3ciclo. (1)

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3ciclo. (1)

  1. 1. INTRODUÇÃOO Ciclo de Aprendizagem é uma organização do tempo e espaço escolar que visao atendimento aos diferentes níveis de aprendizagem dos estudantes considerando alógica do processo. Este está relacionado com a necessidade de se pensar umaconcepção de currículo que articule as fases do ensino fundamental com as demaisetapas e modalidades da educação básica, possibilitando uma adequação pedagógicaentre eles. Organizar o Ciclo de Aprendizagem nas Unidades Escolares, remetetambém a se pensar no trabalho pedagógico, sustentado na ação coletiva, com afinalidade de que todos aprendam.Em 2013, o 3º Ciclo de Aprendizagem será implantado nos anos finais do EnsinoFundamental na rede pública de ensino do Distrito Federal num projeto piloto em 09(nove) CEF. Este Ciclo de Aprendizagem será composto pelos atuais 6º ao 9º ano.Para proporcionar a ampla participação da comunidade escolar será organizadoum cronograma em que ocorrerá as discussões sobre os Ciclos de Aprendizagem,conjuntamente com a proposta do Currículo em Movimento.Para garantir o pleno êxito do Currículo em Movimento as estratégias de apoio eacompanhamento serão focadas na: ampliação das equipes das GREB, utilização dosrecursos do PDAF, aquisição de tecnologias educacionais e implementação delaboratórios de ciências.
  2. 2. PROPOSTA PARA CICLOS DE APRENDIZAGENS – 3º Ciclo deAprendizagem (Anos Finais)1. O que são Ciclos de Aprendizagens?Os Ciclos de Aprendizagens são uma organização do tempo e espaço escolar,tendo em vista o atendimento aos diferentes níveis de aprendizagem dosestudantes, considerando a lógica do processo, a utilização de uma pedagogiadiferenciada sustentada no trabalho coletivo, na avaliação diagnóstica e formativa,que garanta as aprendizagens e a progressão de todos os estudantes matriculadosnas Unidades Escolares. Em 2013, os Ciclos de Aprendizagens serão implantadosem 9 (nove) CEF, que desenvolverão um projeto piloto do 3º Ciclo de Aprendizagem– Anos Finais do Ensino Fundamental na rede pública de ensino do Distrito Federal.Essa proposta também busca ressignificar a coordenação pedagógica como espaçode formação continuada, na perspectiva da democratização de saberes.2. Como será a organização dos Ciclos de Aprendizagens daunidades escolares que participarão do projeto piloto?Considerando o perfil dos estudantes, que são sujeitos plurais, com experiênciasdiferenciadas e, consequentes possibilidades múltiplas de aprendizagens, énecessário uma compreensão destes como seres humanos integrais, autores desuas histórias e sujeitos de direitos e deveres, inclusive o da aprendizagem, e desuas próprias experiências.Ao organizar o 3º Ciclo de Aprendizagem, é importante manter a proposta detrabalho pautada em eixos integradores. As estratégias que fundamentarão o fazerdidático- pedagógico no cotidiano da escola serão: avaliação formativa, diagnósticae processual; trabalho diversificado; reagrupamento intra e interclasse; projetointerventivo; formação continuada e coordenação coletiva de trabalho pedagógico,conforme as ações didáticas e pedagógicas a serem pensadas pelos profissionaisda escola, com a finalidade de assegurar as aprendizagens de todos.
  3. 3. 3. O que mudará na enturmação dos estudantes nestas UnidadesEscolares?A enturmação para 2013 acontecerá de acordo com a estratégia de matrículaproposta pela Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal.4. Qual o objetivo da CDIS (Correção Distorção Idade/série) naproposta do 3º Ciclo de Aprendizagem?A Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal, diante dos altos índicesde estudantes com dois anos ou mais de defasagem de idade em relação àsérie/ano, propõe um trabalho diferenciado de correção desta distorção, com oobjetivo de garantir ao estudante o direito de aprender e ser promovido.Dessa forma, as turmas de correção da distorção idade série/ano continuarãoexistindo. A partir da ampliação do ciclo, da reorganização do trabalho pedagógico edas mudanças nas concepções e práticas avaliativas, espera-se que essas turmassejam finalizadas, gradativamente.5. O que é progressão continuada? Qual a proposta de avaliaçãonos Ciclos de Aprendizagens? Como deverá ser a ação doConselho de Classe?Entende-se como progressão continuada o “recurso pedagógico que, associadoà avaliação, possibilita o avanço contínuo dos estudantes de modo que não fiquempresos a grupo ou turma, (...)” (OLIVEIRA, PEREIRA, VILLAS BOAS, 2012). Issorequer uma organização do trabalho que utilize estratégias pedagógicas queconsidere a avaliação formativa, diagnóstica e processual como categoria central,visando mudanças efetivas para uma escola que supere a seriação. Assim como,um acompanhamento pedagógico sistemático aos estudantes, pautado na lógica doprocesso que veja o ‘erro’ como uma possibilidade construtiva.
  4. 4. A avaliação deve identificar as possibilidades de aprendizagens e a organizaçãodo trabalho pedagógico para promover a aprendizagem dos estudantes e daUnidade Escolar (DISTRITO FEDERAL, 2012b). Dessa forma, segundo a ResoluçãoNº 7, de 14 de dezembro de 2010, Art. 32 “A avaliação dos estudantes, a serrealizada pelos professores e pela escola como parte integrante da propostacurricular e da implementação do currículo é redimensionadora da ação pedagógicae deve:I. assumir um caráter processual, formativo e participativo, ser contínua,cumulativa e diagnóstica, com vistas a: identificar potencialidades e dificuldades deaprendizagem e detectar problemas de ensino;II. subsidiar decisões sobre a utilização de estratégias e abordagens de acordocom as necessidades dos estudantes, criar condições de intervir de modo imediato ea mais longo prazo para sanar dificuldades e redirecionar o trabalho docente;III. manter a família informada sobre o desempenho dos estudantes;IV. reconhecer o direito do estudante e da família de discutir os resultados deavaliação, inclusive em instâncias superiores à escola, revendo procedimentossempre que as reivindicações forem procedentes.”Considerando esses aspectos, os CEF envolvidos neste projeto piloto utilizarãocomo registro das aprendizagens dos estudantes os seguintes instrumentos:Registro de Avaliação - O registro de avaliação seguirá as Diretrizes deAvaliação do Processo de Ensino e de Aprendizagem para a Educação Básica daSEDF, a qual estabelece que os diversos instrumentos avaliativos utilizados peloprofessor devem ser registrados através de notas de 0 a 10. Há que se observar queo valor de testes e provas, quando utilizados como instrumento de avaliação, nãopoderá ultrapassar a 50% (cinqüenta por cento) da nota final.O Diário de Classe contém campos próprios para a realização dos registros dasdiferentes estratégias e instrumentos de avaliação definidos pelo coletivo escolar,bem como para a descrição do crescimento e dificuldades evidenciadas nodesenvolvimento e nas aprendizagens dos estudantes ao longo do processopedagógico. Há também espaço para a descrição das ações e atividades realizadaspara a recuperação dessas aprendizagens.Conselho de Classe
  5. 5. Segundo o Regimento, o Conselho de Classe deverá ter a participação doDiretor ou seu representante, do Orientador Educacional, Supervisor Pedagógico ouCoordenador Pedagógico e do representante dos estudantes, quando for o caso.Podendo ainda compor, como membros eventuais, representante da equipeespecializada de apoio à aprendizagem, representante do atendimento educacionalespecializado/sala de recursos, pais ou responsáveis, e outras pessoas cujaparticipação se julgar necessária.O Conselho de Classe deve reunir-se, ordinariamente, uma vez por bimestre eao final do semestre e do ano letivo, ou, extraordinariamente, quando convocadopelo diretor da Unidade Escolar. O Conselho de Classe será presidido pelo Diretorou seu representante. O registro deve ser realizado por meio de dois documentos(em anexo):• Ata do Conselho de Classe: elaborada, em livro próprio, por umrepresentante escolhido pelo Conselho, conforme Regimento Escolar das Unidadesescolares da Rede Pública de Ensino do DF;• Registro do Conselho de Classe: será preenchido por professor, podendoser o conselheiro da turma, sendo que os encaminhamentos serão propostos pelogrupo participante durante o Conselho. As reuniões do Conselho de classe devemse tornar um momento de reflexão sobre o trabalho pedagógico da Unidade Escolarcomo um todo.Para que as discussões do Conselho de Classe não sejam realizadas emmomentos isolados, os encaminhamentos propostos para o bimestre deverão serretomados a cada reunião do Conselho de Classe, a fim de realizar uma avaliação eredirecionamento das ações, caso necessário, desenvolvidas nesse período.6. Quais serão as estratégias pedagógicas a serem utilizadas?As estratégias que fundamentarão o fazer didático-pedagógico no cotidiano dasala de aula serão: reagrupamento intraclasse, interclasse e projeto interventivo(DISTRITO FEDERAL, 2012a).Reagrupamento interclasseA Resolução nº 7, de 14 de dezembro de 2010, do Conselho Nacional deEducação, Art. 27 § 2o prevê na organização do trabalho pedagógico a mobilidade e a
  6. 6. flexibilização dos tempos e espaços escolares e a diversidade nos agrupamentos deestudantes, como indicativo de novas possibilidades de aprendizagens.Nesse sentido o reagrupamento interclasse é uma estratégia pedagógica quepermite o agrupamento dos estudantes, de acordo com suas dificuldades epotencialidades de aprendizagem, a fim de permitir o avanço contínuo dasaprendizagens, a partir da produção de conhecimentos que contemplem aspossibilidades e necessidades de cada estudante. A formação dos grupos serárealizada de acordo com as dificuldades e/ou potencialidades apresentadas e as açõesserão desenvolvidas pelos professores no próprio turno de regência. O planejamentodeve ocorrer coletivamente, durante coordenação pedagógica a partir de objetivosdefinidos pelos professores envolvidos, que estabelecerão critérios intencionais dereagrupamento. As intervenções pedagógicas de cada grupo poderão ser realizadasevidenciando-se as habilidades de cada professor.Durante os reagrupamentos, é importante que cada professor se disponibilize - deacordo com sua formação, sua área de interesse, seus desejos - à sugerir tarefas,apresentar propostas de intervenção, compartilhar recursos e experiências e proporatividades diferenciadas do contexto diário de sala de aula.A periodicidade da realização do reagrupamento será definida de acordo com osobjetivos indicados pela equipe escolar, ou seja, por quanto tempo acontecerá, quantasvezes por semana e o tempo de duração. O reagrupamento deverá ser registrado noDiário de Classe, especificando os critérios utilizados para a formação dos grupos, asatividades desenvolvidas e o período de realização.Vale ressaltar que não haverá com isso formação de novas turmas. Os estudantescontinuam registrados nos Diários de Classe em suas turmas referência, tendo emvista o caráter temporário e dinâmico do reagrupamento.Faz-se necessária também a definição das áreas de conhecimento que nortearão otrabalho no grupo, por exemplo, ARTE, PORTUGUÊS e MATEMÁTICA. Como oenfoque deverá ser pautado em um trabalho multidisciplinar, nesses grupos asatividades desenvolvidas em MATEMATICA poderão conter um texto voltado para umconteúdo do bimestre em PORTUGUÊS, assim como poderá se valer de um conteúdode ARTE, para o desenvolvimento das atividades. O que determinará o êxito dessasintervenções é o diálogo entre todos os componentes curriculares, com o objetivo decontemplar as possibilidades e necessidades de aprendizagem dos estudantes.
  7. 7. Reagrupamento intraclasseO Reagrupamento Intraclasse consiste na formação de grupos de estudantes deuma mesma turma, de acordo com suas dificuldades de aprendizagem. Oplanejamento do professor poderá ser realizado individualmente ou coletivamente. Asintervenções pedagógicas, no reagrupamento intraclasse, serão definidas pelodocente, durante o planejamento, de acordo com o diagnóstico, que estabelecerá asequência didática e os objetivos a serem trabalhados de forma diversificada. Éimportante pensar que o tempo das atividades deverá ser planejado para que tenham amesma duração e evite que um grupo de estudantes fique sem atividades.Projeto InterventivoO Projeto Interventivo (PI) constitui-se em um princípio destinado a um grupo deestudantes com necessidades específicas de aprendizagem que acarretem o nãoacompanhamento das situações de aprendizagens propostas para o ano em que seencontra matriculado, independente da idade. Tem como objetivo principal sanar essasnecessidades assim que surjam, por meio de estratégias diferenciadas. É umaproposta de intervenção complementar, de inclusão pedagógica e de atendimentoindividualizado.O Projeto Interventivo, visa promover o repensar de concepções e práticaspedagógicas, adequando-as à promoção das aprendizagens dos estudantes. Deve serrealizado considerando a diversidade do espaço, entendido como ambiente escolar eas peculiaridades das aprendizagens dos mesmos. A carga horaria residual dosprofessores poderá ser utilizada para otimizar os projetos interventivos. Deve serpermanente na sua oferta e flexível, dinâmico e temporário no atendimento aosestudantes.Seus objetivos são específicos e cabe ressaltar a importância dos registros detodas as ações pertencentes à construção do Projeto Interventivo. Algumas formas deregistro serão estabelecidas pela SEDF, no diário de classe, outras poderão serconstituídas e adotadas por cada Unidade Escolar e por cada professor. Convémsalientar que a escrita do Projeto Interventivo torna-se importante como registro, quedeve traduzir, de forma simples, a dinamicidade ocorrida no dia a dia de sua aplicação.
  8. 8. 7. A Coordenação Pedagógica como espaço de FormaçãoContinuada na organização dos Ciclos de AprendizagensA formação continuada tem o papel de pensar o currículo de forma integrada einterdisciplinar e o PPP (Projeto Político Pedagógico) como expressão de suaintencionalidade e de envolvimento de todos os sujeitos sociais, visando superar afragmentação dos componentes curriculares na perspectiva do desenvolvimento depropostas pedagógicas que avancem na direção de um trabalho colaborativo, emque os professores realizem o planejamento coletivamente, tendo como foco asaprendizagens dos estudantes.A coordenação pedagógica realizada nas Unidades Escolares deve privilegiar oplanejamento coletivo entre os professores de diversas áreas do conhecimento,oportunizando a socialização de experiências, o enriquecimento das ideias, acriatividade e múltiplos olhares da/para realidade. Possibilitando, neste espaço, queas propostas de reagrupamentos, projetos interventivos e diferentes processos deavaliação sejam construídos e avaliados.Neste sentido, é importante ponderar que as estratégias de formação serãoarticuladas levando em consideração a organização de grupos de estudos (comcoordenadores intermediários, coordenadores locais e professores), semináriosregionais e distritais. Desta forma, a formação continuada ofertada pela EAPE sedará, em alguma medida, descentralizada.Para os profissionais dos CEF em implantação do 3º Ciclo de Aprendizagemhaverá uma formação inicial, na EAPE, no período de 19 a 28 de Fevereiro, matutinoe/ou vespertino, com vistas a apresentar a proposta, esclarecer dúvidas, aprofundarconhecimentos e desenvolver estratégias metodológicas sinalizadas na proposta.8. Como proceder a transferência de alunos nas escolas queampliarão o ciclo em 2013?No caso de transferência de estudantes oriundos de escolas com organizaçãoseriada, deve-se fazer uma análise do histórico escolar para fazer a
  9. 9. correspondência, quando for o caso, lembrando que o estudante nunca poderáretroceder na sua formação e sempre poderá avançar.9. Como ficam os estudantes com deficiências atendidos emclasses especiais?Esses estudantes serão atendidos dentro da mesma sistemática, a organizaçãoescolar em ciclo vem corroborar a inclusão desses. A proposta da OrganizaçãoMundial de Saúde (OMS), que é a Classificação Internacional de Funcionalidade(CIF), ultrapassa a visão apenas médica e inclui a perspectiva societal e ambientalque adota o conceito de funcionalidade norteará os processos de avaliaçãoformativa, diagnóstica e processual articulada ao ciclo favorecerá uma análise maisreal e apropriada do desempenho dos estudantes das classes especiais que sóganham com essa nova organização.10. Como enturmar os alunos ANEE nas turmas de ensinoregular com a ampliação do ciclo?Utilizando os critérios definidos na estratégia de matrícula.11. Serão destinados professores específicos para odesenvolvimento do Projeto Interventivo?Não. O projeto interventivo é uma estratégia didático-pedagógica que deve serplanejada, desenvolvida, acompanhada e avaliada pelos profissionais da escola. Acarga residual dos professores pode ser utilizada para a realização dos projetosinterventivos. A escola pensará atividades para o Projeto Interventivo considerandoas condições reais para o seu desenvolvimento. A SEDF criará as estruturasnecessárias para a implantação do ciclo a partir de um planejamento a médio elongo prazo.
  10. 10. 12. Como serão utilizadas as redes de apoio: Sala de Recursos,Sala de Apoio a Aprendizagem, SOE e Equipes Especializadas?Serão utilizadas de acordo com as orientações pedagógicas da SEDF,procurando sempre participar do planejamento e desenvolvimento das atividades deforma coletiva e em consonância com o projeto político-pedagógico da escola.Verificar Orientações Pedagógicas e outros documentos sobre os serviços parao 2º Ciclo de Aprendizagem.13. Haverá retenção no 3º Ciclo de Aprendizagem?Em princípio a retenção será admitida somente ao final do 3º Ciclo deAprendizagem, justificada pela escola com a realização de Conselho de Classe(professores, equipes de apoio, gestores), mediante registros sistematizados aolongo do processo que evidenciem as estratégias adotadas pelo professor paraatender as necessidades de aprendizagens do aluno.
  11. 11. REFERÊNCIASDISTRITO FEDERAL. Diretrizes Pedagógicas do Bloco Inicial de Alfabetização.Brasília, Gráfica da SEEDF, 2012.___________________. Orientações Pedagógicas para a Correção da DistorçãoIdade/Série da Rede Pública de Ensino. Brasília, DF; 2012.MAGDA, Soares. Alfabetização e letramento. São Paulo: Contexto, 2008.VIGOTSKI, L. S. A construção do pensamento e da linguagem. Tradução PauloBezerra. São Paulo: Martins Fontes, 2000. 500 p.Subsecretaria de Educação BásicaCoordenação de Ensino FundamentalEd. Phenícia – SBN Quadra 2 Bloco C Lote 17 CEP 70.040-020Telefone: 3901-8201

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