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14:1-5Testemunhos,  GC,      PR, pág. 591      Testemunhos,     PE,vol. 1, p. 604-605     Testemunhos,      vol. 2, 190-  ...
Efésios 1:13      Efésios 4:30      II Cor. 1:20-22      Rom. 8      O Selamento apocalíptico ocorre naqueles que já sãofi...
Outro tipo encontra-se em I Reis 18 – Elias no MonteCarmelo. A lealdade que será manifestada durante estaprova será consid...
ateu e de uma Babilônia apostatada. A mesma libertaçãovirá no fim dos tempos.    Como podemos saber quando chegará a ocasi...
Muitos cristãos na História quiseram sentir-seperfeitos, porque sua consciência os condenava nos seuspróprios pecados.    ...
Abandonar todo o orgulho e procurar somente a glóriade Deus, aceitando a todos que estão ao nosso redor comonossos irmãos....
Em princípio, não é a perfeição de caráter. Emboraesses 144.000 sejam perfeitos em caráter, eles não sesentirão perfeitos....
aconteceu após esse selamento? A destruição resultante daira de Deus.     É exatamente isto que acontecerá quando os 144.0...
Quem é esta grande multidão? A resposta está noverso 14: "São estes os que vêm da grande tribulação, lavaram suasvestidura...
sustentado pela Bíblia e pelo Espírito de Profecia. (OGrande Conflito, págs. 648, 649; 665, 646, 428;Testemunhos, vol. 1, ...
Novo Testamento do seu contexto literal e teológico,porque as sete últimas pragas são todas destinadas àBabilônia mística,...
às que foram derramadas sobre o Egito, embora suasconseqüências serão muito mais terríveis – efeito mundial.    Andrews pe...
1ª Praga. Leiamos Apoc. 16:1 e 2. O primeiro anjoderramou a sua taça sobre a Terra. Portanto, a primeirapraga é mundial, e...
No ano 70 da nossa era Deus destruiu Jerusalém. Porque Ele esperou esses quarenta anos? Para dar umaoportunidade aos Seus ...
matariam os filhos de Deus. Deus considera esta culpacomo se o decreto fosse executado, da mesma forma comoDeus aceitou o ...
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  1. 1. As Sete Últimas Pragas Por Hans K. LaRondelle Sua Relação com as Três Mensagens Angélicas Alguns livros que podem ajudar na compreensão do assunto sobre o Armagedom:1. Dicionário Bíblico Adventista (SDABC, vol. 8).2. Enciclopédia Adventista (SDABC, vol. 10).3. Comentário Bíblico Adventista (SDABC, vol. 7, no Suplemento de Apoc. 12-20).4. O Grande Conflito, capítulos 39 a 41.5. Testemunhos, vol. 5, págs. 207 a 216.6. Primeiros Escritos, pp. 36-38 (Selamento); pp. 277-279 (O Alto Clamor).7. Our Firm Foundation, de W. Read, vol. 2, edição de 1953. Um relatório sobre as conferências bíblicas de 1952. O autor foi o primeiro a obter uma nova luz sobre o assunto, saindo fora da linha de Urias Smith.8. As Três Mensagens de Apocalipse 14, de J. N. Andrews – 1970. Southern Publishing Association. O autor foi um pioneiro estudioso, que se preocupava com a educação em nossa Igreja. Foi o primeiro a identificar o primeiro anjo de Apoc. 14 com o anjo de Apoc. 10. Considerou um capítulo explicando o outro. Disse que o jurar do Anjo de Apoc. 10 só poderia referir- se a um tempo profético. Também em relação ao segundo
  2. 2. anjo ele nos trouxe uma revelação muito importante: fala- nos sobre uma dupla queda de Babilônia. A primeira é uma queda de ordem moral, desde 1844. Portanto, as igrejas que rejeitaram o primeiro anjo tiveram uma queda moral. Apoc. 14:8. É uma queda progressiva, como um homem que começa a afundar num pântano e vai cada vez mais para o fundo. A situação vai se tornando cada vez pior. A terceira mensagem angélica chama-nos a atenção para a queda final de Babilônia (Apoc. 16:19) na sétima praga. Esta é a destruição de Babilônia. Esta é uma interpretação muito profunda, embora simples. Mesmo no tipo – a Babilônia do tempo de Daniel, podemos perceber estes dois tipos da queda. Se o Anjo do Senhor chegou a escrever na parede que Babilônia estava sendo pesada na balança e achada em falta, isto anunciou a queda de ordem moral. Logo após veio a destruição final de Babilônia. Andrews também estabelece um paralelo entre a Igreja Judaica e a mulher pura, em contraste com a mulher impura (Ezequiel 16 e Isaías 1). Este paralelo também é encontrado em Apoc. 12 e 17. O vinho que embebeda todas as nações é interpretado como sendo falsa doutrina. Algumas dessas doutrinas que corrompem são mencionadas por Andrews à pág. 51 e seguintes:1. O milênio de paz e prosperidade sobre a Terra antes do Advento de Cristo (doutrina do pós-milenialismo considerada por Andrews como a pior heresia).2. Batismo infantil por aspersão.3. A troca do Sábado pelo Domingo.4. Imortalidade inerente da alma.5. O Segundo Advento considerado como espiritual e não literal.
  3. 3. No capítulo 8 de seu livro, Andrews declara que ovinho não misturado da ira de Deus corresponde às seteúltimas pragas. Apoc. 14:9 e 10. O primeiro anjo diz para adorar a Deus, o terceiro dizpara não adorar a Besta. Este é o apelo do Elias do VelhoTestamento: ou adorar a Deus ou a Baal. Nas mensagensangélicas está o terceiro Elias. No verso 10 está a maissolene admoestação de toda a Bíblia. Não deveríamosdescansar enquanto não compreendermos este assunto. As outras igrejas não apresentam o evangelho em suaplenitude, como nós o fazemos, incluindo a advertênciaquanto a estes perigos. Elas não compreendem averdadeira mensagem de Elias, nada sabem sobre asúltimas pragas. Esta é a nossa missão no mundo e se nãopregarmos a mensagem do terceiro anjo, mas apenas a doprimeiro e do segundo, estaríamos traindo esta mensagem.Temos três mensagens a apresentar, e devemos fazê-lo naordem correta. Não devemos começar com a mensagem àBabilônia, mas com a mensagem do primeiro anjo – a lei eo evangelho. Aqueles que rejeitam essa primeiramensagem estão em Babilônia, na sua queda moral. Oterceiro anjo acrescenta qual será o juízo sobre Babilônia(verso 10). Esta é uma mensagem muito pessoal. Deus nãoestá falando a igreja um denominação, mas a indivíduos. Não é suficiente tirar os indivíduos de Babilônia parao Monte de Sião. Devemos também tirar Babilônia doMonte Sião. Esta é a mensagem de Laodicéia. As três mensagens angélicas trazem os fiéis daBabilônia para a Igreja, e a mensagem de Laodicéia tira aBabilônia de dentro da Igreja. Se fizermos só a metade dotrabalho, termos muitas apostasias. É preciso trazer aspessoas para a Igreja e guardá-las dentro da Igreja.Deveria haver uma classe de Escola Sabatina para os
  4. 4. recém-batizados e os interessados. A Sra. White aconselhaa revisão de todas as doutrinas após o batismo. O que significa a palavra "também" do verso 10?Significa que os que já beberam do vinho de Babilônia,agora vão beber também do vinho da ira de Deus. Bebemduas vezes. Em primeiro lugar foram embebedados pelo vinho deBabilônia e agora vão beber também do vinho da ira deDeus, sem mistura. Quando misturamos vinho com água,ele fica muito mais suave. A ira de Deus não serámisturada com misericórdia. É por isso que tal juízo sópode ser comparado com o juízo sobre Sodoma e Gomorra,sobre os antediluvianos e sobre Jerusalém no ano 70 de nossa era. Vamos ler o capítulo 15, verso 1. Aí está a prova deque o terceiro anjo adverte quanto às sete últimas pragas.A ira de Deus manifesta-se pela sete últimas pragas. Devemos pregar ao mundo sobre o evangelho, sobreBabilônia, e também advertir sobre estas sete últimaspragas. Portanto, devemos entendê-las bem, incluindo osecamento do rio Eufrates e o Armagedom. Se nãoentendermos bem estes assuntos estaremos sendo servosinfiéis e preguiçosos. Leiamos os versos 7 e 8 (cap. 15). Concluímos que estes sete anjos não são instrumentosdo diabo e que as sete pragas são de ordem sobrenatural.Sem dúvida, os ímpios atraíram as pragas sobre si, atravésde suas próprias ações, mas são os juízos específicos deDeus. No capítulo 18, verso 5 é-nos dito porque istoacontece: "porque os seus pecados se acumularam até ao céu, e Deus selembrou dos atos iníquos que ela praticou." As pragas são dirigidas aBabilônia. No verso 4 lemos: "Retirai-vos dela, povo meu, para não serdescúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos""Seus flagelos". Todas as sete pragas são de Babilônia,
  5. 5. porque os seus pecados se acumularam até ao Céu. Deuspossui no Céu livros, relatórios, onde a culpa vai sendoacumulada. Os pecados não confessados vão acumulando.Deus estabeleceu limites para a graça e quando oindivíduo, família, nação, ou mesmo o mundo atinge estelimite, Deus os "lembra" dos pecados. É uma expressão doVelho Testamento que significa não apenas trazer àlembrança, mas agir. Por exemplo, Deus lembrou-se deAna, e lhe deu um filho. Deus lembrou-se de Babilônia eela caiu (Apoc. 16:19). Há a idéia de ação. Lemos no verso 4 "voz do céu". Esta é a nossa voz.Quando lutamos por atrair as pessoas das outras igrejas,somos considerados como agentes do diabo, mas a vozque diz: "Retirai-vos dela, povo meu" vem do Céu. Há pessoas dopovo de Deus nas outras igrejas. Talvez haja mais emBabilônia do que na nossa Igreja. E recebemos de Deus aordem para chamar estes que estão em Babilônia.Babilônia significa apostasia organizada, o inimigo dopovo de Deus. Devemos chamar de lá os fiéis, para quenão sejam de seus pecados e participem de seus flagelos. Épor isso que devemos pregar sobre as últimas pragas. Os acontecimentos finais da história deste mundo vãose dar na seguinte ordem cronológica: No gráfico a seguir foram acrescentadas as referênciasna Bíblia e no Espírito de Profecia.Alto Prova Selamento Fim da PragasClamor Final Graça(Chuva Serôdia) De LealdadeApoc. Apoc. Apoc. Apoc. Apoc. 16,18:1-4 13:15 7:1-4 22:11 17 Daniel Apoc. 12:1
  6. 6. 14:1-5Testemunhos, GC, PR, pág. 591 Testemunhos, PE,vol. 1, p. 604-605 Testemunhos, vol. 2, 190- vol. 5, p. 475, 191 280-285353 PE, PE, pág. 207-216. PP, p. 201 GC, cap.277-279 279 PE, p. 36-38 GC, 612-613 38, pág. 603GC, 611-612 O Alto Clamor ou Chuva Serôdia – O Espírito Santoserá derramado na mesma proporção como o foi no dia dePentecostes e fará com que o povo de Deus levante a vozem alto clamor. O Espírito Santo vai operar como nunca e todos ospecados de Babilônia serão expostos publicamente.Quando chegar o Alto Clamor, todos os outros eventosseguir-se-ão sem qualquer interrupção, inclusive as pragas,culminando com o Segundo Advento de Cristo, que ocorredurante a sétima praga. O Alto Clamor vai provocar uma reação de Babilôniae uma legislação que procure pôr um fim neste AltoClamor. Igreja e Estado vão se unir contra o povo deDeus. a isto nós chamamos: A Prova Final de Lealdade. Ninguém, sem o sinal dabesta, poderá comprar ou vender. Esta reação contra opovo de Deus provocará: O Selamento. O Selamento vem de Deus – os anjosimprimindo o Selo de Deus sobre a testa. Não se trata doSelamento do Espírito no coração – o Selamento doEvangelho, que todos recebem por ocasião do batismo.Não devemos confundir o selo evangélico e o seloapocalíptico. O Selamento do Espírito Santo por ocasião do batismoé comprovado pelas seguintes passagens:
  7. 7. Efésios 1:13 Efésios 4:30 II Cor. 1:20-22 Rom. 8 O Selamento apocalíptico ocorre naqueles que já sãofilhos de Deus, portanto já possuem o Selamento doEvangelho. Devem agora receber um selo especial que osanjos imprimem em suas testas. Somente os 144.000recebem este selo. Qual o propósito deste Selamento? A Sra. White escreveu muito sobre isto. Ela diz queeste selo é um sinal de aprovação de Deus e de proteçãocontra as sete últimas pragas. Fim da Graça. Após o Selamento, finda o tempo dagraça e: As Pragas começam a cair. Todos esses eventos tão solenes têm um tipo no VelhoTestamento. Vamos agora considerar estes tipos. Alto Clamor: Em Joel 2:28 e 32 está uma profeciaque foi cumprida em Atos 2 – o Pentecostes. Estecumprimento é o tipo do Alto Clamor ou Chuva Serôdia.Em O Grande Conflito, pág. 611 temos um relato sobreisto, onde a Sra. White diz que o Clamor da Meia-noite domovimento milerita é um outro tipo que se repetiu. O tipo da Prova Final de Lealdade está em Daniel 3.Os três jovens hebreus que permaneceram fiéis a Deustinham diante de si a fornalha de fogo ardente. Esta foipara eles uma verdadeira prova de lealdade que implicavaem obediência ao segundo mandamento. Isto foi um tipode prova de lealdade que implicará em obediência aoquarto mandamento. Todo o mundo estará na planície deDura.
  8. 8. Outro tipo encontra-se em I Reis 18 – Elias no MonteCarmelo. A lealdade que será manifestada durante estaprova será considerada pelo Céu, constando nos registroscelestes e sendo a base para o selamento. O tipo do Selamento encontramos em Êxodo 12:12 e13. Todos os que tinham a marca de sangue nos batentesdas portas não sofreram a décima praga. Há também uma profeciamuito importante em Ezeq. 9:4 e 5. A Sra. White afirma que estaprofecia refere-se ao Selamento dos 144.000 (Testemunhos paraMinistros, págs. 444-445). Ainda no VT encontramos um tipo para o Fim daGraça. Em Gên. 7:16 lemos que Noé ficou sete dias naarca antes de começar a chuva e que um anjo fechou aporta da arca. Diz a Sra. White ser este um tipo doSelamento. Patriarcas e Profetas, pág. 98. As dez pragas que caíram sobre o Egito são o tipo paraas Sete Últimas Pragas (Êxo. 7 a 12). Têmcaracterísticas semelhantes e o mesmo objetivo – salvarIsrael, vindicar o nome de Deus e o Seu governo e exporno coração de cada um a rebelião que há nele (motivar arebelião contra Deus). Nas pragas finais, Deus manifestará Sua fidelidade aoSeu povo do concerto e uma vez mais revelará apecaminosidade de Babilônia. Egito e Babilônia são osinimigos do Israel de Deus e as pragas são os juízos deDeus sobre tais inimigos. As quatro primeiras das últimas pragas são retiradasdas dez que caíram sobre o Egito. A quinta, sexta e asétima são retiradas dos juízos sobre Babilônia. Por que isto? Deus quer assegurar à IgrejaRemanescente que, nos últimos dias, Ele é o mesmo Deusque libertou Israel do Egito e que tirou Israel da Babilônia.Ele é o mesmo Deus que possibilitou o êxodo de um Egito
  9. 9. ateu e de uma Babilônia apostatada. A mesma libertaçãovirá no fim dos tempos. Como podemos saber quando chegará a ocasião doAlto Clamor? Como poderemos ter esta experiência? Alto Clamor será o resultado da pregação distinta damensagem de Laodicéia (Apoc. 3). Não devemos apenas pregar as três mensagensangélicas, mas também apresentar a mensagem de Cristo àIgreja de Laodicéia. Como resultado de recebermos e aplicarmospessoalmente esta mensagem, seremos zelosos não apenasem ganhar almas (preocupados só em números) mas nospreocuparemos com a qualidade. A mensagem a Laodicéiadiz: "Sede zelosos e arrependei-vos." Zelosos na tristeza pelopecado em nosso coração. Zelosos em sentir quemorremos para o eu. Zelosos no sentido de depositarmostodo o nosso orgulho no pó. Zelosos na luta com Deus.Zelosos no sentido de andarmos com Cristo. Zelosos pelaglória de Deus. Esta é uma obra que tem que ser realizadapelo indivíduo em si mesmo, antes de sair e anunciar.Antes de falar de Deus, devemos falar com Deus. Deus procurará os que são verdadeiramente zelosos.Procurará o ouro puro, livre de toda escória. Em Ezequiel 9 encontramos o selamento daqueles queestão sob o juízo de Deus. Em Ezequiel 8 e 9 havia muita corrupção emJerusalém, particularmente no templo. Surge então a pergunta: Os que são selados, sãoperfeitos e santos? Sentir-se santo é um pecado. Tentar sentir-se perfeito é uma rebelião contra Deus,conforme a teologia bíblica.
  10. 10. Muitos cristãos na História quiseram sentir-seperfeitos, porque sua consciência os condenava nos seuspróprios pecados. Uma consciência acusando não é uma experiênciamuito agradável, e eles queriam livrar-se do sentimento deculpa e fazer alguma coisa especial para Deus. Às vezesdeixavam de se casar a fim de se tornarem mais santos.Alguns se tornavam vegetarianos, outros procuravamvender bastante literatura, ou ganhar muitas almas, e assimpor diante. Mas a justificação só vem por meio da fé emCristo. A mensagem de Cristo para a Igreja de Laodicéia émuito humilhante para o nosso coração. "Vocês pensamque tudo está muito bem, mas vocês não sabem o que são;vocês são cegos, não se apercebem da própria nudez; nãosabem quão pobres são." Cada um deve aplicar esta mensagem a si mesmo,embora não creia que esteja nesta condição. Jesus diz: "Eusinto muito, mas tenho que dizer que o problema está emseu próprio coração." Nós queremos participar do Alto Clamor. Queremosapresentar um bom relatório, mas a direção da motivaçãonão está correta – está dirigida para o próprio eu. O quefazer então? Devemos dizer a Jesus: "Sonda-me, ó Deus, e conhece o meucoração, prova-me e conhece os meus pensamentos; vê se há em mim algum (Sal. 139:23 e 24).caminho mau e guia-me pelo caminho eterno." Devemos abrir o coração para o trabalho do Espírito Santo,confessar os nossos pecados, abandonar todo espírito decompetição, tentando ser melhores que os outros, ou maissantos que os nossos irmãos. Qual será o início do Alto Clamor na vida individualde cada um? Qual será a aplicação pessoal do AltoClamor?
  11. 11. Abandonar todo o orgulho e procurar somente a glóriade Deus, aceitando a todos que estão ao nosso redor comonossos irmãos. Em Ezequiel 9 que espécie de povo recebe a marca?Absolutamente não são aqueles que se julgam perfeitos,mas aqueles que estão chorando por causa da impiedadeem Israel – aqueles que se arrependerem da impiedade. Oarrependimento é uma experiência gloriosa. Ele nos fazchorar, traz-nos mesmo o desespero, mas também nos traza graça pela fé em Cristo. Peçamos este arrependimento. Em Atos 5 lemos que Jesus nos dá a fé e oarrependimento. O arrependimento é um dom de Deus.Não podemos por nós mesmos passar por esta experiência,mas podemos orar pedindo-a a Deus. Deus somente pode habitar no coração contrito eespírito abatido. Este espírito Ele nunca rejeitará.Encontramos isto em Isa. 65 e Sal. 51. Agora vamos falar um pouco mais sobre os 144.000em relação a este Selamento. Duas vezes no Apocalipse nós lemos sobre os144.000. Há nisto um significado especial. Em Apocalipse7 é abordado um aspecto diferente do que é consideradono capítulo 14. Em Apoc. 14, nos primeiros 5 versos é enfatizado oSeu caráter imaculado. "não se achou mentira na sua boca; não têmmácula" (verso 5). Este estado de pureza não é umapeculiaridade apenas dos 144.000, mas dos santos de todasas eras. Deus não quer mentirosos em Seu reino. NoSalmo 32 lemos: "Bem-aventurado o homem a quem o Senhor nãoatribui iniqüidade e em cujo espírito não há dolo." (Verso 2). Esta é umacaracterística dos 144.000. Qual seria então a diferença entre os 144.000 e osoutros santos?
  12. 12. Em princípio, não é a perfeição de caráter. Emboraesses 144.000 sejam perfeitos em caráter, eles não sesentirão perfeitos. Terão um relacionamento perfeito,relacionamento de perdão e vitória. Eles possuem o caráterde Deus e do Cordeiro. Seguem o Cordeiro aonde querque vá. Apocalipse 7 nos dará maior luz sobre o assunto. Estecapítulo começa como se fosse uma resposta aos últimosversos do capítulo 6. Sabemos o que acontece durante osexto selo (versos 12 em diante) – os ímpios finalmenteclamarão às rochas: "Caí sobre nós e escondei-nos da face daquele quese assenta no trono e da ira do Cordeiro." A ira do Cordeiro são assete últimas pragas. O capítulo 6 termina com a pergunta:"Quem é que pode suster-se?" A resposta está no capítulo 7 – os144.000 podem suster-se. É por isso que todos eles são selados. O anjo dojulgamento passará por alto aqueles que estiverem selados,da mesma forma que o anjo da destruição passou por altoas casas que estavam manchadas com sangue. Daí vem apalavra "Páscoa" em inglês Passover, passar por alto. Este é um propósito específico do selamento. Somenteos 144.000 estarão a salvo no dia da ira de Deus. Elesconseguiram suportar a prova final e agora estãoenfrentando a ameaça de morte. Não há possibilidade de outros se salvarem a não serestes 144.000 que foram selados. O grupo total dos filhosde Deus durante as últimas pragas são os 144.000. Sehouvesse possibilidade de salvação fora dos 144.000, oselamento não teria significado, pois o selamento é amarca de proteção. Em Ezequiel 9 os fiéis que se arrependeram foramselados – receberam uma marca em sua testa. O que
  13. 13. aconteceu após esse selamento? A destruição resultante daira de Deus. É exatamente isto que acontecerá quando os 144.000forem selados. O tempo da graça terminará e as sete pragascomeçarão a cair. Os 144.000 não são um grupo especial entre os salvospor se sentirem mais santos do que os outros, mas porqueeles passaram por uma perseguição e uma prova semprecedente e permaneceram fiéis pela fé em Cristo. Elestambém sofrerão mais do que os outros – experimentarãoo Tempo de Angústia de Jacó. Não podemos explicar oque é a angústia de Jacó, mas experimentá-la e estarpreparados para recebê-la. Eles beberão desta taça desofrimento, muito mais do que a geração que os precede,por esta razão estarão tão próximos a Cristo. Eles parecemexperimentar mais do que Cristo experimentou noGetsêmani, por sua causa. Esta é a única esperança que osconforta. Em Apoc. 14 o selo representa uma espécie decarimbo do caráter perfeito de Deus, uma obra completadaqueles que são selados, como os primeiros frutos paraDeus e para o Cordeiro. Esses selados são perfeitos emrelação à fidelidade e estão prontos para a trasladaçãocomo o remanescente final. Em Apoc. 7 o selo de Deus é uma marca de proteção elivramento no dia da ira de Deus. Percebemos duas visões em Apoc. 7. Os oitoprimeiros versos nos falam dos 144.000 provenientes dastribos de Israel, e do verso 9 em diante lemos: "Depois destascoisas, vi, e eis grande multidão que ninguém podia enumerar, de todas asnações, tribos, povos e línguas ..."
  14. 14. Quem é esta grande multidão? A resposta está noverso 14: "São estes os que vêm da grande tribulação, lavaram suasvestiduras e as alvejaram no sangue do Cordeiro." Há diferença entre os 144.000 que vêm dos judeus eesta grande multidão que vem de todas as nações? Não existe uma resposta definida da Igreja quanto aeste assunto, mas julgamos que os 144.000 não sãototalmente idênticos a este segundo grupo da grandemultidão. Eles representam a Igreja Remanescente daúltima geração, com um especial selamento apocalípticodurante as sete últimas pragas. Eles experimentam agrande tribulação. Mas o segundo grupo, que ninguémpode contar e que vem de todas as nações, representamtodos os salvos de todas as eras, desde o início do mundo.É portanto, um grupo diferente. Eles também vêm de umagrande tribulação, porque ninguém será salvo sem passarpor uma tribulação. Paulo afirmou várias vezes que parairmos ao reino de Deus teremos que passar por grandestribulações. Os 144.000 serão parte desses salvos de todas as eras,portanto eles serão um grupo especial dentro do grupomaior. Esta é a explicação da Sra. White. Ela se refere aesta grande multidão de Apocalipse 7:9 e 14 como sendoos redimidos de todas as eras, e também aplica Apoc. 7:9-14 aos 144.000. Há, portanto, uma fusão entre esses doisgrupos. Os 144.000 são especificamente chamados israelitasou semente de Abraão. Isto não cumpre a promessa feita aAbraão em Gênesis 15 e 17, que a sua semente seria tãonumerosa quanto a areia do mar e as estrelas no céu? Istoquer dizer inumerável, que não se pode contar. Só Deuspoderá numerar a descendência de Abraão. Da mesma forma como o primeiro Elias não morreu,os 144.000 não passarão pela morte. Este ponto de vista é
  15. 15. sustentado pela Bíblia e pelo Espírito de Profecia. (OGrande Conflito, págs. 648, 649; 665, 646, 428;Testemunhos, vol. 1, págs. 78 e 155). Natureza das Pragas Já definimos os três propósitos das pragas, que são: 1º - Redimir Israel 2º - Vindicar o caráter de Deus e o Seu concerto. 3º - Expor a pecaminosidade dos ímpios e a rebeliãodos professos fiéis a Deus. Durante as sete últimas pragas o Universotestemunhará aquilo que não podiam ver antes – o queestava no coração das pessoas, que não se arrependerãonem darão glória a Deus. Vamos agora considerar a natureza das pragas. Jáaprendemos que as pragas são um evento sobrenatural.Resta saber se são literais ou espirituais. Josias Litch, um dos pioneiros do movimento milerita,defendeu a posição que as pragas são literais no que dizrespeito à sua linguagem e descrição. Quanto ao secamento do rio Eufrates e à sexta praga,ele cria que o rio Eufrates seria literalmente seco, assimcomo o rei persa Ciro secou-o por ocasião da queda deBabilônia. Podem ler quanto a isto na EnciclopédiaAdventista, verbete Armagedom. Para ele havia uma total identificação entre osecamento do Eufrates do Velho Testamento e o do NovoTestamento. Consequentemente, ele não chegou a ver arelação tipológica entre um e outro. No relacionamentotipológico nunca há uma relação completa entre o tipo e oantítipo. Onde havia uma analogia, ele viu uma identidade,uma igualdade. Ele separou o secamento do Eufrates do
  16. 16. Novo Testamento do seu contexto literal e teológico,porque as sete últimas pragas são todas destinadas àBabilônia mística, e esta Babilônia mística é um poderespiritual. E não podemos considerar Babilôniaespiritualmente e o rio Eufrates literalmente. Se o Eufratesé o rio de Babilônia, temos que tomar ambos literalmente– ambos estão numa conexão inseparável. Por outro lado, Babilônia é uma organização poderosa,visível, com manifestações religiosas e políticas concretas.É o inimigo e perseguidor literal e visível do Israel deDeus. Urias Smith chegou à conclusão de que o dilema entreserem as pragas literais ou não é um dilema infrutífero.Ele afirmou que a terminologia simbólica diz respeito ajuízos concretos e literais. Ele cria que as pragas eramsimbólicas, afirmando que o Eufrates significava "povos",mas acreditava que as outras pragas teriam cumprimentoliteral. A sexta praga é tão simbólica quanto a quinta, onde otrono da besta é um símbolo muito conhecido. Ao considerarmos a 1ª praga, consideramos váriascoisas como símbolos – o sinal da besta, sua imagem e seuculto. O julgamento, que é o resultado de cada praga, é que éliteral, embora as organizações que vão sofrer essejulgamento possam ser simbólicas. Este conceito de Urias Smith é bastante profundo. Eledisse: "As pragas são esculpidas numa linguagemsimbólica, mas as pragas propriamente ditas são literais,porque os juízos são literais." Vamos ver o que João N. Andrews tem a dizer. Emseu livro As Três Mensagens de Apocalipse 14, pág. 117ele diz que as últimas pragas serão semelhantes em caráter
  17. 17. às que foram derramadas sobre o Egito, embora suasconseqüências serão muito mais terríveis – efeito mundial. Andrews percebeu um relacionamento tipológico entreas pragas do Egito e as sete últimas pragas. Esta é uma boa explicação, pois ele considerou aBíblia como um todo. Vamos considerar o que a Sra. White tem a dizer. OGrande Conflito, pp. 627 e 628: "As pragas que sobrevieram aoEgito quando Deus estava prestes a libertar Israel, eram de caráter semelhanteaos juízos mais terríveis e extensos que devem cair sobre o mundoprecisamente antes do libertamento final do povo de Deus." Esta exposição é perfeitamente teológica. A Sra.White viu uma relação tipológica, assim como Andrews.Ela usa as mesmas palavras de Andrews: "semelhantes emcaráter". E ela ainda vai além, dizendo que as pragas no Egitoestavam relacionadas com o Israel de Deus, a fim de livrá-lo do Egito, e que as pragas finais terão o objetivo delivrar o povo de Deus. Há uma perfeita harmonia com os princípioshermenêuticos que estudamos. Devemos relacionar aspragas com o Deus de Israel e o Cristo do NovoTestamento, com o Israel do Velho Testamento e com oIsrael espiritual do Novo Testamento. Podemos notar queas pragas têm o mesmo caráter e propósito. Urias Smith relacionou as pragas com Israel somentenas três primeiras pragas, e depois se esqueceu. Para ele, a5ª, 6ª e 7ª pragas nada têm que ver com o Israel de Deus,mas com os povos que literalmente vivem ao redor do rioEufrates, ou seja, os turcos. Por que traria Deus os Seusjuízos mais terríveis ao povo específico que vive ao redordo rio Eufrates? O que dizer dos adventistas que vivemnaquela região?
  18. 18. 1ª Praga. Leiamos Apoc. 16:1 e 2. O primeiro anjoderramou a sua taça sobre a Terra. Portanto, a primeirapraga é mundial, embora nem todos sejam atingidos porela. Alguém poderia argumentar que as úlceras malignas eperniciosas são espirituais, invisíveis. Estas úlceras atingem aqueles que têm o sinal da bestae a adoram. Sem dúvida, esta é uma linguagem figurada,mas as pessoas atingidas não são invisíveis, são pessoas literais,indicadas por linguagem simbólica. Portanto, as úlceras tambémdevem ser literais. Se considerarmos as úlceras comoespirituais, temos que admitir que eles já foram atingidospor tais úlceras anteriormente. E estas pessoas não sãoespirituais, não nasceram de novo. As úlceras que recebempodem ser vistas e sentidas. 2ª Praga. Apoc. 16:3. Devemos considerar esta pragacomo literal ou simbólica? Se for espiritual, um marsimbólico não faz muito sentido. Devemos considerar omar literal que se torna em sangue literal. Este juízo cairásobre um povo literal. Os filhos de Deus não sofrerão estas pragas – nãoporque são vegetarianos – mas porque Deus resolve nãoderramar estas pragas sobre o Seu povo. 3ª Praga. Apoc. 16:4 – Rios e fontes tornam-se emsangue. Deus derrama as pragas em estágios. Pela primeiravez, lemos sobre a razão para estas pragas – Versos 5 a 7. Por que Deus transforma a água em sanguecoagulado? A razão é dada no verso 6: Porque mataram osprofetas. Todas as pragas são centralizadas em Israel. Em O Grande Conflito, pág. 628 lemos: "Condenando o povo de Deus à morte, são tão culpados do crime doderramamento de seu sangue como se este tivesse sido derramado por suaspróprias mãos. De modo semelhante declarou Cristo serem os judeus de Seutempo culpados de todo o sangue dos homens santos que havia sidoderramado desde os dias de Abel; pois possuíam o mesmo espírito, e estavamprocurando fazer a mesma obra daqueles assassinos dos profetas."
  19. 19. No ano 70 da nossa era Deus destruiu Jerusalém. Porque Ele esperou esses quarenta anos? Para dar umaoportunidade aos Seus filhos. Quando os filhos rejeitarama mensagem apostólica, os juízos de Deus caíram sobreeles. E qual a relação entre este ato de rejeição dos filhos eo que os pais fizeram rejeitando a Cristo? O pecado erabasicamente o mesmo. Os filhos completaram a medida dopecado dos pais. Mat. 23:32. Durante as três primeiras pragas, o Israel de Deus, aIgreja Remanescente tornou-se o foco de uma perseguiçãobaseada em leis. O Espírito de Deus foi retirado e naçãoapós nação legisla contra o povo de Deus. Está aquiimplicado Apoc. 13 – com um decreto de morte. Nãodevemos confundir ameaça de morte com decreto demorte. São diferentes. O decreto de morte é muito maissério, e só será proclamado após o fechamento da graça.Será estabelecida uma data para a execução. É a experiência de quando Esaú veio em direção aJacó para exterminá-lo – a Angústia de Jacó. Será determinado um prazo, findo o qual, o povodeverá ser exterminado. O tipo deste decreto de morte,está num livro do Antigo Testamento que não é citado noApocalipse – o livro de Ester. A Sra. White escreve em O Grande Conflito que odecreto de morte será publicado durante as três primeiraspragas. Será cumprido este decreto? Não. Então, por que razão Deus lhes dá sangue para beberuma vez que não consumam este intento? Urias Smith e a Sra. White dão a mesma resposta. Pela publicação do decreto de morte o pecado atinge oseu ponto culminante. O pecado torna-se legalizado. EDeus então diz: "Basta!" Se o tempo permitisse, eles
  20. 20. matariam os filhos de Deus. Deus considera esta culpacomo se o decreto fosse executado, da mesma forma comoDeus aceitou o sacrifício de Isaque como se Abraão otivesse levado a cabo. A decisão da vontade foi tomada e a medida dospecados dos antepassados fica completa. É manifestado o mesmo espírito daqueles queperseguiram o povo de Deus durante todas as eras. É porisso que Deus lhes dá a segunda e terceira pragas – sangueliteral. Não existe sangue espiritual.

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