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Avaliacao de força

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LUCIANO SOUSA FISIOLOGISTA
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Avaliacao de força

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Metodologia da MusculaçãoMetodologia da Musculação
AVALIAÇÃOAVALIAÇÃO
dada
ForçaForça
Hildeamo Bonifácio Oliveira
MEDIDA E AVALIAÇÃOMEDIDA E AVALIAÇÃO
Avaliação é o processo de interpretação julgamento e
classificação de medidas previamente obtidas através de testes
Avaliação é um importante instrumento que possibilita
conhecermos a situação e o desenvolvimento de determinado
sistema; é a principal forma de feedback devendo ater-se a isso,
ou seja:: a avaliação é um meio e não um fim em si mesma
Medida apresenta uma noção quantitativa
Avaliação é uma relação qualitativa
AVALIAÇÃO FUNCIONAL
• obter informações quanto ao estado de saúde do
avaliado
• diagnosticar as potencialidades e as deficiências
referentes às capacidades físicas relacionadas à prática
do desporto
• orientar o trabalho individualizado
• Servir como feedback durante o processo de
treinamento;
• servir como processo educacional pelo qual o avaliado
aprende a compreender melhor o seu corpo
Testes
Utiliza-se os testes para avaliar, os resultados
possibilitam prescrever treinamento de forma mais
precisa.
Os resultado nos testes de avaliação devem ser
analisados de forma geral e não isolada. Normalmente
são valores absolutos.
TESTES DE LABORATÓRIO X TESTES DE CAMPOTESTES DE LABORATÓRIO X TESTES DE CAMPO
Testes de Laboratório procuram padronizar condições
como temperatura, umidade relativa do ar, etc. à fim de
aumentar principalmente a confiabilidade
Testes de Campo procuram simular as condições reais
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Avaliacao de força

  • 1. Metodologia da MusculaçãoMetodologia da Musculação AVALIAÇÃOAVALIAÇÃO dada ForçaForça Hildeamo Bonifácio Oliveira
  • 2. MEDIDA E AVALIAÇÃOMEDIDA E AVALIAÇÃO Avaliação é o processo de interpretação julgamento e classificação de medidas previamente obtidas através de testes Avaliação é um importante instrumento que possibilita conhecermos a situação e o desenvolvimento de determinado sistema; é a principal forma de feedback devendo ater-se a isso, ou seja:: a avaliação é um meio e não um fim em si mesma Medida apresenta uma noção quantitativa Avaliação é uma relação qualitativa
  • 3. AVALIAÇÃO FUNCIONAL • obter informações quanto ao estado de saúde do avaliado • diagnosticar as potencialidades e as deficiências referentes às capacidades físicas relacionadas à prática do desporto • orientar o trabalho individualizado • Servir como feedback durante o processo de treinamento; • servir como processo educacional pelo qual o avaliado aprende a compreender melhor o seu corpo
  • 4. Testes Utiliza-se os testes para avaliar, os resultados possibilitam prescrever treinamento de forma mais precisa. Os resultado nos testes de avaliação devem ser analisados de forma geral e não isolada. Normalmente são valores absolutos.
  • 5. TESTES DE LABORATÓRIO X TESTES DE CAMPOTESTES DE LABORATÓRIO X TESTES DE CAMPO Testes de Laboratório procuram padronizar condições como temperatura, umidade relativa do ar, etc. à fim de aumentar principalmente a confiabilidade Testes de Campo procuram simular as condições reais de competição ou treinamento à fim de aumentar a validade
  • 6. BATERIA Um conjunto de testes é comumente denominado BATERIA DE TESTES
  • 7. AVALIAÇÃO DA APTIDÃO FÍSICAAVALIAÇÃO DA APTIDÃO FÍSICA Aptidão Física é a capacidade de um indivíduo desempenhar tarefas envolvendo esforço muscular. Para se medir qualquer fator que influencia na performance o instrumento essencial é o teste são vários os fatores que podem influenciar na performance. Assim os testes devem ser específicos
  • 8. FATORES QUE INFLUENCIAM AFATORES QUE INFLUENCIAM A ESCOLHA DOS TESTESESCOLHA DOS TESTES Fatores Metabólicos: Sistema Energético Anaeróbio Alático Sistema Energético Anaeróbio Lático Sistema Energético Aeróbio
  • 9. FATORES QUE INFLUENCIAM AFATORES QUE INFLUENCIAM A ESCOLHA DOS TESTESESCOLHA DOS TESTES Fatores Cineantropométricos: Composição Corporal Somatotipo Proporcionalidade Crescimento e Desenvolvimento
  • 10. FATORES QUE INFLUENCIAM AFATORES QUE INFLUENCIAM A ESCOLHA DOS TESTESESCOLHA DOS TESTES Fatores Psíquicos: Ansiedade Motivação Inteligência Personalidade
  • 11. FATORES QUE INFLUENCIAM AFATORES QUE INFLUENCIAM A ESCOLHA DOS TESTESESCOLHA DOS TESTES Fatores Neuro-musculares: FORÇA Velocidade Flexibilidade Coordenação Ritmo Agilidade Equilíbrio
  • 12. CRITÉRIOS DE AUTENTICIDADE CIENTÍFICA VALIDADE Um teste só é valido quando consegue medir o que se propõe
  • 13. CRITÉRIOS DE AUTENTICIDADE CIENTÍFICA CONFIABILIDADE É o caráter da medição, implica em se poder reproduzir a mesma medida, sob as mesmas condições num outro teste
  • 14. CRITÉRIOS DE AUTENTICIDADE CIENTÍFICA OBJETIVIDADE Depende da técnica e da habilidade dos avaliadores em reproduzirem fielmente o teste e do próprio Protocolo do teste a fim de que os resultados sejam os mesmos quando aplicados por avaliadores diferentes em lugares diferentes desde que nas mesmas condições
  • 15. CRITÉRIOS PARA A SELEÇÃO DE TESTESCRITÉRIOS PARA A SELEÇÃO DE TESTES Custo Tempo disponível Instalações Operacionalidade Qualificação de pessoal Exames Clínicos anteriores População avaliada X População padrão do teste Facilidade da coleta e análise dos dados
  • 16. CRITÉRIOS PARA UM BOM DESEMPENHO NOS TESTES O avaliado deve ser motivado realizar novos testes obedecendo o tempo mínimo para adaptação. Manter as mesmas condições nos testes Avaliadores abem treinados
  • 18. Força Muscular É a força máxima que pode ser gerada por um músculo ou grupo muscular Porque avaliar a força? 1) é necessária para uma boa aparência 2) é básica para um bom desempenho nas técnicas do gesto 3)é altamente considerada quando da medida da aptidão física 4) a manutenção da força pode servir como profilaxia contra uma série de deficiências ortopédicas Mathews(1980)
  • 19. Critérios para escolha de um Método de Teste de Força Especificidade: ao realizar um teste, preste atenção na especificidade, pois o teste deve ser semelhante ao esporte praticado. Essa especificidade pode ter vários níveis. Grupo muscular: identificar, através de uma análise cinesiológica, quais os grupos musculares envolvidos no movimento esportivo, observando se realmente são os motores primários. Padrão de movimento e tipo de contração: tentar simular o padrão de movimento esportivo no teste. Isso inclui os movimentos e o tipo de contração muscular (concêntrico, excêntrico ou isométrico).'° Velocidade do movimento: existe um grau de especificidade na velocidade do movimento. Atleta de potência realiza melhor os testes que possuem alta velocidade do que aqueles realizados de forma lenta. Exeqüibilidade: ter disponível os equipamentos necessários para a execução dos testes,` além de agendar os testes previamente, realizando- os nos momentos mais apropriados. simular o tipo de contração • isométrica • dinâmica ( concêntrica ou excentrica) (Uchida et all, 2003)
  • 20. Determinação da Força máxima A força máxima dinâmica é uma repetição máxima (ou o maior peso) que pode ser levantada ou vencida, em que há alternância entre as contrações concêntricas e excêntricas.' A unidade mais apropriada para esse tipo de teste é a medida em Newton (N), porém é mais comum ser expressa em quilogramas (kg), uma unidade métrica para massa; um quilograma (1,Okg) equivale a 9,8N., ou 1Kp. No teste, é importante padronizar a posição de início e a amplitude do movimento. A padronização reduz a variabilidade nos resultados dos testes. • O teste de 1RM é um método que deve ser reservado para praticantes do treinamento de força classificados como intermediários ou avançados e que possuam uma experiência na execução dos movimentos. • Indivíduos que não são treinados, sem experiência na execução do movimento, lesionados ou sob supervisão médica, não devem participar desse tipo de teste . • No momento da seleção dos exercícios, o profissional deve escolher aqueles que trabalhem grandes grupamentos, de preferência multiarticulares, mais apropriados para altas cargas.
  • 21. Determinação da Força máxima Protocolo para o teste de 1 RM A) Aquecimento de 5 a 10 repetições, peso leve (40% a 60% da estimativa de 1RM).' B) 1 minuto de intervalo. Leve alongamento.' C) Aquecimento de 3 a 5 repetições, peso moderado (60% a 80% da estimativa de 1RM).' D) 2 minutos de intervalo. E) Estimar um peso próximo do máximo, com o qual o praticante possa completar de 2 a 3 repetições, adicionando para membros superiores de 4kg a 9kg ou 5% a 10%, e para membros inferiores de 14kg a 18kg ou 10% a 20%.3 G) Repetir item E, para a primeira tentativa. Se conseguir, mais 3 a 5 min. Repetir as tentativas para no máx 5. Só será considerado tentativa válida aquela com a técnica perfeita
  • 22. Teste de carga Relativa(TCR) Percentual de 1 RM Não é precisa Efeitos negativos na prescrição 1 RM Número de repetições % 100 1 95 2 93 3 90 4 87 5 85 6 83 7 80 8 77 9 75 10 70 11 67 12 65 15 Adaptado de Baechle & Earle (2000).
  • 23. Cuidados ao utilizar tabelas com número de repetições e percentuais de 1 RM (TCR) A) Grau de treinamento do praticante: quanto mais treinado for, mais repetições será capaz de realizar acima do valor de tabela.' B) O número de repetições que se pode realizar por meio do percentual de 1RM foi estimado por meio de uma série apenas, portanto quando o praticante realiza várias séries, pode ser necessário diminuir o peso para completar o número de repetições desejadas. C) A utilização de equipamentos guiados pode gerar um número maior de repetições do que o mesmo percentual para peso livre D) A utilização de grande massa muscular pode resultar em um número de repetições maiores que um músculo pequeno para um mesmo percentual de 1RM." E) No teste de 1RM perde-se muito tempo, portanto não é muito prático na avaliação por períodos curtos como, por exemplo, semanalmente. Fleck e Kraemer (1997) sugerem que para a prescrição de treinamento, o uso do percentual de 1RM seja mais indicado para os levantamentos olímpicos, arranque e arremesso, que exigem movimentos coordenados e de potência. A utilização de repetições máximas (RMs), ou seja, o peso exato para um determinado número de repetições, é provavelmente a forma mais fácil para determinar a carga de trabalho, além da sua grande eficácia.
  • 24. Testes de força Determinar objetivo •Tipo de teste •Validade •Confiabilidade •Objetividade •Material / local •Método (descrição detalhada de todos procedimentos) •Idade, sexo, etc
  • 25. Determinação da condição física muscular geral Nos livros especializados em "medida e avaliação", encontramos testes, repletos de métodos e protocolos para determinação da força muscular, desde o simples teste de preensão manual até os mais sofisticados, com utilização de equipamentos para determinação isocinética da força, mensurando de forma mais precisa as forças aplicadas em cada momento angular. Atualmente é importante poder determinar a força muscular por meio de métodos simples e baratos, sem a necessidade de equipamentos sofisticados e caros. Teste de uma repetição máxima (1 RM) O teste de 1RM, por várias razões, tem sido usado há anos para determinar a força máxima dinâmica (concêntrico-excêntrico). Os exercícios mais praticados para o teste são: o supino e o agachamento, porém o American College Sports Medicine (ACSM)' recomenda o supino e o leg press para mensurar a força de membros superiores e inferiores, respectivamente. Para determinar a força relativa, divide-se o valor encontrado no teste de força máxima, 1RM, pelo peso corporal do praticante. Existe também um protocolo que avalia, por meio da força relativa em seis exercícios, o condicionamento físico em relação à força muscular. Esses exercícios são: supino, rosca direta, puxada pela frente, leg press, mesa extensora (extensão de joelho) e mesa flexora (flexão de joelho). Para classificar o praticante quanto a sua condição muscular, determina-se a força relativa e utiliza-se uma tabela de referência.
  • 28. Teste de Carga Máxima • Teste de 1RM – Nível Intermediário • Quantidade máxima de carga em um repetição • Objetiva mensurar a força máxima como forma de predizer as cargas do programa de treinamento • Recomendado para indivíduos iniciados • Pode ser: • Progressivo - • Regressivo - máximo 3 grupos por dia 6RM - iniciantes
  • 29. Teste de Carga Máxima – Dantas (1995) 1RM - iniciados - progressivo/regressivo • Sexo= homens + de 20 % de força/mulheres • Idade = dos 22 aos 32 anos 15 % + força • Estado de Treinamento = 140% + força • Peso corporal Exercício / Sexo Masculino Feminino Impulso de pernas 2x Peso Corporal 1 a 1/2 Peso Corporal Supino 1/2 Peso Corporal 1/3 Peso Corporal Rosca Braços 1/4 Peso Corporal 1/6 Peso Corporal Flexão/Extensão joelhos 1/2 Peso Corporal 1/4 Peso Corporal Puxadas 2/3 Peso Corporal 1/2 Peso Corporal
  • 30. Teste de Carga Máxima 1RM - iniciados - progressivo/regressivo Peso corporal • Exemplo: SUPINO -Atleta treinado de 25 anos, com 70 kg • 70 x 1/2 = 35 kg • idade: 35 kg +(35x 15%) = 40 kg • Est. de treinam. 40kg + (40 x20%) = 48 kg • 1ª tentativa = consegue, soma + 10% = 52,8 kg • 2ª tentativa = consegue com muito esforço = 52 Kg • 3ª tentativa = 58 kg não consegue, portanto TCM DE 1RM = 52 KG
  • 31. Teste de Carga Máxima 1RM - iniciados - progressivo/regressivo 1 1 2 3 5 7 10 repetições 100 95 90 85 80 75 70 Carga Correlação entre volume e intensidade do processo da pirâmide
  • 32. Protocolo do teste de 1RM LEE E. BROWN AND JOSEPH P. WEIR. (ASEP) Procedures Recommendation I: Accurate Assessment Of Muscular Strength And Power. JEPonline. 2001;4 (3):1-21. “O sujeito deve executar um aquecimento geral de 3-5 minutos de atividade leve envolvendo os músculos a serem testados (i.e., ergometria da parte superior do corpo antes do teste de força da parte superior do corpo). Depois, o indivíduo deve executar exercícios de alongamento estático da musculatura envolvida. Após o aquecimento geral, o indivíduo deve executar uma série específica de aquecimento de 8 repetições a aproximadamente 50% da 1-RM estimada, seguida por outra série de 3 repetições a 70% da 1-RM estimada. Os levantamentos subseqüentes são repetições únicas com pesos progressivamente mais pesados até a fadiga. Os incrementos iniciais ao peso devem ser uniformemente espaçados e ajustados de modo que ao menos duas séries de levantamentos únicos sejam executadas entre as três repetições de aquecimento e a 1-RM estimada. No caso de fadiga, um peso aproximadamente da metade entre o último levantamento de sucesso e o de fadiga deve ser tentado. Repita até que a 1-RM seja determinada no nível desejado de precisão. O intervalo de descanso entre as séries não deve ser menor que um nem maior que cinco minutos (85). O número ótimo de repetições únicas varia de três a cinco (52).” Recomendação de Procedimentos da Sociedade Americana de Fisiologia do Exercício (ASEP) I: Avaliação Precisa da Força e Potência Muscular
  • 33. 1RM Predita BAECLE (1992) Repetições Fator de correção 1 1.00 2 1.07 3 1.10 4 1.13 5 1.16 6 1.20 7 1.23 8 1.27 9 1.32 10 1.36
  • 34. •Tem por objetivo preparar o segmento corporal para o exercício •Recomenda em relação ao peso corporal (não obesos) superior inferior Homens 15 a 30 % 10 a 70 % Mulheres 10 a 20 % 10 a 50% Predição de 1RM BAECLE (1992) - Aquecimento
  • 35. Objetivo % 1RM Repetições Séries Velocidade de execução Intervalo entre as séries respiração Força máxima estática >100 6 a 20 de 6´a 8seg 3 a 4 Lenta 1 a 2 min Bloqueada Força máxima dinâmica 80 a 100 1 a 8 3 a 5 lenta 2 a 5 min Passiva /bloqueada Hipertrofia 70 a 90 6 a 12 4 a 6 Lenta/médi a 30 a 90 seg Passiva Força Explosiva 60 a 80 6 a 12 3 a 6 Rápida 2 a 5 min Passiva Resistência de Força 40 a 60 12 a 25* 1 a 3 Média 30´a 1 min Contínua Recuperação (regenerativo) 30 a 40 12 a 20 1 a 2 circuito Média/rápid a 45 a 90 seg Contínua Volume e Intensidade em relação às qualidades físicas
  • 36. Correlação entre volume e intensidade •Método De Lorme -teste de RM de 10 repetições 10 rep = 50% 10 rep = 75% 10 rep = 100 % •Resistência Negativa - teste de RM de 1 repetição 110 % RM - de 6 a 10 rep •PTA(Pain - Torture - Agony) maior nº de rep possíveis até a exaustão com 60 a 70 % RM OUTROS MODELOS DE TESTES
  • 37. Teste de Flexão dos Braços (Pollock e Wilmore, 1993) Homens: os movimentos serão executados com o aluno no chão, deitado de barriga para baixo, as mãos colocadas sobre o chão, braços estendidos na linha e largura dos ombros. O peito deve tocar o solo a cada movimento e os braços devem se estender na volta. As costas devem ficar retas o exercício deve ser feito até a exaustão (contar o número de repetições).
  • 38. Teste de Flexão dos Braços (Pollock e Wilmore, 1993) Mulheres: deitar de barriga para baixo no chão, com o corpo reto e as pernas unidas. Dobrar os joelhos em ângulo reto e colocar as mãos no chão, ao nível dos ombros. Erguer o corpo até os braços ficarem estendidos e o peso suportado, completamente, pelas mãos e pelos joelhos. O corpo deve formar uma linha reta da cabeça aos joelhos; não curvar os quadris nem as costas. A seguir dobrar os braços até que o peito toque (um objeto) no chão. As pernas ou a cintura não devem tocar o solo. O peso continua a ser suportado pelos braços e joelhos. O exercício completo deve ser feito até a exaustão (contar o número de repetições).
  • 40. Testes de Laboratório Dinamômetro Tensiômetro Plataforma de Força Eletromiografoa Ultra-som Listar outros*