Historia da edução e da pedagogia

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Historia da edução e da pedagogia

  1. 1. UNIVERSIDADE ANHANGUERA – UNIDERP Centro de Educação a Distância PEDAGOGIA / LICENCIATURA 3º SEMESTRE História da Educação e da Pedagogia Memórias da Educação Escolar do Brasil Contemporâneo RA: 432185: Celi Ferreira de Almeida RA: 433355: Maristela Libert Cançado RA: 425777: Marineiz Elias Alexandre da Silva Santos RA: 431987: Marineide Elias Alexandre RA: 423353: Rosangela Ap. dos Santos Ferreira Profª. Dra. Camila Beltrão Medina NAVIRAÍ – MS 2014
  2. 2. SUMARIO 1. ‘‘ SOMOS FEITOS DE TEMPO ’’..............................................................................04 2. HISTORIA DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA.............................................................05 3. REFORMA PROTESTANTE E A CONTRA REFORMA CATÓLICA.................08 4. ESCOLAS FUNDADAS NO BRASIL COLONIAL, IMPERIAL E REPUBLICANO.................................................................................................................11 5. IDENTIFICAÇÃO DA ESCOLA.................................................................................13 6. CONCLUSÃO ................................................................................................................19 7. REFERÊNCIAS.............................................................................................................20
  3. 3. INTRODUÇÃO Administrar o tempo não significa tornar-se escravo do relógio. A verdade é que, quem o administra coloca-o sob controle. Quem não o administra é por ele dominado, pois acaba fazendo as coisas ao sabor das pressões do momento, não na ordem e na hora em que desejaria. Muitas pessoas acreditam que é possível programar 100% do seu tempo, mas não podemos programar a vida nos mínimos detalhes, devemos adquirir controle sobre ela. É necessário planejar, sem dúvida, mas é preciso ser flexível, saber fazer correções de curso. Se você está fazendo algum trabalho e está inspirado, produzindo bem, não há razão para parar, simplesmente porque o tempo alocado àquela tarefa expirou. Se a tarefa que viria a seguir, em seu planejamento, puder ser reagendada, sem maiores problemas, não interrompa o que você vem fazendo bem. Administrar o tempo é fazer o que você considera importante e prioritário dentro da vida profissional ou pessoal e não programá-lo nos mínimos detalhes e depois tornar-se escravo dele. Aquele que “tem tempo” não é quem não faz nada: e sim, aquele que consegue conciliar suas tarefas dentro do tempo que possui. Por outro lado, quem administra o tempo não é quem está sempre ocupadíssimo. Pelo contrário. Se você vir alguém que trabalha o tempo todo, fica até mais tarde no serviço, traz trabalho para casa à noite e no fim de semana, pode concluir, com certeza, que essa pessoa não sabe administrar o tempo. Quem administra o tempo geralmente não vive numa corrida perpétua contra o tempo, não precisa trabalhar horas extras - e, geralmente, produz muito mais. Mas não se engane: o processo de administrar o tempo não é fácil.
  4. 4. 1. ‘‘ SOMOS FEITOS DE TEMPO ’’ A Educação precisa ser analisada pelo seu passado, pela sua história, mas, o que é história são a preservação da memória e uma reconstituição do passado, e um relato dos acontecimentos relevantes vividos em um determinado período e tempo constrói a história de cada individuo. Somos todos feitos de tempo, visto que nossas idéias, ações e pensamentos mudam conforme os anos passam. Não vestimos mais o mesmo tipo de roupa, o mesmo corte de cabelo, no entanto o contato com pessoas que fizeram e foram importantes em nossas vidas permanecem, não somos estáticos, nos transformamos e nos desenvolvemos diante das diferentes culturas que nos são apresentadas. Mudamos com ao passar do tempo e isso nos caracteriza como seres históricos. Assim mediante essas mudanças, construímos a nossa história, e o caminhar dela nos leva a tomar decisões em relação ao futuro, seja pelas boas experiências vividas ou pelos erros que não quer novamente cometer. Afirmar que somos feitos de tempo é dizer que somos seres históricos, formados pela herança cultural dos antepassados, a partir de então construímos nossos projetos e partimos em nosso caminho pra fazer a nossa história. Conjugar o ser humano é como conjugar o verbo, há atos da humanidade que são mais simples outros precisamos estudar para conseguir fazê-lo, somos feito do passado mesmo o julgando belo, tirano ou obsoleto é refletindo sobre ele seus erros e acertos que tomamos atitudes que constrói o presente, podendo moldá-lo se imperfeito fazendo nos desejar, agir, construir o futuro a um novo modo ou se perfeito concluindo uma etapa e dando lugar a novos projetos que terão impacto direto no porvir. A Sociedade pode se dobrar a sua época, aos costumes, as circunstancia as opiniões ou pode também transgredi-las, mas de um modo ou de outro não isenta a influencia que estas têm na formação do ser humano sendo para segui-las ou modificá- las. Um exemplo de como o tempo constrói o ser humano em época de eleição pensamos porque e pra que votar um ato tão simples por estar a nossa disposição, mas ao procurarmos no passado este ato representou muito para Celina Guimarães Viana a primeira mulher a votar em nosso país ou então para Alzira Soriano a primeira mulher
  5. 5. eleita foi prefeita de Lajes, mas não podem terminar seu mandato por terem sido anulados todos os votos femininos, mas esta é outra história o importante é o exemplo que estes atos passaram e por gerações outras mulheres foram deixando bons exemplos: Indira Gandhi, Evita Perón, Diana de Gales, com certeza estas são a essência da mulher atual. 2. HISTORIA DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA A história da educação no Brasil começou em 1549 com a chegada dos primeiros padres jesuítas, inaugurando uma fase que haveria de deixar marcas profundas na cultura e civilização do país. Movidos por intenso sentimento religioso de propagação da fé cristã, durante mais de 200 anos, os jesuítas foram praticamente os únicos educadores do Brasil. Embora tivessem fundado inúmeras escolas de ler, contar e escrever, a prioridade dos jesuítas foi sempre a escola secundária, grau do ensino onde eles organizaram uma rede de colégios reconhecida por sua qualidade, alguns dos quais chegaram mesmo a oferecer modalidades de estudos equivalentes ao nível superior. Em 1759, os jesuítas foram expulsos de Portugal e de suas colônias, abrindo um enorme vazio que não foi preenchido nas décadas seguintes. As medidas tomadas pelo ministro D. José I, o Marquês de Pombal, sobretudo a instituição do Subsídio Literário, imposto criado para financiar o ensino primário, não surtiu nenhum efeito. Só no começo do século seguinte, em 1808, com a mudança da sede do Reino de Portugal e a vinda da família Real para o Brasil - Colônia, a educação e a cultura tomaram um novo impulso, com o surgimento de instituições culturais e científicas, de ensino técnico e dos primeiros cursos superiores, como os de medicina nos estados do Rio de Janeiro e da Bahia. O Brasil se mostra em constante mutação em relação ao sistema educacional, visto que este tem por base a história do Brasil, a relação história e pratica educacional se completa, havendo rupturas na arte em sala de aula devido as mutações constante. A utilização da história da educação no processo de formação de professores consiste na apresentação de um documento histórico que apresenta pontos de vistas sobre um fato ou contexto em que se apoio num determinado período de mudanças sócio político,
  6. 6. demonstrando que as constantes mudanças na educação ocorreram devido a sua interação entre a esfera social e a ação das políticas governamentais que regeram o Brasil em diferentes momentos históricos. A formação pedagógica é dada a educação brasileira, visto que se pode pensar e analisar como esses momentos podem ser instrumentos de aprendizado do aluno e não apenas de aprendizado para futuros professores, pois assim como a história a educação relata fatos e construção de uma sociedade, além é claro de demonstrar uma ordem dos acontecimentos, que podem ser entendidos como a questão do tempo, algo que é bastante discutido pelas correntes pedagógicas que contribuíram para a formação do sistema educacional. Além dos aspectos também destaca se a construção a educação brasileira que assim como a história mostra uma série de mutações que permitiram a fundamentação de um sistema educacional. “A Preservação da memória histórica, a reconstrução do passado e o relato dos acontecimentos não são sempre idênticos em todos os tempos e em todos lugares.” O entendimento se defendeu, alegando que deveria ir primeiro porque mostrava os Objetivos, e os iluminava na memória e que devia subir primeira a memória depois, e o entendimento por último, mas suponha ser verdade. Considerada umas das bases de compreensão humana, a memória foi na idade média, motivo de profunda meditação, tanto em relação ao estudo do homem quanto da educação e a aquisição da sabedoria. Um dos fenômenos mais trágicos das sociedades pós-modernas é a ausência (ou perda) da memória, seja ela individual ou coletiva. Sim, hoje o homem é um infeliz desmemoriado. Carente, necessitado e angustiado, ele recusou a memória, pois há cerca de quarenta anos a pedagogia construtivista baniu a “decoreba” dos bancos escolares. E ninguém melhor que Salvador Dalí (1904-1989) para representar o esvaecimento da memória nos tempos modernos, em um belíssimo e instigante quadro com quatro relógios que se derretem, tendo como pano de fundo uma sombria e isolada paisagem (A persistência da memória, 1931).
  7. 7. Na Educação, decorar passou a ser sinônima de injúria, de ofensa, uma desqualificação para o educador. Paulo Freire (1921-1997) e muitos pedagogos atuais se esqueceram de que decorar significa “saber de cor”, com o coração, pois quando se ama o conhecimento, ele é adquirido primeiro com o coração, depois com a mente. Nos estudos de Maurice Halbwachs, a memória é não apenas autobiográfica e pessoal, mas também influenciada pelo meio social, sendo, por conseguinte, uma construção social, um fenômeno coletivo (Halbwachs, 1990). Do mesmo modo, as lembranças sobre acontecimentos e fatos históricos se fortificam em virtude de narrativas coletivas ou de comemorações que resultam do trabalho de um grupo de pessoas que se debruce sobre a construção de uma determinada memória coletiva ou de “lugares de memória” (Nora, 1993). Elemento de coesão social, a memória tem se constituído em um projeto tenso e contraditório. Se por um lado a memória permite uma visão retrospectiva do passado com vistas à reconstrução histórica de uma trajetória de vida, de acontecimentos ou de uma instituição, de outro tem sido objeto de manipulações de ordem política e ideológica que se referem à negação de fatos históricos, materializando-se, em muitas circunstâncias, não no esquecimento, mas sim no silêncio: uma ação intencional e deliberada de apagamento da memória. “Em muitos casos, porém, impõe-se institucionalmente uma determinada versão pública, dominante, oficial da memória coletiva, a qual pode então servir de base à hegemonia de determinado grupo” (Cardoso, 2005, p. 18). É fato que a tentativa de manipular a memória é uma realidade; no entanto, o passado está dotado de firme consistência baseada em documentos textuais, iconográficos e peças, não se dobrando as manobras de falseamento da realidade e de livre reconstrução dos fatos. Sendo o presente resultado de um processo histórico e os acontecimentos do passado reconstruídos nesse presente e nele ancorados, a História vai ao encontro da memória na busca da verdade. É momento de confraternização, de trocar conhecimento, de compartilhar experiências, mas, sobretudo, de resgatar a trajetória histórica das instituições que compõem a rede e de homens, mulheres e jovens que construíram cotidianamente suas
  8. 8. histórias entrelaçadas à dessas escolas. É, pois, tempo de resgatar a memória e de reescrever a história. Sem a memória, não havia estudo nem conhecimento, muito menos razão, com ela a civilização do ocidente medieval acumulou a ciência refletiu seu sentido e finalidade. Portanto, ora medievais destacam a memória em todo procedimento de estudo, como é o caso da escola sem memória, hoje nossa civilização caminha desnorteada, pois não conhece seu passado, não tem consciência em seu presente e não projeta perspectiva no futuro. 3. REFORMA PROTESTANTE E A CONTRA REFORMA CATÓLICA No século XIV, a Igreja Católica enfrentou as críticas difundidas por John Wycliff na Inglaterra e Johann Huss na Boêmia. Wycliff condenava a venda de indulgências e defendia a autoridade das Escrituras Sagradas (Bíblia). Huss pregava a livre interpretação da Bíblia pelos cristãos, além de também condenar a venda de indulgências e o luxo excessivo em que vivia o alto clero. Ambos foram mortos na fogueira da Inquisição. Os burgueses também tiveram papel de destaque nas mudanças ocorridas na Europa naquele período. Mais do que qualquer outro grupo, eles incorporaram o novo modelo de pensar, agir e trabalhar, uma vez que a mentalidade até então condenava justamente as atividades econômicas praticadas por comerciantes, banqueiro s eartesãos, cujo objetivo era o lucro. Do ponto de vista dos ensinamentos católicos, que condenavam o lucro e a usura, tais pessoas que estavam em pecado. Para a burguesia, então, era interessante uma religião que apoiasse o trabalho lucrativo. Dentro do próprio clero começaram a surgir discordâncias em relação à Igreja Católica. Entre os religiosos que passaram a questionar a prática e a doutrina da Igreja Católica, destacou-se Martinho Lutero (1483-1546). O movimento conhecido como Reforma Protestante teve inicio no território que hoje corresponde à Alemanha, que na época fazia parte do Sacro Império Romano-Germânico. Diferentemente de outras áreas da Europa, o Sacro Império não estava centralizado nas mãos de um rei; seu território compunha-se de cerca de 300 Estados e cada um deles era governado por um príncipe.
  9. 9. Naquele período, o papa era o único que tinha poder sobre todo o território, pois grande parte das terras pertencia ao clero, que as arrendava para os nobres. Assim como os camponeses, os nobres eram obrigados a pagar o dízimo e doar parte da produção agrícola para o clero. Os altos impostos cobrados enriqueceram a Igreja. Este era o contexto em que se situava Martinho Lutero, monge agostiniano quedava aulas de Teologia na Universidade de Witten berg. Lutero combatia severamente a idéia de que a salvação é alcançada pelas boas ações e pela compra de indulgências. Discordando dos dogmas da Igreja, ele questionava qual seria o verdadeiro caminho para a salvação. Na estrutura econômica, além do trabalho escravo rijamente comandado pelo colonizador branco, problema especial brotou dos aldeamentos de índios promovidos e organizados pelos jesuítas. Atribui-se a Antônio Vieira a frase escrita ao Bispo do Japão: "quem for senhor dos índios, será do Estado". Os jesuítas queriam colonizar, governando os índios. O colono queria submetê-los à escravidão. Dessas atitudes opostas, assumidas perante a própria autoridade do Estado português, nasceu o conflito. Expulsos os padres, o programa pombalino de instrução consubstanciou-se no sistema de colégios reais amplamente desenvolvidos, mantidos pelo erário e adstritos à educação da classe de colonizadores e aristocratas, e, nos seminários, à formação do clero. A educação dogmática e exegética de tais estabelecimentos observa Anísio, importou em tremendo favorecimento da imobilidade intelectual e social. Até os começos do século XIX, prossegue a explanação, a Universidade do Brasil foi a Universidade de Coimbra. Os estudantes brasileiros em Coimbra chegaram a 2.500 entre 1550 e a transmigração da Família Real. Os alunos graduados do colégio dos jesuítas na Bahia recebiam-se em Coimbra no último ano do Colégio de Artes, reconhecidos os três primeiros feitos na Colônia. Valiam como vestibular, porque o espírito da cultura no colégio jesuítico era idêntico ao de Coimbra. O brasileiro nela matriculado não era estrangeiro, mas um português nascido no Brasil. O Reitor Francisco de Lemos de Faria Pereira Coutinho, membro da Junta de Providência Literária incumbida de projetar a reforma pombalina, e seu executor por cerca de trinta anos, nascera nos arredores do Rio de Janeiro. Entre os professores "brasileiros" da Universidade destacou-se José Bonifácio. Até a Independência, o brasileiro não se distinguia do português, quando pertencente à classe dominante. Mas,
  10. 10. a identificação cultural prolongou-se durante toda a Monarquia, e, a rigor, não há distinção formal entre as duas culturas, senão depois da República. Força unificadora do império português, a Universidade de Coimbra no qüinqüênio anterior à reforma pombalina (1764-1768) contava 20.453 estudantes, os cursos mais freqüentados eram os de Leis (2.493) e o de Cânones (16.398), os de menor freqüência, Teologia com 566 e Medicina com 996. Esta a Universidade que Pombal reformaria. Os brasileiros influentes na Independência graduaram-se na Universidade reformada. De estado eclesiástico, Portugal passou com Pombal a institucionalizar o poder absoluto do Rei. Sem dúvida, embora aparentadas as duas culturas - a da Metrópole e da Colônia a desta revelava-se retardada sobre os próprios avanços da Metrópole, pois apresentava condições socialmente mais atrasadas. À ação dos Jesuítas como parte do movimento contrarreforma Católica. Os jesuítas vieram para o Brasil com a missão de converter os moradores da terra, e expandir a religião católica. A missão dos jesuítas foi bem sucedida e ainda hoje os países são predominantes católicos. A ação dos Jesuítas no Brasil foi de suma importância para a formação cultural e religiosa que já mantém nos pais. Podemos perceber que houve contribuição educacional no mundo deste já os sacerdotes, também gostava de ensinar em tribos de índios na língua nativa, os sacerdotes gostava também de ensinar os filhos de portugueses em colégio e escola católica. Os Jesuítas entraram em conflitos com os reformadores protestantes, promoveram um movimento chamado contra reforma cujo objetivo era fortalecer a igreja católica, mas a missão dos jesuítas era convencer os católicos que os povos necessitam contestar no que levou os conflitos nas religiões, sendo observado atualmente. Os jesuítas se uniram para acabar com os conflitos nas escolas católicas, e ajudou na formação do povo brasileiro por muito tempo. No Brasil o único que vieram para ficar se estabeleceram nos pais e foram os Jesuítas assim como os religiosos protestantes o fizeram os demais vem para o Brasil para reforma da igreja católica.
  11. 11. 4. ESCOLAS FUNDADAS NO BRASIL COLONIAL, IMPERIAL E REPUBLICANO  1541- Fundações do primeiro colégio da companhia de Jesus, em Coimbra, pelo Rei D.João, de Portugal.  .1542- Colégio e Universidade Pádua.  1544- Colégio fundado por S. Francisco de Borja Duque de Gandia.  1545- D. João estuda a fundação de colégio na Alemanha.  1546- Santo Inácio decidem fundar colégios nas principais cidades italianas  1547- Abertura do colégio Messina.  1548- Colégio Parma.  1549- Pensa se em abrir colégio em Ingolstadt.  1550- Colégios na Índia Fundação do colégio dos meninos de Jesus, na Bahia.  1551- Inicio do colégio Romano, abertura da escola do colégio de Ferrara, de Bolônia e de Veneza.  1552- Primórdios do Colégio Germânico, Abertura dos colégios dos meninos órfãos no Brasil.  1553- Inicio da escola de córdoba, Solicitação de colégios na Espanha , Abertura de escolas em Lisboa, Abertura de escolas no congo inauguração do colégio dos meninos de Jesus de são Vicente.  1554- Florescimento do colégio Romano dificuldades para criação do colégio de hispala, criação do terceiro colégio dos meninos de Jesus, em São Paulo de Piratininga.  1555- Fundação das escolas jesuíticas de São Paulo de Piratininga ea da Bahia.  1557- Fundações do colégio jesuíta do rio de Janeiro  1568- Fundações do colégio jesuíta de Olinda  1623- Fundações do colégio jesuíta do Maranhão  1646- Fundação do colégio jesuíta de Santo Inácio em São Paulo.  1654- Criação do colégio jesuíta de São Tiago, no Espírito Santo Fundação do colégio jesuíta de São Miguel, em santos; o de Santo Alexandre, no Pará, e o de Nossa Senhora da Luz do Maranhão em Santos; o de Santo Alexandre, no Pará e o de nossa senhora da Luz do Maranhão  1683- Fundações do Colégio Jesuíta de nossa senhora do ó, em Recife .
  12. 12. Escolas Fundadas no Brasil, Colonial e Imperial a educação escolar no Brasil no período colonial brasileiro, que durou de 1500 a 1822, passou por três fases: predomínio dos jesuítas, reformas pombalinas e reforma realizada por D. João VI quando trouxe corte para o Brasil em 1808 e 1822. Na primeira fase, quem se destaca é o padre Manoel de Nóbrega, que inicia a instrução e a catequese dos indígenas. Nóbrega e os jesuítas desenvolvem a escolas de ordenação, e como subproduto delas, levava instrução aos filhos dos colonos brancos e aos mestiços. Para isto, o padre montou um plano de ensino adaptado ao local e a sua missão, que continha o ensino de português, a doutrina cristã e a escola de ler e escrever. Após este período, os alunos tinham a opção de continuarem os estudos para o aprendizado da agricultura ou seguirem com aulas de gramática, finalizando seus estudos na Europa, Como não tinham opções, mesmo os que queriam ser padre estudavam no local. Com isto, os jesuítas obtiveram quase o monopólio do ensino, chegando a fundar vários colégios, Neste período os jesuítas criaram um plano de estudos que visavam a formação integral do homem cristão e tinham curso básico de humanidade, com filosofia e teologia. O plano ficou conhecido como radio stridirum, quando os jesuítas foram expulsos, em 1759, tinha no Brasil mais de cem estabelecimentos de ensinos. O ensino realmente começou a mudar os pais quando Portugal foi invadido por Napoleão. Obrigando a corte a se deslocar para o Brasil, reunindo nele inúmeros de cursos profissionalizantes em nível médio e superior, bem como militares nesta época o ensino foi estruturado em três níveis primário, secundário e superior. O primário era a escola de ler e escrever m que ganhou um incentivo da corte e aumentou suas cadeiras consideravelmente, o secundário se manteve dentro do esquema das aulas regias, mas receberam novas disciplinas, a carta magna em 1824 inspirava a idéia de um sistema nacional de educação e discriminava que na prática o pai deveria possuir escolas primarias, ginásios e universidade, o que na pratica não ocorreu. Nesta época, houve a adoção do método lancasteriano de ensino que defendia o ensino mediante ajuda mutua entre alunos mais adiantados. A situação revelava a insuficiência de professores, de escolas a de uma organização mínima para a Educação.
  13. 13. 5. IDENTIFICAÇÃO DA ESCOLA Memória da educação escolar no Brasil contemporâneo Escola Municipal Etalivio Penzo  História da fundação da escola; A Escola Municipal Etalivio Penzo, conhecida popularmente como CEU do Parque das Nações, completou 20 anos neste dia 18 de agosto de 2011. Desde sua inauguração vem promovendo educação para milhares de estudantes douradenses. A instituição surgiu a partir da doação de um terreno na década de 90 por Etalivio Penzo que na época era proprietário de uma fazenda que foi loteada dando origem ao bairro Parque das Nações. Na Administração Municipal do engenheiro Braz Melo alcançou a estrutura física propícia para o processo ensino-aprendizagem. A escola está localizada a Rua Rosemiro Rodrigues Vieira nº 230, bairro Parque das Nações II, Dourados MS. “A aprendizagem do aluno em primeiro lugar" Escola Municipal Etalivio Penzo  Corrente Pedagógica; A escola está preparada para receber alunos com necessidades especiais com professores treinados e estrutura física em conformidades com a legislação atual. A
  14. 14. gestão escolar é democrática, mas em algumas situações é difícil, pois há falta de cooperação Da comunidade e dos funcionários da escola, mesmo assim a autonomia inserida no processo de gerenciamento dos recursos é positiva. O conselho escolar formado por diretoria, coordenadoria secretaria e A.P. M é quem decide as diretrizes e práticas da gestão que ocorre através de regimento interno e do Projeto Político Pedagógico, existe certa dificuldade quanto convocados, como no caso de eleição para diretor, e projetos inseridos frente aos alunos, como práticas de combate a dengue e coleta de materiais recicláveis. O Projeto Político Pedagógico, PDE (Programa de Desenvolvimento Educacional) e a proposta pedagógica estão organizadas nas partes administrativas, operacional e conceitual, elaborando com toda a comunidade escolar, todos têm acesso ao PPP e a avaliação é feita anualmente por um representante de cada setor, e é enviada a secretaria de educação uma ficha com os dados obtidos. Em parceria com a U.F.G. D (Universidade Federal da Grande Dourados) a secretaria de educação oferece cursos de qualidade aos profissionais de educação. O regimento escolar está estruturado dentro do Projeto Político Pedagógico, ou seja, o que é permitido fazer com os recursos. De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente é que são respeitados os direitos e deveres dos alunos e professores, o Regimento está em vigor desde 2008/2009 e já foi enviado o atual 2010 para as devidas alterações e adequações. O currículo é definido de acordo com o Parâmetro Curricular Nacional, ele é avaliado e trabalhado com base no estado de cada região. A cada (02) anos é revisto o Plano de Ação para elevar o índice de desempenho dos alunos.  Estrutura da escola; A escola fica localizada no Bairro Parque das Nações II em Dourados M.S, e atende aproximadamente 1162 estudantes, pois possuem três turnos: matutino, vespertino e noturno, contendo séries iniciais, ensino fundamental e o E.J. A (Educação para jovens e adultos) no qual possui 32 turmas em 14 salas de aulas. Possuem quatro docentes com (74) professores, (06) pedagogos e 17 no setor administrativo, mais uma sala de tecnologia com computadores, televisão, Datashow e DVD, (1) biblioteca que é freqüentemente visitada pelos alunos.
  15. 15.  A vida fora da sala de aula (demais dependências); Há projetos também extracurriculares, como: o combate a dengue, artes de madeira, teatro, regras do trânsito, aula de violão, fanfarra, handebol (semelhante às do basquete), futebol e reforço de inglês e matemática. Estudantes que estão se formando e pais de alunos ajudam voluntariamente dando aulas de reforço e na manutenção da escola.  Uniformes; Todos os alunos usam camisetas azuis  Hino da escola (se houver); A escola Etalivio Penzo não possui hino  Acervo de material antigo; A escola possui um amplo acervo de materiais didáticos no Blog do site Mozila Firefex que oferece para alunos e professores dicas de português, jogos, expressões idiomáticas, curiosidades, erros freqüentes, história da língua portuguesa, notícias, artigos e reportagens fazem parte do conteúdo oferecido pelo blog. O blog é uma referência para profissionais da área de Pedagogia, este mesmo apresenta uma série de atividades pedagógicas classificadas por níveis e assuntos, além de um grande acervo de artigos escritos pelos próprios professores que acessam o blog. Contêm ainda seções com dicas de projetos, biografias, história da educação, desenhos para colorir, jogos on-line, contos e poesias. A escola tem um acervo de livros infantis os livros são da literatura infantil brasileira e estrangeira, todos muito bacanas para as crianças nessa idade, em processo de alfabetização, e também para crianças menores. O propósito desses livros é dispor de um material estruturado a partir das histórias, para que, após serem lidas e gerarem muitas atividades de leitura e produção escrita, no âmbito do letramento, possam também favorecer atividades de reflexão sobre o sistema alfabético de escrita, o uso dos
  16. 16. conhecimentos disponíveis sobre o funcionamento desse sistema e de diversas estratégias de leitura pelas crianças.  noticias de jornais; ESCOLA ETALÍVIO PENZO Atualmente, a escola Etalívio Penzo atende aproximadamente 1.100 estudantes. Mais de quinhentos alunos das escolas Antônia Cândida e Etalivio Penzo participando de uma gincana promovida entre as duas escolas. Ação promovida na Escola Municipal Etalívio Penzo, no Parque das Nações  Principais momentos vividos (história oral);  Os alunos e professores comemoram 20 anos na Unidade Educacional, que foi uma das escolas através do projeto Céu (Centro Educacional Unificado) feitos na gestão do Prefeito Braz Melo, no entanto fundada em Agosto de 1991.  O projeto Ultragaz Cultural é um cinema móvel, com 92 lugares, instalado numa carreta que rodará o país de norte a sul, cobrindo vários estados brasileiros, e abrindo suas portas em 25 cidades. A idéia central é possibilitar que crianças e jovens que normalmente não teriam acesso ao cinema, vivenciem esta experiência de verdade.  O projeto, que está em sua quarta edição, começou no dia 02 de agosto e segue até 11 de outubro, cruzando vários estados do país. Neste dia 26 de agosto de 2011 a Escola Etalivio recebeu a carreta Cinema Móvel, realizando quatro sessões de cinemas atendendo aproximadamente 370 crianças do ensino fundamental.
  17. 17.  Há um livro que leva o título “Escola Etalívio Penzo, História e memória” foi produzido por estudantes do 9º ano do ensino fundamental e contam os momentos ultrapassados pela escola através de depoimentos, fatos, documentos históricos e fotos. “Além de termos “resgatados” as histórias da escola puderam fazer com que os alunos entendessem como se dá o processo histórico”, explica a professora idealizadora do projeto Cristiane Pereira Peres.  Principais desafios a serem vencidos – narrativos do diretor, professor, funcionários e alunos. Narrativa da diretora a escola Etalivio Penzo, Creuza Ribeiro Nascimento, disse que o desafio de sua gestão, é envolver a comunidade e a cooperação dos funcionários para incorporar os conceitos de uma melhor aprendizagem, através de projetos que serão feitos, e implantados dentro das possibilidades da escola, fazendo com que os alunos se envolvam e aprendam assim novas vivencias dentro da sociedade. Narrativa de algumas professoras: Faltam materiais pedagógicos para uma melhor aprendizagem dos alunos esse é um dos desafios que nós enfrentamos em sala de aula não basta só ter o livro didático para renovar o aprendizado é preciso de outras formas para que o aluno não perca o foco em sala de aula. E que a escola juntamente com o professor possa oferecer novos recursos de aprendizados. Narrativa de funcionários: o desafio da escola é poder atender a todos dessa comunidade e contribuir para que os alunos estejam em um ambiente saudável e limpo. Narrativa dos Alunos: os alunos disseram que o desafio deles é apreenderem para ter um futuro melhor, e que possam ser cidadãos conscientes através dos projetos oferecidos pela a escola um deles é o combate a dengue.
  18. 18. 6. CONCLUSÃO Está Analise nos levou a idealizar sermos futuramente, educadores centrados na formação intelectual da população, notadamente a de baixa renda, que de outra forma não poderia recuperar sua crença em alguma mudança social. Já que descobrimos que o marco para se entender a História da Educação no Brasil, constatam o caráter excludente da educação brasileira. Os estudos demonstraram que o afunilamento no ingresso aos níveis seguintes da educação se dava pela situação econômica do individuo, ao invés da situação de competência. Ao concluir pela importância de que se reveste o referido tema, adquirimos a concepção da importância da leitura e busca por assimilar conhecimentos e opinião aos educadores e tosos os que se incluem no campo dos fundamentos da educação, a questão da educação no Brasil e na sociedade capitalista. Pela relevância de seu conteúdo, precisamos nos impactar com as consciências adquiridas em tais leituras para assim valorizar a Historia das idéias pedagógicas no Brasil e poder contribuir para o avanço das condições particulares necessárias ao cumprimento da grande tarefa da produção de uma educação pública de qualidade para todos os brasileiros.
  19. 19. 7. REFERÊNCIAS Disponível em: www.portaleducacao.com.br. Acesso em 20/09/2013 Disponível em: http://www.suapesquisa.com/protestante/. Acesso em 6/ abr/ 2014 07 Disponível em: http://www.pedagogiaemfoco.pro.br/heb01.htm. Acesso em 7/ abr/2014 Disponível em: http://www.pedagogiaemfoco.pro.br/heb02.htm. Acesso em 7 /abr/ 2014 Disponível em: http://bell.unochapeco.edu.br/revistas/index.php/rcc/article/view/152. Acesso em 5/ abr/ 2014 Disponível em: www.histedbr.fae.unicamp.br/revista/edicoes/28/art12_28. Acesso em 15/12/2007

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