1|   Apostila –O Chamado de um Povo



                     O CHAMADO DE UM POVO



Na noite passada eu parecia estar em pé diante de um grande
número de pessoas que não estavam unidas. Um recuava enquanto
o outro desejava avançar. Não estavam em posição de unidade uns
com os outros. Vi um ser celestial aparecer diante deles, e o ouvi dizer:
"Ponde-vos em linha! Ninguém está travando uma batalha à sua própria
custa. O Capitão do regimento diz: "Ponde-vos em linha!" (MM, Este Dia
Com Deus, 33)


Nas visões da noite tenho dado o claro testemunho de que o Senhor
Jesus será encontrado por todos os que O buscarem de todo o coração,
apegando-se a Ele pela fé. Eu estava falando a vós com intenso fervor.
Atendei à oração de Cristo por unidade. Afastai as suspeitas com
que Satanás tem procurado desviar-vos. Repeli o inimigo, e então o
Espírito do Senhor arvorará para vós um estandarte contra o
inimigo. ... (Idem, 72)


É necessário um movimento geral, mas este tem de começar com
movimentos individuais. Que em toda igreja os membros de cada
família façam esforços decididos de abnegação e de promoção do
trabalho. Que as crianças desempenhem uma parte. Que haja
cooperação de todos. Façamos nós mesmos o melhor que pudermos
neste tempo para dedicar a Deus nossa oferta, e pôr em prática Sua
vontade específica, criando assim uma ocasião para testemunho em
Seu favor e de Sua verdade num mundo de trevas. A lâmpada está em
nossas mãos. Deixemos que sua luz brilhe com intensidade. (CSE, 210)


Alegamos possuir maior soma de verdades do que as outras igrejas;
porém, se esta convicção não conduzir a maior consagração de nossa
parte, e a uma vida mais pura e mais santa, de que proveito será?
Melhor seria nesse caso que nunca tivéssemos recebido a luz da
verdade do que, professando aceitá-la, não sermos por ela santificados.
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Para podermos avaliar a importância dos interesses implicados
na conversão da alma, do erro para a verdade, cumpre saber
apreciar o valor da imortalidade e avaliar os sofrimentos da
segunda morte. Devemos poder formar uma idéia da honra e da
glória que Deus destina aos remidos e do que significa viver em
presença daquele que morreu para elevar e enobrecer o homem e
conferir ao vencedor um diadema real.
O valor de uma alma não pode ser devidamente apreciado pela mente
finita. Quão reconhecidos e gratos os remidos e os glorificados hão de
um dia recordar-se dos que serviram de instrumentos para a sua
salvação! Ninguém se arrependerá então dos esforços abnegados, dos
trabalhos perseverantes, da paciência, da renúncia e dos anelos
ardentes pelas almas, que, aliás, podiam ter perecido se tivessem
negligenciado o seu dever ou se cansado de fazer bem.
Entretanto, essas almas, trajando brancas vestes, se acham agora
entre o rebanho do grande Pastor. O fiel obreiro e a alma que foi
salva por seu trabalho, são saudados junto ao trono do Cordeiro e
conduzidos à árvore da vida e às fontes de água viva. Com que regozijo
o servo de Cristo contemplará esses remidos que então compartilham a
glória do Redentor, e quanto mais glorioso será o Céu para os que se
tiverem provado fiéis na obra de salvar almas! "Resplandecerão, como o
resplendor do firmamento; e os que a muitos ensinam a justiça refulgirão
como as estrelas sempre e eternamente." Dan. 12:3. (II TS, 263-264)


Assim estará o instrumento humano habilitado a cooperar com o divino.
Todo o agente estará subordinado ao Espírito Santo, e todos os crentes
unidos num esforço organizado e bem dirigido para dar ao mundo as
alegres novas da graça de Deus. (MM, Maravilhosa Graça, 108)


Os que são inclinados a considerar como supremo seu critério
individual, acham-se em grave perigo. É o estudado esforço de Satanás
separar a esses dos que são condutos de luz, e por cujo intermédio
Deus tem operado para edificar e estender Sua obra na Terra.
Negligenciar ou desprezar aqueles que Deus designou para arcar
com as responsabilidades da administração ligadas ao progresso
da verdade, é rejeitar o meio ordenado por Ele para auxílio,
animação e fortalecimento de Seu povo. Passar qualquer obreiro na
3|   Apostila –O Chamado de um Povo

causa do Senhor por alto a esses, e pensar que a luz não lhe deve vir
por nenhum outro instrumento mas diretamente de Deus, é assumir uma
atitude em que está sujeito a ser iludido pelo inimigo, e vencido. Em Sua
sabedoria, o Senhor tem designado que, mediante a íntima relação
mantida por todos os crentes, cristão esteja unido a cristão, igreja
a igreja. Assim estará o instrumento humano habilitado a cooperar
com o divino. Todo o agente estará subordinado ao Espírito Santo, e
todos os crentes unidos num esforço organizado e bem dirigido para dar
ao mundo as alegres novas da graça de Deus. (AA, 164)


Não obstante o fato de haver sido Paulo ensinado pessoalmente por
Deus, não mantinha ele idéias extremadas de responsabilidade
individual. Embora buscando de Deus a guia direta, estava sempre
pronto a reconhecer a autoridade contida no corpo de crentes unidos em
comunhão de igreja. Sentia a necessidade de aconselhar-se; e
quando surgiam assuntos de importância, alegrava-se em poder
apresentá-los perante a igreja, e em unir-se com os irmãos para
buscar de Deus sabedoria para fazer decisões acertadas. Mesmo
"os espíritos dos profetas", declarou ele, "estão sujeitos aos profetas.
Porque Deus não é Deus de confusão, senão de paz, como em todas as
igrejas dos santos". I Cor. 14:32 e 33. Com Pedro ele ensinava que
todos unidos na qualidade de igreja deviam ser "sujeitos uns aos
outros". I Ped. 5:5. (AA, 200)


União é força, e o Senhor deseja que esta verdade seja sempre
revelada em todos os membros do corpo de Cristo. Todos devem
ser unidos em amor, em mansidão, em humildade de espírito.
Organizados numa sociedade de crentes, com a finalidade de
combinarem e difundirem sua influência, compete-lhes trabalhar como
Cristo trabalhou. Sempre devem manifestar cortesia e respeito de
uns para com os outros. Todo talento tem o seu lugar, e deve ser
mantido sob o domínio do Espírito Santo. (MM, Exaltai-o, 296)


Cercados pelas práticas e influências do paganismo, os crentes
colossenses estavam em perigo de ser afastados da simplicidade do
evangelho, e Paulo, para adverti-los contra isto, apontou-lhes a Cristo
como o único Guia seguro. "Porque quero que saibais", escreveu ele,
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"quão grande combate tenho por vós, e pelos que estão em Laodicéia, e
por quantos não viram o meu rosto em carne; para que os seus
corações sejam consolados, e estejam unidos em caridade, e
enriquecidos da plenitude da inteligência, para conhecimento do
mistério de Deus - Cristo, em quem estão escondidos todos os
tesouros da sabedoria e da ciência. (AA, 473)


Tende a bondade de ler a exortação de Paulo aos colossenses. Ele fala
de seu veemente desejo de que os corações dos crentes sejam
"unidos em amor e enriquecidos da plenitude da inteligência, para
conhecimento do mistério de Deus - do Pai, e de Cristo; em quem
estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e da ciência".
Col. 2:2 e 3. "E digo isto", declara ele, "para que ninguém vos engane
com palavras persuasivas. Como, pois, recebestes o Senhor Jesus
Cristo, assim também andai nEle, arraigados e edificados nEle e
confirmados na fé, assim como fostes ensinados, crescendo em ação de
graças. Tende cuidado para que ninguém vos faça presa sua, por meio
de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os
rudimentos do mundo e não segundo Cristo; porque nEle habita
corporalmente toda a plenitude da divindade." Col. 2:4, 6-9. (I ME, 195)


Cristo havia terminado a obra que Lhe fora dada para fazer. Tinha
reunido os que deviam continuar Sua obra entre os homens. E disse: "E
nisso sou glorificado. E Eu já não estou mais no mundo; mas eles estão
no mundo, e Eu vou para Ti. Pai santo, guarda em Teu nome aqueles
que Me deste, para que sejam um, assim como Nós." "Eu não rogo
somente por estes, mas também por aqueles que pela Sua palavra hão
de crer em Mim; para que todos sejam um." "Eu neles, e Tu em Mim,
para que eles sejam perfeitos em unidade, e para que o mundo
conheça que Tu Me enviaste a Mim, e que os tens amado a eles como
Me tens amado a Mim." João 17:10-11, 20-21 e 23. (AA, 24)


À igreja primitiva tinha sido confiada uma obra de constante ampliação -
estabelecer centros de luz e bênção, onde quer que existissem almas
sinceras e dispostas a se dedicarem ao serviço de Cristo. A
proclamação do evangelho devia abranger o mundo, e os
mensageiros da cruz não poderiam esperar cumprir sua importante
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missão a menos que permanecessem unidos pelos laços da
afinidade cristã, revelando assim ao mundo que eles eram um com
Cristo em Deus. Não tinha seu divino Guia orado ao Pai: "Guarda em
Teu nome aqueles que Me deste, para que sejam um, assim como
Nós"? João 17:11. E não declarara Ele com respeito a Seus discípulos:
"O mundo os aborreceu, porque não são do mundo"? João 17:14. Não
pleiteara com o Pai que eles pudessem ser "perfeitos em unidade"
"para que o mundo creia que Tu Me enviaste"? João 17:23 e 21. Sua
vida e poder espirituais dependiam de íntima relação com Aquele que os
havia comissionado para pregar o evangelho. (AA, 90)


                           ATENÇÃO!

Cada um deve trabalhar em harmonia com seus irmãos. Em seu
trabalho, os obreiros de Deus devem ser essencialmente uma unidade.
Ninguém deve colocar-se como padrão, falando desconsideradamente a
respeito de seus companheiros, ou tratando-os como se eles fossem
inferiores. Sob o cuidado de Deus, cada um deve desincumbir-se da
tarefa que lhe foi indicada, devendo contar com o respeito, amor e
animação dos outros obreiros. Unidos devem eles conduzir a obra
rumo a sua terminação. (AA, 276)


A formação de pequenos grupos como base de esforço cristão, foi-me
apresentada por Aquele que não pode errar. Se há na igreja grande
número de membros, convém que se organizem em pequenos grupos a
fim de trabalhar, não somente pelos membros da própria igreja, mas
também pelos incrédulos. Se num lugar houver apenas dois ou três que
conheçam a verdade, organizem-se num grupo de obreiros.
Mantenham indissolúvel seu laço de união, apegando-se uns aos
outros com amor e unidade, animando-se mutuamente para
avançar, adquirindo cada qual ânimo e força do auxílio dos outros.
Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 84.


Cristo disse acerca dos primeiros discípulos e de todos os que
houvessem de nEle crer mediante a palavra deles: "Eu dei-lhes a glória
que a Mim Me deste, para que sejam um, como nós somos um. Eu
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neles, e Tu em Mim, para que sejam perfeitos em unidade, e para que o
mundo conheça que Tu Me enviaste a Mim e que tens amado a eles
como Me tens amado a Mim." João 17:22 e 23. (CBV, 405)


A personalidade do Pai e do Filho, bem como a unidade existente entre
Eles, é apresentada no capítulo dezessete de João, na oração de Cristo
por Seus discípulos: "E não rogo somente por estes, mas também
por aqueles que, pela Sua palavra, hão de crer em Mim; para que
todos sejam um, como Tu, o Pai, és em Mim, e Eu em Ti. (CBV, 421)


Deve existir perfeita unidade entre os obreiros que manuseiam
livros que hão de inundar o mundo de luz. Onde quer que seja
apresentada a obra da colportagem entre nosso povo, sejam
apresentados livros sobre saúde e religião como partes de uma obra
unida. A relação entre os livros religiosos e os de saúde é-me
apresentada como ilustrada pela união da trama com a urdidura para
formar um belo modelo e um perfeito trabalho. (Colp, Evang. 135)


Deus é a personificação da benevolência, da misericórdia e do
amor. Os que se acham realmente ligados com Ele não podem
estar em desarmonia uns com os outros. Sendo o coração regido por
Seu Espírito, desenvolve harmonia, amor e unidade. O contrário disso
vê-se entre os filhos de Satanás. A obra deste é suscitar inveja,
contenda e ciúmes. Em nome de meu Mestre, pergunto aos professos
seguidores de Cristo: Que frutos produzis? (CPPE, 90)


Está no plano de Deus que alguns sirvam em um ramo de trabalho, e
outros em ramos diversos - trabalhando todos sob o mesmo espírito. O
reconhecimento deste plano será uma salvaguarda contra a
emulação, o orgulho, a inveja, ou contra o desdém de um ao outro.
Fortalecerá a unidade e o amor mútuo. (CPPE, 315)


Na obra de salvar almas, reúne o Senhor obreiros com planos e idéias
diferentes, bem como diversos nos métodos de trabalho. Com essa
diversidade de mentes, porém, deve-se revelar unidade de
desígnio. Muitas vezes, no passado, a obra que o Senhor destinara a
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prosperar foi prejudicada devido a homens procurarem pôr um jugo
sobre os coobreiros que não seguiam os métodos que eles julgavam ser
os melhores. (Idem, 531)


Na obra da reforma, professores e estudantes devem cooperar, cada
um agindo no sentido do melhor interesse para que nossas escolas
sejam, o que Deus possa aprovar. Unidade de ação é necessária para
o sucesso. Um exército em batalha ficaria confuso e seria
derrotado se cada soldado individualmente agisse segundo os
seus próprios impulsos em vez de agirem todos harmoniosamente
sob a orientação de um competente general. Os soldados de Cristo
devem agir harmoniosamente. Poucos convertidos, unindo-se para um
grande propósito sob uma só cabeça, obterão vitórias em cada
obstáculo. (CSE, 125)


Aos alunos deve ser ensinado que eles não são átomos
independentes, mas que cada um é um fio que se deve unir a
outros fios na composição de um tecido. Em nenhum departamento
pode essa instrução ser ministrada com mais eficácia, do que na escola
doméstica. Aí se acham os alunos diariamente circundados de
oportunidades que, se forem aproveitadas, ajudarão grandemente no
desenvolvimento dos traços de caráter a formarem. Está no poder deles
próprios aproveitarem de tal maneira seu tempo e oportunidades que
formem um caráter que os torne úteis e felizes. Os que se encerram em
si mesmos, que são avessos a se desdobrarem para beneficiar os
outros mediante amigável convívio, perdem muitas bênçãos; pois
mediante o contato mútuo os espíritos são polidos e refinados; por meio
do intercâmbio social formam-se relações e amizades que dão em
resultado certa unidade de coração e uma atmosfera de amor que
agradam ao Céu. (CSE, 158)


Enquanto o espírito de crítica e de suspeita não for banido do
coração, o Senhor não pode realizar Seu anelo para a igreja - abrir
o caminho para o estabelecimento de escolas; enquanto não
houver unidade, Ele não moverá aqueles a quem confiou recursos
e aptidões para o progresso dessa obra. Os pais precisam atingir
mais elevada norma, observando o caminho do Senhor e praticando a
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justiça, de modo a serem portadores de luz. Importa que haja inteira
transformação de espírito e caráter. O espírito de desunião nutrido no
coração de alguns se comunicará a outros, e anulará a influência que a
escola exerceria para o bem. A menos que os pais estejam prontos e
ansiosos no sentido de cooperar com o professor para salvação de seus
filhos, não se acham preparados para o estabelecimento de uma escola
entre eles. (CSE, 188)


Jamais poderá a igreja alcançar a posição que Deus deseja que
alcance, enquanto não estiver ligada com simpatia aos seus
obreiros missionários. Jamais poderá existir a unidade por que
Cristo orou enquanto não se levar a espiritualidade para o trabalho
missionário, e a igreja não se tornar um instrumento para o sustento
das missões. (CSM, 47)


A princípio, muito poucos de nós havia para levar avante a obra, e era
muito necessário sermos unânimes para podermos fazer a obra avançar
com ordem e uniformidade. Ao vermos a importância de estar na
unidade da fé, nossas orações foram atendidas, e foram
respondidas as orações de Cristo de que fôssemos um assim
como Ele e o Pai eram Um. Éramos tão destituídos de recursos como
vós sois aqui nestes reinos, e freqüentemente andávamos com fome e
sofríamos devido à falta de roupa apropriada. Mas víamos que a
verdade devia avançar e nós devíamos ter os recursos para levá-la
avante. Buscamos então ao Senhor com muito fervor, a fim de que
abrisse o caminho para podermos alcançar o povo das diferentes
cidades e vilas, e meu esposo e eu tínhamos de trabalhar com nossas
mãos para obter recursos suficientes para nos locomovermos de um
para outro lugar, a fim de apresentar os tesouros da fé a outros.
Podíamos ver que o Senhor do Céu ia adiante de nós preparando o
caminho para o trabalho. (CSM, 303)


É pelo exercício desse amor prático que as igrejas se atraem cada
vez mais na unidade cristã. Pelo amor aos irmãos é aumentado o
amor a Deus, porque Ele não Se esqueceu dos que estavam
angustiados, e assim ascendem a Deus ações de graças pelo Seu
cuidado. "Porque a administração desse serviço não só supre as
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necessidades dos santos, mas também redunda em muitas graças, que
se dão a Deus." II Cor. 9:12. A fé dos irmãos, em Deus, aumenta, e eles
são levados a entregar sua alma e corpo a Deus como a um fiel Criador.
"Visto como, na prova desta administração, glorificam a Deus pela
submissão que confessais quanto ao evangelho de Cristo, e pela
liberalidade de vossos dons para com eles e para com todos." II Cor.
9:13. Review and Herald, 21 de agosto de 1894. (CSM, 344)


O Senhor necessita de todas as espécies de obreiros hábeis. "E Ele
mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para
evangelistas, e outros para pastores e doutores, querendo o
aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação
do corpo de Cristo; até que todos cheguemos à unidade da fé, e ao
conhecimento do Filho de Deus, a varão perfeito, à medida da
estatura completa de Cristo." Efés. 4:11-13. (CSS, 516)


O benévolo desígnio de Deus abrange cada ramo de Sua obra. A lei
da dependência e influência mútuas deve ser reconhecida e
seguida. "Nenhum de nós vive para si." O inimigo tem usado a
corrente da dependência para aproximar os homens. Eles se têm
unido para destruir no homem a imagem de Deus, para opor-se ao
evangelho pervertendo-lhe os princípios. São representados na
Palavra de Deus como sendo atados em molhos para ser queimados.
Satanás está unindo suas forças para perdição. A unidade do povo
escolhido de Deus tem sido terrivelmente abalada. Deus apresenta
um remédio. Este remédio não é uma influência entre muitas
influências, e no mesmo nível delas; é uma influência acima de todas
as de mais sobre a face da Terra, neutralizante, enaltecedora e
enobrecedora. Os que trabalham no evangelho devem ser elevados
e santificados; pois estão lidando com os princípios de Deus.
Atrelados a Cristo, são eles cooperadores de Deus. Assim deseja o
Senhor unir Seus seguidores uns aos outros, para que possam
ser uma força para o bem, realizando cada qual a sua parte, não
obstante nutrirem todos os sagrados princípios de dependência
da Cabeça. Testimonies, vol. 6, págs. 240-242. (CSS, 525)
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Entre o povo de Deus não deve haver dissensão, discórdia, guerra
de um contra outro. As forças da justiça devem ser uma unidade
em seu conflito contra o mal. Todas as forças do povo de Deus
devem dirigir-se contra as forças do inimigo. A vontade de todo filho de
Deus deve ser colocada ao lado da vontade de Deus. Os vigorosos
esforços de Satanás contra o bem e o terrível ódio de seus agentes
contra os instrumentos de Deus revelam a necessidade de união e
harmonia entre as forças da justiça. (MM, CT, 368)


Raramente encontramos duas pessoas exatamente iguais. Entre os
seres humanos, da mesma maneira que entre as coisas do mundo
natural, há diversidade. A unidade na diversidade entre os filhos de
Deus - a manifestação de amor e longanimidade a despeito da diferença
de disposição - eis o testemunho de que Deus enviou Seu Filho ao
mundo para salvar os pecadores. Manuscrito 99, 1902. (MM, Cuidado
de Deus, 41)


A unidade que existe entre Cristo e Seus discípulos não destrói
a personalidade nem de um nem de outro. No espírito, no
desígnio, no caráter, eles são um, porém não em pessoa.
Participando do Espírito de Deus, conformando-se com a lei do
Senhor, o homem se torna participante da natureza divina. Cristo
leva Seus discípulos a viva união com Ele e com o Pai. Pela atuação
do Espírito Santo na mente humana, o homem se torna perfeito em
Cristo. A unidade com Cristo estabelece um vínculo de unidade uns
com os outros. Essa unidade é a mais convincente prova para o
mundo quanto à majestade e a virtude de Cristo, e ao Seu poder de
tirar o pecado. Manuscrito 111, 1903. (Idem, 41)


Insisto com todos quantos alegam crer na verdade presente que
pratiquem o que é verdade. Se fizerem isto, terão uma influência
mais forte e poderosa para o bem. O mundo verá que o amor
expresso pelos crentes é o princípio central e controlador dos
seguidores de Cristo. O amor semelhante ao de Cristo une coração a
coração. A verdade atrai os homens e os une. Traz à harmonia e
unidade todos que têm uma ardente e viva fé no Salvador. Cristo
deseja que aqueles que nEle crêem se desenvolvam e se tornem fortes
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por associarem-se uns com os outros. Todos quantos trabalham
desinteressadamente no serviço do Mestre portam credenciais de que
Deus enviou Seu Filho a este mundo. (MM, Cuidado de Deus, 296)


Conquanto numa companhia de cristãos unidos em atividades na igreja,
nem todos tenham os mesmos talentos, é, porém, dever de todos
trabalhar. Os talentos diferem, mas a todo homem é designada sua
obra. Todos dependem de Cristo em Deus. Ele é a Cabeça gloriosa de
todos os níveis e classes de pessoas associadas mediante a fé na
Palavra de Deus. Unidos por uma crença comum nos princípios
celestiais são todos dependentes dAquele que é o Autor e Consumador
da fé. Ele criou os princípios que produzem unidade universal,
amor universal. Seus seguidores deveriam meditar sobre Seu
amor. Não deveriam ficar aquém de alcançar o padrão que lhes é
estabelecido. Se os princípios do cristianismo forem vividos, produzirão
harmonia universal e paz perfeita. Quando o coração é imbuído com o
Espírito de Cristo não há disputa nem busca por supremacia, nem luta
por ser senhores dirigentes. Manuscrito 46, 1902. (Idem, 296)


Os apóstolos diferiam largamente em hábitos e disposição. Havia o
publicano Levi Mateus e o ardente zelote Simão, o intransigente
inimigo da autoridade romana; o generoso e impulsivo Pedro, e
Judas, de vil espírito; Tomé, leal, se bem que tímido e temeroso;
Filipe, tardio de coração e inclinado à dúvida, e os ambiciosos e
francos filhos de Zebedeu, com seus irmãos. Estes foram reunidos,
com suas diferentes faltas, todos com herdadas e cultivadas tendências
para o mal; mas, em Cristo e por meio dEle, deviam fazer parte da
família de Deus, aprendendo a tornar-se um na fé, na doutrina, no
espírito. Teriam suas provas, suas ofensas mútuas, suas divergências
de opinião; mas enquanto Cristo habitasse no coração, não poderia
haver discórdia. Seu amor levaria ao amor de uns pelos outros; as
lições do Mestre conduziriam à harmonização de todas as diferenças,
pondo os discípulos em unidade, até que fossem de um mesmo espírito,
de um mesmo parecer. Cristo é o grande centro, e eles se deveriam
aproximar uns dos outros exatamente na proporção em que se
aproximassem do centro. (DTN, 296)
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A alma sincera e contrita é preciosa diante de Deus. Ele coloca o
Seu sinete sobre os homens, não por posição, não por fortuna, não
por sua grandeza intelectual, mas pela sua unidade com Cristo. O
Senhor da glória fica satisfeito com aqueles que são mansos e humildes
de coração. "Também me deste o escudo da Tua salvação: ... e a Tua
mansidão" - como elemento no caráter humano - "me engrandeceu."
Sal. 18:35. (DTN, 437)

Deus é luz; e nas palavras: "Eu sou a luz do mundo", Cristo declarou Sua
unidade com Deus e Sua relação para com toda a família humana. Fora
Ele que, no princípio, fizera com que "das trevas resplandecesse a luz." II
Cor. 4:6. Ele é a luz do Sol, e da Lua, e das estrelas. Era Ele a luz
espiritual que, em símbolo e tipo e profecia, brilhara sobre Israel.
Mas não somente para a nação judaica fora dada essa luz. Como os
raios solares penetram até aos mais afastados recantos da Terra, assim
a luz do Sol da Justiça resplandece sobre toda alma. (DTN, 464)

Esse amor é o testemunho de seu discipulado. "Nisto todos
conhecerão que sois Meus discípulos", disse Jesus, "se vos
amardes uns aos outros." João 13:35. Quando os homens se ligam
entre si, não pela força do interesse pessoal, mas pelo amor, mostram a
operação de uma influência que é superior a toda influência humana.
Onde existe esta unidade, é evidente que a imagem de Deus está
sendo restaurada na humanidade, que foi implantada nova vida. Mostra
que há na natureza divina poder para deter os sobrenaturais agentes do
mal, e que a graça de Deus subjuga o egoísmo inerente ao coração
natural. (DTN, 678)

Cristo concluíra a obra que Lhe fora dada a fazer. Glorificara a
Deus na Terra. Manifestara o nome do Pai. Reunira os que haviam
de continuar Sua obra entre os homens. E disse: "E, neles, Eu sou
glorificado." João 17:10. "E Eu já não estou mais no mundo; mas eles
estão no mundo, e Eu vou para Ti. Pai santo, guarda em Teu nome
aqueles que Me deste, para que sejam um assim como Nós." "E não
rogo somente por eles, mas também por aqueles que pela sua palavra
hão de crer em Mim; para que todos sejam um, ... Eu neles, e Tu em
Mim, para que eles sejam perfeitos em unidade, e para que o mundo
conheça que Tu Me enviaste a Mim, e que os tens amado a eles como
Me tens amado a Mim." João 17:11, 20 e 23. (Idem, 680)
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Para aquele que assim aprende a interpretar seus ensinos, toda a
natureza se ilumina; o mundo é um compêndio, e a vida uma escola. A
unidade do homem com a natureza e com Deus, o domínio
universal da lei, os resultados da transgressão, não podem deixar
de impressionar o espírito e moldar o caráter. (Educação, 100)


O desejo do apóstolo àqueles a quem enviava suas cartas de conselho
e admoestação, era que não fossem "mais meninos inconstantes,
levados em roda por todo o vento de doutrina"; mas para que viessem
"à unidade da fé, e ao conhecimento do Filho de Deus, a varão perfeito,
à medida da estatura completa de Cristo". Aconselhava aos que eram
seguidores de Jesus em comunidades pagãs, a não andarem como
andavam "também os outros gentios, na vaidade do seu sentido,
entenebrecidos no entendimento, separados da vida de Deus... pela
dureza do seu coração" (Efésios 4:14, 13, 17 e 18), mas "como sábios,
remindo o tempo; porquanto os dias são maus". Efésios 5:15 e 16.
Animava os crentes a olharem ao tempo em que Cristo, o qual "amou a
igreja, e a Si mesmo Se entregou por ela", haveria de a "apresentar a Si
mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante,
mas santa e irrepreensível". Efésios 5:25 e 27. (AA, 470)
13. o chamado de um povo

13. o chamado de um povo

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    1| Apostila –O Chamado de um Povo O CHAMADO DE UM POVO Na noite passada eu parecia estar em pé diante de um grande número de pessoas que não estavam unidas. Um recuava enquanto o outro desejava avançar. Não estavam em posição de unidade uns com os outros. Vi um ser celestial aparecer diante deles, e o ouvi dizer: "Ponde-vos em linha! Ninguém está travando uma batalha à sua própria custa. O Capitão do regimento diz: "Ponde-vos em linha!" (MM, Este Dia Com Deus, 33) Nas visões da noite tenho dado o claro testemunho de que o Senhor Jesus será encontrado por todos os que O buscarem de todo o coração, apegando-se a Ele pela fé. Eu estava falando a vós com intenso fervor. Atendei à oração de Cristo por unidade. Afastai as suspeitas com que Satanás tem procurado desviar-vos. Repeli o inimigo, e então o Espírito do Senhor arvorará para vós um estandarte contra o inimigo. ... (Idem, 72) É necessário um movimento geral, mas este tem de começar com movimentos individuais. Que em toda igreja os membros de cada família façam esforços decididos de abnegação e de promoção do trabalho. Que as crianças desempenhem uma parte. Que haja cooperação de todos. Façamos nós mesmos o melhor que pudermos neste tempo para dedicar a Deus nossa oferta, e pôr em prática Sua vontade específica, criando assim uma ocasião para testemunho em Seu favor e de Sua verdade num mundo de trevas. A lâmpada está em nossas mãos. Deixemos que sua luz brilhe com intensidade. (CSE, 210) Alegamos possuir maior soma de verdades do que as outras igrejas; porém, se esta convicção não conduzir a maior consagração de nossa parte, e a uma vida mais pura e mais santa, de que proveito será? Melhor seria nesse caso que nunca tivéssemos recebido a luz da verdade do que, professando aceitá-la, não sermos por ela santificados.
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    A p os t i l a – U m C h a m a d o d e u m P o v o |2 Para podermos avaliar a importância dos interesses implicados na conversão da alma, do erro para a verdade, cumpre saber apreciar o valor da imortalidade e avaliar os sofrimentos da segunda morte. Devemos poder formar uma idéia da honra e da glória que Deus destina aos remidos e do que significa viver em presença daquele que morreu para elevar e enobrecer o homem e conferir ao vencedor um diadema real. O valor de uma alma não pode ser devidamente apreciado pela mente finita. Quão reconhecidos e gratos os remidos e os glorificados hão de um dia recordar-se dos que serviram de instrumentos para a sua salvação! Ninguém se arrependerá então dos esforços abnegados, dos trabalhos perseverantes, da paciência, da renúncia e dos anelos ardentes pelas almas, que, aliás, podiam ter perecido se tivessem negligenciado o seu dever ou se cansado de fazer bem. Entretanto, essas almas, trajando brancas vestes, se acham agora entre o rebanho do grande Pastor. O fiel obreiro e a alma que foi salva por seu trabalho, são saudados junto ao trono do Cordeiro e conduzidos à árvore da vida e às fontes de água viva. Com que regozijo o servo de Cristo contemplará esses remidos que então compartilham a glória do Redentor, e quanto mais glorioso será o Céu para os que se tiverem provado fiéis na obra de salvar almas! "Resplandecerão, como o resplendor do firmamento; e os que a muitos ensinam a justiça refulgirão como as estrelas sempre e eternamente." Dan. 12:3. (II TS, 263-264) Assim estará o instrumento humano habilitado a cooperar com o divino. Todo o agente estará subordinado ao Espírito Santo, e todos os crentes unidos num esforço organizado e bem dirigido para dar ao mundo as alegres novas da graça de Deus. (MM, Maravilhosa Graça, 108) Os que são inclinados a considerar como supremo seu critério individual, acham-se em grave perigo. É o estudado esforço de Satanás separar a esses dos que são condutos de luz, e por cujo intermédio Deus tem operado para edificar e estender Sua obra na Terra. Negligenciar ou desprezar aqueles que Deus designou para arcar com as responsabilidades da administração ligadas ao progresso da verdade, é rejeitar o meio ordenado por Ele para auxílio, animação e fortalecimento de Seu povo. Passar qualquer obreiro na
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    3| Apostila –O Chamado de um Povo causa do Senhor por alto a esses, e pensar que a luz não lhe deve vir por nenhum outro instrumento mas diretamente de Deus, é assumir uma atitude em que está sujeito a ser iludido pelo inimigo, e vencido. Em Sua sabedoria, o Senhor tem designado que, mediante a íntima relação mantida por todos os crentes, cristão esteja unido a cristão, igreja a igreja. Assim estará o instrumento humano habilitado a cooperar com o divino. Todo o agente estará subordinado ao Espírito Santo, e todos os crentes unidos num esforço organizado e bem dirigido para dar ao mundo as alegres novas da graça de Deus. (AA, 164) Não obstante o fato de haver sido Paulo ensinado pessoalmente por Deus, não mantinha ele idéias extremadas de responsabilidade individual. Embora buscando de Deus a guia direta, estava sempre pronto a reconhecer a autoridade contida no corpo de crentes unidos em comunhão de igreja. Sentia a necessidade de aconselhar-se; e quando surgiam assuntos de importância, alegrava-se em poder apresentá-los perante a igreja, e em unir-se com os irmãos para buscar de Deus sabedoria para fazer decisões acertadas. Mesmo "os espíritos dos profetas", declarou ele, "estão sujeitos aos profetas. Porque Deus não é Deus de confusão, senão de paz, como em todas as igrejas dos santos". I Cor. 14:32 e 33. Com Pedro ele ensinava que todos unidos na qualidade de igreja deviam ser "sujeitos uns aos outros". I Ped. 5:5. (AA, 200) União é força, e o Senhor deseja que esta verdade seja sempre revelada em todos os membros do corpo de Cristo. Todos devem ser unidos em amor, em mansidão, em humildade de espírito. Organizados numa sociedade de crentes, com a finalidade de combinarem e difundirem sua influência, compete-lhes trabalhar como Cristo trabalhou. Sempre devem manifestar cortesia e respeito de uns para com os outros. Todo talento tem o seu lugar, e deve ser mantido sob o domínio do Espírito Santo. (MM, Exaltai-o, 296) Cercados pelas práticas e influências do paganismo, os crentes colossenses estavam em perigo de ser afastados da simplicidade do evangelho, e Paulo, para adverti-los contra isto, apontou-lhes a Cristo como o único Guia seguro. "Porque quero que saibais", escreveu ele,
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    A p os t i l a – U m C h a m a d o d e u m P o v o |4 "quão grande combate tenho por vós, e pelos que estão em Laodicéia, e por quantos não viram o meu rosto em carne; para que os seus corações sejam consolados, e estejam unidos em caridade, e enriquecidos da plenitude da inteligência, para conhecimento do mistério de Deus - Cristo, em quem estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e da ciência. (AA, 473) Tende a bondade de ler a exortação de Paulo aos colossenses. Ele fala de seu veemente desejo de que os corações dos crentes sejam "unidos em amor e enriquecidos da plenitude da inteligência, para conhecimento do mistério de Deus - do Pai, e de Cristo; em quem estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e da ciência". Col. 2:2 e 3. "E digo isto", declara ele, "para que ninguém vos engane com palavras persuasivas. Como, pois, recebestes o Senhor Jesus Cristo, assim também andai nEle, arraigados e edificados nEle e confirmados na fé, assim como fostes ensinados, crescendo em ação de graças. Tende cuidado para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo e não segundo Cristo; porque nEle habita corporalmente toda a plenitude da divindade." Col. 2:4, 6-9. (I ME, 195) Cristo havia terminado a obra que Lhe fora dada para fazer. Tinha reunido os que deviam continuar Sua obra entre os homens. E disse: "E nisso sou glorificado. E Eu já não estou mais no mundo; mas eles estão no mundo, e Eu vou para Ti. Pai santo, guarda em Teu nome aqueles que Me deste, para que sejam um, assim como Nós." "Eu não rogo somente por estes, mas também por aqueles que pela Sua palavra hão de crer em Mim; para que todos sejam um." "Eu neles, e Tu em Mim, para que eles sejam perfeitos em unidade, e para que o mundo conheça que Tu Me enviaste a Mim, e que os tens amado a eles como Me tens amado a Mim." João 17:10-11, 20-21 e 23. (AA, 24) À igreja primitiva tinha sido confiada uma obra de constante ampliação - estabelecer centros de luz e bênção, onde quer que existissem almas sinceras e dispostas a se dedicarem ao serviço de Cristo. A proclamação do evangelho devia abranger o mundo, e os mensageiros da cruz não poderiam esperar cumprir sua importante
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    5| Apostila –O Chamado de um Povo missão a menos que permanecessem unidos pelos laços da afinidade cristã, revelando assim ao mundo que eles eram um com Cristo em Deus. Não tinha seu divino Guia orado ao Pai: "Guarda em Teu nome aqueles que Me deste, para que sejam um, assim como Nós"? João 17:11. E não declarara Ele com respeito a Seus discípulos: "O mundo os aborreceu, porque não são do mundo"? João 17:14. Não pleiteara com o Pai que eles pudessem ser "perfeitos em unidade" "para que o mundo creia que Tu Me enviaste"? João 17:23 e 21. Sua vida e poder espirituais dependiam de íntima relação com Aquele que os havia comissionado para pregar o evangelho. (AA, 90) ATENÇÃO! Cada um deve trabalhar em harmonia com seus irmãos. Em seu trabalho, os obreiros de Deus devem ser essencialmente uma unidade. Ninguém deve colocar-se como padrão, falando desconsideradamente a respeito de seus companheiros, ou tratando-os como se eles fossem inferiores. Sob o cuidado de Deus, cada um deve desincumbir-se da tarefa que lhe foi indicada, devendo contar com o respeito, amor e animação dos outros obreiros. Unidos devem eles conduzir a obra rumo a sua terminação. (AA, 276) A formação de pequenos grupos como base de esforço cristão, foi-me apresentada por Aquele que não pode errar. Se há na igreja grande número de membros, convém que se organizem em pequenos grupos a fim de trabalhar, não somente pelos membros da própria igreja, mas também pelos incrédulos. Se num lugar houver apenas dois ou três que conheçam a verdade, organizem-se num grupo de obreiros. Mantenham indissolúvel seu laço de união, apegando-se uns aos outros com amor e unidade, animando-se mutuamente para avançar, adquirindo cada qual ânimo e força do auxílio dos outros. Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 84. Cristo disse acerca dos primeiros discípulos e de todos os que houvessem de nEle crer mediante a palavra deles: "Eu dei-lhes a glória que a Mim Me deste, para que sejam um, como nós somos um. Eu
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    A p os t i l a – U m C h a m a d o d e u m P o v o |6 neles, e Tu em Mim, para que sejam perfeitos em unidade, e para que o mundo conheça que Tu Me enviaste a Mim e que tens amado a eles como Me tens amado a Mim." João 17:22 e 23. (CBV, 405) A personalidade do Pai e do Filho, bem como a unidade existente entre Eles, é apresentada no capítulo dezessete de João, na oração de Cristo por Seus discípulos: "E não rogo somente por estes, mas também por aqueles que, pela Sua palavra, hão de crer em Mim; para que todos sejam um, como Tu, o Pai, és em Mim, e Eu em Ti. (CBV, 421) Deve existir perfeita unidade entre os obreiros que manuseiam livros que hão de inundar o mundo de luz. Onde quer que seja apresentada a obra da colportagem entre nosso povo, sejam apresentados livros sobre saúde e religião como partes de uma obra unida. A relação entre os livros religiosos e os de saúde é-me apresentada como ilustrada pela união da trama com a urdidura para formar um belo modelo e um perfeito trabalho. (Colp, Evang. 135) Deus é a personificação da benevolência, da misericórdia e do amor. Os que se acham realmente ligados com Ele não podem estar em desarmonia uns com os outros. Sendo o coração regido por Seu Espírito, desenvolve harmonia, amor e unidade. O contrário disso vê-se entre os filhos de Satanás. A obra deste é suscitar inveja, contenda e ciúmes. Em nome de meu Mestre, pergunto aos professos seguidores de Cristo: Que frutos produzis? (CPPE, 90) Está no plano de Deus que alguns sirvam em um ramo de trabalho, e outros em ramos diversos - trabalhando todos sob o mesmo espírito. O reconhecimento deste plano será uma salvaguarda contra a emulação, o orgulho, a inveja, ou contra o desdém de um ao outro. Fortalecerá a unidade e o amor mútuo. (CPPE, 315) Na obra de salvar almas, reúne o Senhor obreiros com planos e idéias diferentes, bem como diversos nos métodos de trabalho. Com essa diversidade de mentes, porém, deve-se revelar unidade de desígnio. Muitas vezes, no passado, a obra que o Senhor destinara a
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    7| Apostila –O Chamado de um Povo prosperar foi prejudicada devido a homens procurarem pôr um jugo sobre os coobreiros que não seguiam os métodos que eles julgavam ser os melhores. (Idem, 531) Na obra da reforma, professores e estudantes devem cooperar, cada um agindo no sentido do melhor interesse para que nossas escolas sejam, o que Deus possa aprovar. Unidade de ação é necessária para o sucesso. Um exército em batalha ficaria confuso e seria derrotado se cada soldado individualmente agisse segundo os seus próprios impulsos em vez de agirem todos harmoniosamente sob a orientação de um competente general. Os soldados de Cristo devem agir harmoniosamente. Poucos convertidos, unindo-se para um grande propósito sob uma só cabeça, obterão vitórias em cada obstáculo. (CSE, 125) Aos alunos deve ser ensinado que eles não são átomos independentes, mas que cada um é um fio que se deve unir a outros fios na composição de um tecido. Em nenhum departamento pode essa instrução ser ministrada com mais eficácia, do que na escola doméstica. Aí se acham os alunos diariamente circundados de oportunidades que, se forem aproveitadas, ajudarão grandemente no desenvolvimento dos traços de caráter a formarem. Está no poder deles próprios aproveitarem de tal maneira seu tempo e oportunidades que formem um caráter que os torne úteis e felizes. Os que se encerram em si mesmos, que são avessos a se desdobrarem para beneficiar os outros mediante amigável convívio, perdem muitas bênçãos; pois mediante o contato mútuo os espíritos são polidos e refinados; por meio do intercâmbio social formam-se relações e amizades que dão em resultado certa unidade de coração e uma atmosfera de amor que agradam ao Céu. (CSE, 158) Enquanto o espírito de crítica e de suspeita não for banido do coração, o Senhor não pode realizar Seu anelo para a igreja - abrir o caminho para o estabelecimento de escolas; enquanto não houver unidade, Ele não moverá aqueles a quem confiou recursos e aptidões para o progresso dessa obra. Os pais precisam atingir mais elevada norma, observando o caminho do Senhor e praticando a
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    A p os t i l a – U m C h a m a d o d e u m P o v o |8 justiça, de modo a serem portadores de luz. Importa que haja inteira transformação de espírito e caráter. O espírito de desunião nutrido no coração de alguns se comunicará a outros, e anulará a influência que a escola exerceria para o bem. A menos que os pais estejam prontos e ansiosos no sentido de cooperar com o professor para salvação de seus filhos, não se acham preparados para o estabelecimento de uma escola entre eles. (CSE, 188) Jamais poderá a igreja alcançar a posição que Deus deseja que alcance, enquanto não estiver ligada com simpatia aos seus obreiros missionários. Jamais poderá existir a unidade por que Cristo orou enquanto não se levar a espiritualidade para o trabalho missionário, e a igreja não se tornar um instrumento para o sustento das missões. (CSM, 47) A princípio, muito poucos de nós havia para levar avante a obra, e era muito necessário sermos unânimes para podermos fazer a obra avançar com ordem e uniformidade. Ao vermos a importância de estar na unidade da fé, nossas orações foram atendidas, e foram respondidas as orações de Cristo de que fôssemos um assim como Ele e o Pai eram Um. Éramos tão destituídos de recursos como vós sois aqui nestes reinos, e freqüentemente andávamos com fome e sofríamos devido à falta de roupa apropriada. Mas víamos que a verdade devia avançar e nós devíamos ter os recursos para levá-la avante. Buscamos então ao Senhor com muito fervor, a fim de que abrisse o caminho para podermos alcançar o povo das diferentes cidades e vilas, e meu esposo e eu tínhamos de trabalhar com nossas mãos para obter recursos suficientes para nos locomovermos de um para outro lugar, a fim de apresentar os tesouros da fé a outros. Podíamos ver que o Senhor do Céu ia adiante de nós preparando o caminho para o trabalho. (CSM, 303) É pelo exercício desse amor prático que as igrejas se atraem cada vez mais na unidade cristã. Pelo amor aos irmãos é aumentado o amor a Deus, porque Ele não Se esqueceu dos que estavam angustiados, e assim ascendem a Deus ações de graças pelo Seu cuidado. "Porque a administração desse serviço não só supre as
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    9| Apostila –O Chamado de um Povo necessidades dos santos, mas também redunda em muitas graças, que se dão a Deus." II Cor. 9:12. A fé dos irmãos, em Deus, aumenta, e eles são levados a entregar sua alma e corpo a Deus como a um fiel Criador. "Visto como, na prova desta administração, glorificam a Deus pela submissão que confessais quanto ao evangelho de Cristo, e pela liberalidade de vossos dons para com eles e para com todos." II Cor. 9:13. Review and Herald, 21 de agosto de 1894. (CSM, 344) O Senhor necessita de todas as espécies de obreiros hábeis. "E Ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores, querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo; até que todos cheguemos à unidade da fé, e ao conhecimento do Filho de Deus, a varão perfeito, à medida da estatura completa de Cristo." Efés. 4:11-13. (CSS, 516) O benévolo desígnio de Deus abrange cada ramo de Sua obra. A lei da dependência e influência mútuas deve ser reconhecida e seguida. "Nenhum de nós vive para si." O inimigo tem usado a corrente da dependência para aproximar os homens. Eles se têm unido para destruir no homem a imagem de Deus, para opor-se ao evangelho pervertendo-lhe os princípios. São representados na Palavra de Deus como sendo atados em molhos para ser queimados. Satanás está unindo suas forças para perdição. A unidade do povo escolhido de Deus tem sido terrivelmente abalada. Deus apresenta um remédio. Este remédio não é uma influência entre muitas influências, e no mesmo nível delas; é uma influência acima de todas as de mais sobre a face da Terra, neutralizante, enaltecedora e enobrecedora. Os que trabalham no evangelho devem ser elevados e santificados; pois estão lidando com os princípios de Deus. Atrelados a Cristo, são eles cooperadores de Deus. Assim deseja o Senhor unir Seus seguidores uns aos outros, para que possam ser uma força para o bem, realizando cada qual a sua parte, não obstante nutrirem todos os sagrados princípios de dependência da Cabeça. Testimonies, vol. 6, págs. 240-242. (CSS, 525)
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    A p os t i l a – U m C h a m a d o d e u m P o v o | 10 Entre o povo de Deus não deve haver dissensão, discórdia, guerra de um contra outro. As forças da justiça devem ser uma unidade em seu conflito contra o mal. Todas as forças do povo de Deus devem dirigir-se contra as forças do inimigo. A vontade de todo filho de Deus deve ser colocada ao lado da vontade de Deus. Os vigorosos esforços de Satanás contra o bem e o terrível ódio de seus agentes contra os instrumentos de Deus revelam a necessidade de união e harmonia entre as forças da justiça. (MM, CT, 368) Raramente encontramos duas pessoas exatamente iguais. Entre os seres humanos, da mesma maneira que entre as coisas do mundo natural, há diversidade. A unidade na diversidade entre os filhos de Deus - a manifestação de amor e longanimidade a despeito da diferença de disposição - eis o testemunho de que Deus enviou Seu Filho ao mundo para salvar os pecadores. Manuscrito 99, 1902. (MM, Cuidado de Deus, 41) A unidade que existe entre Cristo e Seus discípulos não destrói a personalidade nem de um nem de outro. No espírito, no desígnio, no caráter, eles são um, porém não em pessoa. Participando do Espírito de Deus, conformando-se com a lei do Senhor, o homem se torna participante da natureza divina. Cristo leva Seus discípulos a viva união com Ele e com o Pai. Pela atuação do Espírito Santo na mente humana, o homem se torna perfeito em Cristo. A unidade com Cristo estabelece um vínculo de unidade uns com os outros. Essa unidade é a mais convincente prova para o mundo quanto à majestade e a virtude de Cristo, e ao Seu poder de tirar o pecado. Manuscrito 111, 1903. (Idem, 41) Insisto com todos quantos alegam crer na verdade presente que pratiquem o que é verdade. Se fizerem isto, terão uma influência mais forte e poderosa para o bem. O mundo verá que o amor expresso pelos crentes é o princípio central e controlador dos seguidores de Cristo. O amor semelhante ao de Cristo une coração a coração. A verdade atrai os homens e os une. Traz à harmonia e unidade todos que têm uma ardente e viva fé no Salvador. Cristo deseja que aqueles que nEle crêem se desenvolvam e se tornem fortes
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    11 | Apostila –O Chamado de um Povo por associarem-se uns com os outros. Todos quantos trabalham desinteressadamente no serviço do Mestre portam credenciais de que Deus enviou Seu Filho a este mundo. (MM, Cuidado de Deus, 296) Conquanto numa companhia de cristãos unidos em atividades na igreja, nem todos tenham os mesmos talentos, é, porém, dever de todos trabalhar. Os talentos diferem, mas a todo homem é designada sua obra. Todos dependem de Cristo em Deus. Ele é a Cabeça gloriosa de todos os níveis e classes de pessoas associadas mediante a fé na Palavra de Deus. Unidos por uma crença comum nos princípios celestiais são todos dependentes dAquele que é o Autor e Consumador da fé. Ele criou os princípios que produzem unidade universal, amor universal. Seus seguidores deveriam meditar sobre Seu amor. Não deveriam ficar aquém de alcançar o padrão que lhes é estabelecido. Se os princípios do cristianismo forem vividos, produzirão harmonia universal e paz perfeita. Quando o coração é imbuído com o Espírito de Cristo não há disputa nem busca por supremacia, nem luta por ser senhores dirigentes. Manuscrito 46, 1902. (Idem, 296) Os apóstolos diferiam largamente em hábitos e disposição. Havia o publicano Levi Mateus e o ardente zelote Simão, o intransigente inimigo da autoridade romana; o generoso e impulsivo Pedro, e Judas, de vil espírito; Tomé, leal, se bem que tímido e temeroso; Filipe, tardio de coração e inclinado à dúvida, e os ambiciosos e francos filhos de Zebedeu, com seus irmãos. Estes foram reunidos, com suas diferentes faltas, todos com herdadas e cultivadas tendências para o mal; mas, em Cristo e por meio dEle, deviam fazer parte da família de Deus, aprendendo a tornar-se um na fé, na doutrina, no espírito. Teriam suas provas, suas ofensas mútuas, suas divergências de opinião; mas enquanto Cristo habitasse no coração, não poderia haver discórdia. Seu amor levaria ao amor de uns pelos outros; as lições do Mestre conduziriam à harmonização de todas as diferenças, pondo os discípulos em unidade, até que fossem de um mesmo espírito, de um mesmo parecer. Cristo é o grande centro, e eles se deveriam aproximar uns dos outros exatamente na proporção em que se aproximassem do centro. (DTN, 296)
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    A p os t i l a – U m C h a m a d o d e u m P o v o | 12 A alma sincera e contrita é preciosa diante de Deus. Ele coloca o Seu sinete sobre os homens, não por posição, não por fortuna, não por sua grandeza intelectual, mas pela sua unidade com Cristo. O Senhor da glória fica satisfeito com aqueles que são mansos e humildes de coração. "Também me deste o escudo da Tua salvação: ... e a Tua mansidão" - como elemento no caráter humano - "me engrandeceu." Sal. 18:35. (DTN, 437) Deus é luz; e nas palavras: "Eu sou a luz do mundo", Cristo declarou Sua unidade com Deus e Sua relação para com toda a família humana. Fora Ele que, no princípio, fizera com que "das trevas resplandecesse a luz." II Cor. 4:6. Ele é a luz do Sol, e da Lua, e das estrelas. Era Ele a luz espiritual que, em símbolo e tipo e profecia, brilhara sobre Israel. Mas não somente para a nação judaica fora dada essa luz. Como os raios solares penetram até aos mais afastados recantos da Terra, assim a luz do Sol da Justiça resplandece sobre toda alma. (DTN, 464) Esse amor é o testemunho de seu discipulado. "Nisto todos conhecerão que sois Meus discípulos", disse Jesus, "se vos amardes uns aos outros." João 13:35. Quando os homens se ligam entre si, não pela força do interesse pessoal, mas pelo amor, mostram a operação de uma influência que é superior a toda influência humana. Onde existe esta unidade, é evidente que a imagem de Deus está sendo restaurada na humanidade, que foi implantada nova vida. Mostra que há na natureza divina poder para deter os sobrenaturais agentes do mal, e que a graça de Deus subjuga o egoísmo inerente ao coração natural. (DTN, 678) Cristo concluíra a obra que Lhe fora dada a fazer. Glorificara a Deus na Terra. Manifestara o nome do Pai. Reunira os que haviam de continuar Sua obra entre os homens. E disse: "E, neles, Eu sou glorificado." João 17:10. "E Eu já não estou mais no mundo; mas eles estão no mundo, e Eu vou para Ti. Pai santo, guarda em Teu nome aqueles que Me deste, para que sejam um assim como Nós." "E não rogo somente por eles, mas também por aqueles que pela sua palavra hão de crer em Mim; para que todos sejam um, ... Eu neles, e Tu em Mim, para que eles sejam perfeitos em unidade, e para que o mundo conheça que Tu Me enviaste a Mim, e que os tens amado a eles como Me tens amado a Mim." João 17:11, 20 e 23. (Idem, 680)
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    13 | Apostila –O Chamado de um Povo Para aquele que assim aprende a interpretar seus ensinos, toda a natureza se ilumina; o mundo é um compêndio, e a vida uma escola. A unidade do homem com a natureza e com Deus, o domínio universal da lei, os resultados da transgressão, não podem deixar de impressionar o espírito e moldar o caráter. (Educação, 100) O desejo do apóstolo àqueles a quem enviava suas cartas de conselho e admoestação, era que não fossem "mais meninos inconstantes, levados em roda por todo o vento de doutrina"; mas para que viessem "à unidade da fé, e ao conhecimento do Filho de Deus, a varão perfeito, à medida da estatura completa de Cristo". Aconselhava aos que eram seguidores de Jesus em comunidades pagãs, a não andarem como andavam "também os outros gentios, na vaidade do seu sentido, entenebrecidos no entendimento, separados da vida de Deus... pela dureza do seu coração" (Efésios 4:14, 13, 17 e 18), mas "como sábios, remindo o tempo; porquanto os dias são maus". Efésios 5:15 e 16. Animava os crentes a olharem ao tempo em que Cristo, o qual "amou a igreja, e a Si mesmo Se entregou por ela", haveria de a "apresentar a Si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível". Efésios 5:25 e 27. (AA, 470)