SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
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               DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS




             TORNOS

Professora: Maria Adrina P. de S. da Silva, Dra. Eng.   1
 
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          TORNOS


INTRODUÇÃO

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INTRODUÇÃO




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           INTRODUÇÃO
Todos os conjuntos mecânicos que nos cercam são formados por uma porção de
peças: eixos, anéis, discos, rodas, engrenagens, juntas suportes, parafusos,
carcaças.
Para que essas peças sirvam às necessidades para as quais foram fabricadas,
elas devem ter exatidão de medidas e um determinado acabamento em sua
Superfície

A maioria dos livros sobre processos de fabricação diz que é possível fabricar
essas peças de dois modos:
1 - Sem produção de cavacos, como nos processos metalúrgicos (fundição,
laminação, trefilação etc.),

2 - e com produção de cavacos, o que caracteriza todos os processos de
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usinagem.
 
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     TORNEARIA


TORNEAMENTO

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             2.1. Definição

O processo que se baseia no movimento da peça em
torno de seu próprio eixo chama-se torneamento.

O torneamento é uma operação de usinagem que
permite trabalhar peças cilíndricas movidas por um
movimento uniforme de rotação em torno de um eixo
fixo.

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 2.1. Definição




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                       2.1. Definição

Para realizar o torneamento, são necessários três
movimentos relativos entra a peça e a ferramenta,
são eles:
1 - Movimento de corte: é o movimento principal que permite
cortar o material. O movimento é rotativo e realizado pela peça.

2 - Movimento de avanço:              é o movimento que desloca a
ferramenta ao longo da superfície da peça.

3 - Movimento de penetração:                          é o movimento que determina a
profundidade de corte ao empurrar a ferramenta em direção ao interior da peça e 8
                                                                                assim
regular a profundidade do passe e a espessura do cavaco.
 
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                  2.1. Definição

Variando os movimentos, a posição e o formato da
ferramenta, é possível realizar uma grande variedade
de operações:
(a) Tornear superfícies externas e internas;

(b) Tornear superfícies cônicas externas e internas;

(c) Roscar superfícies externas e internas;

(d) Perfilar superfícies.                              9
 
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 2.1. Definição




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          2.2. Máquina Torno
O Torno mecânico é considerado como a máquina
ferramenta fundamental, é a mais antiga e mais
importante das máquinas ferramentas assim como,
provavelmente, é aquela com maior versatilidade no
que diz respeito ao número de operações que pode
realizar. Praticamente a partir do torno mecânico,
foram desenvolvidas todas as outras máquinas
ferramentas, sua utilização é fundamental na grande
maioria das tarefas de reparo e manutenção assim
como é utilizado para produção de peças em escala
industrial                                      11
 
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              2.2. Máquina Torno
Todos os tornos, respeitando-se suas variações de
dispositivos, ou dimensões exigidas em cada caso,
são compostos as seguintes partes:
(1) Corpo da máquina: barramento, cabeçote fixo e móvel, caixas de
mudança de velocidade
(2)   Sistema de transmissão de movimento do eixo: motor, polia,
engrenagem, redutores.
(3) Sistemas de deslocamento da ferramenta e de movimentação da
ferramenta em diferentes velocidades: engrenagens, caixa de câmbio,
inversores de marcha, fusos, vara, etc.
(4) Sistema de fixação da ferramenta: torre, carro porta-ferramenta, carro
transversal, carro principal ou longitudinal e da peça: placas, cabeçote
móvel.
                                                                    12
(5) Comandos dos movimentos e das velocidades: manivelas e alavancas.
 
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        2.2. Máquina Torno




                                      Torno mecânico horizontal
                                                          13
Torno mecânico vertical
 
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2.2. Máquina Torno




                                      14
 
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                                                Barramento




       Cabeçote fixo



                                    Barramento com cava


                                                   15
 
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Componentes do                  Caixa de                 Árvore principal
 cabeçote fixo             velocidades aberta                vazada




                                                                     Componentes do
                                                                      grande carro




       Fuso e vara                                                          16
 
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Carro transversal
                                      Carro longitudinal e
                                        carro superior




                                                             Avental




                                                                   17
  Cabeçote móvel
 
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2.2.1. Acessórios para o torno




   Placa universal
                                         Placa de castanhas
                                                              18
                                           independentes
 
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                                                 Utilização da placa
                                                      de arraste
Utilização do relógio comparador
      para centralizar peças




        Ponta rotativa                         Ponta rotativa no mangote do   19
                                                      cabeçote móvel
 
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  Ponto fixo

                                   Ponto fixo adaptado ao cabeçote móvel




                                                                   20
Luneta fixa                                   Luneta móvel
 
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            Mandril                          Mandril colocado no cabeçote móvel




Anel graduado do carro         Anel graduado do
      transversal.              carro superior              Representação do passo
                                                                de um parafuso

                                                                            21
 
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           2.2.2. Fixação da peça
Quando as peças a serem torneadas são de pequenas dimensões, de
formato cilíndrico ou hexagonal regular, elas são presas por meio de um
acessório chamado de placa universal de três castanhas.




                                                                 22
 
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           2.2.2. Fixação da peça
De acordo com os tipos de peças a serem fixadas, as castanhas podem ser
usadas de diferentes formas:


 (1) Para peças cilíndricas maciças como
 eixos, por exemplo, a fixação é feita por meio
 da parte raiada interna das castanhas
 voltadas para o eixo da placa universal.

 (2) Para peças com formato de anel, utiliza-se
 a parte raiada externa das castanhas.

 (3) Para peças em forma de disco, as
 castanhas normais são substituídas por
 castanhas invertidas.
                                                                 23
 
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2.2.3. Operações de torneamento
A primeira operação do torneamento é facear:
Depois do faceamento, pode-se executar o torneamento de superfície
cilíndrica externa

Sua execução tem as seguintes etapas:

Fixação da peça, deixando livre um comprimento maior do que a
parte que será torneada, e centralizando bem o material.
Montagem da ferramenta no porta-ferramenta de modo que a ponta
da ferramenta fique na altura do centro do torno.
Regulagem do torno na rotação adequada, consultando a tabela
específica.
Marcação, no material, do comprimento a ser torneado. Para isso, a
ferramenta deve ser deslocada até o comprimento desejado e a
medição deve ser feita com o paquímetro. A marcação é feita
acionando o torno e fazendo um risco de referência.      24
 
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2.2.3. Operações de torneamento
Determinar a profundidade de corte:
ligar o torno e aproximar a ferramenta até marcar o início do corte
no material;
deslocar a ferramenta para fora da peça;
zerar o anel graduado e fazer a ferramenta penetrar no material a
uma profundidade suficiente para remover a casca do material.
fazer um rebaixo inicial;
deslocar a ferramenta para fora da peça;
desligar a máquina;
verificar o diâmetro obtido no rebaixo;
tornear completando o passe até o comprimento determinado pela
marca
(deve-se usar fluido de corte onde for necessário);
repetir quantas vezes for necessário para atingir o diâmetro
desejado.
                                                             25
 
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      TORNEARIA

 REGULAGEM DO
TORNO MECÂNICO


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    3. REGULAGEM DO TORNO
           MECÂNICO
O movimento de rotação descrito pelo material a ser usinado,
associado ao movimento automático desenvolvido pela ferramenta
de corte são itens fundamentais na preparação ou regulagem do
torno mecânico.

a) Rotação de trabalho - O resultado final das operações realizadas
depende fundamentalmente do nível de rotação selecionado

Para a seleção adequada do nível de rotação a ser utilizada em
determinada tarefa de tornearia, vários fatores devem ser
considerados, os principais são:
•Tipo de material a ser usinado ou trabalhado;
•Dimensões do material a ser usinado;
•Natureza do material da ferramenta de corte.
•Fase da operação de usinagem.

                                                             27
A seguir, alguns critérios “práticos” baseados nos fatores descritos:
 
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 3. REGULAGEM DO TORNO
        MECÂNICO
1 - Natureza do material a ser usinado:
Material duro – Utilize baixa rotação
Material de baixa dureza – Utilize rotação mais elevada

2 – Natureza do material da ferramenta de corte:
As ferramentas de metal duro sempre utilizam rotações mais
elevadas que as ferramentas de aço rápido.

3 – Dimensões da peça usinada:
Peças de grande diâmetro devem ser usinadas em baixa rotação

4 – Fase da operação:
A fase inicial da operação, conhecida como desbaste, deve ser
realizada em rotação mais baixa do que a utilizada na fase final
que é denominada de acabamento.                           28
 
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     3. REGULAGEM DO TORNO
            MECÂNICO
Valores de velocidade de corte em m/min (metros por minuto) e avanços
por volta em mm / rot. considerando operação de torneamento cilíndrico




                                                               29
 
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    DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS




3. REGULAGEM DO TORNO
       MECÂNICO




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    3. REGULAGEM DO TORNO
           MECÂNICO
b) Avanços - além da rotação de trabalho, os movimentos de translação da
ferramenta de corte quando realizados no modo automático também são
importantes itens na regulagem do torno mecânico

Avanço por volta (apv) – O avanço por volta representa o deslocamento da
ferramenta a cada rotação da placa

Avanço por minuto (apm) – O avanço por minuto representa o deslocamento
da ferramenta a cada minuto de trabalho

Apm = Apv x RPM
Profundidade de corte – A profundidade de corte, esquematizada na figura
seguinte como Pc, representa a medida na qual a ferramenta de corte é
                                                              31
aprofundada no material
 
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          3. REGULAGEM DO TORNO
                 MECÂNICO




Representação de avanço, Rpm e profundidade de
                                                 32
                    corte
 
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       TORNEARIA

    PRINCIPAIS
   OPERAÇÕES DE
TORNEARIA MECÂNICA
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        DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS



4. PRINCIPAIS OPERAÇÕES DE
    TORNEARIA MECÂNICA
 Variando os movimentos, a posição e o
 formato da ferramenta, é possível realizar
 uma grande variedade de operações:




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4. PRINCIPAIS OPERAÇÕES DE
    TORNEARIA MECÂNICA
 Além dessas operações, também é
 possível furar, alargar, recartilhar, roscar
 com machos ou cossinetes, mediante o
 uso de acessórios próprios para à
 máquina-ferramenta.




                                          36
 
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4. PRINCIPAIS OPERAÇÕES DE
    TORNEARIA MECÂNICA
 A figura abaixo ilustra o perfil de algumas
 ferramentas usadas no torneamento e suas
 respectivas aplicações.




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       TORNEARIA

    AFIAÇÃO DA
FERRAMENTA PARA AS
    PRINCIPAIS
   OPERAÇÕES DE
    TORNEARIA                            38
 
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5. AFIAÇÃO DA FERRAMENTA PARA AS
          DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS




     PRINCIPAIS OPERAÇOES DE
            TORNEARIA
 •   Afiar corretamente a ferramenta de corte é uma
     etapa de extrema importância, pois, a qualidade
     final da usinagem depende fundamentalmente da
     afiação da ferramenta.
 •   Para cada operação específica a ser realizada no
     torno mecânico existe uma forma determinada de
     ferramenta de corte. Desta forma, afiar uma
     ferramenta é transformar a forma original do
     material da ferramenta através da criação de planos
     e arestas (encontro de planos) que seguem uma
     seqüência lógica de execução, dando origem a uma
     forma final que é mais adequada para realizar a
     operação de usinagem desejada.
                                                 39
 
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5.1. ÂNGULOS, PLANOS E ARESTAS DE UMA
         FERRAMENTA DE CORTE




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5.1. ÂNGULOS, PLANOS E ARESTAS DE UMA
         FERRAMENTA DE CORTE




                                         41
 
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    Bibliografias
•   ABREU FILHO, Carlos. Tornearia Mecânica – Notas de
    Aula, Belém, 2007.

•   AGOSTINHO, Oswaldo Luis. VILELLa, Ronaldo Castro
    (In Memoriam), BUTTON, Sérgio Tonini. Processos de
    Fabricação e Planejamento de Processos. Universidade
    Estadual de Campinas - Faculdade de Engenharia
    Mecânica - Departamento de Engenharia de Fabricação -
    Departamento de Engenharia de Materiais. Campinas, SP.
    2004

•   BRAGA, Paulo Sérgio Teles, CPM - Programa de
    Certificação de Pessoal de Manutenção – Mecânica -
    Processos de Fabricação, SENAI/CST, Vitória, ES. 1999.

•   COSTA, Éder Silva & SANTOS, Denis Júnio. Processos
                                                  42
    de Usinagem. CEFET-MG. Divinópolis, MG. março de 2006
 
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         DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS




    Bibliografias
•   DINIZ, A. E., Tecnologia da Usinagem dos Materiais. 3 ed.
    São Paulo: Artliber Editora, 2003.

•   FERRARESI, Dino. Fundamentos da Usinagem dos
    Metais. Editora Edgard Blücher LTDA. São Paulo, SP,
    1977

•   INMETRO. SISTEMA Internacional de Unidades – SI
    (tradução da 7ª edição do original francês “Le Système
    International d’Unités”, elaborada pelo Bureau International
    des Poids et Mesures - BIPM). 8ª edição Rio de Janeiro,
    2003. 116 p.

•   INMETRO. Vocabulário Internacional de Termos
    Fundamentais e Gerais de Metrologia – VIM – Portaria
    Inmetro 029 de 1995. 3ª edição, Rio de Janeiro, 2003. 75p.
                                                      43
•   reimpressão.
 
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         DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS




    Bibliografias
•   PALMA, Flávio. Máquinas e Ferramentas. Apostila,
    SENAI-SC, Blumenau, 2005.

•   SECCO, Adriano Ruiz; VIEIRA, Edmur & GORDO, Nívia.
    Módulos Instrumentais – Metrologia. Telecurso 2000. São
    Paulo, SP, 2007

•   VAN VLACK, L. H., Princípios da Ciência e Tecnologia dos
    Materiais. Tradução Edson Carneiro. Rio de Janeiro:
    Elsevier, 1970 – 4ª reimpressão.




                                                    44

05 -tornearia

  • 1.
      SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS TORNOS Professora: Maria Adrina P. de S. da Silva, Dra. Eng. 1
  • 2.
      SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS TORNOS INTRODUÇÃO 2
  • 3.
      SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS INTRODUÇÃO 3
  • 4.
      SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS INTRODUÇÃO Todos os conjuntos mecânicos que nos cercam são formados por uma porção de peças: eixos, anéis, discos, rodas, engrenagens, juntas suportes, parafusos, carcaças. Para que essas peças sirvam às necessidades para as quais foram fabricadas, elas devem ter exatidão de medidas e um determinado acabamento em sua Superfície A maioria dos livros sobre processos de fabricação diz que é possível fabricar essas peças de dois modos: 1 - Sem produção de cavacos, como nos processos metalúrgicos (fundição, laminação, trefilação etc.), 2 - e com produção de cavacos, o que caracteriza todos os processos de 4 usinagem.
  • 5.
      SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS TORNEARIA TORNEAMENTO 5
  • 6.
      SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS 2.1. Definição O processo que se baseia no movimento da peça em torno de seu próprio eixo chama-se torneamento. O torneamento é uma operação de usinagem que permite trabalhar peças cilíndricas movidas por um movimento uniforme de rotação em torno de um eixo fixo. 6
  • 7.
      SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS 2.1. Definição 7
  • 8.
      SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS 2.1. Definição Para realizar o torneamento, são necessários três movimentos relativos entra a peça e a ferramenta, são eles: 1 - Movimento de corte: é o movimento principal que permite cortar o material. O movimento é rotativo e realizado pela peça. 2 - Movimento de avanço: é o movimento que desloca a ferramenta ao longo da superfície da peça. 3 - Movimento de penetração: é o movimento que determina a profundidade de corte ao empurrar a ferramenta em direção ao interior da peça e 8 assim regular a profundidade do passe e a espessura do cavaco.
  • 9.
      SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS 2.1. Definição Variando os movimentos, a posição e o formato da ferramenta, é possível realizar uma grande variedade de operações: (a) Tornear superfícies externas e internas; (b) Tornear superfícies cônicas externas e internas; (c) Roscar superfícies externas e internas; (d) Perfilar superfícies. 9
  • 10.
      SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS 2.1. Definição 10
  • 11.
      SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS 2.2. Máquina Torno O Torno mecânico é considerado como a máquina ferramenta fundamental, é a mais antiga e mais importante das máquinas ferramentas assim como, provavelmente, é aquela com maior versatilidade no que diz respeito ao número de operações que pode realizar. Praticamente a partir do torno mecânico, foram desenvolvidas todas as outras máquinas ferramentas, sua utilização é fundamental na grande maioria das tarefas de reparo e manutenção assim como é utilizado para produção de peças em escala industrial 11
  • 12.
      SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS 2.2. Máquina Torno Todos os tornos, respeitando-se suas variações de dispositivos, ou dimensões exigidas em cada caso, são compostos as seguintes partes: (1) Corpo da máquina: barramento, cabeçote fixo e móvel, caixas de mudança de velocidade (2) Sistema de transmissão de movimento do eixo: motor, polia, engrenagem, redutores. (3) Sistemas de deslocamento da ferramenta e de movimentação da ferramenta em diferentes velocidades: engrenagens, caixa de câmbio, inversores de marcha, fusos, vara, etc. (4) Sistema de fixação da ferramenta: torre, carro porta-ferramenta, carro transversal, carro principal ou longitudinal e da peça: placas, cabeçote móvel. 12 (5) Comandos dos movimentos e das velocidades: manivelas e alavancas.
  • 13.
      SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS 2.2. Máquina Torno Torno mecânico horizontal 13 Torno mecânico vertical
  • 14.
      SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS 2.2. Máquina Torno 14
  • 15.
      SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS Barramento Cabeçote fixo Barramento com cava 15
  • 16.
      SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS Componentes do Caixa de Árvore principal cabeçote fixo velocidades aberta vazada Componentes do grande carro Fuso e vara 16
  • 17.
      SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS Carro transversal Carro longitudinal e carro superior Avental 17 Cabeçote móvel
  • 18.
      SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS 2.2.1. Acessórios para o torno Placa universal Placa de castanhas 18 independentes
  • 19.
      SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS Utilização da placa de arraste Utilização do relógio comparador para centralizar peças Ponta rotativa Ponta rotativa no mangote do 19 cabeçote móvel
  • 20.
      SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS Ponto fixo Ponto fixo adaptado ao cabeçote móvel 20 Luneta fixa Luneta móvel
  • 21.
      SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS Mandril Mandril colocado no cabeçote móvel Anel graduado do carro Anel graduado do transversal. carro superior Representação do passo de um parafuso 21
  • 22.
      SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS 2.2.2. Fixação da peça Quando as peças a serem torneadas são de pequenas dimensões, de formato cilíndrico ou hexagonal regular, elas são presas por meio de um acessório chamado de placa universal de três castanhas. 22
  • 23.
      SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS 2.2.2. Fixação da peça De acordo com os tipos de peças a serem fixadas, as castanhas podem ser usadas de diferentes formas: (1) Para peças cilíndricas maciças como eixos, por exemplo, a fixação é feita por meio da parte raiada interna das castanhas voltadas para o eixo da placa universal. (2) Para peças com formato de anel, utiliza-se a parte raiada externa das castanhas. (3) Para peças em forma de disco, as castanhas normais são substituídas por castanhas invertidas. 23
  • 24.
      SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS 2.2.3. Operações de torneamento A primeira operação do torneamento é facear: Depois do faceamento, pode-se executar o torneamento de superfície cilíndrica externa Sua execução tem as seguintes etapas: Fixação da peça, deixando livre um comprimento maior do que a parte que será torneada, e centralizando bem o material. Montagem da ferramenta no porta-ferramenta de modo que a ponta da ferramenta fique na altura do centro do torno. Regulagem do torno na rotação adequada, consultando a tabela específica. Marcação, no material, do comprimento a ser torneado. Para isso, a ferramenta deve ser deslocada até o comprimento desejado e a medição deve ser feita com o paquímetro. A marcação é feita acionando o torno e fazendo um risco de referência. 24
  • 25.
      SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS 2.2.3. Operações de torneamento Determinar a profundidade de corte: ligar o torno e aproximar a ferramenta até marcar o início do corte no material; deslocar a ferramenta para fora da peça; zerar o anel graduado e fazer a ferramenta penetrar no material a uma profundidade suficiente para remover a casca do material. fazer um rebaixo inicial; deslocar a ferramenta para fora da peça; desligar a máquina; verificar o diâmetro obtido no rebaixo; tornear completando o passe até o comprimento determinado pela marca (deve-se usar fluido de corte onde for necessário); repetir quantas vezes for necessário para atingir o diâmetro desejado. 25
  • 26.
      SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS TORNEARIA REGULAGEM DO TORNO MECÂNICO 26
  • 27.
      SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS 3. REGULAGEM DO TORNO MECÂNICO O movimento de rotação descrito pelo material a ser usinado, associado ao movimento automático desenvolvido pela ferramenta de corte são itens fundamentais na preparação ou regulagem do torno mecânico. a) Rotação de trabalho - O resultado final das operações realizadas depende fundamentalmente do nível de rotação selecionado Para a seleção adequada do nível de rotação a ser utilizada em determinada tarefa de tornearia, vários fatores devem ser considerados, os principais são: •Tipo de material a ser usinado ou trabalhado; •Dimensões do material a ser usinado; •Natureza do material da ferramenta de corte. •Fase da operação de usinagem. 27 A seguir, alguns critérios “práticos” baseados nos fatores descritos:
  • 28.
      SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS 3. REGULAGEM DO TORNO MECÂNICO 1 - Natureza do material a ser usinado: Material duro – Utilize baixa rotação Material de baixa dureza – Utilize rotação mais elevada 2 – Natureza do material da ferramenta de corte: As ferramentas de metal duro sempre utilizam rotações mais elevadas que as ferramentas de aço rápido. 3 – Dimensões da peça usinada: Peças de grande diâmetro devem ser usinadas em baixa rotação 4 – Fase da operação: A fase inicial da operação, conhecida como desbaste, deve ser realizada em rotação mais baixa do que a utilizada na fase final que é denominada de acabamento. 28
  • 29.
      SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS 3. REGULAGEM DO TORNO MECÂNICO Valores de velocidade de corte em m/min (metros por minuto) e avanços por volta em mm / rot. considerando operação de torneamento cilíndrico 29
  • 30.
      SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS 3. REGULAGEM DO TORNO MECÂNICO 30
  • 31.
      SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS 3. REGULAGEM DO TORNO MECÂNICO b) Avanços - além da rotação de trabalho, os movimentos de translação da ferramenta de corte quando realizados no modo automático também são importantes itens na regulagem do torno mecânico Avanço por volta (apv) – O avanço por volta representa o deslocamento da ferramenta a cada rotação da placa Avanço por minuto (apm) – O avanço por minuto representa o deslocamento da ferramenta a cada minuto de trabalho Apm = Apv x RPM Profundidade de corte – A profundidade de corte, esquematizada na figura seguinte como Pc, representa a medida na qual a ferramenta de corte é 31 aprofundada no material
  • 32.
      SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS 3. REGULAGEM DO TORNO MECÂNICO Representação de avanço, Rpm e profundidade de 32 corte
  • 33.
      SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS TORNEARIA PRINCIPAIS OPERAÇÕES DE TORNEARIA MECÂNICA 33
  • 34.
      SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS 4. PRINCIPAIS OPERAÇÕES DE TORNEARIA MECÂNICA Variando os movimentos, a posição e o formato da ferramenta, é possível realizar uma grande variedade de operações: 34
  • 35.
      SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS 35
  • 36.
      SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS 4. PRINCIPAIS OPERAÇÕES DE TORNEARIA MECÂNICA Além dessas operações, também é possível furar, alargar, recartilhar, roscar com machos ou cossinetes, mediante o uso de acessórios próprios para à máquina-ferramenta. 36
  • 37.
      SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS 4. PRINCIPAIS OPERAÇÕES DE TORNEARIA MECÂNICA A figura abaixo ilustra o perfil de algumas ferramentas usadas no torneamento e suas respectivas aplicações. 37
  • 38.
      SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS TORNEARIA AFIAÇÃO DA FERRAMENTA PARA AS PRINCIPAIS OPERAÇÕES DE TORNEARIA 38
  • 39.
      SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA 5. AFIAÇÃO DA FERRAMENTA PARA AS DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS PRINCIPAIS OPERAÇOES DE TORNEARIA • Afiar corretamente a ferramenta de corte é uma etapa de extrema importância, pois, a qualidade final da usinagem depende fundamentalmente da afiação da ferramenta. • Para cada operação específica a ser realizada no torno mecânico existe uma forma determinada de ferramenta de corte. Desta forma, afiar uma ferramenta é transformar a forma original do material da ferramenta através da criação de planos e arestas (encontro de planos) que seguem uma seqüência lógica de execução, dando origem a uma forma final que é mais adequada para realizar a operação de usinagem desejada. 39
  • 40.
      SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS 5.1. ÂNGULOS, PLANOS E ARESTAS DE UMA FERRAMENTA DE CORTE 40
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      SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS 5.1. ÂNGULOS, PLANOS E ARESTAS DE UMA FERRAMENTA DE CORTE 41
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      SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS Bibliografias • ABREU FILHO, Carlos. Tornearia Mecânica – Notas de Aula, Belém, 2007. • AGOSTINHO, Oswaldo Luis. VILELLa, Ronaldo Castro (In Memoriam), BUTTON, Sérgio Tonini. Processos de Fabricação e Planejamento de Processos. Universidade Estadual de Campinas - Faculdade de Engenharia Mecânica - Departamento de Engenharia de Fabricação - Departamento de Engenharia de Materiais. Campinas, SP. 2004 • BRAGA, Paulo Sérgio Teles, CPM - Programa de Certificação de Pessoal de Manutenção – Mecânica - Processos de Fabricação, SENAI/CST, Vitória, ES. 1999. • COSTA, Éder Silva & SANTOS, Denis Júnio. Processos 42 de Usinagem. CEFET-MG. Divinópolis, MG. março de 2006
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      SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS Bibliografias • DINIZ, A. E., Tecnologia da Usinagem dos Materiais. 3 ed. São Paulo: Artliber Editora, 2003. • FERRARESI, Dino. Fundamentos da Usinagem dos Metais. Editora Edgard Blücher LTDA. São Paulo, SP, 1977 • INMETRO. SISTEMA Internacional de Unidades – SI (tradução da 7ª edição do original francês “Le Système International d’Unités”, elaborada pelo Bureau International des Poids et Mesures - BIPM). 8ª edição Rio de Janeiro, 2003. 116 p. • INMETRO. Vocabulário Internacional de Termos Fundamentais e Gerais de Metrologia – VIM – Portaria Inmetro 029 de 1995. 3ª edição, Rio de Janeiro, 2003. 75p. 43 • reimpressão.
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      SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UFPA FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA DISCIPLINA: USINAGEM DOS METAIS Bibliografias • PALMA, Flávio. Máquinas e Ferramentas. Apostila, SENAI-SC, Blumenau, 2005. • SECCO, Adriano Ruiz; VIEIRA, Edmur & GORDO, Nívia. Módulos Instrumentais – Metrologia. Telecurso 2000. São Paulo, SP, 2007 • VAN VLACK, L. H., Princípios da Ciência e Tecnologia dos Materiais. Tradução Edson Carneiro. Rio de Janeiro: Elsevier, 1970 – 4ª reimpressão. 44