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Oficina de Bordados 
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  1. 1. Informativo interno semanal da Secretaria de Estado de Trabalho e Desenvolvimento Social 16ª edição • 8 a 14 de Novembro de 2014 Diamantina e Governador Valadares recebem Feiras de Economia Popular Solidária Página 3 Entidades já podem inscrever projetos para o Fundo da Infância e Adolescência Página 6 Para o superintendente de Políticas de Trabalho e Emprego, a prioridade no momento é consolidar as conquistas e avanços do setor para garantir uma boa transição Página 7 Bruno Magalhães Divulgação / Sedese
  2. 2. “A adversidade desperta em nós capacidades que, em circunstâncias favoráveis, teriam ficado adormecidas”. Quinto Horácio Flaco Esta semana eu inicio nossa conver-sa com esta frase, de um filósofo ro-mano chamado Quinto Horácio Flaco. É uma frase que eu gostaria de comparti-lhar com vocês neste momento em que caminhamos para o final do ano e que é seguido por um período de adversida-des vindas de resultados não tão positi-vos quanto gostaríamos, como a derrota do Brasil na Copa do Mundo, da situa-ção difícil em que se encontra o nosso país, econômica e socialmente, além do resultado das eleições que eviden-ciaram, com seus resultados numéricos equilibrados, a disputa acirrada existente entre dois grupos políticos, com visões diferentes tanto em Minas Gerais quan-to no Brasil. Tudo isso pode acabar nos desmotivando e, muitas vezes, sem per-ceber, temos a tendência de ficar de-sanimados, diminuirmos o “pas-so”, fato que pode nos impedir de realizar um bom trabalho. As atividades do Governo de Minas, sob o comando do Governador Alberto Pin-to 2 | Boletim Sedese em ação Coelho, terminam em 31 de dezem-bro de 2014. Sendo assim, até lá, temos a obrigação de cumprir nosso papel e o nosso dever da melhor maneira possí-vel, trabalhando com vigor, empenho e dedicação, da mesma forma como agi-mos durante todo este ano. Como parte integrante desta grande equipe da Sedese, acredito que agora é o momento de nos unirmos e trabalharmos juntos, respeitando as diferenças, utili-zando os recursos disponíveis da melhor forma possível e compartilhando os de-safios em prol de um único e importante objetivo, que é o de atender todo cidadão mineiro com muita qualidade. Que, empunhando nossas bandeiras e sendo fiéis aos nossos valores, possa-mos transformar os momentos de adver-sidades em oportunidades para nosso crescimento, fazendo o nosso trabalho com dedicação e responsabilidade, bus-cando sempre dar o melhor de nós na-quilo que fazemos, para que o resultado de nosso trabalho seja a nossa melhor contribuição para o desenvolvimento econômico e social de nossa população. Nosso canal de comunicação: conversacomsecretario@social.mg.gov.br Conversa com o Secretário
  3. 3. Sedese realiza Feiras de Economia Popular Solidária que movimentam Diamantina e Governador Valadares www.social.mg.gov.br | 3 Na semana passada, os municípios de Go-vernador Valadares, no Vale do Rio Doce, e Diamantina, no Vale do Jequitinhonha, recebe-ram as Feiras Regionais de Economia Popular Solidária. Em Valadares, cerca de 30 expositores de vários municípios da região estiveram pre-sentes durante os três dias de Feira (6 a 8 de novembro). Nas barracas, instaladas na Praça dos Pioneiros, no centro da cidade, foram comer-cializados diversos produtos artesanais como bordados, costuras, panifi cação, doces caseiros, quitandas e produtos de saúde alternativa. Em Valadares, a Feira de Economia Solidária é realizada desde 2003. Neste ano, contou com a presença de cooperativas e associações dos municípios de Valadares, Mendes Pimentel, Frei Inocêncio, Tumiritinga, Capitão Andrade, Pescador, Mathias Lobato, Açucena e Belo Horizonte. Todos os empreendimentos que participaram da feira são considerados solidários, que geram trabalho e renda no meio rural e urbano. Participaram da feira a Associação Saúde Alternativa (ASA); Produção Camponesa, Associação Rio Limpo; Associação dos Catadores de Materiais Recicláveis Natureza Viva (Ascanavi); Fazendo Arte Gerando Renda; Atelier da Vina (Arte Vina) e Associação das Artesãs Força e Vida do Turmalina (Aafovit). Em Diamantina, a Feira aconteceu no tradicional ponto turístico da cidade, o Mercado Municipal na Praça Barão do Guaicuí, no centro. Desde a manhã do sábado (8), a movimentação no “Mercado Velho” foi intensa. A Feira de Economia Popular Solidária no histórico munícipio também contou com a participação de empreendimentos solidários do Vale do Jequitinhonha, com produtos típicos da região, com direito a show do cantor e compositor Rubinho do Vale. Em Diamantina, a Feira teve um sabor especial, pois aconteceu paralelamente ao 5 º Festival Diamantina Gourmet, tradicional evento gastronômico da cidade, que vai de 7 a 16 de novembro. “Espaços para a realização das Feiras são iniciativas de grande importância, pois proporcionam a geração de trabalho e renda dentro do processo da Economia Popular Solidária, além de representar a diversidade cultural e econômica do Estado”, destacou o secretário de Estado de Trabalho e Desenvolvimento Social, Eduardo Bernis. A Economia Popular Solidária A economia popular solidária é compreendida como o conjunto de atividades econômicas de produção, distribuição, consumo, poupança e crédito – organizados e realizados solidariamente por trabalhadores e trabalhadoras sob a forma coletiva e autogestionária. Nesse conjunto de atividades e formas de organização, destacam-se quatro importantes características: cooperação, autogestão, viabilidade econômica e solidariedade. Divulgação / Sedese
  4. 4. Para Eduardo Bernis, secretário de Estado de Trabalho e Desenvolvimento Social, destaque representa o reconhecimento internacional do êxito do programa Travessia vira referência em encontro 4 | Boletim Sedese em ação do BID em Lima, no Peru Mais uma vez, um dos principais progra-mas do governo de Minas para dimi-nuir as desigualdades sociais no Estado, o Travessia, se tornou referência em encontro promovido pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) em Lima, no Peru, realizado nos dias 10 e 11 deste mês. A ca-pilaridade das ações do Travessia, que já benefi ciou mais de 3 milhões de mineiros, em 309 municípios, demonstrada na apre-sentação do secretário de Estado de Tra-balho e Desenvolvimento Social, Eduardo Bernis, e da gerente do programa, Andrea Medrado, impressionou os representantes do BID (ministros, coordenadores e direto-res de programas sociais de países como Colômbia, Chile, Paraguai, Honduras e Peru, Costa Rica, Equador, Portugal, Es-panha e EUA) que participavam da reunião sub-regional do BID, que teve como tema “Inclusão Social: Estratégias Institucionais e Modalidades de Atenção. “Desde a sua implantação, em 2008, já fo-ram investidos no programa cerca de R$ 1 bilhão. O convite para apresentar o Travessia nessa reunião representa o reconhecimento internacional do êxito desse programa, que é totalmente inovador. Os representantes das áreas sociais dos países surpreenderam-se com as ações do Travessia e de como o Esta-do de Minas Gerais consegue essa multisse-torialidade no atendimento às demandas so-ciais”, disse Eduardo Bernis, que participou, junto com especialistas do setor, do debate sobre ‘Novas tecnologias de gestão para me-lhorar a efi ciência e o alcance dos serviços nas redes de proteção social”. Apesar da maioria dos programas dos paí-ses participantes do evento (principalmen-te os países latino-americanos, por possuí-rem características de países emergentes) apresentarem alguns pontos em comum, como a transferência de incentivos monetá-rios condicionados ao cumprimento de cor-responsabilidades de saúde e educação, os benefi ciários dos programas estarem localizados em zonas rurais e periféricas e a necessidade da articulação das polí-ticas sociais às de trabalho e renda, uma das conclusões compartilhadas por todos foi a necessidade de adaptarem seus pro-gramas à realidade do local onde ele será aplicado e a busca constante de inovações para esses programas. Divulgação / Sedese
  5. 5. www.social.mg.gov.br | 5 No caso de Minas Gerais, o Banco Travessia (uma dos programas do Projeto Travessia) é o exemplo de uma das grandes inovações apresentadas pelo governo. Para estimular a inserção, o retorno, a manutenção e a con-clusão da trajetória escolar, bem como a in-clusão no mundo do trabalho, criou-se uma moeda denominada “travessia”, que equiva-le a R$ 1. Dessa forma, com o avanço edu-cacional de qualquer um dos integrantes da família, um valor em “travessias” é deposita-do, podendo os benefi ciários conquistar uma poupança de até R$ 5 mil em dois ou três anos de contrato. So-mente “O Travessia chamou a atenção por sua abordagem multissetorial, para enfrentar os desafi os de exclusão neste ano, 1.300 famílias cadastradas serão contempla-das pelo projeto. Por serem aplicados em paí-ses desenvolvidos, que pos-suem uma realidade de de-senvolvimento social bem diferente dos outros países presentes no encontro, os pro-gramas apresentados pelos re-presentantes e promover o desenvolvimento das pessoas e das famílias” da Espanha e Estados Unidos levantaram questionamentos, suscitando abordagens interessantes que enriqueceram muito o encontro. “Na Espa-nha, os programas já estão cumprindo uma segunda etapa, que é a intervenção nos pro-blemas buscando levar apoio na área psi-cológica dos envolvidos. No nosso caso, te-mos que enfrentar primeiro os problemas de necessidades básicas, como a ausência de banheiros nas residências do benefi ciado.” esclareceu o secretário Bernis. O Travessia, além de buscar a inclusão social e produtiva da população em situação de po-breza e vulnerabilidade social em Minas Ge-rais, utiliza, de forma pioneira no país, a meto-dologia do Índice de Pobreza Multidimensional (IPM), do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), que defi ne a pobre-za como um conjunto de privações, tais como renda, saúde, educação e padrão de vida. Só para se ter uma ideia, o Projeto Travessia So-cial, desenvolvido pela Secretaria de Estado de Trabalho e Desenvolvimento Social (Sede-se), investe na melhoria dos serviços públicos ,como a construção e reforma de módulos sa-nitários, acesso à água, melhorias habita-cionais, além da construção e reforma de equipamentos públicos. Para Fidel Jaramillo, representante do BID no Peru, o tema da inova-ção para a inclusão social é de grande importância para o BID. Segundo ele, na política social são necessárias novas tecnolo-gias de gestão, para melhorar a efi ciência e abrangência dos ser-viços de redes. “A apresentação do secretário de Estado de Trabalho e Desenvolvimento Social, engenhei-ro Eduardo Bernis, foi um exemplo muito bom. O Programa Travessia, apresentado pelo secretário, chamou a atenção por sua aborda-gem multissetorial, para enfrentar os desafi os de exclusão e promover o desenvolvimento das pessoas e das famílias”, enfatizou. A reunião contou com a importante partici-pação da ministra de Desarrollo e Inclusión Social do Peru, Paola Bustamante Suárez, responsável pela conferência inaugural do evento, além do representante do BID no Brasil, Francisco Ochoa, e do especialista em saúde da instituição, Frederico Guanais (Washington/EUA). O secretário Eduardo Bernis na mesa de trabalho ao lado de Frederico Guanais, representante do BID/Peru. Divulgação / Sedese
  6. 6. Cedca seleciona projetos a serem fi nanciados pelo FIA O Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (Cedca), ór-gão da Secretaria de Estado de Trabalho e Desenvolvimento Social (Sedese), abriu no último dia 28 o processo de seleção de projetos a serem executados, por meio de renúncia fi scal, via captação identifi cada, por intermédio do Fundo para a Infância e Adolescência (FIA). O edital, publicado no último sábado (8), en-contra- se à disposição dos interessados na sede do Cedca (av. Amazonas, 558 – 6º an-dar, no centro de BH) e na Coordenadoria Especial de Políticas para Crianças e Adoles-centes da Sedese (14º andar do Prédio Mi-nas), das 9h às 18h, em dias úteis. Pode ser acessado, também, no site www.social.mg.gov.br. A intenção do Cedca é selecionar proje-tos (para serem executados em 2015) de entidades sem fi ns econômicos ou organi-zações governamentais cujas atividades e fi nalidades específi cas sejam voltadas à criança e ao adolescente. Esses projetos devem contemplar, preferen-cialmente, os eixos temáticos prioritários e as linhas de ação do Plano de Aplicação de 6 | Boletim Sedese em ação Recursos do Cedca, que tenham como base a formação de operadores do sistema de atendimento socioeducativo ao adolescente em confl ito com a lei, desenvolvimento de atividades de atendimento às medidas so-cieducativas de prestação de serviços à co-munidade e liberdade assistida, bem como a promoção, proteção e defesa dos direitos do adolescente em confl ito com a Lei. Devem contemplar, também, as áreas de saúde, enfrentamento à violência infanto-ju-venil e ao trabalho infantil, proteção ao ado-lescente, bem como fortalecimento à convi-vência familiar e comunitária, entre outros. Os projetos podem ser apresentados até o dia 1º de dezembro. Os que forem aprova-dos recebem do Cedca a chancela autoriza-tiva para a captação dos recursos junto às empresas, que podem deduzir a doação no Imposto de Renda. Do montante captado pelas empresas, 20% são destinados a pro-jetos menores, de entidades que têm menos condições para ir em busca do dinheiro. Qualquer um pode fazer doação ao FIA. As pessoas físicas podem doar até 6% do im-posto devido. Já as jurídicas, 1%. Secretário Eduardo Bernis participou da Sétima Reunião do Cedca, realizado na Cidade Administrativa Presidente Tancredo Neves Divulgação / Sedese
  7. 7. municipal”, com Tião Santos. O Fórum também contou com outras atividades, como os fóruns temáticos e diálogos municipalistas. Divulgação / Sedese A abertura do Fórum Técnico dos municípios mineiros contou com a presença do governardor Alberto Pinto Coelho e do secretário de Estado de Trabalho e Desenvolvimento Social, Eduardo Bernis. Secretário Eduardo Bernis participa do 2º Fórum Técnico da AMM www.social.mg.gov.br | 7 O secretário de Estado de Trabalho e Desenvolvimento Social, Eduar-do Bernis participou, na segunda- feira (10), da abertura do 2º Fórum Técnico da Associação Mineira dos Municípios (AMM). Com o tema “Gestão e Inova-ção”, o Fórum foi realizado no Minas Centro, em Belo Horizonte, de 10 a 12 de novembro, com o objetivo de capacitar gestores municipais, contribuindo para o aperfei-çoamento da administração pública em diversas áreas. Na abertura do evento, o go-vernador Alberto Pinto Co-elho destacou ser preciso Preocupação é com os desafi os para superar o momento em que a arrecadação soluções inovadoras para su-perar desafi os, no momento em que a arrecadação de estados e muni-cípios diminui em função da estagna-ção da economia. Além do presidente da AMM, Antônio Carlos Andrada, o Fórum também contou a presença do presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), Dinis Pinhei-ro, do vice-prefeito de Belo Horizonte, Délio Malheiros, outras autoridades e gestores municipais. Durante o evento, o secretário Eduardo Bernis também esteve com o econo-mista Gustavo Loyola, um dos pales-trantes do Fórum. Em sua pales-tra magna, Loyola falou sobre o tema “Retrato do Municipalis-mo: Conjuntura Econômica e Perspectivas para 2015”. Os outros temas abordados nas palestras magnas foram “A escola como instituição ino-vadora”, com Gabriel Perissé e “Sustentabilidade e responsabili-dade ambiental: o empreendedorismo diminui
  8. 8. Bruno Magalhães se dedica à integração das políticas de trabalho e emprego Perfi l A integração das polí-ticas 8 | Boletim Sedese em ação públicas, man-tendo os avanços da qualidade do trabalho de-senvolvido, bem como do clima organizacional, com foco na alta performance no alcance de resultados. Esse é o grande desa-fi o do superintendente de Políticas de Trabalho e Emprego (SPTE) da Secretaria de Estado de Trabalho e Desenvolvi-mento Social (Sedese), Bruno Magalhães. “A prioridade nesse momento é encerrar esse ciclo de avanços que vem sendo construído desde 2003, consolidando algumas conquistas como o modelo de atendimento, a governança constru-ída, o diálogo social e o fortalecimento do em-preendedorismo e da economia solidária”, enfa-tizou, acrescentando que a realização de uma boa transição é reconhecer as contribuições passadas e estar apto a promover melhorias contínuas em prol da continuidade dos avanços. Graduado em Administração Pública pela Fun-dação João Pinheiro e pós-graduado em Gestão pela Fundação Dom Cabral, Bruno Magalhães teve uma passagem de seis meses pela Universi-dad de Santiago do Chile. Atualmente, está termi-nando a graduação em Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Bruno Magalhães já trabalhou como atendente do McDonald’s e do Burguer King, quando residiu nos Estados Unidos, e foi recenseador do Instituto Brasileiro de Geografi a e Estatística (IBGE). No Estado, ingressou em 2012 na carreira de Espe-cialista em Políticas Públicas de Gestão Gover-namental. “Antes disso, já havia trabalhado como estagiário. Comecei em 2008, como bolsista de pesquisa na área de Assistência Social, quando tive meu primeiro contato com o conceito multise-torial da pobreza e, sobretudo, da intersetorialida-de nas políticas públicas, bases do Sistema Único de Assistência Social (Suas)”, conta. Na Sedese, em 2009, começou seu estágio no projeto estratégico de qualifi cação profi ssio-nal Usina do Trabalho. “Foi nessa época que me envolvi na busca de um redesenho para as políticas de trabalho, emprego e renda, a partir da integração das diversas políticas pú-blicas existentes, que funcionavam de forma fragmentada, projeto que culminou no mode-lo de atendimento integrado do trabalhador, a UAT”, disse. Em 2011, terminou seu estágio na Assessoria de Gestão Estratégica e Inovação (AGEI) e, em agosto de 2012, assumiu a Supe-rintendência de Formação e Qualifi cação para o Trabalho. No início deste ano, foi chamado para comandar a Superintendência de Políticas de Trabalho e Emprego, ampliando o portfólio de projetos para as áreas de emprego, geração de renda e apoio à participação social, além da educação profi ssional já desenvolvida. O casamento e a constituição de uma família ainda fazem parte do futuro. “Não sou casado e ainda tenho dúvidas em relação a este ponto. Sonho em construir uma família e me dedicar aos fi lhos, mas ainda não tenho claro em que momento deveria iniciar essa etapa”, revela. Nas horas de folga, se dedica ao violão ou à gui-tarra e a ler bons livros. “Me debruço no apren-dizado contínuo e a conhecer os mais variados destinos e culturas. Mas não dispenso ao menos um momento de descontração semanal em um barzinho, de preferência com boa música e que renda um bom bate- papo noite adentro” , afi rma. Nesse momento de transição, avalia que as mu-danças são do jogo democrático e que trazem desafi os e oportunidades. “Parabenizo, antes de mais nada, a atitude republicana com que o secretário Eduardo Bernis vem conduzindo a Sedese neste ano, sobretudo no que tange à transição de governo. Transparência, seriedade e dedicação até o último minuto foram os de-veres que recebi e que, com orgulho, assumi, juntamente com toda a equipe da SPTE”, disse Bruno Magalhães, que agradece aos colegas de trabalho pelas conquistas que realizaram juntos nesses anos e que refl etem na melhoria do aten-dimento às necessidades do cidadão. “Promo-ver essa transformação é nosso maior motivo e a certeza de que ainda há muito por fazer é nos-so único legado”, enfatizou.
  9. 9. Disque Direitos Humanos volta a registrar expansão nas denúncias de violação de direitos www.social.mg.gov.br | 9 As denúncias de violação de direitos voltaram a crescer em Minas, no mês de outubro, o que mostra maior conscien-tização das pessoas em relação aos servi-ços prestados pelo Disque Direitos Huma-nos (DDH), implementado pela Secretaria de Estado de Trabalho e Desenvolvimento Social (Sedese), que atende à população pelo 0800 031 11 19. Para se ter uma ideia, as denúncias de violações contra crianças e adolescentes saltaram de 99 em setem-bro para 128 no mês passado, uma alta de 29%. Neste ano, o número de denúncias nesse segmento já chega a 1.515. Já os casos de violações de direitos con-tra idosos, registrados pelo DDH, cresce-ram, em igual período, 16%, passando de 56 para 65. Em relação ao segmento das pessoas com defi ciência, apesar de pou-cas denúncias, representaram um salto de 175% (4 em setembro e 11 em outubro). As denúncias no segmento das mulheres saltaram de 5 para 6 no período de com-paração mas, em todo o ano, já são 81. O que é o serviço? O Disque Direitos Humanos é um ser-viço de assistência direta e imediata da Subsecretaria de Direitos Humanos da Sedese, que tem a função de Ouvido-ria de Direitos Humanos, da criança e do adolescente, da pessoa com defi ci-ência, da pessoa idosa, da mulher, de LGBT, de discriminação racial e outros grupos sociais mais vulneráveis. Para o secretário de Estado de Traba-lho e Desenvolvimento Social, Eduardo Bernis, o número de atendimentos e as orientações mostram a evolução das políticas públicas voltadas para os ci-dadãos mineiros nos diversos segmen-tos. “São ações, campanhas e progra-mas estruturadores desenvolvidos de forma integrada e participativa, visando combater violações de direitos, além de dar respostas e encaminhamentos às diversas demandas”, enfatizou.
  10. 10. Em dia com a língua portuguesa NEM UM ou NENHUM? Quando falamos “nenhum” ou “nem um” parece ter o mesmo sentido, pois a pronúncia é a mesma! Contudo, se existem as duas formas escritas, elas são necessárias e se enquadram em situações diferentes! Portanto, se na fala não há problemas, na escrita devemos resolver esse impasse, senão corremos risco de errar! Vejamos: a) Nenhuma pessoa viria a uma festa como esta! b) Nem uma pessoa apareceu na festa! Qual a diferença entre essas orações? “Nenhuma” ou “nem uma” aqui têm o mesmo sentido? Na letra “a” nenhuma é o contrário de alguma ou mesmo de alguém. Observe: Ninguém viria a uma festa como esta! Já na letra “b” podemos substituir nem uma por nem uma única. Veja: Nem uma única pessoa apareceu na festa! Logo, faça o seguinte: Use nem um(a), dessa forma, separado, quando tiver o mesmo sentido de “nem um sequer”, “nem uma única”, “nem um único “nem um só”, “nem uma sequer”. E use nenhum (a), junto, quando puder substituir o termo por seu antônimo: algum (a) ou por “ninguém” e “nada”. Quanto à substituição por este último, lembre-se de suprimir o substantivo: Nenhum homem é tão justo = Ninguém é tão justo. Veja outros exemplos: a) Não vou te entregar coisa nenhuma. (Não vou te entregar nada.) b) Ela não derramou nem uma lágrima sequer. (Ela não derramou nem uma única lágrima) c) Não havia nenhum carro parado na frente da empresa. (Não havia nada parado na frente da empresa.) d) Não tínhamos nem uma moeda para comprar biscoitos. (Não tínhamos nem uma única moeda para comprar biscoitos.) e) Ela não disse nenhuma palavra. (Ela não disse nada ou Ela não disse palavra alguma.) 10 | Boletim Sedese em ação
  11. 11. Roteiro Cultural Oficina de Bordados Oficina executada pelo grupo de bordadeiras do SESC/MG. As bordadeiras da Vila Marçola continuam a se reunirem todas as segundas sextas-feiras, realizando o trabalho proposto. Quando: Segunda sexta-feira do mês, das 14h às 16h. Onde: Centro Cultural Vila Marçola. Rua Mangabeira da Serra , - Serra Público: Público Geral - Acima de 12 anos Projeto Ponto de Encontro Literário Encontro periódico de autores e leitores com o objetivo de aprofundar o estudo da poesia, difundir a literatura e democratizar o acesso à arte. O tema do próximo encontro será “o pensamento poético”. Quando: Dia 31 de outubro e 28 de novembro, sexta, das 19 às 21h. Onde: Centro Cultural Salgado Filho. Rua Nova Ponte, - Salgado Filho Público: Jovens e Adultos Varal de Textos e Poemas: 50 Sem Cecília O ano de 2014 é marcado pelo cinquentenário da morte de Cecília Meireles, que ocorreu em 9 de novembro de 1964. Suas obras continuam tocando os corações, sendo destaque pela atemporalidade. Quando: Abertura dia 12 de novembro, quarta, às 19h30. Visitação: De 13 a 29 de novembro, de terça a sexta, das 9h às 18h; e aos sábados, das 9h às 13h. Onde: Centro Cultural Vila Fátima. Rua São Miguel Arcanjo, - Vila Nª Srª de Fátima Público: Público Geral Circuito Cultural Barreiro: Exposição “Irmãos de Alma” É um retrato da trajetória do grupo Brother Soul. O grupo formado por Mestre Tito, Conrad Brown, Don Adenauer e Loud Tuca, tem mais de 30 anos de estrada. Quando: De 4 a 28 de novembro, segunda a sexta, das 11h às 14h. Onde: Centro Cultural Vila Santa Rita. R.Ana Rafael dos Santos, - Vila Santa Rita Público: Público Geral - 05 a 100 anos Senhora dos Afogados “Senhora dos Afogados”, de Nelson Rodrigues, é a nova montagem da Cia da Farsa. Considerado um dos textos mais polêmicos do teatro brasileiro, a peça trata do incesto, com inspiração nos mitos gregos. Quando: De 6 a 30 de novembro, quinta a sábado, às 20h30; e aos domingos, às 19h30. Onde: Teatro Marília. Av. Alfredo Balena, - Santa Efigênia Público: Jovens e Adultos - 16 anos Jovens em Ação - Fica Vivo! Exposição fotográfica do Programa Fica Vivo! da Vila Cemig, feita com o objetivo de renomear o espaço onde vivem, por meio do resgate histórico feito pelos próprios alunos. Quando: De 4 a 29 de novembro de 2014, terça à sexta, de 9h às 19h; e aos sábados, de 13h às 17h. Onde: Centro Cultural Urucuia. Rua W3, - Urucuia Público: Público Geral - Livre www.social.mg.gov.br | 11
  12. 12. Sedese em Ação ... Secretário de Estado de Trabalho e Desenvolvimento Social Eduardo Bernis Secretário de Estado Adjunto de Trabalho e Desenvolvimento Social Juliano Fisicaro Subsecretário de Estado de Trabalho Hélio Rabelo Subsecretária de Estado de Assistência Social Maria Albanita Roberta de Lima Subsecretária de Estado de Direitos Humanos Maria Juanita Godinho Pimenta Assessoria de Comunicação Social comunicação@social.mg.gov.br www.social.mg.gov.br 31 3961-8235

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