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QUE CURRICULO PARA O SÉCULO XXI?
A FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR E AS APRENDIZAGENS
ESSENCIAIS
O projeto consagra a possibilidade de as escolas
voluntariamente aderirem ao projeto, atendendo
aos os princípios e regras orientadores da conceção,
operacionalização e avaliação do currículo
Este projeto é aplicado em regime de experiência
pedagógica, o que permite um acompanhamento,
monitorização e avaliação essenciais à sua
reformulação e que sustentará o processo de revisão
do quadro legal, tendo em vista a sua generalização.
O acompanhamento do projeto de cada estabelecimento de ensino é assegurado a nível
central e regional por equipas dos serviços e organismos do Ministério da Educação,
adotando um modelo de proximidade, em que se recorre a diferentes dinâmicas, entre elas,
a realização de encontros nacionais e regionais, redes de partilha, apoio a distância, visitas
às escolas e formação.
«Entende-se por currículo dos ensinos básico e secundário, o
conjunto de conhecimentos, capacidades e atitudes constantes
nos documentos curriculares, designadamente nas
Aprendizagens essenciais, a partir dos quais as escolas definem
as suas opções curriculares com vista à aquisição do conjunto de
competências definidas no Perfil dos alunos à saída da
escolaridade obrigatória
Autonomia, confiança e responsabilidade
Conferir às escolas a possibilidade de participar no desenvolvimento curricular, na apropriação
contextualizada do currículo que melhor se adeque aos desafios do seu projeto educativo
Autonomia e
flexibilidade
curricular dos
ensinos básico e
secundário
Princípios
orientadores
Matrizes
curriculares base
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curriculares
Práticas
pedagógicas
Princípios
orientadores
… de entre outros destacamos:
Alcançar o perfil dos alunos à saída da escolaridade
Garantir uma escola inclusiva;
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Valorizar a gestão e lecionação interdisciplinar e articulada do currículo através do desenvolvimento de projetos;
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facilitação do acesso à informação e à tecnologia;
Assunção das artes, da ciência e tecnologia, do desporto e das humanidades como componentes
estruturantes da matriz curricular das diversas ofertas educativas e formativas;
As opções curriculares da escola concretizam-se, entre outras, nas seguintes possibilidades:
Combinação parcial ou total de disciplinas;
Alternância, ao longo do ano letivo, de períodos de funcionamento disciplinar com períodos de
funcionamento multidisciplinar, em trabalho colaborativo
Desenvolvimento de trabalho prático ou experimental com recurso a desdobramento de turmas ou
outra organização;
Integração de projetos desenvolvidos na escola em blocos que se inscrevem no horário semanal, de forma
rotativa ou outra adequada;
Redistribuição da carga horária das disciplinas das matrizes curriculares-base, promovendo tempos de
trabalho de projeto interdisciplinar, com partilha de horário entre diferentes disciplinas.
Organização do funcionamento das disciplinas de um modo trimestral ou semestral, ou outra
organização;
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currículo local, entre outras, com contributo interdisciplinar.
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curriculares
As escolas podem gerir até 25% da carga horária semanal inscrita nas matrizes
curriculares-base, por ano de escolaridade, podem ser criados domínios de autonomia
curricular ou novas disciplinas, não prejudicando a existência das áreas disciplinares e
disciplinas previstas nas matrizes curriculares-base. (Artigo 6.º)
O trabalho colaborativo, valorizando-se o intercâmbio de saberes e de experiências, através de práticas de:
Coadjuvação entre professores, de vários ciclos e níveis de ensino e de diversas áreas
disciplinares;
(no que respeita ao 1.º ciclo, as práticas de coadjuvação devem privilegiar as áreas da Educação Artística e da Educação Física,
mobilizando professores de outros ciclos que pertençam aos grupos de recrutamento destas áreas.)
Permuta temporária entre professores da mesma área ou domínio disciplinar.
A organização de alunos em grupos de trabalho para:
Aquisição, desenvolvimento e consolidação de aprendizagens específicas, com vista à promoção da
articulação entre áreas disciplinares, a funcionar, em regra, de forma temporária;
Apoio às aprendizagens, com base numa metodologia de integração de várias áreas
disciplinares, privilegiando a pesquisa, tratamento e seleção de informação;
Desenvolvimento de trabalho autónomo, interpares, com mediação de professores.
A implementação de tutorias, visando a orientação do processo educativo, nomeadamente através da
autorregulação das aprendizagens e da adaptação às expectativas académicas e sociais dos alunos;
…
Opções
curriculares
Planeamento curricular visa a consolidação, o
aprofundamento e ou o enriquecimento das
Aprendizagens essenciais
No 1.º ciclo áreas disciplinares que permitem a articulação curricular numa abordagem
globalizante do ensino e da aprendizagem assente na prática da monodocência,
(Inglês por um professor com formação específica; desenvolvimento de projetos inovadores de coadjuvação)
No 2.º ciclo, diferentes disciplinas agregadas em áreas disciplinares, privilegiando abordagens
interdisciplinares potenciadas pela organização bidisciplinar dos grupos de recrutamento desse
ciclo,
(disciplinas que podem funcionar numa organização semestral, anual ou outra)
No 3.º ciclo, diferentes disciplinas agregadas em áreas disciplinares, privilegiando abordagens
interdisciplinares.
- A matriz curricular-base dos cursos de educação e formação (CEFs) de jovens dos 2.º e 3.º ciclos, integra as componentes de
formação sociocultural, científica, tecnológica e prática, sendo as duas últimas estruturantes da qualificação profissional do
curso.
- As componentes do currículo Cidadania e Desenvolvimento (CD) e Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) integram,
em regra, as matrizes de todos os anos de escolaridade do ensino básico.
Matrizes
curriculares base
Nas matrizes curriculares-base das ofertas em que a carga horária apresenta uma
organização semanal, esta constitui uma referência para cada componente do currículo,
área disciplinar e disciplina. (Artigo 5.º)
Estudo do Meio, integra conceitos e métodos de
várias áreas de saber ( História, Geografia,
Biologia, Geologia, Física, Química, Tecnologia)
Área artística reforço da carga horária (com
potencial de realização de projetos integrados
(artes performativos)
Coadjuvação com professores do 2º ciclo – falta
decisão normativa ou grupo de recrutamento
Atomização da Educação Artística e
Tecnológica contrária à integração
TIC (anual /semestral, reforço 50min),
neste ciclo deveria ser área de natureza
transdisciplinar, tal como a Cidadania.
Oferta Complementar para trabalho
interdisciplinar / articulação curricular /
novas disciplinas
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Menos 100min
Reforço 50min
Expressões e Tecnologia tinham 850 para
EV; TIC e OE (ET); EF.
Reforço de 125 mas é EF que aumenta
de 40 para 500 min
Extinção da ET que anteriormente estava
em OE com TIC, (ideia que a tecnologia
se esgota nas TIC)
Quebra de sequencialidade nos ciclos de
estudo incoerência com os princípios
(projeto, experimental …)
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No ensino secundário - Adoção de percurso formativo próprio com permutas de disciplinas da componente de formação (artigo 9º)
PRÁTICAS PEDAGÓGICAS
Instrumentos de planeamento curricular
As escolas podem adotar outros instrumentos de planeamento curricular, designadamente, planos
curriculares de ano de escolaridade, a gerir por equipa educativa docente responsável, em cada
ano de escolaridade, pelas aprendizagens a desenvolver pelos alunos.
O conselho de turma pode, fundamentado em razões de natureza pedagógica, propor ao conselho pedagógico
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Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória afirma-se, como
documento de referência para a organização de todo o sistema educativo...
No momento de equacionar e de fundamentar o que é relevante,
adequado e exequível no contexto dos diversos níveis de decisão, é
possível e desejável encontrar no perfil orientações significativas.
Constitui, assim, a matriz para decisões a adotar por
gestores e atores educativos ao nível dos organismos
responsáveis pelas políticas educativas e dos
estabelecimentos de ensino. A finalidade é a de contribuir,
para a organização e gestão curriculares e, ainda, para
a definição de estratégias, metodologias e
procedimentos pedagógico-didáticos a utilizar na
prática letiva
Saber científico,
técnico e
tecnológico
Sensibilidade
Estética e
Artística
« Aprendizagens essenciais, o
conjunto comum de conhecimentos a
adquirir, isto é, os conteúdos de
conhecimento disciplinar estruturado,
indispensáveis, articulados
concetualmente, relevantes e significativos,
bem como de capacidades e atitudes a
desenvolver obrigatoriamente por todos
os alunos em cada área disciplinar ou
disciplina, tendo, em regra, por referência
o ano de escolaridade ou de formação; »
Disciplina
Ciclo
Aprendizagens Essenciais
Domínio /
Organizador
ArtesVisuaisEducaçãoVisual
2.ºCiclodoEnsinoBásico
INTERPRETAÇÃO /
COMUNICAÇÃO
Observa diferentes universos visuais em diversos contextos (físico e digital);
Identifica diferentes manifestações culturais do património local e global (obras
e artefactos de arte – pintura, escultura, desenho, assemblage, colagem,
fotografia; instalação, land´art, banda desenhada, design, arquitetura,
artesanato, multimédia e linguagens cinematográficas);
Reconhece o quotidiano como um potencial criativo para a construção de ideias,
mobilizando as várias etapas do processo artístico (investigação e pesquisa,
experimentação e reflexão);~
Explora uma diversidade de propostas e fazer escolhas na resolução de problemas,
relacionando respostas com as suas vivencias (do meio envolvente, de obras e
artefactos da cultura artística, arquitetura, design, artefactos, de projetos
pedagógicos de escola).
Inventa soluções para a resolução de problemas no processo de produção artística;
Recorre a vários processos de registo de ideias (ex: diários gráficos), de
planeamento (ex: projeto, portfólio) de trabalho individual, em grupo, e em
rede;
Desenvolve individualmente e em grupo projetos de trabalho, recorrendo a
cruzamentos disciplinares (artes performativas, multimédia, instalações,
happening, entre outros);
Interpreta os objetos da cultura visual em função do (s) contexto (s) e dos (s)
públicos (s);
Compreende significados, processos e intencionalidade (s) dos objetos artísticos;
Confronta ideias e perspetivas distintas sobre abordagem de um dado problema e
ou maneira de o resolver, tendo em conta, por exemplo, diferentes perspetivas
culturais, sejam de incidência local, nacional ou global.
EXPERIMENTAÇÃO /
CRIAÇÃO
Utiliza os conceitos específicos da comunicação visual (luz, cor, espaço, forma,
movimento, ritmo; proporção, desproporção, entre outros) com
intencionalidade e sentido crítico na análise dos trabalhos individuais e de
grupo;
Expressa ideias, utilizando diferentes meios e processos (pintura, escultura,
desenho, fotografia, multimédia, entre outros);
Descreve com vocabulário adequado (qualidades formais, físicas e expressivas)
dos objetos artísticos;
Analisa criticamente narrativas visuais, tendo em conta as técnicas e tecnologias
artísticas (pintura, desenho, escultura, fotografia, banda desenhada, artesanato,
multimédia …)
Transforma narrativas visuais, criando novos modos de interpretação.
Utiliza diferentes materiais, suportes e diferentes técnicas, (desenho, pintura,
colagens, técnicas mistas e acidentais, assemblage, modelagem, meios digitais
simples), adequando o seu uso a diferentes contextos e situações
Cria produções plásticos justificando a intencionalidade das produções plásticas,
referindo a organização dos elementos no espaço de representação;
« Documentos curriculares, o conjunto de
documentos em que estão expressos os
conhecimentos a adquirir, as capacidades e
atitudes a desenvolver pelos alunos,
designadamente os programas, metas,
orientações, perfis profissionais e
referenciais do Catálogo Nacional de
Qualificações, bem como as Aprendizagens
essenciais de cada área disciplinar e
disciplina, constituindo estas últimas as
orientações curriculares de base na
planificação, realização e avaliação do
ensino e da aprendizagem; »
Disciplina
Ciclo
Aprendizagens Essenciais
Domínio /
Organizador
EducaçãoTecnológica
2.ºCiclodoEnsinoBásico
Processos
tecnológicos
Distingue as fases de realização de um projeto: identificação, pesquisa, realização
e avaliação;
Identifica e representa as necessidades e oportunidades tecnológicas decorrentes
da observação e investigação de contextos socias e comunitários;
Identifica requisitos técnicos, condicionalismos e recursos para a concretização
de projetos;
Reconhece a importância dos protótipos e teste para o desenvolvimento e
melhoria (aplicações de criação e tratamento de imagem 2D e 3D) dos projetos;
Comunica, através do desenho, formas de representação gráfica das ideias e
soluções, utilizando: esquemas, codificações e simbologias, assim como meios
digitais com ferramentas de modelação e representação.
Diferencia modos de produção (artesanal, industrial), analisando os fatores de
desenvolvimento tecnológico;
Compreende a importância dos objetos técnicos face às necessidades humanas.
Recursos e
utilizações
tecnológica
Produz artefactos, objetos e sistemas técnicos, adequando os meios materiais e
técnicos, à ideia ou intenção expressa;
Aprecia as qualidades dos materiais (físicas, mecânicas e tecnológicas), através
do exercício sistemático dos diferentes sentidos; estabelecendo relações com a
utilização de técnicas específicas de materiais: madeiras, papeis, plásticos, fios
têxteis, pastas entre outros.
Seleciona materiais de acordo com as suas características físicas e mecânicas;
Investiga, através de experiências simples, algumas características de materiais
comuns (dureza, flexibilidade, resistência, elasticidade, plasticidade);
Manipula operadores tecnológicos, (de energia, movimento/mecanismos,
estruturas resistentes) de acordo com as suas funções, princípios e relações com
as produções tecnológicas;
Cria soluções tecnológicas através da reutilização ou reciclagem de materiais
tendo em atenção a sustentabilidade ambiental;
Utiliza as principais técnicas de transformação dos materiais utilizados, (união,
separação-corte, assemblagem, conformação) identificando os utensílios e as
ferramentas na realização de projetos;
Identifica fontes de energia e os seus processos de transformação (elétrico,
térmico, mecânico e sonoro), relacionando-as com soluções tecnológicas
aplicáveis aos projetos.
Tecnologia e
sociedade
Reconhece o potencial tecnológico dos recursos do meio ambiente, explicitando
as suas funções, vantagens e impactos (positivos ou negativos) pessoais, sociais e
ambientais;
Compreende a evolução dos artefactos, objetos e equipamentos, estabelecendo
relações entre o presente e o passado, tendo em conta contextos sociais e naturais
que possam influenciar a sua criação, ou reformulação;
Analisa situações concretas como consumidor prudente e defensor do património
cultural, natural da sua localidade e região manifestando preocupações com a
conservação da natureza e respeito pelo ambiente;
Desequilíbrio
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curricular
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Que Currículo para o Século XXI?

  • 1. QUE CURRICULO PARA O SÉCULO XXI? A FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR E AS APRENDIZAGENS ESSENCIAIS
  • 2. O projeto consagra a possibilidade de as escolas voluntariamente aderirem ao projeto, atendendo aos os princípios e regras orientadores da conceção, operacionalização e avaliação do currículo Este projeto é aplicado em regime de experiência pedagógica, o que permite um acompanhamento, monitorização e avaliação essenciais à sua reformulação e que sustentará o processo de revisão do quadro legal, tendo em vista a sua generalização. O acompanhamento do projeto de cada estabelecimento de ensino é assegurado a nível central e regional por equipas dos serviços e organismos do Ministério da Educação, adotando um modelo de proximidade, em que se recorre a diferentes dinâmicas, entre elas, a realização de encontros nacionais e regionais, redes de partilha, apoio a distância, visitas às escolas e formação.
  • 3. «Entende-se por currículo dos ensinos básico e secundário, o conjunto de conhecimentos, capacidades e atitudes constantes nos documentos curriculares, designadamente nas Aprendizagens essenciais, a partir dos quais as escolas definem as suas opções curriculares com vista à aquisição do conjunto de competências definidas no Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória
  • 4. Autonomia, confiança e responsabilidade Conferir às escolas a possibilidade de participar no desenvolvimento curricular, na apropriação contextualizada do currículo que melhor se adeque aos desafios do seu projeto educativo Autonomia e flexibilidade curricular dos ensinos básico e secundário Princípios orientadores Matrizes curriculares base Opções curriculares Práticas pedagógicas
  • 5. Princípios orientadores … de entre outros destacamos: Alcançar o perfil dos alunos à saída da escolaridade Garantir uma escola inclusiva; Promover a articulação dos três ciclos do ensino básico e secundário; Valorizar a gestão e lecionação interdisciplinar e articulada do currículo através do desenvolvimento de projetos; Valorizar a complementaridade entre os processos de avaliação interna e externa das aprendizagens; Valorizar a língua e a cultura portuguesas e, as línguas estrangeiras, enquanto veículos de identidade e de facilitação do acesso à informação e à tecnologia; Assunção das artes, da ciência e tecnologia, do desporto e das humanidades como componentes estruturantes da matriz curricular das diversas ofertas educativas e formativas;
  • 6. As opções curriculares da escola concretizam-se, entre outras, nas seguintes possibilidades: Combinação parcial ou total de disciplinas; Alternância, ao longo do ano letivo, de períodos de funcionamento disciplinar com períodos de funcionamento multidisciplinar, em trabalho colaborativo Desenvolvimento de trabalho prático ou experimental com recurso a desdobramento de turmas ou outra organização; Integração de projetos desenvolvidos na escola em blocos que se inscrevem no horário semanal, de forma rotativa ou outra adequada; Redistribuição da carga horária das disciplinas das matrizes curriculares-base, promovendo tempos de trabalho de projeto interdisciplinar, com partilha de horário entre diferentes disciplinas. Organização do funcionamento das disciplinas de um modo trimestral ou semestral, ou outra organização; Criação de disciplinas, de espaços ou de tempos de trabalho para o desenvolvimento de componentes de currículo local, entre outras, com contributo interdisciplinar. Opções curriculares As escolas podem gerir até 25% da carga horária semanal inscrita nas matrizes curriculares-base, por ano de escolaridade, podem ser criados domínios de autonomia curricular ou novas disciplinas, não prejudicando a existência das áreas disciplinares e disciplinas previstas nas matrizes curriculares-base. (Artigo 6.º)
  • 7. O trabalho colaborativo, valorizando-se o intercâmbio de saberes e de experiências, através de práticas de: Coadjuvação entre professores, de vários ciclos e níveis de ensino e de diversas áreas disciplinares; (no que respeita ao 1.º ciclo, as práticas de coadjuvação devem privilegiar as áreas da Educação Artística e da Educação Física, mobilizando professores de outros ciclos que pertençam aos grupos de recrutamento destas áreas.) Permuta temporária entre professores da mesma área ou domínio disciplinar. A organização de alunos em grupos de trabalho para: Aquisição, desenvolvimento e consolidação de aprendizagens específicas, com vista à promoção da articulação entre áreas disciplinares, a funcionar, em regra, de forma temporária; Apoio às aprendizagens, com base numa metodologia de integração de várias áreas disciplinares, privilegiando a pesquisa, tratamento e seleção de informação; Desenvolvimento de trabalho autónomo, interpares, com mediação de professores. A implementação de tutorias, visando a orientação do processo educativo, nomeadamente através da autorregulação das aprendizagens e da adaptação às expectativas académicas e sociais dos alunos; … Opções curriculares Planeamento curricular visa a consolidação, o aprofundamento e ou o enriquecimento das Aprendizagens essenciais
  • 8. No 1.º ciclo áreas disciplinares que permitem a articulação curricular numa abordagem globalizante do ensino e da aprendizagem assente na prática da monodocência, (Inglês por um professor com formação específica; desenvolvimento de projetos inovadores de coadjuvação) No 2.º ciclo, diferentes disciplinas agregadas em áreas disciplinares, privilegiando abordagens interdisciplinares potenciadas pela organização bidisciplinar dos grupos de recrutamento desse ciclo, (disciplinas que podem funcionar numa organização semestral, anual ou outra) No 3.º ciclo, diferentes disciplinas agregadas em áreas disciplinares, privilegiando abordagens interdisciplinares. - A matriz curricular-base dos cursos de educação e formação (CEFs) de jovens dos 2.º e 3.º ciclos, integra as componentes de formação sociocultural, científica, tecnológica e prática, sendo as duas últimas estruturantes da qualificação profissional do curso. - As componentes do currículo Cidadania e Desenvolvimento (CD) e Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) integram, em regra, as matrizes de todos os anos de escolaridade do ensino básico. Matrizes curriculares base Nas matrizes curriculares-base das ofertas em que a carga horária apresenta uma organização semanal, esta constitui uma referência para cada componente do currículo, área disciplinar e disciplina. (Artigo 5.º)
  • 9. Estudo do Meio, integra conceitos e métodos de várias áreas de saber ( História, Geografia, Biologia, Geologia, Física, Química, Tecnologia) Área artística reforço da carga horária (com potencial de realização de projetos integrados (artes performativos) Coadjuvação com professores do 2º ciclo – falta decisão normativa ou grupo de recrutamento
  • 10. Atomização da Educação Artística e Tecnológica contrária à integração TIC (anual /semestral, reforço 50min), neste ciclo deveria ser área de natureza transdisciplinar, tal como a Cidadania. Oferta Complementar para trabalho interdisciplinar / articulação curricular / novas disciplinas Reforço 50min Menos 100min Reforço 50min
  • 11. Expressões e Tecnologia tinham 850 para EV; TIC e OE (ET); EF. Reforço de 125 mas é EF que aumenta de 40 para 500 min Extinção da ET que anteriormente estava em OE com TIC, (ideia que a tecnologia se esgota nas TIC) Quebra de sequencialidade nos ciclos de estudo incoerência com os princípios (projeto, experimental …) Remete a componente Tecnológica e práticas para CEFs No ensino secundário - Adoção de percurso formativo próprio com permutas de disciplinas da componente de formação (artigo 9º)
  • 12. PRÁTICAS PEDAGÓGICAS Instrumentos de planeamento curricular As escolas podem adotar outros instrumentos de planeamento curricular, designadamente, planos curriculares de ano de escolaridade, a gerir por equipa educativa docente responsável, em cada ano de escolaridade, pelas aprendizagens a desenvolver pelos alunos. O conselho de turma pode, fundamentado em razões de natureza pedagógica, propor ao conselho pedagógico opções curriculares complementares às inscritas no projeto educativo da escola. Artigos 15º,16º Planeamento curricular https://www.youtube.com/watch?v=XDGMvl3kls4 https://www.youtube.com/watch?v=Nun2VGRTHGU As práticas interdisciplinares e o projeto estão na natureza da nossa própria área, que sempre se situou no currículo de forma aberta e flexível
  • 13. Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória afirma-se, como documento de referência para a organização de todo o sistema educativo... No momento de equacionar e de fundamentar o que é relevante, adequado e exequível no contexto dos diversos níveis de decisão, é possível e desejável encontrar no perfil orientações significativas. Constitui, assim, a matriz para decisões a adotar por gestores e atores educativos ao nível dos organismos responsáveis pelas políticas educativas e dos estabelecimentos de ensino. A finalidade é a de contribuir, para a organização e gestão curriculares e, ainda, para a definição de estratégias, metodologias e procedimentos pedagógico-didáticos a utilizar na prática letiva Saber científico, técnico e tecnológico Sensibilidade Estética e Artística
  • 14. « Aprendizagens essenciais, o conjunto comum de conhecimentos a adquirir, isto é, os conteúdos de conhecimento disciplinar estruturado, indispensáveis, articulados concetualmente, relevantes e significativos, bem como de capacidades e atitudes a desenvolver obrigatoriamente por todos os alunos em cada área disciplinar ou disciplina, tendo, em regra, por referência o ano de escolaridade ou de formação; » Disciplina Ciclo Aprendizagens Essenciais Domínio / Organizador ArtesVisuaisEducaçãoVisual 2.ºCiclodoEnsinoBásico INTERPRETAÇÃO / COMUNICAÇÃO Observa diferentes universos visuais em diversos contextos (físico e digital); Identifica diferentes manifestações culturais do património local e global (obras e artefactos de arte – pintura, escultura, desenho, assemblage, colagem, fotografia; instalação, land´art, banda desenhada, design, arquitetura, artesanato, multimédia e linguagens cinematográficas); Reconhece o quotidiano como um potencial criativo para a construção de ideias, mobilizando as várias etapas do processo artístico (investigação e pesquisa, experimentação e reflexão);~ Explora uma diversidade de propostas e fazer escolhas na resolução de problemas, relacionando respostas com as suas vivencias (do meio envolvente, de obras e artefactos da cultura artística, arquitetura, design, artefactos, de projetos pedagógicos de escola). Inventa soluções para a resolução de problemas no processo de produção artística; Recorre a vários processos de registo de ideias (ex: diários gráficos), de planeamento (ex: projeto, portfólio) de trabalho individual, em grupo, e em rede; Desenvolve individualmente e em grupo projetos de trabalho, recorrendo a cruzamentos disciplinares (artes performativas, multimédia, instalações, happening, entre outros); Interpreta os objetos da cultura visual em função do (s) contexto (s) e dos (s) públicos (s); Compreende significados, processos e intencionalidade (s) dos objetos artísticos; Confronta ideias e perspetivas distintas sobre abordagem de um dado problema e ou maneira de o resolver, tendo em conta, por exemplo, diferentes perspetivas culturais, sejam de incidência local, nacional ou global. EXPERIMENTAÇÃO / CRIAÇÃO Utiliza os conceitos específicos da comunicação visual (luz, cor, espaço, forma, movimento, ritmo; proporção, desproporção, entre outros) com intencionalidade e sentido crítico na análise dos trabalhos individuais e de grupo; Expressa ideias, utilizando diferentes meios e processos (pintura, escultura, desenho, fotografia, multimédia, entre outros); Descreve com vocabulário adequado (qualidades formais, físicas e expressivas) dos objetos artísticos; Analisa criticamente narrativas visuais, tendo em conta as técnicas e tecnologias artísticas (pintura, desenho, escultura, fotografia, banda desenhada, artesanato, multimédia …) Transforma narrativas visuais, criando novos modos de interpretação. Utiliza diferentes materiais, suportes e diferentes técnicas, (desenho, pintura, colagens, técnicas mistas e acidentais, assemblage, modelagem, meios digitais simples), adequando o seu uso a diferentes contextos e situações Cria produções plásticos justificando a intencionalidade das produções plásticas, referindo a organização dos elementos no espaço de representação;
  • 15. « Documentos curriculares, o conjunto de documentos em que estão expressos os conhecimentos a adquirir, as capacidades e atitudes a desenvolver pelos alunos, designadamente os programas, metas, orientações, perfis profissionais e referenciais do Catálogo Nacional de Qualificações, bem como as Aprendizagens essenciais de cada área disciplinar e disciplina, constituindo estas últimas as orientações curriculares de base na planificação, realização e avaliação do ensino e da aprendizagem; » Disciplina Ciclo Aprendizagens Essenciais Domínio / Organizador EducaçãoTecnológica 2.ºCiclodoEnsinoBásico Processos tecnológicos Distingue as fases de realização de um projeto: identificação, pesquisa, realização e avaliação; Identifica e representa as necessidades e oportunidades tecnológicas decorrentes da observação e investigação de contextos socias e comunitários; Identifica requisitos técnicos, condicionalismos e recursos para a concretização de projetos; Reconhece a importância dos protótipos e teste para o desenvolvimento e melhoria (aplicações de criação e tratamento de imagem 2D e 3D) dos projetos; Comunica, através do desenho, formas de representação gráfica das ideias e soluções, utilizando: esquemas, codificações e simbologias, assim como meios digitais com ferramentas de modelação e representação. Diferencia modos de produção (artesanal, industrial), analisando os fatores de desenvolvimento tecnológico; Compreende a importância dos objetos técnicos face às necessidades humanas. Recursos e utilizações tecnológica Produz artefactos, objetos e sistemas técnicos, adequando os meios materiais e técnicos, à ideia ou intenção expressa; Aprecia as qualidades dos materiais (físicas, mecânicas e tecnológicas), através do exercício sistemático dos diferentes sentidos; estabelecendo relações com a utilização de técnicas específicas de materiais: madeiras, papeis, plásticos, fios têxteis, pastas entre outros. Seleciona materiais de acordo com as suas características físicas e mecânicas; Investiga, através de experiências simples, algumas características de materiais comuns (dureza, flexibilidade, resistência, elasticidade, plasticidade); Manipula operadores tecnológicos, (de energia, movimento/mecanismos, estruturas resistentes) de acordo com as suas funções, princípios e relações com as produções tecnológicas; Cria soluções tecnológicas através da reutilização ou reciclagem de materiais tendo em atenção a sustentabilidade ambiental; Utiliza as principais técnicas de transformação dos materiais utilizados, (união, separação-corte, assemblagem, conformação) identificando os utensílios e as ferramentas na realização de projetos; Identifica fontes de energia e os seus processos de transformação (elétrico, térmico, mecânico e sonoro), relacionando-as com soluções tecnológicas aplicáveis aos projetos. Tecnologia e sociedade Reconhece o potencial tecnológico dos recursos do meio ambiente, explicitando as suas funções, vantagens e impactos (positivos ou negativos) pessoais, sociais e ambientais; Compreende a evolução dos artefactos, objetos e equipamentos, estabelecendo relações entre o presente e o passado, tendo em conta contextos sociais e naturais que possam influenciar a sua criação, ou reformulação; Analisa situações concretas como consumidor prudente e defensor do património cultural, natural da sua localidade e região manifestando preocupações com a conservação da natureza e respeito pelo ambiente;

Notas do Editor

  1. Que mecanismo de acompanhamento, apoio, monitorização e dispositivos de regularização estão pensados para a implementação do processo da Flexibilização curricular?
  2. - Existe um conceito curricular subjacente ao Perfil do aluno? Como é possível articular a sua operacionalização com os documentos institucionais que vigoram, (programas, metas, competências essenciais, etc.) e que remetem para conceitos curriculares divergentes?
  3. - Como garantir o envolvimento determinante do compromisso da escola, da ação dos professores e o empenho das famílias na tomada de decisão sobre as opções de desenvolvimento curricular em coerência com a visão propagada no Perfil do aluno?
  4. - Que significa a expressão “os professores (não) estão preparados para o novo currículo”? - Qual o papel da formação continua de professores e a influência da investigação nas práticas curriculares?  
  5. - Quais os eixos prioritários para a promoção das literacias artísticas e tecnológicas, consubstanciados em modelos disciplinares coerentes, integradores e sequenciais nos três ciclos de estudo?
  6.   - Como agir para que alguns contextos escolares não inviabilizam a valorização das artes, do trabalho experimental e das tecnologias, bem como a integração das componentes de natureza regional e local?
  7. - Em que medida as expectativas criadas com a elaboração das aprendizagens essências que visam, entre outros, processos de articulação curricular, (p. ex. interdisciplinaridade entre arte/tecnologia e português e matemática, etc.), poderão vir a ser uma realidade consistente?
  8. - Qual o nível de satisfação sobre o desenvolvimento do processo de elaboração das aprendizagens essenciais levadas a cabo entre as associações profissionais e ministério da educação?