B3 tema vida

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B3 tema vida

  1. 1. Ambiente: Natural, Cultural e Histórico - Social Tema de Vida Curso B3
  2. 2. Assistente Familiar e de Apoio Comunidade Linguagem e Comunicação LC Matemática para a Vida MV Tecnologias da Informação e Comunicação TIC Cidadania e Empregabilidade CE
  3. 3. Tema de Vida: Ambiente Natural, Histórico-Social e Cultural Tema de Vida: Ambiente Natural, Histórico-Social e Cultural Matemática para a Vida Linguagem e Comunicação Cidadania e Empregabilidade Tecnologias da Informação e Comunicação
  4. 4. Histórico - Social Natural Cultural Ambiente “ Conjunto dos sistemas físicos, ecológicos, económicos e socioculturais com efeito directo ou indirecto sobre a qualidade de vida do homem”.
  5. 5. Natural WorkShop “A Água” Noite dos investigadoresl Os problemas ambientais vividos no mundo hoje são consequência directa da intervenção humana no planeta, causando desequilíbrios ambientais, comprometendo a vida. Um dos principais problema vividos pela humanidade nos dias de hoje é a falta de água . Nos Reutilizamos….
  6. 6. Vaivém Oceanário (Oceanário de Lisboa) Exposições e workshops Starlab – Planetário Móvel Speed-dating com cientistas Experiências científicas Exposição de Fotografias “Retratos de um Cientista” Cafés Científicos Tunas Académicas
  7. 7. Exposição sobre as salinas ….
  8. 8. Achei interessante a exposição sobre as salinas na noite dos investigadores. Aprendi a ter conhecimento sobre alguns factos que desconhecia.
  9. 10. A noite estava animada e nós ansiosas por vermos um filme que nos iam apresentar.
  10. 11. 26/09/2008
  11. 12. 26/09/2008
  12. 13. 26/09/2008
  13. 14. Workshop “A Água” Rede de formação sobre temas ambientais 18 de Outubro de 2008
  14. 15. Seleccionámos alguns dos diapositivos apresentados…
  15. 16. Água: passado, presente e futuro…
  16. 17. No princípio era a Água…
  17. 19. A natureza é bela sem contaminação
  18. 20. Os peixes necessitam de uma água límpida para sobreviverem
  19. 21. Palavras para quê?
  20. 22. Nota-se bem quando a natureza fica doente com a poluição. Fica com ar de tristeza…
  21. 23. As águas límpidas são a maior riqueza do planeta, pois, sem a água, como poderíamos sobreviver?
  22. 24. Já viram a beleza tamanha desta maravilhosa foto? Será que a veremos por muitos mais anos?!
  23. 25. É urgente tomar medidas contra a poluição. Se continuarmos a poluir assim o ambiente, como poderemos sobreviver ?…
  24. 26. Tanta informação, tantos panfletos, tanta publicidade!… e continuamos a ver imagens como esta. Que será dos animais, das plantas, de todos os seres vivos?…
  25. 28. O homem continua a destruir com todo o tipo de produtos que são tão prejudiciais e tóxicos para o meio ambiente !
  26. 30. A experiência que obtivemos na demonstração da água poluída filtrada através de carvão .
  27. 32. A propósito desta Workshop realizámos algumas actividades…
  28. 33. Um desdobrável com conselhos para poupar água. Desdobrável com conselhos para poupar água.
  29. 34. Que quantidade de água desperdiçamos? A matemática pode ser utilizada para descrever, estimar e medir factores ambientais e de comunicar os resultados. Estes resultados podem ser utilizados por todos os interessados pelo ambiente, desde o governo, aos consumidores em geral. Estimamos a quantidade de água se desperdiça, num dia se a torneira de uma lava loiça, pinga uma gota em cada dois segundos. Num litro há cerca de 1200 gotas. <ul><li>Um dia tem: </li></ul><ul><ul><ul><li>24 horas </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>1440 (24 x 60) minutos </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>86400 (24 x 60 x 60 ) segundos </li></ul></ul></ul>Assim a torneira num dia pinga 43200 (8640 : 2) gotas. Que são aproximadamente 36 (43200 : 1200) litros de água. 36 litros de água
  30. 35. E se em Guifoes 1 em cada 5 habitações, tiver uma torneira a pingar, que quantidade de água é desperdiçada ao fim de um ano?
  31. 36. Curiosidade Se 1 em cada 5 habitações nos EUA tiver 1 torneira a pingar durante 1 ano, isso corresponde a cerca de 4 horas do fluxo das Cataratas de Niágara.
  32. 37. Reutilizámos….
  33. 38. We cannot change unless we survive but we will not survive unless we change...
  34. 39. Everyone makes a difference
  35. 40. Histórico/Social Workshop “ O que queremos para Guifões?” Jantar de Natal Palestra sobre a Sida Direitos e deveres Gabinete de arqueologia de Matosinhos
  36. 41. O que queremos para Guifões?
  37. 42. <ul><li>Foram organizados grupos de trabalho para serem diagnosticados os problemas de Guifões e apontar possíveis soluções. </li></ul><ul><li>Todos os grupos apresentaram as conclusões a que chegaram, foram analisados os mais urgentes e votados. </li></ul><ul><li>O Sr. Presidente mostrou-se disponível para tentar encontrar soluções. </li></ul>
  38. 43. O Jantar de Natal…
  39. 50. Palestra
  40. 55. Direitos e deveres das mulheres
  41. 56. Apesar do nível médio de escolaridade da população empregada feminina ( 8,5 anos) ser em 2002 já superior à dos homens empregados (apenas 7,7 anos), esse aumento do nível de escolaridade não tem determinado uma maior igualdade das remunerações entre homens e mulheres em Portugal; muito pelo contrário. Os dados dos quadros de pessoal tratados e divulgados pelo novamente chamado Ministério do Trabalho, mostram que quanto mais elevado é o nível de escolaridade da mulher maior é a desigualdade das remunerações entre homens e mulheres. Por exemplo, em  2002 (e este é o ultimo ano em que existem dados disponíveis) para o nível de escolaridade mais baixo - &quot;Inferior ao Ensino Básico&quot; - o ganho médio mensal das mulheres, que inclui tudo o que recebem, correspondia a 80,8% do ganho médio mensal dos homens, enquanto em relação ao nível de escolaridade mais elevado - &quot;Licenciatura&quot; - o ganho médio mensal das mulheres correspondia apenas a 66,7% do ganho médio dos homens.
  42. 57. Congresso feminista em Lisboa, em1928
  43. 58. Os mesmos dados dos quadros de pessoal das empresas também revelam que quanto mais elevado é o nível de qualificação das mulheres maior é a desigualdade de ganhos (remunerações) entre homens e mulheres. Assim, em 2002, o ganho médio mensal das mulheres do grupo &quot;Praticantes e Aprendizes&quot; (o nível de qualificação mais baixo) correspondia a 94,1% do ganho médio mensal dos homens do mesmo grupo, enquanto o ganho médio mensal das mulheres do grupo &quot;Quadros Superiores&quot; (o nível de qualificação mais elevado) correspondia apenas  a 70% do ganho médio mensal dos homens do mesmo grupo de qualificação.
  44. 59. «Votos para as mulheres»: há um século atrás era esta a luta das mulheres.
  45. 60. O nível de escolaridade e  de qualificação das mulheres vai continuar a aumentar rapidamente (basta lembrar que actualmente em cada 100 licenciados que saem anualmente das universidades portuguesas 65 já são mulheres), por isso, muitas mais mulheres alcançarão níveis elevados de escolaridade e de qualificação. Se as desigualdades entre homens e mulheres que se verificam actualmente a nível de ganhos (remunerações) nos níveis mais elevados de escolaridade e de qualificação se se mantiverem, então a desigualdade de remunerações  entre homens e mulheres tenderá a aumentar em termos nacionais porque uma maior percentagem de mulheres será afectada por ela. E isso constituirá certamente um obstáculo sério ao desenvolvimento do País, na medida em que impede a utilização plena das capacidades da maioria da população e gera naturalmente sentimentos de grave injustiça social e económica.
  46. 61. Se o trabalho é igual, porque é diferente o salário?
  47. 62. Mas não é apenas nos campos anteriores que as desigualdades entre homens e mulheres continuam a ser grandes. O mesmo sucede no acesso ao emprego. Em Janeiro de 2005, o numero de mulheres desempregadas inscritas nos Centros de Emprego com o 1º ciclo era superior ao numero de homens inscritos nos Centros de Emprego com igual nível de escolaridade em 12,3%; na mesma data   o numero de mulheres inscritas nos mesmos Centros com o ensino superior era mais elevado do que numero de homens com o mesmo nível de escolaridade inscritos nos Centros de Emprego em 92%.
  48. 63. A luta das mulheres continua nos nossos dias.
  49. 64. Gabinete de arqueologia de Matosinhos
  50. 65. <ul><li>“ Se hoje nos podemos debruçar sobre o passado histórico da cidade e estudar as suas raízes ancestrais, é nos manuscritos e publicações de Joaquim Neves dos Santos que encontramos muitos desses registos.” </li></ul><ul><li>Conceição Pires </li></ul>Gabinete de arqueologia de Matosinhos Joaquim Neves dos Santos (1918-1979)
  51. 66. Matosinhos Antigo… Ponte do rio Leça Lavadeiras no rio Leça
  52. 69. Praias
  53. 70. … .. Descarga de peixe
  54. 72. Rua Brito Capelo Juncal de Cima
  55. 73. Rua Brito Capelo.
  56. 74. … .. Bombeiros Voluntários de Leixões
  57. 75. Hospital. Quinta de Santiago.
  58. 77. Mercado .
  59. 78. Igreja do Sr. de Matosinhos
  60. 79. Festa de Mártir são Sebastião
  61. 80. Senhor do Padrão.
  62. 83. Capela de Santana. Capela da Boa Nova
  63. 84. Construção do Porto de Leixões (1884-1892)
  64. 87. Cultural Ida ao teatro Ida ao cinema Encenação da Lírica Camoniana Workshop “Florbela Espanca” Visita ao Museu
  65. 88. TEATRO RIVOLI
  66. 90. Esta ida ao teatro foi para nós, uma experiência nova e muito interessante. Gostamos muito da história da peça e de ver actuar ao vivo actores bem conhecidos.
  67. 92. <ul><li>Ladrões de Almas </li></ul>É o mais recente trabalho de Joana Providência é um espectáculo de dança que parte de um conto de Humberto Hélder. Em Ladrões de Almas paira a ideia de que salvar alguém, ou algo, é salvarmo-nos a nós próprios.
  68. 93. Encenação da Lírica Camoniana Âmbito da rede das Bibliotecas Escolares
  69. 94. Camões, poeta português, que espalhou, cantando os grandiosos feitos do “peito ilustre lusitano.” Poeta do Amor,”Amor é fogo que arde sem se ver…” Poeta da Mulher,”Um mover de olhos brando e piedoso” Poeta da Natureza, “triste e leda “ Poeta da Saudade,”sacrílego gigante”
  70. 95. Tivemos uma aula diferente e interessante…
  71. 96. Duas actrizes encenaram a lírica camoniana.
  72. 97. Aprendemos que há outras formas de ouvir poesia
  73. 99. Este filme é um exemplo de que no amor não existem barreiras.
  74. 100. Apesar das diferenças que separam estes jovens, eles assumem uma relação amorosa, vencendo todas as dificuldades. Pena o mesmo não ter acontecido com Romeu e Julieta e com D. Pedro e Inês de Castro!
  75. 101. Poetisa residente no nosso concelho “1894 – 1930” FLORBELA ESPANCA
  76. 102. <ul><ul><li>Aos 17 anos define-se como “possuidora de uma tristeza amarga e doentia, e de uma grande hipocrisia por parecer alegre e todos gabarem a sua alegria, quando a sua alma chorava”. “E as lágrimas que choro…/Ninguém as vê cair dentro de mim…” Além disso, considerava-se muito sonhadora, sonhava com mundos distantes, perfeitos. </li></ul></ul>
  77. 103. <ul><ul><li>Aos 23 anos diz: “O meu coração anda à solta, tão grande, tão ambicioso, tão sempre frio, está sempre só… Ninguém sabe andar com ele!”. Ela é aquela que quer “ Amar, amar perdidamente …”, mas para quem o Amor é “ Fumo leve que foge entre os meus dedos …”e que andou uma vida “ a gritar, morta de sede, /Pedindo a Deus a minha gota de água”. </li></ul></ul>
  78. 104. <ul><ul><li>Quando casou pela 3ª vez, aos 30 anos, foi viver para Matosinhos, na rua 1º de Dezembro, nº 552 (1926). Nesta altura já era muito difícil compreender a sua personalidade multifacetada de poetisa e escritora, que a todos assustava. Nem ela sabia quem era, “ Sei lá! Sei lá bem/Quem sou? ...” </li></ul></ul>
  79. 105. <ul><ul><li>Apesar de se embrenhar na leitura, continuava com “ sede de Infinito ” , um forte desejo de paz, de fugir à “ mesma mágoa, ao mesmo tédio/A mesma angústia funda, sem remédio ”. Desejava a morte, o repouso, o dormir sempre… </li></ul></ul><ul><ul><li>Em 1930, na madrugada do dia 8 de Dezembro, Florbela deixava esta vida, chegara, finalmente a paz infinita. Durante a cerimónia religiosa, as nuvens derramaram o seu pranto com tal furor, que foi impossível fazer um cortejo. Também a Natureza chorava a perda da maior poetisa portuguesa. </li></ul></ul>
  80. 106. Duas das alunas do curso EFA, recitaram dois poemas de Florbela Espanca.
  81. 107. Museu da Misericórdia de Matosinhos É um museu de Arte Sacra, que engloba monumentos como o Sr. do Padrão e as Capelas do Adro. Destaque para os ex-votos, paramentos e objectos em talha dourada.
  82. 108. Museu da Misericórdia de Matosinhos A sala das pratas.
  83. 109. Museu da Misericórdia de Matosinhos Foi inaugurado em Janeiro de 1994 A escadaria.
  84. 110. Museu da Misericórdia de Matosinhos Os ex-votos são quadros pintados a óleo sobre madeira, tela ou cobre, oferecidos em cumprimento de uma promessa.
  85. 111. Museu da Misericórdia de Matosinhos cruzes, jarras, lampiões, lanternas, castiçais, patenas, cálices, varas, resplendores e sacras.
  86. 112. Museu da Misericórdia de Matosinhos Colecção de jarras vitrificadas da Vista Alegre, em Arte Nova. Réplicas de vários navios, também eles “ex-votos”.
  87. 113. Obrigada pela atenção… Curso de Educação e Formação de Adultos (EFA) – B3 Apoio familiar e à comunidade 2008 –2010

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