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Abordagens de Monitoramento Ambiental1 - Monitoramento tradicional (físico-químico)   - Coleta & mensuração de parâmetros ...
1 - Monitoramento tradicional (físico-químico)                                                                            ...
1 - Monitoramento tradicional (físico-químico)                                                                            ...
1 - Monitoramento tradicional (físico-químico)                                                                            ...
1 - Monitoramento tradicional (físico-químico)                                                                            ...
1 - Monitoramento tradicional (físico-químico)                                                                            ...
Abordagens de Monitoramento Ambiental2 - Biomonitoramento – Monitoramento Biológico   - Além da coleta/mensuração de parâm...
Situação no presenteUrbanização e impermeabilização do solo:Enchentes e perda da capacidadenatural de infiltração do solo ...
Situação no presente Exploração agrícola em diversas escalas:Impactos sobre a quantidade (irrigação)e qualidade da água (p...
Situação no presenteSubstituição da vegetação nativa porpastagens, queimadas, fabricação de carvãocom vegetação nativa do ...
Situação no presenteMineração, exploração de areia e cascalho:Assoreamento e perda da qualidade da água      Gestão de Bac...
Situação no presentePoluição por esgotos domésticos e industriais:Degradação da qualidade da água emortandades de peixes  ...
Situação no presentePoluição por esgotos domésticos e industriais:Degradação da qualidade da água e mortandades de peixes ...
Tratamento PreliminarETE ARRUDAS
Tratamento SecundárioETE ARRUDAS
Tratamento SecundárioETE ONÇA
Tratamento de EsgotosCapacidade de tratamento e volume tratado em Belo Horizonte, por ano                4.500,00         ...
Tratamento de Esgotos               Capacidade de tratamento e volume tratado esgotos na RMBH, por ano                5.00...
2 - Biomonitoramento – Monitoramento Biológico                         Riqueza de Macroinvertebrados Bentônicos           ...
2 - Biomonitoramento – Monitoramento Biológico               % EPT (Ephemeroptera, Plecoptera e Trichoptera)              ...
2 - Biomonitoramento – Monitoramento Biológico       Gestão de Bacias dos Rios das Velhas e São Francisco
2 - Biomonitoramento – Monitoramento Biológico                       Resultados em 2011       Gestão de Bacias dos Rios da...
2 - Biomonitoramento – Monitoramento BiológicoEstações de amostragem (peixes) Coletas realizadas em ambientes fundamentais...
2 - Biomonitoramento – Monitoramento Biológico  • 136 espécies de peixes registradas;  • Maioria das espécies registradas ...
2 - Biomonitoramento – Monitoramento Biológico                                                                            ...
2 - Biomonitoramento – Monitoramento Biológico            Lagoas funcionando e recebendo            água do rio das Velhas...
2 - Biomonitoramento – Monitoramento Biológico                  DOURADO - Salminus franciscanus                   Grande p...
2 - Biomonitoramento – Monitoramento Biológico                      Salminus franciscanus                2000 - 250 km    ...
2 - Biomonitoramento – Monitoramento Biológico                  MATRINCHÃ – Brycon orthotaenia                     Grande ...
2 - Biomonitoramento – Monitoramento Biológico                       Brycon orthotaenia                 2000 - 116 km     ...
2 - Biomonitoramento – Monitoramento Biológico                       Hypostomus francisci                             (cas...
Conhecimento no passadoFauna rica e abundante:“Quem visitar estes rios deve vir munido de caniço com os maioresanzóis de á...
Conhecimento no passadoEstudos sobre a Ictiofauna:              Johannes Theodor Reinhardt                                ...
Conhecimento no passado Estudos sobre a Ictiofauna:  A monografia Velhas-Flodens Fiske: Et Bridrag til Brasiliens Ichthyol...
Resultados práticos do Biomonitoramento   Gestão de Bacias dos Rios das Velhas e São Francisco
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Resultados práticos do Biomonitoramento                     Índice Multimétrico Bentônico            Intervalos de escores...
Gestão de Bacias dos Rios das Velhas e São Francisco
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Sphaeridae    Chironomidae     Hirudinea Hydroptilidae Physidae Oligochaeta            Elmidae                       Pleii...
Resultados práticosGestão de Bacias dos Rios das Velhas e São Francisco
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Cbm alves   gestão de bacias  velhas & sf (são paulo - nov-2012) - final
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Cbm alves gestão de bacias velhas & sf (são paulo - nov-2012) - final

  1. 1. IV Encontro Paulista de Biodiversidade Experiências da abordagemecossistêmica na gestão de bacias: Bacias do Rio das Velhas e do Rio São FranciscoMSc. Carlos Bernardo Mascarenhas AlvesNuvelhas – Projeto Manuelzão (UFMG) São Paulo, 30 de Novembro de 2012
  2. 2. Regulamentações InternacionaisClean Water Act – EUA (1972):Conjunto de medidas, leis e regulamentações para cessar o processode poluição de corpos d’água. Naquela época, 2/3 desses ambientesestavam impróprios para uso e pesca.Estabeleceu a meta de “descarga zero” de poluentes nas águas doPaís em 1985, estabelecendo o compromisso nacional de restaurar emanter a integridade química, física e biológica dos ambienteaquáticos. Gestão de Bacias dos Rios das Velhas e São Francisco
  3. 3. Regulamentações InternacionaisDiretiva-Quadro Água – Comunidade Européia (2000):Introduziu uma nova abordagem legislativa da gestão e proteção dosrecursos hídricos, baseada em formações hidrológicas e geográficasnaturais (as bacias hidrográficas) e não em fronteiras nacionais oupolíticas.A Diretiva-Quadro Água constitui a base da política da União Européiano domínio dos recursos hídricos. Para proteger a saúde daspessoas, o abastecimento de água, os ecossistemas naturais e abiodiversidade, é muito importante que as águas se encontrem numbom estado ecológico e químico. Gestão de Bacias dos Rios das Velhas e São Francisco
  4. 4. Regulamentações NacionaisNível Nacional - Resolução CONAMA n.º 357 de 17 de março de 2005Dispõe sobre a classificação dos corpos de água e diretrizesambientais para o seu enquadramento, aponta a importância deindicadores biológicos como ferramentas do enquadramento. Gestão de Bacias dos Rios das Velhas e São Francisco
  5. 5. Regulamentações NacionaisNível Nacional - Lei nº 9.433, de 8 de janeiro de 1997- Institui a Política Nacional de Recursos Hídricos, cria o SistemaNacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos, regulamenta oinciso XIX do art. 21 da Constituição Federal, e altera o art. 1º da Leinº 8.001, de 13 de março de 1990, que modificou a Lei no 7.990, de 28de dezembro de 1989, Brasília. Dispõe sobre a classificação doscorpos de água e diretrizes ambientais para o seuenquadramento, aponta a importância de indicadores biológicoscomo ferramentas do enquadramento.- Outras medidas estabelecem os instrumentos de gestão (comitê eagência de bacia), cadastro de usuários, cobrança pelo uso deágua, cobrança para despejo de esgotos não tratados Gestão de Bacias dos Rios das Velhas e São Francisco
  6. 6. Regulamentação EstadualNível Estadual (MG) - Deliberação Normativa Conjunta COPAM/CERH-MG N.º 1, de 05 de Maio de 2008Art. 6º: A qualidade dos ambientes aquáticos deverá ser avaliada porindicadores biológicos, utilizando-se comunidades aquáticas. 1º - Serão estabelecidos sítios de referência em locais preservados ecom baixo ou nenhum impacto antropogênico; 2º - Os desvios da composição e estrutura das comunidades biológicasassociados aos desvios da ecomorfologia dos habitats e da qualidade daságuas, em relação ao(s) sítio(s) de referência, serão utilizados para avaliar oestado da qualidade dos ambientes aquáticos (classes de qualidade). 3º - Comunidades aquáticas a serem preferencialmente consideradaspara avaliar a qualidade dos ambientes aquáticos:I - para os ambientes lóticos: invertebrados bentônicos, macrófitas, perifíton.Quando necessário, deverão ser incluídos outros grupos de organismos comoictiofauna, zooplâncton, potenciais vetores de doenças e patógenos. Gestão de Bacias dos Rios das Velhas e São Francisco
  7. 7. Rios fornecem bens e serviços Serviços Diretos abastecimento, transport e, energia, recreação e pesca Serviços Indiretos Prevenção contra cheias, reciclagem e movimento de nutrientes, recursos genéticos, manutenção de zonas úmidas “Serviços de Existência” permitem a permanência dos habitats, os seus ecossistemas e as suas espéciesGestão de Bacias dos Rios das Velhas e São Francisco
  8. 8. Abordagens de Monitoramento Ambiental 1 - Monitoramento tradicional (físico-químico) 2 - Biomonitoramento – Monitoramento Biológico 3 - Índice de Integridade Biótica Gestão de Bacias dos Rios das Velhas e São Francisco
  9. 9. Abordagens de Monitoramento Ambiental1 - Monitoramento tradicional (físico-químico) - Coleta & mensuração de parâmetros físicos e químicos da água: pH, Temperatura, Condutividade Elétrica, Oxigênio Dissolvido, Salinidade, Nutrientes Dissolvidos, DBO, DQO, etc. - Geralmente visa o cálculo do IQA – Índice de Qualidade de Água; Gestão de Bacias dos Rios das Velhas e São Francisco
  10. 10. 1 - Monitoramento tradicional (físico-químico) N= 863 Oxigênio Dissolvido Pequeno – referência Paraúna – referência 14 Paraúna – referência MZ18-Rio Pardo MZ29-Córrego MZ37-Córrego da Pedras – referência MZ30-Córrego MZ28 -Rio do Peixe – Chuva 1 - 03 12 referência Chuva 2 - 03 MZ27 – Rio Jaboticatubas –referência Chuva 1 - 04 MZ25-Ribeirão Seca 1 - 04 Maquiné– referência Chuva 2 - 04 10 MZ26-Ribeirão Chuva 1 - 05 a Mata- referência Seca 1 - 05 Seca 2 - 05 Chuva 2 - 05 8 Chuva 1 - 06 Seca 1 - 06 Seca 2 - 06 Chuva 2 - 06 6 Chuva 1 - 07 Seca 1 - 07 Seca 2 - 07 4 Chuva 2 - 07 Chuva 1 - 08 Seca 1 - 08 Seca 2 - 08 2 Chuva 2 - 08 Chuva 1 - 09 Seca 2 - 09 Chuva 2 - 09 0 Chuva 1 - 10 Alto RMBH Médio Baixo Cabeceira Foz Limite classe 1 DN Copam 01/2008 ( maior que 6 mg/L) Limite classe 2 DN Copam 01/2008 ( 5,0 – 6,0 mg/L) Limite classe 2 DN Copam 01/2008 ( 4,0 – 5,0 mg/L)
  11. 11. 1 - Monitoramento tradicional (físico-químico) N= 863 Turbidez 1200 Córrego Baleares (jusante ETE Arrudas) MZ37- Córrego das Pedras MZ26- Ribeirào da Mata 1000 Chuva1/03 MZ18- Rio Pardo Pequeno Chuva2/03 Chuva1/04 MZ25-Ribeirão Maquiné 800 Seca1/04 Seca2/04 Chuva1/05 MZ 28- Rio do Peixe Chuva2/05 Seca1/05 600 Seca2/05 NTU MZ 27-Rio Jaboticatubas Chuva1/06 MZ29- Rio Paraúna Chuva2/06 Seca1/06 Seca2/06 400 Chuva1/07 MZ30- Rio Curimataí Chuva2/07 Seca1/07 Seca2/07 200 Chuva2/08 Seca1/09 Chuva1/09 Chuva2/09 Chuva1/10 0 Alto RMBH Médio Baixo Rio das Velhas Da cabeceira (Ouro Preto) à foz (Barra do Guaicuí) Limite classe 1, 2 e 3 DN Copam 01/2008 ( maior 100 NTU)
  12. 12. 1 - Monitoramento tradicional (físico-químico) N= 863 Sólidos Totais Dissolvidos 1800 1750 1700 1650 1600 Chuva 1 - 03 1550 Chuva 2 - 03 1500 MZ18-Rio Pardo 1450 Pequeno – referência Chuva 1 - 04 1400 Seca 1 - 04 1350 MZ37-Córrego da Chuva 2 - 04 MZ29-Córrego Paraúna MZ30-Córrego Paraúna 1300 Chuva 1 - 05 1250 Pedras – referência 1200 Seca 1 - 05 1150 Seca 2 - 05 1100 Chuva 2 - 05 MZ27 – Rio Jaboticatubas referência referência 1050 Chuva 1 - 06 1000 –referência 950 Seca 1 - 06 900 MZ28 -Rio do Seca 2 - 06 (mg/L) 850 MZ26-Ribeirão da Mata- Peixe –referência Chuva 2 - 06 800 referência 750 Chuva 1 - 07 700 MZ25-Ribeirão Seca 1 - 07 650 Maquiné– referência Seca 2 - 07 600 Chuva 2 - 07 550 500 Chuva 1 - 08 450 Seca 1 - 08 400 Seca 2 - 08 350 Chuva 2 - 08 300 250 Chuva 1 - 09 200 Seca 2 - 09 150 Chuva 2 - 09 100 50 Chuva 1 - 10 0 Alto RMBH Médio Baixo Cabeceira Foz Limite classe 1, 2 e 3 DN Copam 01/2008 ( maior 500 mg/L)
  13. 13. 1 - Monitoramento tradicional (físico-químico) N= 825 Córrego Baleares (jusante ETE Arrudas) 4,5 Fósforo Total 4,0 Chuva1/03 3,5 Chuva 2/03 MZ 28- Rio do Peixe Chuva 2/03 Seca1/04 3,0 Seca2/04 MZ30- Rio Curimataí Chuva1/05 Chuva2/05 Seca1/05 MZ29- Rio Paraúna 2,5( mg / L ) Seca2/05 MZ37- Córrego das Pedras Chuva1/06 MZ 27-Rio Jaboticatubas MZ26- Ribeirào da Mata MZ25-Ribeirão Maquiné Chuva2/06 MZ18- Rio Pardo Pequeno 2,0 Seca1/06 Seca2/06 Chuva1/07 1,5 Chuva2/07 Seca1/07 Seca2/07 1,0 Chuva1/08 Seca1/08 Seca2/08 0,5 Chuva2/08 Seca1/09 Chuva1/09 0,0 Alto RMBH Médio Baixo Rio das Velhas Da cabeceira (Ouro Preto) à foz (Barra do Guaicuí) Limite classe 3DN Copam 01/2008 (0,1 – 0,15) Limite classe 1 e 2 DN Copam 01/2008 ( menor 0,1)
  14. 14. 1 - Monitoramento tradicional (físico-químico) N= 825 Nitrogênio Total 40 38 36 34 Chuva 1 - 03 32 Chuva 2 - 03 MZ37-Córrego da Pedras – referência MZ26-Ribeirão da Mata- referência Maquiné– referência Chuva 1 - 04 30 Seca 1 - 04 MZ25-Ribeirão MZ27 – Rio Jaboticatubas –referência 28 Chuva 2 - 04 Chuva 1 - 05 26 Seca 1 - 05(mg/L) 24 Seca 2 - 05 MZ29-Córrego Paraúna – 22 Chuva 2 - 05 Chuva 1 - 06 Paraúna – referência 20 Seca 1 - 06 Pequeno – referência 18 Seca 2 - 06 MZ30-Córrego Chuva 2 - 06 MZ18-Rio Pardo referência 16 MZ28 -Rio do Peixe – Chuva 1 - 07 14 referência Seca 1 - 07 12 Seca 2 - 07 Chuva 2 - 07 10 Chuva 1 - 08 8 Seca 1 - 08 6 Seca 2 - 08 Chuva 2 - 08 4 Chuva 1 - 09 2 Seca 2 - 09 Chuva 2 - 09 0 Alto RMBH Médio Baixo Cabeceira Foz Limite classe Resolução Conama 357/2005 (menor 1,27 mg/L)
  15. 15. Abordagens de Monitoramento Ambiental2 - Biomonitoramento – Monitoramento Biológico - Além da coleta/mensuração de parâmetros físicos e químicos da água, envolve a coleta de seres vivos - Permite avaliações mais precisas e interpretação de dados com base no tempo de vida dos seres vivos coletados e em suas características biológicas - BIOINDICADORES; Gestão de Bacias dos Rios das Velhas e São Francisco
  16. 16. Situação no presenteUrbanização e impermeabilização do solo:Enchentes e perda da capacidadenatural de infiltração do solo Gestão de Bacias dos Rios das Velhas e São Francisco
  17. 17. Situação no presente Exploração agrícola em diversas escalas:Impactos sobre a quantidade (irrigação)e qualidade da água (pesticidas efertilizantes lançados nos cursos d’água) Gestão de Bacias dos Rios das Velhas e São Francisco
  18. 18. Situação no presenteSubstituição da vegetação nativa porpastagens, queimadas, fabricação de carvãocom vegetação nativa do cerrado, retiradaindiscriminada de água do rio:Assoreamento e perda de hábitats Gestão de Bacias dos Rios das Velhas e São Francisco
  19. 19. Situação no presenteMineração, exploração de areia e cascalho:Assoreamento e perda da qualidade da água Gestão de Bacias dos Rios das Velhas e São Francisco
  20. 20. Situação no presentePoluição por esgotos domésticos e industriais:Degradação da qualidade da água emortandades de peixes Gestão de Bacias dos Rios das Velhas e São Francisco
  21. 21. Situação no presentePoluição por esgotos domésticos e industriais:Degradação da qualidade da água e mortandades de peixes Gestão de Bacias dos Rios das Velhas e São Francisco
  22. 22. Tratamento PreliminarETE ARRUDAS
  23. 23. Tratamento SecundárioETE ARRUDAS
  24. 24. Tratamento SecundárioETE ONÇA
  25. 25. Tratamento de EsgotosCapacidade de tratamento e volume tratado em Belo Horizonte, por ano 4.500,00 4.070,54 4.070,54 4.070,54 4.070,54 4.070,54 4.070,54 4.070,54 4.070,54 4.070,54 YEAR Population 4.000,00 2000 2.360.100 3.500,00 2001 2.407.326 Esgoto tratado em BH Volume tratado 3.000,00 2002 2.328.855 Volume (L/s) Capacidade total de tratamento 2003 2.377.023 2.500,00 Capac. instalada nas ETEs Arrudas e Onça 2.442,52 2.252,53 2004 2.425.216 2.000,00 2.041,38 2005 2.424.342 1.579,69 1.500,00 2006 2.439.541 1.385,57 1.094,70 1.179,66 1.152,67 2007 2.510.831 1.000,00 1.043,43 2008 2.538.005 500,00 2009 2.561.624 0,00 0,00 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 YEAR Gestão de Bacias dos Rios das Velhas e São Francisco
  26. 26. Tratamento de Esgotos Capacidade de tratamento e volume tratado esgotos na RMBH, por ano 5.000,00 4.742,40 4.647,32 4.647,32 4.500,00 YEAR Population 4.000,00 Esgoto Tratado (L/s) Volume tratado 1999 3.784.731 Capacidade de tratamento Capacidade Instalada (L/s) 2000 3.964.917 3.500,00 2001 4.120.852Volume (L/s) 3.000,00 3.096,14 2002 4.061.452 2.496,80 2.496,80 2.496,80 2.496,80 2.496,80 2.611,60 2.666,06 2003 4.196.505 2.500,00 2.362,79 2004 4.341.175 2.000,00 2005 4.410.079 1.618,20 1.619,36 2006 4.433.151 1.500,00 1.316,80 1.428,60 1.406,10 2007 4.507.751 1.253,20 1.000,00 2008 4.669.429 2009 5.254.450 500,00 246,80 116,60 60,20 98,60 0,00 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 YEAR Gestão de Bacias dos Rios das Velhas e São Francisco
  27. 27. 2 - Biomonitoramento – Monitoramento Biológico Riqueza de Macroinvertebrados Bentônicos MZ37-Córrego da Pedras MZ30-Córrego Paraúna – MZ27 – Rio – referência referência Jaboticatubas – referência 40 MZ26-Ribeirão da Mata- referência MZ29-Córrego Paraúna – referência 35 MZ18-Rio Pardo MZ28 -Rio do Peixe – MZ37-Ribeirão Chuva 1 - 03 Pequeno – referência referência Maquiné– referência Chuva 2 - 03 Chuva 1 - 04 30 Seca 1 - 04 Chuva 2 - 04 Chuva 1 - 05 Seca 1 - 05 25 Seca 2 - 05 Chuva 2 - 05 Chuva 1 - 06 20 Seca 1 - 06 Seca 2 - 06 Chuva 2 - 06 Chuva 1 - 07 15 Seca 1 - 07 Seca 2 - 07 Chuva 2 - 07 10 Chuva 1 - 08 Chuva2 - 08 Seca 2 - 08 Chuva 2 - 08 5 Chuva1 - 09 Seca 1 - 09 Chuva 2 - 09 0 Alto RMBH Médio Baixo Da cabeceira (Ouro Preto) a foz (Barra do Guaicuí)
  28. 28. 2 - Biomonitoramento – Monitoramento Biológico % EPT (Ephemeroptera, Plecoptera e Trichoptera) MZ27 – Rio MZ26-Ribeirão daJaboticatubas – Mata- referência referência MZ37-Córrego da Pedras MZ25-Ribeirão – referência MZ29-Córrego Paraúna – Maquiné– referência 120 MZ18-Rio Pardo referência Pequeno – referência MZ30-Córrego Paraúna – referência Chuva 1 - 03 100 MZ28 -Rio do Peixe – Chuva 2 - 03 referência Chuva 1 - 04 Seca 1 - 04 Chuva 2 - 04 80 Chuva 1 - 05 Seca 1 - 05 Seca 2 - 05 Chuva 2 - 05 Chuva 1 - 06 60 Seca 1 - 06 Seca 2 - 06 Chuva 2 - 06 Chuva 1 - 07 Seca 1 - 07 40 Seca 2 - 07 Chuva 2 - 07 Chuva 1 - 08 Chuva2 - 08 20 Seca 2 - 08 Chuva 2 - 08 Chuva1 - 09 Seca 1 - 09 Chuva 2 - 09 0 Alto RMBH Médio Baixo Da cabeceira (Ouro Preto) a foz (Barra do Guaicuí)
  29. 29. 2 - Biomonitoramento – Monitoramento Biológico Gestão de Bacias dos Rios das Velhas e São Francisco
  30. 30. 2 - Biomonitoramento – Monitoramento Biológico Resultados em 2011 Gestão de Bacias dos Rios das Velhas e São Francisco
  31. 31. 2 - Biomonitoramento – Monitoramento BiológicoEstações de amostragem (peixes) Coletas realizadas em ambientes fundamentais para o ciclo de vida dos peixes: - Calha principal - Afluentes - Lagoas marginais Afluentes Calha principal Lagoas marginais Coletas nas estações seca e Cities chuvosa Gestão de Bacias dos Rios das Velhas e São Francisco
  32. 32. 2 - Biomonitoramento – Monitoramento Biológico • 136 espécies de peixes registradas; • Maioria das espécies registradas há 150 anos ainda ocorrem; • Presença de todos os grandes migradores da bacia, exceto Pirá; • Pirá: localmente extinto na bacia do rio das Velhas. Pirá = Conorhynchos conirostris AMEAÇADO – categoria vulnerável - VU (IUCN) Gestão de Bacias dos Rios das Velhas e São Francisco
  33. 33. 2 - Biomonitoramento – Monitoramento Biológico 17º00 S 70º 60º 50º 40º Afluentes bem preservados: O SC 0º 0º CI SÃO FRAN Pirapora BRASIL rancisc oF o 10º 10º Rio Sã Rios RIO . da Cor Rib rente 17º30 Brasília R IO DA 20º 20º Cipó, Curimataí, Bicudo, Pardo MINAS GERAIS S VE 750km elo LH v to AS Co R ib. do Grande, Pardo Pequeno, Onça e Lassance 30º 30º 70º 60º 50º 40º RV-06 ata í rim Cu 18º00 R io Jaboticatubas, comportam 75% CU-01 Rio Pardo Gran de das espécies de peixes registradas PG-01 Rio Bicudo Rio P Corinto a rdo Peque no BI-01 RV-05 até o presente na bacia. Rib. do Pi cão Presidente Juscelino Rio Paraúna 18º30 N CP-02 Curvelo A conectividade entre os afluentes quiné Ma Ri o ib . d o RV-04 C ó ip e o rio das Velhas e entre este e o R Santana do nça Pirapama aO 19º00 d b. ON-01 Ri Ri oP São Francisco, sem barreiras ara Santana do Riacho uninha á ib Rib. Jequit naturais ou artificiais (baragens) Rio J CP-01 ab ut icatu bas 19º30 garantem o livre trânsito dos Rib. RV-03 da Lagoa Rio Ta ata Santa M qu a ra çu LS-01 peixes e sua distribuição ao longo Rib. da Onça rrudas Santa Luzia Córr. Ca Sabará e té LEGENDA .A da bacia. ib RV-02 Belo R Limite da bacia Horizonte 20º00 Cursos dágua RIO Ponto de amostragem DA S V Capital de Estado ELH Rio Itab A 15km 0 15 30 45km S Sede de município RV-01 ESCALA Funilb. ira Ri Área de estudo de J. T. Reinhardt Ouro Preto 20º30 45º00 W 44º30 44º00 43º30 43º00 Gestão de Bacias dos Rios das Velhas e São Francisco
  34. 34. 2 - Biomonitoramento – Monitoramento Biológico Lagoas funcionando e recebendo água do rio das Velhas nos pulsos de inundação anuais: Garantia de recrutamento 900 800 700 600 Cota (m) 500 400 300 200 100 01-jan-2005 01-abr-2005 01-mar-2005 01-dez-2004 01-fev-2005 Gestão de Bacias dos Rios das Velhas e São Francisco
  35. 35. 2 - Biomonitoramento – Monitoramento Biológico DOURADO - Salminus franciscanus Grande porte (> 100 cm) Migrador Nadador da coluna d’água Piscívoro Gestão de Bacias dos Rios das Velhas e São Francisco
  36. 36. 2 - Biomonitoramento – Monitoramento Biológico Salminus franciscanus 2000 - 250 km 2007 - 587 km Aumento de 337 km 2011 – 714 km Aumento de 127 km
  37. 37. 2 - Biomonitoramento – Monitoramento Biológico MATRINCHÃ – Brycon orthotaenia Grande porte (< 60 cm) Migrador Nadador da coluna d’água Herbívoro Gestão de Bacias dos Rios das Velhas e São Francisco
  38. 38. 2 - Biomonitoramento – Monitoramento Biológico Brycon orthotaenia 2000 - 116 km 2007 - 587 km Aumento de 471 km 2011 - 714 km Aumento de 127 km
  39. 39. 2 - Biomonitoramento – Monitoramento Biológico Hypostomus francisci (cascudo) Aumentou a sua distribuição em 114 km, entre 2000 e 2007 Médio porte (< 30 cm) Reofílico Nadador de fundo Iliófago
  40. 40. Conhecimento no passadoFauna rica e abundante:“Quem visitar estes rios deve vir munido de caniço com os maioresanzóis de água doce e sistema de enrolamento mais resistente; docontrário, os peixes que pesam mais de 50 kg o surpreenderão”.(Richard Burton, 1867)(Richard Burton e a gravura da ponte sobre o rio das Velhas em Santa Luzia) Gestão de Bacias dos Rios das Velhas e São Francisco
  41. 41. Conhecimento no passadoEstudos sobre a Ictiofauna: Johannes Theodor Reinhardt Coletou material ictiológico na bacia do rio das Velhas entre 1850-1852 e 1854-1856 Christian Frederik Lütken Recebeu o material coletado e depositado no Museu Zoológico da Universidade de Copenhagen e publicou a monografia: “Velhas-Flodens Fiske” Para solicitar um exemplar: manuelzao@manuelzao.ufmg.br Gestão de Bacias dos Rios das Velhas e São Francisco
  42. 42. Conhecimento no passado Estudos sobre a Ictiofauna: A monografia Velhas-Flodens Fiske: Et Bridrag til Brasiliens Ichthyologi [Peixes do rio das Velhas: Uma contribuição à ictiologia brasileira] descreve minuciosamente 55 espécies de peixes, todas no rio das Velhas, sendo pelo menos 20 espécies novas numa época em que se conhecia cerca de 40 espécies em toda a bacia do rio São Francisco.Franciscodoras marmoratus – espécie endêmica da bacia do rio São Francisco Gestão de Bacias dos Rios das Velhas e São Francisco
  43. 43. Resultados práticos do Biomonitoramento Gestão de Bacias dos Rios das Velhas e São Francisco
  44. 44. Resultados práticos do Biomonitoramento Gestão de Bacias dos Rios das Velhas e São Francisco
  45. 45. Resultados práticos do Biomonitoramento Índice Multimétrico Bentônico Intervalos de escores das métricas do Índice Multimétrico Bentônico. Escores Métricas 5 3 1 Riqueza >9 8-6 <5 % Oligochaeta <5 6-46 > 47 < 97 % CHOL < 73 74-86 > 87 < 100 % EPT >6 5-3 <2 % coletores - catadores < 64 65-83 > 84 < 99 BMWP-CETEC > 36 35-18 < 17 * BMWP-CETEC - Biological Monitoring Working PartyNos slides a seguir:Mapas da qualidade de água na bacia do rio das Velhas avaliada pelo ÍndiceMultimétrico Bentônico no Programa de Biomonitoramento de Longo Prazo(2004 a 2009) – Ferreira et al (no prelo) Gestão de Bacias dos Rios das Velhas e São Francisco
  46. 46. Gestão de Bacias dos Rios das Velhas e São Francisco
  47. 47. Gestão de Bacias dos Rios das Velhas e São Francisco
  48. 48. Sphaeridae Chironomidae Hirudinea Hydroptilidae Physidae Oligochaeta Elmidae Pleiidae 27,9% 23,1% 20,6% 12,9% 11,7% 2,6% Ceratopogonidae 0,2% 0,2%2003 0,3% Chironomidae Sphaeridae Baetidae Glossosomatidae Leptophebiidae Oligochaeta Empididae Hydropsychidae 23,0% 10,6% 6,9% 1,4% 1,0% 0,9% 0,5% 52,9% Leptohyphidae Veliidae Elmidae2004 0,4% Hydroptilidae Physidae 0,1% 0,1% 0,4% 0,3% Hydropsychidae Oligochaeta Chironomidae Baetidae Leptophebiidae Hirudinea Libellulidae 63,1% 11,3% 10,5% 8,3% 3,1% 0,6% Perlidae 0,9% 0,1% Leptohyphidae Sphaeridae Naucoridae Elmidae Empididae2005 Odontoceridae 0,3% 0,2% 0,2% 0,1% 0,1% 0,1% Baetidae Sphaeridae Leptohyphidae Leptophebiidae Simuliidae Hydropsychidae Chironomidae Glossosomatidae 1,8% 4,4% 3,8% 2,5% 0,2% 0,6% 44,8% 29,7% Hirudinea Libellulidae Veliidae Ceratopogonidae2006 Physidae 0,6% 0,5% Oligochaeta 0,2% 0,2% 0,1% Gomphidae 10,3% 0,1% Oligochaeta Baetidae Sphaeridae Leptohyphidae Hydropsychida Chironomidae Oligochaeta 11,61% 6,45% 2,30% 0,21% 30,86% 43.5%10,3% Odontoceridae Simuliidae 0,14%2007 Hirudinea Leptophebiidae Elmidae Gomphidae 0,61% 2,75% 0,58% 0,17% 0,14% Hydropsychide Chironomidae Oligochaeta Baetidae Simulidae Leptophebiidae 71% 3% 12% 1% 0,4% Perlidae 11% 0,1%2008 Hirudinea Libellulidae Ceratopogonidae Sphaeridae 1% 0,3% 0,1% 1%
  49. 49. Resultados práticosGestão de Bacias dos Rios das Velhas e São Francisco
  50. 50. Resultados práticos do Biomonitoramento Gestão de Bacias dos Rios das Velhas e São Francisco
  51. 51. Resultados práticos do Biomonitoramento Gestão de Bacias dos Rios das Velhas e São Francisco
  52. 52. Resultados práticos do Biomonitoramento Gestão de Bacias dos Rios das Velhas e São Francisco
  53. 53. Resultados práticos do Biomonitoramento Gestão de Bacias dos Rios das Velhas e São Francisco
  54. 54. Resultados práticos do Biomonitoramento Gestão de Bacias dos Rios das Velhas e São Francisco
  55. 55. Resultados práticos do Biomonitoramento LAGOA SANTAPEIXES DA LAGOA: PASSADO E PRESENTE Gestão de Bacias dos Rios das Velhas e São Francisco
  56. 56. Resultados práticos do BiomonitoramentoPerda de riqueza e diversidade de espécies na lagoa Centralde Lagoa Santa - extinção local de espécies. Lagoa Central de Lagoa Santa Gestão de Bacias dos Rios das Velhas e São Francisco
  57. 57. Resultados práticos do Biomonitoramento Impactos dos usos da Lagoa sobre os peixes• Introdução de espécies exóticas;• Poluição por esgotos domésticos e industriais;• Interrupção da conexão da Lagoa com o rio das Velhas ;• Alteração da vegetação das margens da Lagoa;• Assoreamento em função da urbanização;• Elevação do nível do espelho d’água; Gestão de Bacias dos Rios das Velhas e São Francisco

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