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entre sujeitos: sete zoom <ul><li>Para Sherry Turkle (1997), esse processo de mediação pode ser representado pelo  self . ...
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referências bibliográficas   <ul><li>BOWMAN, Shayne e WILLIS, Chris.  We Media -   How audiences are shaping the future of...
referências bibliográficas   <ul><li>TURKLE, Sherry.  Life on the screen – identity in the age of the internet.  New York:...
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Tecnologia e mediação

  1. 1. e tecnologia mediação diálogos possíveis para o estudo da interação
  2. 2. os adversários da mediação <ul><li>“ (...)pensar como pode haver mediação numa estrutura descentralizada, que abre a possibilidade de uma forma inédita de comunicação de todos com todos a distância, só poderia se originar num desejo de impor uma ordem e manter o lugar do intelectual” (VAZ, pág. 46) </li></ul><ul><li>Parâmetros das teorias de comunicação utilizados para aferir as mídias de massa não contemplam a complexidade dos processos informacionais digitais. Encontramo-nos diante do paradigma digital. </li></ul><ul><li>Sobre o determinismo tecnológico: “De um lado, não investiga o nexo histórico entre ordenação social, forma tecnológica e tipo de mediação” (VAZ, pág. 46) </li></ul>
  3. 3. os adversários da mediação <ul><li>Bowman e Willis (2003) classificam estas possíveis mediações em ambientes digitais como “ecossistema de mídias emergentes”. </li></ul><ul><li>Tal ecossistema baseia-se em auto-organização descentralizada, definida por interesses em comum, possibilitando o “encontro” de diversos agentes em um mesmo ambiente digital com potencial colaborativo. </li></ul><ul><li>“ (...)se atentarmos mais uma vez para os investimentos capitalistas no ciberespaço, perceberemos que a rede admite e requer formas próprias de mediação. Algumas centralizam, fragmentam e reduzem a multiplicidade da rede; outras podem preservar, com maior ou menor sucesso, formas horizontais de sociabilidade(...)” (VAZ, pág. 47) </li></ul>
  4. 4. tem alguém querendo falar com você <ul><li>http://www.inbot.com.br/sete </li></ul><ul><li>Chatterbot criado pela agência DaVinci e Insite, em 2000, para a campanha Fator CloseUp </li></ul><ul><li>Programas específicos para este sistema: InBot e BDL (Bot Description Language) </li></ul><ul><li>Utilização de NLP (Natural Language Processing) </li></ul>Sete Zoom: Mais detalhes em: http://tinyurl.com/6a2x3c
  5. 5. tem alguém querendo falar com você <ul><li>http://www.conpet.gov.br/ed </li></ul><ul><li>Chatterbot criado pela Insite, em 2000, para a Petrobrás </li></ul><ul><li>Atendente no portal, capaz de conversar sobre energia e preservação do meio ambiente </li></ul><ul><li>Equipe multidisciplinar para sua realização </li></ul>Ed: Mais detalhes em: http://www.inbot.com.br/ed/howto
  6. 6. os adversários da mediação <ul><li>Como se estabelece a mediação em uma conversa com um chatterbot ? </li></ul><ul><li>“ Ao invés de nos fixarmos na presença ou ausência de mediação, o problema é diferenciar as formas de mediação que podem existir na internet” (VAZ, pág. 47) </li></ul><ul><li>Nas mídias digitais, a mediação aponta a formação de conexões e redes entre os vários agentes participativos de um processo de comunicação. Tal aspecto relacional recebe o nome de interação, sendo estudado pela comunicação interpessoal. </li></ul><ul><li>Conforme aponta Primo (2004), são três os pontos focais da comunicação interpessoal: relação entre sujeitos, entre sujeitos e mídias digitais e a relação de produção entre mídias. </li></ul>
  7. 7. entre sujeitos <ul><li>“ (...)é a possibilidade de os nós serem também emissores de informação. A internet como meio de comunicação rompe com a distribuição hierárquica entre emissores e receptores ao possibilitar que cada nó possa produzir e distribuir mensagens” (VAZ, pág. 51 ) </li></ul><ul><li>Para Bowman e Willis (2003), a interação entre sujeitos está ligada a estimular a audiência a obter status ou construir reputação em dada comunidade virtual, a criar conexões com outros interagentes, a participar do processo de informar e ser informada, além de criar conteúdo em um meio colaborativo. </li></ul>
  8. 8. entre sujeitos: sete zoom <ul><li>Para Sherry Turkle (1997), esse processo de mediação pode ser representado pelo self . Este seria viabilizado na mídia digital no sentido de alcançar uma identidade múltipla e integrada, potencializada pelo acesso a nossos muitos eus. </li></ul><ul><li>Turkle traça uma linha histórica dos MUDs até os agentes inteligentes. </li></ul><ul><li>Podemos considerar a elaboração de um histórico, a utilização da NLP e seu planejamento de interface como self ? </li></ul>Seria um chatterbot um “agente participativo do processo comunicacional” ?
  9. 9. sujeitos e mídias digitais <ul><li>“ Na internet, (...), os seres humanos poderiam pela primeira vez estabelecer relações afetivas sem estarem limitados pela proximidade e pelos marcadores de aparência, raça e gênero, aproveitando assim todo o potencial de liberdade contido na máscara e no anonimato” (VAZ, pág 45) </li></ul><ul><li>  Na conversação com Sete Zoom, a mediação estabelece-se em dois momentos: quando há agentes humanos comunicando-se com o sistema/mídia (entre sujeitos e mídia), ao mesmo tempo em que “dialogam” com a representação ( self ) deste sistema (entre sujeitos). </li></ul><ul><li>Em ambos os casos, estabelecem-se conexões com outros interagentes, de acordo com as categorizações de Bowman e Willis (2003) </li></ul>
  10. 10. outros chatterbots <ul><li>Eliza </li></ul><ul><li>http://www-ai.ijs.si/eliza/eliza.html </li></ul><ul><li>Elektra </li></ul><ul><li>http://penta3.ufrgs.br/~elektra/info/index.htm </li></ul><ul><li>Alice </li></ul><ul><li>http://alice.pandorabots.com </li></ul>
  11. 11. referências bibliográficas <ul><li>BOWMAN, Shayne e WILLIS, Chris. We Media - How audiences are shaping the future of news and information. http://www. wemedia .org . Publicado on-line , no formato PDF, em Julho/2003. </li></ul><ul><li>PRIMO, Alex. “Enfoques e desfoques no estudo da interação mediada por computador” in BRASIL, André et alli (Orgs.). Cultura em fluxo – novas mediações em rede . Belo Horizonte: Editora PUC Minas, 2004. </li></ul><ul><li>ROCHA, Jorge. O papel dos jornalistas nos processos interacionais do Participatory Journalism. Artigo apresentado no XXIX Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação (Intercom), Brasília, Setembro 2006. Disponível em CD-Rom. </li></ul>
  12. 12. referências bibliográficas <ul><li>TURKLE, Sherry. Life on the screen – identity in the age of the internet. New York: Touchstone, 1997. </li></ul><ul><li>WOLTON, Dominique. Pensar a comunicação . Brasília: Editora UnB, 2004. </li></ul>

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