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Boletim da Campanha Pela Retira das Tropas do Haiti

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Boletim da Campanha Pela Retira das Tropas do Haiti

  1. 1. Boletim 11 Junho 2014 Dep.Adriano Diogo Vereadora Juliana Cardoso SJSP, SINDSEP Blog: retiradatropashaiti.blogspot.com • Contatos: comitedefenderhaiti@uol.com.br Ato lota Câmara dos Vereadores de São Paulo pela retirada das tropas! A Jornada Continental pela Retirada das Tropas da ONU do Haiti, realizada a partir do apelo da Coordenação Haitiana, contou com atividades nos Brasil, Estados Unidos, México, Peru, Guadalupe, Marti- nica e Uruguai, além do próprio Haiti. No Brasil, o Comitê 'Defender o Haiti é Defender a Nós Mesmos' impulsionou um giro com o senador haitiano Jean Charles Moise, primeiro em Brasília - Audiência Pú- blica na Câmara Federal, reunião com a Comissão de Direitos Humanos do Senado Haiti: 10 anos Basta! Fora as Tropas! Federal e reunião com o ministro da Defe- sa, Celso Amorim - e depois em São Pau- lo - Ato Público na Câmara dos Vereadores com cerca de 200 pessoas, entre eles, uma delegação de 20 imigrantes haitianos. Tais atividades decidiram expandir a campanha proposta pela Coordenação Haitiana pela Retirada da MINUSTAH, di- rigindo-se aos governos para que retirem suas tropas e, na ONU, votem contra a re- novação do mandato da Missão, que ocu- pa o país há 10 anos.
  2. 2. 2 A entrega do título de Cida- dão Paulistano ao Senador do Haiti Jean Charles Moise lotou o auditório na Câmara dos Vere- adores de São Paulo e contou, além dos brasileiros, com uma delegação de cerca de 20 imi- grantes haitianos. Na mesa, com os deputados Renato Simões e Adriano Dio- go, o secretário municipal de Promoção da Igualdade Racial, Antônio da Silva Pinto, Bárbara Corrales, do Comitê Defender o Haiti é Defender a Nós Mes- mos, Flávio Jorge Rodrigues da Silva, da Executiva Nacional da Coordenação Nacional das Enti- dades Negras – CONEN, Milton Barbosa, do Movimento Negro Unificado MNU, Markus Sokol, membro do Diretório Nacional do PT, Cátia Silva, da Secretaria de Combate ao Racismo do PT de São Paulo, Erik Bouzan, da Secretaria da Juventude do PT de São Paulo, Luã Cupolilo, da Juventude Revolução JR, Clei- ton Gomes, diretor do Sindicato dos Professores Municipais de São Paulo; João Batista Gomes, da Direção da Central Única dos Trabalhadores CUT, Gegê, pela Central de Movimentos Popula- res CMP e a Vereadora Juliana Cardoso, que teve a iniciativa de homenagear o Senador Moi- se. Além deles, também estive- ram presentes o presidente da Câmara, o vereador José Amé- rico e o presidente do PT Muni- cipal, o vereador Paulo Fiorilo. Na abertura, Bárbara Corrales, do Comitê que organizou as ati- 200 na Câmara dos Vereadores de São Paulo pela retirada das tropas Imigrantes haitianos são aplau- didos em Ato em São Paulo "Trata-se de um batalhão criado e treinado para situações de guerra. Essa tropa não tem filosofia de missão de paz" Dep. Adriano Diogo vidades no Brasil, declarou "a campanha nestes 10 anos, se espalhou pelo País, com o apoio de sindicatos, parlamentares, movimentos populares, grupos de juventude e estudantes, sem- pre se dirigindo aos Presidentes, primeiro Lula, depois a Dilma, para que dessem o exemplo ao mundo e retirassem as tropas que, usando os capacetes azuis da impunidade que a ONU lhes garante, atuam no país a serviço dos interesses do imperialismo estadunidense". Adriano Diogo fez a ligação entre as tropas no Haiti e a ação das PMs no Brasil. "Eles treinam no Haiti para voltar ao Brasil e reprimir a juventude na periferia. São dirigidas por generais como o Heleno, que afrontou o presi- dente Lula e reprimiu os arrozei- ros da Serra do Sol. Eles são os mesmos, presidente Dilma, que a prenderam e torturaram. Reti- re as tropas, presidente, já!" José Américo, presidente da Câmara, declarou "na homena- gem ao senador, nós estamos marcando uma posição, que já está madura entre nós, para que as tropas da ONU deixem o Haiti". O vereador Paulo Fiorillo, presidente do PT de São Paulo, completou "quero deixar aqui o compromisso do PT e dizer que a luta de vocês pela retirada das tropas também tem que ser a nossa luta, a de todos aqueles que acreditam na liberdade do seu povo". Gegê, dirigente da CMP, acrescentou "sejam bienveni- dos caros hermanos e herma- nas haitianos, ustedes estão em sua casa e, senador Moise, esta agora é a sua cidade". Cleiton Gomes, dirigente do Sindicato dos Professores Municipais de São Paulo afirmou que "o Con- gresso do Sinpeem aprovou a retirada das tropas da ONU do Haiti. Na Confederação Nacional dos Trabalhadores de Educação nós fizemos uma arrecadação e entregamos ao Sindicato dos Professores Haitianos. Tem que retirar as tropas e começar a ajudar, como fizemos" n P t e n t d s e C u l t d t d c p t r c D m c s v c g t e p o g m b a e n t l d t o p N t
  3. 3. 3 m e a , o e a s e s Luã Cupollilo, da JR, animou o plenário com a palavra de ordem:'Dilma escute aqui, retire as tropas do Haiti!' "Este título da Câmara Muni- cipal é para fortalecer a luta pela retirada das tropas", disse Juliana Cardoso Senadores Suplicy e Moise, Markus Sokol e senadores Ana Rita e Wellington Dias Em 21 de maio, em Brasília, o se- nador Moise participou de Audiência Pública na Câmara, iniciativa dos depu- tados federais Renato Simões (PT-SP) e Fernando Ferro (PT-PE). Seus pro- nunciamentos a favor da retirada das tropas brasileiras repercutiram na Voz do Brasil. Ferro declarou “o Brasil preci- sa desmilitarizar sua presença no Haiti" enquanto Simões propôs "trazer para o Congresso a discussão, e estabelecer um prazo de retirada das tropas brasi- leiras”. Recebido na Comissão de Direi- tos Humanos do Senado por Wellington Brasília : Audiências e reuniões reforçam a luta pela retirada Dias (PT-PI), Ana Rita (PT-ES) e Eduar- do Suplicy (PT-SP), que decidiram diri- gir-se ao governo para "pedir que o Bra- sil lidere os países latino-americanos na organização da retirada", embora ainda sem estabelecer prazo. A partir dessa reunião, uma audiência foi realizada com o ministro da Defesa, Celso Amo- rim. Mas ao contrário do respaldo entre os parlamentares petistas, o represen- tante do governo apenas repetiu que "é preciso sair", mas não se comprometeu com nenhuma data, o que exige um re- forço ainda maior da campanha. Nossa luta é pelo continente livre e nações soberanas! Markus Sokol, do Diretório Nacional do PT, se dirigiu aos haitianos presen- tes "vocês tem a garantia e segurança de que seus direitos serão respeitados como um trabalhador merece ser res- peitado. Acompanhei o senador à visi- ta ao ministro da defesa, Celso Amo- rim, que não anunciou nenhum plano concreto de retirada, nenhuma data. Depois de 10 anos, já com um panora- ma social se criando dentro do Brasil, com a vinda de refugiados haitianos, será que não está suficientemente pro- vado que essa missão não estabilizou coisa alguma? Não é possível que um governo que se orgulha, com razão, de ter elevado em 74% o salário mínimo, em três mandatos, possa ser guarda pretoriana de um regime que mantém o povo trabalhando na Zona Franca, ganhando US$ 4 por dia. Nós precisa- mos encontrar os meios de, até outu- bro, ter uma data de retirada, senão é a enrolação que nós ouvimos na ONU e não queremos ouvir no Brasil. É o nosso compromisso de seguir livre lu- tando para que tenhamos o continente livre e nações soberanas". Segundo a vereadora Juliana Car- doso, "esse título de Cidadão Paulis- tano foi pensado por um conjunto de organizações que compõem o Comitê, pois sabemos que isso fortalece a luta. Nos aqui sofremos uma intervenção, tanto do Consulado haitiano quan- to do embaixador brasileiro do Haiti e nos perguntavam “Por que a gente dar um título de Cidadão Paulistano para um senhor que faz um desfavor ao Governo brasileiro e quer derrubar o Governo no Haiti?. Isso para mim, já vale essa vinda dele, o título que nós estamos dando é um enfrentamento político. Agora eu vou falar com o meu companheiro Moise : ‘Nós estamos com você, até o final. Sempre. ‘ O senador Jean Charles Moise, que fechou o Ato, declarou "o senti- do da minha visita hoje não é apenas para receber esta honra de Cidadão de São Paulo, mas pedir ajuda e sus- tentação para a desocupação do ter- ritório do Haiti. Não há guerra civil no Haiti. Nossa luta pela desocupação do território é a continuação da luta dos povos irmãos da América Latina e do resto do mundo contra as forças im- perialistas mundiais, conforme resolu- ção do Senado da República do Haiti de 28/05/2013. Nós denunciamos as oligarquias políticas e econômicas e a polícia repressiva e os soldados da ocupação que mantém as massas po- pulares na miséria e impedem o flo- rescimento da democracia e o pleno exercício da sua soberania. Nós de- nunciamos o Governo que permanece surdo aos interesses do povo e se do- bra aos interesses das ordens dos pa- íses imperialistas. Nós proclamamos o direito do povo haitiano a plena sobe- rania e a autodeterminação. Para livrar nosso país da dominação imperialista nós exigimos a retirada imediata e sem condição da MINUSTAH".
  4. 4. 4 Além do Brasil e do Haiti, a Jornada contou com eventos em 6 países do continente. EstadosUnidos:reuniãonaUniversidadedeNova Iorque e Ato em frente à sede das Nações Unidas. México: ato com 160 pessoas na sede do Sin- dicato dos Eletricitários na cidade do México; ati- vidade em Mexicali-Calexico (na fronteira com o Estados Unidos) e ato em frente ao Consulado estaduninse em Oaxaca Peru: reunião que constituiu um Comitê pela retirada das tropas, na Universidade de São Mar- cos, e manifestação em Lima. Martinica: Encontro em Fort-de-France por ini- ciativa do Comitê pela retirada das tropas. Guadalupe: conferência debate por iniciativa do LKP em Pointe-à-Pitre, que demandava audi- ência com a prefeita, que é a representante do estado Francês no país , colônia da França. Uruguai: conferência no Parlamento, com a pre- sença do senador Jean Charles Moise e do Deputa- Jornada Continental com atividades em 8 países exige : 10 anos, Basta! Fora a MINUSTAH do Haiti Exma. Presidente da Republica, Dilma Roussef Exmos. Membros do Congresso Nacional Há 10 anos, desde junho de 2004, o comando militar da Missão da ONU de Estabilização do Haiti (Minustah) está nas mãos do Brasil, cujas tropas são também as mais numerosas. É preciso terminar com a participação nessa operação, repudiada pelo povo haitiano, cujo Senado votou, por una- nimidade, o pedido de retirada das tropas. Nos dirigimos à Presidente Dilma para que se pronuncie nesse sentido, e aos deputados e senadores do Congres- so Nacional para que não renovem e fixem a data do fim da participação imediatamente. Primeiras Adesões: senador Wellington Dias (PT/PI) , deputado federal Fernando Ferro (PT/PE), deputado estadual Adriano Diogo (PT/SP), vereadora Juliana Cardoso (PT/SP, membro CEN-PT), vereador Paulo Fiorilo (presidente do PT/SP), Markus Sokol (membro DN PT), Marcelo Buzetto (MST), João B. Gomes (CUT-SP), Erik Bouzan (JPT/ SP), Luã Cupollillo (JR), Gegê (CMP), Ramatis Jacino (Inspir/DR-PT/SP), Barbara Corrales (Comitê Defender o Haiti é Defender a Nos Mesmos) Fora tropas brasileiras do Haiti - 10 ANOS BASTA! do Esteban Pérez, que votou sozinho no Congresso contra a presença das tropas e renunciou por não concordar com a ocupação do Haiti pelo Uruguai. A Jornada recebeu ainda mensagem de solida- riedade da Central Sindical NWU de Santa Lucia. ++++++++++++++++++++++++++++++++++ Moção pede a retirada das Tropas! A campanha segue com a Moção (abaixo) diri- gida a presidente Dilma e ao Congresso Nacional, para adesões de sindicatos e diretorias, entidades estudantis e populares, parlamentares e candida- tos, que devem se concentrar até o final de julho de 2014, pois é no inicio de agosto que será feito, na ONU, o debate decisivo sobre a renovação da presença da Minustah no Haiti, cuja decisão for- mal costuma ser anunciada no Conselho de Se- gurança em outubro. O Comitê "Defender o Haiti é Defender a Nós Mesmos" atualizará as adesões no blog da campanha Ato em frente a sede da MINUSTAH no Haiti Emails para Presidente Dilma Roussef:- gabinetepessoal@presidencia.gov.br, sg@planalto.gov.br; capadr.decom@camara.gov.br; asimpre@senado.gov.br ; renan.calheiros@senador.gov.br e Copias para comitedefenderhaiti@uol.com.br

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