Identificação de Perigos
Identificação de perigos
Elabore uma lista de profissões, tarefas e
operações realizadas por si ou por outros. Para
cada caso, identifique todos os riscos de que se
lembre.
Tempo: 10 minutos (pares)
Identificação de Perigos
 Revisão de Segurança
 Técnica de Incidentes Críticos
 O Que...Se
 Check-List
 O Que...Se/Check-list
Safety Review
Método de revisão de uma instalação industrial in
loco.
Busca identificar:
 Procedimentos operacionais erróneos
 Condições de risco
Técnica de Incidentes Críticos
Esta técnica é resultado de estudos no Programa
de Psicologia de Avaliação da Força Aérea dos
Estados Unidos
Técnica de Incidentes Críticos
Análise operacional, qualitativa, aplicada na fase
operacional do sistema.
Identifica erros e condições inseguras, utilizando
uma amostra aleatória estratificada de
observadores-participantes.
Técnica de Incidentes Críticos
Possui grande potencial para
identificar perigos sem a utilização
de técnicas mais sofisticadas e
quando o tempo é restrito.
Técnica de Incidentes Críticos
Busca:
Identificar os riscos de um sistema
Faz:
Uma análise do histórico de incidentes críticos ocorridos
Como:
Entrevistas a pessoas com experiência sobre o processo em
análise
Técnica de Incidentes Críticos
Seleccionam-se os observadores-
participantes, de modo a representar as
diferentes operações, dentro das categorias
de risco.
Interrogam-se, sendo incentivados a recordar
e a descrever os incidentes críticos.
Técnica de Incidentes Críticos
Os incidentes críticos pertinentes são transcritos e
classificados em categorias de risco.
Definem-se as áreas-problema e a priorizam-se as
acções
Distribuem-se os recursos disponíveis, para a
correcção e/ou para a prevenção
Técnica de Incidentes Críticos
DEVE ser aplicada periodicamente a
fim de:
 Detectar novas áreas-problema
 Aferir a eficiência das medidas já
implementadas
Eficácia
 Detecta factores causais, em termos de erros
e condições inseguras
 Identifica as origens de acidentes
potencialmente com lesão
 Permite a identificação e exame dos
possíveis problemas de acidentes antes de
ocorrerem
What – IF (WI)
O que...se...?
What - If
É uma técnica de análise geral,
qualitativa, cuja aplicação é bastante
simples e útil, numa abordagem em
primeira instância na detecção exaustiva
de riscos.
Finalidade
Tentar identificar os riscos potenciais
que o processo encerra.
Passos Básicos
 Formação do comité de revisão
 Planeamento prévio
 Reunião organizacional
 Reunião de revisão do processo
Passos Básicos Reunião de formulação de questões
 Reunião de respostas às questões (formulação
consensual):
 Resposta aceite tal como submetida
 Resposta aceite após discussão e/ou modificação
 Aceitação adiada, dependente de investigação
adicional
 Relatório de revisão dos riscos do processo
Eficácia
Pode ser aplicado a qualquer processo industrial, em
qualquer estágio do seu projecto ou desenvolvimento.
Os seus resultados dependem em grande medida da
experiência e conhecimento do grupo de análise.
Normalmente é utilizada como complemento de outras
técnicas.
What - If
É uma técnica que examina
ordenadamente as respostas do
sistema frente às falhas de:
 Equipamentos
 Erros humanos
 Condições anormais do processo
Como se faz?
 Constituem-se duas equipas:
 Questionadora – conhecedora e familiarizada com os
sistema a ser analisado. Formula uma série de
pontos chave com a finalidade de guia para a
discussão
 Questionada – deve ser conhecedora do sistema
analisado. Procura responder a questões do
tipo “O que...se...”
O Que...Se
 Pensamento dedutivo
 normalmente utilizada como complemento ou
parte auxiliar de outras técnicas como:
 Checklist
 HazOp
 AMFE
Checklist
Finalidade
Comummente utilizados para:
 Identificar os riscos associados a um
processo
 Assegurar a concordância entre as
actividades desenvolvidas e os
procedimentos operacionais padronizados
O que faz
Analisa diversos aspectos do
sistema por comparação com uma
lista de itens pré-estabelecidos,
baseada em processos similares.
Como se faz
 Cria-se uma lista de itens pré-
estabelecidos, baseada em processos
similares.
 Comparam-se os aspectos do sistema
com a lista de itens pré-estabelecidos.
 Analisam-se os desvios.
Resultado
Tenta descobrir e documentar as possíveis
deficiências do sistema.
Normalmente são utilizadas para “refutar” ou
fortalecer os resultados obtidos por outras
técnicas
What-If/Checklist (WIC)
O que é?
União das técnicas: What-if e
Checklist, combinando o
Brainstorming gerado pela primeira
com a característica sistemática da
segunda.
Resultado
Análise mais detalhada e
completa do sistema.
Segurança no local de trabalho
Check-List
Elabore uma lista de dez pontos que considere
importantes para a redução ou eliminação dos
riscos de lesões, de acidentes ou de situações
desconfortáveis no seu local de trabalho habitual.
Tempo: 10 minutos

1991

  • 1.
  • 2.
    Identificação de perigos Elaboreuma lista de profissões, tarefas e operações realizadas por si ou por outros. Para cada caso, identifique todos os riscos de que se lembre. Tempo: 10 minutos (pares)
  • 3.
    Identificação de Perigos Revisão de Segurança  Técnica de Incidentes Críticos  O Que...Se  Check-List  O Que...Se/Check-list
  • 4.
    Safety Review Método derevisão de uma instalação industrial in loco. Busca identificar:  Procedimentos operacionais erróneos  Condições de risco
  • 5.
    Técnica de IncidentesCríticos Esta técnica é resultado de estudos no Programa de Psicologia de Avaliação da Força Aérea dos Estados Unidos
  • 6.
    Técnica de IncidentesCríticos Análise operacional, qualitativa, aplicada na fase operacional do sistema. Identifica erros e condições inseguras, utilizando uma amostra aleatória estratificada de observadores-participantes.
  • 7.
    Técnica de IncidentesCríticos Possui grande potencial para identificar perigos sem a utilização de técnicas mais sofisticadas e quando o tempo é restrito.
  • 8.
    Técnica de IncidentesCríticos Busca: Identificar os riscos de um sistema Faz: Uma análise do histórico de incidentes críticos ocorridos Como: Entrevistas a pessoas com experiência sobre o processo em análise
  • 9.
    Técnica de IncidentesCríticos Seleccionam-se os observadores- participantes, de modo a representar as diferentes operações, dentro das categorias de risco. Interrogam-se, sendo incentivados a recordar e a descrever os incidentes críticos.
  • 10.
    Técnica de IncidentesCríticos Os incidentes críticos pertinentes são transcritos e classificados em categorias de risco. Definem-se as áreas-problema e a priorizam-se as acções Distribuem-se os recursos disponíveis, para a correcção e/ou para a prevenção
  • 11.
    Técnica de IncidentesCríticos DEVE ser aplicada periodicamente a fim de:  Detectar novas áreas-problema  Aferir a eficiência das medidas já implementadas
  • 12.
    Eficácia  Detecta factorescausais, em termos de erros e condições inseguras  Identifica as origens de acidentes potencialmente com lesão  Permite a identificação e exame dos possíveis problemas de acidentes antes de ocorrerem
  • 13.
    What – IF(WI) O que...se...?
  • 14.
    What - If Éuma técnica de análise geral, qualitativa, cuja aplicação é bastante simples e útil, numa abordagem em primeira instância na detecção exaustiva de riscos.
  • 15.
    Finalidade Tentar identificar osriscos potenciais que o processo encerra.
  • 16.
    Passos Básicos  Formaçãodo comité de revisão  Planeamento prévio  Reunião organizacional  Reunião de revisão do processo
  • 17.
    Passos Básicos Reuniãode formulação de questões  Reunião de respostas às questões (formulação consensual):  Resposta aceite tal como submetida  Resposta aceite após discussão e/ou modificação  Aceitação adiada, dependente de investigação adicional  Relatório de revisão dos riscos do processo
  • 18.
    Eficácia Pode ser aplicadoa qualquer processo industrial, em qualquer estágio do seu projecto ou desenvolvimento. Os seus resultados dependem em grande medida da experiência e conhecimento do grupo de análise. Normalmente é utilizada como complemento de outras técnicas.
  • 19.
    What - If Éuma técnica que examina ordenadamente as respostas do sistema frente às falhas de:  Equipamentos  Erros humanos  Condições anormais do processo
  • 20.
    Como se faz? Constituem-se duas equipas:  Questionadora – conhecedora e familiarizada com os sistema a ser analisado. Formula uma série de pontos chave com a finalidade de guia para a discussão  Questionada – deve ser conhecedora do sistema analisado. Procura responder a questões do tipo “O que...se...”
  • 21.
    O Que...Se  Pensamentodedutivo  normalmente utilizada como complemento ou parte auxiliar de outras técnicas como:  Checklist  HazOp  AMFE
  • 22.
  • 23.
    Finalidade Comummente utilizados para: Identificar os riscos associados a um processo  Assegurar a concordância entre as actividades desenvolvidas e os procedimentos operacionais padronizados
  • 24.
    O que faz Analisadiversos aspectos do sistema por comparação com uma lista de itens pré-estabelecidos, baseada em processos similares.
  • 25.
    Como se faz Cria-se uma lista de itens pré- estabelecidos, baseada em processos similares.  Comparam-se os aspectos do sistema com a lista de itens pré-estabelecidos.  Analisam-se os desvios.
  • 26.
    Resultado Tenta descobrir edocumentar as possíveis deficiências do sistema. Normalmente são utilizadas para “refutar” ou fortalecer os resultados obtidos por outras técnicas
  • 27.
  • 28.
    O que é? Uniãodas técnicas: What-if e Checklist, combinando o Brainstorming gerado pela primeira com a característica sistemática da segunda.
  • 29.
    Resultado Análise mais detalhadae completa do sistema.
  • 30.
    Segurança no localde trabalho Check-List Elabore uma lista de dez pontos que considere importantes para a redução ou eliminação dos riscos de lesões, de acidentes ou de situações desconfortáveis no seu local de trabalho habitual. Tempo: 10 minutos