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Fasc. 1 sugestões de atividades dos 5 eixos

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SUGESTÕES DE
  ATIVIDADES
     PARA
TRABALHAR OS
   EIXOS DA
ALFABETIZAÇÃO
1º Compreensão e Valorização da Cultura Escrita

  - Fazer o Baú da Escrita:
  * cobrir uma caixa ou um caixote de papel ou tecido e enfeitá-lo
  conforme o gosto do(a) professor(a) e alunos.
  *Enchê-lo com os diferentes gêneros textuais em diferentes
  portadores e explicar que aquele será o “tesouro da turma”
  (aproveitar o material levado pelo aluno).
  *Todos os dias os textos do baú devem ser analisados pela
  turma, com enfoques diferenciados: é um documento, é um
  texto de divulgação à distância de informações em massa
  (jornais, revistas, etc) , é registro de compromissos (agenda),
  preservação
  e socialização dos saberes sociais (Ciências, História, Religião,
  etc), comunicação entre pessoas (carta, bilhetes, e-mail) etc?
  *durante a atividade procure explorar o conhecimento prévio
  dos alunos em relação a cada gênero e portador .
  *Guia do Alfabetizador – 1º semestre - Práticas pedagógicas:
  sugestão para a construção dos combinados da turma (
  procure focar o uso e funções da escrita da escrita para o
  objetivo proposto (regras de convivência).
  * O guia propõe um trabalho com parlendas e contação de
  histórias. Antes de começar esse trabalho, familiarize os alunos
  com esses gêneros textuais, apresentando variadas parlendas e
  livros de história, para serem apenas recitadas e conhecidos
  pelos alunos. Compare os textos e características das parlendas
  e as características dos livros de histórias, para que os alunos
  possam reconhecê-los sempre que depararem com algum.
2º APROPRIAÇÃO DO SISTEMA DA ESCRITA

Noção de frases:
conversar com os alunos sobre o que é uma frase. Que uma
frase tem que comunicar alguma coisa;
dar exemplo de frases utilizando o nome e ações dos alunos;
explorar a frase;
Laura viu uma borboleta amarela.
A frase contou o que? Quem? O que ela viu? Retirar partes
da frase e perguntar se ela continua com sentido.
Viu uma borboleta amarela.
Quem? O que ele fez?
Laura viu.
Quem? O que ela viu?
Apresentar outras frases faltando os sujeitos ou os
predicados e perguntar se são frases.
Apresentar outras frases completas e perguntar se são frases
ou não. Compará-las com as anteriores.
Apresentar a frase: Socorro! Perguntar: quem? O que fez?
Por quê?
Possibilitar a compreensão, pelos alunos, de que a frase
pode ter sentido, independente do número de palavras que
possui.
* Repetir a atividade utilizando outros recursos.
Noção de texto
Apresentar a parlenda, escrita em um cartaz .(ver no final
deste item, como trabalhar parlendas)
A macaca Sofia, reuniu a bicharada.
Subiu na pedra mais alta e falou apavorada:
__O leão, rei da floresta, parece que enlouqueceu!
Raspou toda a sua juba e de saia apareceu.
Quem diria, minha gente, que este bicho bravo e forte,
iria se tornar , de repente, um gatinho de saiote?
Explorar o portador, o gênero, a finalidade e função do
texto.
Possibilitar aos alunos compreenderem que o texto é
formado por um conjunto de palavras/frases com sentido e
que comunicam algo.
Explorar o texto da parlenda: quantas frases, como é a
formatação do texto, pontuação, o que cada frase
comunica, etc
Trabalhar, dessa mesma forma, outras parlendas e outros
textos pequenos.
Apresentar vários gêneros para os alunos compará-los:
bilhetes, anúncios, histórias infantis, romances com muitas
e poucas páginas, reportagens, etc.
Possibilitar ao aluno a compreensão de que o tamanho do
texto se deve ao número de palavras/frases que possuem.
No entanto, o fato de um texto ter poucas palavras/frases
não prejudica o seu sentido.
Rimas
Contação de história: Varre Vento – Cláudia Pacce ou outra história
rimada
- trabalhar o portador ( o livro: nome, características, etc)
- trabalhar o tipo (narrativo) e gênero do texto: história
(característica, funções, finalidades, como é produzido, onde pode
ser encontrado, etc)
- explorar a capa, ilustrações, dados sobre autor e editora
- ler ou contar a história e fazer interpretação oral
chamar a atenção para a forma que o autor escolheu para escrever o
texto (rimado)
identificar as palavras que combinam (rimam) em cada página
perguntar: por que as palavras combinam? (porque terminam com o
mesmo som)
Qual é o nome que se dá para esta combinação de palavras? (rimas)
quando eu escrevo combinando as palavras , o que eu faço? (faço
rimas)
Trabalhar poesias, parlendas, quadrinhas , conforme orientação
acima, até que os alunos estejam familiarizados com rimas.
(Avaliar o conhecimento prévio do aluno e sua capacidade de
identificar rimas)
O professor fala uma palavra e a turma terá que fazer rimas. Quando
a turma não encontrar mais rimas para a palavra dita
pelo professor ele muda a palavra. A brincadeira pode ser feita em
equipes. Cada rima vale um ponto.
Brincar de falar trava-línguas, identificando a sílaba repetida.
Brincar de falar aliteração, identificando a sílaba que se repete: Quem
com ferro fere, com ferro será ferido.
Fonema iniciais e finais
Fonemas iniciais
- rodinha
- Brincadeira: “De quem é o nome? “
A professora explica aos alunos que irá dizer o
primeiro som do nome de um aluno e que eles
devem tentar adivinhar qual
é este nome. O nome é R – R – R – R (fazer o
som do R). Se tiver mais de um aluno que tem
o nome iniciado com o
mesmo som, o professor deve mostrar que um
mesmo fonema pode estar em nomes
diferentes.
A brincadeira deve ser repetidas várias vezes,
inclusive com nomes de: frutas, animais,
objetos escolares, etc
Fonemas finais:
- Repetir a brincadeira acima, porém focando o
fonema final das palavras.
.Repetir as brincadeiras das sílabas iniciais ou
finais com fonemas

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  • 1. SUGESTÕES DE ATIVIDADES PARA TRABALHAR OS EIXOS DA ALFABETIZAÇÃO
  • 2. 1º Compreensão e Valorização da Cultura Escrita - Fazer o Baú da Escrita: * cobrir uma caixa ou um caixote de papel ou tecido e enfeitá-lo conforme o gosto do(a) professor(a) e alunos. *Enchê-lo com os diferentes gêneros textuais em diferentes portadores e explicar que aquele será o “tesouro da turma” (aproveitar o material levado pelo aluno). *Todos os dias os textos do baú devem ser analisados pela turma, com enfoques diferenciados: é um documento, é um texto de divulgação à distância de informações em massa (jornais, revistas, etc) , é registro de compromissos (agenda), preservação e socialização dos saberes sociais (Ciências, História, Religião, etc), comunicação entre pessoas (carta, bilhetes, e-mail) etc? *durante a atividade procure explorar o conhecimento prévio dos alunos em relação a cada gênero e portador . *Guia do Alfabetizador – 1º semestre - Práticas pedagógicas: sugestão para a construção dos combinados da turma ( procure focar o uso e funções da escrita da escrita para o objetivo proposto (regras de convivência). * O guia propõe um trabalho com parlendas e contação de histórias. Antes de começar esse trabalho, familiarize os alunos com esses gêneros textuais, apresentando variadas parlendas e livros de história, para serem apenas recitadas e conhecidos pelos alunos. Compare os textos e características das parlendas e as características dos livros de histórias, para que os alunos possam reconhecê-los sempre que depararem com algum.
  • 3. 2º APROPRIAÇÃO DO SISTEMA DA ESCRITA Noção de frases: conversar com os alunos sobre o que é uma frase. Que uma frase tem que comunicar alguma coisa; dar exemplo de frases utilizando o nome e ações dos alunos; explorar a frase; Laura viu uma borboleta amarela. A frase contou o que? Quem? O que ela viu? Retirar partes da frase e perguntar se ela continua com sentido. Viu uma borboleta amarela. Quem? O que ele fez? Laura viu. Quem? O que ela viu? Apresentar outras frases faltando os sujeitos ou os predicados e perguntar se são frases. Apresentar outras frases completas e perguntar se são frases ou não. Compará-las com as anteriores. Apresentar a frase: Socorro! Perguntar: quem? O que fez? Por quê? Possibilitar a compreensão, pelos alunos, de que a frase pode ter sentido, independente do número de palavras que possui. * Repetir a atividade utilizando outros recursos.
  • 4. Noção de texto Apresentar a parlenda, escrita em um cartaz .(ver no final deste item, como trabalhar parlendas) A macaca Sofia, reuniu a bicharada. Subiu na pedra mais alta e falou apavorada: __O leão, rei da floresta, parece que enlouqueceu! Raspou toda a sua juba e de saia apareceu. Quem diria, minha gente, que este bicho bravo e forte, iria se tornar , de repente, um gatinho de saiote? Explorar o portador, o gênero, a finalidade e função do texto. Possibilitar aos alunos compreenderem que o texto é formado por um conjunto de palavras/frases com sentido e que comunicam algo. Explorar o texto da parlenda: quantas frases, como é a formatação do texto, pontuação, o que cada frase comunica, etc Trabalhar, dessa mesma forma, outras parlendas e outros textos pequenos. Apresentar vários gêneros para os alunos compará-los: bilhetes, anúncios, histórias infantis, romances com muitas e poucas páginas, reportagens, etc. Possibilitar ao aluno a compreensão de que o tamanho do texto se deve ao número de palavras/frases que possuem. No entanto, o fato de um texto ter poucas palavras/frases não prejudica o seu sentido.
  • 5. Rimas Contação de história: Varre Vento – Cláudia Pacce ou outra história rimada - trabalhar o portador ( o livro: nome, características, etc) - trabalhar o tipo (narrativo) e gênero do texto: história (característica, funções, finalidades, como é produzido, onde pode ser encontrado, etc) - explorar a capa, ilustrações, dados sobre autor e editora - ler ou contar a história e fazer interpretação oral chamar a atenção para a forma que o autor escolheu para escrever o texto (rimado) identificar as palavras que combinam (rimam) em cada página perguntar: por que as palavras combinam? (porque terminam com o mesmo som) Qual é o nome que se dá para esta combinação de palavras? (rimas) quando eu escrevo combinando as palavras , o que eu faço? (faço rimas) Trabalhar poesias, parlendas, quadrinhas , conforme orientação acima, até que os alunos estejam familiarizados com rimas. (Avaliar o conhecimento prévio do aluno e sua capacidade de identificar rimas) O professor fala uma palavra e a turma terá que fazer rimas. Quando a turma não encontrar mais rimas para a palavra dita pelo professor ele muda a palavra. A brincadeira pode ser feita em equipes. Cada rima vale um ponto. Brincar de falar trava-línguas, identificando a sílaba repetida. Brincar de falar aliteração, identificando a sílaba que se repete: Quem com ferro fere, com ferro será ferido.
  • 6. Fonema iniciais e finais Fonemas iniciais - rodinha - Brincadeira: “De quem é o nome? “ A professora explica aos alunos que irá dizer o primeiro som do nome de um aluno e que eles devem tentar adivinhar qual é este nome. O nome é R – R – R – R (fazer o som do R). Se tiver mais de um aluno que tem o nome iniciado com o mesmo som, o professor deve mostrar que um mesmo fonema pode estar em nomes diferentes. A brincadeira deve ser repetidas várias vezes, inclusive com nomes de: frutas, animais, objetos escolares, etc Fonemas finais: - Repetir a brincadeira acima, porém focando o fonema final das palavras. .Repetir as brincadeiras das sílabas iniciais ou finais com fonemas
  • 7. 3º LEITURA Criar, junto com os alunos, o cantinho de leitura na sala de aula, fazendo uma campanha para aquisição de livros, revista, gibis, etc junto `a comunidade escolar. Organizar o cantinho de leitura, se possível, com um tapete e almofadas( que podem ser usados) para que o aluno possa se sentir confortável para ler. Organizar, com os alunos, horários para leitura e empréstimos dos livros da biblioteca da sala e divulgação de livros e gibis lidos. Todos os dias fazer a rodinha para leitura de textos diversos e de interesse dos alunos. Solenidade festiva para a entrega do livro Cantalelê: - contação de histórias; Características de um contador de histórias (1ª à 9ª) – Guia do alfabetizador – 2º ano – 1º bimestre - Práticas pedagógicas – Hora da História... - sarau musical, utilizando as músicas do Cantalelê
  • 8. Colocar fichas de identificação nos objetos da sala para que os alunos, ao precisar de algo ou quando for guardar os materiais no armário eles possam tentar decodificar o que está escrito nas fichas. Ex. ARMÁRIO DE MATERIAIS ESCOLARES - dentro do armário, no espaço destinado a colocar os livros escrever uma ficha com a palavra LIVROS, no espaço destinado aos lápis de cor, uma ficha com LAPIS DE COR, na caixa destinada às revistas escrever uma ficha com a palavra REVISTAS e assim por diante. (não etiquetar sem um objetivo claro para os alunos.) Apresentar pequenos textos como parlendas e versos para os alunos decodificarem com a ajuda do professor. Se o método de alfabetização for silabação a partir de palavras chaves, a professora pode trabalhar a decodificação dessas palavras com os alunos.
  • 9. Ilustrar pequenos textos, lidos pelo professor; recontar pequenas histórias lidas pelo professor responder adivinhas jogo: - dividir a turma em dois grupos; - colocar em um saco textos com o perfil dos alunos; - a professora chama um representante de cada grupo à frente; - a professora sorteia um perfil para cada aluno, dizendo que são dicas; - a professora lê o perfil item por item para o aluno tentar adivinhar qual é o colega descrito; - o aluno que acertar o colega descrito pela texto, com o menor número de digas, ganha um ponto.
  • 10. PRODUÇÃO DE TEXTO Sempre que a escola for enviar bilhetes para os pais, ler em voz alta para os alunos. Construir os combinados com os alunos e perguntar: como faremos para evitar que alguém esqueça os combinados? (dirigir a discussão para que os alunos concluam que a melhor opção é escrevê-los em um cartaz que ficará exposto na sala, assim a professora poderá realçar o valor e o uso da escrita) No início da aula, combinar e registrar a rotina de atividades do dia no quadro. Ao final da aula, avaliar o desenvolvimento da aula. Ao realizar jogos, combinar com os alunos a forma de registrar os resultados. Criar situações onde os alunos possam observar o valor, o uso e a função da escrita na sociedade, tais como: - procurar o endereço de alguém (outro uso do catálogo telefônico); - localizar ruas, bairros, cidades, estado e país em mapas do bairro, da cidade, do estado, país, mundo; - ler histórias, parlendas, poesias, etc. para os alunos; -levar jornal e revistas para ler alguma notícia ou reportagem interessante para os alunos; -- registro das conclusões (texto coletivo, escrito em cartaz, pela professora para ficar exposto na sala).
  • 11. IMPORTANTE: As atividades de introdução desta capacidade devem partir sempre de gêneros textuais já conhecidos e trabalhados sistematicamente com os alunos, pois não podemos construir um texto segundo os padrões de composição usuais na sociedade, se não conheço seu gênero, seu texto e nem o seu contexto de circulação. Antes de começar a construção, planeje o texto: - qual o gênero textual que vamos produzir (Explicar aos alunos, que dependendo de quem vai receber e ler, o objetivo ou função social do texto que será escrito, é que escolhemos o gênero. Ex. Se quero pedir algo ao diretor da SRE, escrevo um ofício. Se vou pedir a um amigo, posso escolher uma carta - se o ele está distante - ou um bilhete – se ele está próximo. Se vou pedir aos meus pais, posso escrever um bilhete, mas o jeito de escrever vai ser diferente do bilhete do amigo). - Para que vamos escrever? - Para quem vamos escrever? - O que vamos escrever? EX. A turma quer fazer uma excursão e falta transporte. Eles poderão escolher um ofício para fazer o pedido do transporte à SRE. Antes de fazê-lo, eles terão que manusear vários ofícios, conhecer a finalidade do documento (ofício), o que o texto contém, o tipo de linguagem usada em um ofício, etc. Somente depois da construção desse conhecimento, é que o professor introduz a construção do texto coletivo, que é uma atividade de introdução desta capacidade. Utilizar de várias situações reais para promover o conhecimento do gênero e a construção de textual coletiva: Convites, cartazes, reportagens, relatórios, etc.
  • 12. PARA DESENVOLVER A IMAGINAÇÃO: -Narre, para seus alunos, o final de um filme e peça que eles imaginem o início.-Selecione gravuras de uma história completa. Retire uma das cenas para os alunos recomporem de outras maneiras a história apresentada-Peça seus alunos para: •observar o ambiente da sala de aula. Do ambiente ele deverá escolher um objeto(enfeites, materiais escolares, móveis...) e descrever o que ele representa, como ele se sente, qual sua finalidade, etc.;Imaginar e escrever sobre: •Como as pessoas viveriam em casas só de vidro? •Como seria o mundo se todas as coisas fossem vermelhas? •O que aconteceria se as bicicletas fossem os únicos veículos de uma cidade? •Como seria o mundo se os pássaros vivessem só em gaiolas? •Se pudesse morar na lua ou em marte? Qual desses lugares escolheria? Quando mudaria para lá? O que e quem levaria?
  • 13. DESENVOLVIMENTO DA ORALIDADE É necessário que o (a) professor (a) crie, com sua turma, o hábito de ouvir com atenção e compreensão. Para isso ele (ela) pode brincar com os alunos de: - telefone sem fio; - ouvir música e bater palmas em determinada parte dela; - cochicho (a professora fala alguma coisa com a turma, diminuindo cada vez mais o tom de sua voz e a turma tem de repetir o que ela disse); -trabalhar os cálculos orais deixando que um aluno dê as batidas e os outros contem e façam a operação. -- promover disputas dividindo a turma em 2 grupos. Um aluno do grupo adversário dá as batidas e o outro faz a mental. (Combinar o maior total ou o maior minuendo, que deve ser dentro da capacidade de toda a turma) Ganha o ponto, quem responder corretamente. Acostumar os alunos a emitir opiniões, principalmente os mais tímidos: - como organizar a sala - onde colocar um cartaz, os trabalhos que eles fizeram, etc. - como escrever as fichas com os nomes deles; - como estava a merenda e o recreio; - avaliação das atividades da aula no final do dia, dando voz e vez a todos;
  • 14. Leitura de revista em quadrinhos da Turma da Mônica, chamando atenção para a maneira do Cebolinha (troca o r pelo l) e do Chico Bento e seus amigos falarem (caipira) e a maneira de seus amigos tratarem essas diferenças de formas de expressão; Roda de conversa sobre as variadas maneiras das pessoas falarem: crianças, velhos, adultos, jovens, adolescentes, etc. Uso de gírias e expressões regionais Contar pequenas histórias e em seguida dramatizá-la Brincadeiras de ouvir: todos ficam em silêncio ouvindo os barulhos da sala, da escola, da rua, etc. Celismara Seleguin Gnann