Clostridioses

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Clostridioses

  1. 1. CENTRO UNIVERSITÁRIO NILTON LINS CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIACLÍNICA MÉDICA DE GRANDES ANIMAIS Clostridioses
  2. 2. CARBÚNCULOSINTOMÁTICO EM BOVINO (“ MANQUEIRA”)
  3. 3. Quadro Clínico Assintomático – o animal afetado já é encontrado morto. Animais acometidos - alta temperatura, anorexia,depressão; Membros afetados - lesão característica - músculoesquelético. Aumento da área (edema). Á palpação - crepitação e enfisema devido à formaçãode bolhas de gás durante a multiplicação bacteriana. Mortes súbitas - carbúnculo sintomático visceral embovinos e ovinos, quando o coração é afetado.
  4. 4. Exame histológico do coração:  áreas de necrose aguda de coagulação.  contém quantidades moderadas de bastonetes Gram- positivos, sugestivos de Clostridium spp.  congestão intersticial, edema e hemorragia.  vasos intersticiais podem conter trombos de fibrina.  epicardite fibrinosa, fibrinoporulenta ou fibrino- hemorrágica, distribuídas difusamente.
  5. 5. Diagnóstico Anamnese; Sinais clínicos; Achados de necropsia; e Isolamento do C. chauvoei.
  6. 6. DiagnósticoImunofluorescência direta (IFD):  permite detectar C. chauvoei em esfregaços de cultivo e em impressões obtidas diretamente dos tecidos durante a necropsia.
  7. 7. DiagnósticoImunohistoquímica (IHQ):  em seções histológicas e/ou esfregaços de cultivo.
  8. 8. Mau
  9. 9. Prevenção Programa de vacinação:  medida mais efetiva de controle.  vacina polivalente aplicada via SC.  Primeira dose - aplicada aos 60 dias após o nascimento,  Segunda dose - quatro semanas antes do desmame ou no período do desmame.  Área altamente prevalente - deve ser aplicada um reforço.
  10. 10. Prevenção Programa de vacinação: ocorrência de surto - indivíduos entre dois meses e dois anos devem ser vacinados ou revacinados.  Duas semanas pós-vacinação - imunidade baixa - pode ocorrer mais mortes. Transferência dos animais – deve ser para outras áreasdistantes do sítio de contaminação. Carcaças devem ser incineradas para prevenir a disseminaçãoda bactéria.
  11. 11. Sinais Clínicos Os sinais clínicos aparecem de 2 a 48 horas após aexposição à toxina.  depressão;  incapacidade de levantar;  anorexia;  salivação intensa;  fraqueza das pernas (paralisia flácida);  tremores musculares;e  decúbito lateral;  pupila dilatada;  língua puxada para fora com facilidade
  12. 12. Botulismo
  13. 13. Diagnóstico O diagnóstico do botulismo só pode ser realizado a partir dacoleta de algumas informações: Histórico:  Obtenção de informações referentes à doença, tais como número e categoria animal acometida, presença de carcaças nos pastos, curso, etc. Análise de casos clínicos : Interpretação dos sinais clínicos encontrados nos animais acometidos. Resultados obtidos com a adoção de medidas profiláticas:  eliminação ou decréscimo do número de casos após a adoção de medidas profiláticas.
  14. 14. DiagnósticoO diagnóstico definitivo do botulismo só pode ser feitoquando conseguimos detectar a presença da toxina:  Isolamento de cepas toxigênicas e identificação do subtipo envolvido (C ou D) através do uso da técnica de soro neutralização em camundongos ou cobaias.  Detecção de toxina botulínica em amostras enviadas para análise laboratorial (conteúdo intestinal, soro, fragmentos de fígado, etc.).
  15. 15. MAU
  16. 16. Prevenção e Controle Correção da deficiência do solo em fósforo:  Esta medida não é freqüentemente adotada pelo seu alto custo econômico. Suplementação de fósforo: Feita através de complementos de micro e macro elementos ao sal mineral fornecido em cochos, muito eficaz desde que sejam escolhidas as misturas corretas e os cochos sejam construídos de maneira correta visando evitar a umidade.
  17. 17. Prevenção e ControleVacinação:  Deve ser feita anualmente ao final da seca e início das chuvas.  Animais que forem vacinados pela primeira vez devem receber dose de reforço 30 dias após a primeira dose.  A vacinação é uma medida muito eficaz.
  18. 18. Prevenção e Controle Eliminação de cadáveres:  estudos mostram que há contaminação do solo por esporos em uma área de até 30 metros em redor da carcaça que deverá ser enterrada em cova profunda e coberta com cal virgem.
  19. 19. TétanoCausa: toxina tetanolisina produzida pelo Clostridium tetani.Causas da infecção: Tosquias, banhos, castrações.Patogenia: liberação da toxina que provoca alterações nas terminações neuromusculares causando paralisia espástica.Alterações do NMS (neurônio motor superior).Sinais: contrações espasmódicas, tetania e rigidez muscular, paralisia espástica.
  20. 20. Tétano
  21. 21. TRATAMENTO O objetivo é eliminar a presença da bactéria ebloquear a ação da toxina.O primeiro passo é obtido através da administração deantibióticos (ex: penicilina) e lavagem da ferida.O soro antitetânico bloqueia a ação da toxina; noentanto, na presença de sinais clínicos, o soro é eficazapenas se administrado diretamente no sistema nervoso(isto é, na coluna vertebral) o que requer anestesia geral.
  22. 22. TRATAMENTO DE SUPORTE O tratamento de suporte é importante durante operíodo de recuperação da doença e consiste naadministração de tranquilizantes, relaxantes muscularese ventilação com oxigênio. Os cavalos deverão ser estabulados em boxessossegadas, com pouca luz e a cama deve serabundante.
  23. 23. PREVENÇÃO A nível preventivo, quando um cavalo sustém umaferida, o soro antitetânico pode ser administrado por viasubcutânea, intramuscular ou endovenosa, o queinactiva a toxina antes de esta atingir o sistema nervoso,evitando o aparecimento dos sinais clínicos da doença.
  24. 24. PREVENÇÃO O tétano é uma doença que pode ser prevenidaatravés da vacinação. Éguas gestantes devem ser vacinadas 1 mêsantes do parto de modo a optimizar a transferência deanticorpos ao potro recém-nascido.
  25. 25. PREVENÇÃO Os potros deverão depois ser vacinados pelaprimeira vez entre as 10 e 12 semanas de idade,recebendo uma segunda vacina 4 semanas depois. A terceira vacina é dada 1 ano mais tarde e apartir daí repetida anualmente ou cada 2 anos.

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