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Poesia Marginal
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Fubeca fanzine original-2003

  1. 1. Ðð Fubeca Dossiê: a bb od Prostituição M V ðp of Mind Homo com H ! To cc da propagand Trabalho a brasileira ! Voluntário A6 2 0 2 5 3 1 - 1 2 0 0 3 A
  2. 2. em-vindo, vamos vamos não se acanhe, entre sem pedir licença e sinta-se na casa dos outros, aproveite B e puxe uma cadeira e sente no chão pois são 4:00 da manhã, onde depois de comer 5 pacotes de bolacha recheada, 7 sacos de pipoca, 4 litros de suco de pa cotinho, muita reclamação, baixaria e regado ao som de Bethoven, Bom Jovi, Pagode e Mamonas Assassinas, 6 pessoas (e um moleque de 13 anos que é o único que sabe fazer pipoca.) com um mínimo de bom senso, decência ou escrúpulo decide editar de última hora as partes finais deste ilustre fanzine. E é assim que nasce a primeira edição da Fubeca , a revista que vai abrir sua mente, mudar conceitos, atravessar barreiras, chutar castelinhos de areia e enfiar o dedo no glacê do bolo e quem sabe tirar nota máxima no Projeto da escola para que se Deus (e professor) quiser, nenhum de nós seis fique de exame, e possa curtir as férias em paz! Para quem não sabe o que é uma Fubeca a gente explica, Fubeca é o nome regional da famosa bolinha de gude no interior de São Paulo, fora que é um nome legal pra se colocar numa revista, sejamos sinceros. Aqui dentro você encontrará, como nós encontramos, várias formas e estilos diferentes de representar a arte que não consideramos arte, o amor sem ser vulgar, a moda que ninguém está, mas adoramos ver e a cultura esquecida em alguma parte dos nossos velhos baús empoeirados, talvez de um modo que surpreenda você assim como nos surpreendeu. Mas chega de papo furado, não foi com essa finalidade que nós trampamos (leia-se zuamos) tanto. Mas porque você está lendo tudo isso? O que diabos você está esperando? Passa logo essa parte e vai conferir as nossas matérias! e não se esqueça de fechar a porta ao sair! Fubeca foi editada e elaborada por um bando de vagabundos (e um pipoqueiro) que numa madrugada de quarta-feira não tinha mais o que fazer: Edgar “Allan Poe” Badue (o dono da casa) – 5 - 7834 Igor “Strativarius” Tomaz (o massagista) – 5 - 7835 Gabriela “Ciccarelli” Dias (a alterada) – 5 - 7845 Cristiane “Monroe” Saibro (a noviça rebelde) – 5 - 7848 Juliana “Iô-iô” Fernandes (a desbravadora) – 5 - 8011 Ana Carolina “Pitty” de Marco (a punk-rock) – 5 - 8041 Caio “Pipoqueiro-mestre” Tomaz (apoio moral) – X - XXXX
  3. 3. Cara, não caiam na besteira de ver um filme e depois ler o livro, é uma desgraça. Você perde uns 89% da emoção do filme na moral, fora que a expectativa vai pro lixo. . Digo isso porque muita gente depois de ver esses dois filmes, disseram que os livros eram muito chatos, e os filmes mais legais, etc. Carandiru, com uma sacada muito boa de câmera e um ótimo enredo, fiel ao livro, mas com uma musiquinha nos créditos que acabou com o filme, (nem tudo é perfeito). E o Senhor dos Anéis, com uma incrível produção, e efeitos de computação gráfica de tirar o fôlego, fora uma lista de erros de gravações muito engraçada (www.moviemistakes.com Acabaram seus livros de “Aonde está o Wall y?” Entre nesse site e veja Senhor dos Anéis um milhão de vezes e descubra onde está escondida a Van de gravação em uma das cenas.
  4. 4. Enfim, depois de verem os filmes, muitos começaram a ler os livros que inspiraram os filmes e reclamaram. Não é bem assim, é que esse pessoal colocou a charrete na frente dos bois. No caso do Senhor dos Anéis é verdade, o começo do primeiro livro é realmente um pé no saco. Conheço bem pouca gente que chegou realmente a ler o livro todo em menos de uma semana. Você tem problemas para dormir? Leia a parte um do Senhor dos Anéis e seus problemas estão resolvidos. Agora, as coisas mudam completamente depois do segundo livro. Tem bem mais ação, bem mais intrigas e bem menos sono. Só mais uma coisa: o final da saga é realmente surpreendente. Nunca ninguém ia saber sem ler (o terceiro filme só sai no final desse ano.). Então, aí fica minha dica. Leiam os livros e depois vejam porque depois os livros inflacionam e não dá vontade de ler 1º - Porque não cansa. Apesar do assustador número os filmes. De preferência leiam antes de virarem filmes, de páginas do livro, e uma introdução chatinha, na verdade o livro não é muito grande. Tem umas 300 páginas talvez, onde cerca de 25 são fotos muito boas do interior da prisão e dos prisioneiros. 2º - Segundo, porque é muito louco você se colocar no papel do médico e imaginar tudo aquilo. Tantas histórias diferentes, tantas vidas diferentes, umas coisas que são muito legais de saber. O livro envolve muito com as histórias de cada um lá dentro, e tem bem mais histórias do que no filme. por causa do preço. 3º - É com certeza o caso mais famoso de genocídio em uma carcerária num país onde não existe pena de morte. Mas se você ler o livro vai entender que lá dentro não é bem assim. Ele lembra muito os campos de concentração na Alemanha na 2ª Guerra Mundial. Ainda não está convencido? Bele za então, uma última coisa. Cai no vestibular! É sério.
  5. 5. “O homem na vida tem dois amores: o natural e o verdadeiro. Homo co O natural, ele encontrará nos braços a de uma mulher, mas o verdadeiro ele só encontrará nos braços de outro homem.” a m H (ma iúsculo) ! A sociedade nos impõe várias regras, dentre elas a relação homem/mulher, porém essas regram vem sendo quebradas com a exposição de outros tipos de relações sexuais, como o bissexual e o homossexual. Para muitos, essas relações consideradas anormais são tratadas como desrespeito à sociedade, de tal forma que vemos claramente o violento e assustador preconceito. Pensemos... c Será que o menino Eros (Deus do Amor ou Cupido) flecha corações numa relação exclusiva entre homens e mulheres ? Se o amor existe entre homens e mulheres, porque não haveria de existir amor entre pessoa do mesmo sexo? Ao julgarmos alguém ou algo, ao os rotularmos com adjetivos sem fundamentos, estamos colocando em prática o preconceito.
  6. 6. Como a maioria das pessoas, nós da equipe fubeca também tínhamos preconceito em relação a homossexualidade, pois achávamos que ao chegar no quiosque da Cris iríamos ser assediados, esperávamos uma certa frieza por parte do freqüentadores. Os homens, quando fazíamos alguma pergunta, tentavam fugir do assunto principal, que era o preconceito contra os homossexuais, mas com algumas restrições, acabavam falando. Já as mulheres que entrevistamos foram muito simpáticas desde o inicio, eram dois casais, disseram que o que mais as incomoda é que aqui em Santos não se pode beijar em público, não há uma lei que os defenda, que lhes dá o mesmo direito que os casais heteros.” .”Em Porto Alegre há uma lei, mas infelizmente em São Paulo há muito preconceito”. No ambiente de trabalho não há preconceito desde que elas não falem sobre sua opção sexual, e a maioria dos homossexuais que assumem para a sociedade trabalham apenas em lugares do meio. “Eles não fazem diferença para nós”. Elas não estão nem ai para o preconceito, não se sentem ` incomodadas. Acham que a mídia influencia pessoas alienadas, passa uma imagem depravada da vida homossexual, não é explicado o companheirismo, a amizade, o sentimento. Ana Claudia tem um filho de 9 anos, já foi casada, mas diz que se fosse hetero não seria tão feliz como é hoje. “Eles não fazem diferença para nós”. Elas não estão nem ai para o preconceito, não se sentem incomodadas. Acham que a mídia influencia pessoas alienadas, passa uma imagem depravada da vida homossexual, não é explicado o companheirismo, a amizade, o sentimento. Ana Claudia tem um filho de 9 anos, já foi casada, mas diz que se fosse hetero não seria tão feliz como é hoje.
  7. 7. ` b n s os e a e “O a qu xual d n s o s nos . en t tim a”. Q m o é rem ue o uit res a m, o e q o b peit a a e pa ro te uém a h ning vid ue an e ais ulgue ém sj a rof p s e um , “a a ma te nado bich tir tiz essio ele é exis im to pr mo “ veri s i e list é mu es co do, d ias. a m sso r s ava o se jorn xual fras cian amíl pr pçã m sse tem uen as f de a o u do omo exis infl ro d l n pe g u o h t a m b a m e nt se , i d s, al e ca e m en sexu resp os a ent s ho mos ão te rístic ipalm e o a ho m, n umo rinc Entr átic ta s h te p on a a o tem e ap uadr deb ma as t s q s de de sso . O ai c pe egal” co m é l pou um Devemos acabar com nossos paradigmas porque o preconceito está dentro de nós... BASTA!
  8. 8. ` Voltamos lá pela terceira vez, já com o intuito de desistir da entrevista, terceira vez que a gente passava lá e nada da Cris. Já desistindo topamos com a Cris pedindo mil desculpas pelo atraso, tudo bem, antes de conhecê-la eu tinha a impressão de que ela fosse uma pessoa rude, grossa, e mais esses trocentos estereótipos que a sociedade enfia nas nossas cabeças sobre os gays, mesmo depois de ter entrevistado os próprios clientes dela, eu tinha a impressão de que com ela a entrevista ia ser diferente, só por ela ser dona do local e tal. E foi, a entrevista só me fez ver que se fosse para traduzir a Cris e todo aquele local em uma só palavra essa seria a terceira letra da bandeira GLS, simpatia. Começamos a entrevista, perguntamos primeiro sobre o ambiente e tudo mais. “Aqui é um lugar para c qualquer tipo de pessoa, seja gay ou não, o mais importante é que aqui é um lugar de família”. Foi com essa frase que a Cris começou a entrevista e foi com esse sentimento forte de família, que o quiosque passava para gente mesmo antes dela falar qualquer coisa que continuamos. O lugar no entanto têm suas regras “Eu não deixo que os casais gays se beijem na boca, eu sempre dou um toque quando isso acontece. Não gosto de fazer isso, mas a sociedade ainda condena esse tipo de afeto, então eu restrinjo para que não tenha problemas”. Super conhecida por seus clientes, não é de espantar que muitos venham conversar com a toda mão, de sempre em sempre, aparecia alguém para falar com ela sobre diversos assuntos, quando uma trégua surgiu, perguntamos a ela sobre essa disputa pela sua atenção, e ela explica. “Considero meus clientes como amigos, mas minha relação é bem cliente/vendedor.” bem ao estilo amigos, amigos, negócios à parte. Comentamos sobre o sucesso do quiosque e então ela comentou: “Comecei com uma barraquinha na praia, e fui crescendo, comprei a primeiramente o trailler e depois o quiosque.” sobre o porque o quiosque dela tem tanta freqüência de homossexuais ela explica: “Começou do nada, não fiz o Quiosque da Cris com o intuito de ser exclusivamente GLS, como até hoje não é, vêm famílias inteiras aqui, idosos, crianças, sempre na maior harmonia” Com o preconceito ela assume que o maior, pior e mais forte preconceito vem da própria família. “Minha mãe ficou muito chateada quando eu assumi que era homossexual, hoje ela aceita melhor, e até faz questão de fazer e trazer um bolo b de aniversário para mim aqui no quiosque.” e completa “Começou com uma comemoração pequena, um bolinho simples, agora a coitada da minha mãe tem que fazer dois bolos enormes!”. Infelizmente nosso tempo tinha acabado, tínhamos que voltar para casa para escrever a entrevista e editar tudo. E no final me senti um completo idiota, por durante tanto tempo ter julgado seres humanos por um detalhe medíocre e ex clusivamente pessoal, que é a opção sexual de um indivíduo, fazendo com que eu cegasse todos os outros atributos dessa pessoa, e ter contribuído um dia no vergonhoso índice de ignorantes preconceituosos no Brasil.
  9. 9. em Questão de Eliminação
  10. 10. o ed ent do end r dep r luga n o o, i gost melh ista). ue éo ix p orq alco o – ba co op dr “To esso, (Lean suc ndo” mu A formaç amigo ão da b s em c anda d eu -se os três om u m da segu , resolv , e logo inte fo mais ta eram f també rma: O rde en azer um m con Daniel contro “barulh heceu , conh Pirassu u a Jul o”. Dai o Guil eceu a nunga iana, q , o v oc herme Claudi formo ), no B ue é da alista, l , que é a atrav u-se a ate Pap primo és de banda, o da U cidade ev ou dela. Ju que es ol, na de Ara um am ntos, tá em sala da ras (cid igo, o Os en ritmo cidade ade pró Leandr integ s de Pira xi o, e rante aios são f s da b eit total, a 6 mese ssunun ma a início s. ga, e e o an os nfim probl s ensaios da, nos d aos sábad Acreditam que enfrentar o emin eram ias de os, to mercado é algo muito difícil, vocal ha f s d ista D s com viz eitos na c emana, es a à tarde, porém não impossível, já que aniel inhas a t p Urban a, Ca . Toc alucin sa da bate udam e tr ois os estão dispostos a fazer o que for am R de m p úsica ital Inicia ock n adas, ago rista, mas abalham. M PB, in l, Ska acion ra oc devid No possível para fortalecerem-se semp ternacion nk, N en al, co o mo p rrem na c o a al guns como banda e lançarem-se, mas o R ama re co a lho... m óti l, como A hum de n or ex empl asa do que mais anda dificultando é a mas e v ó scolh ril Lavigne s, Cássia E o, Legião a s co falta de verbas para compra dos Está nos p mo, T e R amone ller, um p estão la ribali s, e t ouco melhores aparelhos, que são stas, ambé toma nos da b Ze c a Balei m muito caros, pois o mercado exige ndo f a Ab orma nda tamb ro, Zé algo extremamente bom para batalh anda com pr a l ogo é m mú sicas poder estar dentro dele. profis a p sional ndo bastan ouco temp entr próp e clar te pa o form arem são de uma c o, para alc ra que, o q ada, a inda e pro r rias, que torna i a u ep er -se m dade peque nçar suces e ainda é h m fase de tório ais dif na, on so, qu obby, entro . ícil te r luga de não há e é o que b passe a ser samento, e res p mui usca algo stá porém ra tocar de tas oportun m intensam realm ente , pers v i istent ido a escas dades para ente. Como Até o momento atual, es, co sez de se lan ntinu tocaram uma vez, em um am nu boates e b çarem, E ao entrar no mercado, aniversário (foto). Estão ma bu ar aguardando a confirmação sca in zinhos, há grande dificuldade de cessan para tocar em mais outros dois aniversários e a grande te. permanecer já que a chance de realmente se concorrência é grande lançarem, que é tocar numa demais e no caso do boate n ova, que abriu na cidade, o Madame . Café me artístico a banda io precisa ser muito bem aprovada pelo público.
  11. 11. m ssara les pa tanto que e a vez No en ão... imeir ento. l tar i na pr fo só lam ... ve vo re a ê não o, bem ue em b and e a b ssoal Se voc ui esse an ores q curt e por aq i fort es rum al que já ” até o py nana”, esso Moto “He nar, já ouv eop sua com ocio e desd “Vital e s caras tar e em u Erro dar agra o de riu o a agi r Me Para emp o po cy . scob em par j e o t ue d e v sand para Lu i nho j desd vo q , pa s s no go Cam Calibre laração j mai c Lon do com uma de j Um eçan com j j com inando !?@# s ter m j por aí how! j j O qu fazen j e acon do sh tece é q ows nov desc u j ue os amen cami lpem os n tr Paralam te, e deta dese ho pisad ocadilho p o as do lhe : s in fame Sucess é um cara erados! S com ou s. v im , Her tra bele o estão Quan ana a be do m inda ha rt V za... He uita gen via uma iana vo he, te acre luz no tú lta ao dito u qu nel dos e seria o da fim
  12. 12. profissões mais antigas do A prostituição é uma das rovada moralmente na mundo e ainda assim é rep a à “degradação” moral ad maioria das sociedades, d ue representam.q o de oferecer ição é ba sicamente o at o mundo sabe, o Que a prostitu roca m t de dinheiro tod zer estereótipos... prazer sexual e de 2000 a.C. fa m é q ue lá por volta e acreditar. que poucos sabe o era um at o religioso. Pod e a mulher Ishtar ond sexo por dinheir a o templo de Na Babilônia, havi Lá, os homens menos uma vez na vida. mulher que tinha que ir ao moeda para a gavam uma de recusar. passavam e jo tinha o direito essa não escolhessem, e stituir e as que ara os burgos se pro as garotas iam p los guerreiros Já n a região da Lydia mai s disputadas pe inheiro eram as ulher era uma voltas sem com mais d si gnificava que a m ar mais dinheiro ricamente a para cas ar. Detalhe: ganh com o quiser...). Histo r boa, entendam ente, já que bo a mulhe r (ou uma mulhe am achista (logicam recer uma prátic mul her teve que pros tituição pode pa dor do homem e a undo girou ao re em dia homens durante muito tempo o m tro lado temos hoje te...), mas por ou ir se vira ndo pela tangen ambém. se prostituindo t a -se na etern errado? Não estamos aqui para julgar. Talvez para questionar umana baseia abalhamos para que a vida h r A verdade é licidade, o prazer. T á praz er, ir bu sca da fe r o que nos d dá iro e compra r o que nos história, da mesma maneira que por trás delas também. Se é certo ou A diferença é que no sexo pago, estamos falando de pessoas e não de ganhar dinhe ue nos dão prazer, come zer. E tudo q a nos lugares , fazer o que nos dá pr m . objetos. Por trás de cada pessoa que procu ra uma prostituta existe uma prazer, enfi prostituição material.. isso é pago ,
  13. 13. O trabalho voluntário é uma ação não remunerada em que certas pessoas se empenham por espontânea vontade em benefício de outras que passam dificuldades. Podemos citar os “Doutores da Folia” que surgiu em novembro de 1997 através de uma instituição não - governamental que defende os direitos da Criança e do Adolescente. O responsável pela coordenação e um dos idealizadores é Marco Antônio de Jesus. O Grupo de Voluntários “Doutores da Folia” nasceu da preocupação com o tratamento dispensado às Crianças e Adolescentes do município de Santos nos hospitais públicos e também do conhecimento de que muitas Crianças e Adolescentes permanecem abandonados nos hospitais pelos próprios pais ou responsáveis. O principal objetivo do Grupo de voluntários é fazer com que as crianças adoentadas se recuperem através de brincadeiras lúdicas, além de peças teatrais e bate -papo. Desenvolvem a comunicação proporcionando descontração e tranqüilidade, e melhorando a auto- estima de crianças e adolescentes durante o tempo em que permanecem hospitalizadas. O Grupo de Voluntário “Doutores da Folia” pretendem ter uma sede própria para isso contam doações. Atuam no hospital Público Santa Casa de Misericórdia de Santos, a Primeira Santa Casa do Brasil. A primeira também a ter um camarim provisório dentro de um hospital para os "Doutores da Folia". O camarim fica localizado no 2°E na ala de oncologia pediátrica. Têm como missão a realização do trabalho voluntário todos os fins de semana inclusive nos feriados em defesa dos direitos das crianças e adolescentes. Há pessoas também que praticam o trabalho voluntário em suas próprias casas. É o caso de Rosa, uma jovem senhora de 62 anos que juntamente com mais 9 voluntárias: Lurdinha, Augusta, Ivone, Irene, Ângela, Cléia, Zeza, Dóris e Izildinha, confeccionam roupas para bebês recém-nascidos até crianças de 8 anos, as quais são doadas para entidades necessitadas, como orfanatos e creches. O trabalho começou a partir do interesse desse grupo de amigas em beneficiar o próximo, dispondo assim de tempo e boa vontade. A oficina foi nomeada como “Oficina de Amor ao próximo Joanna de Ângelis”, que é uma homenagem à uma freira que dava assistência às crianças e jovens desamparados. O trabalho voluntário da oficina foi iniciado no dia 8 de agosto de 1997 completando este ano 6 anos de existência.
  14. 14. Poesia Marginal z e fa to! u s, q r “um ver boni õe raç mira uito a co ad m ive r lar t es e não mo r r es ar a lo fa s ão e p m f ra po m me (n a d ais só s co ont o te o o ar and dem , iss oé ent do c el nã s es a b u” tra , e ns im e pr m r n Nã sent ment o pap io. e ex nhu ru-fo co te jove s s sar leta os n itân e s ne “f r d a ar as orta expre omp mad o e t e d de ia é se ess oet s p , o ia de har c em ri ncret ntadlista oes que e d os pra aismo tór se ac na” b de co vo oca ue ndo par 70 ont elit p t h is te sa gen caba idade ê temer v ar sabe faz a dea”. C , o q s m s a eiro as e E it a l s h o nh id u e um a rea voc de s acique mbém cad ntr diçã m or ba duz ém . ss Se fim ma e f ta a dé “co tra .. os o b s a m a no s, epr tam feira stur a a , o em) idad ras . N nte a, a mas . ro R s , i o m it g l eg ra e r r mu ver. esia aias a, m c u m ra re a r o l du no m os re o pr tir s , sc , p , á ga a rar e ag cipa ita as r ua el e so?) stas or, s suueb é d rin a d o, as ssív dis s, fe um q ão m p s d ult ou o a e h nh se p mbr bar a de n ra ada o c a e g e fos se le o em istu r o h rs f c s d ê ro ã m fe scu liv ar on (voc m m ica Se era tudo assim? di de g s e qu u iu lu do ão ár o Como já foi falado, sa odo rafa e m e an são. is im: sia t g d a s ? a ma ss oe os e meo ídas uiet xpre para que regras p A blic mi ibu inq ra e so er os a ú éis str ia pu p p is m n liz de ra Bo me se o assunto é expressar? i s fe pa am d poe s. A e ais er ssa nica m ” s s a Pa e N e té c o ... me m m i Pa u l o om a mão E grupo m Santos, e Ou ho “o c a sé va Jo c ti d C reunia hamado Pic vemos um a e us us não faculd em aré, q ue se tev ” r Vê n a esca m doas Beh para t des entre ou darias d ue de icol rocar “q da te o N idéias tros lugares e pa an e divu ce lev Ou, ainda mais politizado... lgar se de us “pense rápido: Produto Interno Bruto Ou brutal produto interno ?” Antônio Carlos Brito Dentro da idéia do faça você mesmo, por que não fazer algo também para por suas idéias em circulação? Não bastam palavras bonitas, é preciso ter conteúdo. Todo o resto é adaptável

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