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Trabalho(1)

  1. 1. Ginástica para portadores de necessidades especiais. (Metodologia da Ginástica) Alunos:Amirhossein Fateh Dejouei 09/0140940 Davi Fernandes 09/0110625 Flavio Macedo 09/0114001 João Luiz 09/0118600 Jonatas Rafael 09/0118979 Leonardo Alencar 09/0121180
  2. 2. Objetivos da apresentação: <ul><li>Discutir sobre dificuldades de locomoção e inserção no mercado de trabalho de um portador de necessidades especiais (PNE) no Brasil. </li></ul><ul><li>Mostrar a importância,benefícios da atividade física para um PNE. </li></ul><ul><li>Contar como surgiu o esporte adaptado no Brasil e no mundo, e as paraolimpíadas. </li></ul><ul><li>Conhecer alguns dos esportes que podem ser praticados por um deficiente físico. </li></ul>
  3. 3. Introdução: “ Praticar esporte é uma forma que os portadores de deficiência dispõe para redescobrir a vida de uma forma ampla e global. Previne as enfermidades secundárias à deficiência e ainda promove a integração social, levando o indivíduo a descobrir que é possível, apesar das limitações físicas, ter uma vida normal e saudável.”
  4. 4. Dificuldades no dia-a-dia do portador de necessidades especiais. <ul><li>Embora o Brasil tenha evoluído no tratamento às pessoas portadoras de necessidades especiais (PNEs), ainda existe a dificuldade de inserção destes indivíduos na sociedade. Os PNEs encontram uma série de adversidades à sua locomoção no dia-a-dia ,uma vez que nem todos os lugares estão adaptados com rampas (no caso de cadeirantes), e outras adequações. Mesmo o país tendo uma constituição que garante que todos são iguais perante a lei, o deficiente físico parece deixado a mercê de políticas públicas que venham com promessas de futuras adequações a este. </li></ul>
  5. 5. <ul><li>Ônibus com adaptação para cadeirantes(embora venha sendo mais observado,nem todas as empresas apresentam essa adaptação) . </li></ul>
  6. 6. <ul><li>Menina com dificuldade de locomoção, ausência de rampa (adaptação para cadeirantes ). </li></ul>
  7. 7. <ul><li>A vaga destinada a deficientes físicos foi um grande avanço, porém é muitas vezes desrespeitada . </li></ul>
  8. 8. Adversidades na inserção do PNE no mercado de trabalho. Segundo a lei 8213/91,Art. 93, as empresas devem destinar pelo menos 5% de suas vagas de emprego a portadores de necessidades especiais, o que se vê é o descaso de muitas dessas para com a lei, os deficientes físicos brasileiros (24,5 milhões de acordo com o censo demográfico de 2000), buscam assim o subemprego, pois encontram dificuldades de inserção no mercado de trabalho. A razão de muitas pessoas com deficiência estarem a margem do mercado de trabalho está ligada às poucas oportunidades que têm de ingressar em cursos e treinamentos profissionais.
  9. 9. <ul><li>Funcionária cadeirante exercendo seu trabalho. </li></ul>
  10. 10. Surgimento do esporte adaptado e das Paraolimpíadas. <ul><li>O Surgimento do esporte adaptado no mundo ocorreu de forma lenta, nascendo na Alemanha com um grupo de deficientes,lesionados pela 1guerra mundial em 1918, prosseguimento em alguns países, como a Inglaterra com a Associação de jogadores de golfe de um só braço. Em 1944, o neurologista alemão Ludwing Guttman dá início ao desencadeador do esporte adaptado, ele cria na Inglaterra o Hospital de Stoke Mandeville, com um Centro de Tratamento de Lesionados Medulares. Ali, Dr. Gutmann passaria a utilizar técnicas revolucionárias e científicas, adaptando o esporte aos conceitos de reabilitação física e emocional, desencadeando uma série de jogos e grupos como os “rodas voadoras”, equipe de basquete americana que percorria o país em apresentações. </li></ul><ul><li>Em 48, na Inglaterra, acontece os XIV Jogos Olímpicos de Verão e, aproveitando-se do evento,Gutmann cria os Jogos Desportivos de Stoke Mandeville para atletas portadores de deficiência. Em 58, quando a Itália preparava-se para sediar as XVII Olimpíadas de Verão, o diretor do centro de Lesionados Medulares de Ostia, Antônio Maglia, propõe que os Jogos Mundiais de Stoque Mandeville de 1960 se realizem em Roma, após as Olimpíadas. De acordo com Maglia, seria uma forma de mostrar que os portadores de deficiência poderiam também ter sua Olimpíada. Com o apoio do Comitê Olímpico Italiano,cerca de 240 atletas portadores de deficiência, de 23 países, participam da competição, que repercute positivamente em todo o mundo. Seria a primeira Paraolimpíada - e já com esse nome. </li></ul>
  11. 14. Surgimento do esporte adaptado no Brasil. <ul><li>Desde que a prática desportiva entre portadores de deficiência chegou ao nosso país, pelas mãos do paraplégico Robson Sampaio de Almeida e do atleta Sérgio Del Grande, no final dos anos 50, o Brasil fez-se representar nas grandes competições internacionais.Participamos dos Jogos Pan-Americanos de 1971 (Jamaica), 1973 (Peru), 1975 (México), 1978 (Brasil), 1982 (Canadá), 1986 (Porto Rico) e 1990 (Venezuela). Nos Jogos Paraolímpicos, estivemos pela primeira vez em 1972, na Alemanha. No Canadá (1976), o Brasil consegue suas primeiras medalhas paraolímpicas: os atletas Robson Sampaio de Almeida e Luis Carlos &quot;Curtinho&quot; conquistam duas medalhas de prata na bocha. </li></ul>
  12. 15. Atividade física para portadores de necessidades especiais. <ul><li>A atividade física é de grande eficácia para a saúde e o bem-estar. Não diferente para os PNEs, o esporte resgata estes indivíduos de uma vida “sedentária”, ocasionando,além da manutenção da saúde,melhora na socialização,auto-estima,auto-valorização, e superação nas situações de frustração. </li></ul>
  13. 16. Algumas das modalidades adaptadas: <ul><li>Judô : segue as mesmas regras da Federação Internacional de Judô, com pequenas alterações por ser praticado por portadores de deficiência visuais , sendo assim a punição por pisar fora do tatame não ocorre. No começo da luta a pegada é feita pelo juiz e o atleta não pode mais mudar de posição, e toda vez que acontecer a separação dos atletas o combate é interrompido. A prática deste esporte consiste em que saber utilizar a força do adversário é mais importante do que aplicar a própria força. </li></ul><ul><li>Natação : esta modalidade é voltada para amputados, portadores de paralisia cerebral, deficiências visuais, paraplégicos e outros. As competições são divididas de acordo com as deficiências dos atletas que são três: visuais, deficientes físicos e deficientes cerebrais. As regras são as mesmas utilizadas pela Federação Internacional de Natação com a diferença de o atleta ter a escolha de largar na plataforma ou dentro d’água em algumas provas. </li></ul>
  14. 17. <ul><li>Atletas deficientes visuais de judô. </li></ul>
  15. 18. <ul><li>Atleta portador de necessidades especiais de natação (exemplo de superação). </li></ul>
  16. 19. Anexo: Conhecendo o trabalho da APAE <ul><li>Missão: Promover e articular ações de defesa dos direitos das pessoas com deficiência e representar o movimento perante os organismos nacionais e internacionais, para a melhoria da qualidade dos serviços prestados pelas APAES, na perspectiva da inclusão social de seus usuários. </li></ul>
  17. 21. Conclusão:
  18. 22. Bibliografia: <ul><li>http://www.efdeportes.com/efd51/esporte.htm </li></ul><ul><li>http://www.sescsp.org.br/sesc/revistas/revistas_link.cfm?Edicao_Id=82&Artigo_ID=848&IDCategoria=1017&reftype=2 </li></ul><ul><li>http://www.usp.br/eef/xipalops2006/61_Anais_p221.pdf </li></ul><ul><li>http://www.efdeportes.com/efd104/deficientes-motores-visuais.htm </li></ul><ul><li>http://www.minhavida.com.br/conteudo/1215-Os-beneficios-do-esporte-para-deficientes-fisicos.htm </li></ul><ul><li>http://www.bonde.com.br/bonde.php?id_bonde=1-12--17-20081202 </li></ul><ul><li>http://www.deficienteonline.com.br/principal/home/?tag=deficientes-sofrem-preconceito-no-trabalho&sistema=conteudos|conteudonovo&id_conteudo=431 </li></ul><ul><li>http://cyberdiet.terra.com.br/cyberdiet/colunas/080825_fit_atividade_deficiente.htm </li></ul>

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