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(Foto: Reprodução/University of Bath/Ken Bray)
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GOL: ÁREA DE ZONA IDEFENSÁVEL
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SOCRATES( MAGRÃO),JOGADOR DO CORINTIANS E DA
SELEÇÃO BRAS...
FONTE: GALILEU,27/02/2015
AUTOR:FERNANDOBUMBEERS
ADAPTAÇOES ILUSTRATIVAS:LUCIANO SOUSA
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  1. 1. Física e futebol: ciência aplicada nos dribles, chutes e defesas
  2. 2. Física e futebol: ciência aplicada nos dribles, chutes e defesas Acompanhe o Ciência em Jogo para enxergar o outro lado dos esportes, o lado científico. Aqui a física vai além da educação física.
  3. 3. Física e futebol: ciência aplicada nos dribles, chutes e defesas Esporte não é apenas correr, pedalar, nadar, escalar ou jogar. Esporte também é química, física, biologia, matemática, sociologia. Esporte é ciência. As Leis da Física estão presentes em cada partida e em cada movimento.
  4. 4. Física e futebol: ciência aplicada nos dribles, chutes e defesas Drible: Driblar um adversário requer o princípio da inércia (formulada por nosso patrono Galileu e confirmada por Newton): todo corpo em movimento tende a permanecer em movimento. Outro artifício da física presente na finta é a Força, que é o resultado da massa x aceleração (F = m x a). Portanto, quanto mais pesado for o jogador ou a bola, maior a aceleração aplicada para realizar um drible e um maior consumo energético.
  5. 5. Física e futebol: ciência aplicada nos dribles, chutes e defesas Por isso jogadores leves, com menos de 70 kg, como Neymar (64 kg) e Messi (67 kg), passam facilmente por zagueiros mais pesados. E fortes, uma bola oficial de futebol pesa entre 410g e 450g, mas já chegou a pesar quase 2 quilos nos tempos da deficiência tecnológica, uma época difícil para os dribla dores.
  6. 6. Física e futebol: ciência aplicada nos dribles, chutes e defesas Neymar -64 kg Messi - 67 kg
  7. 7. Física e futebol: ciência aplicada nos dribles, chutes e defesas Dribles: Isso explica porque jogadores que ganharam peso perdem agilidade. O que acontece, na verdade, é que eles ganham massa e precisam aplicar mais força para terem velocidade - o que acaba não acontecendo. Caso de Ronaldinho Gaucho e Ronaldo fenômeno e Walter ex-Flu atualmente no Atlético Paranaense.
  8. 8. Física e futebol: ciência aplicada nos dribles, chutes e defesas Atletas fora dos padrões de média %G Imagens: web
  9. 9. Física e futebol: ciência aplicada nos dribles, chutes e defesas Defesa de pênalti: Aqui a matemática entra em jogo: um gol oficial mede 7,32 metros de largura e 2,44 metros de altura, o que significa 17,86m² de área total.
  10. 10. Física e futebol: ciência aplicada nos dribles, chutes e defesas Ficha técnica: Nome: Nelson de Jesus Silva(Dida) Nascimento: 07/10/1973 (Irará-BA) Altura: 1,96m Manuel Neuer, goleiro campeão do mundo pela Alemanha, mede 1,93. Com essa altura, para chegar ao lado extremo da baliza, ele levaria em média 0,7 segundo. Goleiro com baixa estatura, aumenta o grau de dificuldade para realizar a defesa no chute, pênalti, faltas e saídas com bolas alçadas na área.
  11. 11. Física e futebol: ciência aplicada nos dribles, chutes e defesas Cobrança de falta-Defesa: Faltas com barreira são as mais difíceis de serem contornadas literalmente falando. Para isso, o cobrador terá que aplicar Força para alterar o vetor velocidade da bola e desviá-la da barreira rumo ao gol. Aplicando o princípio de inércia, perceberemos que a bola em movimento tende a continuar em movimento retilíneo uniforme.
  12. 12. Física e futebol: ciência aplicada nos dribles, chutes e defesas Cobrança de falta com a Defesa do Goleiro Imagens: web
  13. 13. Física e futebol: ciência aplicada nos dribles, chutes e defesas Para realizar um chute com curva, o cobrador deve pegar de raspão na bola com a parte interna do pé, exercendo a maior Força possível. Quem não se lembra do gol incrível do Roberto Carlos contra a França, em 1997?link acim Nesse caso, devemos considerar a distância da falta. A bola atingiu 127 km/h durante os 35 metros percorridos até o gol, isso fez a bola sair em linha reta, perder energia cinética ao longo do percurso e ficar mais lenta, o que causou o Efeito Magnus.
  14. 14. Física e futebol: ciência aplicada nos dribles, chutes e defesas NESSE LINK, VOÇE PODE VER COM PRECISÃO https://www.youtube.com/watch?feature=play [SOCCER VIDEO] Roberto Carlos [AMAZING] free kick, Roberto Carlos contra a França, em 1997
  15. 15. Física e futebol: ciência aplicada nos dribles, chutes e defesas Especialistas em cobranças de falta também são equilibristas. Um bom batedor de falta nunca cobrará com os dois braços colados no corpo. O movimento do braço inverso ao pé do chute para o alto fornece o equilíbrio necessário para o chute perfeito.
  16. 16. Física e futebol: ciência aplicada nos dribles, chutes e defesas Faltas Certeiras: Chutar a bola nessa velocidade já é um difícil, direcionar o chute é ainda mais desafiador. Porém, se o cobrador conseguir colocar a bola onde a coruja dorme é feito pra poucos.
  17. 17. Física e futebol: ciência aplicada nos dribles, chutes e defesas Esse efeito acontece quando um objeto cilíndrico (nesse caso a bola) gira enquanto está em movimento. Isso faz com que o fluxo de ar seja mais rápido na direção de giro da bola, e mais lento na direção contrária, gerando o efeito da curva.
  18. 18. Física e futebol: ciência aplicada nos dribles, chutes e defesas Chutes de Longas Distancias: A força gravitacional também entra em jogo quando falamos de chutes de longa distância. Ela é responsável por puxar a bola para baixo, fazendo o chute formar um arco. Chutes com curva são explicados a partir do Efeito Magnus, descoberto pelo físico alemão Heinrich Gustavo Magnus. Esse efeito acontece quando um objeto cilíndrico (nesse caso a bola) gira enquanto está em movimento. Isso faz com que o fluxo de ar seja mais rápido na direção de giro da bola, e mais lento na direção contrária, gerando o efeito
  19. 19. Física e futebol: ciência aplicada nos dribles, chutes e defesas A BOLA COM EFEITO GIRATÓRIO, DURANTE O CHUTE DE LONGAS DISTÂNCIAS OU FALTAS.
  20. 20. Física e futebol: ciência aplicada nos dribles, chutes e defesas PÊNALTI: Ken Bray, professor de física da Universidade de Bath, calculou o alcance do goleiro diante um pênalti e descobriu a zona indefensável: "Pouco mais de 80% dos chutes a gol, cerca de quatro em cada cinco, lançados nesta área foram bem-sucedidos".
  21. 21. Física e futebol: ciência aplicada nos dribles, chutes e defesas A partir de um pênalti, a 11 metros do gol, a bola pode chegar ao gol em menos de 0,5 segundo. Ou seja, os goleiros especialistas em penalidades máximas devem escolher um canto, se antecipar ao cobrador e pular antes mesmo da bola ser chutada - tudo isso em frações de segundos.
  22. 22. Física e futebol: ciência aplicada nos dribles, chutes e defesas O pênalti com paradinha foi proibido exatamente por conta disso: se o jogador faz que vai chutar a bola e não chuta, o goleiro salta mesmo sem chute. Outro modo de bater na bola é a “cavadinha”, que não é proibida e acaba sendo muito eficiente, pois desloca o goleiro da mesma maneira. Obs: Em algumas situações, o chute pode ser despretensioso: Luciano Sousa
  23. 23. Física e futebol: ciência aplicada nos dribles, chutes e defesas O curioso é que um estudo, de 2005, revelou que a maneira mais eficiente de defender uma penalidade máxima é ficar parado. Foram analisados 286 cobranças das maiores ligas européias e constataram que permanecer no centro do gol é a forma mais segura de agarrar. Mas os goleiros escolhem saltar para direita ou para esquerda, pois preferem agir e errar do que não defender - vale lembrar que permanecer em inércia no centro do gol também é uma ação e uma
  24. 24. Física e futebol: ciência aplicada nos dribles, chutes e defesas Cobrança de pênalti Cobrar um pênalti com perfeição e precisão, também envolve ciência. A penalidade indefensável é no ângulo (cerca de meio metro do travessão e da trave), numa velocidade de 104 km/h. Escrevendo e lendo parece fácil, mas não é.
  25. 25. Física e futebol: ciência aplicada nos dribles, chutes e defesas Vidal, do Juventus-ITA, Chute certeiro
  26. 26. Física e futebol: ciência aplicada nos dribles, chutes e defesas GOL: ÀREA DE ZONA IDEFENSÁVEL Chutar a bola nessa velocidade já é um difícil, direcionar o chute é ainda mais desafiador. Porém, se o cobrador conseguir colocar a bola onde a coruja dorme (como Vidal, do Juventus-ITA, no gif acima pode ficar tranqüilo, é impossível para qualquer goleiro alcançar esse local do gol - até mesmo para Diego Alves, Dida... Ken Bray, professor de física da Universidade de Bath, calculou o alcance do goleiro diante um pênalti e descobriu a zona indefensável: "Pouco mais de 80% dos chutes a gol, cerca de quatro em cada cinco, lançados nesta área foram bem-sucedidos".
  27. 27. GOL: ÁREA DE ZONA IDEFENSÁVEL DURANTE A PENALIDADE (Foto: Reprodução/University of Bath/Ken Bray)
  28. 28. Física e futebol: ciência aplicada nos dribles, chutes e defesas GOL: ÁREA DE ZONA IDEFENSÁVEL • GOL: AREA DE ZONA IDEFENSAVEL ADAPTAÇÃO ILUSTRATIVA: LUCIANO SOUSA
  29. 29. Física e futebol: ciência aplicada nos dribles, chutes e defesas SOCRATES( MAGRÃO),JOGADOR DO CORINTIANS E DA SELEÇÃO BRASILEIRA EM 1986. ERA ESPECIALISTA EM COBRANÇA DE PÊNALTI.
  30. 30. FONTE: GALILEU,27/02/2015 AUTOR:FERNANDOBUMBEERS ADAPTAÇOES ILUSTRATIVAS:LUCIANO SOUSA Contato: Email:lucianofisiol@gmail.com Facebook: luciano sousa luciano sousa

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