus
Motivos que enfraqueceram a republicaO Senado, enquanto instrumento de poder da elite patrícia, sofreu uma forte contestação:Comerciantes extremamente enriquecidos com a expansão de Roma; Plebeus miseráveis e descontentes; Enorme contingente de escravos. pretensões políticas dos generais, fortalecidos pela crescente importância do Exército na vida romana.
Tentativa de golpe autocrataAs instituições republicanas encontravam-se em crise desde o princípio do século I a.C.,Sulla quebrou todas as regras constitucionais ao tomar a cidade de Roma com o seu exército, em 82 a.C.,
Objetivo: tornar Ditador Vitalício.
Sulla resignou e devolveu o poder ao Senado Romano, mas no entanto o precedente estava lançado.O fim da republicaUma imensa instabilidade política, na qual revoltas de escravos, guerras civis, ditaduras, tentativas de golpe e governos formalmente ilegais sucederam-se.Em meio a essa crise, formou-se uma aliança envolvendo Crasso e Pompeu, dois generais que se fizeram eleger cônsules em 62 a.C.Entretanto, crescia a fama de Caio Júlio, também general, que havia acabado de conquistar a Gália, detentor de um prestígio cada vez mais amplo junto à plebe romana - e, notadamente, junto ao Exército.
Primeiro triunviratoAnte o crescente prestígio de Júlio, Crasso e Pompeu viram-se obrigados a aceitar sua presença no poder, criando uma fórmula chamada de Triunvirato, ilegal e não prevista na composição institucional da República.A morte de Crasso, em 53 a.C., fez com que a oposição entre Pompeu, direto representante dos interesses da aristocracia patrícia, e Júlio ficasse explícita.
Pompeu x julius césarDeclaradamente Pompeu e Julius passa a disputar o poder.Com a vitoria Julius César este é nomeado cônsul vitalício.Tornava uma Ditadura (diferente dos conceitos atuais) comandada por Gaius Julius César
Gaius Julius CésarCésar então teve o título de ditador e concentrou todo o poder em Roma.Obras:Reformou as instituiçõesConferiu maior celebridade à justiça,Estimulou o crescimento econômico,Aperfeiçoou o governo das provínciasPromoveu festas para alegrar o povo.Outra frase célebre de César dita em 47 a.c. na Ásia foi Venividivici (Vim, vi e venci)A morte de julius césarCésar sempre governou visualizando o interesse geral. Graças as suas reformas, Júlio César conquistou enorme apoio popular, Em compensação, os ricos (aristocratas e patrícios) sentiram-se prejudicados em seus privilégios e começaram a conspirar. O centro dessa conspiração era o Senado, controlado por patrícios.No dia 15 de março de 44 a.C., quando Júlio César entrava no Senado, os conspiradores o envolveram armados de punhais.Júlio Cesar recebeu 23 punhaladas, e suas palavras derradeiras demonstram antes de tudo um coração dilacerado pela ingratidão, especialmente de Brutus, filho único e adotivo.O assassinato de César provocou uma verdadeira revolta popular.
Segundo triunviratoO Segundo Triunvirato foi estabelecido em 43 a.C., na República Romana, entre Marco António, Octávio e Lépido, que haveria de se prolongar até 33 a.C.Ao contrário do primeiro triunvirato (acordo informal), o segundo triunvirato foi uma aliança política formal reconhecida pelo Senado.A luta pelo poder no Segundo Triunvirato continuou, Lépido foi afastado do poder,Em seguida Octavio vence as forças de Marco Antonio e torna-se o primeiro Imperador de Roma com  titulo de Octávio Augusto
Augusto (63 a.C. - 14 d.C.).O reinado de César Augusto é considerado período de prosperidade e expansão. A nova estrutura política; título era "César" e foi este que Augusto e seus sucessores adaptaram. Augusto era também comandante-chefe do exércitodecidia a guerra ou a paz, Se auto-nomeou "tribuno por toda a vida".
Sinais de um grande imperioNasceu como conseqüência do esforço de expansão crescente de Roma durante os séculos III e II a.C.. Nos últimos anos do século II a.C., Caio Mário transformou o exército romano num exército profissional
Exercito romano instrumento do poderA lealdade dos soldados de uma legião era declarada ao general que a liderava e não à sua pátria.
Este fato, combinado com as numerosas guerras que Roma travou nos finais da República favoreceu o surgimento de uma série de líderes militares (Lúcio Cornélio Sulla, Pompeu, Júlio César),
A percebendo-se da força à sua disposição, começam a utilizá-la como meio de obter ou reforçar o seu poder político.O exército romanoO Império Romano dependia de um exército forte e bem organizado, que realizava as campanhas de expansão e defendia as fronteiras.Os legionários eram a base do exército romano (a maioria deles eram voluntários). Para entrar no exército era imprescindível ser cidadão romano. O exército estruturava-se em legiões de seis mil soldados, cada uma dividida em dez cortes.
Expansão de RomaApós dominar toda a península itálica, os romanos partiram para as conquistas de outros territórios. Com um exército bem preparado e muitos recursos, venceram os cartagineses nas Guerras Púnicas (século III a.C).Esta vitória foi muito importante, pois garantiu a supremacia romana no Mar Mediterrâneo.Os romanos passaram a chamar o Mediterrâneo de “MareNostrum”.
Após dominar Cartago, Roma ampliou suas conquistas, dominando:a Grécia, o Egito, a Macedônia, a Gália, a Germânia, a Trácia, a Síria a Palestina.
Conseqüências da expansão romanaCom as conquistas, a vida e a estrutura de Roma passaram por significativas mudanças: O império romano passou a ser muito mais comercial do que agrário.
Povos conquistados foram escravizados ou passaram a pagar impostos para o império.
As províncias (regiões controladas por Roma) renderam grandes recursos para Roma.
 A capital do Império Romano enriqueceu e a vida dos romanos mudou.Cidade de Roma no século I a.C.No século I a.C., Roma, cidade repleta de confortos:Casas comerciais,JardinsEdifícios monumentais. Melhorias no sistema de esgotos e nos aquedutos da cidade.
Diferenças culturaisO império que Augusto recebeu era vasto e heterogêneo, com várias línguas e vários povos:O grego era a língua mais falada nos territórios orientais, O latim progredia pouco nestes territórios, mas nos territórios ocidentais era a língua mais falada.Augusto passou a tratar todos os habitantes do império como iguais Visitou várias zonas para verificar quais os problemas de cada província, assim estas floresceram e atingiram o máximo do seu desenvolvimento.
A religião romanaA religião romana foi formada combinando diversos cultos e várias influências. (Crenças etruscas, gregas e orientais).O Estado romano propagava uma religião oficial que prestava culto aos grandes deuses de origem grega, porém com nomes latinos.
Os rituais religiosos romanos eram controlados pelos governantes romanos. O culto a uma religião diferente a do império era proibida e condenada. *Os cristãos, por exemplo, foram perseguidos e assassinados em várias províncias do império romano.
Muitos imperadores, por exemplo, exigiram o culto pessoal como se fossem deuses. Esta prática começou a partir do governo do imperador Júlio César.O Edito de Milão de Constantino estabeleceu a liberdade de culto aos cristãos, encerrando as violentas perseguições,No século IV d.C., o cristianismo tornou-se a religião oficial, por determinação do imperador Teodósio, A prática do politeísmo foi, aos poucos, sendo abandonada.

2 roma

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    As versões daorigem de Roma
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    OrigemLendáriaConta a lendaque Roma foi fundada em 753 a.C. por Rômulo e Remo, os gêmeos, filhos do deus Marte, que foram abandonados às margens do Tibre logo após o nascimento e, milagrosamente, sobreviveram amamentados por uma loba. Sabe-se que os irmãos foram recolhidos por um pastor, Fáustulo, sendo criados por uma mulher AccaLaurentia e, quando crescidos, disputaram o trono da nova cidade.  Os relatos apontam que Remo, para insultar o irmão, saltara as muralhas da cidade erguida por Rômulo; este lançou-se sobre Remo e matou-o dizendo: "Assim há de morrer aquele que transpuser minhas muralhas." Desta forma Rômulo ficou sendo o único chefe, e a nova cidade recebeu o nome de seu fundador.
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    Origemhistórica – IversãoRoma foi por muito tempo uma pequena aldeia de pastores e agricultores, próxima ao rio Tibre.Essa aldeia tornou ponto de passagem para os mercadores e pastores que migravam com seus rebanhos.A região próxima ao Tibre era riquíssima em sal, o produto era transportado para Roma depois escoado para península itálica e outras regiões.Assim Roma tornou um centro comercial de mercadorias agrícolas, gado e sal.
  • 6.
    Origemhistórica – II versãoA história, porém, atesta que Roma provavelmente surgiu como uma fortificação militar por volta do século VIII a.C. -para defender-se dos povos etruscos.A economia no período era baseada na agricultura e no pastoreio.
  • 7.
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    A terra emRomaQuanto mais terras a pessoa possuía, mais prestígio social teria.Essas terras, porém, podiam ser públicas ou privadas: As terras privadas eram ocupadas por famílias romanas desde os primeiros tempos,
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    As terras públicas,por sua vez, geralmente eram as conquistadas de outros povos durante a expansão romana.Períodos de Roma Monarquia (753 a.C. a 509 a.C.) República(509 a.C. a 29 a.C.) Império(29 a.C. a 476 d.C.)
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    Monarquia A documentaçãodo período monárquico de Roma é muito precária, o que torna este período menos conhecido que os períodos posteriores.Várias dessas anotações registram a sucessão de sete reis, começando com Rômulo em 753 a.C., como representado nas obras de Virgílio (Eneida) e Tito Lívio (História de Roma).A região do Lácio foi habitada por vários povos. Além dos latinos, os etruscos tiveram um papel importante na história da Monarquia de Roma, já que vários dos reis tinham origem etrusca.
  • 11.
    Durante a monarquia,o rei acumulava os poderes: executivo, judicial e religiosoO monarca era ainda auxiliado por dois instrumentos :Senado:(Conselho de Anciãos) formado por patrícios que detinham o poder legislativo e de veto. Assembléia: formado por todos os cidadãos em idade militar, função de aprovar o Rei escolhido pelo senado e declarar a guerra e a paz.O fim da monarquiaTarquínio, o Soberbo, foi o último rei de Roma, tendo-na governado de 534 a 509 a.C, Foi deposto por uma revolta patrícia em virtude de seu despotismoEle desejava reduzir a importância do Senado, Os patrícios passaram a concentrar o poder através do Senado, instaurando a Republica inicia um novo período de Roma.
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    Republica romanaNeste períodoRoma deixa de ser uma aldeia e ganha fisionomia de uma cidade.Nobres
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    ArtistasO governo daRepublica romanaO senadoOs magistradosAs assembléiasTribunos da Plebe
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    O senadoDurante operíodo republicano, o Senado romano ganhou grande poder.As atividades executivas eram exercidas pelos cônsulesOs senadores,(sempre de origem patrícia), cuidavam:das finanças públicas,
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    e dapolítica externa.Magistrados (funcionários ordinários)OS CÔNSULES. Eram considerados senadores de maior hierarquia do que os demais,
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    Eleitos para ummandato de um ano,
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    Os debates seguiamtal hierarquia e senioridade.
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    Como detentores dopoder militar, indicava o alto comando do exército romano.
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    convocavam o senadoe as assembléias popularesPretoresComo magistratura eminentemente judicialOs pretores eram as altas autoridades para o procedimento judicialCensoresTambém chamados sanctissimusmagistratus. Segundo o costume, os censores eram eleitos entre os ex cônsules.Funções: o exame da lista dos senadores (lectiosenatus),
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    a atualização daslistas de cidadãos (census),
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    a vigilância sobreos costumes (cura morum)
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    a direçãodos bens do Estado e das obras públicas.EDISEstes magistrados eram eleitos de quatro em quatro anos.
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    Vigiavam aordem pública em Roma e nos seus arrabaldes,
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    Fiscalizavam os edifíciose as construções, a limpeza das ruas e praças, as condições de higiene nas termas, etc.
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    Supervisionavam o abastecimentode víveres à cidade, agindo contra a especulação nos artigos de primeira necessidade,
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    vigiavam pelaqualidade dos produtos no mercado, controlando os pesos e as medidas.
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    Também tinham aseu cargo a organização dos jogos públicos,QUESTORESFunções de tesoureiros do Estado.Administravam o Tesouro do Estado, guardado no templo de Saturno. Tinham a custódia dos arquivos do Estado Patrícios XPlebeus
  • 32.
    Tribunos da PlebeAcriação dos tribunos da plebe está ligada às lutas dos plebeus por uma maior participação política e melhores condições de vida.Em 367 a.C, foi aprovada a Lei Licínia, que garantia a participação dos plebeus no Consulado (dois cônsules eram eleitos: um patrício e um plebeu).Esta lei também acabou com a escravidão por dívidas (válida somente para cidadãos romanos).Reforma agrária - Tibério e Caio(IRMÃOS GRACO)Na tentativa de atender os interesses populares, os Graco pretenderam fazer reformas com o objetivo de diminuir o êxodo rural e oferecer trabalho e melhores condições à aquela numerosa população que estava vivendo na cidade. Por trás dessas reformas o objetivo maior era diminuir as tensões entre patrícios e plebeus
  • 33.
    Motivos que enfraquecerama republicaO Senado, enquanto instrumento de poder da elite patrícia, sofreu uma forte contestação:Comerciantes extremamente enriquecidos com a expansão de Roma; Plebeus miseráveis e descontentes; Enorme contingente de escravos. pretensões políticas dos generais, fortalecidos pela crescente importância do Exército na vida romana.
  • 34.
    Tentativa de golpeautocrataAs instituições republicanas encontravam-se em crise desde o princípio do século I a.C.,Sulla quebrou todas as regras constitucionais ao tomar a cidade de Roma com o seu exército, em 82 a.C.,
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    Sulla resignou edevolveu o poder ao Senado Romano, mas no entanto o precedente estava lançado.O fim da republicaUma imensa instabilidade política, na qual revoltas de escravos, guerras civis, ditaduras, tentativas de golpe e governos formalmente ilegais sucederam-se.Em meio a essa crise, formou-se uma aliança envolvendo Crasso e Pompeu, dois generais que se fizeram eleger cônsules em 62 a.C.Entretanto, crescia a fama de Caio Júlio, também general, que havia acabado de conquistar a Gália, detentor de um prestígio cada vez mais amplo junto à plebe romana - e, notadamente, junto ao Exército.
  • 37.
    Primeiro triunviratoAnte ocrescente prestígio de Júlio, Crasso e Pompeu viram-se obrigados a aceitar sua presença no poder, criando uma fórmula chamada de Triunvirato, ilegal e não prevista na composição institucional da República.A morte de Crasso, em 53 a.C., fez com que a oposição entre Pompeu, direto representante dos interesses da aristocracia patrícia, e Júlio ficasse explícita.
  • 38.
    Pompeu x juliuscésarDeclaradamente Pompeu e Julius passa a disputar o poder.Com a vitoria Julius César este é nomeado cônsul vitalício.Tornava uma Ditadura (diferente dos conceitos atuais) comandada por Gaius Julius César
  • 39.
    Gaius Julius CésarCésarentão teve o título de ditador e concentrou todo o poder em Roma.Obras:Reformou as instituiçõesConferiu maior celebridade à justiça,Estimulou o crescimento econômico,Aperfeiçoou o governo das provínciasPromoveu festas para alegrar o povo.Outra frase célebre de César dita em 47 a.c. na Ásia foi Venividivici (Vim, vi e venci)A morte de julius césarCésar sempre governou visualizando o interesse geral. Graças as suas reformas, Júlio César conquistou enorme apoio popular, Em compensação, os ricos (aristocratas e patrícios) sentiram-se prejudicados em seus privilégios e começaram a conspirar. O centro dessa conspiração era o Senado, controlado por patrícios.No dia 15 de março de 44 a.C., quando Júlio César entrava no Senado, os conspiradores o envolveram armados de punhais.Júlio Cesar recebeu 23 punhaladas, e suas palavras derradeiras demonstram antes de tudo um coração dilacerado pela ingratidão, especialmente de Brutus, filho único e adotivo.O assassinato de César provocou uma verdadeira revolta popular.
  • 40.
    Segundo triunviratoO SegundoTriunvirato foi estabelecido em 43 a.C., na República Romana, entre Marco António, Octávio e Lépido, que haveria de se prolongar até 33 a.C.Ao contrário do primeiro triunvirato (acordo informal), o segundo triunvirato foi uma aliança política formal reconhecida pelo Senado.A luta pelo poder no Segundo Triunvirato continuou, Lépido foi afastado do poder,Em seguida Octavio vence as forças de Marco Antonio e torna-se o primeiro Imperador de Roma com titulo de Octávio Augusto
  • 41.
    Augusto (63 a.C.- 14 d.C.).O reinado de César Augusto é considerado período de prosperidade e expansão. A nova estrutura política; título era "César" e foi este que Augusto e seus sucessores adaptaram. Augusto era também comandante-chefe do exércitodecidia a guerra ou a paz, Se auto-nomeou "tribuno por toda a vida".
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    Sinais de umgrande imperioNasceu como conseqüência do esforço de expansão crescente de Roma durante os séculos III e II a.C.. Nos últimos anos do século II a.C., Caio Mário transformou o exército romano num exército profissional
  • 43.
    Exercito romano instrumentodo poderA lealdade dos soldados de uma legião era declarada ao general que a liderava e não à sua pátria.
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    Este fato, combinadocom as numerosas guerras que Roma travou nos finais da República favoreceu o surgimento de uma série de líderes militares (Lúcio Cornélio Sulla, Pompeu, Júlio César),
  • 45.
    A percebendo-se daforça à sua disposição, começam a utilizá-la como meio de obter ou reforçar o seu poder político.O exército romanoO Império Romano dependia de um exército forte e bem organizado, que realizava as campanhas de expansão e defendia as fronteiras.Os legionários eram a base do exército romano (a maioria deles eram voluntários). Para entrar no exército era imprescindível ser cidadão romano. O exército estruturava-se em legiões de seis mil soldados, cada uma dividida em dez cortes.
  • 46.
    Expansão de RomaApósdominar toda a península itálica, os romanos partiram para as conquistas de outros territórios. Com um exército bem preparado e muitos recursos, venceram os cartagineses nas Guerras Púnicas (século III a.C).Esta vitória foi muito importante, pois garantiu a supremacia romana no Mar Mediterrâneo.Os romanos passaram a chamar o Mediterrâneo de “MareNostrum”.
  • 47.
    Após dominar Cartago,Roma ampliou suas conquistas, dominando:a Grécia, o Egito, a Macedônia, a Gália, a Germânia, a Trácia, a Síria a Palestina.
  • 48.
    Conseqüências da expansãoromanaCom as conquistas, a vida e a estrutura de Roma passaram por significativas mudanças: O império romano passou a ser muito mais comercial do que agrário.
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    Povos conquistados foramescravizados ou passaram a pagar impostos para o império.
  • 50.
    As províncias (regiõescontroladas por Roma) renderam grandes recursos para Roma.
  • 51.
    A capitaldo Império Romano enriqueceu e a vida dos romanos mudou.Cidade de Roma no século I a.C.No século I a.C., Roma, cidade repleta de confortos:Casas comerciais,JardinsEdifícios monumentais. Melhorias no sistema de esgotos e nos aquedutos da cidade.
  • 52.
    Diferenças culturaisO impérioque Augusto recebeu era vasto e heterogêneo, com várias línguas e vários povos:O grego era a língua mais falada nos territórios orientais, O latim progredia pouco nestes territórios, mas nos territórios ocidentais era a língua mais falada.Augusto passou a tratar todos os habitantes do império como iguais Visitou várias zonas para verificar quais os problemas de cada província, assim estas floresceram e atingiram o máximo do seu desenvolvimento.
  • 53.
    A religião romanaAreligião romana foi formada combinando diversos cultos e várias influências. (Crenças etruscas, gregas e orientais).O Estado romano propagava uma religião oficial que prestava culto aos grandes deuses de origem grega, porém com nomes latinos.
  • 54.
    Os rituais religiososromanos eram controlados pelos governantes romanos. O culto a uma religião diferente a do império era proibida e condenada. *Os cristãos, por exemplo, foram perseguidos e assassinados em várias províncias do império romano.
  • 55.
    Muitos imperadores, porexemplo, exigiram o culto pessoal como se fossem deuses. Esta prática começou a partir do governo do imperador Júlio César.O Edito de Milão de Constantino estabeleceu a liberdade de culto aos cristãos, encerrando as violentas perseguições,No século IV d.C., o cristianismo tornou-se a religião oficial, por determinação do imperador Teodósio, A prática do politeísmo foi, aos poucos, sendo abandonada.