PRIMO LEVI
Primo Levi 1919, 1987-TurimFoi químico e escritor.Escreveu memórias, contos, poemas, e novelas.É mais conhecido pelo seu t...
Judeu italiano foi um dos poucos sobreviventes deAuschwitz, o campo de concentração onde milhões deprisioneiros,   princip...
Primo Levi é lembrado por ter dito que quem passou por campos deconcentração nazis se divide em duas categorias -“os que c...
Levi é a testemunha que precisa fazer justiça às vítimas, contandoo processo de desumanização e degradação que sofreram e ...
O livro inicia-se (assim como os seus outros livros) com umapoesia, com versos duros e amargos.Essa poesia é um alerta end...
Mas, nos anos após a Segunda Guerra Mundial, poucos nomundo queriam saber a verdade sobre a Shoah e os camposde morte nazi...
Em 1963, Primo Levi publica um segundo livro „A Trégua‟,Nele narra os últimos dias em Auschwitz, após os nazis teremabando...
Recordar, contar, refletir e testemunhar continuarão a ser o tema detodos os seus livros.Em 1963, logo depois de publicar ...
Já que afirmava:“Com o passar dos anos, as recordações não empalidecem nem sedissipam, ao contrário, enriquecem-se com det...
Muitas vezes pensamos que estes horrores acontecem nos paísespouco civilizados, em África, na Ásia e que aqui, na Europa, ...
- Infelizmente, os mesmos erroscontinuam a repetir-se, mesmo nocoração da Europa “civilizada eculta”.- Veja-se o caso dos ...
A leitura deste Livro é um apelo            para que:   • Preservemos a memória• Aprendamos com o passado• Não cometamos o...
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Primo levi

  1. 1. PRIMO LEVI
  2. 2. Primo Levi 1919, 1987-TurimFoi químico e escritor.Escreveu memórias, contos, poemas, e novelas.É mais conhecido pelo seu trabalho sobre o Holocausto, emparticular, por ter sido um prisioneiro em Auschwitz-Birkenau.Desse tema e tempo nos dá conta no seu livroSe isto é um Homem?
  3. 3. Judeu italiano foi um dos poucos sobreviventes deAuschwitz, o campo de concentração onde milhões deprisioneiros, principalmente judeus como ele, foramassassinados pelos nazis.Sobreviveu para regressar a Turim, sua cidade-natal, eescrever um dos mais extraordinários e comoventestestemunhos dos campos de extermínio nazis.
  4. 4. Primo Levi é lembrado por ter dito que quem passou por campos deconcentração nazis se divide em duas categorias -“os que calam e os que falam”.Foi justamente a necessidade de falar, de curar as feridasespirituais, que o levou a construir uma das obras fundamentaissobre os horrores criados pelo regime nazi.A sua obra é uma penosa interrogação sobre a natureza humana.Um testemunho sobre o “mal absoluto” e de como seres humanosconseguiram preservar a sua humanidade intacta em face destemal.
  5. 5. Levi é a testemunha que precisa fazer justiça às vítimas, contandoo processo de desumanização e degradação que sofreram e todas asaberrações cometidas pela espécie humana nos campos deextermínio nazis.Neste impressionante livro, “Se questo è un uomo” (Se isto é umhomem), escrito em 1947, relata o ano que passou em Auschwitz.Os capítulos não obedecem a uma sucessão lógica, mas são escritossegundo a ordem de urgência que o autor sente em narrar o quevivera.
  6. 6. O livro inicia-se (assim como os seus outros livros) com umapoesia, com versos duros e amargos.Essa poesia é um alerta endereçado a todos os que vivem emsegurança, para que meditem sobre os sofrimentos daspessoas, gravando-os em pedra no coração e contando-os a seusfilhos para que nunca sejam esquecidos.
  7. 7. Mas, nos anos após a Segunda Guerra Mundial, poucos nomundo queriam saber a verdade sobre a Shoah e os camposde morte nazis.O livro é recusado por vários editores que o considerarammuito triste.Quando é, finalmente, publicado, apesar de ser bem recebidopelos críticos, vende muito pouco.Reeditado em 1958, „Se isto é um homem‟ torna-se umsucesso.
  8. 8. Em 1963, Primo Levi publica um segundo livro „A Trégua‟,Nele narra os últimos dias em Auschwitz, após os nazis teremabandonado o campo, e sua viagem de volta para casa, na Itália.O livro é muito bem acolhido pela crítica e pelo público.Levi passa a ser reconhecido como um grande escritor.
  9. 9. Recordar, contar, refletir e testemunhar continuarão a ser o tema detodos os seus livros.Em 1963, logo depois de publicar „A Trégua‟, Levi declara queconsiderava encerrado o seu trabalho testemunhal.Porém nunca lhe foi possível manter esse propósito.
  10. 10. Já que afirmava:“Com o passar dos anos, as recordações não empalidecem nem sedissipam, ao contrário, enriquecem-se com detalhes que euacreditava esquecidos e que, às vezes, adquirem sentido à luz dasrecordações de outras pessoas, de cartas que recebo ou de livrosque leio”.
  11. 11. Muitas vezes pensamos que estes horrores acontecem nos paísespouco civilizados, em África, na Ásia e que aqui, na Europa, issoseria impensável!Constatamos, infelizmente, que não é isso que acontece, osbárbaros estão aqui à porta!Isso aconteceu na Europa e, precisamente, no país mais culto daEuropa!
  12. 12. - Infelizmente, os mesmos erroscontinuam a repetir-se, mesmo nocoração da Europa “civilizada eculta”.- Veja-se o caso dos massacres naBósnia, cerca de 50 anos depois deAuschwitz.
  13. 13. A leitura deste Livro é um apelo para que: • Preservemos a memória• Aprendamos com o passado• Não cometamos os mesmos erros• No entanto, parece que ou a humanidade não aprende, ou dá a ideia que se recusa mesmo a aprender.

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