Reacção dos tecidos moles à tensão




            Hugo Pedrosa 2009
Sequência da reacção dos tecidos
moles à tensão
 • Quando o sistema musculoesquelético é
   colocado em esforço excessivo,...
Sequência da reacção dos tecidos
               moles à tensão
                 • Ocorre “algo” (disfunções do tecido mole...
Sequência da reacção dos tecidos
moles à tensão
 • O tónus elevado, mesmo que a curto prazo, leva a
   uma retenção dos de...
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moles à tensão
 • A inflamação, ou pelo menos uma irritação crónica
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Sequência da reacção dos tecidos
moles à tensão
 • A hipertonicidade do músculo produzirá a inibição
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Sequência da reacção dos tecidos
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 • O grau de desperdício de energia, devido a uma
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As mudanças adaptativas crónicas que se desenvolvem neste
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Reaccao Tecidos Moles Tensao

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Reaccao Tecidos Moles Tensao

  1. 1. Reacção dos tecidos moles à tensão Hugo Pedrosa 2009
  2. 2. Sequência da reacção dos tecidos moles à tensão • Quando o sistema musculoesquelético é colocado em esforço excessivo, sucedem- se diversos eventos fisiológicos que podem ser resumidos da seguinte forma. Hugo Pedrosa 2009
  3. 3. Sequência da reacção dos tecidos moles à tensão • Ocorre “algo” (disfunções do tecido mole) que leva ao aumento do tónus muscular. Este “algo” inclui: 1 – Factores congénitos (ex. membro inferior mais curto/longo. 2 – Factores de uso excessivo, incorrecto, insuficiente ou abuso (tais como lesão, ou padrões de utilização inadequada envolvidos em actividades laborais, desportivas ou da vida diária. 3 – Tensões posturais. 4 – Estados emocionais negativos crónicos (ansiedade, etc.) 5 – Factores reflexos (pontos-gatilho, regiões espinhais facilitadas). Hugo Pedrosa 2009
  4. 4. Sequência da reacção dos tecidos moles à tensão • O tónus elevado, mesmo que a curto prazo, leva a uma retenção dos detritos metabólicos. • O tónus elevado leva simultaneamente a uma elevação da ausência localizada de oxigénio que resulta em isquemia. • O tónus elevado também pode provocar um determinado grau de edema. • Estes factores (retenção/isquemia/edema) resultam em desconforto/dor. • O desconforto/dor leva a um aumento redobrado do tónus. Hugo Pedrosa 2009
  5. 5. Sequência da reacção dos tecidos moles à tensão • A inflamação, ou pelo menos uma irritação crónica pode ser o resultado. • Os macrófagos são activados, a actividade fibroblástica é aumentada. • A produção de tecido conjuntivo aumenta com ligação cruzada provocando o encurtamento das fáscias. • Como as fáscias são “mantos” contínuos por todo o corpo, qualquer distorção desenvolvida numa região pode potencialmente criar distorções em locais mais distais. • Ocorrem mudanças nos tecidos elásticos (músculos), causando uma hipertonicidade crónica e, por fim, a mudanças fibróticas. Hugo Pedrosa 2009
  6. 6. Sequência da reacção dos tecidos moles à tensão • A hipertonicidade do músculo produzirá a inibição do seu antagonista. • Surgem reacções em cadeia, nas quais alguns músculos (posturais) encurtam, enquanto outros (fásicos) enfraquecem. • Ocorre uma biomecânica anormal, envolvendo a coordenação inadequada dos movimentos (ex. erectores da espinha hipertónicos e os abdominais fracos). • São desenvolvidos desequilíbrios nas articulações, além de encurtamentos fasciais. • Ocorre evolução progressiva de áreas localizadas de hiper-reactividade (ex. pontos-gatilho). Hugo Pedrosa 2009
  7. 7. Sequência da reacção dos tecidos moles à tensão • O grau de desperdício de energia, devido a uma hipertonicidade leva a uma fadiga generalizada. • Na presença de um feedback constante de impulsos ao SNC/Cérebro, haverá níveis elevados de excitação psicológica e uma incapacidade de relaxar adequadamente. • Os padrões funcionais inadequados surgirão, resultando em problemas musculoesqueléticos crónicos e dor. • A restauração da função normal requer uma ajuda terapêutica que envolva as mudanças que ocorreram, reeducando o indivíduo em relação ao seu corpo. Hugo Pedrosa 2009
  8. 8. As mudanças adaptativas crónicas que se desenvolvem neste cenário aumentam a possibilidade de exacerbações agudas no futuro, à medida que as estruturas biomecânicas, que passaram por uma perda progressiva da flexibilidade e elasticidade, tentam lidar com os novos factores de tensão provenientes das necessidades normais da vida diária. Leon Chaitow Hugo Pedrosa 2009

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