O uso da tecnologia na escola. grupo estudo cecierj 2015

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Artigo de estudo do curso tecnologias na escola.

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O uso da tecnologia na escola. grupo estudo cecierj 2015

  1. 1. O Uso da Tecnologia na Escola Grupo 2b – Revisor: Gilberto Cytryn Colaboradores: Michelle De Souza Pereira Neves Mercia Maria Dos Santos Camila Simoes Pelaes Monique Neves Matias Santos Adriano Fernandes Vaz Gilson Oliveira Santos Introdução Escola não tem como ignorar a influência da internet na sociedade moderna. Tem sido um meio de realizar várias tarefas no âmbito pessoal, educacional e profissional. A escola pode e deve, sempre que possível utilizar este recurso para dinamizar e facilitar o processo ensino- aprendizagem. Nisto incluímos os equipamentos diversos que transformam as atividades educacionais. Pela internet temos acesso a fontes enormes de assuntos para pesquisas, páginas específicas para a escola, buscas de softwares, comunicação entre pessoas e instituições, possibilidade de pesquisar temas pré-definidos, entre outros Não nos parece universalizado uma vez que as diferenças e contextos regionais impõem este ritmo de existência e acesso, ou não, aos meios tecnológicos. Os diversos programas efetivados pelo governo buscam dar uma nova dimensão para esta tarefa de adequar a educação às modificações tecnológicas e sociais que a época que vivemos exige. Acesso na escola aos instrumentos tecnológicos ou da escola a esse material. Em nosso caso específico de utilização nos processos educacionais, alertamos que em um ambiente aberto com várias possibilidades destas informações, torna-se obrigatória à verificação das fontes de informação a fim de se confirmar a fidedignidade das mesmas. Isto não pode ser considerado um desestímulo ao uso da internet na aplicação desta vantagem da internet nos processos educacionais. Vemos escolas que não estão ainda inseridas nestes programas, como por exemplo, o ProInfo – Programa Nacional de Informática – muitas vezes por problemas técnicos de acesso, cidades e localidades que não possuem internet e consequentemente às informações proporcionadas pela rede. Implica isto que os professores também não terão este acesso e tão pouco os alunos. Mas seria este o problema fundamental? Seria a falta de preparação dos professores? O receio do A
  2. 2. uso de equipamentos e da rede? Falta conhecimento? As novas vertentes educacionais estão voltadas para o século XXI e para isso é importante se apropriar dos conteúdos de suas matrizes de referência que englobam diversas competências e, como dito, esta etapa de formação para este conhecimento passa por alguns momentos onde podemos destacar pontos importantes. Se a escola não pode proporcionar esta modernização instrumental, os alunos não participam efetivamente neste aproveitamento da tecnologia. Mas, meios alternativos podem ser utilizados para o conhecimento e uso deste material. Equipamentos de informática, projetores, notebooks, etc., passam a ter importância em uso “off-line”, por exemplo. Dentro disso cabe uma familiarização de alunos e professores às novas tecnologias de forma a aproveitar pedagogicamente estas ferramentas, tornando as aulas mais atrativas. Como dito, a internet tem acesso a conteúdos para uso pessoal e para fins educacionais que com a intensificação de atividades de formação à distância transforma esse meio como fundamental para o estudo e aperfeiçoamento, como neste estudo, por exemplo. A rede oferece um grande número de serviços que sua disponibilidade garante esta boa utilização. Nos sítios ou sites, páginas ou home-pages é onde temos acesso às variadas informações na forma de texto, imagens e sons. Na escola estes serviços podem ser utilizados para pesquisas e estudo de temas ligados às disciplinas. Ensinar utilizando a Internet exige uma forte dose de atenção do professor. Diante de tantas possibilidades de busca, a própria navegação se torna mais sedutora do que o necessário trabalho de interpretação. Os alunos tendem a dispersar-se diante de tantas conexões possíveis, de endereços dentro de outros endereços, de imagens e textos que se sucedem ininterruptamente. Tendem a acumular muitos textos, lugares, ideias, que ficam gravados, impressos, anotados. Colocam os dados em sequencia mais do que em confronto. Copiam os endereços, os artigos uns ao lado dos outros, sem a devida triagem. Isso se deve a uma primeira etapa de deslumbramento diante de tantas possibilidades que a Internet oferece. É mais atraente navegar, descobrir coisas novas do que analisá-las, compará-las, separando o que é essencial do acidental, hierarquizando ideias, assinalando coincidências e divergências. Existem também programas governamentais que mantém professores especializados e responsáveis por estas práticas nas escolas sendo responsáveis pela informação e oferecimento aos colegas das inovações e todas as disponibilidades educacionais. A participação neste curso por vários integrantes da rede estadual de ensino do Estado do Rio de Janeiro pode ter sido promovida pela informação oferecida pelo MTE (Mediador de Tecnologia Educacional) da escola, que também oferece ajuda aos demais professores no entendimento e uso de
  3. 3. equipamentos e programas, além de outras atividades na internet. Funciona como uma das estratégias de aproximação do professor ao meio tecnológico sem grandes dificuldades. Um professor que seja o elo entre o MTE e o corpo docente funciona como reforço para as informações e ajuda na disponibilização das atividades sugeridas, além de verificar, quando disponíveis, o pleno funcionamento dos equipamentos e a rede wifi com acesso à internet. Por outro lado, podemos ver uma atitude consumista dos jovens diante da produção cultural audiovisual. Os alunos se impressionam primeiro com as páginas mais bonitas, que exibem mais imagens, animações, sons. As imagens animadas exercem um fascínio semelhante às do cinema, vídeo e televisão. Os lugares menos atraentes visualmente costumam ser deixados em segundo plano, o que acarreta, às vezes, perda de informações de grande valor. Serviços Com a internet enviamos (upload) e recebemos (download) arquivos de programas, imagens e sons e o mesmo pode ser feito pelo correio eletrônico (e- mail). É necessário estar conectado à internet e ter um programa de navegação para realizar estas tarefas. Professores e alunos podem utilizar esse serviço para conseguir programas gratuitos que sejam úteis às matérias ou ainda baixar arquivos com conteúdos das aulas ou de apoio a elas, por exemplo. Nesta oferta de serviços podemos destacar além dos e-mails, as salas de bate-papo ou chats, estas muito utilizadas nas formações à distância onde os alunos dos cursos interagem entre si e com os tutores das disciplinas que cursam. Listas de discussão também é outro serviço de interesse na educação onde pessoas com mesmos objetivos e interesses trocam informações e opiniões acerca de assuntos específicos. Na escola pode ser utilizado para integrar a todos que fazem parte de um mesmo projeto. Neste caso, podemos captar interesse maior na participação dos componentes do grupo. Fonte: Google Imagem. A internet propiciou um novo ambiente de comunicação online e instantâneo, eliminando distâncias e permitindo trocas de informações a um custo acessível. Com a popularização do uso da internet, tendemos a abandonar antigas práticas de pesquisa, como e as coleções de enciclopédias na estante da sala e as visitas às bibliotecas. Hoje, se temos alguma dúvida, seja em relação à ciência, moda ou política, em segundos podemos sanar nossas questões com apenas um clique.
  4. 4. Ensinar na e com a Internet atinge resultados significativos quando se está integrado em um contexto estrutural de mudança do processo de ensino- aprendizagem, no qual professores e alunos vivenciam formas de comunicação abertas, de participação interpessoal efetiva. Caso contrário, a Internet será uma tecnologia a mais, que reforçará as formas tradicionais de ensino. A Internet não modifica sozinho, o processo de ensinar e aprender, mas a atitude básica pessoal e institucional diante da vida, do mundo, de si mesmo e do outro. Integrar a Internet com as outras tecnologias na educação como vídeo, televisão, jornal, computador. Integrar o mais avançado com as técnicas convencionais, integrar o humano e o tecnológico, dentro de uma visão pedagógica nova, criativa, aberta. Há um pouco de confusão entre tecnologias interativas (que permitem participação) e processos interativos. Uma tecnologia pode ser profundamente interativa, como, por exemplo, o telefone, que permite o intercâmbio constante entre quem fala e quem responde. Isso não significa que automaticamente a comunicação entre pessoas, pelo telefone, seja interativa no sentido profundo. As pessoas podem manter formas de interação autoritárias, dependentes, contraditórias, abertas. O telefone facilita a troca, não a realiza sempre. Isso depende das pessoas envolvidas. A mesma situação acontece com a Internet. Fala-se das inúmeras possibilidades de interação, de troca, de pesquisa. Elas existem. Mas, na prática, se uma escola mantém um projeto educacional autoritário, controlador, a Internet não irá modificar o processo já instalado. A Internet será uma ferramenta a mais que reforçará o autoritarismo existente: a escola fará tudo para controlar o processo de pesquisa dos alunos, os resultados esperados, a forma impositiva de avaliação. Os alunos, eventualmente, ou alguns professores poderão estabelecer formas de comunicação menos autoritárias, mas, para isso, precisam contrariar a filosofia da escola, mudando-a por conta própria, sem o endosso institucional. Conclusão A Internet é uma ferramenta fantástica para buscar caminhos novos, para abrir a escola para o mundo, para trazer inúmeras formas de contato com as pessoas. Mas essas possibilidades só se concretizam se, na prática, elas estão atentas, preparadas, motivadas para querer saber, aprofundar, avançar na pesquisa, na compreensão do mundo. Quem está acomodado em uma atitude superficial diante das coisas pesquisará de forma superficial. Portanto, a internet tornou-se uma ferramenta indispensável no processo educacional moderno e que proporciona possibilidades de trocas e buscas por ser um canal de conhecimento. Permite relações humanas e formas de produção. Esta cultura digital dá acesso a informações de todas as formas, permite que a educação tenha um procedimento aperfeiçoado e de maior aproveitamento para todos.
  5. 5. Referências MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA. Programa Nacional de Informática, MEC, 2012. Disponível em: http://www.fnde.gov.br/acessibilidade/itemlist/tag/ProInfo%20%28Programa%20Nacional%20de%20Inf orm%C3%A1tica%20na%20Educa%C3%A7%C3%A3o%29. Acesso:12.10.2015. MORAN, José Manuel, Como Utilizar a Internet na Educação. Scielo. Revista Ciência e Educação. v. 26 n. 2 Brasilia May/Aug. 1997. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=s0100-19651997000200006&script=sci_arttext .Acesso 12.10.2015.

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